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    Diretora de Kung Fu Panda fará sci-fi adolescente com atores reais

    17 de julho de 2016 /

    A diretora sul-coreana Jennifer Yuh Nelson, que realizou os dois últimos longas da franquia animada “Kung Fu Panda”, vai fazer seu primeiro filme com atores reais. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela comandará a adaptação de “Mentes Sombrias” (Darkest Minds), primeiro livro de mais uma trilogia de sci-fi distópica adolescente. Lançado no Brasil em 2013, o livro de Alexandra Bracken retrata um mundo em que a maioria das crianças e adolescentes dos EUA foram dizimadas por uma pandemia. Quando os poucos sobreviventes começam a desenvolver poderes, eles são considerados muito perigosos para conviver com a sociedade e aprisionados em campos de concentração. O primeiro livro apresenta a protagonista Ruby, uma menina de 16 anos com poderes telecinéticos (capacidade de mover objetos com a mente), que escapa de uma dessas prisões e se junta a um grupo de adolescentes em fuga do governo. A premissa, que lembra os quadrinhos de “X-Men” e filmes como “Heróis” (2009), foi adaptada adaptada pelo roteirista Chad Hodge, criador da série “Wayward Pines”, que também é baseada numa distopia literária. Ainda não foram anunciados elenco ou cronograma da produção.

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    Kung Fu Panda 3 continua eterno aprendizado de Po

    11 de março de 2016 /

    Uma fantasia oriental adaptada para crianças ocidentais, de acordo com o olhar de adultos ocidentais. Isso é (até aqui) a trilogia “Kung Fu Panda”, aquela em que você sempre acha que o protagonista virou mestre do kung fu, mas, a cada continuação, descobre que ele ainda não chegou lá e falta algo para aprender. “Kung Fu Panda 3” tenta amarrar toda a saga de Po, sacrificando a trama em nome desse objetivo. Perto do segundo longa alucinado, que tem ação do início ao fim, a terceira aventura é uma grande enrolação. Para segurar a onda, a solução é abusar do carisma do protagonista dublado por Jack Black (ou Lúcio Mauro Filho, que faz um ótimo trabalho no Brasil). O filme ainda inventa novas lições a serem aprendidas pelo personagem, apela para um vilão do além e apresenta dezenas de pandas que nunca terão seus nomes decorados pelo público. Tudo para evitar (em vão) um marasmo que só desaparece quando a animação se aproxima da tradicional luta decisiva no clímax. Tudo bem, a trilogia é concluída de forma satisfatória, mas vamos combinar que este é o filme mais fraco. E que chegou a hora de parar. Ainda que, certamente, Po tenha alguma nova lição para assimilar em “Kung Fu Panda 4”. Pois, até aqui, a franquia tem se demonstrado um arco que nunca se completa e se repete infinitamente. Um exemplo é o final de “Kung Fu Panda 2”, em que Po aceita seu pai adotivo. Fim de papo, certo? Errado. Trataram de apresentar seu pai biológico para o protagonista repensar sua origem (de novo) no “3”; uma desleixada regressão que comprova a falta de criatividade do roteiro. “Kung Fu Panda 3” serve mesmo para vender produtos relacionados à marca, porque, como progressão da franquia, não tem nada a acrescentar. Como exemplo, a moral de sua história ressalta que todo mundo é bom em alguma coisa e que o kung fu pode ser praticado por qualquer um. Legal, mas isso já não tinha sido concluído, quando Po descobriu que era o Dragão Guerreiro no final do “Kung Fu Panda” original?

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    Bilheteria: Kung Fu Panda 3 resiste aos irmãos Coen e zumbis para manter 1º lugar nos EUA

    7 de fevereiro de 2016 /

    A animação “Kung Fu Panda 3” não teve dificuldades para se manter em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas pela segunda semana consecutiva, somando mais US$ 21 milhões em sua conta. Mas onde impressiona mesmo é na China, mercado em que também lidera pela segunda semana. O desempenho chinês já rendeu US$ 100 milhões, metade da arrecadação mundial da produção da DreamWorks Animation. A permanência de “Kung Fu Panda 3” no topo se deu, basicamente, por falta de concorrência. Nenhuma das três estreias amplas da semana teve o sucesso imaginado por seus estúdios. Mesmo abrindo em 2º lugar, “Ave, César”, o novo filme dos irmãos Coen, rendeu apenas US$ 11,4 milhões. É pouco para um filme repleto de astros, como George Clooney, Channing Tatum e Scarlett Johansson. Para piorar, seus espectadores deram C- ao longa, na pesquisa do CinemaScore. Isto significa que não haverá boca-a-boca positivo, mesmo que a crítica tenha gostado – 79% no balanço do Rotten Tomatoes. As outras novidades da semana tiveram desempenho pífio. O melodrama romântico “A Escolha” fez US$ 6 milhões na 5ª posição, mas ganhou nota B+, mostrando a tolerância do público com os lugares-comuns das adaptações do escritor Nicholas Sparks. Já a crítica tapou o nariz, chegando a um consenso negativo de 8% de aprovação. “Orgulho e Preconceito e Zumbis” debutou mais morto que vivo, rendendo somente US$ 5,2 milhões em 6º lugar. Maior lançamento da semana, com distribuição em 2,9 mil salas, tomou também o maior tombo, caindo no buraco das produções medíocres – bem mediano, com B- do CinemaScore e 42% do Rotten Tomatoes para atestar. Mesmo como paródia de drama de época, os zumbis do filme não assustaram ninguém, em parte graças à maquiagem digital, ao estilo “Zumbi Nation”, mas também pela própria ideia “genial” de sua premissa, cuja piada aparece explícita no título. Aparentemente, mash-up é um fenômeno das redes sociais e não dos cinemas, conforme também pode atestar o prejuízo gerado por “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2012), adaptação de romance do mesmo autor, Seth Grahame-Smith. Não contente em escrever essas pérolas, o gênio literário ainda roteirizou um filme, “Sombras da Noite” (2012), que foi outro fracasso retumbante. E com essa incrível folha corrida, acabou contratado para escrever a continuação de “Os Fantasmas Se Divertem” (1988), a animação do Batman Lego e o filme solo do super-herói Flash. Isto é Hollywood. Para completar o rol de lamentações, o filme de pior avaliação crítica da semana nem entrou no Top 30, graças a seu lançamento limitado em 100 salas. Trata-se de “Regression”, suspense espanhol, mas falado em inglês e estrelado por ninguém menos que Emma Watson (franquia “Harry Potter”), que sofreu com 7% de aprovação e cinemas vazios, tendo a pior arrecadação por sala entre todas as 40 maiores bilheterias da semana – pífios US$ 310 por tela. Um fiasco de estarrecer até zumbi de paródia. Mas o fim de semana não foi só luta por centavos. “Star Wars: O Despertar da Força” ampliou sua fortuna, atingindo dois marcos históricos, como o primeiro filme a atingir US$ 900 milhões de faturamento nos EUA e o terceiro a passar dos US$ 2 bilhões em todo o mundo. A sci-fi de J.J. Abrams já está colada em “Titanic” (1997) e pode ultrapassar o navio de James Cameron nas próximas semanas. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Kung Fu Panda 3 Fim de semana: US$ 21 milhões Total EUA: US$ 69 milhões Total Mundo: US$ 198,1 milhões 2. Ave, César Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 138,1 milhões Total Mundo: US$ 247,6 milhões 3.

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    Kung Fu Panda 3: Conheça a Pandiva Mei Mei em vídeos da nova animação

    25 de dezembro de 2015 /

    A DreamWorks divulgou quatro vídeos de Mei Mei, nova personagem da animação “Kung Fu Panda 3″. Ela é uma Panda, ou melhor Pandiva, e se não der para notar pelos vídeos, seu nome quer dizer bonita. Mei Mei é dublada em inglês por Kate Hudson (“Noivas em Guerra”) e aparece logo abaixo em uma cena do filme, um clipe musical e dois outros vídeos em que demonstra como seu ego é maior que seu corpinho. Po vai conhecer Mei Mei junto com seus parentes, ao reencontrar seu pai perdido e ser convidado a visitar a vila de pandas onde vive sua família. O problema é que, ao mesmo tempo, um mestre maligno do kung fu resolve confrontá-lo. Sua única chance é evoluir ainda mais e virar professor, ensinando artes marciais para seus parentes desajeitados. Além de Kate Hudson e Jack Black, que volta a dublar Po, o elenco de vozes originais conta novamente com os veteranos da franquia Angelina Jolie, Jackie Chan, Lucy Liu, David Cross, James Hong, Seth Rogen e Dustin Hoffman, intérpretes dos mestres do kung fu, e se reforça com Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Li, o pai de Po, e J.K. Simmons (“Whiplash”) como o vilão Kai. A história é dos mesmos roteiristas dos filmes anteriores, a dupla Jonathan Aibel e Glenn Berger. A cineasta Jennifer Yuh Nelson, que dirigiu “Kung Fu Panda 2″, também está de volta ao comando da produção, desta vez em parceria com Alessandro Carloni, animador do longa anterior. A estreia está marcada para 29 de janeiro nos EUA e só em 3 de março no Brasil.

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    Kung Fu Panda 3: Po tenta transformar sua família em kung fu pandas em novo trailer dublado

    17 de dezembro de 2015 /

    A Fox Film do Brasil divulgou um novo trailer da animação “Kung Fu Panda 3″, em versões legendada e dublada. A prévia destaca a família de Po, o urso Panda que virou mestre do kung fu nos sucessos de 2008 e 2011. Ao reencontrar o pai perdido, Po é convidado a conhecer a vila de pandas onde vive sua família, ao mesmo tempo em que um mestre maligno do kung fu resolve confrontá-lo. Sua única chance é evoluir ainda mais e virar professor, ensinando artes marciais para seus parentes desajeitados. Além de Jack Black, que volta a dublar Po, o elenco de vozes originais conta novamente com os veteranos da franquia Angelina Jolie, Jackie Chan, Lucy Liu, David Cross, James Hong, Seth Rogen e Dustin Hoffman, intérpretes dos mestres do kung fu, e se reforça com Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Li, o pai de Po, Kate Hudson (“Noivas em Guerra”) como a panda Mei Mei e J.K. Simmons (“Whiplash”) como o vilão Kai. A história é dos mesmos roteiristas dos filmes anteriores, a dupla Jonathan Aibel e Glenn Berger. A cineasta Jennifer Yuh Nelson, que dirigiu “Kung Fu Panda 2″, também está de volta ao comando da produção, desta vez em parceria com Alessandro Carloni, animador do longa anterior. A estreia está marcada para 29 de janeiro nos EUA e só em 3 de março no Brasil.

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    Comercial de Kung Fu Panda 3 faz referência a Star Wars

    15 de dezembro de 2015 /

    A 20th Century Fox divulgou dois comerciais da animação “Kung Fu Panda 3″, centradas no reencontro de Po com sua família desconhecida. Uma das prévias faz uma divertida referência a “Star Wars” – mais especificamente, a uma famosa cena de “O Império Contra-Ataca” (1980). Ao reencontrar o pai perdido, Po é convidado a conhecer a vila de pandas onde vive sua família, ao mesmo tempo em que um mestre maligno do kung fu resolve atacá-los. Mas para salvar os pandas, Po terá que evoluir ainda mais e virar um professor, ensinando kung fu para seus desajeitados parentes. Além de Jack Black, que volta a dublar Po, o elenco de vozes originais conta novamente com os veteranos da franquia Angelina Jolie, Jackie Chan, Lucy Liu, David Cross, James Hong, Seth Rogen e Dustin Hoffman, intérpretes dos mestres do kung fu, e se reforça com Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Li, o pai de Po, Kate Hudson (“Noivas em Guerra”) como a panda Mei Mei e J.K. Simmons (“Whiplash”) como o vilão Kai. A história é dos mesmos roteiristas dos filmes anteriores, a dupla Jonathan Aibel e Glenn Berger. A cineasta Jennifer Yuh Nelson, que dirigiu “Kung Fu Panda 2″ (2011), também está de volta ao comando da produção, desta vez em parceria com Alessandro Carloni, animador do longa anterior. A estreia está marcada para 29 de janeiro nos EUA e só dois meses depois, em 17 de março, no Brasil.

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    Kung Fu Panda 3: Po encontra sua família nos novos pôsteres e trailer dublado

    16 de novembro de 2015 /

    A Fox Film do Brasil divulgou um novo trailer da animação “Kung Fu Panda 3″, em versões legendada e dublada. A prévia destaca a família de Po, o urso Panda que virou mestre do kung fu nos sucessos de 2008 e 2011. Ao reencontrar o pai perdido, Po é convidado a conhecer a vila onde vive sua família, ao mesmo tempo em que um mestre maligno do kung fu resolve atacá-los. Para salvar os pandas, Po terá que evoluir ainda mais e virar um professor, ensinando kung fu para seus desajeitados parentes. Toda a parentada também ilustra dois novos pôsteres americanos, recém-liberados. Além de Jack Black, que volta a dublar Po, o elenco de vozes originais conta novamente com os veteranos da franquia Angelina Jolie, Jackie Chan, Lucy Liu, David Cross, James Hong, Seth Rogen e Dustin Hoffman, intérpretes dos mestres do kung fu, e se reforça com Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Li, o pai de Po, Kate Hudson (“Noivas em Guerra”) como a panda Mei Mei e J.K. Simmons (“Whiplash”) como o vilão Kai. A história é dos mesmos roteiristas dos filmes anteriores, a dupla Jonathan Aibel e Glenn Berger. A cineasta Jennifer Yuh Nelson, que dirigiu “Kung Fu Panda 2″, também está de volta ao comando da produção, desta vez em parceria com Alessandro Carloni, animador do longa anterior. A estreia está marcada para 29 de janeiro nos EUA e só dois meses depois, em 17 de março, no Brasil.

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