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    Lisa, do BLACKPINK, lança clipe com cover de Britney Spears

    26 de dezembro de 2023 /

    Lisa, uma das integrantes do grupo BLACKPINK, lançou o clipe de “My Only Wish (This Year)”, cover da cantora Britney Spears com temática natalina. No vídeo, a estrela do K-Pop deixa as coreografias de lado para apresentar uma abordagem mais simples, que a mostra pelas ruas de Paris, na França, onde ela recebe uma rosa e um bilhete amoroso. A artista ainda aparece admirando a Torre Eiffel enquanto veste um vibrante casaco amarelo.   Canção de Britney Spears A versão original de “My Only Wish (This Year)” foi lançada em 2000 na coletânea natalina “Platinum Christmas”, onde apareceu ao lado de gravações de artistas como TLC, Backstreet Boys e R. Kelly. A revista Rolling Stone chegou a classificar o single em 84º lugar na lista abrangente de músicas lançadas por Britney Spears ao longo dos anos.

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    Estreias | Sem blockbusters, destaques do cinema são filmes de festivais

    30 de novembro de 2023 /

    Os cinemas recebem nada menos que 13 estreias nesta quinta (30/11). “O Jogo da Invocação” tem a distribuição mais ampla, em 600 telas, seguido por “As Aventuras de Poliana”. Prova do estrago causado pela suspensão das cotas no mercado nacional, o filme baseado na novela de sucesso do SBT vai ocupar um circuito menor que o do terror americano feito para a internet – “O Jogo da Invocação” saiu apenas em VOD nos EUA. As melhores opções da semana estão no circuito limitado. A quantidade e qualidade dos lançamentos sugere até um mini-festival internacional com exibição comercial, destacando obras premiadas de Hirokazu Kore-eda, Aki Kaurismäki, Roberto Andò, Aitch Alberto, Gustavo Vinagre e Carolina Markowicz. Deste timão, vale destacar o drama brasileiro “Pedágio”, de Markowicz, que atingiu nada menos que 100% de aprovação no portal americano de críticas Rotten Tomatoes, e “Monster”, a nova obra-prima de Kore-eda. Confira abaixo todos os lançamentos em detalhes.   O JOGO DA INVOCAÇÃO   O terror ambientado na histórica cidade de Salem, Massachusetts, tenta transformar jogos infantis como esconde-esconde e pega-pega em cenários de horror mortais. O enredo gira em torno de uma faca amaldiçoada, entalhada com ossos e inscrita com a frase “I Will Play, I Won’t Quit”, que possui vítimas e as obriga a participar de versões distorcidas de jogos infantis. A trama começa como uma noite de babysitting tranquila, mas rapidamente se transforma em uma luta contra um espírito vingativo do passado sombrio da cidade. O elenco reúne Natalia Dyer (“Stranger Things”), Asa Butterfield (“Sex Education”) e Benjamin Evan Ainsworth (“Pinóquio”) como irmãos presos na maldição. Ainsworth entrega uma performance impressionante como o primeiro personagem possuído pela faca demoníaca, enquanto Butterfield se destaca como o irmão mais velho, que se torna o novo recipiente do demônio e inicia um massacre em uma pequena reunião de adolescentes. Embora apresente uma ideia intrigante, o filme dos estreantes Eren Celeboglu e Ari Costa, tem uma execução superficial e pouco entusiasmo para explorar o potencial dos jogos em cenas de horror criativas. Os jogos em si são retratados de maneira simplista, e as cenas de morte são moderadas, evitando exibir muita violência. A produção é do estúdio AGBO dos irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”).   AS AVENTURAS DE POLIANA   Continuação cinematográfica de duas novelas populares e longas do SBT, a produção apresenta um novo capítulo na vida de Poliana (Sophia Valverde) e seus amigos, após o término do ensino médio. A trama se concentra na jornada de Poliana, que almeja estudar no exterior, enfrentando a descrença de seu pai (Dalton Vigh), que questiona sua maturidade. Determinada a provar sua independência e capacidade, Poliana decide trabalhar no Maya Palace, um eco resort paradisíaco, sendo acompanhada por seu namorado João (Igor Jansen) e os amigos Kessya (Duda Pimenta) e Luigi (Enzo Krieger). Enquanto Poliana é favorecida devido à sua situação financeira, seus amigos enfrentam tarefas mais desafiadoras e perigosas. Contudo, a história se aprofunda quando os amigos descobrem que o resort, administrado por uma mulher corrupta, está envolvido em crimes ambientais que prejudicam a comunidade local. Oportunidade para o público reencontrar personagens queridos e embarcar em novas aventuras, o filme ainda apresenta temas como amizade, sonhos, questões ambientais, classes sociais e o contraste entre a corrupção e a inocência juvenil. O roteiro é de Iris Abravanel, autora da novela original, enquanto a direção é assinada por Cláudio Boeckel (“Gaby Estrella: O Filme”).   PEDÁGIO   Com apenas dois longas, a brasileira Carolina Markowicz já é uma diretora reconhecida no circuito internacional. Seu primeiro longa-metragem, “Carvão”, foi selecionado para festivais renomados como Toronto e San Sebastián, estabelecendo sua reputação como uma cineasta inovadora e corajosa, e “Pedágio” repetiu a dose, inclusive com direito a prêmio, o Tribute Award, no Festival de Toronto como talento emergente. A obra emerge como um poderoso drama repleto de angústia e embate familiar, centrado em Suellen, uma cobradora de pedágio na estrada de Cubatão, que busca fazer dinheiro para financiar a participação de seu filho, Tiquinho, em uma controversa terapia de “cura gay”. O elenco, liderado por Maeve Jinkings (“Os Outros”), traz uma performance notável, capturando a essência de uma mãe dilacerada pelo conflito entre o amor pelo filho e as pressões sociais. O novato Kauan Alvarenga (que trabalhou no curta “O Órfão”, da diretora), por outro lado, dá vida a Tiquinho com uma mistura de vulnerabilidade e força, representando a juventude LGBTQIAP+ que luta por aceitação e amor em uma sociedade hostil, dominada por dogmas religiosos. “Pedágio” se destaca também por sua abordagem técnica, com cenários que refletem a solidão dos personagens e uma trilha sonora que aprimora a experiência emocional do filme. O elenco ainda inclui Thomás Aquino (também de “Os Outros”), Aline Marta Maia (“Carvão”) e Isac Graça (da série portuguesa “Três Mulheres”).   MONSTER   Aclamado com 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes e vencedor do troféu de Melhor Roteiro no último Festival de Cannes, o novo drama do mestre japonês Hirokazu Kore-eda (“Assuntos de Família”) se desenrola em três partes distintas, iniciando com um incêndio em um prédio que serve como um marco temporal e simbólico para a trama. A primeira seção acompanha a vida de Saori (Sakura Ando), mãe solteira, e seu filho Minato (Soya Kurokawa). Eles compartilham um lar amoroso, porém caótico, revelando uma relação delicada onde Saori ainda sofre pela morte do marido e Minato exibe comportamentos preocupantes. As ações de Minato, incluindo uma confissão sobre o professor Michitoshi (Eita Nagayama), desencadeiam uma cadeia de mal-entendidos e conflitos com a escola. À medida que a história retorna ao incêndio, a perspectiva se altera para Michitoshi, oferecendo uma visão alternativa dos eventos e questionando as noções de culpa e intenção. O filme se torna ainda mais complexo com o terceiro foco em Yori (Hinata Hiiragi), colega de Minato, cuja realidade oscila entre ser um agressor, vítima ou uma figura mais enigmática. Ao longo do filme, observa-se que Minato luta para compreender e expressar seus sentimentos, que parecem estar relacionados à sua sexualidade emergente. A maneira como Kore-eda aborda este aspecto é característica de seu estilo: com empatia e uma perspectiva humana profunda, sem recorrer a estereótipos ou dramatização excessiva – o que lhe valeu a Palma Queer no Festival de Cannes. O sentido do título é multifacetado e simbólico, refletindo os vários mal-entendidos, julgamentos precipitados e percepções distorcidas que os personagens têm uns dos outros. Cada personagem, em algum momento, pode ser visto como um “monstro” aos olhos dos outros. Entretanto, não são necessariamente figuras aterrorizantes ou malévolas, mas pessoas comuns envolvidas em situações complicadas ou mal compreendidas. A história desafia o espectador a refletir sobre como julgamentos apressados podem levar a perceber os outros de maneira distorcida, oferecendo-se como uma lição de empatia. O ritmo meticuloso, seu tom sensível e a trilha sonora de Ryuichi Sakamoto (vencedor do Oscar por “O Último Imperador”), que faleceu em março, antes da première da produção, ampliam a experiência cinematográfica, construindo um ambiente que complementa a montanha-russa emocional retratada. O resultado é uma das melhores obras de um diretor conhecido por só fazer filmes bons.   FOLHAS DE OUTONO   O 20º longa-metragem do premiado diretor Aki Kaurismäki (“O Porto”) venceu o Prêmio do Júri do último Festival Cannes. Sua narrativa compassiva e despojada acompanha dois indivíduos solitários da classe trabalhadora em Helsinque, Holappa (Jussi Vatanen), um frequentador assíduo de um bar de karaokê, e Ansa (Alma Pöysti), uma funcionária de supermercado que vive sozinha. O cenário outonal pinta Helsinque com tons de cinza e uma atmosfera melancólica, onde os personagens navegam por suas existências marginais. Ela é demitida por pegar um bagel vencido no trabalho e ele enfrenta uma batalha constante com o alcoolismo. Apesar de viverem vidas desencorajadoras, uma noite em um bar de karaokê muda o curso de suas trajetórias, quando eles se encontram e vislumbram a possibilidade de um amanhã melhor. Mas, ao contrário das típicas comédias românticas americanas, não há um florescer imediato de romance. Em vez disso, Kaurismäki opta por explorar a gradual descoberta de uma centelha que pode despertar suas almas. Com uma duração concisa de 81 minutos, o filme contém momentos de humor característico de Kaurismäki, como a cena em que Ansa e Holappa assistem “Os Mortos Não Morrem” de Jim Jarmusch, oferecendo uma visão singular sobre a vida cotidiana, a resiliência humana e a busca por conexão – os principais temas da filmografia do mestre finlandês.   A ESTRANHA COMÉDIA DA VIDA   A comédia de Roberto Andò (“O Caravaggio Roubado”) mergulha no universo criativo e mental de Luigi Pirandello, um dos maiores dramaturgos italianos, que no filme é interpretado pelo veterano Toni Servillo (“A Grande Beleza”), numa atuação magistral de artista em crise. Distanciando-se do formato de biografia convencional, a trama entrelaça realidade e ficção, retratando um momento crucial na vida do autor. A narrativa acompanha uma viagem de Pirandello à Sicília em 1920 para um funeral, quando ele contrata dois coveiros (interpretados pelos comediantes Salvatore Ficarra e Valentino Picone), que sonham em ser atores. Esse encontro inesperado se torna o ponto de partida para a criação de “Seis Personagens à Procura de um Autor”, uma das peças mais emblemáticas do dramaturgo. Andò, também conhecido por seu trabalho como novelista e diretor teatral, demonstra habilidade ao ir do realismo para a comédia abstrata, usando a representação como uma ferramenta para análise e confronto com a loucura, via a capacidade dos artistas de fazer o implausível parecer possível. Seu reconhecimento foram 14 indicações ao prêmio David di Donatello (o Oscar italiano), das quais venceu quatro, incluindo Melhor Roteiro Original e Melhor Produção do ano.   OS SEGREDOS DO UNIVERSO   O sensível filme de estreia da diretora queer Aitch Alberto foca na amizade e evolução do relacionamento entre dois adolescentes mexicano-americanos, Aristotle “Ari” (interpretado pelo novato Max Pelayo) e Dante (o também novato Reese Gonzales), no início dos anos 1980 em El Paso, Texas. O filme explora o despertar sexual e emocional dos personagens de maneira delicada e criativa, evitando estereótipos comuns em narrativas similares. Ari é um personagem introspectivo, lutando para entender a si mesmo e ao mundo ao seu redor. Ele se depara com as rígidas normas de masculinidade no ambiente escolar e enfrenta um ambiente familiar tenso, marcado pelo silêncio do pai, Eugenio Derbez (“Acapulco”), e a preocupação contida da mãe, interpretada por Veronica Falcón (“Perry Mason”). Sua solidão é uma parte significativa de sua identidade inicial, especialmente em relação ao irmão que está na prisão, um assunto que é tabu em sua família. Dante, por outro lado, é mais extrovertido, curioso sobre o mundo e apaixonado por arte e literatura. Filho de pais amorosos e liberais, interpretados por Kevin Alejandro (“Lucifer”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”), possui uma visão de mundo mais aberta e é mais confortável com sua identidade. Ele introduz Ari à natação e compartilha com ele seu amor pela arte, música e literatura, ajudando a abrir o mundo do outro de maneiras novas e significativas. A química entre Pelayo e Gonzales é um ponto forte, com ambos os atores entregando performances carismáticas e convincentes em papéis complexos. Mas o filme também tem uma fase de separação geográfica, quando Dante se muda para Chicago e a história passa a ser contada através de cartas, oferecendo uma perspectiva introspectiva sobre os personagens. Embora aborde temas sérios, como a violência contra a comunidade LGBTQIA+, a obra se destaca por sua atmosfera de compaixão e expressão de emoções genuínas, identidade pessoal e sexual, e as complexidades da experiência adolescente.   TRÊS TIGRES TRISTES   Aproveitando-se do contexto da pandemia de Covid-19, a obra apresenta uma realidade alternativa onde uma nova cepa do vírus afeta diretamente a memória dos infectados. O roteiro satiriza as reações da sociedade brasileira à pandemia, com momentos que exploram o humor e o absurdo, como um influenciador fazendo vídeos sobre o vírus no TikTok. No centro da trama, estão três jovens: Isabella (Isabella Pereira), Pedro (Pedro Ribeiro) e Jonata (Jonata Vieira), que compartilham uma quitinete em São Paulo. Enquanto Isabella se...

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    Rei Charles III homenageia BLACKPINK com medalhas da Ordem do Império Britânico

    22 de novembro de 2023 /

    As quatro integrantes do grupo de K-Pop BLACKPINK receberam nesta quarta-feira (22/11) o título de membros honorários da Ordem do Império Britânico, das mãos do Rei Charles III. Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa foram honradas com as medalhas da Ordem no Palácio de Buckingham, tornando-se as primeiras artistas musicais não britânicas a receber a honraria. Elas foram homenageadas por serem embaixadoras e defensoras oficiais da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26) de Glasgow. Elas estão atualmente na Inglaterra como convidadas especiais do Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeo, e da Primeira Dama, Kim Kun-hee, durante a visita de estado do governo sul-coreano ao país. Na terça-feira (21/11) o rei Charles III e a rainha consorte Camilla organizaram um luxuoso banquete de estado para a comitiva sul-coreana, que também contou com a presença das quatro integrantes do BLACKPINK. Durante seu discurso, o monarca fez questão de citar as idols. “Aplaudo Jennie, Jisoo, Lisa e Rosé – mais conhecidas coletivamente como BLACKPINK – por seu papel em levar a mensagem de sustentabilidade ambiental a um público global. Só posso admirar como elas conseguem priorizar essas questões vitais, além de serem superestrelas globais.” Já o Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol respondeu: “Se o Reino Unido tem os Beatles, Queen, Harry Potter e David Beckham, a Coreia tem BLACKPINK…”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por The Royal Family (@theroyalfamily)

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    Aespa volta ao mundo virtual no clipe de “Drama”

    10 de novembro de 2023 /

    O grupo feminino de K-pop Aespa lançou o clipe do seu novo single, “Drama”. A música é a faixa-título do quarto mini-álbum do grupo, também intitulado “Drama”. O vídeo dirigido por Sam Son chama atenção por promover um retorno ao mundo virtual de Kwangya, introduzido no single de estreia do grupo, “Black Mamba”, combinando coreografias e sequências de ação – de lutas de espadas à quedas do alto de arranha-céus. A música “Drama” apresenta-se como uma faixa dinâmica, com partes de hip-hop e dança, mas também seções de balada lenta, com a repetição da palavra Drama marcando as mudanças. Novo mini-álbum “Drama” é o segundo lançamento do Aespa em 2023, seguindo o terceiro mini-álbum “MY WORLD” e sua faixa-título “Spicy”, lançados em maio. Além da faixa-título, o mini-álbum inclui novas músicas como “Trick or Trick”, “Don’t Blink”, “Hot Air Balloon” e “You”, além de “YOLO”, apresentada pela primeira vez no concerto ‘SYNK: Hyper Line’ em Seul, em fevereiro, e o recente single em inglês “Better Things”.

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    Grupo de K-Pop denuncia piada racista de Raul Gil: “Me senti idiota”

    10 de novembro de 2023 /

    A cantora Jiwoo, integrante do grupo de K-Pop “Kard”, denunciou uma situação constrangedora vivida no palco do “Programa do Raul Gil”, em 2017. Na ocasião, o grupo sul-coreano participou da atração para promover o lançamento de um single, porém teria virado tema de uma piada racista do apresentador veterano. Na gravação do programa, Raul Gil declarou que os integrantes deveriam “abrir os olhos” e debochou de um idioma asiático ao tentar imitar a pronúncia, com piadas de duplo sentido. A tradutora do grupo não reproduziu os comentários e todos ficaram visivelmente constrangidos. A artista desabafou sobre o ocorrido numa entrevista concedida ao canal Archive-K: “No começo, quando fui ao Brasil, eu sofri muita discriminação racial. Era um programa de TV com grande audiência, com uma pessoa que era praticamente o mestre de cerimônias da nação e ele era racista”, relatou Jiwoo. “Se soubéssemos o que estava acontecendo, ficaríamos bravos. Talvez teríamos até saído do palco”, seguiu a artista, que confessou não ter entendido na hora que havia sofrido racismo na atração brasileira. “Ele estava sendo racista e eu estava sorrindo, porque eu não sabia. Eu era muito nova e inocente na época, me senti idiota depois de ver o vídeo”. Diante da acusação, o filho do apresentador, o diretor Raul Gil Jr, revelou à imprensa que está consultando advogados para saber como lidar com a repercussão. Em entrevista, KARD falou sobre o episódio de desconforto que sofreram enquanto passavam pelo Brasil no Programa do Raul Gil. 'Ele era praticamente o MC da nação e ele era racista e não percebemos na época'.pic.twitter.com/ta0NyVgpOb — Nunca Pause O MV (@npomvtt) November 9, 2023

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    Fãs argentinos do BTS repudiam candidata a vice de Milei, detratora do K-pop

    26 de outubro de 2023 /

    A candidata à vice-presidência da Argentina na chapa de Javier Milei, Victoria Villarruel, enfrenta uma onda de críticas após o ressurgimento de postagens antigas no X, o antigo Twitter. Villarruel expressou desdém pelo K-pop e especialmente o grupo BTS, o que desencadeou uma reação fervorosa dos fãs argentinos do estilo musical. Nos posts datados de 2020, Villarruel expressou: “Ninguém crescido pode escutar k-pop”. Em outro, ela afirmou que “BTS parece nome de uma doença sexualmente transmissível”.   Reação da comunidade K-Pop As descobertas das postagens mobilizaram a comunidade K-Pop na Argentina, que categorizou os comentários como “discurso de ódio” e xenofobia. Uma página de fãs do BTS na Argentina lançou um comunicado repudiando os discursos e pedindo aos fãs que denunciassem as mensagens ofensivas. O apelo não só ressoou entre os fãs argentinos, mas também recebeu apoio de seguidores do México, ampliando o escopo da reação. Além disso, figuras políticas como Juan Grabois, que concorreu nas primárias presidenciais, expressaram solidariedade à comunidade K-Pop.   Reação de Villarruel Apesar da reação, Victoria Villarruel manteve uma postura defensiva, limitando-se a desculpar-se por um incidente específico de notificação, sem retratar-se das opiniões expressas. Tanto Milei quanto Villarruel são conhecidos por seus discursos extremistas, que beiram o cômico caricatural, e que agora estão sob o microscópio de uma base de fãs internacionalmente conectada. 🚨COMUNICADO FANBASES BTS ARGENTINA🚨 Les pedimos que lean atentamente y nos ayuden con la difusión del mismo. pic.twitter.com/TUWSS6ceIT — BTS En ARGENTINA 🇦🇷 (@BTSenARG) October 25, 2023

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    TXT lança clipe de temática sci-fi e som de sintetizadores

    13 de outubro de 2023 /

    O grupo de K-pop Tomorrow X Together (TXT) lançou nesta sexta-feira (13/10) seu terceiro álbum de estúdio, “The Name Chapter: FREEFALL”, acompanhado do videoclipe da faixa-título “Chasing That Feeling”, um synthpop marcado por sons de sintetizadores dos anos 1980. O vídeo começa com Yeojun, Soobin, Beomgyu, Taehyun e Hueningkai aterrissando na Terra, apenas para se encontrar em um esgoto sobrenatural sob a superfície. Guiados por esferas de energia, eles emergem para a superfície, que se revela a cidade de Nova York, partindo em trajetos e modos de transporte separados até se encontrarem para dançar num cruzamento de ruas movimentadas da metrópole. Cheio de efeitos visuais, o vídeo é inspirada por filmes de ficção científica como “A Origem”, com escadas móveis e estradas que se curvam. Um ano bem-sucedido O lançamento do novo álbum ocorre em um ano significativo para o TXT, que também lançou um documentário no Disney+, revelando os bastidores de sua última turnê, “Tomorrow X Together: Out Lost Summer”, e se apresentou com Anitta no VMA, principal premiação da MTV. Formado em 2019 pela BIGHIT MUSIC, o quinteto já havia lançado um disco em janeiro deste ano, “The Name Chapter: TEMPTATION”. Segundo os integrantes, enquanto o EP anterior retratava os cinco rapazes oscilando diante da tentação de viver no presente, “FREEFALL” narra o que acontece com eles depois que decidem enfrentar a realidade, perseguir seus sonhos e amadurecer. Além de “Chasing That Feeling”, o álbum “The Name Chapter: FREEFALL” também inclui os singles recentes “Back For More” e “Do It Like That”. O primeiro contou com a participação da estrela brasileira Anitta, enquanto o segundo foi uma colaboração com os Jonas Brothers.

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    Luan Santana pode virar primeiro sertanejo a cantar no Rock in Rio

    11 de outubro de 2023 /

    Roberto Medina, criador do Rock in Rio, quer Luan Santana cantando no festival. O desejo de ter o primeiro artista sertanejo a subir ao palco do Rock in Rio foi revelado nesta quarta (11/10), em entrevista de Medina à Billboard Brasil, onde o empresário defende a diversificação do Rock in Rio e do The Town, e revela planos até para incluir artistas de k-pop em edições futuras. Na entrevista, Medina explicou que a inclusão de Luan Santana na programação é uma meta pessoal. “Eu queria convidar o Luan Santana, não sei por que não conseguimos. Mas ele certamente estará aqui [no The Town] ou no Rock in Rio. Hoje não existe mais espaço para rótulos. Luan é sertanejo, mas também é pop”, afirmou. O empresário ainda elogiou a performance do cantor: “O Luan tem uma performance fantástica, uma trilha fenomenal. Aliás, o convidei para assistir a umas apresentações do The Town comigo”.   K-pop no radar O empresário também aprofundou seus planos para incluir o K-pop, gênero musical originado na Coreia do Sul, em futuras edições do The Town. “Era para ter uma ou duas atrações de k-pop neste ano, porém a negociação não foi adiante. Mas eles estão no meu radar. Principalmente para eventos em São Paulo, onde fazem mais sucesso do que no Rio”, destacou.   Histórico de polêmicas O empresário já enfrentou críticas por diversificar o line-up do Rock in Rio. Em 2017, houve pressão para que Anitta fosse convidada, o que só ocorreu dois anos depois. Por outro lado, a má escalação de artistas brasileiros junto a bandas de heavy metal já rendeu confusões no passado, quando o público rejeitou vocalmente shows de Lobão e Carlinhos Brown.   O novo cenário musical “Eu sempre soube que, para atingir um público de 1,5 milhão de pessoas, era necessário que fosse um projeto transversal em idade e estilo de música. Sempre existiu essa diversidade musical no festival. Mas muita coisa mudou em 38 anos. As grandes bandas envelheceram, o que torna mais difícil trazer os sujeitos para cá”, ponderou Medina. Ele ainda considera dedicar um dia inteiro do festival a artistas brasileiros, citando o sucesso de Jão e Ludmilla em encher estádios. “Por fim, o palco Sunset mostrou que há espaço para a diversidade musical dos dias de hoje”, concluiu. Na conversa que abrangeu diversos gênero, Medina não falou de rock, mas demonstra não cogitar mudar o nome do festival de qualquer tipo de música in Rio.

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    Paramount+ fará documentário sobre boy bands dos anos 1990 e 2000

    3 de outubro de 2023 /

    A Paramount+ anunciou a produção de um documentário que vai explorar o fenômeno das boy bands e seu impacto na cultura pop. O projeto reúne Johnny Wright, empresário de grupos como New Kids On The Block e ‘N SYNC, e Van Toffler, CEO da Gunpower and Sky, para dissecar a era dominada por essas bandas no final dos anos 1990 e início dos anos 2000. Bruce Gilmer, responsável pela programação musical da Paramount, declarou sobre o projeto: “A era das boy bands nos anos 1990 teve um impacto indelével e estará para sempre entrelaçada no cenário da cultura pop. Boy bands continuam sendo sensações globais genuínas até hoje, como visto na histeria dos fãs em todo o mundo durante a reunião do ‘N SYNC no palco do VMA deste ano e na dominação cada vez maior de grandes grupos de K-Pop como BTS, Stray Kids e TXT.” O documentário vai além da música e mergulha nas personalidades que definiram essa época. O filme contará com entrevistas de figuras-chave e acesso a arquivos de imagens e músicas. A direção está a cargo de Tamra Davis, que começou a carreira dirigindo clipes de bandas indies, como The Smiths e Sonic Youth, antes de estourar em Hollywood com a comédia de Adam Sandler “Billy Madison, um Herdeiro Bobalhão” (1995).   De Jackson 5 a BTS Van Toffler, que passou 28 anos na MTV, comentou: “Se você pensar em grupos como o Jackson 5, que abriram o caminho para as boy bands, essa música dominou as paradas por décadas, mas sempre houve um estigma associado a ela. A realidade é que esses são caras insanamente talentosos, que lideravam os pedidos toda semana quando eu administrava o TRL nos anos 1990 e início dos anos 2000. E, quando todos pensamos que o fervor pelas boy bands havia se dissipado, surgem One Direction ou BTS, e seus discípulos como Harry Styles e Justin Timberlake assumem a cultura pop.” O documentário é a mais recente adição à série de documentários musicais da Paramount+, que tem aproveitado sua ligação com a MTV para explorar o segmento no streaming.

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    Sci-fi “Resistência” e terror “Jogos Mortais X” chegam ao cinema

    28 de setembro de 2023 /

    A programação de cinema desta quinta (28/9) está vitaminada com vários destaques. A lista inclui “Resistência”, uma ficção científica que mergulha em questões éticas e filosóficas; “Jogos Mortais X”, que retorna às origens da franquia de terror; “A Filha do Rei do Pântano”, um suspense psicológico que explora segredos familiares; “Pérola”, uma comédia nacional sobre uma mãe que é uma peça; e “Ruim pra Cachorro”, comédia para adultos que subverte as expectativas tradicionais de filmes sobre animais. E ainda há mais sete títulos em circuito limitado. A grande quantidade e variedade de títulos visa atrair grande público para a celebração promocional da Semana de Cinema, em que as principais redes exibidoras terão ingressos a R$ 12 para todos os filmes em cartaz. Confira a seguir os detalhes de cada lançamento.   RESISTÊNCIA   A nova sci-fi de Gareth Edwards, diretor de “Godzilla” (2014) e “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) chega precedida por grande hype. A produção é um thriller de ação passado num futuro distópico, marcado pela guerra entre a humanidade e a inteligência artificial (IA). Com efeitos visuais de ponta, o longa se passa após um atentado que fez os EUA banirem todas as IA e acompanha o agente militar Joshua, interpretado por John David Washington (“Tenet”), em uma missão de invasão na Nova Ásia, região onde as IAs são aceitas, para caçar e matar o Criador, o arquiteto elusivo de uma IA avançada que desenvolveu uma arma misteriosa com o poder de encerrar as guerras e a própria humanidade. Mas, durante a missão, ele acaba descobrindo que a arma de destruição mundial que ele recebeu instruções para eliminar é, na verdade, uma IA com forma de criança. E logo muda de lado, enfrentando desafios arriscados para proteger a jovem androide daqueles que querem destruí-la. A obra tem sido elogiada por sua abordagem ambiciosa num gênero frequentemente dominado por sequências e remakes. A narrativa não explora apenas a guerra entre humanos e IA, mas também mergulha em questões éticas e filosóficas, o que tem lhe rendido comparações a obras icônicas de ficção científica. De fato, a trama lembra vários outros filmes, evocando desde produções sobre a Guerra do Vietnã (como “Apocalypse Now”) até sci-fis sobre IAs (“IA”) e androides (“Blade Runner”). O roteiro original foi escrito por Edwards e Chris Weitz (também de “Rogue One”) e o elenco ainda conta com Gemma Chan (“Eternos”), Ken Watanabe (“A Origem”), Sturgill Simpson (“Dog: A Aventura de Uma Vida”), Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”) e a atriz mirim estreante Madeleine Yuna Voyles.   JOGOS MORTAIS X   O décimo filme da franquia de terror inaugurada em 2004 marca o retorno de John Kramer/Jigsaw, interpretado por Tobin Bell, o infame serial killer dos primeiros lançamentos, que morreu em “Jogos Mortais III”, de 2006. Embora várias continuações sugerissem que ele teria escapado da morte, o vilão continua morto. Seu retorno ao cinema se deve a “Jogos Mortais X” ser uma espécie de prólogo, passado entre o primeiro e o segundo filmes. Na trama, um doente e desesperado John viaja para o México em busca de um procedimento médico experimental e arriscado, na esperança de uma cura milagrosa para seu câncer terminal. No entanto, ele descobre que toda a operação é uma fraude destinada a enganar os mais vulneráveis. Enfurecido, o famoso serial killer retorna ao seu trabalho, virando o jogo contra os golpistas de sua maneira característica, através de armadilhas engenhosas, violentas e perturbadoras, com o objetivo de fazer os criminosos se torturarem para evitar a morte. Além de Tobin Bell, a atriz Shawnee Smith, que interpreta Amanda Young, a sucessora de Jigsaw, também retorna na produção, que completa seu elenco com Synnøve Macody Lund (“Ragnarok”), Steven Brand (“Vikings: Valhalla”), Michael Beach (“Dahmer: Um Canibal Americano”), Renata Vaca (“Pisando Fundo”), Paulette Hernandez (“A Vingança das Juanas”), Octavio Hinojosa (“Por la Máscara”) e Joshua Okamoto (“Control Z”). A direção é de Kevin Greutert, que também volta à franquia após editar os cinco primeiros longas e dirigir “Jogos Mortais 6” (2009) e “Jogos Mortais: O Final” (2010).   A FILHA DO REI DO PÂNTANO   O suspense estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) chega ao Brasil uma semana antes de seu lançamento nos EUA. Na trama, ela vive uma mulher que mantém um segredo terrível sobre seu passado. Helena, a protagonista, tem uma vida aparentemente comum, morando numa cabana com a filha pequena e o namorado. Entretanto, sem que ninguém saiba, ela esconde uma origem sombria e perigosa: seu pai é o infame Rei do Pântano, um assassino que sequestrou sua mãe e as manteve cativas por anos no mato, onde Helena nasceu. Quando ele foge da prisão, Helena sabe que será caçada e, para proteger sua família, precisará usar tudo o que aprendeu com o assassino, buscando forças para enfrentar o homem que a ensinou sobre sobrevivência no mato. O filme é uma adaptação do romance psicológico de mesmo nome de Karen Dionne, com roteiro de Mark L. Smith (“O Regresso”) e direção de Neil Burger (“Divergente”), e o elenco ainda destaca Ben Mendelsohn (“Invasão Secreta”) como o pai foragido e Garrett Hedlund (“Na Estrada”) como o namorado de Ridley.   PÉROLA   Segundo longa dirigido por Murilo Benício (após “O Beijo no Asfalto), a comédia adapta um texto clássico do teatro brasileiro, escrito por Mauro Rasi, que conta a história da matriarca do título pelo ponto de vista do seu filho Mauro, logo após saber da morte da mãe. Ao voltar para sua casa de infância, ele revive momentos da família, principalmente as manias da sua mãe, suas ilusões, senso de humor e desejo de querer controlar todas as coisas, lembrando-a com um carinho particular, que apenas o distanciamento e o tempo permitem. A história segue em torno do relacionamento complexo entre mãe e filho, com conflitos, conversas na cozinha e sonhos traduzidos na construção de uma piscina no quintal. Drica Moraes (“Os Outros”) vive Pérola e Leonardo Fernandes (“Deserto Azul”) é Mauro, o filho que ela não conseguiu controlar nos loucos anos 1970. Exibido no Festival do Rio, o filme foi aplaudido de pé pelo público.   RUIM PRA CACHORRO   Embora filmes de cachorros falantes sejam uma tradição no cinema infantil, “Ruim para Cachorro” é uma comédia para adultos, permeada por humor escatológico e diálogos repletos de palavrões, distanciando-se do tom usualmente sentimental que se associa à produções caninas. Isto tende a causar uma desconexão entre a expectativa do público e o conteúdo real do filme, o que ajuda a explicar seu fracasso de bilheteria nos EUA. Além disso, os cachorros dublados por comediantes como Will Ferrell (“Barbie”) e Jaime Foxx (“Clonaram Tyrone!”) não impressionaram a crítica, apesar dos elogios a seus treinadores, que conseguiram fazê-los atuar de forma convincente. O filme de Josh Greenbaum (“Duas Tias Loucas de Férias”) segue Reggie, um border terrier de 2 anos (com a voz original de Ferrell) que é abandonado por seu dono Doug (Will Forte, de “Nebraska”) em uma cidade distante de sua casa. Ao ser deixado sozinho, Reggie se junta a Bug, um Boston terrier (dublado por Jamie Foxx), e outros cães de rua, incluindo Hunter, um Grande Dinamarquês ansioso (voz de Randall Park, de “WandaVision”) e Maggie, uma pastora australiana inteligente (dublada por Isla Fisher, de “Truque de Mestre”). Juntos, eles embarcam em uma jornada para se vingar de Doug e ajudar Reggie a morder os genitais de seu ex-dono. O grupo de cães enfrenta diversas situações ao longo de sua jornada, desde festas com pizza e cerveja até um encontro com uma águia predatória. A trama também explora a relação entre Reggie e Bug, que se tornam amigos improváveis e aprendem lições valiosas um com o outro. Apesar de seu humor grosseiro, o longa oferece momentos de observação canina perspicaz que adicionam profundidade à história.   DAVID CONTRA OS BANCOS   A comédia britânica é baseado na história real de Dave Fishwick (Rory Kinnear, de “Men: Faces do Medo”), um empresário da classe trabalhadora em Burnley, Inglaterra, que decide criar um banco comunitário ético com o objetivo de doar todos os lucros para instituições de caridade locais. O enredo se desenvolve em torno dos desafios legais enfrentados pelo protagonista para estabelecer seu banco, uma vez que grandes instituições financeiras, que dominam o mercado local há 150 anos, estão dispostas a “lutar sujo” para impedir que ele abale o status quo. Com isso, a trama se torna uma história de Davi (ou Dave) contra Golias. Com direção de Chris Foggin (assistente de Madonna em “W.E.: O Romance do Século”), a obra faz parte de uma tradição de filmes “feel-good” britânicos que abordam questões de classe e regionalismo, e visam servir de inspiração para o público. Além de Rory Kinnear, o elenco destaca Joel Fry (“Cruella”) como um advogado cético, que inicialmente vê o caso de Dave como uma batalha impossível, mas que gradualmente se torna um aliado crucial para tirar o banco do papel, e Phoebe Dynevor (“Bridgerton”) numa subtrama romântica com o advogado.   TERRA DE DEUS   O belíssimo filme do islandês Hlynur Pálmason explora a jornada de um jovem sacerdote luterano dinamarquês (interpretado por Elliott Crosset Hove), que é enviado à Islândia para estabelecer uma igreja. A trama se passa no final do século 19 e aborda temas como fé, colonialismo e a tensão entre a natureza e a civilização. O jovem padre enfrenta desafios tanto físicos quanto espirituais em sua missão, desde a travessia de paisagens inóspitas até o confronto com suas próprias dúvidas e a resistência da população local. Sua relação com seu guia (Ingvar Sigurdsson, de “O Homem do Norte”) serve como um microcosmo das tensões culturais e espirituais que o padre encontra em meio à beleza austera e ameaçadora da Islândia. Fotógrafo amador, o padre também registra as paisagens em imagens, que o filme, por sua vez, exibe aos espectadores numa tela com cortes laterais para evocar o formato de fotografias. Lançado no Festival de Cannes e vencedor de 14 prêmios internacionais, o longa tem 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e é o candidato da Islândia à vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2024.   A CASA DOS PRAZERES   Adaptação do livro erótico de Emma Becker, o filme dirigido por Anissa Bonnefont (“Wonder Boy”) acompanha a vida de Emma (Ana Girardot, de “Les Revenants”), uma escritora que se infiltra em uma casa de prostituição em Berlim para encontrar material para seu próximo livro. A narrativa não busca emitir juízos sobre a prostituição, mas sim oferecer um olhar objetivo e desapegado sobre o tema, focando na jornada pessoal da protagonista e suas interações com outras mulheres no bordel. Entretanto, acaba transformando as cenas de sexo num sumário de fetiches, abrindo mão de explorar a complexidade emocional e psicológica da personagem principal. Ana Girardot recebeu os maiores elogios por sua atuação, descrita como uma das mais corajosas do cinema francês recente, e o elenco ainda destaca Rossy de Palma (“Mães Paralelas”) e Aure Atika (“The Night Manager”).   NOSSO LAR   O filme “Nosso Lar” estreou originalmente em 2 de abril de 2010, data que marcou os 100 anos de nascimento de Chico Xavier. O relançamento comemora os 80 anos do livro do mesmo nome, escrito em 1943 por Chico Xavier enquanto psicografava o médico André Luiz. O livro acompanha a chegada do médico falecido ao além, onde encontra um “plano espiritual” com vários prédios e moradores. A obra foi considerada polêmica na época, por ser a primeira a abordar a mediunidade de forma aberta. Ele inspirou, por exemplo, a novelista Ivani Ribeiro na criação da novela “A Viagem”. Adaptado pelo diretor Wagner de Assis, que era roteirista de filmes da Xuxa e depois desse sucesso se especializou em produções espíritas, o longa chamou atenção por sua equipe hollywoodiana, incluindo seus efeitos chamativos, da mesma equipe que trabalhou em “Watchmen”, a fotografia de Ueli Steiger (“Godzilla” e “O Dia Depois de Amanhã”) e a trilha comandada pelo compositor Philip Glass. Trata-se, enfim, de uma...

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    Integrantes do grupo de K-pop Stray Kids sofrem acidente de carro

    21 de setembro de 2023 /

    A agência JYP Entertainment informou que três membros do grupo de k-pop Stray Kids sofreram um acidente de carro. A colisão aconteceu na quarta-feira (20/9), quando Lee Know, Hyunjin e Seungmin voltavam para seus dormitórios e o veículo em que eles estavam se envolveu numa colisão. Os integrantes foram levados a um hospital local, onde ficaram em repouso devido a fortes dores musculares e hematomas. A agência dos artistas sul-coreanos não cancelou ou alterou compromisso na agenda do grupo. No entanto, Lee Know e Hyunjin não participarão da Semana de Moda de Milão, nem da live de aniversário de Seungmin no YouTube nesta quinta-feira (21/9). Já a apresentação do Global Citizen Festival será feita pelo frio 3RACHA, formado por outros integrantes do Stray Kids: Bang Chan, Changbin e HAN.   Pronunciamento da agência A agência do grupo emitiu um comunicado oficial. Confira na íntegra: “Enquanto retornavam para seus dormitórios após a agenda do dia 20 de setembro (quarta-feira), o veículo que transportava os membros Lee Know, Hyunjin e Seungmin, do Stray Kids, se envolveu em uma pequena colisão. Após a pequena batida, os três visitaram um hospital imediatamente e receberam atendimento médico completo. Nenhum dos membros e funcionários que os acompanhavam no veículo ficaram gravemente feridos; mas, como sofreram com leves hematomas e dores musculares, os profissionais médicos recomendaram que eles recebessem tratamento por enquanto. Por isso, informamos que os compromissos abaixo serão cancelados ou modificados: [Cancelado] Milan Fashion Week (Lee Know, Hyunjin) Live de aniversário de Seungmin [Modificado] 3RACHA do Stray Kids (Bang Chan, Changbin, HAN) irão se apresentar no Global Citizen Festival. Pedimos desculpas por causar preocupação aos fãs com essa notícia tão inesperada. A JYPE colocará a saúde dos artistas como a maior prioridade, e fornecerá tudo que pudermos para apoiar a sua recuperação. Obrigado.”

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    BTS renova contrato para retorno em 2025

    20 de setembro de 2023 /

    O conglomerado HYBE anunciou nesta quarta-feira (20/9), que todos os membros do BTS renovaram seus contratos com a BigHit Music. Em uma nota, a empresa disse: “O conselho de administração concluiu [sua decisão] de renovar os contratos exclusivos de todos os sete membros do artista BTS da BIGHIT MUSIC”. Depois da novidade ser divulgada, RM, líder e principal rapper do BTS, postou em seus stories no Instagram uma foto do contrato e uma pequena arte, marcando a conta oficial do grupo, ressaltando 2025, ano em que a boy band voltará a se apresentar junta, após o atual hiato em que os integrantes prestam serviço militar na Coreia do Sul. Vale lembrar que o BTS debutou pela Big Hit Entertainment (atual Big Hit Music) em 2013, e mantém sua formação original até os dias de hoje, com RM, Jin, Suga, J-Hope, Jimin, V e Jung Kook. Após 10 anos juntos, os integrantes do grupo começaram recentemente a lançar discos, turnês e documentários solo, enquanto os colegas cumprem as obrigações militares.

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    Parceria entre Anitta e TXT ganha clipe

    15 de setembro de 2023 /

    O aguardado clipe de “Back for More”, parceria entre Anitta e o grupo K-pop Tomorrow x Together (TXT), foi lançado nesta sexta-feira (15/9), três dias após sua revelação no palco dos VMAs 2023. A canção do gênero pop retrata o melhor do K-pop, com um break de funk brasileiro e um toque de espanhol. “Eu não quero sentir ninguém se não for você, querido. / Com você eu fico safada / Tenho pensado em você ultimamente. / Eita, eita / É uma loucura como a Anitta mexe a bunda / De todos eles eu sou o favorito”, diz parte da letra que exalta a parceria. O clipe introduz um ensaio do quinteto nos bastidores, que é visivelmente uma inspiração nos passos históricos de Michael Jackson, e faz uma transição para os palcos, onde Anitta se junta ao TXT na coreografia e, pouco depois, sai de cena. Para completar, a música tem assinatura da dupla brasileira Tropkillaz e estará presente no próximo álbum do quinteto, “The Name Chapter: FREFALL”, com previsão de lançamento para o dia 13 de outubro. Um detalhe curioso é que um dos integrantes do TXT fala português. Hueningkai é filho de pai brasileiro. O jovem de 21 anos nasceu em Honolulu, no Havaí, mas é filho de uma coreana com um maranhense.   Estreia de “Back for More” Anitta e o grupo de K-pop Tomorrow X Together (TXT) protagonizaram um dos momentos mais comentados de terça-feira (12/9) na premiação do Video Music Awards (VMAs) 2023, realizada no Prudential Center, em Nova Jersey (EUA). A parceria marcou a estreia da música “Back for More”, e também a primeira vez que um artista brasileiro se apresentou num palco internacional com um grupo de K-Pop. O início da performance ficou a cargo do quinteto, que capturou a atenção com efeitos de água digitalizados e trovões, além de uma coreografia intensa, e colocou o público para dançar ao som de funk oitocentista. Ao adentrar o palco durante a canção, Anitta não só trouxe sua contribuição vocal como também arriscou alguns passos da coreografia. Essa é a primeira vez que a cantora brasileira se aventura no mundo do K-pop, e se depender dos fãs não será a última. Veja o clipe abaixo.

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