Netflix cancela Gypsy na 1ª temporada
A Netflix cancelou a série “Gypsy“, estrelada por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), 40 dias após a disponibilização dos 10 episódios de sua 1ª e única temporada. Na trama, a atriz vivia uma psicóloga manipuladora, que utilizava sessões de terapia para se envolver sexualmente com seus pacientes, escanteando a ética para sua própria satisfação. O clima de sedução – com muitas cenas de lesbianismo – contava com a direção de uma especialista. A cineasta Sam Taylor-Johnson (de “Cinquenta Tons de Cinza”) assinou os dois primeiros episódios. Apesar da premissa provocante, “Gypsy” acabou não agradando à crítica, obtendo apenas 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Numa época em que não faltam ofertas de séries, é possível supor que o público seguiu a orientação da imprensa e não embarcou em maratonas da série. Mas a Netflix não divulga a audiência de suas produções. Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, a série também incluía em seu elenco Billy Crudup (“Spotlight”), Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). “Gypsy” é a segunda série da Netflix a ser cancelada na 1ª temporada em 2017. O mesmo aconteceu com “Girlboss”, estrelada por Britt Robertson (“Tomorrowland”).
Charlize Theron soca, chuta e atira em novos vídeos de Atômica
A Universal divulgou dois novos vídeos do filme “Atômica” (Atomic Blonde), em que Charlize Theron soca, chuta e atira, ao som de hits dos anos 1980. Como aponta a trilha sonora, Charlize vive a “loira atômica” do título original durante a época da Guerra Fria. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco ainda inclui James McAvoy (“Fragmentado”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart. O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme tem estreia em 28 julho nos EUA e uma semana depois, em 3 de agosto, no Brasil.
Charlize Theron arrebenta no novo trailer legendado de Atômica
A Universal divulgou novos pôster e trailer legendado do filme “Atômica” (Atomic Blonde), em que Charlize Theron arrebenta, soca, chuta e atira sem parar. A ultraviolência das cenas é tão impressionante quanto exasperante. Como aponta a trilha sonora do Eurythmics, Charlize vive a “loira atômica” do título original durante a época da Guerra Fria. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco ainda inclui James McAvoy (“Fragmentado”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart. O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme tem estreia em 28 julho nos EUA e uma semana depois, em 3 de agosto, no Brasil.
Charlize Theron mostra porque é Atômica, em cena violenta ao som de George Michael
A Universal divulgou uma cena violenta do filme “Atômica” (Atomic Blonde), que mostra Charlize Theron batendo em meia dúzia de marmanjos em trajes militares, contando apenas com uma corda, panelas e uma fita cassette de “Father Figure”, de George Michael. Como aponta a trilha sonora, Charlize vive a “loira atômica” do título durante a época da Guerra Fria. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco ainda inclui James McAvoy (“Fragmentado”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart. O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme tem estreia em 28 julho nos EUA e uma semana depois, em 3 de agosto, no Brasil.
Charlize Theron é matadora no novo trailer legendado de Atômica
A Universal divulgou o segundo trailer legendado de “Atômica” (Atomic Blonde), que mostra uma Charlize Theron matadora. A prévia é uma coleção frenética de tiros e pancadaria ultraviolenta, mostrando porque a atriz quebrou dentes durante as filmagens. Charlize vive a personagem do título, uma “loira atômica”, que entra no corpo-a-corpo para valer, como revelam os hematomas em seu rosto e a pegação com Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), que é bem mais intensa no trailer anterior. A trama se passa na época da Guerra Fria, como aponta também a trilha sonora, com clássicos do New Order e do Eurythmics, e acompanha Lorraine Broughton, uma espiã britânica enviada para Berlim numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco ainda inclui James McAvoy (“Fragmentado”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart. O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme tem estreia em 28 julho nos EUA e uma semana depois, em 3 de agosto, no Brasil.
Charlize Theron treinou com Keanu Reeves, vomitou todos os dias e quebrou dois dentes para estrelar Atômica
A atriz Charlize Theron revelou detalhes de seu treinamento intenso e as exigências físicas de seu papel em “Atômica” (Atomic Blonde), thriller de ação passado nos anos 1980, ao final da Guerra Fria, que estreia em agosto. Na trama, a atriz vive a assassina implacável Lorraine Broughton, uma espiã inglesa enviada a Berlim para recuperar uma lista de agentes duplos, e carrega a maior parte da ação, em múltiplas cenas de luta que tiveram que ser cuidadosamente coreografadas. Durante sua participação no Festival SXSW, onde o filme dividiu a crítica, ela revelou que contou com “oito treinadores incríveis que basicamente me fizeram vomitar todos os dias, e por isto sou muito grata a eles.” Os efeitos colaterais do treinamento intenso de Theron não pararam por aí. “Eu realmente quebrei dois dentes na parte de trás da minha boca durante uma luta e precisei passar por cirurgia antes de começar a filmar”, disse ela. Sua cara de dor no filme não se deve, portanto, apenas à maquiagem de hematomas prostéticos. “Atômica” tem direção de David Leitch, que teve uma longa carreira como dublê antes de estourar no filme “De Volta ao Jogo” (John Wick, 2014). Graças ao fato de “Atômica” compartilhar a mesma equipe daquele filme, Charlize revelou que acabou treinando com Keanu Reeves, que também se preparava para a continuação “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”. “Nós acabamos treinando um com o outro e fazendo exercícios comuns. Foi tudo muito macho”. Curiosamente, Charlize e Keanu já foram casal no cinema, no terror “O Advogado do Diabo”, lançado há 20 anos, e no romance “Doce Novembro” (2001). “Atômica” estreia em 3 de agosto, no Brasil, uma semana após o lançamento comercial nos EUA. Aproveite e confira o primeiro trailer legendado.
Charlize Theron arrasa no trailer legendado, violento e sexy do thriller de ação Atômica
A Universal divulgou o primeiro trailer legendado de “Atômica” (Atomic Blonde), que mostra uma Charlize Theron arrasadora. A prévia recebeu classificação etária para maiores nos EUA, mas chega aqui sem maiores avisos, desfilando pancadaria ultraviolenta e cenas tão sensuais que matariam 007 do coração – ou de inveja. Charlize vive a personagem do título, uma “loira atômica”, que a tradução nacional preferiu deixar menos faustofawcettiana. Quando ela entra no corpo-a-corpo, é para valer, como revelam os hematomas em seu rosto e a pegação com Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), bastante sexy e forte (para o gênero). A trama se passa na época da Guerra Fria, como aponta também a trilha sonora, com clássicos do New Order e do Queen, e acompanha Lorraine Broughton, uma espiã britânica enviada para Berlim numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco ainda inclui James McAvoy (“Fragmentado”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart. O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme tem première neste domingo (12/3) no Festival SXSW, mas a estreia comercial está marcada apenas para 28 julho nos EUA e uma semana depois, em 3 de agosto, no Brasil.
A Jovem Rainha revisita história de uma monarca muito à frente de seu tempo
Mesmo que a emancipação feminina tenha se efetivado de fato no século 20, há um passado histórico de lutas, em que mulheres pioneiras se liberaram de uma série de amarras, ainda que restritas por convenções. E este é o ponto mais fascinante de “A Jovem Rainha”, realização falada em inglês do finlandês Mika Kaurismäki (“O Ciúme Mora ao Lado”). Com cunho claramente feminista, a história de Cristina da Suécia (1626-1689) recebe uma revisão moderna, sem necessariamente dissipar a importância de episódios fundamentais de sua biografia, com um contorno mais atrevido em seu comportamento e até mesmo em sua inclinação sexual, suprimidos em outras versões. Bela ao ponto de não permitir que nossos olhos se distraiam com qualquer outra coisa, a sueca Malin Buska (“Dinheiro Fácil – Vida de Luxo”) interpreta a jovem rainha do título com fervor. Após uma introdução que trata de mostrá-la desamparada na infância, tendo ascendido ao trono com apenas seis anos, ela se perde os livros de seu imenso acervo e amadurece como uma intelectual, inebriada especialmente pela obra de René Descartes, pai do racionalismo e seu mentor. Mais inteligente de todos os monarcas de sua época, Cristina decide se opor à Guerra dos Trinta Anos, arquitetada na Europa do século 17 a partir do conflito entre católicos e protestantes, e isso lhe custa caro. Porém, muito mais que as ações da Cristina pública, Kaurismäki, que conta aqui com o roteiro assinado pelo canadense Michel Marc Bouchard (de “Tom na Fazenda”, de Xavier Dolan), também quer desvendar a Cristina privada. E para isso utiliza sua relação conflituosa com o chanceler Axel Oxenstierna (Michael Nyqvist, de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, ótimo), que também exerce uma função paternal, e a condessa Ebba Sparre (Sarah Gadon, de “Drácula – A História Não Contada”), o grande amor de sua vida. Mesmo a fotografia do francês Guy Dufaux (“As Invasões Bárbaras”) desempenha um fascínio ao iluminar em excesso um período de trevas, dando tonalidades contemporâneas a uma monarca muito à frente de seu tempo.
Trailer de A Jovem Rainha apresenta a rainha lésbica que desafiou os costumes do século 17
A Mares Filmes divulgou o trailer de “A Jovem Rainha”, cinebiografia da rainha Cristina, da Suécia. A prévia oferece uma bela recriação do século 17, intrigas políticas, lesbianismo e guerra, para contar a história da polêmica rainha que era a mulher mais letrada de sua época, grande benfeitora das artes e que preferiu abdicar ao trono a se casar. A trama é uma adaptação do canadense Michel Marc Bouchard (“Tom na Fazenda”) de sua própria peça, com direção do finlandês Mika Kaurismäki (“O Ciúme Mora ao Lado” e irmão de Aki Kaurismäki) e destaca a bela sueca Malin Buska (“Dinheiro Fácil – Vida de Luxo”) como o “rei menina”, como define o título internacional, apaixonada pela canadense Sarah Gadon (“Drácula, a História Nunca Contada”). O elenco multinacional também inclui Michael Nyqvist (“De Volta ao Jogo”), Lucas Bryant (série “Haven”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), François Arnaud (série “Blindspot”), Patrick Bauchau (“Tudo vai Ficar Bem”) e Hippolyte Girardot (“Os Sabores do Palácio”). A produção dividiu a crítica, mas foi premiada nos festivais de Montreal e Valladolid. A estreia está marcada para 23 de fevereiro no Brasil.
Eva Green e Gemma Arterton viverão o romance lésbico que inspirou o clássico Orlando de Virginia Woolf
As atrizes Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) e Gemma Arterton (“Gemma Bovery”) vão viver um romance lésbico ardente e histórico nas telas. Elas estrelarão “Vita & Virginia”, da cineasta Chanya Button (“Burn Burn Burn”), baseado no relacionamento entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West nos anos 1920. Eva Green será Virginia Woolf e Gemma Arterton irá viver Vita Sackville-West. As duas eram casadas quando iniciariam o affair que inspiraria cartas apaixonadas e o clássico “Orlando”, de Woolf, sobre um nobre que viveu por muitos séculos, transformando-se em mulher. “’Vita & Virginia’ será uma visceral história de amor, uma exploração vívida da criatividade e uma perspectiva enérgica de uma das mais icônicas escritoras do mundo”, declarou Chanya Button em comunicado. “Freqüentemente associamos mulheres do passado à opressão, ligadas aos deveres do casamento, da propriedade e da vida doméstica. Mas o que ‘Vita & Virgínia’ oferece é um exemplo de relacionamento onde mulheres ousadas e brilhantes dobraram estas instituições a sua vontade, ainda que a um grande custo pessoal”, completou a cineasta. Button, que estreou em 2015 com “Burn Burn Burn”, indicado ao BIFA, principal prêmio do cinema indie britânico, também assina o roteiro em parceria com a veterana atriz Eileen Atkins (“Magia ao Luar”), em cuja peça o filme será baseado.
Kristen Stewart quebra o Twitter ao se assumir gay em participação histórica no Saturday Night Live
A atriz Kristen Stewart chutou o pau da barraca, numa participação histórica no programa humorístico “Saturday Night Live”, exibido ao vivo na noite de sábado (4/2) nos EUA. A estreia da atriz no programa movimentou as redes sociais durante toda a noite, tornando-se um dos assuntos mais comentados no Twitter. Para começar, ela aproveitou para responder alguns tuítes antigos do presidente Donald Trump, que foram especialmente cruéis durante sua separação traumática de Robert Pattinson em 2012, após ser flagrada num caso com o diretor Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). “Estou um pouco nervosa de estar aqui, porque o presidente provavelmente está assistindo. E eu acho que ele não gosta muito de mim…”, comentou, emendando: “Há quatro anos, eu estava namorando esse cara chamado Rob, digo, Robert, e a gente terminou, mas depois voltamos. Por alguma razão, isso deixou Donald Trump insano”. Na época, Trump tuitou 11 vezes sobre a atriz. Um dos posts dizia: “Todo mundo sabe que eu estou certo quando digo que Robert Pattinson deveria largar a Kristen Stewart. Em alguns anos, ele vai me agradecer. Seja esperto, Robert”. Outro acrescentava: “Robert Pattinson não deveria voltar com Kristen Stewart. Ela o traiu e o fez de gato e sapato. É só olhar. Ele pode ter algo muito melhor!”. Ela lembrou alguns destes tuítes, como uma verdadeira obsessão de Trump, e insinuou que, na verdade, o atual presidente americano parecia apaixonado por “Rob”, a ponto de tê-lo convidado para assistir ao concurso de Miss Universo na sua companhia. “Para ser honesta, eu não acho que Donald Trump me odeia. Só estava apaixonado pelo meu antigo namorado”, acrescentou. Foi a deixa para ela assumir com todas as (três) letras, pela primeira vez — e em rede nacional — sua orientação sexual. “O presidente não é um grande fã meu, mas isso é ok. Mas, Donald, se você já não gostava de mim, então você realmente vai passar a me detestar, porque, além de fazer esta apresentação no ‘Saturday Night Live’, eu, tipo, sou sou gay, cara”, disse. Para completar, ao final da esquete, ela ainda soltou um palavrão ao vivo, bastante espontâneo, quando já estavam em cena atrizes do programa que ficaram de boca aberta. “Nunca mais vão me convidar para o programa”, ela percebeu, fazendo o público vibrar ainda mais. Mas não ficou nisso. Numa das esquetes da produção, ela ainda teve cenas quentes com a atriz Vanessa Bayer, num beijão de estourar audiência.
Katrina Law quer voltar a viver Nyssa al Ghul nas séries da DC Comics
Apesar de integrar o elenco da nova série “Training Day”, a atriz Katrina Law não quer romper com o universo DC e faz campanha para a volta de sua personagem, Nyssa al Ghul. Em entrevista ao site ComicBook, ela disse que quer voltar para reencontrar Sara Lance, a personagem de Caity Lotz, por quem Nyssa era apaixonada. Com a morte e a ressurreição de Sara, também conhecida como Canário Branco, o relacionamento das duas foi interrompido. “Eu acho que uma aparição em ‘Legends of Tomorrow’ seria obrigatório! Isso é o que eu estou pensando, porque precisamos de mais Sara e Nyssa. Precisamos da história de Nyssara, de como elas se conheceram em Liam Yu e como Nyssa treinou Sara e basicamente como ela a encontrou nas ruas. Eu quero ver isso”, ela disse. Se dependesse dos fãs, o desejo seria prontamente atendido, tamanha a popularidade da heroína/vilã. Recentemente, a irmã mais velha da personagem foi introduzida em “Arrow”, Talia al Ghul, vivida por Lexa Doig (série “Continuum”), mantendo sua família na trama. No momento, porém, Katrina Law está comprometida com a série “Training Day”, que estreou na quinta (2/2) na rede CBS, e por isso sua personagem não vai aparecer tão cedo em “Arrow” ou “Legends”. Mas nada é impossível, já que nem a crítica (21% no Rotten Tomatoes) nem o público vibraram com a versão televisiva do filme “Dia de Treinamento”, vista ao vivo em sua estreia por 4,7 milhões de telespectadores, audiência que costuma sinalizar cancelamento na CBS.
A Criada reúne surpresas, reviravoltas e tensão sexual num filme arrebatador
Cineasta com uma assinatura visual já consolidada e reconhecida, Park Chan-wook é também um mestre na arte de manipular o público, direcionando-o por vezes a territórios que os despistam quanto a grande história que está se costurando. Se em sua estreia em inglês, “Segredos de Sangue” (2013), as influências hitchcockianas renderam um belo e perturbador registro sobre o surgimento da psicopatia, com “A Criada” Chan-wook regressa à Coreia do Sul levando de sua estadia ocidental um romance da britânica Sarah Waters para fazer o seu “Azul é a Cor Mais Quente” (2013). Claro que a associação com o filme de Abdellatif Kechiche, que também disputou a Palma de Ouro em Cannes, ressoa somente na voltagem erótica. Já levado para a tevê em formato de minissérie com Elaine Cassidy, Sally Hawkins e Imelda Staunton no elenco, o texto original de “Fingersmith” é revirado por Chan-wook, cercando de perversão a premissa falsamente folhetinesca de uma jovem, Sook-hee (a promissora estreante Kim Tae-ri), persuadida pelo Conde Fujiwara (Ha Jung-woo, de “O Caçador”) a ser a criada de Lady Hideko (Kim Min-hee, de “Certo Agora, Errado Antes”), com quem pretende se casar e herdar toda a sua fortuna. Ao preparar o terreno para Fujiwara agir, Sook-hee se vê simpatizando com Lady Hideko, principalmente ao investigar o poder que o tio Kouzuki (Cho Jin-woong, de “Um Dia Difícil”) exerce sobre a sua vida. Mesmo de origens distintas e exercendo papéis sociais opostos, uma atração mútua se manifesta a partir de pequenas ações físicas que desencadeiam o desejo sexual de ambas. Como o tenso auxílio que Sook-hee presta ao readequar um dente de Lady Hideko que a incomoda enquanto chupa um pirulito – mais sugestivo, impossível! Como bem provou em sua trilogia da Vingança (“Mr. Vingança”, “Oldboy” e “Lady Vingança”), Park Chan-wook se diverte trabalhando com aparências, fazendo que o espectador descarte todo um raciocínio construído após uma boa demanda de tempo. Não é diferente em “A Criada”, tirando da manga uma surpresa narrativa, na metade da projeção, que fará tudo recomeçar praticamente do zero. Ou melhor: ofertará o privilégio de perseguir um novo ponto de vista, que dará um sentido muito mais amplo para todo o contexto. De todos os cineastas contemporâneos atraídos por narrativas não lineares, o sul-coreano é o que melhor as domina, usando o flashback não como uma ferramenta para mastigar os dados que devem preencher as lacunas sobre os históricos de personagens, mas para mostrar como o passado destes é essencial para redimensioná-los. Isso se aplica principalmente à Lady Hideko, ocultando um meio de vida tão doentio que o melhor a fazer é deixar o espaço para a imaginação. Acima de todo esse jogo entre criaturas dissimuladas, é incrível como “A Criada” ainda assim consegue ser tão verdadeiro no amor atípico que encena. Encontrar o fator humano em um freak show é um desafio, porque nenhuma violência é mais intensa e explícita do que o choque entre dois corpos que se desejam. Sem ninguém esperar, Park Chan-wook entrega o romance mais arrebatador dos últimos tempos.










