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    Cara Delevingne se declara “lésbica com muito orgulho”

    29 de maio de 2026 /

    Atriz e modelo revelou que precisou superar a homofobia internalizada antes de assumir publicamente a sua sexualidade

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  • Filme

    Novo desenho de “Scooby-Doo” confirma que Velma é lésbica

    4 de outubro de 2022 /

    A animação mais recente do “Scooby-Doo” vai tirar do armário um dos segredos pior guardados da infância de gerações. Em “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” (Trick or Treat Scooby-Doo!), Velma Dinkley vai demonstrar ser lésbica. Numa cena da produção que viralizou no Twitter, Velma fica de olhos arregalados e sem palavras ao se encontrar com a estilista Coco Diablo pela primeira vez. O crush confirma o que os fãs de “Scooby-Doo” já sabiam – ou suspeitavam – há muito tempo. Tanto o cineasta James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), que escreveu os primeiros filmes live action de “Scooby-Doo”, quanto Tony Cervone, produtor das mais recentes animações dos personagens, já tinham confirmado a sexualidade de Velma, mas nunca conseguiram torná-la oficial. Em 2020, Gunn revelou no seu Twitter que “tentou” transformar Velma em lésbica nos filmes, mas não conseguiu. “Em 2001, Velma era explicitamente gay no meu roteiro inicial”, escreveu ele. “Mas o estúdio continuou diluindo e diluindo, tornando ambíguo (na versão filmada), depois nada (na versão lançada) e culminando com ela tendo um namorado (na sequência).” Durante o Mês do Orgulho LGBTQIAP+ de 2020, Cervone fez uma postagem no seu Instagram relatando uma dificuldade semelhante. “Eu já disse isso antes, mas Velma em ‘Mystery Incorporated’ não é bi. Ela é gay”, disse ele. “Nós sempre planejamos que Velma agisse um pouco desconfortável quando ela estava namorando Salsicha porque esse relacionamento era errado para ela e ela tinha uma dificuldade tácita com o porquê. Há dicas sobre o porquê naquele episódio com a sereia, e se você seguir todo o arco de Marcie, fica tão claro quanto poderíamos fazer 10 anos atrás. Eu não acho que Marcie e Velma tiveram tempo de agir de acordo com seus sentimentos durante a cronologia original, mas após o reset, elas seriam um casal. Vocês podem não gostar, mas essa era a nossa intenção.” “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, mas será lançado em 16 de outubro na HBO Max dos EUA. Assista abaixo as cenas que indicam de forma clara a sexualidade de Velma. Velma first meets Coco Diablo in “Trick or Treat Scooby-Doo”#Scoobydoohistory pic.twitter.com/TnWGS0B5GK — Scooby-Doo History (@scoobyhistory) October 4, 2022 this my fave scene of her !! pic.twitter.com/V07OfY1nsS — Pia 🍃 (@soleildiddle) October 4, 2022

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  • Filme

    Estrela de “Moana” vira crush de adolescente lésbica em trailer divertido

    7 de abril de 2022 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Crush”, que avança num terreno dominado pela Netflix: as comédias românticas adolescentes. Mas com um grande diferencial: é uma comédia romântica adolescente lésbica. A guerra dos streamings já gerou algumas rom-coms com adolescentes gays, mas a oferta lésbica ainda é muito limitada. “Crush” aumenta o arco-íris LGBTQIAP+ com uma história moderna sobre uma estudante de high school em busca do primeiro amor, que se vê envolvida num triângulo amoroso acidental. Na trama, a jovem e assumida Page decide ir contra todas suas inclinações artísticas para entrar no time de atletismo da escola, apenas para se aproximar da menina por quem sempre foi apaixonada. Só que lá fica mais próxima da irmã de seu crush, e percebe que seu coração começa a balançar. Os papeis principais são vividos por Rowan Blanchard (da série “Expresso do Amanhã”), Auli’i Cravalho (ninguém menos que a “Moana”) e Isabella Ferreira (da série rom-com gay “Love, Victor”). Além disso, Megan Mullally (da pioneira sitcom gay “Will & Grace”) interpreta a mãe da protagonista (Blanchard) e Tyler Alvarez (“Eu Nunca…”) seu melhor amigo. Primeiro longa da diretora Sammi Cohen (da série “CollegeHumor Originals”), “Crush” estreia em 29 de abril nos EUA e deve chegar no Brasil pela plataforma Star+.

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  • Série

    Reboot de “Charmed” repete série original com saída de protagonista

    20 de julho de 2021 /

    O reboot de “Charmed”, que no Brasil é chamado de “Charmed: Nova Geração”, vai repetir a série original em um detalhe inesperado. Uma das três protagonistas vai deixar a atração. Exatamente como aconteceu com a personagem de Shannen Doherty em 2001, quem está saindo também é a intérprete da irmã mais velha, Madeleine Mantock (a Macy da série). Outra coincidência: ambas saíram ao final da 3ª temporada, com uma diferença de exatos 20 anos entre uma e outra situação. Na época de sua saída, Doherty acabou ganhando a fama de ser uma “atriz difícil”. Mas anos depois vieram à tona denúncias de ambiente tóxico e assédio nos bastidores da série produzida por Brad Kern – que foi demitido em 2018 de “NCIS: New Orleans” após três investigações de mal comportamento. E Doherty era um dos alvos. As histórias de bastidores sobre o que Kern fazia na época de “Charmed” são de arrepiar, desde comentários explícitos na reunião dos roteiristas sobre um ensaio fotográfico de Doherty na Playboy, sugestões para as roteiristas escreverem seus textos peladas, até a forma como se referia ao elenco da atração como “cadelas” e fazia pedidos para ser alertado quando “atrizes quentes” fossem fazer testes para participar de algum episódio. A razão que levou Mantock a deixar o elenco não foi revelada, mas a atriz deu a entender, em uma declaração oficial, que sua saída é amigável. “Interpretar Macy por três temporadas foi um imenso privilégio. […] Me sinto grata à emissora e ao estúdio por apoiarem a minha decisão de deixar a série. Obrigada aos nossos fãs, que podem esperar o que eu sei que será uma 4ª temporada brilhante”, ela comentou. No reboot, a personagem de Mantock, Macy, era o “cérebro” do trio de irmãs bruxas, com PhD em genética molecular, além de possuir o poder de telecinese (mover objetos com a mente). As outras duas protagonistas da série, Melonie Diaz (Mel) e Sarah Jeffery (Maggie), seguirão no elenco na 4ª temporada, ao lado de coadjuvantes como Rupert Evans, Poppy Drayton e Jordan Donica. Resta saber se os produtores também vão repetir a série original na introdução de uma quarta irmã desconhecida durante o 4º ano da produção. Há 20 anos, esta irmã foi vivida por Rose McGowan. A despedida de Mantock de “Charmed” vai ao ar na sexta (23/7) nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay.

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  • Série

    Com audiência em queda, Charmed troca showrunner

    27 de março de 2019 /

    A rede The CW anunciou uma mudança criativa na série “Charmed”. Carter Covington (criador de “Faking It”) deixou o cargo de showrunner e será substituído pelo casal de roteiristas Elizabeth Kruger e Craig Shapiro na 2ª temporada. Kruger e Shapiro foram responsáveis pela criação das séries “Salvation” e “Necessary Roughness”. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a emissora espera que com a troca de produtores executivos a série “se apoie mais em seus enredos sobrenaturais e menos na dinâmica familiar”, que era o forte de Covington. A verdade é que, apesar de renovada, “Charmed” não está tendo um bom desempenho, atingindo sua pior audiência no último domingo (24/3), quando foi assistida por 589 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. Isto representa metade do público que sintoniza a outra série nova de bruxas do canal, “Legacy”. E aponta que o CW fez a escolha errada ao deixar “O Mundo Sombrio de Sabrina” ir para a Netflix, com a justificativa de não querer três lançamentos de bruxas no mesmo ano. Preferiu “Charmed”, que não atingiu o mesmo sucesso de “Sabrina” em streaming. “Charmed” é um reboot latino da série homônima de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), sobre três (quatro, a partir do 4º ano) irmãs bruxas, que durou oito temporadas até 2006. As três garotas superpoderosas do reboot são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”.

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  • Filme

    Kristen Stewart negocia estrelar sua primeira comédia romântica lésbica

    29 de novembro de 2018 /

    A atriz Kristen Stewart está negociando estrelar sua primeira comédia romântica lésbica, “Happiest Season”. A história é bem convencional. A protagonista (Stewart) planeja propor casamento a sua namorada durante as festividades de fim de ano, mas descobre que ela ainda não contou para sua família que é homossexual. Soa como uma versão lésbica de “Adivinhe Quem vem para Jantar” (1967). O filme será o segundo longa dirigido pela atriz Clea DuVall, que é abertamente lésbica, e foi escrito em parceria com outra atriz, Mary Holland. As duas atuam juntas na série “Veep”. A produção é da Temple Hill Entertainment em parceria com a TriStar, do conglomerado Sony. A Temple Hill fez sucesso este ano justamente com uma comédia romântica gay, “Com Amor, Simon”. Kristen Stewart, que está filmando a nova versão de “As Panteras”, definiu-se recentemente como bissexual, mas seus relacionamentos mais recentes foram todos com mulheres. No cinema, porém, a maioria de seus papéis são de heroínas heterossexuais, de Bella Swan em “Crepúsculo” a Branca de Neve em “Branca de Neve e o Caçador”. Mas ela experimentou a sexualidade de Joan Jett numa cena de “The Runaways” e seu filme mais recente é o suspense lésbico “Lizzie”, que estreia no Brasil em março.

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  • Série

    Remake de Charmed ganha diversas imagens e novo trailer

    20 de setembro de 2018 /

    A rede The CW divulgou retratos de personagens, fotos do piloto, o pôster e um novo trailer do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Na nova versão, a morte trágica de sua mãe faz com que duas irmãs muito unidas descubram que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam possuir. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. De todo modo, os vídeos até aqui liberados não são nada feministas, ao apresentar as três amarradas em cadeiras para que um homem tenha seu momento de “mansplaining” na história. Outro fato que chama atenção é que os comerciais até aqui lembram mais a série “Witches of East End”, que durou só duas temporadas no Lifetime, do que o “Charmed” original. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. “Charmed” vai estrear em 14 de outubro nos Estados Unidos, inaugurando um novo horário de conteúdo original na rede americana The CW – que passará a exibir séries também aos domingos.

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  • Filme

    Terror lésbico What Keeps You Alive ganha trailer sangrento

    12 de agosto de 2018 /

    O estúdio indie IFC divulgou o poster e o trailer de “What Keeps You Alive”, terror lésbico que transforma um romance no campo em chacina sangrenta. A trama gira em torno do casal formado por Hannah Emily Anderson e Brittany Allen (ambas de “Jogos Mortais: Jigsaw”), que resolve comemorar seu aniversário de um ano de relacionamento numa cabana em meio a uma paisagem paradisíaca de montanhas, lago e floresta. O cenário é velho conhecido dos fãs do gênero slasher. Mas há uma reviravolta na trama tradicional. Desta vez, não há um assassino mascarado à solta. Quem gosta de usar facas é uma das garotas. E a outra terá que lutar com todas as suas forças para sobreviver ao amor da sua vida. Além de viver a “mocinha” da história, Allen também é coprodutora. Mas apesar do tema, roteiro e direção são assinados por um homem, Colin Minihan, que já ganhou prêmios com seus terrores anteriores, “Fenômenos Paranormais” (2011) e “It Stains the Sands Red” (2107), além de ser conhecido como diretor de clipes de Carly Rae Jepsen, Papa Roach, Mother Mother e outros artistas. O filme teve première em março, durante o Festival SXSW, ocasião em que obteve 88% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 24 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Remake de Charmed ganha novos comerciais

    7 de agosto de 2018 /

    A rede The CW divulgou dois novos comerciais do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Na nova versão, a morte trágica de sua mãe faz com que duas irmãs muito unidas descubram que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam possuir. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. “Charmed” vai estrear em 14 de outubro nos Estados Unidos, inaugurando um novo horário de conteúdo original no canal americano, que passará a exibir séries também aos domingos.

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    Charmed: Irmãs bruxas viram latinas nas imagens e primeiro trailer do remake

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW divulgou as primeiras fotos, banners, uma cena e o trailer do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Após a morte trágica de sua mãe, duas irmãs muito unidas descobrem que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam que possuíam. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, também roteiristas de “Jane the Virgin”. Vale lembrar que, por causa dessa série, a rede CW teria abrido mão de produzir “Chilling Adventures of Sabrina”, reboot de terror de “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, que acabou na Netflix, para não ter duas séries de bruxas na sua programação. “Charmed” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.

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    Remake de Charmed define atriz de Into the Badlands como terceira irmã bruxa

    6 de março de 2018 /

    A atriz britânica Madeleine Mantock, conhecida pela série “Into the Badlands”, foi escalada como a terceira e última irmã bruxa do piloto do remake da série “Charmed”. A escalação confirma a abordagem da série. Assim como as irmãs mais novas, ela é uma intérprete negra de descendência latina. Mantock viverá Macy, a irmã mais velha e líder do clã, num papel correspondente ao de Prue (Shannen Doherty) na série original de 1998. Na nova versão, a personagem será uma geneticista prática e cética, que fica chocada ao saber que o mundo sobrenatural é real. Ela se junta a Melonie Diaz (“Fruitvale Station”), anteriormente confirmada como Mel, um ativista apaixonada que precisa lidar com as consequências de uma terrível tragédia, e Sarah Jeffery (“Descendentes”), intérprete de Madison, a caçula de 18 anos, que acaba de ingressar na faculdade e está apenas tentando se encaixar no mundo. O perfil do trio de protagonistas coincide com o fato de suas criadoras virem da série “Jane the Virgin”, remake de uma telenovela estrelado por atores latinos. A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o piloto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. Outra novidade no elenco é Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), que viverá um professor universitário misterioso, bonito e com conhecimentos ocultos que deve despertar o interesse das irmãs. O personagem tanto pode ser uma nova versão do anjo Leo Wyatt, interpretado por Brian Krause na série original, quanto do demônio Cole Turner, vivido por Julian McMahon. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia era fazer um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pelo projeto rejeitado são as mesmas do piloto atual. Elas sugeriram uma nova abordagem, passada nos dias de hoje, centrada em três irmãs de uma cidade universitária que descobrem que são bruxas. Desta vez, ganharam sinal verde para gravar o piloto. Mas o projeto só vai virar série se os executivos do canal aprovarem o episódio de teste.

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  • Série

    Princesa de Descendentes será uma das bruxas do reboot de Charmed

    25 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Sarah Jeffery, que vive Cristina Santos na série “Shades of Blue” e a Princesa Audrey, filha da Bela Adormecida, na franquia “Descendentes” do Disney Channel, entrou no piloto do reboot de “Charmed”. Ela foi escalada como Madison, a mais jovem das três irmãs bruxas da trama. Madison é descrita como uma jovem de 18 anos, que acaba de ingressar na faculdade e está apenas tentando se encaixar no mundo e entrar em uma boa irmandade. Ela se junta a Melonie Diaz (“Fruitvale Station”), anteriormente confirmada como Mel, um ativista apaixonada que precisa lidar com as consequências de uma terrível tragédia – o problema é que sua triste história acaba fazendo com que ela se afaste das pessoas que mais ama, como sua namorada, a detetive Soo Jin. Ainda falta uma irmã, mas escalação de Sarah Jeffery e Melonie Diaz revela que reboot será uma versão latina da atração original, o que coincide com o fato de suas criadoras virem da série “Jane the Virgin”. A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o piloto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia era fazer um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pelo projeto rejeitado são as mesmas do piloto atual. Elas sugeriram uma nova abordagem, passada nos dias de hoje, centrada em três irmãs de uma cidade universitária que descobrem que são bruxas. Desta vez, ganharam sinal verde para gravar o piloto. Mas o projeto só vai virar série se os executivos do canal aprovarem o episódio de teste.

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    Atriz de Fruitvale Station será uma das irmãs bruxas do reboot de Charmed

    21 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) foi escalada como uma das três irmãs bruxas no piloto do reboot de “Charmed”. Ela é a primeira protagonista definida na produção, a cargo da equipe de “Jane the Virgin”. Assim como “Magnum”, o projeto está sendo desenvolvimento para ser mais diversificado que a série original, centrada em três irmãs – posteriormente, quatro – irmãs brancas. Ainda não está claro se todas as irmãs serão latinas, mas a escalação de Melonie Diaz modifica a expectativa etária da produção, que supostamente acompanharia três universitárias. A atriz, que estreou no cinema em 2001, completa 34 anos em abril. Nova-iorquina descendente de porto-riquenhos, ela chamou atenção em filmes como “Rebobine, Por Favor” (2008), de Michel Gondry, e “Fruitvale Station: A Última Parada” (2013), primeiro longa do diretor Ryan Coogler (de “Pantera Negra”). Recentemente, ela estrelou a série “The Breaks”, sobre o início do hip-hop, e o terror “O Experimento Belko” (2016), escrito por James Gunn (diretor de “Guardiões da Galáxia”). A atriz também estará no próximo filme da franquia “Purge” (“Uma Noite de Crime”), previsto para julho. Curiosamente, sua personagem se chamará Mel, uma ativista apaixonada e sem papas na língua, que perde o rumo durante uma tragédia na família. Além da etnia, outra diferença em relação à série original, é que sua personagem é lésbica, conforme havia sido ventilado. Além dela, a atração contratou Ser’Darius Blain (a versão jovem do personagem de Kevin Hart em “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) para viver o namorado de Macy, outra das três irmãs com nomes iniciados pela letra M. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia era fazer um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pelo projeto rejeitado sugeriram uma nova abordagem e, desta vez, ganharam sinal verde para gravar o piloto. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”.

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