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    Angelina Jolie “não quer” que Brad Pitt seja processado… desde que ceda a guarda dos filhos

    2 de outubro de 2016 /

    Embora Brad Pitt tenha dado a entender que a tentativa de pintá-lo como vilão em seu divórcio com Angelina Jolie tenha partido da equipe dela, os rumores de que ele teria agredido seu filho mais velho, Madox, tomaram rumos que a própria atriz não esperava. Angelina não quer expor sua família nos tribunais e, por isso, tentará evitar que Brad Pitt seja processado. É o que diz o site TMZ, que tem sido o espalha-boatos oficial do time da atriz. Segundo o TMZ, a estrela de Hollywood teria decidido se manifestar a favor de Brad Pitt, caso a Vara de Família e Infância de Los Angeles decida abrir uma ação contra o galã. Claro que essa “bondade” também está sendo usada para assegurar o que ela sempre quis ao iniciar o divórcio, a guarda dos filhos. No toma lá dá cá, o ator está sendo pressionado a aceitar apenas o direito de visitação, e sob termos duros: precisará estar acompanhado de um terapeuta nas primeiras visitas e fazer testes aleatórios para detectar consumo de álcool e drogas. Para acertar os detalhes da separação, Jolie contratou Judy Smith, a consultora de crises que inspirou a personagem Olivia Pope, da série “Scandal”. Fontes do TMZ garantem que “Smith tem sido uma grande ajuda para acalmar as coisas, de modo que as negociações entre ambos os lados possam avançar”.

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    Fofoca: Brad Pitt teria que fazer terapia e testes de drogas para evitar problemas com a justiça

    30 de setembro de 2016 /

    O ex-casal Brad Pitt e Angelina Jolie teria entrado em acordo sobre os termos de sua separação. Segundo o site TMZ, eles estariam dispostos a aceitar uma proposta feita pela Vara de Família e Infância de Los Angeles e assim evitar um grande escândalo em suas vidas. O acordo seria consequência de uma suposta investigação do departamento – não confirmada – sobre um ataque que Brad Pitt teria feito contra seu filho mais velho, Maddox, de 15 anos. O TMZ afirma que o acordo oferecido prevê terapia e testes aleatórios de drogas para o ator. Pela narrativa do site, Angelina ficaria com a guarda dos seis filhos, como ela queria, e Brad teria direito de visitação. A primeira visita, porém, seria acompanhada por um terapeuta, que determinará se nos encontros subsequentes ele poderá encontrar os filhos sozinho. Além disso, o ator precisará passar por testes aleatórios para detectar a presença de drogas em seu organismo. Desde a notícia do divórcio, o TMZ alega que Angelina acusa Brad de ter problemas com álcool e maconha. Diante disso, ele teria se oferecido voluntariamente para um teste, que deu negativo. O casal e os filhos passariam ainda por uma terapia familiar. Esse acordo teria duração de três semanas e Brad estaria disposto a aceitar, porque assim evitaria que o caso vá para a Justiça. Depois do período transcorrido, a Vara de Infância decidiria se a solução funcionou e quais serão os próximos passos. A fofoca do TMZ afirma que a briga entre Brad e Maddox foi a verdadeira razão do divórcio – após o jornal New York Post caluniar, com uma fonte anônima, a atriz Marion Cotillard, como suposto affair flagrado por Jolie. A briga teria acontecido num avião particular e começou como uma discussão entre o ator e a atriz. O filho mais velho quis intervir e acabou agredido verbal e fisicamente, segundo testemunha anônima. O TMZ disse que até a polícia abriu inquérito, mas isso já foi desmentido por reportagem da revista The Hollywood Reporter. Outros detalhes também podem ser invenção.

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  • Domingos Montagner
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    Ministério Público quer monumento e escola de circo na praia em que Domingos Montagner morreu

    21 de setembro de 2016 /

    O MPF (Ministério Público Federal) em Sergipe abriu processo contra a Prefeitura de Canindé de São Francisco pela morte do ator Domingos Montagner, que se afogou no rio São Francisco, na prainha da cidade, na última quinta-feira (15/9). Buscando uma indenização por dano moral coletivo, a procuradoria quer que seja criado no município um monumento “que reverencie a alegria das atividades circenses em homenagem à memória do ator”, diz o MPF. Outra medida seria a implantação de uma escola municipal de circo e teatro. Para o MPF, a tragédia “contou com a omissão do poder público tanto pela falta de equipamentos de segurança no local quanto pela ausência de autorização de uso da área pela União”. “A inauguração das obras da Prainha do Rio São Francisco convida as pessoas a usarem o local para banho. Desde aquela época, a área deveria estar devidamente sinalizada e com salva-vidas trabalhando no local”, diz o ofício, assinado pela procuradora Lívia Tinoco. A prefeitura e o governo do Estado inauguraram obras de urbanização na prainha de Canindé de São Francisco em 30 de julho. No entanto, de acordo com o MPF, as obras estão irregulares, pois não há qualquer solicitação de cessão do terreno nem por parte do Estado nem por parte do município. “As intervenções em área da União foram feitas sem autorização da Superintendência de Patrimônio da União”, explicou a procuradora. Após a inauguração das obras, o MPF enviou ofício à prefeitura de Canindé para que não realizasse a entrega dos quiosques a particulares até a regularização do terreno. A medida, segundo a entidade, seria para evitar uma possível entrega de estabelecimentos em área federal sem a realização de processo licitatório e sem autorização da União para uso da área. Por conta disso, as obras não foram terminadas e não há sinalização nem salva-vidas no local. Nesta terça, a prefeitura de Canindé publicou em seu site uma nota esclarecendo que o MPF não teve qualquer responsabilidade pela ausência de placas, sinalizações e salva-vidas na prainha do rio São Francisco.

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  • Etc,  Série

    Classificação indicativa deixa de ser proibitiva na TV brasileira

    7 de setembro de 2016 /

    O Supremo Tribunal Federal acabou com a vinculação entre o horário de programas de TV e a sua classificação indicativa. A decisão, em vigor desde quinta (1/9), permite aos canais maior flexibilidade na programação de suas atrações. Até então, a classificação era restritiva e não indicativa de fato. Programas “não recomendados para menores de 14 anos” só podiam ser exibidos a partir das 21h impreterivelmente. Esta classificação, incorporada ao Estatuto da Criança e do Adolescente, foi responsável por transformar a tradicional “novela das oito” em “novela das nove” na TV brasileira. Vale lembrar que, no ano passado, Gilberto Braga precisou mudar o destino de uma personagem – inicialmente uma garota de programa – na novela das 21h “Babilônia” para evitar que fosse classificada para 16 anos e, portanto, só liberada para ir ao ar após às 22h. E a Record teve que cortar cenas em que escravos eram chicoteados em “Escrava Mãe”, sua atual novela das 19h, para manter a recomendação em 10 anos. O novo entendimento também facilita a exibição de reprises de novelas durante a tarde. Recentemente, a Record encontrou dificuldades para adequar ao horário sua reprise de “Chamas da Vida”, que tinha classificação de “não recomendada para menores de 14 anos”, resultando numa edição muito retalhada. Sucessos do cinema juvenil com censura 12 anos, como “Esquadrão Suicida” e “Star Trek: Sem Froteiras”, atualmente em cartaz nos cinemas, também não precisarão mais sofrer cortes para passar à tarde. Além disso, a chamada Rede Fuso, que apresentava programação atrasada exclusivamente para os estados do Norte e Nordeste durante o período de horário de verão, deve terminar. Os programas costumavam ir ao ar mais tarde nestas regiões, pela obrigação de vincular a classificação etária e o horário de exibição. Agora, a programação nacional poderá permanecer unificada, apesar do horário de verão nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Foi uma longa batalha. Para se ter ideia, a ação que resultou nessa decisão foi apresentada há nada menos que 15 anos pelo PTB, com apoio da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV). Trata-se, claro, de um exemplo notável da celeridade do judiciário brasileiro. Mas foi mesmo uma batalha. Em contraste à celebração dos canais, organizações de proteção à infância lamentaram a decisão. Várias ONGs, como Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, o Instituto Alana, a ANDI – Comunicação e Direitos e a Artigo 19 encamparam uma campanha contrária à desvinculação dos horários na televisão. Para elas, é grande o risco de maior exposição de crianças a conteúdos violentos e erotizados durante horários impróprios, como ocorria nos anos 1990, antes do Estatuto da Criança e do Adolescente, quando o quadro sensual “Banheira do Gugu” ocupava a faixa das 16h. A publicação do acórdão do STF suprimiu trecho do Estatuto que proibia exibir programas fora dos horários reservados a cada idade, segundo a classificação do Ministério da Justiça. A pasta continuará avaliando a classificação indicativa, que deve ser informada no início de cada atração, mas a partir de agora ela será, como diz seu nome, apenas indicativa – e não mais proibitiva.

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  • Série

    Polícia Militar do Rio protesta contra minissérie Justiça

    27 de agosto de 2016 /

    A Polícia Militar do Rio de Janeiro divulgou um comunicado, via rede social, manifestando repúdio ao fato de a minissérie “Justiça”, da rede Globo, trazer um policial militar como vilão. “Justamente aquele profissional que defende a sociedade com a própria vida, que zela pela segurança do cidadão, que garantiu a tranquilidade dos Jogos Olímpicos”, diz a nota, assinada pelo coordenador de comunicação social da polícia, Oderlei Santos. “O que estará pensando a viúva ou um órfão de policial, herói de verdade, que perdeu sua vida no combate ao crime?”, questiona a nota. Na minissérie, o ator Enrique Diaz interpreta Douglas, um policial que planta drogas na casa da vizinha Fátima (Adriana Esteves) para se vingar do tiro que a mulher deu em seu cachorro, matando o animal. Fátima fica sete anos presa por causa da armação. Vale observar que a história se passa em Recife e não traz nenhuma referência à polícia do Rio. Mas para a PM carioca, esse tipo de programa “deseduca” as pessoas e estimula o desrespeito aos policiais. O comunicado termina sugerindo que os policiais militares e seus familiares mudem de canal e não assistam à minissérie. O protesto é válido, desde que se limite ao convite ao boicote. Mas já imaginou se vira moda e acirra? Vilão advogado: OAB ameaça tirar canal do ar com ação de inconstitucionalidade. Vilão jornalista: imprensa golpista faz chamamento para manifestação na Av. Paulista. Vilão operário: sindicato promete greve geral se tiver comparação com Lula. Vilão político: não passarão. Vilão na comissão do Oscar 2017: cineastas retiram candidaturas e pressionam por saída de membros. Já pensou?

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  • Etc,  Filme

    Harrison Ford correu risco de vida durante filmagens de Star Wars: O Despertar da Força

    26 de julho de 2016 /

    Harrison Ford sofreu um acidente grave durante as filmagens de “Star Wars: O Despertar da Força”, mas como o caso foi parar na justiça, surge a informação de que a situação poderia ter sido muito pior. Segundo o jornal The Guardian, o promotor do processo alegou, durante audiência no tribunal britânico, que o acidente poderia ter custado a vida do ator. Em julho de 2014, enquanto filmava uma cena, Ford foi atingido pela porta hidráulica da nave Millennium Falcon e jogado no chão, tendo a perna prensada. Ele foi levado às pressas para o hospital, onde foi constatado que dois ossos de sua perna foram quebrados pelo peso da porta de metal, o que o deixou afastado das filmagens por vários meses. Um especialista da área de Saúde e Segurança disse que a porta cenográfica atingiu o astro com uma força comparável à de um carro pequeno. “A porta poderia ter matado alguém. Isso só não aconteceu porque um freio de emergência foi ativado”, afirmou o produtor Andrew Marshall. Diante das evidências, a empresa Foodles Production, produtora do grupo Disney, declarou-se culpada, mas pretende contestar o nível de risco do acidente. “A segurança de nosso elenco e set sempre foi uma prioridade”, manifestou-se a Foodles em comunicado. O veredicto será anunciado em 22 de agosto.

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  • Filme

    Estoura o verdadeiro escândalo financeiro de O Lobo de Wall Street

    22 de julho de 2016 /

    “O Lobo de Wall Street” contava a história de um golpista que ficava milionário ao fraudar a bolsa de valores. Mas a ficção também serviu para alimentar um escândalo financeiro em seus bastidores. A produtora Red Granite, responsável pelo longa dirigido por Martin Scorsese, estrelado por Leonardo DiCaprio e indicado a cinco Oscar em 2014, está sendo acusada de desviar mais de US$ 100 milhões de um fundo público da Malásia para a produção do filme. Revelado em fevereiro pelo site Deadline, o esquema de lavagem de dinheiro virou processo conduzido pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que investiga os produtores Riza Aziz e Christopher “Joey” McFarlan, fundadores da Red Granite, o agente e financista malaio Low Taek Jho, um chefe de investimentos do fundo 1MDB (1Malaysia Development Berhad) e até um ator que participou de “O Lobo de Wall Street” em um “papel principal”. O valor total desviado da estatal estaria na casa de US$ 3 bilhões. Desde o ano passado, o 1MDB está no centro de um grande escândalo de corrupção, que teria participação de políticos, banqueiros e empresários. Segundo o Departamento de Justiça americano, agentes do 1MDB usavam a conta do fundo como “conta pessoal de banco”. Segundo a acusação, os envolvidos no esquema usaram empresas de fachada para pagar dívidas de jogo em Las Vegas, iates de luxo alugados, um decorador de interiores, além de US$ 35 milhões gastos com uma empresa de jato particular. O principal foco da investigação é a atuação de Low Taek Jho, conhecido como Jho Lo. Ele é acusado diretamente de lavar mais de US$ 400 milhões desviados de fundos. No final de “O Lobo de Wall Street”, o agente recebe agradecimento especial da produção do longa dirigido por Martin Scorsese. Criado em 2009 pelo primeiro ministro malaio Najib Razak, o 1MDB tem como objetivo proporcionar bem-estar econômico e social à população malaia. Jho Low foi um de seus idealizadores. Em entrevista coletiva realizada na quarta (20/7) em Washington, a procuradora da divisão criminal do Departamento de Justiça dos EUA, Leslie Caldwell, afirmou tratar-se de uma “complexa teia de transações usadas para lavar bilhões de dólares roubados do povo da Malásia”. Além de empregar o dinheiro para financiar o filme, orçado em cerca de US$ 155 milhões, a Red Granite teria usado desvios do fundo estatal malaio para adquirir imóveis em várias partes do mundo, avaliados em US$ 100 milhões. De acordo com a Justiça americana, os direitos futuros sobre “O Lobo de Wall Street”, que arrecadou US$ 392 milhões globalmente, estão agora sujeitos a confisco, assim como os bens da Red Granite. “Nem o 1MDB nem o povo da Malásia viu um centavo de lucro a partir desse filme ou de qualquer um dos outros bens que foram comprados com dinheiro desviado de fundos.” Os escritórios da empresa Red Granite m Los Angeles não abrem desta quarta.

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    Ator da série The Shield é condenado a 40 anos de prisão pelo assassinato da esposa

    10 de junho de 2016 /

    O ator americano Michael Jace, que ficou conhecido pelo papel do policial Julien Lowe na série “The Shield – Acima da Lei”, foi condenado a 40 anos de prisão nesta sexta (10/6) pelo assassinato de sua esposa, April Jace. Após um julgamento emotivo, em que familiares da vítima discursaram sobre a dor da perda, Michael, acusado de assassinato em segundo grau, se desculpou e disse não haver justificativa para seus atos. A defesa, porém, alegou que o ator, de 53 anos, agiu “no calor da paixão”. A acusação, porém, usou o depoimento do filho de 10 anos do casal, que contou ter ouvido o pai dizer, pouco antes de disparar o segundo tiro, “se você gosta de correr, então corra para o paraíso”. O próprio ator ligou para a polícia para confessar o crime. De acordo com fontes da publicação ligadas à polícia, Jace telefonou para o serviço de emergência dos Estados Unidos por volta das 20h30 e disse: “Atirei na minha mulher”. April foi encontrada já sem vida pela polícia em 19 de maio de 2014. O casal estava junto há nove anos e tinha dois filhos. Na época, Jace deu um longo depoimento aos oficiais e disse que queria apenas machucar a vítima. O ator afirmou também que planejava acertá-la na perna. Em vez disso, disparou três vezes. O ator usou a arma do próprio sogro. O crime foi testemunhado pelos filhos do casal, então com 5 e 8 anos de idade. Inicialmente, ele foi acusado de homicídio doloso, mas a tese foi desqualificada pelos promotores. Eles afirmaram que Jace estava nervoso com a mulher após um pedido de divórcio. Segundo o site TMZ, vizinhos disseram que houve uma “briga feia” por conta de dificuldades financeiras e que isso seria causa de “conflitos familiares”. Em 2011, ele havia dado entrada num pedido de falência, pedindo redução das dívidas da hipoteca de sua residência. Segundo o TMZ, documentos mostrariam que a família estava à beira de perder o imóvel. O ator teve dificuldades de conseguir um papel de destaque após o fim da série “The Shield”, em 2008. Seu trabalho mais relevante desde então foi a participação em quatro episódios na série policial “Southland: Cidade do Crime”, o últimos deles exibido em 2013.

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    Ator da série The Shield é considerado culpado por matar a própria esposa

    1 de junho de 2016 /

    O ator americano Michael Jace, que ficou conhecido pelo papel do policial Julien Lowe na série “The Shield – Acima da Lei”, foi declarado culpado pelo assassinato de sua esposa, April Jace. Após a decisão do júri, os argumentos finais e a deliberação definitiva do caso acontecerão na sexta-feira (10/6). April Jace foi encontrada morta há dois anos, na casa onde morava com o marido, em Los Angeles. Durante o processo, o ator confessou ter matado sua mulher a tiros. O próprio ator ligou para a polícia para confessar o crime. De acordo com fontes da publicação ligadas à polícia, Jace telefonou para o serviço de emergência dos Estados Unidos por volta das 20h30 e disse: “Atirei na minha mulher”. April foi encontrada já sem vida pela polícia em 19 de maio de 2014. O casal estava junto há nove anos e tinha dois filhos. Segundo o site TMZ, vizinhos disseram que houve uma “briga feia” por conta de dificuldades financeiras e que isso seria causa de “conflitos familiares”. Em 2011, ele havia dado entrada num pedido de falência, pedindo redução das dívidas da hipoteca de sua residência. Segundo o TMZ, documentos mostrariam que a família estava à beira de perder o imóvel. O ator teve dificuldades de conseguir um papel de destaque após o fim da série “The Shield”, em 2008. Seu trabalho mais relevante desde então foi a participação em quatro episódios na série policial “Southland: Cidade do Crime”, o últimos deles exibido em 2013.

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    Ministro da Justiça polonês vai reabrir caso de extradição de Polanski

    31 de maio de 2016 /

    A Polônia vai reabrir o processo de extradição do cineasta franco-polonês Roman Polanski para os EUA, anunciou nesta terça-feira(31/5) o Ministro da Justiça polonês Zbigniew Ziobro. O diretor é acusado de ter estuprado uma menor de idade em 1977 e encontra-se foragido desde então. O ministro informou que apresentará um recurso ao Tribunal Supremo para impugnar “uma decisão do tribunal de Cracóvia de não extraditar aos Estados Unidos Polanski, acusado de um crime cruel contra uma menor, o estupro de uma menor”. A declaração foi feita durante uma entrevista a uma rádio pública. “Para nós, isto não é uma surpresa”, disse à AFP Jerzy Stachowicz, um dos advogados do diretor. “Nós já esperávamos. O senhor Ziobro já havia declarado há algum tempo que faria isto. No momento, não podemos fazer comentários, pois não sabemos se já fez ou se ainda vai fazer”, completou o advogado. O tribunal de Cracóvia rejeitou no dia 30 de outubro a extradição de Roman Polanski e a promotoria da cidade decidiu não apelar contra a decisão. Ele se arriscou a enfrentar o processo na Polônia para poder filmar seu novo drama na terra natal de seus pais. O diretor de clássicos como “O Bebê de Rosemary” (1968), “Chinatown” (1974) e “O Pianista” (2002) foi acusado de violentar Samantha Geimer em 1977, quando ela tinha 13 anos, após uma sessão de fotos em Los Angeles. Na ocasião, ele tinha 43 anos. Embora tenha celebrado um acordo judicial, declarando-se culpado e cumprido pena de 42 dias na prisão, Polanski fugiu para a França ao obter liberdade condicional, antes de uma nova audiência em 1978, temendo que seu acordo original fosse revisto por outro juiz. Como é cidadão francês, ele não pode ser extraditado da França, o que o tornou, desde então, foragido da justiça americana. Mesmo foragido, ele continuou filmando na França e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista”. Mas o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suiça a prendê-lo, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Curiosamente, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, ele lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Assim como a justiça suíça, o tribunal de Cracóvia considerou que Polanski tinha cumprido sua pena original e que seus direitos tinham sido violados na perseguição movida pelos EUA. Contudo, a promotoria de Los Angeles argumenta que o diretor continua sendo um fugitivo e está sujeito à prisão imediata nos Estados Unidos, porque ele fugiu do país antes da sentença. Polanski chegou a dizer, em entrevista coletiva logo após a decisão da justiça polonesa, que considerava o caso acabado. “O caso acabou, pelo menos na Polônia, eu espero. Eu posso suspirar com alívio. É difícil descrever quanto tempo, energia e esforço isso custa, quanto sofrimento que trouxe para a minha família”, ele se manifestou, afirmando já ter cumprido sua pena. “É simples. Eu me declarei culpado, eu fui para a prisão. Eu cumpri o meu castigo. Acabou”, resumiu. Uma eventual ordem de extradição não obrigaria Polanski, hoje com 82 anos, a voltar aos EUA, pois ele está na França. Mas atrapalharia seus planos para fazer seu novo longa-metragem na Polônia: “The Dreyfus Affair”, adaptação cinematográfica do livro “An Officer and a Spy”, de Robert Harris. Este seria apenas seu segundo longa totalmente filmado no pais, após “A Faca na Água” (1962), no começo de sua carreira.

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    Em Nome da Lei leva o gênero policial à fronteira brasileira

    27 de abril de 2016 /

    Realizador de filmes como “Zuzu Angel” (2006) e “Salve Geral” (2009), Sergio Rezende roteirizou e dirigiu “Em Nome da Lei”, thriller policial inspirado em histórias reais, sobre o contrabando e o tráfico de drogas no Brasil, mais precisamente na fronteira com o Paraguai. Protagonista de novelas da Globo, o ator Mateus Solano ainda não se firmou no cinema, embora tenha participado, no início da carreira, do ótimo “Linha de Passe” (2008), de Walter Salles e Daniela Thomas. Mas mesmo sem tanta experiência cinematográfica, pode-se dizer que ele é a melhor parte desta produção, ao lado de Chico Diaz (“Oração do Amor Selvagem”). No filme, Solano é Vitor, um juiz que saiu de São Paulo e foi ao interior de Mato Grosso do Sul fazer justiça. Ele mudou de cidade em troca da posição de juiz titular e também para buscar um ideal. Como profissional, o personagem acredita que vai “mudar o mundo”, ou, pelo menos, as injustiças que acontecem na pequena cidade (fictícia) de Fronteiras. No fórum onde começa a trabalhar, conhece a procuradora Alice, vivida pela bela Paolla Oliveira (“Trinta”), e o policial federal Elton (Eduardo Galvão, de “Flordelis”). Os três têm a difícil missão de acabar com os desmandos do coronel Gomez (Chico Diaz), responsável pelo crime da região. Embora o enredo de “Em Nome da Lei” possa ter alguma semelhança com o momento atual do Brasil e com o juiz Sergio Moro, que lidera as investigações da Operação Lava Jato, em Curitiba, o autor do filme se inspirou no juiz federal Odilon de Oliveira, que ficou famoso por atuar no combate ao crime organizado naquela região. A cidade do juiz é Ponta Porã; a que foi filmada, é Dourados. A ideia da trama é boa – principalmente por sair do lugar-comum da favela e da pobreza, que marcam o cinema policial brasileiro – , mas falta um pouco de “caldo” nesta mistura. Há momentos em que o diretor parece não estar presente, tamanho é o descompasso entre os atores em cena. Além de interpretações que não convencem o espectador, a produção do longa deixa a desejar. Detalhes como a placa do carro e a garrafa de vinho que chega aberta na mesa do cliente, mostram uma falta de cuidado e, sobretudo, de verossimilhança. Outro problema é o excesso de didatismo nas cenas, principalmente nas que se referem ao contrabando. Cinema também serve para educar, mas sutileza é essencial quando se trata de arte.

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    Johnny Depp e Amber Heard gravam desculpas por entrar ilegalmente com seus cachorros na Austrália

    18 de abril de 2016 /

    O ator Johnny Depp e sua mulher, a atriz Amber Heard, gravaram um vídeo se desculpando por terem entrado ilegalmente com seus cães na Austrália, durante as filmagens de “Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias”. A gravação foi divulgada pelo Departamento de Agricultura do país e mostra os dois dizendo-se arrependidos e aconselhando turistas a respeitarem as leis de quarentena do país. “A Austrália é uma ilha maravilhosa, com um tesouro de plantas, animais e pessoas únicas”, diz Amber Heard. “Isso deve ser protegido”, completa Depp. “A Austrália está livre de muitas doenças que são comuns ao redor do mundo. Por isso o país precisa ter leis de biossegurança tão rígidas”, continua a atriz. “E os australianos também são únicos, calorosos e diretos. Quando você desrespeita a lei na Austrália, eles vão te dizer de maneira firme”, retoma Depp. “Sinto muito que nossos cães não tenham sido declarados. Proteger a Austrália é importante”, desculpa-se Amber. “Declare tudo quando você entrar na Austrália. Obrigado”, conclui Depp. Com a gravação, o casal evitou uma condenação no país, onde Depp gravou o quinto filme da franquia “Piratas do Caribe” no começo de 2015. Amber ainda declarando-se culpada por dar um testemunho falso sobre a dupla de yorkshires do casal. Na época, o Ministro da Agricultura local ameaçou sacrificar os cães, que deveriam ter passado por quarentena obrigatória. Os bichinhos voltaram imediatamente para os EUA, sobrevivendo à sentença. O casal saiu de sua casa, no Havaí, para a audiência em Queensland, na Austrália, a bordo de um jato particular. De acordo com a BBC, Depp quase cochilou em vários momentos da sessão, apesar de poder enfrentar uma pena de até dez anos de prisão, ou multas de até R$ 720 mil. Ao final, o juiz aceitou as desculpas do casal e os dispensou de pagar multa por importação ilegal. Os dois se abraçaram ao ouvir a sentença.

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    Porsche não teve culpa no acidente que matou Paul Walker, decreta juiz americano

    6 de abril de 2016 /

    Quase três anos depois do acidente que matou o ator Paul Walker (franquia “Velozes E Furiosos”), a montadora Porsche foi inocentada de qualquer responsabilidade pela Corte de Los Angeles. Segundo o site TMZ, o juiz responsável por examinar o caso rebateu as acusações de que o veículo não tinha reforço nas laterais e apresentava uma falha na suspensão. Durante o processo, os advogados da Porsche afirmaram que o ator tinha consciência dos riscos de dirigir um carro esportivo em alta velocidade, nas condições apresentadas por uma via pública. Desta forma, o juiz declarou que o motorista, Roger Rodas, seria o culpado da própria morte e do amigo, Paul Walker. No entanto, a decisão, proferida nesta terça (5/3), aplica-se apenas ao caso de Rodas, num processo aberto por sua viúva contra a montadora por alegados “defeitos de fabricação”. A decisão é uma importante vitória para a Porche, que estava sendo acusada de responsabilidade pelo acidente, ocorrido em novembro de 2013. Além deste processo, a fabricante de automóveis também enfrenta uma ação movida por Meadow, filha de Paul Walker, num processo que ainda aguarda a decisão judicial.

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