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  • Série

    Miracle Workers: 2ª temporada da série de Daniel Radcliffe ganha trailer

    14 de dezembro de 2019 /

    O canal pago TBS divulgou o trailer da 2ª temporada de “Miracle Workers”, que revela que a série virou um programa completamente diferente. Apenas o elenco, encabeçado por Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) e Steve Buscemi (“Boardwalk Empire”), permanece o mesmo. Descrita agora como uma série de antologia, “Miracle Workers” trocou a trama passada no céu, com anjos e Deus, por uma comédia medieval, ao estilo da clássica “Blackadder”, onde não faltam piadas sobre terraplanismo, execuções públicas, menestréis e a existência do diabo. Além disso, ganhou um subtítulo. A nova fase vai se chamar “Miracle Workers: Dark Ages”. A série é uma criação de Simon Rich, ex-roteirista do humorístico “Saturday Night Live”, que também criou a sitcom romântica “Man Seeking Woman”. O elenco que retorna para novos episódios ainda inclui Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”), Karan Soni (“Deadpool”), Sasha Compere (“he Dead Girls Detective Agency”) e Jon Bass (“A Grande Jogada”). A estreia de “Miracle Workers: Dark Ages” está marcada para 28 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Trolls 2: Trailer dublado em português transforma roqueiros em vilões

    22 de novembro de 2019 /

    A Universal divulgou o trailer dublado de “Trolls 2” (Trolls: World Tour), sequência da animação de 2016, que vai abordar uma guerra entre diferentes estilos musicais. No novo longa, a rainha Poppy e Branch fazem uma descoberta surpreendente: existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. E o rock – denominação do som que no trailer é representado como heavy metal dos anos 1980 – é o vilão dessa história. Os roqueiros querem dominar o mundo Troll e acabar com os outros gêneros musicais. A ironia dessa premissa é que ela representa o oposto do que sempre aconteceu no mundo real, onde o pop foi criado no final dos anos 1950 para acabar com o rock. E finalmente conseguiu seu objetivo no século 21, após se mesclar com o R&B e fazer sumir qualquer vestígio de rock nas paradas de sucesso comercial. O pop basicamente dominou o mundo. Assim, “Trolls 2” é uma inversão completa do que realmente acontece no mundo da música, mostrando-se mais um ataque declarado do pop contra o rock, que pretende ensinar às crianças como roqueiros representam o mal. Em suma, o que o pastor Jimmy Lee Swaggart já fazia nos anos 1950, ao conclamar seguidores a queimar os discos de rock – música do diabo. A continuação bizarra traz Justin Timberlake e Anna Kendrick de volta aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente. E entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e até Ozzy Osbourne (“Um Diabo Diferente”). Nas cópias sem dublagem em português, ao menos. Os roteiristas são os mesmos do primeiro filme, Jonathan Aibel e Glenn Berger, e a direção está a cargo da dupla Walt Dohrn e David P. Smith, que estreiam em longa-metragem após comandarem episódios de séries animadas. A animação tem estreia marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Trailer da continuação de Trolls mostra roqueiros como vilões

    14 de novembro de 2019 /

    A DreamWorks Animation divulgou os novos pôster e trailer de “Trolls: World Tour”, sequência da animação “Trolls” (2016), que vai abordar uma guerra entre diferentes estilos musicais. No novo longa, a rainha Poppy e Branch fazem uma descoberta surpreendente: existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. E o rock – denominação do som que no trailer é representado como heavy metal dos anos 1980 – é o vilão dessa história. Os roqueiros querem dominar o mundo Troll e acabar com os outros gêneros musicais. A ironia dessa premissa é que ela representa o oposto do que sempre aconteceu no mundo real, onde o pop foi criado no final dos anos 1950 para acabar com o rock. E basicamente conseguiu seu objetivo no século 21, após se mesclar com o R&B e fazer sumir qualquer vestígio de rock nas paradas de sucesso comercial. “Trolls: World Tour” é apenas o mais novo capítulo dessa história antiga de ataque do pop contra o rock, que pretende ensinar às crianças como roqueiros representam o mal. Basicamente, o que o pastor Jimmy Lee Swaggart já fazia há meio século, ao conclamar seguidores a queimar os discos de rock – música do diabo. A continuação bizarra traz Justin Timberlake e Anna Kendrick de volta aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente. E entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e até Ozzy Osbourne (“Um Diabo Diferente”). Os roteiristas são os mesmos do primeiro filme, Jonathan Aibel e Glenn Berger, e a direção está a cargo da dupla Walt Dohrn e David P. Smith, que estreiam em longa-metragem após comandarem episódios de séries animadas. A animação tem estreia marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Trailer da continuação de Trolls é ataque contra o rock

    20 de junho de 2019 /

    A DreamWorks Animation divulgou o trailer de “Trolls: World Tour”, sequência da animação “Trolls” (2016). E há tantas coisas erradas no vídeo musical que era preferível o silêncio. Não “o som do silêncio”, já que este é um dos problemas – o clássico depressivo “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel, virou exemplo de música fofa na prévia, que ainda não foi legendada ou dublada para o lançamento nacional. No novo longa, a rainha Poppy e Branch fazem uma descoberta surpreendente: existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. E o rock – denominação do som que no trailer é representado como heavy metal dos anos 1980 – é o vilão dessa história. Os roqueiros querem dominar o mundo Troll e acabar com os outros gêneros musicais. A ironia dessa premissa é que ela representa o oposto do que sempre aconteceu no mundo real, onde o pop foi criado no final dos anos 1950 para acabar com o rock. E basicamente conseguiu seu objetivo no século 21, após se mesclar com o R&B e fazer sumir qualquer vestígio de rock nas listas de sucessos comerciais. “Trolls: World Tour” é apenas o mais novo capítulo dessa história antiga de ataque do pop contra o rock, que pretende ensinar às crianças como roqueiros representam o mal. Basicamente, o que o pastor Jimmy Lee Swaggart já fazia há meio século, ao conclamar seguidores a queimar os discos de rock – música do diabo. A continuação bizarra traz Justin Timberlake e Anna Kendrick de volta aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente. E entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e Ozzy Osbourne (“Um Diabo Diferente”). Os roteiristas são os mesmos do primeiro filme, Jonathan Aibel e Glenn Berger, e a direção está a cargo da dupla Walt Dohrn e David P. Smith, que estreiam em longa-metragem após comandarem episódios de séries animadas. A animação tem estreia marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Primeiras impressões de Pokémon: Detetive Pikachu exaltam elogios e emoção

    25 de abril de 2019 /

    Parece que Hollywood finalmente acertou a adaptação de um videogame. “Pokémon: Detetive Pikachu” está recebendo uma enxurrada de elogios no Twitter, após as primeiras sessões para a imprensa nos Estados Unidos. Um nerdista (que trabalha no site Nerdist) assumiu até ter chorado de emoção durante a projeção. O filme é baseado num game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. Nele, Pikachu tem um chapeuzinho de Sherlock Holmes e fala. Na versão hollywoodiana, o personagem de Justice Smith (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão na voz de Ryan Reynolds (o Deadpool), dublador do personagem. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o filme com muitos pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. E este detalhe agradou bastante aos críticos americanos. “‘Detetive Pikachu’ é facilmente o melhor filme inspirado em um videogame e um prazer para quem cresceu assistindo ‘Pokémon’. Quem imaginou que Ryan Reynolds viraria uma bola de fofura e sustentaria o filme merece um aumento”, destacou David Crow, editor do Den of Geek. ‘Detetive Pikachu’ é pura alegria do começo ao fim. É uma história charmosa, amorosa e muito bem construída. Muitos referências para fãs de Pokémon. Meus olhos ficaram marejados”, assumiu Dan Casey, diretor criativo do Nerdist. “O filme é muito divertido e repleto de easter eggs. Os fãs de ‘Pokémon’ vão amar, mas ele também é acessível para quem não conhece o universo”, escreveu Steven Weintraub, editor do site Collider. “Como eles puderam fazer Pikachu tão fofo? Ele acerta em cheio no mundo do Pokémon e ver aquelas criaturas incríveis já vale o preço do ingresso. Se você ama Pokémon, vai amar o filme”, previu Terry Schwartz, editora do IGN. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”), a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”), e a estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Filme do Detetive Pikachu ganha vídeo e coleção de pôsteres com vários pokémon

    12 de abril de 2019 /

    A Warner divulgou seis pôsteres chineses de “Pokémon: Detetive Pikachu”, que destacam individualmente os principais pokémons do filme, e um vídeo que apresenta todos os demais monstrinhos da produção, com destaque para o fofo e perigoso Psyduck. Na versão hollywoodiana, o personagem de Justice Smith (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão na voz de Ryan Reynolds (o Deadpool). Outro detalhe curioso é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que a trama se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o filme com muitos pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. Aí é que entra Mewtwo, o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998, e que voltou à ativa no mais recente longa animado da franquia. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Pokémon: Detetive Pikachu ganha novos pôsteres e comerciais com cenas inéditas

    2 de abril de 2019 /

    A Warner divulgou quatro pôsteres e comerciais de “Pokémon: Detetive Pikachu”. Repletas de cenas inéditas, as prévias dão maior destaque à personagem de Kathryn Newton (série “Supernatural”), praticamente ignorada pelo material anterior, destacam a reviravolta da participação de Mewtwo e comprovam que a dublagem de Ryan Reynolds deixa Pikachu com o mesmo humor ácido de Deadpool – ao menos, da versão “família” de “Era uma Vez um Deadpool”. Na versão hollywoodiana, o personagem de Justice Smith (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão na voz de Reynolds/Deadpool. Outro detalhe curioso é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que a trama se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o filme com muitos pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. Aí é que entra Mewtwo, o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998, e que voltou à ativa no mais recente longa animado da franquia. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Loja de Unicórnios: Brie Larson volta a trabalhar com Samuel L. Jackson no trailer de sua estreia na direção

    22 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou fotos, pôster e o trailer legendado de “Loja de Unicórnios” (Unicorn Store), que marca a estreia de Brie Larson na direção, além de voltar a reunir a estrela de “Capitã Marvel” com Samuel L. Jackson. O filme acompanha uma garota (Larson) que é reprovada em sua faculdade de arte, volta a morar na casa dos pais e arranja um emprego medíocre de estagiária num escritório. Quando acredita que nunca mais materializará seus sonhos, recebe o convite para conhecer uma loja que garante ter tudo o que ela deseja. E o que ela sempre quis na vida foi ter um unicórnio. Samuel L. Jackson vive O Vendedor – com iniciais maiúsculas, como o personagem deixa claro – , que promete lhe entregar o unicórnio, desde que ela se mostre “digna”. Mas onde guardar o unicórnio? Obviamente, não no porão da casa dos pais. E como alimentá-lo? Enquanto embarca nessa jornada, ela se vê confrontando a família e todos os que não acreditam em seu delírio. O vídeo já explica a moral da história, ao argumentar que “todo mundo precisa de magia na vida, mesmo sendo adulto”. Larson se apaixonou pelo roteiro de Samantha McIntyre (série “Married”), que estava engavetado após quase ser filmado em 2012 por Miguel Arteta (“Alexandre e o Dia Terrivel, Horrível, Espantoso e Horroroso”). Na ocasião, Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) teria o papel principal. O resultado representa, na verdade, a terceira parceria de Larson e Jackson, que também trabalharam juntos em “Kong: A Ilha da Caveira”. E o elenco ainda inclui Bradley Whitford (“Corra!”), Joan Cusack (“Uma Secretária de Futuro”), Karan Soni (“Deadpool”), Hamish Linklater (“Legion”) e Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”). O detalhe é que “Loja de Unicórnios” foi filmado muito antes de “Capitã Marvel”. Com dois curtas como diretora no currículo, Larson resolveu assumir as filmagens logo após vencer o Oscar de Melhor Atriz (por “Quarto do Pânico”) em 2016. Trabalhando em clima de pequena produção indie, apresentou o resultado pela primeira vez no Festival de Toronto de 2017. Só depois a produção foi negociada com a Netflix. A estreia está marcada para 5 de abril em streaming.

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  • Filme

    Pikachu enfrenta Mewtwo no novo trailer dublado do Pokémon americano

    26 de fevereiro de 2019 /

    A Warner divulgou um novo trailer dublado e legendado (ao mesmo tempo!) de “Pokémon Detetive Pikachu”. Repleta de cenas inéditas, aparição aleatória do DJ Diplo e ao som (ainda mais aleatório!) de um hit do filme “Footloose”, a prévia destaca muitos pokémons, inclusive o vilão Mewtwo, estragando uma surpresa da trama – se bem que o spoiler já tinha vazado em blogs americanos. Na versão hollywoodiana, o personagem de Justice Smith é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão, quando se lembra que o bichinho tem a mesma voz de Deadpool (isto é, do ator Ryan Reynolds)! Outro detalhe curioso é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o filme com muitos pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. Aí é que entra Mewtwo, o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998, e que voltou à ativa no mais recente longa animado da franquia. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Confira abaixo o trailer nacional e a versão americana, com a dublagem original.

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    Comercial do filme de Pokémon revela que o Pikachu de Hollywood é poliglota

    15 de fevereiro de 2019 /

    A Warner divulgou um comercial de “Pokémon Detetive Pikachu” que destaca novos pokémons da produção, além de demonstrar que Pikachu não só fala inglês perfeito como ainda se arrisca em espanhol. Nada mal para uma criaturinha japonesa que nunca tinha dito uma frase sequer mais de 20 anos. No filme, o personagem de Justice Smith é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão, quando se lembra que o bichinho tem a mesma voz de Deadpool (isto é, do ator Ryan Reynolds)! Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o vídeo de pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. Dizem (o site We Got this Covered diz) até que o vilão Mewtwo faz parte da história. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Estúdio já desenvolve continuação do inédito Pokémon: Detetive Pikachu

    26 de janeiro de 2019 /

    Ainda faltam quase quatro meses para a estreia de “Pokémon: Detetive Pikachu”, mas o estúdio Legendary já está planejando a sequência do longa. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a produtora contratou o roteirista Oren Uziel (do horroroso “O Paradoxo Cloverfield”) para escrever a continuação. A ideia é dar início à produção tão logo a bilheteria de “Pokémon: Detetive Pikachu” confirme as expectativas do estúdio. Claro que tudo muda se o filme se provar um fracasso – neste caso, o custo do roteiro não produzido será debitado da pilha de prejuízos do longa. No filme, o personagem de Justice Smith é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão, quando se lembra que o bichinho tem a mesma voz de Deadpool (isto é, do ator Ryan Reynolds)! Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Comercial do filme de Pokémon mostra o que acontece quando Deadpool dubla Pikachu

    21 de janeiro de 2019 /

    A Warner divulgou um comercial de “Pokémon: Detetive Pikachu” nas redes sociais, que mostra o que acontece quando o intérprete de Deadpool é contratado para dublar Pikachu. O inevitável: muita piada de pika e até pum. O vídeo é curto, mas tenta explicar como o Pikachu virou falante e abusado no cinema. A prévia mostra que só o principal personagem humano e outros pokémons entendem o que ele diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que realmente soa como uma palavrão na voz de Deadpool, ou melhor, Ryan Reynolds. Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título do filme, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. No filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Já o elenco destaca Justice Smith (série “The Get Down”) como Tim, além de Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Kathryn Newton (série “Supernatural”), Ken Watanabe (“A Origem”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Karan Soni (também de “Deadpool”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ryan Reynolds revela imagem de captura facial de sua interpretação de Pikachu

    30 de dezembro de 2018 /

    O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) compartilhou em seu Instagram um foto do processo de captura de movimento para viver Pikachu no filme “Pokémon: Detetive Pikachu”. A imagem revela que, além de dublar o monstrinho, ele também vai emprestar suas expressões faciais para o personagem. “Você é adorável! Você é adorável! Você é adorável!”, ele escreveu ao lado da imagem. O filme é a adaptação de um game da Nintendo, que em inglês se chama “Great Detective Pikachu”. E é bem diferente dos desenhos que os fãs conhecem. Para começar, jogo e filme mostram Pikachu com um chapeuzinho de Sherlock Holmes para deixar claro que ele é um detetive – o público não saberia sem o chapéu, imagina-se. Mas a maior diferença é que o Pikachu fala na produção de cinema. Ou melhor, sua fala é entendida como uma conversa normal por outros pokémons e por um humano em particular, um jovem americano chamado Tim Goodman. Para o resto do mundo, porém, tudo o que ele diz continua a ser entendido como repetições do mesmo palavrão – pika-pika-pika. Graças a sua capacidade única para entendê-lo, Goodman se alia ao Detetive Pikachu para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Já o elenco destaca, além de Ryan Reynolds como a voz de Pikachu, o ator Justice Smith (série “The Get Down”) como Tim, e ainda Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Kathryn Newton (série “Supernatural”), Ken Watanabe (“A Origem”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Karan Soni (também de “Deadpool”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Pokémon: Detetive Pikachu | Monstrinhos celebram Natal com anjo de neve em novas imagens As expressões do ator são refletidas no personagem por um sistema de pontos digitais. Confira abaixo! >> CONTINUA APÓS PUBLICIDADE O elenco do live-action do jogo homônimo inspirado no universo de Pokémon conta com Ryan Reynolds (como a voz de Pikachu), Justice Smith, Ken Watanabe e Kathryn Newton. A história seguirá um falante Pikachu, que ama café e solucionar problemas. Visualizar esta foto no Instagram. YOURE ADORABLE YOURE ADORABLE YOURE ADORABLE YOURE ADORABLE Uma publicação compartilhada por @ rynrenolds em 30 de Dez, 2018 às 11:11 PST

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