BLACKPINK bate novo recorde do YouTube
O quarteto sul-coreano BLACKPINK bateu um novo recorde no Youtube nesta semana, ao ultrapassar a marca 80 milhões de inscritos em seu canal oficial na plataforma. Foi a primeira vez que um canal de artista atingiu esse número, tornando o grupo de K-Pop o mais seguido do YouTube. Com o canal foi aberto em 28 de junho de 2016, o grupo levou seis anos – e cerca de 300 publicações de vídeos – para atingir a marca. Vale apontar que BLACKPINK já tinha o canal musical com o maior número de assinantes no YouTube quando chegou a 75 milhões de inscritos. Este ano, o grupo também registrou o maior lançamento de um clipe no portal de vídeos com o hit “Pink Venom”, que atingiu 86,2 milhões de views no primeiro dia. Eleito na sexta (19/8) o “maior grupo feminino do mundo” pela revista americana “Time”, o quarteto formado pelas cantoras Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa também participou dos VMAs 2022, premiação da MTV onde venceu na categoria Melhor Performance do Metaverso e onde a cantora Lisa ainda levou o prêmio de Melhor K-pop pelo single solo “LALISA”. “Pink Venom” é o primeiro single do álbum “Born Pink”, com lançamento previsto para 16 de setembro e que já acumulou mais de 2 milhões de pedidos de pré-venda. Ou seja, vem aí outro recorde.
BLACKPINK tem a maior estreia musical de 2022 no YouTube
O novo clipe do grupo sul-coreano BLACKPINK se tornou a maior estreia musical de 2022 no YouTube, nas primeiras 24 horas. “Pink Venom” alcançou impressionantes 86,2 milhões de visualizações em seu primeiro dia de exibição, entre a meia-noite de quinta (18/8) e a meia-noite de sexta (19/8) no portal de vídeos, de acordo com a contagem pública da plataforma. Com isso, o grupo quebrou seu próprio recorde. O desempenho torna a produção o quarto clipe com mais visualizações em 24 horas de todos os tempos do YouTube, logo atrás de “How You Like That”, o clipe recordista anterior do BLACKPINK, que alcançou 86,3 milhões de visualizações em junho de 2020. Os dois primeiros lugares são ocupados por outro fenômeno do K-Pop: o BTS, que acumulou 101,1 milhões para “Dynamite” em 2020 e 108,2 milhões de visualizações para “Butter” no ano passado. Mas o BLACKPINK tem uma música a mais que o BTS no Top 5. “Ice Cream”, colab com Selena Gomez, está em 5ª lugar com 79,0 milhões de visualizações em agosto de 2020. Vale apontar que o impulso de “Pink Venom” está longe de arrefecer. Em 30 horas, o clipe superou a marca de 100 milhões de visualizações em 30 horas. Os fãs do grupo, conhecidos como “Blinks”, também deram 6 milhões de curtidas em “Pink Venom” durante a janela de lançamento inicial no YouTube. Assim, tudo indica que a nova música vai se juntar aos sucessos de “Kill This Love” e “How You Like That”, que já foram vistos mais de 1 bilhão de vezes na plataforma de vídeos. “Pink Venom” é a primeira música nova do grupo em dois anos, desde o lançamento de “The Album”, seu primeiro disco completo de estúdio, que rendeu hits como “How You Like That” e “Lovesick Girls”. A nova canção faz parte do álbum “Born Pink”, com lançamento previsto para 16 de setembro e que já acumulou mais de 1,5 milhões de pedidos de pré-venda. Ou seja, vem aí outro recorde. Eleito na sexta (19/8) o “maior grupo feminino do mundo” pela revista americana “Time”, o quarteto formado pelas cantoras Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa também vai participar dos VMAs 2022, premiação da MTV onde concorre na categoria Melhor Performance do Metaverso e a cantora Lisa ainda disputa o prêmio de Melhor K-pop pelo single solo “LALISA”. O evento marcado para 28 de agosto servirá para apresentar “Pink Venom” pela primeira vez ao vivo, além de marcar a estreia do grupo no principal evento da MTV americana.
BLACKPINK quebra recordes com novo clipe de K-Pop
A banda sul-coreana BLACKPINK lançou o seu mais novo clipe. Intitulado “Pink Venom”, o vídeo apresenta um visual colorido, ritmo acelerado e um estilo musical que mistura as batidas do hip-hop com o som clássico da cítara coreana, um instrumento de cordas que data do século V. Essa mistura de elementos clássicos e contemporâneos também está presente nas referências visuais do clipe, que destaca cenários modernos e antigos. O resultado parece ter agradado os fãs, porque em poucas horas o clipe se tornou o mais visto do YouTube, ultrapassando 75 milhões de visualizações. Com isso, o grupo já quebrou o recorde de “Kill This Love”, que tinha registrado 56,7 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas de lançamento. Mas ainda está atrás de “How You Like That”, que alcançou 86,3 milhões de visualizações em junho de 2020. Vale lembrar que “Kill This Love” e “How You Like That” já foram vistos mais de 1 bilhão de vezes na plataforma de vídeos. “Pink Venom” é a primeira música nova do grupo em dois anos, desde o lançamento de “The Album”, seu primeiro disco completo de estúdio, que rendeu hits como “How You Like That” e “Lovesick Girls”. A nova canção faz parte do álbum “Born Pink”, com lançamento previsto para 16 de setembro e que já acumulou mais de 1,5 milhões de pedidos de pré-venda. Ou seja, vem aí outro recorde. Eleito nesta sexta (19/8) o “maior grupo feminino do mundo” pela revista americana “Time”, BLACKPINK retorna com uma campanha à altura, batizada de “Light Up The Pink”, que nas últimas horas passou a iluminar diversos monumentos históricos ao redor do mundo (como a Ponte do Brooklyn, o Píer de Santa Mônica e a Torre de Tóquio) com luzes rosas. Além disso, o quarteto formado pelas cantoras Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa vai participar dos VMAs 2022, premiação da MTV onde concorre na categoria Melhor Performance do Metaverso e a cantora Lisa ainda disputa o prêmio de Melhor K-pop pelo single solo “LALISA”. O evento marcado para 28 de agosto servirá para apresentar “Pink Venom” pela primeira vez ao vivo, além de marcar a estreia do grupo no principal evento da MTV americana. #BLACKPINK #LightUpThePink 💗 Light Up The Pink #TokyoTower in Tokyo🗼#BLACKPINK_IN_TOKYO#블랙핑크 #PinkVenom #LightUpTOKYOPink #YG https://t.co/acGXR3I3L1 pic.twitter.com/NzOxvJREBj — BLACKPINK GLOBAL BLINK (@ygofficialblink) August 19, 2022
Disney anuncia três produções com membros do BTS
A Walt Disney Company e o estúdio sul-coreano Hybe anunciaram uma nova parceria de conteúdo global nesta segunda-feira (11/7) que renderá cinco títulos originais para os serviços de streaming da Disney, incluindo três projetos com membros do BTS, o grupo mais popular do K-pop. Os projetos com os cantores do BTS incluem o documentário “BTS: Permission to Dance on Stage – LA”, que registra uma apresentação ao vivo no Sofi Stadium de Los Angeles em novembro passado, o reality “In the Soup: Friendcation”, que acompanha uma viagem surpresa com um elenco repleto de estrelas, incluindo V do BTS e a atriz Woo-shik Choi (de “Parasita”), e a série documental “BTS Monuments: Beyond the Star”, que promete um “acesso sem precedentes a uma vasta biblioteca de músicas e imagens nos últimos novos anos da banda”, apresentando “o cotidiano, pensamentos e planos dos membros do BTS, enquanto se preparam para seu segundo capítulo”, de acordo com comunicado. “Esta colaboração representa nossa ambição criativa: trabalhar com criadores de conteúdo icônicos e grandes estrelas da Ásia para que seu talento possa ser apreciado pelo público de várias maneiras. Acreditamos que esses novos títulos cativarão os consumidores em todo o mundo e esperamos introduzir mais conteúdo musical em nosso serviço”, disse Jessica Kam-Engle, diretora de conteúdo da Disney, sobre a parceria. A empresa disse anteriormente que lançaria mais de 20 títulos sul-coreanos neste ano em streaming, incluindo pelo menos 12 produções originais. O título original sul-coreano mais popular da Disney até o momento é a série “Snowdrop”, disponibilizada na Star+ e estrelada por Jisoo, membro do grupo feminino de K-pop Blackpink. O BTS comunicou no início deste mês que pretende se focar em projetos solo. O estúdio Hybe esclareceu que se trata de um hiato e que, apesar do interesse em empreendimentos individuais, os sete membros do BTS continuariam a participar de atividades em grupo.
Rebel Wilson vai estrelar filme americano de K-Pop
Depois de fazer sucesso nas paradas musicais de todo o mundo, o K-Pop também chegou a Hollywood. A atriz Rebel Wilson (“De Volta ao Baile”) e o ator Charles Melton (“Riverdale”) vão estrelar uma comédia sobre uma banda de K-Pop perdida no interior do Texas. Intitulado “K-Pop: Lost In America”, o filme vai acompanhar uma banda sul-coreana que tem seu primeiro grande show programado para os EUA, no Madison Square Garden, em Nova York, mas vai parar em Waco, Texas, por engano. Sem telefone, sem dinheiro ou transporte, o grupo precisará superar diferenças internas para conseguir percorrer o caminho até Nova York. No meio dessa jornada, eles também aprendem a amar o Texas e vice-versa. O projeto foi estabelecido de forma independente pela produtora CJ Entertainment, mas bastou vir à tona que diversos interessados já se manifestaram para realizar sua distribuição – de estúdios de cinema a plataformas de streaming. O roteiro é de Jeff Kaplan e Ian Springer (que escreveram a comédia indie “The Last of the Great Romantics”), e a direção está a cargo do sul-coreano JK Youn, que fará sua estreia em inglês. O último filme do diretor foi “Ode ao Meu Pai”, lançado há oito anos, quando venceu 23 prêmios da indústria e crítica cinematográfica da Coreia do Sul. Ainda não há previsão de estreia.
BTS revela novo clipe gravado no deserto
A sensação sul-coreana BTS lançou um novo clipe com cenas gravadas no deserto e fotografia deslumbrante. “Yet To Come (The Most Beautiful Moment)” começa como uma balada de R&B tradicional, antes de explodir num free flow de rap extremamente contagiante. A influência do rap nova-iorquino dos anos 1990 (A Tribe Called Quest, Nice & Smooth, Naughty By Nature) é impressionante. A música faz parte de “Proof”, uma coletânea de hits e lados B da banda, que também foi lançada nesta sexta (10/6) e inclui mais duas gravações inéditas – “Run BTS” e “For Youth”.
Pyong Lee vai estrear como ator em série da HBO Max
O ex-“BBB” e hipnotista Pyong Lee vai fazer sua estreia como ator. Ele entrou na série “Além do Guarda-Roupa”, da HBO Max, no papel de JP, empresário de uma banda de K-pop. A produção, que já está sendo gravada no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, foi anunciada pela plataforma como “primeiro dorama brasileiro”. Dorama é como são chamadas as minisséries românticas sul-coreanas. “Muito feliz de fazer parte de algo tão inovador e diferente”, escreveu Pyong Lee nas redes sociais, revelando um detalhe interessante sobre seu papel: “Vou atuar totalmente em coreano”. A série gira em torno da personagem interpretada por Sharon Blanche, filha de imigrantes coreanos, que vive a adolescente Carol. Aspirante a bailarina, a personagem da atriz quer distância de tudo que vem da Coreia, desde que foi abandonada pelo seu pai coreano. Mas seu guarda-roupa tem outros planos. Ele abre um portal mágico para (não é Nárnia) o dormitório do ACT, o maior grupo fictício de K-pop do mundo, o que faz com que seu espaço seja invadido por ídolos da música pop, virando seu mundo de ponta cabeça. O elenco também destaca atores coreanos como Kim Woojin (que é ex-integrante do grupo Stray Kids), Jin Kwon (do grupo Newkidd), Lee Min Wook e Jae Chan, intérpretes dos astros de K-pop, que estão em São Paulo para trabalhar na produção.
HBO Max anuncia primeiro “dorama” brasileiro
A HBO Max anunciou ter começado a produção de “Além do Guarda-Roupa”, o primeiro dorama brasileiro da plataforma. As gravações estão acontecendo no bairro do Bom Retiro, que concentra a comunidade coreana em São Paulo, e destacam Sharon Blanche, filha de imigrantes coreanos, no papel da adolescente Carol. Aspirante a bailarina, a personagem quer distância de tudo que vem da Coreia, desde que foi abandonada pelo seu pai coreano. Mas seu guarda-roupa tem outros planos. Ele abre um portal mágico para (não é Nárnia) o dormitório do ACT, o maior grupo fictício de K-pop do mundo, o que faz com que seu espaço seja invadido por ídolos da música pop, virando seu mundo de ponta cabeça. A trama também será estrelada por atores coreanos como Kim Woojin (que é ex-integrante do grupo Stray Kids), Jin Kwon (do grupo Newkidd), Lee Min Wook e Jae Chan, intérpretes dos astros de K-pop, que estão em São Paulo para trabalhar na produção. “Este é nosso primeiro dorama brasileiro e acreditamos muito nesta nova produção, pois sabemos que há milhares de fãs da cultura coreana na América Latina. Todo o cuidado e a garantia de qualidade, característicos das produções Max Originals, podem ser esperados em ‘Além do Guarda-Roupa’. Contar com a participação de jovens talentos do K-pop traz ainda mais autenticidade e realidade desta cultura especial à produção”, disse Tomás Yankelevich, diretor de conteúdo da Warner Bros. Discovery, em comunicado. Além do estilo musical K-pop (Korean pop), que é fenômeno mundial, o dorama (também conhecido como K-drama) é outro tipo de produção marcante da Coreia do Sul. A denominação caracteriza minisséries marcadas por romance e melodrama, geralmente envolvendo personagens jovens – e, curiosamente, nem sempre são dramas. Uma aproximação nacional para ajudar a entender a lógica dos doramas seria como se “Malhação” virasse um gênero próprio, com menos capítulos e exibição semanal, multiplicando-se em inúmeras séries (opa, então “As Five” é dorama?).
Faladíssimo, “Medida Provisória” é o filme pra ver no cinema nesta semana
Repercutindo durante toda a semana, graças à cobertura ampla da mídia e divulgação espontânea de perfis bolsonaristas contrariados, “Medida Provisória” chega aos cinemas com um dos filmes mais falados do Brasil nos últimos tempos. Nem parece que vai enfrentar um lançamento do universo de “Harry Potter”, tamanha a diferença de expectativa gerada por sua estreia, ainda que “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” chegue em mais telas. A programação se completa com um documentário de K-pop e três títulos europeus de 2019, que aguardaram três anos por vaga no circuito limitado, além de sessões de pré-estreia de “DPA 3 – Uma Aventura no Fim no Mundo”, que vai disputar o público infantil de sexta (15) a domingo (17/4), antes do lançamento oficial. MEDIDA PROVISÓRIA A estreia de Lázaro Ramos como diretor de cinema produziu o filme mais falado do Brasil em 2022, da repercussão causada por sua exibição no “BBB” às redes sociais de políticos da extrema direita em busca de views. Prenúncio do que viraria o Brasil, foi planejado em 2017 e adapta uma peça teatral de 2011, mas bolsonaristas veem claramente o governo de seu mito retratado no pesadelo descrito na tela. Podia ser irônico, mas é mesmo infernal, para usar uma palavra da atriz Taís Araújo. A trama distópica se passa num futuro não muito distante, em que uma nova lei do governo federal de direita manda deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. Com a desculpa de se tratar de uma reparação histórica, a iniciativa também visa acabar de vez com o racismo no Brasil, deixando o país só com brancos. Aplaudido pela crítica mundial, o filme foi comparado a “Corra!” e “The Handmaid’s Tale” nos EUA, atingindo 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. Tem sido exibido e premiado em festivais internacionais desde 2020, mas levou dois anos para chegar ao Brasil por enfrentar dificuldades envolvendo a Ancine, a Agência Nacional do Cinema, problema semelhante ao que também atrasou “Marighella”, de Wagner Moura, outro filme politizado com protagonista negro. Seu elenco destaca o inglês Alfred Enoch (de “Harry Potter” e “How to Get Away with Murder”), Seu Jorge (o “Marighella”), Taís Araújo (“Mister Brau”), Mariana Xavier (“Minha Mãe É uma Peça”), Adriana Esteves (“Benzinho”), Luís Miranda (“Crô em Família”), Renata Sorrah (“Árido Movie”), Jéssica Ellen (“Três Verões”) e o rapper Emicida. ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS SEGREDOS DE DUMBLEDORE O terceiro prólogo de “Harry Potter” levanta a questão do quanto a nova franquia é realmente relevante para os fãs do bruxinho e qual a necessidade de estender sua narrativa de nota de rodapé por mais dois filmes, conforme planos da escritora/roteirista J.K. Rowling e do diretor David Yates, responsáveis por todos os capítulos lançados. Considerado medíocre pela crítica americana (56% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme “revela” os segredos de Dumbledore (Jude Law na versão mais jovem) já conhecidos pelos fãs da franquia: sua paixão pelo maior rival, Grindelwald (Madds Mikkelsen na versão politicamente correta). Representando a emergência do fascismo nos anos 1930, época em que o filme se passa, o vilão tenta transformar seus planos de extermínio em plataforma político-eleitoral, ao mesmo tempo em que o suposto protagonista Newt Scamander (Eddie Redmayne) embarca numa nova missão para justificar a quantidade absurda de coadjuvantes sem função na história, incluindo desta vez uma bruxa vivida pela brasileira Maria Fernanda Cândido (quase sem diálogos). O TRAIDOR O lançamento tardio do vencedor do David Di Donatello (o Oscar italiano) de 2020 coloca dois filmes com Maria Fernanda Cândido simultaneamente nos cinemas. Coprodução com o Brasil parcialmente bancado pela produtora nacional Gullane, o longa de Marco Bellocchio (“A Bela Que Dorme”) é uma cinebiografia de Tommaso Buscetta (vivido por Pierfrancesco Favino, da série “Marco Polo”), o o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante da justiça – o traidor do título. Buscetta viveu o Brasil por um período e a produção tem cenas rodadas no Rio de Janeiro. Em seu primeiro papel internacional, Maria Fernanda interpreta a mulher do mafioso, que o convence a tomar a decisão de cooperar com a justiça italiana em 1984. A repercussão positiva da produção, que conquistou 21 prêmios importantes, abriu as portas para a atriz atuar no exterior. Depois do hollywoodiano “Animais Fantásticos 3”, ela já tem engatilhado o novo filme da francesa Lisa Azuelos (“Rindo à Toa”). VITALINA VARELA Mistura de documentário e ficção, o filme do premiado diretor português Pedro Costa (“Cavalo Dinheiro”) conta a história da mulher do título, nascida em Cabo Verde, que viu o marido ir embora para Lisboa em 1977, quando arranjou trabalho como pedreiro, e só foi conhecer Portugal recentemente quando ele morreu, para participar do enterro – que perdeu por chegar atrasada. O retrato de sua amargura chama atenção por ser lindamente fotografado, com cada frame assumindo aparência de pintura – visual reforçado pela predileção de filmagens noturnas e em ambientes internos de pouca luz, que conferem às cenas um visual expressionista. Venceu nada menos que 23 prêmios internacionais, inclusive o Sophia (o Oscar português) de 2020 nas categorias de Melhor Filme, Diretor, Atriz (a própria Vitalina Varela), Roteiro, Fotografia e Som (importante por ser um filme quase sem diálogos). LOLA E O MAR Indicado ao César (o Oscar francês) de 2020, o drama belga conta a história de Lola, uma adolescente trans que conta com o apoio de sua mãe para fazer a transição e mudar de vida. Só que a mãe morre repentinamente, o que leva Lola a bater de frente com seu pai distante e homofóbico, embarcando com ele numa jornada rumo ao mar para cumprir o último desejo da pessoa mais querida de sua vida. A estreante Mya Bollaers, que interpreta Lola, é um grande achado do diretor Laurent Micheli e sua performance valoriza muito a produção. SEVENTEEN POWER OF LOVE – THE MOVIE A banda de K-pop Seventeen ganha seu primeiro documentário depois de cinco álbuns de platina na Coreia do Sul, trazendo performances musicais e depoimentos de cada um de seus 13 (e não seventeen) integrantes.
“Batman” já rendeu mais de R$ 50 milhões no Brasil
O filme “Batman” manteve a liderança das bilheterias do Brasil em seu segundo fim de semana em cartaz. De acordo com a consultoria Comscore, o longa estrelado por Robert Pattinson levou quase 1 milhão de pessoas – mais exatamente 960,2 mil – às salas de cinema brasileiras entre quinta e domingo (13/3). O detalhe é que, no fim de semana, todas as salas de cinema do país tiveram 1,24 milhão de visitantes. “Batman” foi responsável por 77,4% de toda a comercialização de ingressos no país. Na estreia, o filme do super-herói já tinha dominado as vendas com 85,7% de todas as bilheterias, levando 1,51 milhão de espectadores aos cinemas. Ao todo, a bilheteria de “Batman” já passou dos R$ 50 milhões no Brasil. Foram R$ 31,79 milhões na estreia e, no segundo fim de semana, somou mais R$ 20,37 milhões – e isto sem contar os dias de semana. O ranking nacional registrou uma curiosidade em 2ª lugar. “BTS: Permission to Dance on Stage”, um documentário do grupo de K-Pop BTS com distribuição limitada a 200 salas apenas no sábado (12/3), faturou R$ 3,12 milhões, mobilizando 73,2 mil fãs brasileiros. O filme do BTS fez “Uncharted – Fora do Mapa” perder uma posição em relação à semana passada, ficando em 3º lugar com 96,1 mil espectadores e renda de R$ 1,92 milhão. Veja abaixo o Top 10 do fim de semana divulgado pela Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 10-13/3:1. #TheBatman #TheBatmanMovie 2. #BTSPermissionToDanceOnStage 3. #Uncharted 4. #CoraçaoDeFogo5. #AgenteDasSombras6. #Belfast 7. #RitualPresençaMaligna8. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 9. #ToRyca210. #MorteNoNilo — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) March 14, 2022
Disney+ vai lançar documentário musical do BLACKPINK
A Disney+ divulgou o trailer de “BLACKPINK: O Filme”, documentário feito no ano passado para marcar o quinto aniversário da formação da girl band sul-coreana. A produção reúne cenas de bastidores e performances ao vivo do grupo desde 2016, ano da sua estreia, até a era pandêmica. Vale lembrar que o BLACKPINK já teve um filme lançado pela Netflix, o documentário “Light Up The Sky”, que contou a história do fenômeno do K-pop em 2020. A estreia vai acontecer na próxima quarta-feira (16/2) em streaming.
Clipe solo de Lisa, do BLACKPINK, quebra recorde do YouTube
A cantora Lisa, integrante do BLACKPINK, quebrou um recorde do YouTube com o lançamento de seu primeiro clipe solo. O vídeo de “Lalisa” foi visto 73,6 milhões de vezes na plataforma em suas primeiras 24 horas, tornando-se o clipe musical de artista solo mais reproduzido em seu primeiro dia na plataforma. O recorde anterior pertencia a Taylor Swift pelo clipe de “ME!”, de 2019, visto 65 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. Em “Lalisa”, a cantora tailandesa do grupo de K-Pop BLACKPINK, explora sua habilidade como rapper, além de sua experiência como modelo, ao desfilar com vários figurinos diferentes. Um dos visuais mais marcantes da produção de moda chama especialmente atenção por juntar capas de discos de rock – Iron Maiden, Led Zeppelin e Kiss – num conjuntinho de jaqueta e minissaia. A música também tem várias passagens diferentes, como se fosse concebida para um grupo vocal e não uma artista solo. A letra, porém, não deixa dúvidas de que é uma obra de Lisa, repetindo seu nome – ou “Lalisa” – mais vezes que é possível contar.
China proíbe “homens maricas e outras estéticas anormais” na TV, música e cinema
A agência reguladora de rádio e TV na China anunciou que vai banir a estética “afeminada” em programas de entretenimento, alegando que “influências vulgares” devem ser evitadas no país. Em vez do “conteúdo insalubre”, conforme a entidade define, a programação chinesa deve dar lugar a “conteúdo revolucionário”. Além de estimular programas que promovam uma atmosfera patriótica e o socialismo, a agência quer promover o que chama de homens másculos, criticando celebridades masculinas que usam muita maquiagem. A entidade, que tem status de ministério, declarou que critérios de conduta moral e política devem ser incluídos na seleção de pessoas que participarem de programas. Com isso, algumas competições de talentos, boy bands de Mandopop e K-Pop e “celebridades vulgares da internet” estão vetados. O tom da iniciativa foi apresentado num artigo de opinião publicado no final de agosto no jornal estatal Guangming Daily, que alegava que algumas celebridades “afeminadas” eram imorais e poderiam prejudicar os valores dos adolescentes chineses. No anúncio oficial, os reguladores usaram termos depreciativos e altamente homofóbicos – ao menos na tradução em inglês divulgada pela mídia ocidental – , afirmando que o objetivo é “pôr fim de forma definitiva nos homens maricas e outras estéticas anormais”. O anúncio, porém, não foi bem visto na rede social Weibo, bastante popular na China. Desafiando as autoridades, vários usuários criticaram a iniciativa, afirmando se tratar de discriminação e pedindo respeito à diversidade. A homossexualidade não é ilegal na China, mas autoridades fazem, em geral, censura rígida do tema. Todas as referências gays foram tiradas do filme “Bohemian Rhapsody”, sobre o cantor Freddie Mercury, por exemplo. E a situação já rendeu censuras bizarras. Em 2019, a agência reguladora mandou que as emissoras borrassem as orelhas de jovens pop stars em suas aparições na TV e na internet, para esconder seus brincos ou piercings. Tatuagens e rabos de cavalo em homens também costumam ser borrados na televisão. O recrudescimento faz parte de uma queda de braços do Partido Comunista chinês em relação à indústria do entretenimento chinesa. Para as autoridades, a maioria dos artistas famosos são antirrevolucionários, pois alimentam a ilusão de um estilo de vida burguês. Além de censurar a aparência, o governo também tem denunciado os salários elevados dos artistas, não compatíveis com os ideias socialistas, e a suposta evasão fiscal dessa indústria. Algumas atrizes famosas chegaram a “desaparecer” e ressurgir com pedidos de desculpas pela ostentação e multas milionárias para evitar a prisão. Apesar do cerco, o entretenimento chinês deve faturar em torno de US$ 358 bilhões neste ano, segundo um relatório recente da consultoria PwC.










