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    Rebel Wilson vai estrelar filme americano de K-Pop

    1 de julho de 2022 /

    Depois de fazer sucesso nas paradas musicais de todo o mundo, o K-Pop também chegou a Hollywood. A atriz Rebel Wilson (“De Volta ao Baile”) e o ator Charles Melton (“Riverdale”) vão estrelar uma comédia sobre uma banda de K-Pop perdida no interior do Texas. Intitulado “K-Pop: Lost In America”, o filme vai acompanhar uma banda sul-coreana que tem seu primeiro grande show programado para os EUA, no Madison Square Garden, em Nova York, mas vai parar em Waco, Texas, por engano. Sem telefone, sem dinheiro ou transporte, o grupo precisará superar diferenças internas para conseguir percorrer o caminho até Nova York. No meio dessa jornada, eles também aprendem a amar o Texas e vice-versa. O projeto foi estabelecido de forma independente pela produtora CJ Entertainment, mas bastou vir à tona que diversos interessados já se manifestaram para realizar sua distribuição – de estúdios de cinema a plataformas de streaming. O roteiro é de Jeff Kaplan e Ian Springer (que escreveram a comédia indie “The Last of the Great Romantics”), e a direção está a cargo do sul-coreano JK Youn, que fará sua estreia em inglês. O último filme do diretor foi “Ode ao Meu Pai”, lançado há oito anos, quando venceu 23 prêmios da indústria e crítica cinematográfica da Coreia do Sul. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Música

    BTS revela novo clipe gravado no deserto

    10 de junho de 2022 /

    A sensação sul-coreana BTS lançou um novo clipe com cenas gravadas no deserto e fotografia deslumbrante. “Yet To Come (The Most Beautiful Moment)” começa como uma balada de R&B tradicional, antes de explodir num free flow de rap extremamente contagiante. A influência do rap nova-iorquino dos anos 1990 (A Tribe Called Quest, Nice & Smooth, Naughty By Nature) é impressionante. A música faz parte de “Proof”, uma coletânea de hits e lados B da banda, que também foi lançada nesta sexta (10/6) e inclui mais duas gravações inéditas – “Run BTS” e “For Youth”.

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  • Série

    Pyong Lee vai estrear como ator em série da HBO Max

    22 de abril de 2022 /

    O ex-“BBB” e hipnotista Pyong Lee vai fazer sua estreia como ator. Ele entrou na série “Além do Guarda-Roupa”, da HBO Max, no papel de JP, empresário de uma banda de K-pop. A produção, que já está sendo gravada no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, foi anunciada pela plataforma como “primeiro dorama brasileiro”. Dorama é como são chamadas as minisséries românticas sul-coreanas. “Muito feliz de fazer parte de algo tão inovador e diferente”, escreveu Pyong Lee nas redes sociais, revelando um detalhe interessante sobre seu papel: “Vou atuar totalmente em coreano”. A série gira em torno da personagem interpretada por Sharon Blanche, filha de imigrantes coreanos, que vive a adolescente Carol. Aspirante a bailarina, a personagem da atriz quer distância de tudo que vem da Coreia, desde que foi abandonada pelo seu pai coreano. Mas seu guarda-roupa tem outros planos. Ele abre um portal mágico para (não é Nárnia) o dormitório do ACT, o maior grupo fictício de K-pop do mundo, o que faz com que seu espaço seja invadido por ídolos da música pop, virando seu mundo de ponta cabeça. O elenco também destaca atores coreanos como Kim Woojin (que é ex-integrante do grupo Stray Kids), Jin Kwon (do grupo Newkidd), Lee Min Wook e Jae Chan, intérpretes dos astros de K-pop, que estão em São Paulo para trabalhar na produção.

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  • Série

    HBO Max anuncia primeiro “dorama” brasileiro

    18 de abril de 2022 /

    A HBO Max anunciou ter começado a produção de “Além do Guarda-Roupa”, o primeiro dorama brasileiro da plataforma. As gravações estão acontecendo no bairro do Bom Retiro, que concentra a comunidade coreana em São Paulo, e destacam Sharon Blanche, filha de imigrantes coreanos, no papel da adolescente Carol. Aspirante a bailarina, a personagem quer distância de tudo que vem da Coreia, desde que foi abandonada pelo seu pai coreano. Mas seu guarda-roupa tem outros planos. Ele abre um portal mágico para (não é Nárnia) o dormitório do ACT, o maior grupo fictício de K-pop do mundo, o que faz com que seu espaço seja invadido por ídolos da música pop, virando seu mundo de ponta cabeça. A trama também será estrelada por atores coreanos como Kim Woojin (que é ex-integrante do grupo Stray Kids), Jin Kwon (do grupo Newkidd), Lee Min Wook e Jae Chan, intérpretes dos astros de K-pop, que estão em São Paulo para trabalhar na produção. “Este é nosso primeiro dorama brasileiro e acreditamos muito nesta nova produção, pois sabemos que há milhares de fãs da cultura coreana na América Latina. Todo o cuidado e a garantia de qualidade, característicos das produções Max Originals, podem ser esperados em ‘Além do Guarda-Roupa’. Contar com a participação de jovens talentos do K-pop traz ainda mais autenticidade e realidade desta cultura especial à produção”, disse Tomás Yankelevich, diretor de conteúdo da Warner Bros. Discovery, em comunicado. Além do estilo musical K-pop (Korean pop), que é fenômeno mundial, o dorama (também conhecido como K-drama) é outro tipo de produção marcante da Coreia do Sul. A denominação caracteriza minisséries marcadas por romance e melodrama, geralmente envolvendo personagens jovens – e, curiosamente, nem sempre são dramas. Uma aproximação nacional para ajudar a entender a lógica dos doramas seria como se “Malhação” virasse um gênero próprio, com menos capítulos e exibição semanal, multiplicando-se em inúmeras séries (opa, então “As Five” é dorama?).

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  • Filme

    Faladíssimo, “Medida Provisória” é o filme pra ver no cinema nesta semana

    14 de abril de 2022 /

    Repercutindo durante toda a semana, graças à cobertura ampla da mídia e divulgação espontânea de perfis bolsonaristas contrariados, “Medida Provisória” chega aos cinemas com um dos filmes mais falados do Brasil nos últimos tempos. Nem parece que vai enfrentar um lançamento do universo de “Harry Potter”, tamanha a diferença de expectativa gerada por sua estreia, ainda que “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” chegue em mais telas. A programação se completa com um documentário de K-pop e três títulos europeus de 2019, que aguardaram três anos por vaga no circuito limitado, além de sessões de pré-estreia de “DPA 3 – Uma Aventura no Fim no Mundo”, que vai disputar o público infantil de sexta (15) a domingo (17/4), antes do lançamento oficial.   MEDIDA PROVISÓRIA A estreia de Lázaro Ramos como diretor de cinema produziu o filme mais falado do Brasil em 2022, da repercussão causada por sua exibição no “BBB” às redes sociais de políticos da extrema direita em busca de views. Prenúncio do que viraria o Brasil, foi planejado em 2017 e adapta uma peça teatral de 2011, mas bolsonaristas veem claramente o governo de seu mito retratado no pesadelo descrito na tela. Podia ser irônico, mas é mesmo infernal, para usar uma palavra da atriz Taís Araújo. A trama distópica se passa num futuro não muito distante, em que uma nova lei do governo federal de direita manda deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. Com a desculpa de se tratar de uma reparação histórica, a iniciativa também visa acabar de vez com o racismo no Brasil, deixando o país só com brancos. Aplaudido pela crítica mundial, o filme foi comparado a “Corra!” e “The Handmaid’s Tale” nos EUA, atingindo 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. Tem sido exibido e premiado em festivais internacionais desde 2020, mas levou dois anos para chegar ao Brasil por enfrentar dificuldades envolvendo a Ancine, a Agência Nacional do Cinema, problema semelhante ao que também atrasou “Marighella”, de Wagner Moura, outro filme politizado com protagonista negro. Seu elenco destaca o inglês Alfred Enoch (de “Harry Potter” e “How to Get Away with Murder”), Seu Jorge (o “Marighella”), Taís Araújo (“Mister Brau”), Mariana Xavier (“Minha Mãe É uma Peça”), Adriana Esteves (“Benzinho”), Luís Miranda (“Crô em Família”), Renata Sorrah (“Árido Movie”), Jéssica Ellen (“Três Verões”) e o rapper Emicida.   ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS SEGREDOS DE DUMBLEDORE O terceiro prólogo de “Harry Potter” levanta a questão do quanto a nova franquia é realmente relevante para os fãs do bruxinho e qual a necessidade de estender sua narrativa de nota de rodapé por mais dois filmes, conforme planos da escritora/roteirista J.K. Rowling e do diretor David Yates, responsáveis por todos os capítulos lançados. Considerado medíocre pela crítica americana (56% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme “revela” os segredos de Dumbledore (Jude Law na versão mais jovem) já conhecidos pelos fãs da franquia: sua paixão pelo maior rival, Grindelwald (Madds Mikkelsen na versão politicamente correta). Representando a emergência do fascismo nos anos 1930, época em que o filme se passa, o vilão tenta transformar seus planos de extermínio em plataforma político-eleitoral, ao mesmo tempo em que o suposto protagonista Newt Scamander (Eddie Redmayne) embarca numa nova missão para justificar a quantidade absurda de coadjuvantes sem função na história, incluindo desta vez uma bruxa vivida pela brasileira Maria Fernanda Cândido (quase sem diálogos).   O TRAIDOR O lançamento tardio do vencedor do David Di Donatello (o Oscar italiano) de 2020 coloca dois filmes com Maria Fernanda Cândido simultaneamente nos cinemas. Coprodução com o Brasil parcialmente bancado pela produtora nacional Gullane, o longa de Marco Bellocchio (“A Bela Que Dorme”) é uma cinebiografia de Tommaso Buscetta (vivido por Pierfrancesco Favino, da série “Marco Polo”), o o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante da justiça – o traidor do título. Buscetta viveu o Brasil por um período e a produção tem cenas rodadas no Rio de Janeiro. Em seu primeiro papel internacional, Maria Fernanda interpreta a mulher do mafioso, que o convence a tomar a decisão de cooperar com a justiça italiana em 1984. A repercussão positiva da produção, que conquistou 21 prêmios importantes, abriu as portas para a atriz atuar no exterior. Depois do hollywoodiano “Animais Fantásticos 3”, ela já tem engatilhado o novo filme da francesa Lisa Azuelos (“Rindo à Toa”).   VITALINA VARELA Mistura de documentário e ficção, o filme do premiado diretor português Pedro Costa (“Cavalo Dinheiro”) conta a história da mulher do título, nascida em Cabo Verde, que viu o marido ir embora para Lisboa em 1977, quando arranjou trabalho como pedreiro, e só foi conhecer Portugal recentemente quando ele morreu, para participar do enterro – que perdeu por chegar atrasada. O retrato de sua amargura chama atenção por ser lindamente fotografado, com cada frame assumindo aparência de pintura – visual reforçado pela predileção de filmagens noturnas e em ambientes internos de pouca luz, que conferem às cenas um visual expressionista. Venceu nada menos que 23 prêmios internacionais, inclusive o Sophia (o Oscar português) de 2020 nas categorias de Melhor Filme, Diretor, Atriz (a própria Vitalina Varela), Roteiro, Fotografia e Som (importante por ser um filme quase sem diálogos).   LOLA E O MAR Indicado ao César (o Oscar francês) de 2020, o drama belga conta a história de Lola, uma adolescente trans que conta com o apoio de sua mãe para fazer a transição e mudar de vida. Só que a mãe morre repentinamente, o que leva Lola a bater de frente com seu pai distante e homofóbico, embarcando com ele numa jornada rumo ao mar para cumprir o último desejo da pessoa mais querida de sua vida. A estreante Mya Bollaers, que interpreta Lola, é um grande achado do diretor Laurent Micheli e sua performance valoriza muito a produção.   SEVENTEEN POWER OF LOVE – THE MOVIE A banda de K-pop Seventeen ganha seu primeiro documentário depois de cinco álbuns de platina na Coreia do Sul, trazendo performances musicais e depoimentos de cada um de seus 13 (e não seventeen) integrantes.  

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    “Batman” já rendeu mais de R$ 50 milhões no Brasil

    14 de março de 2022 /

    O filme “Batman” manteve a liderança das bilheterias do Brasil em seu segundo fim de semana em cartaz. De acordo com a consultoria Comscore, o longa estrelado por Robert Pattinson levou quase 1 milhão de pessoas – mais exatamente 960,2 mil – às salas de cinema brasileiras entre quinta e domingo (13/3). O detalhe é que, no fim de semana, todas as salas de cinema do país tiveram 1,24 milhão de visitantes. “Batman” foi responsável por 77,4% de toda a comercialização de ingressos no país. Na estreia, o filme do super-herói já tinha dominado as vendas com 85,7% de todas as bilheterias, levando 1,51 milhão de espectadores aos cinemas. Ao todo, a bilheteria de “Batman” já passou dos R$ 50 milhões no Brasil. Foram R$ 31,79 milhões na estreia e, no segundo fim de semana, somou mais R$ 20,37 milhões – e isto sem contar os dias de semana. O ranking nacional registrou uma curiosidade em 2ª lugar. “BTS: Permission to Dance on Stage”, um documentário do grupo de K-Pop BTS com distribuição limitada a 200 salas apenas no sábado (12/3), faturou R$ 3,12 milhões, mobilizando 73,2 mil fãs brasileiros. O filme do BTS fez “Uncharted – Fora do Mapa” perder uma posição em relação à semana passada, ficando em 3º lugar com 96,1 mil espectadores e renda de R$ 1,92 milhão. Veja abaixo o Top 10 do fim de semana divulgado pela Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 10-13/3:1. #TheBatman #TheBatmanMovie 2. #BTSPermissionToDanceOnStage 3. #Uncharted 4. #CoraçaoDeFogo5. #AgenteDasSombras6. #Belfast 7. #RitualPresençaMaligna8. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 9. #ToRyca210. #MorteNoNilo — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) March 14, 2022

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  • Filme,  Música

    Disney+ vai lançar documentário musical do BLACKPINK

    10 de fevereiro de 2022 /

    A Disney+ divulgou o trailer de “BLACKPINK: O Filme”, documentário feito no ano passado para marcar o quinto aniversário da formação da girl band sul-coreana. A produção reúne cenas de bastidores e performances ao vivo do grupo desde 2016, ano da sua estreia, até a era pandêmica. Vale lembrar que o BLACKPINK já teve um filme lançado pela Netflix, o documentário “Light Up The Sky”, que contou a história do fenômeno do K-pop em 2020. A estreia vai acontecer na próxima quarta-feira (16/2) em streaming.

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  • Música

    Clipe solo de Lisa, do BLACKPINK, quebra recorde do YouTube

    14 de setembro de 2021 /

    A cantora Lisa, integrante do BLACKPINK, quebrou um recorde do YouTube com o lançamento de seu primeiro clipe solo. O vídeo de “Lalisa” foi visto 73,6 milhões de vezes na plataforma em suas primeiras 24 horas, tornando-se o clipe musical de artista solo mais reproduzido em seu primeiro dia na plataforma. O recorde anterior pertencia a Taylor Swift pelo clipe de “ME!”, de 2019, visto 65 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. Em “Lalisa”, a cantora tailandesa do grupo de K-Pop BLACKPINK, explora sua habilidade como rapper, além de sua experiência como modelo, ao desfilar com vários figurinos diferentes. Um dos visuais mais marcantes da produção de moda chama especialmente atenção por juntar capas de discos de rock – Iron Maiden, Led Zeppelin e Kiss – num conjuntinho de jaqueta e minissaia. A música também tem várias passagens diferentes, como se fosse concebida para um grupo vocal e não uma artista solo. A letra, porém, não deixa dúvidas de que é uma obra de Lisa, repetindo seu nome – ou “Lalisa” – mais vezes que é possível contar.

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  • Etc,  TV

    China proíbe “homens maricas e outras estéticas anormais” na TV, música e cinema

    3 de setembro de 2021 /

    A agência reguladora de rádio e TV na China anunciou que vai banir a estética “afeminada” em programas de entretenimento, alegando que “influências vulgares” devem ser evitadas no país. Em vez do “conteúdo insalubre”, conforme a entidade define, a programação chinesa deve dar lugar a “conteúdo revolucionário”. Além de estimular programas que promovam uma atmosfera patriótica e o socialismo, a agência quer promover o que chama de homens másculos, criticando celebridades masculinas que usam muita maquiagem. A entidade, que tem status de ministério, declarou que critérios de conduta moral e política devem ser incluídos na seleção de pessoas que participarem de programas. Com isso, algumas competições de talentos, boy bands de Mandopop e K-Pop e “celebridades vulgares da internet” estão vetados. O tom da iniciativa foi apresentado num artigo de opinião publicado no final de agosto no jornal estatal Guangming Daily, que alegava que algumas celebridades “afeminadas” eram imorais e poderiam prejudicar os valores dos adolescentes chineses. No anúncio oficial, os reguladores usaram termos depreciativos e altamente homofóbicos – ao menos na tradução em inglês divulgada pela mídia ocidental – , afirmando que o objetivo é “pôr fim de forma definitiva nos homens maricas e outras estéticas anormais”. O anúncio, porém, não foi bem visto na rede social Weibo, bastante popular na China. Desafiando as autoridades, vários usuários criticaram a iniciativa, afirmando se tratar de discriminação e pedindo respeito à diversidade. A homossexualidade não é ilegal na China, mas autoridades fazem, em geral, censura rígida do tema. Todas as referências gays foram tiradas do filme “Bohemian Rhapsody”, sobre o cantor Freddie Mercury, por exemplo. E a situação já rendeu censuras bizarras. Em 2019, a agência reguladora mandou que as emissoras borrassem as orelhas de jovens pop stars em suas aparições na TV e na internet, para esconder seus brincos ou piercings. Tatuagens e rabos de cavalo em homens também costumam ser borrados na televisão. O recrudescimento faz parte de uma queda de braços do Partido Comunista chinês em relação à indústria do entretenimento chinesa. Para as autoridades, a maioria dos artistas famosos são antirrevolucionários, pois alimentam a ilusão de um estilo de vida burguês. Além de censurar a aparência, o governo também tem denunciado os salários elevados dos artistas, não compatíveis com os ideias socialistas, e a suposta evasão fiscal dessa indústria. Algumas atrizes famosas chegaram a “desaparecer” e ressurgir com pedidos de desculpas pela ostentação e multas milionárias para evitar a prisão. Apesar do cerco, o entretenimento chinês deve faturar em torno de US$ 358 bilhões neste ano, segundo um relatório recente da consultoria PwC.

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    BLACKPINK lança trailer de seu novo documentário

    14 de julho de 2021 /

    A girl band sul-coreana BLACKPINK divulgou o pôster e o trailer do documentário que vai marcar o quinto aniversário de sua formação. “BLACKPINK: The Movie” vai mostrar cenas de bastidores e performances ao vivo do grupo desde 2016, ano da sua estreia, até hoje, e será exibido nos cinemas de mais de 100 países. O cartaz anuncia a estreia para 4 de agosto em diversos formatos – incluindo sessões especiais em cinemas ScreenX (com três telas, provendo imersão no filme) e 4DX (com som que simula “o eco e a catarse” de um show ao vivo). Não há informações oficiais sobre o possível lançamento no Brasil. Além de “BLACKPINK The Movie”, as artistas preparam outros lançamentos em comemoração do aniversário do grupo. A inciativa ganhou o título de 4+1 Project, em referência às quatro integrantes do BLACKPINK, mas os demais detalhes ainda não foram anunciados. Vale lembrar que o BLACKPINK já teve um filme lançado pela Netflix, o documentário “Light Up The Sky”, que contou a história do fenômeno do K-pop no ano passado.

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    Novo clipe do BTS antecipa clima pós-pandemia

    9 de julho de 2021 /

    O grupo sul-coreano BTS, maior fenômeno mundial do K-pop, lançou um novo clipe, “Permission To Dance”, que antecipa a celebração pelo fim da pandemia de coronavírus. Na encenação da música, composta pelo inglês Ed Sheeran, diversos figurantes abandonam as máscaras de proteção contra covid-19 para aproveitar o dia ensolarado e participar das coreografias dos cantores de cabelos coloridos. A faixa segue a linha dançante, influenciada pelo R&B americano, dos lançamentos mais recentes – e mais bem-sucedidos – do grupo, apesar do figurinista da produção jurar que o tema é country, pelo visual apresentado pelos cantores. Na verdade, os trajes integram um conjunto, formado ainda pelo idioma inglês, o cenário desértico e os figurantes ocidentais, que situam o clima festivo nos EUA, onde a velocidade da vacinação já permite à população ir aos poucos abandonando as máscaras para retomar suas vidas normais. Há cenas de crianças voltando às aulas, trabalhadores em atividades profissionais e até namorados recuperando o hábito de beijar em público. Imagens que expressam alegria por um suposto fim acelerado da pandemia, mas que são apenas expressões de desejo, pois quando a música termina a multidão traz à tona a verdade dos bastidores – muitas e muitas máscaras. Os segundos finais cumprem um dever didático ao lembrar aos fãs da realidade. Não é para tirar as máscaras e dançaglomerar, porque a pandemia ainda está longe do fim, especialmente no Brasil de 530 mil mortos por covid-19.

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    BLACKPINK vai lançar filme para marcar seu quinto aniversário

    16 de junho de 2021 /

    A girl band sul-coreana BLACKPINK vai marcar o quinto aniversário de sua formação com o lançamento de um filme, “BLACKPINK The Movie”, que será exibido nos cinemas de mais de 100 países. O longa vai mostrar vídeos de bastidores e performances ao vivo do grupo desde 2016, ano da sua estreia, até hoje. A produção deve estrear em agosto e será lançada em diversos formatos – incluindo sessões especiais em cinemas ScreenX (com três telas, provendo imersão no filme) e 4DX (com som que simula “o eco e a catarse” de um show ao vivo). Não há informações oficiais sobre o possível lançamento no Brasil. Além de “BLACKPINK The Movie”, as artistas preparam outros lançamentos em comemoração do aniversário do grupo. A inciativa ganhou o título de 4+1 Project, em referência às quatro integrantes do BLACKPINK, mas os demais detalhes ainda não foram anunciados. Vale lembrar que o BLACKPINK já teve um filme lançado pela Netflix, o documentário “Light Up The Sky”, que contou a história do fenômeno do K-pop no ano passado.

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    BTS lança clipe despojado com remix de “Butter”

    28 de maio de 2021 /

    Anitta não foi a única a lançar clipe de remix nesta sexta (28/5). A boy band sul-coreana BTS também disponibilizou vídeo para uma nova versão de “Butter”. Mais econômica que a despojada produção de Anitta, o clipe se resume ao registro da coreografia e closes da maquiagem perfeita da banda, com ênfase para poses patetas – os fãs chamam de fofas – , onde os únicos elementos que parecem caros são os brincos brilhantes dos cantores-bailarinos. Verdadeiro fenômeno, o lançamento original de “Butter” quebrou duas marcas impressionantes do YouTube, como primeiro clipe a atingir 10 milhões de views em uma hora e o vídeo com mais visualizações em 24 horas – recorde que pertencia ao próprio grupo. O trabalho anterior da banda, “Dynamite”, era o antigo campeão e, até então, único clipe a superar 100 milhões de visualizações em um dia no portal de vídeos do Google – somou 101,1 milhões de views em agosto passado. “Buttler” foi visto 113 milhões de vezes. Mas não parou nisso. A divulgação completou sua primeira semana com quase 250 milhões de reproduções. Já o remix não impressionou tanto. A estreia deve fechar o dia com “apenas” 25 milhões – o que é mais que um mês completo da “Girl from Rio”, de Anitta.

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