Eyewitness: Cinco vídeos exploram os personagens da série criminal da diretora de Crepúsculo
O canal pago americano USA divulgou cinco vídeos de bastidores de sua nova série “Eyewitness”, que destaca cada um dos atores centrais e a cineasta Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), responsável pela direção dos dois primeiros episódios, além de produzir a atração. Apesar da trama ser um suspense criminal, os depoimentos destacam os relacionamentos dos personagens, especialmente o par de garotos que dá título à produção. “Eyewitness” é remake da série policial norueguesa “Øyevitne”, e como bom noir nórdico explora um crime horrendo que ocorreu numa pequena comunidade. Na trama, o assassino fará todo o possível para escapar da justiça, inclusive silenciar as testemunhas e tentar enganar a xerife, conduzindo-a a pistas falsas num sinistro jogo de gato-e-rato. Para complicar, as testemunhas são dois adolescentes que não querem que ninguém saiba que estavam juntos, no lugar e na hora errada, devido à natureza de seu relacionamento homossexual. A adaptação americana está a cargo de Adi Hasak (criador de “Shades of Blue”) e o elenco inclui Tyler Young (da série teen espanhola “The Avatars”), James Paxton (filho do ator Bill Paxton), Julianne Nicholson (série “Masters of Sex”), Gil Bellows (minissérie “11.22.63”) e Warren Christie (série “Alphas”). “Eyewitness” estreia no dia 16 outubro nos EUA.
Rachel McAdams viverá paixão lésbica de Rachel Weisz
A atriz Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) será a parceira romântica de Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) na adaptação cinematográfica de “Disobedience”, romance da escritora Naomi Alderman. Em “Disobedience”, a personagem de Weisz reencontra sua família ortodoxa família judia após a morte do pai. Ela acaba chocando os familiares e a sociedade local quando decide relembrar um amor reprimido pela antiga melhor amiga, a ser vivida por McAdams. A trama está sendo adaptada pela roteirista inglesa Rebecca Lenkiewicz (do premiado drama polonês “Ida”) e será dirigida pelo chileno Sebastián Lelio (do igualmente premiado “Gloria”). McAdams já despertou paixões lésbicas no cinema, no thriller “Paixão” (2012), coestrelado por Noomi Rapace (“Prometheus”). A previsão é que as filmagens de “Disobedience” iniciem no primeiro trimestre de 2017.
Rachel Weisz irá estrelar e produzir drama lésbico
A atriz inglesa Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) irá estrelar e produzir a adaptação cinematográfica de “Disobedience”, romance da escritora Naomi Alderman. A revista Variety não informa qual é seu papel, mas, na história original do livro, a trama gira em torno de uma jovem mulher que retorna para a casa da sua família judia ortodoxa, após a morte do seu pai, e provoca escândalo na pacata comunidade quando reacende um amor reprimido com sua melhor amiga – uma mulher agora casada com seu primo. A trama está sendo adaptada pela roteirista inglesa Rebecca Lenkiewicz (do premiado drama polonês “Ida”) e será dirigida pelo chileno Sebastián Lelio (do igualmente premiado “Gloria”). Ainda não há previsão de estreia.
Mulher-Maravilha é bissexual, “lembra” escritor de seus quadrinhos
Com o filme da Mulher-Maravilha prestes a estrear, a heroína está mudando oficialmente seu status sexual nos quadrinhos. Nesta semana, o atual escritor de sua revista em quadrinhos deu a resposta óbvia à pergunta sobre sua sexualidade. Falando ao site Comicosity, Greg Rucka “lembrou” a todos que a heroína cresceu num lugar onde não havia homens, chamado de paraíso. E é justamente neste lugar (a Ilha Paraíso, também conhecida como Themyscira), que se passa a nova publicação da personagem, mostrando suas aventuras em meio a outras amazonas, com direito a muitos abraços apertados, flertes, sugestões pouco sutis e nudez. “A ilha é para supostamente ser o paraíso. Você supostamente deveria ser capaz de um relacionamento satisfatório, romântico e sexual. E as únicas opções ali são mulheres”, explicou Rucka. “Não faz o menor sentido achar que todas seriam heterossexuais. Mas uma amazona não olha para outra amazona e diz ‘você é gay’. Elas não fazem isso. O conceito não existe. Agora, nós estamos dizendo que Diana se apaixonou e teve relações com outras mulheres? A resposta é obviamente sim”. Essa revelação pode não ser tão surpreendente para os leitores dos gibis, já que a mãe de Diana, a Rainha Hippolyta, mantinha uma relação com Philippus. Nos quadrinhos, a Mulher Maravilha também já celebrou um casamento lésbico, numa história recente. Quando Clark Kent se disse surpreso por ela apoiar a união homossexual, a heroína respondeu: “Clark, o meu país é só de mulheres. Lá não há casamentos gays, apenas casamentos”. Apesar de tudo isso, a sexualidade da Mulher-Maravilha nunca havia sido discutida ou revelada com tanta clareza por um dos autores de suas histórias. Mas nunca é demais ressaltar que sua bissexualidade está presente desde os bastidores de sua criação. Afinal, o psicólogo William Moulton Marston, que além de criar a heroína também inventou o teste do polígrafo (mais conhecido como “detector de mentiras”), era adepto do amor livre e morava com a esposa e a amante na mesma casa nos anos 1930. Para comprovar que as duas mulheres se davam muito bem, Elizabeth Marston deu à sua primeira filha o nome de Olive, em homenagem à amante, Olive Byrne, que também teve filhos com Marston, adotados pelo casal “oficial” para manter as aparências. Além disso, Elizabeth foi uma “mulher de carreira”, dedicando-se à vida profissional, o que era considerado uma qualidade exclusivamente masculina no início do século 20, e teve filhos apenas após ter mais uma mulher na casa para ajudar a criá-los.
Will & Grace: Elenco da série clássica se reúne em vídeo para rir de Donald Trump
Sabe a “volta” de “Will & Grace”, que diversos sites anunciaram como retorno da série, mas a Pipoca Moderna apurou que podia ser propaganda eleitoral de Hillary Clinton? Pois é. O quarteto formado por Eric McCormack, Debra Messing, Megan Mullally e Sean Hayes voltou a se reunir para a campanha da candidata à presidente dos EUA, criando um vídeo bastante fiel ao espírito e visual da série clássica, em que Donald Trump é a vítima da maioria das piadas. O curta, que pode ser conferido abaixo, foi gravado nos cenários originais da atração, exibida entre 1998 e 2006. Isto porque um dos criadores de “Will & Grace”, Max Mutchnick, guardou e preservou tudo. Ele também assinou o roteiro em parceria com o cocriador da série David Kohan. E, para completar, a direção ficou a cargo de James Burrows, responsável por comandar os 188 episódios da produção. O retorno foi nostálgico e deu esperanças de um revival real da série. Atualmente, Eric McCormack está na nova série “Travelers”, que estreia no Netflix em dezembro, Debra Messing participa do remake de “Dirty Dancing”, que será exibido como especial musical de fim de ano na rede ABC, Megan Mullally tem diversos filmes em andamento, além de uma participação na vindoura antologia sci-fi “Dimension 404”, e Sean Hays, que virou um produtor de sucesso, atuará a seguir no especial “Hairspray Live!”, previsto para dezembro na rede NBC.
Atores de Will & Grace agitam as redes sociais ao anunciar que “estão de volta”
Os quatro integrantes centrais do elenco da série de comédia “Will & Grace” anunciaram em uníssono em suas contas individuais das redes sociais: “Estamos de volta”. A frase culminou uma movimentação intensa durante o fim de semana, que inclui um vídeo de teaser (veja abaixo) e fotos de bastidores de uma suposta gravação da produção, tudo sugerindo a volta da série. Mas nada, além de “Estamos de volta”, foi realmente anunciado. Nenhum canal ou serviço de streaming assumiu a responsabilidade pela produção. Por isso, alguns sites imaginam que possa se tratar apenas de marketing de apoio da campanha de Hillary Clinton à presidência. Mesmo assim, os fãs estão em polvorosa. Exibida entre 1998 e 2006, a série foi a primeira sitcom a fazer muito, mas muito sucesso ao explorar o universo LGBT. A série de comédia acompanhava o cotidiano de Will, uma advogado gay, e Grace, uma decoradora hetero, que dividiam o mesmo apartamento em Nova York, permanecendo amigos após namorarem na faculdade, quando Will ainda não tinha saído do armário. Além da dupla central, vivida por Eric McCormack e Debra Messing, a série ainda destacava Megan Mullally como a assistente socialite de Grace e Sean Hayes como o amigo “ainda mais gay” de Will. Ao longo de seus oito anos de duração, “Will & Grace” recebeu 83 indicações ao Emmy, vencendo 16 prêmios. De forma rara, todos os seus quatro atores principais venceram um Emmy, fato que só aconteceu com outras duas sitcoms na história do prêmio. O sucesso da série era tanto que ele se manteve entre as 20 atrações de maior audiência da TV americana por metade de seu período de exibição. Também foi a produção de maior audiência entre pessoas dos 18 aos 49 anos de idade entre 2001 e 2005. O que, claro, atraiu várias celebridades para fazerem participações especiais, como Madonna, Elton John, Britney Spears, Cher, Kevin Bacon, Alec Baldwin, Ellen DeGeneres, Patrick Dempsey, Janet Jackson e Jennifer Lopez, entre outras. Não é à toa que há bastante interesse em ver o quarteto de volta. Um vídeo publicado por Debra Messing (@therealdebramessing) em Set 26, 2016 às 10:33 PDT
Eyewitness: Adolescentes testemunham assassinato no trailer da série da diretora de Crepúsculo
O canal pago americano USA divulgou o segundo trailer de sua nova série “Eyewitness”, que teve o piloto dirigido pela cineasta Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”). Após o primeiro vídeo focar mais na investigação criminal da trama, desta vez a prévia destaca os personagens do título, as testemunhas do crime, e o conflito moral que os aflige. Neste sentido, aproxima-se mais da produção original que a inspirou. “Eyewitness” é remake da série policial norueguesa “Øyevitne”, e como bom noir nórdico explora um crime horrendo que ocorreu numa pequena comunidade. Na trama, o assassino fará todo o possível para escapar da justiça, inclusive silenciar as testemunhas e tentar enganar a xerife, conduzindo-a a pistas falsas num sinistro jogo de gato-e-rato. Para complicar, as testemunhas são dois adolescentes que não querem que ninguém saiba que estavam juntos, no lugar e na hora errada, devido à natureza de seu relacionamento homossexual. A adaptação americana está a cargo de Adi Hasak (criador de “Shades of Blue”) e o elenco inclui Tyler Young (da série teen espanhola “The Avatars”), James Paxton (filho do ator Bill Paxton), Julianne Nicholson (série “Masters of Sex”), Gil Bellows (minissérie “11.22.63”) e Warren Christie (série “Alphas”). “Eyewitness” estreia no dia 16 outubro nos EUA.
Nós Duas Descendo a Escada registra paixão lésbica com olhar de cinéfilo
O diretor Fabiano de Souza, que estreou com o interessante “A Última Estrada da Praia” (2010), estabeleceu uma dinâmica inusitada para as filmagens de seu segundo longa, “Nós Duas Descendo a Escada”. Durante quase um ano, as atrizes Miriã Possani (também de “A Última Estrada da Praia”) e Carina Dias (“13 Histórias Estranhas”) tiveram dois encontros mensais para rodarem as suas participações, estratégia para buscar uma autenticidade nos efeitos desgastantes de um relacionamento a princípio sem compromisso. De um lado, temos Adri (Miriã Possani), jovem de 24 anos recém-formada que trabalha em uma livraria enquanto ambiciona por uma carreira artística. Do outro, há Mona (Carina Dias), arquiteta bem-sucedida prestes a completar 30 anos que, ao contrário de Adri, lida com muita libertinagem quanto a sua sexualidade. A insegurança de uma e a confiança da outra são os principais elementos opostos que se atraem, mas logo as distinções entre essas duas mulheres dificultarão a relação, fazendo com que a narrativa (também da autoria de Fabiano de Souza) tente encontrar alguns pontos de fuga do padrão de algo que se oferece como uma comédia romântica. Mas o resultado pretendido é diferente do que se efetiva na tela. O lado cinéfilo do diretor e roteirista fica em evidência em inúmeras passagens de “Nós Duas Descendo a Escada”. Para ilustrar a passagem do tempo, recortes de jornais ganham a tela, geralmente destacando notícias sobre os lançamentos da época (as filmagens aconteceram entre 2011 e 2012) ou acontecimentos impactantes, como o falecimento de Carlos Reichenbach. Essa devoção pelo cinema também se manifesta nas interações entre personagens. Divertida, há uma cena em que Adri e Mona se comunicam em uma locadora a partir de títulos de alguns DVDs. No entanto, na maior parte do tempo, as referências geram diálogos deslocados, insípidos. Por exemplo: ao chegar a uma festa de Mona, Adri se apresenta para uma convidada que afirma ela é mágica por estar de vermelho. “A fraternidade é vermelha”, Adri responde. E assim como em “Azul É a Cor mais Quente”, o direcionamento das coisas leva a acreditar que um rompimento entre Adri e Mona seja muito mais crível do que a continuidade de seu namoro. Existe um esforço em tornar a troca de afetos o mais íntima possível. Ainda assim, são duas pessoas sem sintonia, que na realidade não passariam do sexo casual. Tanto que o único instante em que um choque de realidade despenca em “Nós Duas Descendo a Escada” é aquele em que Adri e Mona atacam uma a outra com um sem número de verdades, até que concluem que definitivamente pertencem a universos diferentes. O drama de “Nós Duas Descendo a Escada” é que não há nada pior do que um romance que oferece mais contras do que prós para (des)acreditar na união de um casal.
Jon Polito (1950 – 2016)
Morreu o ator Jon Polito, que se destacou em diversos filmes dos irmãos Coen e estrelou a premiada série “Homicide”. Ele linha 65 anos e seu falecimento aconteceu na sexta-feira (2/9), em decorrência de um câncer diagnosticado em 2010. Nascido na Filadélfia, em 29 de dezembro de 1950, Polito começou a carreira na Broadway e só começou a aparecer nas telas aos 31 anos de idade, numa galeria de mais de uma centena de papéis memoráveis, ainda que pequenos, a maioria das vezes explorando sua ascendência italiana para viver personagens mafiosos, sempre com um toque extravagante e bem-humorado. Não por acaso, estreou como mafioso em “Guerra Entre Gangsters” (1981), minissérie que também virou filme, como direção de Richard C. Sarafian. Ainda dos anos 1980, foi o poderoso chefão da série “Crime Story” e participou até de “O Homem da Máfia”. O início de sua extensa colaboração com os Coen também foi num filme de gângsteres, “Ajuste Final” (1990). Mas Joel e Ethan Coen encontraram outros papéis para o ator em suas parcerias seguintes, que incluíram “Barton Fink – Delírios de Hollywood” (1991), “Na Roda da Fortuna” (1994), “O Grande Lebowski” (1998) e “O Homem que Não Estava Lá” (2001). Ironicamente, o segundo papel mais interpretado por Polito foi o de policial. Ele começou a usar distintivo na fantasia clássica “Highlander – O Guerreiro Imortal” (1986) e acabou estrelando a premiada série policial “Homicide – Life on the Street” em 1993, como o detetive Steve Crosetti. Foi nessa produção, por sinal, que sofreu a maior injustiça e preconceito de sua carreira. Em troca da liberdade criativa, os produtores cederam à pressão da rede CBS para dispensar o ator menos fotogênico do elenco, levando Polito a ser demitido na 3ª temporada. Seu personagem, porém, foi resgatado para o telefilme que encerrou a série, “Homicide: The Movie”, em 2000. Ele também foi juiz em duas séries, “Raising the Bar” (2008) e “Murder in the First” (2014). E quando não esteve às voltas com lei, seja para quebrá-la ou reforçá-la, apareceu em dezenas de atrações que marcaram o humor televisivo americano, de “Seinfeld” a “Modern Family”. Nos últimos anos, ainda se destacou em alguns filmes de grande orçamento, como “A Conquista da Honra” (2006), “O Gângster” (2007), “Caça aos Gângsteres” (2013) e “Grandes Olhos” (2014), nos quais trabalhou com cineastas do porte de, entre outros, Clint Eastwood, Ridley Scott e Tim Burton. Apesar da pose de machão em seus filmes, Polito era gay e viveu os últimos e mais difíceis anos de sua vida casado com o também ator Darryl Armbruster (“Dias Incríveis”).
Famous in Love: Bella Thorne mostra sua bissexualidade em trailer de nova série teen
O canal pago americano Freeform divulgou o primeiro trailer de “Famous in Love”, nova série estrelada por Bella Thorne (série “No Ritmo”), que na prévia revela ter crescido muito desde seus dias de estrelinha do Disney Channel, aparecendo discretamente de topless e beijando outra garota – o que, por sinal, “coincide” com sua recente declaração de bissexualidade nas redes sociais. “Famous in Love” traz Thorne como uma jovem universitária que passa num teste de elenco para estrelar um grande blockbuster de Hollywood e começa a mudar de comportamento, conforme convive com a fama. Além de sua vida virar um circo midiático, ela ainda precisa lidar com o interesse que desperta nos dois protagonistas de seu filme. A série é baseada no romance homônimo de Rebecca Serle e está sendo desenvolvida por I. Marlene King (criadora de “Pretty Little Liars”). O elenco também inclui Niki Koss (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”), Charlie DePew (“O Espetacular Homem-Aranha”), Keith Powers (série “Faking It”), Carter Jenkins (série “The Following”), Perrey Reeves (série “Entourage”), Pepi Sonuga (série “The Fosters”), Mark Valley (série “Human Target”) e Georgie Flores (vista em três “CSI” diferentes). A estreia está marcada apenas para abril de 2017 nos EUA.
Bella Thorne beija outra menina e gosta, assumindo-se bissexual
A atriz Bella Thorne, que se destacou ao lado de Zendaya na série “No Ritmo” (2010-2013) do Disney Channel, viveu no começo desta semana a letra de uma música de Katy Perry. Ela beijou uma menina e gostou. A confissão aconteceu após a publicação de fotos e um vídeo no Snapchat em que ela aparece toda feliz, beijando uma garota. Perguntada à queima-roupa no Twitter se era bissexual, ela não teve dúvida em responder com um “Sim” categórico. A partir daí, Bella recebeu milhares de mensagens positivas por ter se assumido tão abertamente. “É tão bacana quando um artista se assume e ajuda seus fãs a se aceitarem. Você arrasou!”, escreveu um fã. “Bella, você é maravilhosa! Obrigada por se assumir, isso é muito importante para várias pessoas que você influencia”, elogiou outro. “Fiquei até emocionado. É assim mesmo que as coisas são: naturais! Nada de criar problema ou fazer da sexualidade um monstro. Temos que nos libertar, respeitar e desse jeito seremos felizes!”, acrescentou mais um. Pega de surpresa pela onda de solidariedade, ela agradeceu aos fãs. “Aww! Obrigado por todas as mensagens de aceitação de vocês. Eu amo vocês! #orgulho”, escreveu. A atriz também deu um retuíte numa mensagem, que dizia: “Às vezes você precisa deixar a vida te virar de cabeça para baixo, para que você possa aprender a viver do lado certo”. Bella Thorne terminou neste mês seu namoro de mais de um ano com o ator Gregg Sulkin, que também era do elenco do canal da Disney, tendo participado da série “Os Feiticeiros de Waverly Place”. E os fãs descobriram que a menina que ela aparece beijando é sua xará Bella Pendergast, que, curiosamente, é ex-namorada de seu irmão. Ela será vista a seguir estrelando uma nova série do canal pago Freeform, “Famous in Love”, baseada no romance homônimo de Rebecca Serle e desenvolvida por I. Marlene King (criadora de “Pretty Little Liars”).
Arthur Hiller (1923 – 2016)
Morreu o cineasta Arthur Hiller, que em sua longa carreira foi capaz de levar o público às lágrimas, com “Love Story – Uma História de Amor” (1970), e ao riso farto, com muitas e muitas comédias. Ele também presidiu a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nos anos 1990, e veio a falecer nesta quarta-feira (17/8) de causas naturais aos 92 anos de idade. Nascido em 22 de novembro de 1923, em Edmonton, no Canadá, Hiller começou sua carreira de diretor com “Se a Mocidade Soubesse” (1957), um drama romântico moralista, sobre jovens de diferentes classes sociais que querem se casar após o primeiro encontro, estrelado pelo então adolescente Dean Stockwell. E, durante seus primeiros anos na profissão, alternou sua produção cinematográfica com a direção de múltiplos episódios de séries clássicas, como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Os Detetives”, “Cidade Nua”, “Rota 66”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke”, “Perry Mason” e “A Família Addams”. A situação só foi mudar a partir do sucesso de suas primeiras comédias românticas, “Simpático, Rico e Feliz” (1963) e “Não Podes Comprar Meu Amor” (1964), ambas estreladas por James Garner. Após repetir as boas bilheterias com “A Deliciosa Viuvinha” (1965), com Warren Beatty, e “Os Prazeres de Penélope” (1966), com Natalie Wood, ele passou a se dedicar exclusivamente ao cinema. Hiller se especializou em comédias sobre casais atrapalhados, atingindo o auge com “Forasteiros em Nova York” (1970), escrito por Neil Simon, em que a mudança de Jack Lemmon e Sandy Dennis para Nova York dá hilariamente errada, mas também soube demonstrar desenvoltura em outros gêneros, enchendo de ação o clássico de guerra “Tobruk” (1967), com Rock Hudson e George Peppard, e, claro, fazendo chover lágrimas com “Love Story” (1970). “Love Story” foi um fenômeno digno de “Titanic” (1997), com filas, cinemas lotados e muito choro. A história do casal apaixonado, vivido por Ali MacGraw e Ryan O’Neal, é considerada uma das mais românticas do cinema (entrou no Top 10 do American Film Institute), mas também uma das mais trágicas. Opostos em tudo, O’Neal vivia Oliver, um estudante atlético e rico de Direito, enquanto MacGraw era Jenny, uma estudante de Música pobre. Os dois se conhecem na faculdade e conseguem ver, além das diferenças óbvias, tudo o que tinham em comum para compartilhar. Mas o casamento não é bem visto pela família rica do noivo, que corta Oliver de sua herança, deixando o casal desamparado quando ele descobre que Jenny tem uma doença terminal – leuquemia. A popularidade do filme também rendeu reconhecimento a Hiller, que foi indicado ao Oscar de Melhor Direção. Mas ele não quis se envolver com o projeto da continuação, “A História de Oliver” (1978). Em vez disso, preferiu rir das histórias de doença em sua obra seguinte, “Hospital” (1971), que lhe rendeu o Prêmio Especial do Juri no Festival de Berlim. A comédia acabou vencendo o Oscar de Melhor Roteiro, escrito por Paddy Chayefsky, considerado um dos melhores roteiristas de Hollywood, com quem o diretor já tinha trabalhado no começo da carreira, em “Não Podes Comprar Meu Amor”. A melhor fase de sua carreira também contou com “Hotel das Ilusões” (1971), seu segundo longa escrito pelo dramaturgo Neil Simon, “O Homem de la Mancha” (1972), versão musical de “Dom Quixote”, com Peter O’Toole e Sofia Loren, e o polêmico drama “Um Homem na Caixa de Vidro” (1975), sobre um nazista procurado que se disfarça de judeu rico em Nova York – que rendeu indicação ao Oscar de Melhor Ator para o austríaco Maximilian Schell. Mas apesar dos desvios, comédias continuaram a ser seu gênero preferido. Ele chegou, por sinal, a lançar uma das mais bem-sucedidas duplas cômicas de Hollywood, juntando Gene Wilder e Richard Pryor em “O Expresso de Chicago” (1976). O cineasta voltou a dirigir a dupla em outro grande sucesso, a comédia “Cegos, Surdos e Loucos” (1989), e perfilou um verdadeiro “quem é quem” do humor em filmes como “Um Casamento de Alto Risco” (1979), com Peter Falk e Alan Arkin, “Uma Comédia Romântica” (1983), com Dudley Moore, “Rapaz Solitário” (1984), com Steve Martin, “Que Sorte Danada…” (1987), com Bette Midler, e “Milionário num Instante” (1990), com Jim Belushi. Hiller, que também dirigiu cinebiografias (“Frenesi de Glória”, em 1976, e “Ânsia de Viver”, em 1992) e até um filme de horror (“Terrores da Noite”, em 1979), deixou muitas marcas no cinema, inclusive em produções nem tão famosas. Exemplo disso é “Fazendo Amor” (1982), um dos primeiros filmes a mostrar de forma positiva um gay que sai do armário e termina seu casamento para procurar encontrar o amor com outros homens. Após dominar as bilheterias das décadas de 1970 e 1980, o diretor conheceu seus primeiros fracassos comerciais nos anos 1990. O período coincidiu com seu envolvimento com a organização sindical da indústria. Ele presidiu o Sindicato dos Diretores de 1989 a 1993 e a Academia de 1993 a 1997. E não foram poucos fracassos, a ponto de fazê-lo desistir de filmar. A situação tornou-se até tragicômica por conta de “Hollywood – Muito Além das Câmeras” (1997), longa sobre os bastidores de um filme ruim, que explorava a conhecida prática de Hollywood de creditar ao pseudônimo Alan Smithee qualquer filme renegado por seu diretor. Pois Hiller renegou o trabalho, escrito pelo infame Joe Eszterhas (“Showgirls”), que virou metalinguisticamente a última obra de Alan Smithee no cinema – depois disso, o Sindicato dos Diretores proibiu que a prática fosse mantida. Ele ganhou um prêmio humanitário da Academia em 2002, em reconhecimento a seu trabalho junto à indústria cinematográfica, e a volta à cerimônia do Oscar o animou a interromper sua já evidente aposentadoria para filmar um último longa-metragem, nove anos após seu último fracasso. Estrelado pelo roqueiro Jon Bon Jovi, “Pucked” (2006), infelizmente, não pôde ser creditado a Alan Smithee. Hiller teve uma vida longa e discreta, estrelando sua própria love story por 68 anos com a mesma mulher, Gwen Hiller, com quem teve dois filhos. Ela faleceu em junho. Ele morreu dois meses depois.
Crepúsculo: Kristen Stewart diz que namoro com Robert Pattinson lhe dava nojo
O namoro entre Robert Pattison e Kristen Stewart envolveu e emocionou os fãs da “Saga Crepúsculo”, antes de terminar com um flagra da traição da atriz com o diretor Rupert Sanders, durante a produção de “Branca de Neve e o Caçador” (2012). Isso rendeu pedidos desesperados de desculpas e juras de amor públicas, levando a um reatamento que sempre soou forçado, na véspera da promoção do último filme da franquia vampiresca. Tanto que agora, quando recorda do romance de bastidores da fantasia adolescente, Kristen torce o nariz de nojo. “As pessoas queriam tanto que eu e Rob ficássemos juntos que nosso relacionamento se transformou em um produto. Não era mais vida real, e isso me dava nojo”, ela disse, em uma entrevista para a próxima edição da revista T, suplemento do jornal The New York Times. O casal “Robsten”, como foi apelidado pela mídia, durou praticamente por todo o período em que a saga esteve no cinema, funcionando como uma das mais poderosas armas de marketing da produção. Por isso, a forma como o namoro acabou, junto com o fim da franquia, resultou numa experiência traumática, deixando os fãs revoltados. Hoje, Kristen está numa vibe completamente diferente, fazendo só filmes indies ou franceses, e namorando uma mulher, sua ex-assistente Alice Cargile. “Eu não quero esconder o que eu sou ou o que estou fazendo da minha vida”, acrescentou ela. “Eu só não quero ser parte de uma história para o entretenimento.” A atriz diz que só tem sido mais aberta em relação a seus relacionamentos pelo fato de namorar uma mulher. “Eu nunca falaria sobre os meus relacionamentos antes, mas como passei a namorar garotas, isso virou a oportunidade de representar algo realmente positivo”, disse ela. “Eu ainda quero proteger minha vida pessoal, mas não quero ser vista como se estivesse escondendo o romance”, completou, afirmando ainda que não rotula sua orientação sexual. Desde o final de seu relacionamento com Kristen Stewart, Robert Pattinson se envolveu mais seriamente com a cantora FKA Twigs, de quem chegou a ficar noivo. No entanto, eles se separaram no ano passado.











