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    Joanne Linville (1928-2021)

    21 de junho de 2021 /

    A atriz Joanne Linville, que se destacou num episódio memorável da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), morreu no domingo (20/6) aos 93 anos de causa não revelada. Ela teve uma longa carreira, com pequenos papéis em filmes como “A Deusa” (1958), “Nasce uma Estrela” (1976), “Scorpio” (1973) e “Sedução e Medo” (1982), além de ter feito várias aparições em séries. Mas nunca se tornou protagonista nem entrou no elenco fixo de nenhuma produção televisiva. Apesar disso, acabou se tornando uma atriz cultuada por fãs de sci-fi. Seu relacionamento com o gênero teve início num episódio de 1961 da série “Além da Imaginação” (1961), em que interpretou a proprietária de uma mansão sulista em ruínas (“The Passersby”). Ela também atuou em dois capítulos de “Os Invasores” antes de interpretar a comandante romulana seduzida pelo Sr. Spock (Leonard Nimoy) em “The Enterprise Incident”, episódio de 1968 da “Star Trek” oficinal. A interação com a personagem de Linville foi a única manifestação da sexualidade de Spock na série, embora a sedução fosse parte de um estratagema para ajudar o Capitão Kirk (William Shatner) a roubar o dispositivo de invisibilidade da nave romulana. Quase 50 anos depois, Linville voltou ao universo trekker para seu último trabalho, como convidada especial da série de fãs “Starship Excelsior”, com participação de Nichelle Nichols (a Tenente Uhura) e Walter Koenig (o Sr. Chekov) em 2016. Ela foi casada com o diretor Mark Rydell (“Num Lago Dourado”) e era bisavó do filho da atriz Billie Lourd (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”).

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    Star Trek: Discovery presta homenagens a Anton Yelchin e Leonard Nimoy

    29 de novembro de 2020 /

    A 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” anda caprichando nas referências ao universo trekker. Passada quase mil anos no futuro da franquia original, após uma viagem no tempo sem volta da nave Discovery, a série já mostrou uma versão avançada da nave Voyager – de “Star Trek: Voyager” – , mas se superou nos últimos capítulos ao homenagear os atores Anton Yelchin e Leonard Nimoy, que faleceram há quatro e cinco anos, respectivamente. A missão da protagonista, Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), em busca de pistas da destruição em massa das naves da Federação – fenômeno conhecido como “the Burn” (a queima) – , a levou à caixa preta de uma nave batizada de USS Yelchin, em homenagem ao intérprete do Sr. Chekov no recente remake cinematográfico da franquia, bem como ao planeta Ni’Var, antigamente conhecido como Vulcano, onde descobre que seu irmão Spock conseguiu realizar seu sonho, unificando as civilizações vulcana e romulana. Intitulado “Unification III”, o episódio inclui imagens de Leonardo Nimoy no papel de Spock, defendendo seu sonho de união dos antigos rivais. Projetada como um holograma, a cena é extraída de um dos melhores episódios de “Star Trek: A Nova Geração”, “Unification”, que marcou o 25º aniversário de “Star Trek” e foi exibida em duas partes – por isso, o “III” no nome do novo capítulo, como se fosse a conclusão da história exibida em 1991. Em “Unification III”, é revelado que Spock deixou um legado profundo e influenciou o destino de todo o seu povo. Considerada a melhor das temporadas da série, a 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” está sendo disponibilizado no Brasil pela Netflix, com um episódio novo a cada sexta-feira. Veja abaixo o trecho da participação de Spock no capítulo desta semana.

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    Spock tem grande destaque nos trailers da 2ª temporada de Star Trek: Discovery

    13 de dezembro de 2018 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o pôster e dois novos trailers da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Repletos de ação e efeitos visuais, os vídeos mostram muitas novidades, mas nenhuma maior que o destaque dado ao jovem Spock. Ele surge barbudo e domina as prévias – está até no pôster oficial – , interpretado por Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Outro destaque é o novo capitão da Discovery, Christopher Pike, que também é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e sua história foi integrada na cronologia oficial em 1966. Ele é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) e vem acompanhado de outra personagem da sua Enterprise, a primeira oficial conhecida como Número 1, que é vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”). No piloto original de 1964, Pike comandava a Enterprise, a Número 1 era seu primeiro oficial e Spock já fazia parte da tripulação. Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (versão 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. Para completar, há o retorno de Philippa Georgiou, a personagem de Michelle Yeoh, foragida da dimensão Espelho, que mais uma vez cruza o caminho da tripulação da Discovery. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada semanalmente pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.

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    Atriz de Star Trek: Discovery revela foto com mudanças no visual klingon

    21 de outubro de 2018 /

    A atriz Mary Chieffo divulgou no Twitter como será seu novo visual na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Na foto (acima), sua personagem L’Rell aparece com cabelos longos, bem diferente do visual klingon da temporada inaugural. Ela ainda acrescentou na legenda que L’Rell virou chanceler de sua raça. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” terá muitas outras novidades, incluindo personagens da série clássica, como o Capitão Pike, interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos), a primeira oficial da Enterprise conhecida como Número 1, vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e até o jovem Spock, papel de Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck (vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” em 1963). A estreia está marcada para 17 de janeiro na plataforma americana CBS All Access. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.

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    Trailer da 2ª temporada de Star Trek: Discovery revela o jovem Spock

    7 de outubro de 2018 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o pôster, fotos e o trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Repleto de ação e efeitos visuais, o vídeo mostra muitas novidades, mas nenhuma maior que a aparição do jovem Spock. Ele surge barbudo por breves segundos ao final da prévia, interpretado por Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Outro destaque da prévia é o novo capitão da Discovery, Christopher Pike, que também é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e sua história foi integrada na cronologia oficial em 1966. Ele é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) e vem acompanhado de outra personagem da sua Enterprise, a primeira oficial conhecida como Número 1, que é vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”). Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (a versão do piloto de 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. Para completar, há o retorno de Philippa Georgiou, a personagem de Michelle Yeoh, foragida da dimensão Espelho, que mais uma vez cruza o caminho da tripulação da Discovery. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” também ganhou data de estreia: 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.

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    Star Trek: Discovery define neto de Gregory Peck como o novo Sr. Spock

    14 de agosto de 2018 /

    Encerrando especulações sobre como Spock apareceria em “Star Trek: Discovery”, o serviço de streaming CBS All Access escalou o ator Ethan Peck para interpretar a nova versão do personagem icônico, introduzido na série “Jornada das Estrelas” original. Isto significa que Spock não aparecerá como criança, como chegou a ser especulado, mas como jovem adulto. Peck se tornou conhecido na série derivada do filme “10 Coisas que Eu Odeio em Você”, que foi ao ar entre 2009 e 2010, e pertence a uma família célebre do cinema. Ele é neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Na trama de “Star Trek: Discovery”, a protagonista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) é irmã adotiva de Spock, mas apesar de seus pais aparecerem na série, o irmão caçula tinha sido apenas mencionado na 1ª temporada. Interpretado por Leonard Nimoy na série original e nos filmes que a sucederam, Spock era o Oficial de Ciências e segundo em comando na nave Enterprise, abaixo do Capitão James T. Kirk (William Shatner). Mesmo com o reboot dos novos filmes de “Star Trek”, em que o ator Zachary Quinto assumiu o papel, Nimoy ainda continuou aparecendo como uma versão mais velha – e original – do personagem. Ele faleceu em 2015. O cocriador e showrunner de “Discovery”, Alex Kurtzman, detalhou a “missão impossível” de encontrar um novo ator para encarnar o personagem vulcano. “Precisávamos de um ator que encarnasse as melhores qualidades de Spock, além de sua lógica: empatia, intuição, compaixão, confusão e aspiração. Ethan Peck mostrou tudo isso em seu teste. Ele tem muita consciência de sua responsabilidade ao assumir esse papel, e quer encarar de frente esse desafio. Estamos animados em dar as boas-vindas a ele na nossa família”, comentou. Vale lembrar que os antigos showrunners, demitidos em meio à produção dos novos episódios, tinham dito que não pretendiam escalar outro ator como Spock. A participação do personagem como adulto pode ser considerada controvertida, porque traz à tona questões cronológicas da série. Originalmente, a trama de “Discovery” se passava uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009), mas uma viagem inesperada para outra dimensão fez com que a nave avançasse no tempo, retornando, no penúltimo episódio da 1ª temporada, nove meses depois para o Sistema Solar. Isto aproximou um pouco mais a cronologia da série das tramas cinematográficas. Mas há um detalhe que impediria a presença de Spock. Enquanto a série clássica mostrou o personagem como Oficial de Ciências da Enterprise, desde a época em que ela era comandada pelo Capitão Pike (que também vai aparecer em “Discovery”), ele ainda seria adolescente ou, no máximo, estudante da Academia da Frota Estelar na época da série atual, de acordo com a nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Assim, um Spock adulto sugere que “Discovery” é um prólogo da série “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e não do filme “Star Trek”, que zerou a cronologia original. Para explicar melhor essa dualidade, é preciso lembrar que Spock foi o único personagem que sobreviveu ao piloto original de “Jornada nas Estrelas”, que foi recusado em 1964. A série clássica só foi ao ar dois anos depois com todo o resto do elenco substituído. Mas as cenas gravadas em 1964 ressurgiram num episódio duplo da 1ª temporada, como um flashback da tripulação “original” da Enterprise – com o Capitão Christopher Pike (Jeffrey Hunter), Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike também era o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek”, vivido por Bruce Greenwood. Ele será interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) em “Discovery”. A 2ª temporada vai começar justamente com o encontro das naves Discovery e Enterprise, conforme o gancho deixado no final do último episódio do ano inaugural. Os novos capítulos devem estrear apenas em 2019. No Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix.

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    Trailer e fotos de Star Trek: Discovery revelam que o novo capitão é um velho conhecido da franquia

    21 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou seis fotos e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que traz muitas novidades. A começar pelo resultado do encontro entre as naves Discovery e Enterprise, que encerrou a temporada inaugural. A prévia mostra apenas um integrante da Enterprise, o Capitão Christopher Pike, interpretado por Anson Mount (o Raio Negro da série dos Inumanos, da Marvel). Isto porque sua missão está a bordo da Discovery. Ele chega para assumir a cadeira vaga de Capitão da nave. O personagem é um velho conhecido da franquia. Na verdade, um dos mais velhos. Christopher Pike foi vivido por Jeffrey Hunter no piloto rejeitado de “Jornada nas Estrelas” em 1964. O papel foi reformulado e o ator foi substituído por William Shatner com a introdução do Capitão Kirk no segundo piloto, que foi aprovado em 1966. Mas as cenas gravadas em 1964 não foram perdidas. Elas acabaram integrando a cronologia oficial num episódio duplo da 1ª temporada, que mostrou as cenas mais antigas como se fossem da tripulação “original” da Enterprise – que incluía Pike, Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike continuou a existir no reboot cinematográfico de 2009, aparecendo como o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek” – vivido por Bruce Greenwood – , antes de passar o comando da nave para o Capitão Kirk. O trailer também faz menção a outro papel clássico: Spock, que é irmão adotivo da protagonista da série, Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), além de introduzir dois novos personagens, a engenheira chefe Reno (vivida pela comediante Tig Notaro) e o tripulante alienígena chamado Linus (David Benjamin Tomlinson), um Sauriano que rouba a cena no trailer. O ator e diretor Jonathan Frakes (o Comandante Riker de “Star Trek: A Nova Geração”), que vai comandar alguns episódios da 2ª temporada, já tinha dito que Spock ia aparecer. Na prévia, Burnham comenta que ele precisa de ajuda. Mas não há pistas sobre a idade do personagem, que pode surgir ainda criança, uma vez que “Star Trek: Discovery” se passa antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). O primeiro episódio será dirigido por Alex Kurtzman, co-criador da série, que ganhou mais responsabilidade ao virar o showrunner único da atração com a demissão de Gretchen Berg e Aaron Harberts, os showrunners que fizeram a série decolar. Kurtzman tem forte ligação com a franquia, tendo escrito os filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013). Recentemente, ele tentou virar diretor de cinema, mas o fracasso de “A Múmia” (2017) o trouxe de volta ao mundo das séries. A estreia está prevista para o começo de 2019.

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    Voz de Spock ressoa em vídeo da 2ª temporada de Star Trek: Discovery

    26 de abril de 2018 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro vídeo da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que revela o começo das gravações. A prévia mostra bastidores da produção, com designs de figurinos, cenários e maquiagens de alienígenas, além de vozes de personagens e trechos em que os atores aparecem concentrados para iniciar os trabalhos. Os melhores detalhes são os sonoros, já que, entre as vozes do elenco atual, ressoam três gravações dos anos 1960, com as vozes de Jeffrey Hunter, intérprete do Capitão Pike no primeiro piloto de “Star Trek” de 1964, e Leonard Nimoy, o Sr. Spock, que tem duas falas clássicas reproduzidas – da 1ª e da 2ª temporada da série original. Os dois personagens vão ganhar novas versões na 2ª temporada “Star Trek: Discovery”. Enquanto Spock aparecerá ainda criança, interpretado por um ator ainda não revelado, Christopher Pike será vivido por Anson Mount (o Raio Negro de “The Inhumans”). Muito se especulava a respeito da participação de Spock, uma vez que sua irmã de criação, Michael Burnham (vivida por Sonequa Martin-Green), é a protagonista de “Discovery”. Além disso, seus pais Sarek (James Frain) e Amanda (Mia Kirshner) fazem aparições recorrentes na trama. Para completar, o final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” introduziu em cena a nave Enterprise, preparando a revelação de sua tripulação para os primeiros episódios do segundo ano. A nave, já se sabe, terá como comandante o Capitão Christopher Pike, que foi o antecessor de James Kirk. Caso os produtores optassem por seguir a cronologia da série clássica dos anos 1960, as chances de Spock aparecer na Enterprise eram enormes, pois ele já era o Oficial de Ciências da nave na época de Pike. Entretanto, isto foi mudado pelo reboot cinematográfico de 2009, que mostrou Spock iniciando sua carreira ao lado de James Kirk. O diretor Jonathan Frakes (também conhecido como o Comandante Riker de “Star Trek: A Nova Geração”) já revelou que a série atual vai seguir a cronologia cinematográfica. Foi ele quem contou que Spock aparecerá como um menino na série, no segundo episódio da 2ª temporada. Resta saber, então, quem formará a tripulação da Enterprise comandada por Pike. No piloto clássico, o segundo oficial em comando, chamado apenas de Número 1, era interpretado por Majel Barrett, esposa de Gene Roddenberry, criador da franquia. Ela também viveu a Enfermeira Chapel na série clássica e foi a voz do computador de todas as séries e filmes pré-reboot de 2009. “Star Trek: Discovery” ainda não tem previsão para voltar a ser exibida. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.

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    Ator de Inumanos viverá o Capitão Pike em Star Trek: Discovery

    9 de abril de 2018 /

    O ator Anson Mount, intérprete de Raio Negro na série dos Inumanos, da Marvel, vai interpretar outro papel icônico numa série. Ele entrou em “Star Trek: Discovery” para viver o Capitão Christopher Pike, antecessor do Capitão James Kirk na nave Enterprise. A participação do personagem foi plantada no final da 1º temporada da série, quando um pedido de socorro levou a tripulação da Discovery a encontrar a nave Enterprise. Mas como a série se passa antes dos eventos dos filmes de “Star Trek”, quem está na ponte de comando ainda é Pike. O personagem foi vivido por Jeffrey Hunter no piloto rejeitado de “Jornada nas Estrelas” em 1964. O papel foi reformulado e o ator foi substituído por William Shatner com a introdução do Capitão Kirk no segundo piloto, que foi aprovado em 1966. Mas as cenas gravadas em 1964 não foram perdidas. Elas acabaram integrando a cronologia oficial num episódio duplo da 1ª temporada, que mostrou as cenas mais antigas como se fossem da tripulação “original” da Enterprise – que incluía Pike, Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike continuou a existir no reboot cinematográfico de 2009, aparecendo como o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek” – vivido por Bruce Greenwood – , antes do comando da nave passar para o Capitão Kirk. A dúvida, agora, é se, além de Pike, os demais integrantes da tripulação “original” também aparecerão. Segundo os showrunners Aaron Harberts e Gretchen J. Berg, a decisão de introduzir a nave Enterprise em “Star Trek: Discovery” coloca um “elefante na sala”, já que Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) e Sarek (James Frain), irmã e pai de Spock, estão a bordo da Discovery. “Certamente, não estamos confirmando que vamos apresentar Spock e, certamente, não vamos contratar um novo ator para esse papel”, diz Harberts. “Sabemos o quão incríveis foram as performances de Leonard Nimoy e Zachary Quinto e o que a série original e o diretor do filme ‘Star Trek’, JJ Abrams, conseguiram desencadear com esse personagem. Nunca encontraríamos outro ator que pudesse chegar perto do que Leonard Nimoy fez com o papel original”. Mas a produtora Gretchen J. Berg faz uma ressalva. “Embora a nossa série seja chamada ‘Discovery’ e nosso foco principal seja sempre as pessoas na ‘Discovery’, também estamos vivendo dentro do universo ‘Star Trek'”, ela pondera. “Uma hora teríamos que dar reconhecimento e interagir com esta outra nave e seus tripulantes que estão por aí”. Vale observar que um detalhe “lógico”, como diriam os vulcanos, pode impedir a presença de Spock na série. Enquanto Spock já era Oficial de Ciências da tripulação comandada pelo Capitão Pike na série clássica dos anos 1960, ele ainda estudava na Academia da Frota Estelar quando Pike comandou a Enterprise na nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Desta forma, a participação de Spock cria um paradoxo. Se ele aparecer, “Discovery” será um prólogo da série original “Jornada nas Estrelas” (1966-1969). Se não aparecer, a série é prólogo do reboot estabelecido pelo filme de J.J. Abrams. A má notícia para quem quer saber logo como esse paradoxo será resolvida é que a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” só deve estrear em 2019.

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    Atriz de Star Trek se casa com filho de Leonard Nimoy

    28 de março de 2018 /

    A atriz Terry Farrell, que interpretou a personagem Jadzia na série “Star Trek: Deep Space Nine” nos anos 1990, se casou na segunda-feira 26/3) com Adam Nimoy, filho de Leonard Nimoy, o Spock original da franquia. O casamento aconteceu justamente no dia em que Leonard Nimoy completaria 87 anos. O ator morreu em fevereiro de 2015, de uma doença pulmonar. Farrell e Nimoy ficaram noivos na metade do ano passado e o casamento aconteceu em San Francisco, nos Estados Unidos. Freakin AWESOME day!!!!!!! Love ya all! Aka: Mrs. Adam Nimoy ?❤️? https://t.co/i6AVzPxR8q — Terry Farrell (@4TerryFarrell) March 27, 2018

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    2ª temporada de Star Trek: Discovery vai incluir o Sr. Spock?

    12 de fevereiro de 2018 /

    O final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery”, exibida no domingo (11/2) nos Estados Unidos e disponibilizada nesta segunda na Netflix, trouxe uma surpresa para os fãs da franquia. Ao atender um pedido de socorro, a tripulação da Discovery acabou encontrando outra nave da Frota Estelar. E o spoiler é grande. Os parágrafos a seguir revelam o cliffhanger do primeiro ano da série. Segundo os showrunners Aaron Harberts e Gretchen J. Berg, a decisão de introduzir a nave Enterprise na trama foi uma decisão tomada no início da temporada. “Enquanto estávamos traçando esta temporada e o que queríamos fazer na próxima, pensamos: ‘Vamos contar esta história agora'”, eles disseram ao site The Hollywood Reporter. Berg compara o encontro com um “elefante na sala”, já que coloca, de um lado, Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) e Sarek (James Frain) na Discovery, enquanto o filho de Sarek e irmão adotivo de Burnham pode estar a bordo da Enterprise. Sim, trata-se de Spock. “Uma hora teríamos que dar reconhecimento e interagir com esta outra nave e seus tripulantes que estão por aí”, diz ela. “Embora a nossa série seja chamada ‘Discovery’ e nosso foco principal seja sempre as pessoas na ‘Discovery’, também estamos vivendo dentro do universo ‘Star Trek'”, ela pondera. Originalmente, a trama de “Discovery” se passava uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009), mas uma viagem inesperada para outra dimensão fez com que a nave avançasse no tempo, retornando, no penúltimo episódio, nove meses depois para o Sistema Solar. Isto aproximou um pouco mais a cronologia da série das tramas cinematográficas. Mas há um detalhe que impediria a presença de Spock na Enterprise que encontra a Discovery. Enquanto Spock foi Oficial de Ciências da tripulação comandada pelo Capitão Pike na série clássica dos anos 1960, ele ainda seria adolescente ou, no máximo, estudante da Academia da Frota Estelar na nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Assim, se Spock aparecer, “Discovery” será um prólogo da série “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e não do filme “Star Trek”. O que é certeza é a presença do Capitão Christopher Pike na ponte de comando. O personagem foi vivido por Jeffrey Hunter no piloto rejeitado de “Jornada nas Estrelas”, em 1964, mas acabou integrado na cronologia oficial num episódio duplo da 1ª temporada, que reaproveitou as cenas anteriormente gravadas com a tripulação “original” da Enterprise – Pike, Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike também era o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek”, vivido por Bruce Greenwood. “Certamente, não estamos confirmando que vamos apresentar Spock e, certamente, não vamos contratar um novo ator para esse papel”, diz Harberts. “Sabemos o quão incríveis foram as performances de Leonard Nimoy e Zachary Quinto e o que a série original e o diretor do filme ‘Star Trek’, JJ Abrams, conseguiram desencadear com esse personagem. Nunca encontraríamos outro ator que pudesse chegar perto do que Leonard Nimoy fez com o papel original”. Ainda assim, “Star Trek: Discovery” já provou que é uma série onde tudo pode acontecer – até deixar os fãs frustrados com um desfecho pífio para o conflito entre os klingons e a Federação (deixaram Akiva Goldsman, o homem que enterrou ‘A Torre Negra’, escrever o episódio). Já confirmada, a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” só deve estrear em 2019.

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    In Search Of: Zachary Quinto fará remake de série documental de mistérios de Leonard Nimoy

    1 de fevereiro de 2018 /

    O ator Zachary Quinto, que interpreta o Sr. Spock na franquia “Star Trek”, vai assumir outro papel que costumava pertencer ao falecido Leonard Nimoy. Ele será o apresentador e narrador da nova versão da série documental “In Search Of…”. A série do canal History é um remake da produção homônima dos anos 1970, que examinava fenômenos reais não explicados, com ligação à temas de ficção científica. Cada episódio seguirá Quinto na investigação de diferentes mistérios e a busca pela verdade por trás deles – como encontros alienígenas, criaturas misteriosas, discos voadores, viagens no tempo, etc. Além de estrelar, Quinto também participará do programa como produtor. A versão original de “In Search Of…” foi criada após o sucesso de três telefilmes inspirados nos livros de Erich von Däniken (“Eram os Deuses Astronautas?”), que examinavam a presença de alienígenas na Terra. Lançados entre 1973 e 1975, os telefilmes tinham apresentação de Rod Serling (criador e apresentador de outra série sci-fi lendária, “Além da Imaginação”). A premissa só virou série após a morte de Serling, e Nimoy apresentou todos os 127 episódios do programa, de 1977 a 1982. “Estou tão animado para reimaginar ‘In Search Of…’ e explorar novas questões e fenômenos, com todos os avanços da ciência e tecnologia, dos quais nos beneficiamos nos últimos 40 anos desde que a série original foi exibida”, disse Quinto em comunicado. “No espírito do meu querido amigo Leonard Nimoy, pretendemos honrar e perpetuar sua infinita curiosidade sobre o mundo – e o universo – no qual vivemos”, completou. O remake terá 10 episódios, mas ainda não há data prevista para sua estreia.

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    Martin Landau (1928 – 2017)

    17 de julho de 2017 /

    O ator Martin Landau, vencedor do Oscar por “Ed Wood”, faleceu no sábado (15/6) em Los Angeles. Ele estava hospitalizado no hospital da UCLA e morreu após complicações médicas, aos 89 anos. Um dos primeiros astros de Hollywood a alternar com sucesso trabalhos na TV e no cinema, Landau começou a carreira artística como cartunista de jornal nos anos 1940, antes de ser admitido no Actor’s Studio (junto com Steve McQueen) e conseguir papéis de teatro e participações em séries na metade dos anos 1950. Na verdade, o jovem nova-iorquino nem precisou fazer muito esforço para se destacar no cinema, pois, logo de cara, chamou atenção no suspense “Intriga Internacional” (1959), de Alfred Hitchcock, interpretando o capanga de James Mason. O destaque deveria ser ainda maior no épico “Cleopatra” (1963), como General Rufio, braço direito de Marco Antonio (Richard Burton). Mas após passar um ano nas filmagens, ele descobriu que grande parte de seu desempenho tinha sido cortado, devido à longa duração do filme. Conformado, dedicou-se às séries televisivas, onde acumulou uma vasta coleção de participações em clássicos diversificados – de “Além da Imaginação” a “O Agente da UNCLE”. Fez também pequenos papéis no épico bíblico “A Maior História de Todos os Tempos” (1965) e no western “Nas Trilhas da Aventura” (1965), antes de voltar a se destacar como um pistoleiro desalmado em “Nevada Smith” (1966), estrelado pelo antigo colega Steve McQueen. A grande virada em sua carreira aconteceu em 1966, quando precisou optar entre dois convites para integrar o elenco fixo de uma série. Ele recusou o papel de Spock (que voltou para Leonard Nimoy, após ter sido rejeitado no piloto original de “Jornada nas Estrelas”), para viver o mestre dos disfarces Rollin Hand em “Missão: Impossível”, personagem que se tornou um dos favoritos do público. O papel lhe rendeu três indicações ao Emmy. Além de servir para mostrar sua versalidade, ao assumir a identidade dos diferentes vilões da semana, “Missão: Impossível” também lhe permitiu contracenar com sua esposa, Barbara Bain. Os dois trabalharam juntos na série desde o piloto de 1966 até o final da 3ª temporada, em 1969. Ele alegou diferenças criativas para sair da atração, mas os produtores afirmaram que o problema era salarial. Landau queria receber mais por ser o principal destaque do elenco. Por ironia, ao sair da série foi substituído por um novo mestre dos disfarces, Paris, vivido justamente por Leonard Nimoy. Após “Missão: Impossível”, ele tentou retomar a carreira cinematográfica, vivendo o vilão em “Noite Sem Fim” (1970), mas a falta de bons papéis no cinema o fez voltar a se juntar com Bain em outra série, a ficção científica “Espaço 1999”, produção britânica do casal Gerry e Sylvia Anderson (criadores das aventuras de fantoches “Thunderbirds”, “Capitão Escarlate” e “Joe 90”). A trama se passava no futuro, após a Lua sair da órbita da Terra, e acompanhava os sobreviventes da base lunar, enquanto travavam contato com civilizações alienígenas. As histórias eram confusas, mesmo assim a produção durou duas temporadas, entre 1975 e 1977, e perdurou em reprises e no lançamento de telefilmes derivados de seus episódios – o último foi ao ar em 1982. A experiência sci-fi continuou no cinema, com participações no filme de catástrofe apocalíptica “Meteoro” (1979) e nas tramas de contato alienígena “Sem Aviso” (1980) e “O Retorno” (1980). Ele também estrelou o slasher “Noite de Pânico” (1982), como um psicopata foragido de um hospício – junto do veterano Jack Palance – , que abriu uma fase de filmes de terror de baixo orçamento em sua filmografia. O período culminou com o divórcio da esposa e parceira Barbara Bain. Quando experimentava o pior momento da carreira, foi resgatado por Francis Ford Coppola para um dos papéis principais do drama de época “Tucker – Um Homem e Seu Sonho” (1988). A participação lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e voltou a colocá-lo em destaque. Em seguida, juntou-se a outro mestre do cinema, filmando “Crimes e Pecados” (1989), de Woody Allen, como um oftalmologista bem-sucedido, que era assombrado por um segredo mórbido. A homenagem a Fiódor Dostoiévski lhe rendeu sua segunda indicação consecutiva ao prêmio da Academia. Apesar do prestígio conquistado, Landau selecionou mal seu filmes do começo dos anos 1990, participando de “A Amante” (1992), com Robert De Niro, “Sem Refúgio” (1992), com Drew Barrymore, “Invasão de Privacidade” (1993), com Sharon Stone, e “Intersection: Uma Escolha, uma Renúncia” (1994), com Richard Gere. Esta entressafra acabou compensada pelo melhor papel de sua vida. Em 1994, Tim Burton o convidou a encarnar o ator Bela Lugosi na cinebiografia “Ed Wood”. O desempenho foi impressionante, fazendo com que roubasse a cena do astro principal, Johnny Depp. Entrou como franco-favorito na disputa do Oscar e venceu a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante com grande aclamação. No resto da década, Landau manteve um fluxo constante de trabalhos de coadjuvante, vivendo Gepetto em “As Aventuras de Pinocchio” (1996) e um dos misteriosos conspiradores de “Arquivo X: O Filme” (1998), além de integrar os elencos de “Cartas na Mesa” (1998), com os jovens Matt Damon e Edward Norton, “EdTV” (1999), com Matthew McConaughey e Woody Harrelson, e “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), que voltou a juntá-lo com Tim Burton. As opções de cinema foram escasseando no século 21, mas em seus lugares surgiram séries, como “Entourage”, na HBO, na qual viveu um produtor de cinema, e “Desaparecidos/Without a Trace” na TV aberta, como o pai do protagonista (Anthony LaPaglia), que sofria de Alzheimer. Os dois papéis recorrentes lhe valeram indicações a prêmios Emmy, entre 2004 e 2007. Ele chegou a repetir o papel do produtor Bob Ryan no filme de “Entourage”, em 2015. E continuava filmando até hoje, tendo protagonizado “The Last Poker Game”, exibido no Festival de Tribeca deste ano, e finalizado as filmagens de “Without Ward”, com lançamento previsto para agosto. Landau teve duas filhas que seguiram sua carreira. Susan Landau Finch virou produtora de cinema, tendo trabalhado com Francis Ford Coppola em “Dracula de Bram Stoker” (1992), e Juliet Landau ficou conhecida como atriz pela série “Buffy – A Caça-Vampíros”, na qual interpretou a vampira Drusilla.

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