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  • Filme

    Harrison Ford e Mark Hamill lamentam morte do intérprete de Chewbacca

    2 de maio de 2019 /

    Harrison Ford e Mark Hamill, o Han Solo e o Luke Skywalker de “Star Wars”, lamentaram a morte do ator Peter Mayhew, intérprete original de Chewbacca na saga espacial. Hamill postou uma mensagem carinhosa em seu Twitter. “Ele era o mais gentil dos gigantes, um homem grande com um coração ainda maior que nunca falhou em me fazer sorrir e um amigo fiel que eu amei sinceramente. Sou grato às memórias que compartilhamos e sou um cara melhor apenas por tê-lo conhecido. Obrigado, Pete”, escreveu o ator. Ford, que não usa redes sociais, divulgou um comunicado sobre a perda do colega e amigo. “Peter Mayhew era um homem bom, gentil, digno e de caráter nobre. Esses aspectos de sua própria personalidade, além de sua sagacidade e graça, ele trouxe também para Chewbacca. Fomos parceiros no cinema e na vida por mais de 30 anos e eu o amava. Ele investiu sua alma no personagem e trouxe grande alegria aos fãs de Star Wars”. “Chewbacca foi parte importante do sucesso dos filmes que fizemos juntos. Ele sabia o quão importante os fãs da franquia eram para o seu sucesso e ele se dedicou a eles. Eu e outros milhões jamais esqueceremos Peter e o que ele nos proporcionou. Meus sinceros sentimentos à sua querida esposa Angie e aos seus filhos. Fique bem, meu querido amigo”, finalizou o ator de 76 anos. Até o diretor George Lucas, criador da franquia, lamentou a morte do ator. “Peter era um homem maravilhoso. Ele era o mais perto que qualquer humano poderia chegar de ser um Wookiee: coração grande, natureza gentil – e eu aprendi para sempre deixá-lo vencer. Ele foi um bom amigo, e estou triste por seu falecimento”, disse Lucas. Peter Mayhew morreu na terça-feira (30/4), aos 74 anos, cercado pela família em sua casa. Ele viveu Chewbacca em cinco filmes de “Star Wars”, desde 1977, além de dublar games e séries derivadas da franquia, despedindo-se do papel em “O Despertar da Força”, em 2015.

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  • Série

    Ron Howard negocia transformar Willow em série do Disney+ (Disney Plus)

    2 de maio de 2019 /

    A clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988) vai virar série. Ron Howard, o diretor da fantasia de anões valentes, rainhas malvadas e guerreiros mercenários, está negociando a produção de uma atração baseada no filme para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Para quem não lembra, a trama era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh). Uma profecia dizia que a criança traria a queda da rainha do mal. E para cumprir sua missão, Willow acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. O projeto é da Lucasfilm, para quem Howard dirigiu recentemente “Han Solo: Uma História Star Wars”. Vale lembrar que “Willow” foi escrito por ninguém menos que George Lucas. Durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, Howard contou que há planos de trazer de volta o ator Warwick Davis para reprisar o seu papel. A ideia seria mostrar um Willow maduro, já que ele era muito jovem na trama original. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard, adiantando que o projeto ainda não recebeu aprovação final. O roteiro está a cargo de Jonathan Kasdan, que escreveu, justamente, “Han Solo: Uma História Star Wars”.

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  • Série

    The Mandalorian: Primeira série live-action de Star Wars ganha novas fotos

    14 de abril de 2019 /

    A Lucasfilm divulgou novas fotos de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. As imagens revelam o protagonista mascarado vivido por Pedro Pascal (“Narcos”), o veterano Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”) e Gina Carano (“Deadpool”), além do logotipo da atração. O elenco central da série também inclui Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, um subgênero que já rendeu uma série clássica, “Firefly”, e que o próprio criador de “The Mandalorian”, o cineasta Jon Favreau, já visitou no cinema em “Cowboys & Aliens” (2011). O título refere-se ao papel de Pascal, um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. A trama se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, dirige o piloto da série, que também tem episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar a sua própria série no serviço de streaming. A plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada em 12 de novembro, inicialmente apenas nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Novo Star Wars vai se chamar A Ascensão Skywalker no Brasil

    13 de abril de 2019 /

    A Disney anunciou como o novo filme de “Star Wars” vai se chamar no Brasil. Poucas horas depois de divulgar o trailer como “Episódio IX”, o estúdio postou nas redes sociais sua tradução do título “Star Wars: The Rise of Skywalker”. O longa virou “Star Wars: A Ascensão Skywalker” no país. E o detalhe que diferencia a tradução do nome original – a ausência de preposição – já está chamando atenção. Embora tenha sido suficiente para inspirar teorias nerds, o sumiço do “de” pode ser uma reprise do equívoco de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que transformou “the last jedi” em plural, quando se referia singularmente a Luke Skywalker apenas. “A Ascensão de Skywalker” também parece uma alusão bastante clara ao personagem. Já “A Ascensão Skywalker” é uma denominação mais genérica, podendo sugerir um movimento inspirado no último Jedi. O roteirista, diretor e produtor JJ Abrams deve em breve abordar melhor o título em entrevistas, esclarecendo se o óbvio é ululante ou aberto a interpretações. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de dezembro. Star Wars: A Ascensão Skywalker, dia 19 de dezembro nos cinemas! pic.twitter.com/URIIrrlrn4 — Star Wars Brasil (@StarWarsBR) April 12, 2019

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  • Filme

    Lando Calrissian pode ter uma filha no novo Star Wars

    12 de abril de 2019 /

    O evento Star Wars Celebration, realizado nesta sexta (12/4) em Chicago, apresentou pela primeira vez uma foto da atriz Naomi Ackie (“Lady Macbeth”) como sua personagem em “Star Wars: The Rise of Skywalker”. Embora não tenha aparecido no trailer divulgado, a misteriosa Jannah já inspira teorias dos fãs, que a imaginam como filha de Lando Calrissian, o personagem de Billy Dee Williams, que retorna à franquia no novo filme. A imagem (veja acima) revela que ela usa uma capa como Lando. O apresentador do painel, Stephen Colbert, chegou a perguntar à atriz se Jannah seria mesmo filha de Calrissian. Ela desconversou: “Lando é um homem charmoso. Ele pode ter muitas filhas por aí!”. De todo modo, Ackie não pode revelar muito sobre seu papel no filme. “Tudo o que eu posso dizer é que o grupo original de heróis vai embarcar em uma aventura épica, e estou animada que Jannah vai cruzar com eles”, comentou. Na trama, ela irá se encontrar com Poe Dameron (Oscar Isaac), Finn (John Boyega), Rey (Daisy Ridley), Chewbacca e os droides BB-8 e C-3PO. Com direção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), o filme que vai encerrar a saga original de “Star Wars” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Diretor explica como Carrie Fisher aparece no novo Star Wars

    12 de abril de 2019 /

    A divulgação do primeiro trailer do “Episódio IX” de “Star Wars”, oficialmente intitulado “Star Wars: The Rise of Skywalker”, confirmou a presença de Carrie Fisher no papel da Princesa/General Leia. Durante o evento Star Wars Celebration, em Chicago, o diretor J.J. Abrams contou como fez para incluir a atriz, falecida no final de 2016, na produção. “Não podíamos preencher o vazio deixado por ela, então conversamos sobre como seguir em frente”, relembrou. “Ela era a melhor, era maravilhosa, incrível. O que você vai fazer em uma situação dessas? Você não pode simplesmente escalar outra atriz, e a ideia de recriá-la com efeitos especiais estava totalmente descartada”, ele explicou. A solução se materializou quando a equipe encontrou várias cenas não-usadas de Fisher em “O Despertar da Força”. “Vimos essas cenas e entendemos. Seria ela, e ela estaria no filme. Todo dia eu sinto o baque de não tê-la aqui, mas estamos trabalhando com ela. Ela está em cena, e tem cenas com Billy [Lourd], a filha dela”. “A Princesa Leia vive neste filme de uma forma que é impressionante”, concluiu Abrams.

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  • Filme

    Novo filme de Star Wars ganha primeiro trailer legendado e título oficial

    12 de abril de 2019 /

    A Disney revelou o pôster e o primeiro trailer legendado do Episódio IX de “Star Wars”, que – finalmente – ganhou título. Como destaca o pôster internacional, o filme vai se chamar “Star Wars: The Rise of Skywalker” em inglês, literalmente “Star Wars: A Ascensão de Skywalker”, mas este foi o único detalhe não traduzido na divulgação no Brasil. A prévia mostra Rey (Daisy Ridley) assumindo o manto de última Jedi, sob narração de Luke Skywalker (a inconfundível voz de Mark Hamill). Supostamente morto em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, ele lembra que “ninguém se vai totalmente” – uma frase que Luke disse para sua irmã Leia (Carrie Fisher) no filme passado. Entre os que não se foram, Carrie Fisher, falecida antes das filmagens, aparece entre as cenas – em imagens de arquivo de “O Despertar da Força” – , além de Lando Calrissian, o personagem de Billy Dee Williams que não aparecia na saga desde “O Retorno de Jedi”, em 1983. Descrito no vídeo como “o final da saga”, o filme tem direção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), que também assinou o roteiro em parceria com Chris Terrio (“Liga da Justiça”) e estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    J.J. Abrams divulga primeira foto de Star Wars: Episódio IX para celebrar final das filmagens

    15 de fevereiro de 2019 /

    O diretor J.J. Abrams anunciou nesta sexta (15/2) nas redes sociais que as filmagens de “Star Wars: Episódio IX” foram oficialmente encerradas. E para marcar a realização, compartilhou com seus seguidores a primeira foto dos bastidores da produção, em que Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe (Oscar Isaac) aparecem abraçados. “Pareceu impossível, mas hoje terminamos de filmar o ‘Episódio Ix’. Não há jeito adequado de agradecer esse elenco e equipe fantásticos. Estarei em débito eterno com todos”, escreveu Abrams. Veja o post original abaixo. Ainda sem título oficial, o nono episódio da longeva saga espacial, inaugurada em 1977, chega aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. It feels impossible, but today wrapped photography on Episode IX. There is no adequate way to thank this truly magical crew and cast. I’m forever indebted to you all. pic.twitter.com/138AprtFuZ — JJ Abrams (@jjabrams) February 15, 2019

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  • Série

    Robô clássico do primeiro Star Wars vai aparecer na série The Mandalorian

    29 de janeiro de 2019 /

    O cineasta Jon Favreau revelou em seu Instagram que “The Mandalorian” terá o retorno de mais um droide conhecido dos fãs de “Star Wars”. A primeira série live-action da galáxia da Lucasfilm contará com participação de R5-D4, o robozinho vermelho que Luke Skywalker (Mark Hamill) e seu tio Owen (Phil Brown) quase compraram no início do “Guerra nas Estrelas” original, de 1977. O droide surgiu bem no começo do clássico e foi apelidado de “Red” (ou “vermelho”) por Luke. Mas logo apresentou um defeito, o que fez com que o futuro jedi e seu tio o trocassem pelo icônico R2-D2. Alguém deve tê-lo consertado, porque a trama de “The Mandalorian” vai se passar anos depois do longa original, mas antes dos longas atuais, mais exatamente entre “O Retorno de Jedi” (1983) e “O Despertar da Força” (2015). De todo modo, R5-D4 não será o único robô da trilogia original que aparecerá na série. Anteriormente, Favreau publicou uma imagem de IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980). Favreau também revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O papel-título será desempenhado por Pedro Pascal (“Narcos”) e o elenco grandioso da produção ainda inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Produzida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), a série ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    WiFi Ralph é crossover publicitário com mais marcas que personagens

    19 de janeiro de 2019 /

    Ao contrário de “Detona Ralph”, que priorizou uma história ao invés da tentar agradar os fãs de games, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” se perde entre referências. É basicamente um fiapo de roteiro que se apoia num excesso de check-ins e curtidas pelo maior crossover publicitário já feito no cinema. E além de se referir a si mesma na história, a Disney ainda passa a mensagem de que amizade via Facebook e WhatsApp deve ser tão valorizada quanto brincar com crianças no mundo real – o oposto do que todos falam, por sinal. Para começo de conversa, o filme de 2012, ainda que desenvolvido sob a direção criativa de John Lasseter, nunca foi um “Toy Story”, “Procurando Nemo”, “Wall-e”, “Divertidamente” ou “Up”. No padrão Pixar, teria ficado no segundo escalão. Mas para a Disney pós-“O Rei Leão” até que ficou de bom tamanho. A parceria do estúdio com Lasseter depois renderia “Zootopia” e “Moana”, saindo-se melhor que alguns lançamentos da própria Pixar. Mas “Detona Ralph” se contentava em ser uma aventura extremamente divertida com personagens adoráveis, ao mesmo tempo que prestava homenagem aos games do século passado e aos gamers de todas as gerações. “WiFi Ralph”, por sua vez, encosta os coadjuvantes anteriores para apresentar novos personagens (fraquíssimos) e demora a começar para valer. Os primeiros minutos são puro marasmo, oferecendo uma série de referências a games que estão lá somente para satisfazer nerds, que buscam nada mais que referências. Pior que isso: denunciam logo de cara que não há muito o que contar na continuação, como tinha ficado claro durante os créditos finais de “Detona Ralph”. É por isso que Ralph (voz de John C. Reilly, nas versões em inglês) e Vanellope (voz de Sarah Silverman) saem do limitado mundo dos velhos arcades e partem rumo ao universo de possibilidades infinitas da internet para recuperar uma peça fundamental do jogo da princesa, “Corrida Doce”. Quando Ralph e Vanellope entram na rede, o filme de Phil Johnston e Rich Moore mostra o que tem de melhor: as técnicas de animação evoluíram muito de 2012 para 2018, rendendo um visual limpinho e gigantesco para ilustrar a imensidão da internet. Também é bastante criativa a maneira como caracterizaram os avatares dos usuários, os pop-ups, o Instagram, os vírus, a deep web, os jogos onlines e os vídeos babacas que viralizam no YouTube. Mas “WiFi Ralph” também convida o público a apontar “Ei, ali está a logo do Facebook!”, “Os passarinhos são o Twitter!”, “Ah, os Stormtroopers!”, “Caramba, o Homem de Ferro!”, “Iti malia! São as princesas Disney!”, “A Branca de Neve digital ficou com cara de louca, não?”, “Vi o Google lá em cima!”, “Olha o Pinterest!”. Referências que parecem ocupar mais espaço que a própria história, porque roteiro que é bom, nada. Um lampejo começa a ser esboçado da metade para o final. Pena que não dialogue com o resto do filme, embora os minutos iniciais de “WiFi Ralph” joguem algumas pistas no ar que se perdem rapidamente. É uma mensagem ousada para a Disney, mas também questionável, porque a animação é feita essencialmente para crianças e o verdadeiro público-alvo provavelmente não terá maturidade suficiente para assimilar. Além disso, a ideia de valorizar a comunicação via redes sociais parece anúncio pago das grandes marcas que estampam diversas cenas de “WiFi Ralph”. No fim, fica a sensação de que alguém revisou o roteiro para inserir marketing de conteúdo no lugar da história. Apesar de contar com um universo cheio de potencial, a Disney fez de “Detona Ralph” uma jornada completa e centrada nas redenções de dois personagens. Já “WiFi Ralph” se encanta pelo tamanho desse universo, que engole os dois personagens, deixando-os sem rumo. Sobram referências e falta história no roteiro bagunçado, que tem até um inesperado número musical, supostamente engraçadinho, com uma canção ruim de doer.

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  • Série

    Disney renova Star Wars Resistance para 2ª temporada

    9 de janeiro de 2019 /

    O Disney Channel renovou “Star Wars Resistance” para sua 2ª temporada. A nova série animada da franquia foi lançada em outubro para substituir a recém-finalizada “Star Wars Rebels” e a renovação foi confirmada a poucos dias do final de sua temporada inaugural, que acontece no domingo (13/1). A série possui grande conexão com os filmes da nova trilogia, destacando personagens como o robô BB-8, o piloto Poe Dameron e a vilã Capitão Phasma. Estes últimos são até dublados pelos atores dos filmes originais, Oscar Isaac e Gwendoline Christie. Mas quem mais chama atenção é a General Leia, icônica personagem de Carrie Fisher, que segue viva na franquia apesar do falecimento da atriz. Ela é dublada na série animada por Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”). Como todas as séries – e pensando nisso, até os filmes – da franquia, a ação acompanha a jornada de um jovem rebelde, que desta vez é Kazuda “Kaz” Xiono (dublado, em inglês, por Christopher Sean, de “Hawaii Five-0”). Ele é “um jovem piloto recrutado pela Resistência e encarregado de uma missão ultrassecreta para espionar a crescente ameaça da Primeira Ordem”, como resume a sinopse oficial. A série se passa antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força” e mostra Poe Dameron como responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajuda a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série inclui entre seus dubladores originais os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener ( “Silicon Valley”). Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada, que deve ir ao ar na temporada de outono de 2019 nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Filme

    Disney bate a concorrência com mais de US$ 7 bilhões nas bilheterias mundiais

    3 de janeiro de 2019 /

    A Disney encerrou o ano como o estúdio mais bem-sucedido de Hollywood em 2018. A bilheteria total de seus filmes registrou a segunda melhor arrecadação mundial de sua história, atingindo US$ 7,3B (bilhões) de faturamento em todo o mundo. Foi a segunda vez que a Disney ultrapassou os US$ 7B de arrecadação mundial. Em 2016, a empresa cinematográfica registrou seu melhor desempenho, com US$ 7,6B. Nenhum outro estúdio fez US$ 7B até hoje. Os dados impressionantes do ano passado são consequências das bilheterias dos filmes da Marvel “Vingadores: Guerra Infinita” (U$$ 2B), “Pantera Negra” (U$$ 1,3B) e “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), da animação da Pixar “Os Incríveis 2” (US$ 1,2B) e até de “Han Solo: Uma Aventura Star Wars” (US$ 392,9M), da Lucasfilm, com apenas “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (US$ 355,4M) representando o sucesso solitário do estúdio em 2018. A ironia é que a maioria dos filmes próprios da Disney floparam em 2018 – isso inclui “Uma Dobra no Tempo” (US$ 132,6M em todo o mundo), “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” (US$ 197,6M) e “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” (US$ 169,9M). Mesmo considerando todo o conglomerado, a Disney só lançou 10 títulos em 2018, incluindo o recente “O Retorno de Mary Poppins” (US$ 204,7M). E esta é outra ironia, já que o estúdio que menos produziu foi o que mais ganhou dinheiro com filmes. Para 2019, a expectativa da Disney é quebrar seu recorde de arrecadação, com títulos fortes como “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato”, da Marvel, “Star Wars: Episódio IX”, da Lucasfilm, “Toy Story 4”, da Pixar, além de “Dumbo”, “Alladin”, “Rei Leão” e “Frozen 2” de sua produção própria. Isto sem considerar que 2019 também inaugura a fase de incorporação da Fox como marca da Disney – e isto significa “Alita: Anjo de Combate”, “X-Men: Fênix Negra”, “Os Novos Mutantes” e “Kingsman 3”, para começar.

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  • Série

    Robô de O Império Contra-Ataca vai aparecer na primeira série live-action de Star Wars

    26 de dezembro de 2018 /

    O diretor-produtor Jon Favreau (“Mogli”, “Homem de Ferro”) publicou em seu Instagram uma nova imagem de personagem de “The Manalorian”, primeira série live-action ambientada na galáxia distante de “Star Wars”, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus). E se trata de um velho conhecido, ao menos para quem realmente prestou atenção nos filmes clássicos. Veja acima. Trata-se do robô IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980) junto com os caçadores de recompensas Boba Fett, Dengar, Bossk, Zuckuss e 4-LOM. A aparição de IG-88 reforça a conexão da série com Boba Fett e alimenta boatos de que outros caçadores de recompensa tenham presença na trama. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai” Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Jon Favreau revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O elenco da série destaca Pedro Pascal (“Narcos”), Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Mas os atores não são as únicas estrelas da produção. A série terá episódios comandados por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”) Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e até pela atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar a sua própria série no serviço de streaming da Disney.

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