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  • Fallen
    Filme

    Fallen: Vaza o trailer do “Crepúsculo com anjos”, que fracassou antes de estrear

    25 de setembro de 2016 /

    Vazou o trailer de “Fallen”, adaptação do best-seller juvenil escrito por Lauren Kate. A divulgação não é oficial e emergiu antes que a Relativity Media revisse sua estratégia de marketing, atualmente em curso após o estúdio conseguir superar uma situação de falência em que reavaliou todos os seus lançamentos. Fãs brasileiros do livro, inclusive, já legendaram o vídeo, como se pode ver abaixo. Mas é capaz do longa nunca chegar aos cinemas, pois parece fadado ao fracasso, antes mesmo de estrear. O fato é que o trailer precoce, com imagem em baixa resolução, deixa claro que se trata de um produto trash e datado. A comparação com “Crepúsculo” é evocada pelo próprio vídeo, ao citar nominalmente a franquia dos vampiros, enquanto recria a mesma dinâmica de romance sobrenatural vista no longa estrelado por Kristen Stewart e Robert Pattinson há oito anos. “Fallen” é centrada numa adolescente alienada de 17 anos que chega numa escola nova e se apaixona por um rapaz que cultiva o clichê do “olhar distante” para parecer enigmático. O jeito afetado significa, claro, que se trata de um ser sobrenatural. É, você já viu isto antes. A “diferença” é que aqui os personagens são anjos caídos, que vivem uma história de amor há séculos – e os fãs de “The Vampire Diaries” também vão reconhecer esse detalhe. Assim como as duas franquias de vampiros para adolescentes, “Fallen” faz parte de uma coleção literária que inclui mais três volumes, lançados no Brasil com os títulos de “Tormenta”, “Paixão” e “Êxtase”. Juntos, os livros venderam mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo. O estúdio deve ter salivado quando venceu a concorrência para lançar a saga nos cinemas. Entretanto, o que parecia um pote de ouro há muito virou chumbo. Após a produção ser encomendada, “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos” , “A Hospedeira”, “Dezesseis Luas” e “Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras” fracassaram nas bilheterias, marcando o fim do ciclo. Para se ter noção, o ator Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”) chegou a ser cogitado como protagonista, mas recusou o papel. O elenco acabou contando com Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2”), Addison Timlin (“Namoro ou Liberdade”), Harrison Gilbertson (“Need for Speed”), Lola Kirke (“Mistress America”), Malachi Kirby (remake da minissérie “Raízes”), Joely Richardson (série “Nip/Tuck”) e Elliot Levey (“Florence: Quem É Essa Mulher?”). Com direção de Scott Hicks (“Um Homem de Sorte”) e roteiro da dupla Nichole Millard e Kathryn Price (“Treinando o Papai”), o filme deveria ter estreado neste mês nos EUA, mas não tem pôster ou trailer oficial. Também não há previsão para seu lançamento no Brasil. Tudo indica que sairá direto em VOD e/ou DVD.

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  • Série

    Série Mozart in the Jungle é renovada para sua 3ª temporada

    10 de fevereiro de 2016 /

    O Amazon Studios renovou a série de comédia “Mozart in the Jungle” para sua 3ª temporada. A atração estrelada por Gael Garcia Bernal (“Ensaio Sobre a Cegueira”) venceu recentemente os Globos de Ouro de Melhor Série e Melhor Ator de Comédia. “Mozart in the Jungle” é uma criação do roteirista Roman Coppola (“Moonrise Kingdom”), filho de Francis Ford Coppola, e seu primo, o ator Jason Schwartzman (também de “Moonrise Kingdom”), inspirados no livro de memórias da música Blair Tindall, cuja “personagem” é vivida na trama por Lola Kirke (“Mistress America”). A série acompanha a vida do maestro interpretado por Bernal e os integrantes da sinfônica que ele rege de forma pouco convencional. O elenco também inclui Saffron Burrows (“Efeito Dominó”), Bernadette Peters (“Acontece nas Melhores Famílias”), Mark Bloom (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). A 2ª temporada foi disponibilizada há menos de dois meses, em 30 de dezembro, no serviço de streaming da Amazon.

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  • Série

    Mozart in the Jungle: Veja o trailer da 2ª temporada, com Gael Garcia Bernal

    26 de dezembro de 2015 /

    O Amazon Studios divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Mozart in the Jungle”, série de comédia estrelada por Gael Garcia Bernal (“Ensaio Sobre a Cegueira”). A prévia equilibra romance e humor, enquanto acompanha a vida do maestro interpretado por Bernal e os integrantes da sinfônica que ele rege de forma pouco convencional. “Mozart in the Jungle” é uma criação do roteirista Roman Coppola (“Moonrise Kingdom”), filho de Francis Ford Coppola, e seu primo, o ator Jason Schwartzman (também de “Moonrise Kingdom”), inspirados no livro de memórias da música Blair Tindall, cuja “personagem” é vivida na trama por Lola Kirke (“Mistress America”). O elenco também inclui Saffron Burrows (“Efeito Dominó”), Bernadette Peters (“Acontece nas Melhores Famílias”), Mark Bloom (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). Assim como na 1ª temporada, a nova leva terá três episódios dirigidos pelo cineasta Paul Weitz (“Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”). Todos os episódios serão disponibilizados na quinta (30/12) no serviço de streaming da Amazon.

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  • Filme

    Mistress America é mais uma boa parceria entre a atriz e o diretor de Frances Ha

    26 de novembro de 2015 /

    O novo filme de Noah Baumbach é mais um exemplo do quanto ele parece deixar nas mãos de Greta Gerwig o peso (ou seria a leveza?) de seu trabalho. Os dois fizeram juntos o roteiro de “Mistress America” (2015) com um fiapo de enredo, mas tudo parece ser improvisado, com a passagem na casa de Mamie-Claire (Heather Lind) evocando a adaptação de uma peça teatral maluca. Em certo momento do filme, Tracy, a jovem de 18 anos interpretada por Lola Kirke, reclama ao telefone com a mãe, dizendo que estar em Nova York, lugar onde foi estudar na faculdade, é como estar em uma festa o tempo inteiro. Com a diferença que é uma festa em que você está o tempo todo se sentindo sozinho, deslocado. E é fácil compreender esse sentimento. Muitas pessoas, tímidas ou não, já passaram por isso. A situação muda para Tracy quando ela entra em contato com sua futura irmã postiça. Isto é, o pai da jovem vai se casar com sua mãe. Trata-se de Brooke, a personagem de Greta Gerwig, que já está perto dos 30 anos. Acontece que Tracy ama Brooke, acha-a a mulher mais divertida que já conheceu e, dentro de sua curta vida, passou sua noite mais divertida com ela em uma festa. Brooke sabe se divertir como ninguém, tem uma atitude prática (não parece ligar para faculdade ou coisa do tipo) e está planejando montar um restaurante com o namorado. Tracy acaba aproveitando bastante dessa personalidade sem igual de Brooke para se inspirar e escrever um conto, visando concorrer num clube de leitura pela possibilidade de ser publicado em um livro com outros vários jovens escritores. A vida real, afinal, é tantas vezes objeto de inspiração para a construção de obras fantásticas, não é mesmo? “Mistress America” tem um estilo despojado de narrar a sua história, importando-se mais em tecer as personalidades de suas protagonistas. Brooke e Tracy não chegam a ser opostas. Brooke contém traços de personalidade que Tracy gostaria de ter para si, mas ao mesmo tempo Tracy se sente bastante confiante no que ela é e no que é capaz de construir para sua vida, tendo 12 anos a menos que Brooke. Já Brooke esconde muito de suas inseguranças em uma personalidade aparentemente forte, mas as fragilidades começam a vir à tona e a amiga e quase irmã faz questão de estar ali para lhe dar apoio moral. Se “Mistress America” é melhor ou não que “Frances Ha” (2012), isso talvez não seja tão importante. São filmes com propostas diferentes – o anterior tem maior influência da nouvelle vague – , mas a verdade é que ambos se beneficiam bastante da presença de Greta Gerwig, tão encantadora que não chega a ser exatamente eclipsada por Lola Kirke, que também é linda e brilhante. Um talento que havia sido revelado por David Fincher em “Garota Exemplar” (2014). O fato é que ambas as personagens se tornam ainda mais adoráveis quando expõem os seus defeitos e suas fragilidades, como se convidassem o espectador para um abraço, embora vivendo em um mundo que parece frio demais para carinhos desse tipo.

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