O Candidato Honesto 2: Leandro Hassum será impichado na continuação
O ator Leandro Hassum divulgou em seu Instagram o cartaz da continuação da comédia “O Candidato Honesto”, lançada em 2014. Intitulada “O Candidato Honesto 2: O Impeachment”, a sequência vai se arriscar a satirizar o atual momento político, que tende a polarizar opiniões. Na agora franquia, Hassum vive João Ernesto Praxedes, um político corrupto, que mente o tempo todo, para a família e para os eleitores, trai a esposa e rouba em diversos esquemas de corrupção. Mas, ao contrário do que se vê por aí, o personagem se redimia no primeiro longa, ao assumir todos os seus erros e falar a verdade. O filme de 2014 foi o segundo mais visto do ano, resultado da bem-sucedida parceria comercial entre o roteirista Paulo Cursino e o diretor Roberto Santucci, que dominam o gênero besteirol no Brasil. Entre outros filmes, os dois criaram as franquias “De Perna pro Ar”, estrelada por Ingrid Guimarães, e “Até que a Sorte nos Separe”, que também traz Hassum. A previsão de estreia da continuação é para 2017. Por enquanto, apenas o retorno de Hassum está confirmado.
Leandro Hassum aparece irreconhecível em foto de seu Instagram
O ator Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) divulgou, em seu Instagram, uma foto que pode chocar seus fãs. Ele está saudável, musculoso e até galã – ainda que com cabelos ralos e barba por fazer, embranquecida. Esta aparência é contrastada com uma foto anterior, a do gordinho engraçado de tantas comédias bobas de sucesso. O antes e o depois são apresentados juntos na mesma imagem (veja abaixo). E é impressionante. A legenda diz tudo: “Hoje, 62 quilos depois”. Os fãs elogiaram. Seus seguidores no Instagram disseram que ele está “muito mais bonito” e que “parece outro homem”. Leandro se submeteu à cirurgia de redução de estômago para perder peso em novembro de 2014, após descobrir que sua gordura era uma doença, a obesidade mórbida. Ele foi inspirado por seu amigo, o apresentador André Marques (ex-“Malhação”), que perdeu mais de 50kg após se submeter à mesma operação. Na véspera da cirurgia, ele disse, em entrevista no programa “Encontro com Fátima Bernardes”: “Eu sou gordo desde sempre, sou gordo de raiz. Nunca me imaginei magro, não sei como vai ser”. Agora, ele já sabe. Atualmente, o ator estrela o programa “Chapa Quente”, da Globo. Ele também está no elenco do filme “Malasartes e o Duelo com a Morte”, de Paulo Morelli (“Entre Nós”), que ainda não tem previsão de estreia.
Até que a Sorte nos Separe 3 atinge 1,5 milhão de espectadores
O filme “Até Que a Sorte nos Separe 3” começou 2016 ultrapassando a marca de 1,5 milhão de espectadores nos cinemas brasileiros. O número foi atingido em menos de duas semanas após sua estreia e em pleno reinado de “Star Wars: O Despertar da Força”. Desde a estreia, “Até Que a Sorte nos Separe 3” se mantém como o segundo filme mais assistido do país. A produção estreou em número recorde de salas, 810, marcando a maior distribuição de um filme brasileiro em todos os tempos, o que contribuiu para seu sucesso. Segundo dados compilados pela Rentrak Brasil, a arrecadação da comédia já está em R$ 17 milhões. Novamente dirigido por Roberto Santucci e estrelado por Leandro Hassum, o terceiro filme da franquia também é o mais fraco de todos, com piadas ainda mais apelativas e televisivas, a ponto de contar com um esquete bem caricata sobre a presidente Dilma. Em 2015, apenas seis filmes nacionais tiveram mais de 1 milhão de espectadores – curiosamente, dois deles foram dirigidos por Santucci, enquanto outro foi estrelado por Hassum. Todas as 10 maiores bilheterias brasileiras do ano passado foram comédias.
As 10 maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2015 foram comédias
De acordo com dados compilados pela Rentrak Brasil, o cinema brasileiro se resumiu à comédias em 2015. Pelo menos, do ponto de vista do público, que lotou os lançamentos do gênero. De forma impressionante, todo o Top 10 das maiores bilheterias do ano foi tomado por comédias. O fenômeno é reflexo do “gosto” do circuito, que abriu suas portas para os humorísticos da Globo Filmes. A maioria das comédias listadas tiveram lançamentos em mais de 500 salas de cinema. A mais modesta, “S.O.S. Mulheres ao Mar 2”, abriu em 430 telas, enquanto a mais ambiciosa, “Até que a Sorte nos Separe 3”, saiu derrubando recordes com estreia em 810 salas. Conforme esperado, o filme estrelado por Leandro Hassum precisou só de uma semana para entrar no Top 10 anual. Entre as comédias mais cotadas, quatro são continuações, demonstrando a vocação para blockbuster tropical que o mercado lhes delegou. Quatro também são derivadas de séries ou programas humorísticos, ressaltando a tendência televisiva deste tipo de cinema. Para completar, muitas foram criadas “em série” pela mesma equipe, o que explica porque resultam parecidas, como produtos de uma linha de montagem industrial. Operário padrão, o diretor Roberto Santucci assina três filmes no Top 10 – um fenômeno! – , seguido pela cineasta Chris D’Amato, com dois títulos. É isto mesmo: duas pessoas dirigiram a metade do Top 10 de 2015. O lado B desta concentração é um grande vazio na produção nacional de outros gêneros. Mas isso não é culpa dos cineastas, que rodaram vários filmes, inclusive premiados no exterior. A culpa é, sim, do mercado exibidor, que não programa lançamentos sem rostos sorridentes de atores da TV Globo. Os números não deixam dúvidas. O drama mais bem qualificado no ranking foi “Que Horas Ela Volta?”, produção premiada nos festivais de Sundance e Berlim, e candidato frustrado a uma vaga no Oscar, que teve cobertura intensa na mídia, inclusive com matérias no “Fantástico”. Mesmo assim, foi lançado em ridículas 91 salas. Com o buxixo na imprensa, manteve-se em cartaz por mais tempo que a maioria dos dramas nacionais – cujo destino em 2015 foi entrar e sair dos cinemas em poucos dias – , o que resultou em 496 mil espectadores e a 11ª maior bilheteria nacional do ano. O maior filme de ação, por sua vez, foi “Operações Especiais”, assistido por 358 mil espectadores em 14º lugar no ranking geral. Já o primeiro suspense da relação é “O Vendedor de Passados”, visto por 82 mil pessoas em 20º lugar. Mas a maior curiosidade está na inclusão de dois documentários entre os 20 filmes mais vistos do ano: “O Sal da Terra” (17º lugar) e “Chico – Artista Brasileiro” (19º lugar). É significativo que ambos tenham ficado vários dias em cartaz em salas dedicadas. Ou seja, o público aparece quando encontra os filmes em cartaz. O resto do Top 20 é só comédia. O que não é razão para rir. [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 1. Loucas pra Casar Lançamento em 560 salas 3,7 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 2. Vai que Cola Lançamento em 612 salas 3,2 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 3. Meu Passado Me Condena 2 Lançamento em 602 salas 2,6 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 4. Carrossel Lançamento em 510 salas 2,5 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 5. S.O.S. Mulheres ao Mar 2 Lançamento em 430 salas 1,5 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 6. Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel Lançamento em 550 salas 1,3 milhão espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 7. Linda de Morrer Lançamento em 522 salas 948 mil espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 8. Qualquer Gato Vira-Lata 2 Lançamento em 513 salas 804 mil espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 9. Bem Casados Lançamento em 450 salas 514 mil espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 10. Até que a Sorte nos Separe 3 Lançamento em 810 salas 500 mil espectadores [/symple_column]
Leandro Hassum pode filmar a história de seu pai traficante
A repercussão da revelação do passado de crimes do pai de Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) está inspirando o ator a transformar a história num filme. Ele revelou detalhes sobre a relação com seu pai, preso por tráfico internacional de drogas, em entrevista realizada para o programa de Marília Gabriela, no canal pago GNT. Hassum contou ter sido pego de surpresa na época, aos 21 anos de idade, pois não imaginava que o pai tivesse envolvimento com negócios ilícitos. “Meu pai era responsável pelo transporte da droga do Brasil para a Europa e para os Estados Unidos. Fazia parte da máfia italiana”, ele revelou, emocionando-se ao contar as dificuldades de relacionamento causadas pela prisão, em 1994. “Tive um pai que me amou muito, que era um grande pai, mas ele lidava com essa questão do tráfico como sendo uma profissão. Até a morte, ele disse que não era traficante, ele acreditava ser apenas um comerciante”, disse Leandro. O ator cortou relações com o pai depois que ele foi preso pela segunda vez, novamente por envolvimento com o tráfico, e estava distante quando ele morreu, em novembro de 2014. Para lidar com os sentimentos conflitantes, ele passou por terapia e conta que pretende transformar a história de seu pai em livro, filme ou série. A entrevista em que o ator revela todos os detalhes ainda é inédita e só irá ao ar no próximo domingo, 6 de dezembro.
Leandro Hassum revela que seu pai era traficante e integrava a máfia
Leandro Hassum quebrou um tabu ao falar sobre a relação com seu pai, preso por tráfico internacional de drogas quando o comediante tinha 21 anos. A revelação aconteceu no programa de entrevistas de Marília Gabriela, no canal pago GNT. Hassum contou ter sido pego de surpresa na época, pois não imaginava que o pai tivesse envolvimento com negócios ilícitos. “Meu pai era responsável pelo transporte da droga do Brasil para a Europa e para os Estados Unidos. Fazia parte da máfia italiana”, ele explicou, revelando dificuldades em manter a relação após a prisão, em 1994. “Tive um pai que me amou muito, que era um grande pai, mas ele lidava com essa questão do tráfico como sendo uma profissão. Até a morte, ele disse que não era traficante, ele acreditava ser apenas um comerciante”, disse Leandro. O ator cortou relações com o pai depois que ele foi preso pela segunda vez, 11 anos após ser solto, novamente por envolvimento com o tráfico. Leandro disse que precisou de terapia para lidar com a situação e que pretende transformar a história em um livro. Seu pai morreu há um ano, em novembro de 2014. “Ele infartou uma semana depois (da cirurgia de redução de estômago do ator). Pedi para que, se ele falecesse no dia da minha cirurgia, que não me contassem, mas no dia que tive alta ele faleceu, parecia que estava esperando eu estar bem para poder descansar”, contou Hassum. A entrevista com o ator vai ao ar no dia 6 de dezembro.
Até Que A Sorte Nos Separe 3: Trailer revela que Leandro Hassum é o responsável pela falência do Brasil
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Até Que A Sorte Nos Separe 3”, continuação das desventuras de Tino, personagem de Leandro Hassum que fica milionário e perde tudo em todos os seus filmes. A prévia revela que, desta vez, sua impulsividade também é responsável por criar déficit nas contas públicas, levando o país à falência. A vocação para esquete de TV não dispensa sequer a participação da Presidenta Dilma, outra famosa personagem das comédias brasileiras, com direito até à piada de mandioca. Novamente escrito por Paulo Cursino e dirigido por Roberto Santucci, responsáveis pelas comédias mais bem-sucedidas do cinema brasileiro recente – e outros filmes sem graça – , “Até Que A Sorte Nos Separe 3” estreia em 31 de dezembro.





