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Monark defende liberdade de expressão para terroristas e volta a gerar polêmica
Influenciador fez nova declaração controversa durante participação em podcast
Brasil rebate EUA sobre atuação da Justiça contra redes sociais
Governo brasileiro critica manifestação do Departamento de Estado e afirma que não aceitará interferências externas
Julianne Moore descobre que seu livro infantil foi tirado de escolas por Trump: “Um grande choque”
"Morango Sardento" foi retirado de escolas administradas pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos
Trump e Musk atacam jornalistas e pedem demissões nas redes sociais
Presidente dos EUA e empresário querem calar colunista do The Washington Post e repórter do The Wall Street Journal, apesar de ambos se declararem defensores da liberdade de expressão
“Le$bian”, “unalive”, “yag”: Algoritmos conservadores criam “novilíngua” digital
Palavras e expressões são alteradas para driblar censuras automatizadas, transformando a comunicação numa realidade distópica
AGU alerta que mudanças na política da Meta não se adequam à legislação brasileira
Mudanças confirmadas pela empresa preocupam governo devido ao risco de violação de direitos fundamentais
Meta encerra programa de checagem de fatos em nome da “liberdade de expressão”
Zuckerberg afirma que objetivo é reduzir erros e encerrar a censura nas redes sociais administradas pela empresa
Justiça nega indenização ao Ultraje a Rigor por charges: “Fascistas falidos”
Músicos alegaram danos morais, mas serão obrigados a pagar as custas processuais
Após fechar sede brasileira, X enfrenta problemas na Europa, Austrália e Canadá
Elon Musk defende censura do X na Índia e na Turquia, mas é contra qualquer controle em países de tradição democrata
The Mandalorian | Gina Carano processa Disney com apoio de Elon Musk
A atriz Gina Carano entrou com um processo contra a Disney e a Lucasfilm nesta terça-feira (6/2), alegando ter sido injustamente demitida de “The Mandalorian” em 2021. A demissão ocorreu após uma publicação nas redes sociais em que a atriz comparou ser republicana a ser judia durante o Holocausto. O processo, registrado no tribunal federal da Califórnia, acusa as empresas de término indevido de contrato e discriminação, exigindo que Carano seja reintegrada ao elenco e receba no mínimo US$ 75 mil em danos punitivos. Elon Musk está financiando o processo, com a desculpa de uma promessa feita de apoiar ações legais de indivíduos que alegarem discriminação devido a postagens no X (antigo Twitter). Só que as postagens que motivaram a demissão de Carano foram feitas no Instagram. Sem se preocupar com esse detalhe, Joe Benarroch, chefe de operações comerciais da X Corp., declarou em comunicado: “Como sinal do compromisso da X Corp. com a liberdade de expressão, estamos orgulhosos de oferecer apoio financeiro ao processo de Gina Carano, empoderando-a a buscar a reivindicação de seus direitos de liberdade de expressão no X e a capacidade de trabalhar sem bullying, assédio ou discriminação.” O papel de Carano e “The Mandalorian” era Cara Dune, uma soldado rebelde que se torna mercenária. Ela teve destaque nas duas primeiras temporadas da série transmitidas na Disney+. A atriz enfrentou críticas imediatas ao compartilhar sua postagem polêmica no Instagram em fevereiro de 2021, comparando o holocausto a perseguições políticas sofridas pela direita nos EUA. No mesmo dia da postagem, a Lucasfilm e a UTA, agência de Carano na época, encerraram sua parceria com a atriz. A UTA, contudo, não foi nomeada como ré no processo. A ação judicial de Carano incluiu diversas referências a “Star Wars”, argumentando que Disney e Lucasfilm impuseram uma única forma de pensar como aceitável em seu “império”, intolerante a questionamentos ou não conformidades. A atriz aponta para postagens de mídia social de atores de “Star Wars” como Pedro Pascal e Mark Hamill, que fizeram comparações políticas controversas sem enfrentar consequências, alegando discriminação por parte da Disney, já que as posições dos colegas seriam de esquerda.
Tata Werneck volta a vencer RedeTV! na Justiça por piada no Prêmio Multishow
A atriz Tata Werneck alcançou mais um triunfo judicial no processo movido pela RedeTV! contra ela. Nesta terça-feira (23), a 5ª Câmara do Direito Privado do TJ-RJ julgou improcedente o recurso apresentado pela emissora, consolidando a vitória da humorista em segunda instância. Origem do Processo O litígio teve origem em 2021, quando Tata Werneck fez uma piada comparando o custo de seu vestido ao preço da programação da RedeTV!. A piada ainda foi atualizada recentemente com novo comentário da atriz no Prêmio Multishow 2023, transmitido pela Globo em novembro passado. “Há dois anos, eu fiz uma piada dizendo que o meu vestido tinha o mesmo valor da grade da RedeTV! e eu fui processada. Eu quero pedir desculpas e dizer que neste ano eu vim com um vestido mais caro do que a grade para a gente não ter esse problema”, declarou Tata. A RedeTV! argumentou que as ações de Tata representavam desrespeito à emissora. Contudo, o advogado Ricardo Brajterman, representante da humorista, enfatizou a incoerência da emissora, citando o histórico do programa “Pânico na TV” (2003-2012), conhecido por seu humor irreverente. Decisão Judicial O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concordou com os argumentos de Tata Werneck e de seu advogado, rejeitando o agravo da RedeTV!. A emissora ainda possui a opção de recorrer a instâncias superiores, como o STJ. Em declaração, Ricardo Brajterman celebrou a decisão: “Estou muito feliz com mais essa vitória. Até hoje não consigo entender por que logo a Rede TV!, que sempre ganhou muito dinheiro com as piadas do ‘Pânico’ e o show de horrores dos testes de fidelidade, recorreu ao judiciário por conta de piadas inofensivas e sem qualquer cunho difamatório. Venceu a liberdade de expressão, a liberdade artística”. Ele ainda acrescentou, referindo-se às finanças da emissora, “Se o próprio dono da emissora divulga que só consegue pagar as contas por que vende espaços para programas religiosos, não vai ser uma piada da Tata que afastará investidores e parceiros comerciais”.
Antonia Fontenelle vence Luccas Neto na Justiça e evita indenização de R$ 100 mil
A apresentadora Antonia Fontenelle comemorou uma vitória judicial sobre o ator e influenciador Luccas Neto no STF (Supremo Tribunal Federal), evitando uma indenização de R$ 100 mil solicitada pelo artista. Fontenelle foi processada por afirmar, em entrevista ao canal Brasil Sem Medo, que Luccas e Felipe Neto “eram perigosos”, mencionando um incidente em que “uma criança tomou remédio induzida por Luccas”. Aberto em 2022, o processo percorreu todas as instâncias até chegar ao STF por Fontenelle alegar em sua defesa o direito à liberdade de crítica e expressão. “O tribunal, por unanimidade, conheceu do agravo e negou-lhe provimento”, registra o documento do STF. Venceu uma, perdeu outra Com a vitória judicial, Fontenelle comemorou nas redes sociais: “Não tenho palavras para descrever o que estou sentindo agora. Nunca vou perder a esperança. São nesses momentos que eu vejo que estou no caminho certo”. E acrescentou: “Contra fatos não há argumentos. Vivo uma perseguição política sem precedente, mas eu não vou esmorecer. Tudo posso naquele que me fortalece, vocês tem a grana, e tenho a verdade.” Apesar da comemoração, Antonia Fontenelle enfrentou reveses judiciais em outro embate, desta vez com Felipe Neto, o irmão de Luccas. A apresentadora foi condenada a indenizar Lucas após associá-lo à pedofilia. O caso também foi julgado pelo STF, que a considerou culpada e lhe rendeu uma multa de R$ 76 mil, além de R$ 20 mil em honorários sucumbenciais.












