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  • Música,  Reality,  TV

    Autodestruição de Karol Conká rende recordes de audiência para a Globo

    24 de fevereiro de 2021 /

    A rapper Karol Conká eletrizou o país com o papel de vilã no “BBB 21”, criando intrigas, brigas e confusões, e seu sucesso no programa foi atestado por recordes de audiência. A eliminação da “mamacita” foi o episódio mais assistido do programa em uma década. Desde o “BBB 10”, nenhum outro dia do reality show tinha reunido tantos espectadores diante da televisão. De acordo com dados prévios do Kantar Media Ibope, o episódio da noite de terça (23/2) obteve média de 37,7 pontos com pico de 39,9. Para se ter uma ideia, o índice é mais alto do que a final do “BBB 20”, considerado fenomenal com 34,2 pontos. O episódio também foi mais assistido que todos os da temporada anterior. Para completar, a cantora ainda quebrou o recorde de rejeição do público ao ser eliminada com 99,17% dos votos. Sua aparição na manhã desta quarta (24/2) no programa “Mais Você” também refletiu essa popularidade às avessas, atraindo o maior público desde a morte de Tom Veiga, que interpretava o Louro José. De acordo com dados prévios do Ibope, a atração comandada por Ana Maria Braga registrou média de 14 pontos, com picos de 15. Isto significa que teve mais gente assistindo a reprimenda ao vivo de Karol Conká no “Mais Você” que pessoas vendo qualquer outra coisa naquele horário, porque a audiência somada de todos os outros canais não passou da metade do público da Globo. Em contraste com o sucesso registrado pela emissora de TV, a recente “popularidade” não foi nada boa para a carreira da rapper num primeiro momento. Ela perdeu seguidores, contratos de publicidade e teve até programas de TV e shows cancelados por ter ficado com o estigma de maligna. Durante a conversa no “Mais Você”, Karol afirmou estar arrependida de seus erros no “BBB 21”, mas percebeu que virou a “nova Carminha ou Nazaré”, referindo-se às vilãs das novelas “Avenida Brasil” (2012) e “Senhora do Destino” (2004). Vários artistas “malvados” seguem carreiras bem-sucedidas no meio musical, especialmente no rap, onde não faltam pseudo-gângsteres.

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  • Reality,  TV

    Ataques de Lumena e Karol Conká juntam Chiquititas na torcida por Carla Dias no BBB 21

    14 de fevereiro de 2021 /

    Karol Conká e Lumena são responsáveis por unir virtualmente as “Chiquititas” originais. Enquanto a rapper curitibana pegou o costume de desdenhar de Carla Dias no “BBB 21” por seu passado de ex-Chiquitita, a ativista sugeriu que o programa era racista por não ter crianças negras. Mas as duas erraram feio. Carla tinha 7 anos quando participou da novela do SBT, de 1997 a 1999, no papel de Maria, uma das órfãs do Raio de Luz. Mas se ela for como outras ex-Chiquititas, lembrar desse trabalho só vai lhe encher de orgulho. As colegas da atriz no elenco da novela demonstraram, nas redes sociais e em entrevistas, muita satisfação por terem feito parte do produção, que marcou época na televisão brasileira e ainda revelou talentos como Débora Falabella, Sthefany Brito, Kayky Brito e Bruno Gagliasso, todos ex-“Chiquititas”. A atriz Flávia Monteiro, que viveu a professora Carolina, postou um vídeo emocionado nas redes sociais em que exalta Carla e o trabalho na novela. “Conheço o caráter da Carla e fiquei muito aflita com as coisas que aconteceram lá dentro, com a sensação de querer proteger… Fiquei muito emocionada com as falas dela, que bom que ela está enxergando, lá dentro deve ser muito difícil. Dá vontade de entrar na televisão e falar, acorda!”, registrou. Ela tem publicado vários comentários sobre o programa, lamentando “aquela galera” que “combinou de criar situações para desestabilizar a Carla”. “Olha o nível dessa gente. Só nos resta torcer para que a pequena consiga manter o equilíbrio diante dessas atitudes doentias”, descreveu no Twitter. Já no Instagram, Flávia publicou uma foto da época da produção para lembrar que está fazendo 20 anos que a novela acabou. “Quero aproveitar e deixar aqui registrado o quanto sou grata e o meu amor profundo à todos que participaram da novela e partilharam comigo essa fase tão iluminada”, exaltou. Além da “professora”, atrizes que eram crianças na época da produção repercutiram o tratamento recebido pela colega no “BBB”. Giselle Medeiros, que interpretou a chiquitita Dani, lamentou que Karol Conká e Lumena tentem diminuir Carla por ser ex-atriz mirim. “Algumas pessoas têm o costume de dizer que atores são dissimulados, falsos, mentirosos, mas não sabem que pra ser ator é necessário muita, mas muita sensibilidade e empatia. Se colocar no lugar do outro não é simples, não existe uma técnica ou fórmula mágica, mas esses ingredientes estão em abundância na essência da Carla”, disse numa reportagem do UOL. Ela ainda destacou que a experiência de trabalhar em “Chiquititas”, gravada na Argentina, e a responsabilidade de se fazer uma novela com 7 anos foi dificílima. “São poucos que sabem da luta e foco que tivemos para participar desse trabalho, deixamos familiares, amigos, estilo de vida aqui no Brasil e fomos em busca do nosso sonho, estudo e horas de gravação”, lembrou. “Não foi ‘conto de fadas’, foi necessário muita garra e determinação, e a Carlinha, que mal sabia ler, já tinha a responsabilidade de decorar textos, gravar e se mostrava guerreira desde pequena sempre com um sorriso lindo no rosto, ninguém apagará isso”. Vivian Nagura, a chiquitita Bel, comparou as atitudes de Carla e Karol no reality show. “Achei uma falta de respeito e de integridade da participante Karol Conká. Por um surto e por uma situação criada em sua mente agiu de forma descompensada e alienada”. Em contraste, ela achou “a atitude da Carlinha fina e equilibrada. Haja inteligência emocional para esse tipo de pessoa!”. Renata Del Bianco, que foi Vivi em “Chiquititas”, quis dar um conselho. “Se eu pudesse sentar com a Carlinha agora, a primeira coisa que falaria é para se unir com o G3 [Gilberto, Sarah e Juliette], são pessoas do bem, são pessoas com caráter, estão jogando de uma forma leve e divertida. Diria para ela prestar a atenção para as pessoas que estão a volta dela e para confiar nos seus instintos, ela é racional, sensata, consegue distinguir quem está certo e quem está errado, só que lá dentro é mais complicado.” Ela também reproduziu, em suas redes sociais, a fala de Lumena, que criticou a novela do SBT por não ter negros no elenco. E apontou: “Alguém avisa pra Lumena que nas duas versões de ‘Chiquititas’ tinham sim artistas negros! Quer Militar?! Pelo menos tem que saber o que esta falando!” Aretha Oliveira, que interpretou a Pata, uma das meninas negras, também focou no comentário infeliz de Lumena. “Em uma coisa a Lumena está certa, ela realmente não assistiu ‘Chiquititas’ (e perdeu uma novelão por sinal). Eu no caso fiquei do começo ao fim, mas nos quase 4 anos de novela houve outras crianças negras também, como Dani, Neco, Mosca, Binho e Polyana…” Ela concordou que artistas negros precisam “estar em mais espaços de forma igualitária, não queremos ser ‘o único’ ou ‘um dos poucos'”. Mas ressaltou: “Não tenho dúvida que estamos lutando duro para isso, e que aos poucos as mudanças começaram a acontecer. Falta muito? Com certeza, mas negar cada conquista não é o caminho jamais…” Aretha concluiu falando do orgulho de ter interpretado uma das personagens mais queridas da novela. “Só agradeço a possibilidade de ter estado ali, por tudo que isso representou na minha vida e da minha família, e por tantas meninas terem se sentido representadas pela Pata, nossa Pata!” Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Aretha Oliveira (@arethaoliveiraoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Renata Del Bianco (@renatabdb) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Flavia Monteiro (@flaviamonteiro) Desculpem o desabafo, não me aguentei…🥺🤍🦋#bbb21 #estamosjuntos pic.twitter.com/UUv7Oeyt7u — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 8, 2021 Hj é dia de festa! 🎉 E infelizmente soube q aquela galera 🤘🏼 combinou de criar situações p desestabilizar a @Carladiaz. Olha o nível dessa gente😓, só nos resta torcer p q a pequena consiga manter o equilíbrio diante dessas atitudes doentias. #ContigoCarlaDiaz #DiazNoBBB #BBB21 pic.twitter.com/KgGM3AD1hl — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 11, 2021 “não sou atriz de Chiquititas” 🙄🐍Um grande favor! #bbb21 — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 12, 2021

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  • Música,  Reality,  TV

    Karol Conká tem programa suspenso após polêmicas no BBB 21

    2 de fevereiro de 2021 /

    A GNT anunciou ter suspendido a exibição do programa “Prazer, Feminino”, apresentado pela rapper Karol Conká e a ex-BBB Marcela McGowan. “O programa ‘Prazer, Feminino’, produção apresentada por Karol Conká e Marcela Mc Gowan que estreou no YouTube do Canal GNT em outubro de 2020, terá sua data de exibição na TV revista. A produção segue publicada na plataforma digital do canal GNT”, diz o comunicado. Embora não dê maiores explicações, o adiamento já é consequência da participação de Karol Conká no “BBB 21”. A rapper também teve seu show virtual cancelado na programação do Rec-Beat. Gravada na Pinacoteca de São Paulo antes do confinamento, a apresentação da cantora iria ao ar no dia 14 de fevereiro. “Acompanhamos as últimas declarações de Karol Conká no ‘BBB 21’ e reafirmamos nossa total e absoluta discordância de suas atitudes, que vão contra os princípios basilares do Rec-Beat e do nosso público”, declarou a organização do evento, de forma bem clara. No reality show da TV Globo, a rapper curitibana disse frases consideradas preconceituosas contra nordestinos e religiosos, e vem pegando pesado com outro personagem polêmico, Lucas Penteado, após este criar um clima ruim no programa. Lucas vem sendo “punido” pela rapper, que o chamou de “abusador” e chegou a expulsá-lo da mesa para que ela pudesse comer. Estas atitudes, porém, não estão sendo bem vistas fora do confinamento Segundo a análise de dados do site Social Blade, Karol Conká perdeu mais de 300 mil seguidores desde domingo passado (31/1), após o público questionar suas falas e atitudes. O reverso deste quadro também pode ser conferido, pois Lucas superou o número de seguidores da rapper no Instagram, conquistando mais de 1,3 milhão de fãs em menos de uma semana. Agora, ele tem cerca de 1,9 milhão de seguidores, enquanto ela caiu para 1,4 milhão. Famosos como Regiane Alves, Tatá Werneck, Jojo Todynho, Emicida, Ingrid Guimarães e outros nomes também já comentaram a postura da cantora e saíram em defesa do ator.

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  • Reality,  TV

    BBB 21 infla Instagram dos participantes antes mesmo da estreia

    20 de janeiro de 2021 /

    Bastou a Globo revelar os participantes do “BBB” 21 para o número de seguidores dos participantes disparar nas redes sociais. A cantora Karol Conka ganhou 200 mil seguidores no Instagram em menos de uma hora, enquanto a atriz Carla Diaz passou de 2,2 milhões para 2,5 milhões. Mas o mais impressionante aconteceu com os integrantes menos conhecidos, mostrando como a máquina da fama trabalha – criando popularidade da noite para o dia, apenas pela perspectiva de fama. Dois exemplos: o fazendeiro Caio tinha aproximadamente 2 mil seguidores e passou a acumular mais de 72 mil, enquanto o professor de geografia João Luiz possuía 2,8 mil seguidores e em poucas horas atingiu mais de 65 mil. O “BBB” 21 começa na próxima segunda-feira (25/1).

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  • Música

    Karol Conka reflete “Tempos Insanos” em clipe influenciado pela pop art

    3 de julho de 2020 /

    A rapper Karol Conka lançou o clipe de “Tempos Insanos”, parceria com WC no Beat, que impressiona por evocar uma instalação de arte moderna. O vídeo manifesta a letra de Karol usando basicamente cenários diminutos e efeitos de edição visual. Estão lá o isolamento, protestos contra a violência policial, a crise habitacional, notícias do Brasil e do mundo sobre os dias de apocalipse viral e social. Minimalista, o vídeo usa referências das artes plásticas para enfatizar sua mensagem. Em vez de dançarinas de fundo, coreografia brega ou apelo sensual abundante, a cenografia rouba literalmente a cena com seus ambientes icônicos. Há uma simulação de ocupação residencial, concebida com muito grafite e colorido espraiado à la Jackson Pollock, e um cubículo forrado com páginas de jornal, que lembra as colagens de Robert Rauschenberg. Além disso, a própria Karol sofre intervenções gráficas que evocam tanto Andy Warhol quanto a fase criativa da MTV. Basquiat, Aguilar, Richard Hamilton, pop art, abstrata, referências em remix na colagem sonora hip-pop atual. A direção é da dupla Arthur Carratu e Haruo Kaneko, do Studio Curva, que trabalhou no projeto com o escultor-grafiteiro Jey77.

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  • Série

    Série sobre “Corona Party” reúne Samantha Schmütz, Tom Cavalcante, Adriane Galisteu e Karol Conká

    9 de junho de 2020 /

    Enquanto produtores do mundo inteiro buscam formas de adequar o distanciamento social à obras de ficção, uma série humorística brasileira faz sucesso nas redes sociais mostrando o caminho, ao explorar todo o potencial do formato. Trata-se de “Alta Sociedade Baixa”, uma Insta-série, isto é, uma série com episódios publicados no Instagram, que começou a ser disponibilizada no começo de maio. Um mês depois, a produção já rendeu seis episódios e tem aumentado sua lista de participações especiais com diversas celebridades. Criada pelos diretores Rodrigo Pitta e Marcello Bosschar, com direção também de Mariana Jorge, a série gira em torno de um grupo da alta sociedade carioca que não aguenta mais o tédio da quarentena e pretende se reunir numa “Corona Party” ilegal. O humor é ácido e debochado e todo o elenco gravou suas participações em suas próprias casas, sem contato entre si. A montagem, entretanto, às vezes sugere maior proximidade. Assim como na trama, o elenco é repleto de famosos, como Samantha Schmütz, Tom Cavalcante, Adriane Galisteu, Karol Conká, Theodoro Cochrane, Glamour Garcia, Gustavo Mendes, Gorete Milagres, Leonardo Miggiorin, Reynaldo Machado e Pablo Morais. O ponto de partida é a decretação de um lockdown no Rio. Quem sair na rua pode ser preso imediatamente, crime inafiançável. Mas a socialite Lidia, papel de Schmütz, e aspirante a futura primeira dama do Rio de Janeiro arma em seu apartamento uma festinha para oito convidados. A série é veiculada apenas no Instagram, em um perfil criado especialmente para a obra (@altasociedadebaixa) e também nos perfis de todos os atores e produtores do elenco. Ao todo, serão 12 capítulos, dos quais metade já foram disponibilizados, sempre às sextas-feiras, a partir das 11h. Veja o trailer abaixo. Ver essa foto no Instagram Ficção ou Realidade ?! Um grupo de socialites cariocas , resolve driblar a quarentena durante a pandemia e fazer uma festinha….Vem aí uma INSTASÉRIE no IGTV. Tudo filmado de casa , sem contato físico entre diretores e atores que estão em cidades diferentes , entre o Brasil e os EUA. Uma crítica ácida e bem humorada sobre a alta sociedade brasileira , sobre o momento atual, com um elenco incrivel, dirigido pelo Rodrigo Pitta e a Mariana Jorge! @samanthaschmutz @theocochrane @galisteuoficial @gustavomendestv @glamourgarcia @leo_miggiorin @karolconka @pabloxmorais @tomcavalcante @goretemilagres @rodrigo_pitta @marianajustmariana @teamo.live @altasociedadebaixa #altasociedadebaixa #instaserie Uma publicação compartilhada por Alta Sociedade, Baixa ⚘ (@altasociedadebaixa) em 30 de Abr, 2020 às 7:06 PDT

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  • Música

    Spotify lança clipe e documentário para celebrar luta das mulheres por mais espaço

    16 de outubro de 2018 /

    A plataforma Spotify divulgou o clipe e o documentário “Escuta as Minas”. A iniciativa reúne cantoras como Elza Soares, Karol Conká, Maiara e Maraisa, Tiê, Martnália, Lan Lanh, As Baianas e a Cozinha Mineira e o grupo Mulamba para celebrar a luta das mulheres por seu espaço. O trabalho é mais uma colagem que uma canção propriamente dita. A chamada música reúne trechos de versos de várias épocas, como “Ô Abre Alas” (1899), de Chiquinha Gonzaga, “Reposta” (1970), de Maysa, “Relicário” (1995), que fez sucesso na voz de Cássia Eller, “O Que Se Cala” (2018), nova canção de Elza Soares, “A Culpa é Dele” (2018), de Marília Mendonça cantada em parceria com a dupla Maiara e Maraisa, “Mulamba” (2017), da banda que leva o mesmo nome, e “Bate a Poeira” (2013), de Karol Conká. O documentário que acompanha o clipe, por sua vez, traz depoimentos das artistas sobre feminismo e suas carreiras. Tiê, por exemplo, lembra como sua avó, a atriz Vida Alves, foi chamada de vadia ao protagonizar o primeiro beijo na TV. “Fui criada com ideais feministas, mas não se falava claramente sobre isso. Hoje digo para as minhas filhas que somos sim feministas”, conta a cantora. O momento é oportuno, mas o trabalho é genérico, sem levantar bandeiras específicas, além de ressaltar uma das poucas áreas do país em que as mulheres sempre foram muito bem representadas, a música popular brasileira – “a luta segue, por mais mulheres na música…” E mesmo assim sem referenciar várias personalidades icônicas, como Rita Lee, Nara Leão, Clara Nunes, Elis Regina, as Mercenárias, Vange Leonel, Marina Lima, Dona Ivone Lara, Joyce, Angela Rô-Rô, só para citar um punhado de revolucionárias. Veja abaixo.

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  • Música

    Novo clipe de Karol Conka faz ode ao sexo oral feminino

    8 de junho de 2017 /

    A rapper Karol Conka divulgou seu novo clipe, “Lalá”, uma ode ao sexo oral feminino, que usa flores como metáfora visual e explora a ineficácia masculina na hora do “lalá”. Isto é, de lamber lá. “Não sabe a diferença de um clitóris para um ovário”, canta Karol, de forma crítica. “Escrevi essa música na intenção de informar as pessoas da necessidade da prática e da técnica do sexo oral na mulher. Tive a ideia de fazer um clipe com uma equipe toda formada por mulheres de forte posicionamento”, explicou a artista no release que acompanha o lançamento. “Tivemos ideias coletivas que mostram o universo feminino de uma maneira doce e ao mesmo tempo divertida. A intenção é passar a mensagem quebrando o tabu de maneira informativa e criativa.” A letra, que trata do assunto de forma direta e sem pudor, ganhou um vídeo lúdico dirigido por Vera Egito (roteirista de “Elis” e diretora de “Amores Urbanos” e “Restless Love”) e Camila Cornelsen (cinematógrafa de “Restless Love”), na mesma linha colorida, repleta de figurinos e glitter, que tem marcado os clipes da nova geração de funkeiras. O detalhe é que, para ilustrar com línguas e virilhas a mensagem de empoderamento, o vídeo empregou uma alarmante quantidade de atores de pele clara em sua produção, deixando Karol como a única pessoa de pele escura falando sobre igualdade de direitos e prazeres. Pois é.

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  • Música

    Lázaro Ramos e Taís Araújo estrelam novo clipe de Karol Conka

    19 de outubro de 2016 /

    A rapper Karol Conka lançou o clipe da música “Maracutaia”, que é colorido como dita a tendência do funk brasileiro pós-Anitta. Enquanto ela canta, o vídeo ilustra a letra, que fala de um homem que se acha muito malandro para conquistar as mulheres, mas no fundo é um grande otário. A historinha é interpretada pelo casal Lázaro Ramos e Taís Araújo. “Obrigada pelo convite, Karol! Amamos a ideia e mais ainda participar desse novo momento da sua carreira!”, escreveu a atriz nas redes sociais. A direção é da dupla de publicitários Brendo Garcia e Adriano Gonfiantini.

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