DiCaprio, Katy Perry, Joaquin Phoenix e outros artistas pedem para Biden isolar Bolsonaro
Artistas americanos e brasileiros assinaram uma carta nesta terça-feira (20/4), pedindo para que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, isole e não faça qualquer acordo ambiental com Jair Bolsonaro. Os dois devem se encontrar na Cúpula do Clima, que tem início na quinta-feira (22/4). A iniciativa acontece após a circulação de um vídeo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), compartilhado por artistas, que avisa para Biden não confiar nas mentiras de Bolsonaro. Na semana passada, Bolsonaro escreveu ao presidente americano uma carta com várias promessas vazias, incluindo, por exemplo, o que já estava prometido desde Dilma Rousseff na assinatura do Acordo de Paris sobre o clima: acabar com desmatamento até 2030. Entre os artistas que assinaram a carta contra o acordo com Bolsonaro estão Leonardo DiCaprio, Katy Perry, Gilberto Gil, Joaquin Phoenix, Mark Ruffalo, Jane Fonda, Sigourney Weaver, Sonia Braga, Wagner Moura, Caetano Veloso, Fernando Meirelles e Philip Glass. Eles apelam a Biden para ouvir lideranças indígenas e ambientalistas, e dialogar com governos estaduais em vez do presidente, que está sendo investigado na Suíça por genocídio contra indígenas e que incentiva as passadas de boiada de um Ministro do Meio Ambiente acusado no STF (Supremo Tribunal Federal) de defender o desmatamento criminoso. “Nós apelamos ao seu governo para ouvir o pedido deles (indígenas e ambientalistas) e não se comprometer com nenhum acordo com o Brasil a esta altura”, escrevem eles. “Unimo-nos a uma coalizão crescente ao fazer um apelo ao seu governo para rejeitar qualquer acordo com o Brasil até o desmatamento ser reduzido, os direitos humanos serem respeitados e uma participação significativa da sociedade civil ser alcançada”, acrescenta a carta. Em 2020, o desmatamento na parte brasileira da Amazônia atingiu recordes históricos e destruiu uma área com 14 vezes o tamanho da cidade de Nova York, segundo dados do próprio governo brasileiro.
“Os Eleitos” é primeira série cancelada da Disney Plus
A Disney Plus optou por não encomendar uma 2ª temporada da série baseada em “Os Eleitos” (The Right Stuff), livro de Tom Wolfe sobre a história do programa espacial americano. A produção se tornou o primeiro cancelamento de série feito pela plataforma da Disney. O drama de época produzido por Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em… Hollywood”) e estrelado por Patrick J. Adams (“Suits”) e Jake McDorman (“Limitless”) teve origem no canal pago National Geographic antes de ser encampado pela Disney Plus. Mas a história muito conhecida, já transformada em filme em 1983, não teria atraído o público esperado. Primeira série original roteirizada da Nat Geo para Disney Plus e segunda série dramática original da Disney Plus, lançada depois de “The Mandalorian” nos EUA, “Os Eleitos” nunca atingiu o Top 10 das medições de streaming da Nielsen. Para complicar, ainda foi comparada negativamente ao filme vencedor de quatro Oscars, recebendo apenas 55% de aprovação da crítica norte-americana – medíocre – no Rotten Tomatoes por estender demais a história contada em pouco mais de 3 horas no cinema. Como comparação, o filme “Os Eleitos” tem 93% de aprovação. Veja abaixo o trailer da produção.
Atriz de Punky revela lado sombrio da carreira infantil em documentário
A atriz Soleil Moon Frye, que marcou época como a personagem-título de “Punky – A Levada da Breca”, em meados dos anos 1980, assina um documentário que foi lançado na plataforma americana Hulu nesta sexta-feira (12/3). Produzido por seu amigo Leonardo DiCaprio, o filme se chama “Kid 90” e traz a atriz relembrando o lado nada infantil de sua carreira como estrela mirim, regada por excessos com entorpecentes, além de apresentar histórias de bastidores das filmagens com outros atores infantis da época. Dirigido e apresentado por Soleil, “Kid 90” traz imagens dela durante toda a sua juventude, mas se concentra na sua transição para a adolescência, após o fim da série infantil. “Fazíamos coisas que adolescentes fazem, só que acontecia de estarmos em Hollywood”, explicou a atriz em entrevista sobre o projeto para o The New York Times. Sobre o fato de DiCaprio produzir seu filme, ela contou que ambos faziam parte do mesmo grupo de astros infantis. “Havia umas 12 crianças na indústria, então a gente se conhecia”, citando outros amigos famosos como Brian Austin Green, Daniel O’Connor, Jenny Lewis, David Arquette, Jonathan Brandis, Sara Gilbert, Kevin Connolly e Charlie Sheen. Entre outras coisas, o documentário revela que Soleil perdeu a sua virgindade com Sheen quando tinha 18 anos, logo depois de se mudar para Nova York. Os dois tiveram um caso, mas segundo ela, nunca foi um namoro sério. Além disso, Soleil diz que Jenny Lewis, que se tornou uma cantora famosa na cena indie, era sua fornecedora de drogas, enquanto David Arquette era seu companheiro na hora de usar heroína. Livre das drogas, Soleil hoje tem quatro filhos, de seu casamento com o produtor Jason Goldberg, que durou de 1998 a 2020. Atualmente, ela estrela uma continuação de sua série clássica. “Punky Brewster” (o mesmo título original de “Punky – A Levada da Breca”) traz Soleil Moon Frye como uma Punky adulta e mãe divorciada de três crianças, prestes a incluir uma quarta menina adotada na família. A nova série foi lançada em 25 de fevereiro nos EUA, na plataforma de streaming Peacock. Veja o trailer de “Kid 90”, em que a atriz relembra “os velhos tempos”.
Wagner Moura vai estrelar minissérie sobrenatural com Elisabeth Moss
O brasileiro Wagner Moura (“Wasp Network”) entrou no elenco de “Shining Girls”, uma nova minissérie da Apple TV+, que será estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”). “Shining Girls” é uma adaptação do romance homônimo de Lauren Beukes, lançado no Brasil com o título de “Iluminadas”. No livro com elementos sobrenaturais, um serial killer dos anos 1930 entra numa casa misteriosa que possui portas para outras épocas. Para viajar pelo tempo, tudo o que ele precisa fazer é assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, que ele recebe a missão de eliminar. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa. Moss vai viver um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque, enquanto Moura interpretará um jornalista que investiga o atentado contra ela e se torna seu aliado. A adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e, além de atuar, Moss dividirá a produção com Leonardo DiCaprio, por meio da empresa do ator, Appian Way. Ainda não há previsão de lançamento.
Acidente em filmagens fere Jennifer Lawrence
A atriz Jennifer Lawrence, vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida” (2012), sofreu um acidente e se feriu no set de seu novo filme, “Don’t Look Up”, que está em produção em Boston com direção de Adam McKay (“Vice”) De acordo com o jornal Boston Globe, o incidente ocorreu durante uma filmagem com efeitos especiais por volta da 1h30 da madrugada desta sexta (5/2), horário local. Uma explosão planejada para a cena fez uma lata de lixo voar e bater numa janela, quebrando vidro e jogando fragmentos pelos ares. Um pedaço de vidro teria atingido Lawrence perto do olhos. O jornal publicou que a atriz estava segurando seu rosto quando os médicos chegaram. Mas fontes do site Deadline garantem que ela está se recuperando bem após o incidente. Neste meio tempo, as filmagens encontram-se suspensas. “Don’t Look Up” é uma superprodução da Netflix, que reúne um dos elencos mais famosos a participar de um filme feito para streaming. Além de Jennifer Lawrence, o longa conta com Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Chris Evans (o Capitão América da Marvel), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Não é brincadeira. Na produção, Lawrence vive uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que pode destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e seu colega (DiCaprio) são recebidos com desdém e descrença. Esta premissa já foi filmada várias vezes. A diferença é que Adam McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro. O filme ainda não tem previsão de estreia.
Chris Evans se junta a Jennifer Lawrence e Leonardo DiCaprio em filme da Netflix
O ator Chris Evans (o Capitão América da Marvel) estaria se juntando ao elenco estelar do próximo filme de Adam McKay, vencedor do Oscar por “A Grande Aposta” (2015) e indicado por “Vice” (2018). A informação é do site Deadline, que já conta o ator na produção de “Don’t Look Up”, ao lado de ninguém menos que Jennifer Lawrence (“Mãe!”), Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Não é brincadeira. “Don’t Look Up” está sendo desenvolvido para a Netfilx, que não fez comentários sobre a escalação. Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega (DiCaprio) são recebidos com desdém e descrença. Esta premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra de “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. A diferença é que McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro.
Era uma vez em Hollywood: Livro de Quentin Tarantino será lançado no Brasil
O primeiro livro de ficção de Quentin Tarantino já tem editora no Brasil. A Intrínseca comprou os direitos da versão romanceada de “Era uma vez em Hollywood”, uma obra que expande a trama do filme homônimo, que recebeu dez indicações ao Oscar deste ano. Prevista para o meio de 2021, a obra contará novas histórias de vários personagens do filme, principalmente do ator de TV Rick Dalton e seu dublê Cliff Booth (interpretados no cinema por Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, respectivamente), tanto antes quanto depois da história apresentada no filme. Replicando o estilo do longa, o livro colocará os dois interagindo com personagens reais e fictícios. “As ‘versões romanceadas’ de filmes foram os primeiros livros adultos que li na década de 1970”, disse Tarantino em comunicado sobre o projeto. “E até hoje tenho um carinho enorme pelo gênero. Portanto, como um aficionado por adaptações romanceadas de cinema, tenho o orgulho de anunciar minha contribuição para este subgênero frequentemente marginalizado, mas amado na literatura. Também estou entusiasmado em explorar ainda mais meus personagens e seu mundo em um empreendimento literário que pode (espero) ser considerado ao lado de sua contraparte cinematográfica.”
Quentin Tarantino vai transformar Era uma Vez em Hollywood em livro
O diretor Quentin Tarantino fechou contrato com a editora HarperCollins para lançar dois livros. O primeiro será uma versão de “Era uma vez em Hollywood”, enquanto o segundo será uma obra de não-ficção chamada “Cinema Speculation”, sobre o cinema dos anos 1970. O romance vai aprofundar detalhes da vida dos dois protagonistas do filme indicado em dez categorias do Oscar: o ator de TV Rick Dalton e seu dublê Cliff Booth. Nos cinemas, eles foram interpretados por Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, respectivamente. “As ‘versões romanceadas’ de filmes foram os primeiros livros adultos que li na década de 1970”, disse Tarantino em comunicado sobre o projeto. “E até hoje tenho um carinho enorme pelo gênero. Portanto, como um aficionado por adaptações romanceadas de cinema, tenho o orgulho de anunciar minha contribuição para este subgênero frequentemente marginalizado, mas amado na literatura. Também estou entusiasmado em explorar ainda mais meus personagens e seu mundo em um empreendimento literário que pode (espero) ser considerado ao lado de sua contraparte cinematográfica.” Já “Cinema Speculation” é descrito como um “mergulho profundo nos filmes dos anos 1970, uma rica mistura de ensaios, resenhas, escritos pessoais e especulações.” Tais especulações seriam similares à premissa de “Era uma Vez em Hollywood”, ponderando o que teria acontecido com personagens com finais diferentes de suas histórias conhecidas. Nenhuma das duas obras tem previsão de lançamento, mas a versão romanceada de “Era uma vez em Hollywood” ganhou capa para seu lançamento em paperback – como se chamam as versões mais baratas das obras literárias. Confira abaixo.
Leonardo DiCaprio e Meryl Streep se juntam a Jennifer Lawrence em comédia da Netflix
O diretor Adam McKay (“Vice”) juntou um elenco de peso para sua estreia na Netflix, com muitos oscarizados que também nunca tinham trabalhado antes numa produção da plataforma de streaming. Depois de definir Jennifer Lawrence (“Mãe!”) no papel principal da comédia “Don’t Look Up”, ele acrescentou Rob Morgan (“A Fotografia”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), e agora chutou as expectativas para o infinito, com o anúncio dos nomes de – ninguém menos que – Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Himesh Patel (“Yesterday”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Matthew Perry (“Friends”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega são recebidos com desdém e descrença. DiCaprio foi confirmado como o outro cientista. Esta premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. A diferença é que McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro. As filmagens estão marcadas para começar no dia 19 de novembro, mas ainda não há uma previsão para a estreia.
Era uma Vez… em Hollywood faz American Housewive perder atriz mirim
A série “American Housewife” vai trocar uma integrante de seu elenco original. A atriz Julia Butters cresceu muito para o papel de Anna-Kat, a filha de 10 anos da personagem-título. Não literalmente, mas na carreira, após sua participação em “Era uma Vez… em Hollywood”, em que roubou cenas de Leonardo DiCaprio. Ela vai tentar seguir carreira cinematográfica e será substituída por Giselle Eisenberg, da cancelada “Life in Pieces”, na 5ª temporada, prevista para 2021. A série segue uma esposa dedicada e mãe de três filhos (Katy Mixon) criando sua família problemática em uma cidade rica de Connecticut. Anna-Kat é a filha mais nova da família. “American Housewife” é exibida no país no canal pago Sony.
The Right Stuff: Minissérie sobre os primeiros astronautas ganha trailer e pôster
O canal pago National Geographic divulgou o pôster e o trailer da minissérie “The Right Stuff”, adaptação do famoso livro “Os Eleitos”, de Tom Wolfe, sobre os primeiros astronautas americanos. A minissérie, que será disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus), narra a trajetória dos pilotos de teste americanos que foram selecionados para dar início ao programa espacial dos Estados Unidos. A cena divulgada, por sinal, é o momento em que a oferta é feita para os candidatos, avisando que apenas os melhores seriam escolhidos para ir ao espaço ou morrer tentando. “Os Eleitos” já foi adaptado para o cinema em 1983 em uma obra aclamada de Philip Kaufman, que fez grande sucesso e venceu quatro Oscars. Mas a versão da minissérie tem uma grande diferença em relação ao filme. Apesar de mais longa, deixa de lado um personagem importante: Chuck Yeager, responsável por quebrar a barreira do som. Supostamente melhor que todos os outros pilotos, ele não se interessou em virar astronauta. No filme de Kaufman, ele foi vivido por Sam Shepard e dividiu a trama central como contraponto aos “eleitos” do título. A nova versão vai se concentrar apenas nos sete astronautas do programa Mercury. Eles são vividos por Patrick J. Adams (“Suits”) como John Glenn, Jake McDorman (“Limitless”) como Alan Shepard, Colin O’Donoghue (“Once Upon a Time”) como Gordon Cooper, Michael Trotter (“Underground”) como Gus Grissom, Aaron Staton (“Mad Men”) como Wally Schirra, Micah Stock (“Amizade Dolorida”) como Deke Slayton e James Lafferty (“A Maldição da Residência Hill”) como Scott Carpenter. O elenco também inclui Nora Zehetner (“Designated Survivor”) como Annie Glenn, Shannon Lucio (“True Blood”) como Louise Shepard, Eloise Mumford (“Chicago Fire”) como Trudy Cooper, Rachel Burttram (“Bloodline”) como Betty Grisson, Eric Ladin (“Bosch”) como Chris Kraft e Patrick Fischler (“Happy!”) como Bob Gilruth. A série tem produção da Appian Way, produtora do ator Leonardo DiCaprio, e foi desenvolvida por Will Staples, um especialista em tramas de videogames – como “Need for Speed: Rivals” (2013) e “Call of Duty: Modern Warfare” (2011). O trailer revela que a estreia vai acontecer em 9 de outubro nos EUA.
Russell Crowe revela que deve sua carreira a Sharon Stone
O ator Russell Crowe, vencedor do Oscar por “Gladiador”, fez uma confissão inusitada a Seth Meyers ao participar na quarta (19/4), por videoconferência, do programa do apresentador. O tema da entrevista era seu novo filme, “Unhinged”, que estreou com sucesso no Canadá, onde os cinemas já reabriram. Mas ele aproveitou para lembrar que devia sua carreira em Hollywood à atriz Sharon Stone. Crowe destacou como foi importante para ele ter entrado no elenco do western de 1995, “Rápida e Mortal”, que a atriz estrelou e produziu. Se ela não tivesse batido o pé, anos atrás, ele sugere que talvez nunca tivesse conseguido se estabelecer nos EUA. “Demorei 18 meses ou mais e literalmente centenas e centenas de reuniões antes de conseguir um trabalho americano. E só consegui porque Sharon Stone viu um filme que eu estrelei [na Austrália]”, ele contou. “E ela estava em uma guerra de espadas com os produtores masculinos do filme e bateu o pé para dizer: ‘Vou contratar a pessoa que quiser contratar como interesse amoroso’”, Crowe contou. No filme, Crowe interpretou Cort, um ex-pistoleiro e fora-da-lei que se tornou pregador. Foi sua estreia no cinema americano. Dirigido por Sam Raimi, o longa também tinha em seu elenco Gene Hackman e Leonardo DiCaprio. “Se não fosse pela vontade e força dela, não sei quanto tempo poderia ter se passado antes de eu conseguir um papel num filme americano”, disse ele, dando a entender que não os outros produtores não queriam contratá-lo. “Eu tenho muito que agradecer a ela.” Assista à entrevista de Crowe no “Late Night with Seth Meyers” abaixo.
Leonardo DiCaprio volta a condenar desmatamento da Amazônia
O ator Leonardo DiCaprio voltou a se manifestar sobre as queimadas na Amazônia. O ator compartilhou um post do jornal inglês The Guardian em seu Instagram, que critica a gestão de meio ambiente do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. O post deve aumentar o ódio que Bolsonaro sente do astro de Hollywood. Em 2019, o presidente espalhou fake news acusando o americano de financiar queimadas criminosas no Brasil, sem apresentar provas. O ataque virou piada nas redes sociais. No texto desta sexta (14/8), acompanhado de um vídeo de queimadas, há um alerta sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, com dados recentes do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). “O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, está sob pressão internacional para inibir as queimadas, mas duvidou publicamente delas no passado, culpando oponentes e comunidades indigenas”, diz o texto, que ainda alerta para “o clima mais seco deste ano até agora”. “Há preocupação de que o desmatamento no Brasil não esteja chamando atenção suficiente”, conclui o alerta. Entre agosto de 2019 e julho deste ano, os alertas de desmatamento na Amazônia tiveram um aumento de 34,5%, na comparação com os 12 meses anteriores. É o maior valor dos últimos cinco anos, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (7/8) pelo Inpe. Ver essa foto no Instagram From The @Guardian: The number of fires burning in Brazil's Amazon in July was up 28% on the same month last year, according to data from Brazil's space research agency INPE. Early numbers for August also show a 7% increase. Brazil's president, Jair Bolsonaro, is under pressure internationally to curb the fires, but he has publicly doubted the severity of them in the past claiming opponents and indigenous communities were responsible. Last year's Amazon wildfires were devastating enough, but with the weather being drier this year so far, as well as the Coronavirus pandemic which has killed more than 99,000 Brazilians, there is growing concern that the ongoing deforestation isn't getting enough attention. . . . . . . #Brazil #Amazon #Rainforest #Wildfires #Deforestation Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 14 de Ago, 2020 às 11:03 PDT










