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    Último filme do ex-casal Amber Heard e Johnny Depp tem segunda pior estreia de todos os tempos nos EUA

    28 de outubro de 2018 /

    O último filme em que o ex-casal Amber Heard e Johnny Depp compartilhou as telas finalmente foi lançado nos Estados Unidos, cinco anos depois de sua filmagem e de intensas batalhas judiciais. O resultado de tanta luta foi um fracasso épico. Lançado em 613 cinemas dos Estados Unidos, “London Fields” arrecadou míseros US$ 160 mil. O valor representa a segunda pior estreia de todos os tempos para um lançamento amplo registrado pelo site especializado Box Office Mojo. O BOM considera lançamento amplo qualquer filme com distribuição em mais de 600 telas. Dentro deste critério, apenas um filme teve desempenho pior em todo o banco de dados da publicação, que cobre bilheterias desde 1980: o patriota “Proud American”, em 2008. Para completar o fiasco, “London Fields” obteve avaliação de 0% na média do Rotten Tomatoes. O filme foi rodado em 2013 e faria sua estreia mundial no Festival de Toronto de 2015. Mas o diretor Matthew Cullen barrou o lançamento ao renunciar à obra, denunciando alterações bizarras dos produtores Christopher Hanley e sua esposa, a roteirista Roberta Handley. Eles incluíram uma dublê de corpo de Amber Heard para que a produção tivesse cenas de nudez e sexo que não fizeram parte das filmagens originais. Ao saber disso, a atriz entrou com um processo contra os responsáveis. “As filmagens com a dublê de corpo inclui uma cena explícita de sexo pornográfico que Heard nunca teria aceitado em fazer”, garantiu o advogado da atriz na ocasião, juntando-se ao esforço do diretor para barrar o lançamento do filme por “fraude”. Os produtores responderam com seu próprio processo por perdas e danos, já que estariam sendo prejudicados financeiramente pela impossibilidade de lançar o longa. “London Fields” seria a estreia de Cullen no cinema, após se destacar fazendo videoclipes, como o de “Dark Horse”, de Katy Perry. A trama é uma adaptação do romance “Campos de Londres” de Martin Amis, publicado em 1989, e acompanha Nicola Six (papel de Amber), uma clarividente que tem uma premonição sobre seu assassinato iminente. Isto a leva a se envolver com três homens, tentando descobrir qual deles vai matá-la. O elenco inclui ainda Billy Bob Thornton, Jim Sturgess, Theo James, Jason Isaacs, Cara Delevingne e Jaimie Alexander, além do ex-marido de Amber, Johnny Depp, que topou fazer uma pequena figuração na época em que estava apaixonado. Os produtores acabaram entrando em acordo extra-judicial com a atriz e o diretor. Não está claro se as cenas polêmicas foram retiradas, mas é provável que sim, já que o filme foi vendido para a distribuidora independente GVN Releasing, especializada em lançamentos evangélicos, que, entretanto, não investiu em marketing, já que a estreia aconteceu sem grande alarde. Para dar noção do tamanho do fracasso, o terror “Suspiria” fez mais dinheiro que “London Fields” no fim de semana com um lançamento limitado em duas salas apenas. Não há previsão de lançamento do filme no Brasil.

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    Ator de 13 Reasons Why é acusado de invadir a casa e tentar matar o ex-marido da filha de Kurt Cobain

    18 de outubro de 2018 /

    Uma história bizarra juntou a disputa por um violão de Kurt Cobain, o falecido líder da banda Nirvana, com uma suposta tentativa de assassinato levada adiante pelo ator Ross Butler, da série “13 Reasons Why”. O nome do ator veio à tona quando ele foi convocado para prestar depoimentos à justiça americana nesta semana. Isaiah Silva, ex-marido de Frances Bean Cobain, tinha vencido uma disputa judicial contra a ex-mulher para ficar com o violão de Cobain. E depois disso teria sido ameaçado de morte. Ele abriu um processo contra a mãe de sua ex-mulher, Courtney Love, alegando que ela teria “conspirado com várias pessoas para invadir sua casa, espancá-lo, sequestrá-lo e tentar matá-lo para recuperar o lendário violão de Cobain”. O violão é o modelo Martin D-18E de 1959, usado por Kurt Cobain na gravação do “MTV Unplugged”, famoso registro ao vivo do Nirvana. E uma das pessoas que teria invadido sua casa é agora identificada como Ross Butler. Segundo os documentos do processo, obtidos pelo site The Blast, Butler confirmou ao juiz que esteve sim na casa de Silva, mas que em nenhum momento houve qualquer tipo de agressão. Em Junho de 2016, o ator e Sam Lufti, empresário de Courtney Love, foram à casa que o então casal dividia após receberem mensagens estranhas. Ao chegar lá, segundo o ator, as janelas estavam tampadas por cobertores, e eles teriam sido atendidos calmamente por Isaiah Silva. Ainda de acordo com Ross Butler, tanto a casa quanto Silva estavam com um odor forte, e a polícia foi chamada por um quarto homem presente no local para verificar se tudo estava bem. De acordo com Silva, sua casa teria sido invadida para que o violão fosse recuperado. A próxima audiência referente ao caso acontece no dia 7 de dezembro.

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    Tuíte racista sobre Mbappé rende processo de R$ 7 milhões para o youtuber Júlio Cocielo

    13 de setembro de 2018 /

    O youtuber Júlio Cocielo vai responder na Justiça sua “brincadeira” com o jogador francês Mbappé no Twitter. Os promotores de Direitos Humanos Eduardo Valério e Bruno Orsini Simonetti acusaram o influenciador digital de racismo e entraram com uma ação em que exigem um pagamento de R$ 7 milhões por danos coletivos. Durante a Copa do Mundo da Rússia, Cocielo publicou que “Mbappé conseguiria fazer uns (sic) arrastão top na praia”. O youtuber foi duramente criticado por usuários e gerou uma grande discussão na internet. Diante da polêmica, os promotores decidiram levar o caso para a justiça – a dupla pediu a quebra do sigilo bancário, além da condenação por racismo. “Trata-se de um jovem jogador negro, francês de ascendência camaronesa, de compleição física robusta e que mostrou, nos jogos da seleção francesa na Copa da Rússia, impressionantes velocidade e explosão, daí advindo, em notória manifestação de racismo, a sua associação com os assaltantes (negros, na ótica do autor) que praticam crimes de roubo nas praias brasileiras, sobretudo fluminenses, sempre sob contínua e desabalada corrida”, escrevem na ação. Para reforçar a denúncia, Valério e Simonetti anexaram comentários racistas feitos por Cocielo entre 2010 e 2018 na mesma rede social. Na visão dos acusadores, o influenciador digital ‘violou direitos fundamentais e o Tratado Internacional de Direitos Humanos’ com as postagens ofensivas. Na ação, os promotores ainda se apegam aos números de tuítes de Cocielo antes e depois dos comentários sobre Mbappé. De acordo com o relato inserido na denúncia, o youtuber apagou mais de 50 mil tuítes antigos. De pouco mais de 81 mil posts, a conta caiu para 32 mil no dia seguinte à postagem sobre o atacante francês. Cocielo usou a mesma rede social para pedir desculpas pelos comentários sobre o jogador do PSG, eleito a revelação do último Mundial e que teve papel fundamental na conquista da Copa do Mundo pela França. Mas assim mesmo perdeu diversos patrocínios.

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  • Série

    Ator de The Originals entra na série For the People

    9 de setembro de 2018 /

    O ator Charles Michael Davis já tem novo trabalho após o fim da série “The Original”. Ele entrou para o elenco do drama jurídico “For the People”. Essa é a segunda série de Shonda Rhimes que ele participa, já que ele participou brevemente de sete episódios de “Grey’s Anatomy” em 2013. A série também é o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferencia de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Em “For the People”, Davis vai interpretar Ted, o novo investigador da Defensoria Pública, que será um personagem fixo da atração. Paralelamente, ele ainda continua na série “Younger”, onde também interpreta um personagem fixo. Como as gravações das duas séries não coincidem, o ator poderá participar de ambas sem conflitos, como já fazia anteriormente, na época em que estava em “The Originals” e “Younger” simultaneamente. A 2ª temporada de “For the People” vai estrear na midseason, no começo de 2019, na rede americana ABC.

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  • Etc

    EUA identificam e processam hacker norte-coreano que atacou a Sony em 2014

    7 de setembro de 2018 /

    O Departamento de Justiça dos Estados Unidos formalizou uma ação judicial contra um hacker da Coreia do Norte, denunciado pela invasão aos sistemas da Sony Pictures em 2014 e pelo ataque conhecido como WannaCry 2.0 em 2017. O hacker Park Jin Hyok é acusado de ter invadido os sistemas da Sony Pictures em 2014 e vazar centenas de emails privados de executivos da empresa, filmes inéditos e roteiros de séries, em retaliação à produção da comédia “A Entrevista”, que ridicularizava o ditador norte-coreano Kim Jong-un. Em consequência dos vazamentos, Amy Pascal perdeu o cargo de presidente do estúdio. Segundo o Departamento de Justiça, Hyok fazia parte de um grupo de cibercriminosos conhecido como Lazarus, que trabalha a mando do governo norte-coreano. Esse time é apontado por diversas empresas de segurança como um dos maiores disseminadores de golpes virtuais do mundo, entre eles o roubo de US$ 81 milhões do Banco de Bangladesh em 2016 e o ataque do vírus WannaCry 2.0, que causou o maior pânico cibernético já registrado. O golpe infectava computadores com um vírus que sequestrava arquivos e apenas os liberava após os criminosos receberem pagamentos com a moeda virtual bitcoin. A acusação do DoJ foi feita com base numa investigação do FBI. Se for condenado, Hyok será sentenciado a penas que podem chegar a 27 anos de prisão. Mas, para isso, precisaria ser extraditado para os EUA, o que não deve acontecer, garantindo-lhe a impunidade.

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    Johnny Depp vence seu ex-advogado em decisão judicial que pode afetar os negócios de Hollywood

    28 de agosto de 2018 /

    O ator Johnny Depp conseguiu uma importante vitória no processo judicial em que enfrenta seu ex-advogado, Jake Bloom. Mais relevante que isso é o fato de que a decisão proferida pelo juiz Terry Green no tribunal de Los Angeles nesta terça (28/8) pode afetar todos os negócios informais de Hollywood. Depp resolveu processar seu ex-advogado em busca de ressarcimento das percentagens que ele abocanhou de seus negócios após um aperto de mãos de 18 anos atrás. Nos Estados Unidos, e especialmente em Hollywood, acordos verbais são corriqueiros entre atores, empresas e representantes. Mas, vivendo uma crise financeira, Depp acionou a Justiça para tentar recuperar as dezenas de milhões de dólares em honorários pagos que Bloom recebeu, com base em uma porcentagem de ganhos do ator, sem ter contrato assinado. O juiz entendeu que esse tipo de acordos precisa ser feito por escrito. Assim, a decisão pode decretar o fim dos acordos orais, que movimentam fortunas no mundo do entretenimento. A briga entre Depp e seu advogado começou em 2017, após a crise financeira levar o ator a rever duas dívidas. Quando Bloom recebeu menos que o esperado, alegou que o ator estava violando acordo verbal. A resposta de Depp foi um processo por “negligência profissional, violação de dever fiduciário e enriquecimento sem causa”. Segundo a imprensa americana, os advogados de ambos os lados se recusaram a comentar o caso fora do tribunal. A decisão judicial ainda não é definitiva, já que a defesa de Jake Bloom ainda pode recorrer. O julgamento final está marcado para o dia 6 de maio de 2019.

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    Ator de How I Met Your Mother é proibido pela justiça de se aproximar dos vizinhos

    24 de agosto de 2018 /

    O ator Josh Radnor, que ficou conhecido como protagonista da série “How I Met Your Mother”, tornou-se um incômodo em sua vizinhança. Segundo o site TMZ, ele recebeu uma ordem da justiça para se manter afastado de seus vizinhos. A ordem de restrição proíbe Radnor de se aproximar das casas dos vizinhos, precisando manter uma distância de 7 jardas (cerca de 6,4 m). Os problemas do ator começaram quando ele construiu um deck enorme em sua casa, que invadiu parte da propriedade de um vizinho. A família “rival” o processou e venceu a disputa, afirmando que ele não tinha direito de fazer a construção. Mas quando o deck seria destruído, houve uma reviravolta, com Radnor obtendo uma vitória judicial que impediu a demolição. Para completar a novela, os vizinhos acusam Radnor de gritar para eles toda vez que vai ao deck. A disputa segue na justiça, mas o ator não pode mais importunar os vizinhos, precisando manter distância das casas ao seu redor.

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    Presa por tráfico sexual, Allison Mack quer retomar a carreira de atriz

    15 de agosto de 2018 /

    A atriz Allison Mack, que está em prisão domiciliar e enfrenta um processo criminal por tráfico sexual, quer volta a atuar. Os advogados da antiga intérprete de Chloe Sullivan na série “Smallville” pediram para que o juiz permita que ela possa deixar a casa dos pais em Los Alamitos, na Califórnia (EUA), para voltar a trabalhar, fazer serviços religiosos semanais e ir para a escola. “As acusações a privaram de continuar sua carreira de atriz”, argumentam os advogados, que ainda garantem que ela “está interessada em contribuir com a sociedade”. Alisson Mack abandonou a carreira de atriz muito tempo antes de ser presa por participar do grupo NXIVM e da seita DOS, acusada de ser uma fachada para promover escravidão sexual de mulheres, que eram marcadas à ferro com as iniciais de seus “donos”. Ela não atua há três anos, desde um papel recorrente na série “American Odyssey”, em 2015. Mack foi liberada da cadeia após pagar uma fiança de US$ 5 milhões. Um juiz magistrado dos Estados Unidos soltou a atriz após seus pais colocarem a casa da família em Los Alamitos, na Califórnia (EUA), como garantia e ela concordar em morar com eles sob prisão domiciliar, enquanto aguarda seu julgamento. Apesar da prisão dos líderes, a seita aparentemente continua em atividade. A atriz Catherine Oxenberg, que fez sucesso com a série “Dinastia” nos anos 1980, revelou lutar até hoje para resgatar sua filha da influência do grupo NXIVM. Este escândalo veio à tona quando uma reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro, denunciou a escravidão sexual organizada pelo líder da seita, o guru Keith Raniere e sua braço-direito, Allison Mack. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas nos cursos do grupo NXIVM. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. Esta história bizarra deve virar série, após a produtora Annapurna fechar um acordo com o jornalista Barry Meier, autora da reportagem-denúncia publicada no New York Times, para produzir uma adaptação televisiva de suas descobertas.

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    Brie Larson, Michael B. Jordan e Jamie Fox vão estrelar filme sobre famoso caso de racismo judicial

    11 de agosto de 2018 /

    Os atores Brie Larson (“Kong: Ilha da Caveira”), Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) vão estrelar o drama “Just Mercy”, próximo filme do cineasta indie Destin Daniel Cretton. O longa vai adaptar o livro de memórias “Just Mercy: A Story of Justice and Redemption”, que conta a história real de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan vai interpretar Stevenson e Foxx dará vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson não foi divulgado. Mas este será o terceiro filme consecutivo do diretor com participação da atriz. Ela despontou para as premiações de cinema em “Temporário 12” (2013), vencendo o troféu de Melhor Atriz do Festival de Locarno e obtendo indicação ao Spirit Awards, dois anos de conquistar o Oscar por “O Quarto de Jack” (2015), e reprisou a parceria com Cretton em “O Castelo de Vidro” no ano passado. A previsão de estreia é para janeiro de 2020.

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    Brad Pitt desmente acusação de não pagar pensão e diz já ter gasto US$ 9 milhões com Angelina Jolie e os filhos

    10 de agosto de 2018 /

    Brad Pitt desmentiu os novos advogados de Angelina Jolie, ao afirmar que está pagando corretamente a pensão dos filhos. Na terça-feira, veio a público um documento entregue pela atriz à Corte Superior de Los Angeles alegando que o ex-marido não pagava um valor “significativo” de pensão aos filhos. Os advogados de Pitt, no entanto, afirmaram que o ator desembolsou cerca de US$ 9 milhões nos últimos dois anos para ex-esposa e os filhos — US$ 8 milhões para a compra da casa onde Angelina vive com as crianças e aproximadamente US$ 1,3 milhão em pensão. Em documento obtido pelo site americano TMZ, os representantes do ator acusam Angelina e seus advogados de tentar manipular a cobertura da imprensa sobre o caso a favor dela. Ainda segundo a defesa de Pitt, o documento entregue por Angelina foi preenchido apenas com o intuito de fomentar conflito entre as partes. Entretanto, o TMZ elabora que o problema é dinheiro. O casal deve repartir entre si todos os valores acumulados durante seu casamento. O problema é que o casamento só aconteceu em 2014, uma década depois do relacionamento ter começado. E Brad Pitt fez muito mais dinheiro que Angelina no período em que estavam juntos, mas não casados. Angelina Jolie e Brad Pitt começaram a namorar em 2005 e se casaram oficialmente em 2014. Os dois se separaram em 2016 e até agora seguem brigando pela guarda dos filhos na justiça. Ao dar entrada no divórcio, Angelina exigiu guarda exclusiva, mas Brad protestou com um pedido de guarda compartilhada pelos dois pais. O ex-casal tem seis filhos, três deles biológicos – Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne – e três adotados – o cambojano Maddox, o vietnamita Pax e a etíope Zahara.

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    Promotoria de Los Angeles investiga novas denúncias contra Harvey Weinstein, Steven Seagal e Anthony Anderson

    10 de agosto de 2018 /

    A promotoria de Los Angeles informou na quinta-feira (9/8) que está investigando novos casos de agressão sexual envolvendo três celebridades: o produtor Harvey Weinstein, o astro de filmes de ação Steven Seagal e o ator Anthony Anderson, da série “Black-ish”. O porta-voz da promotoria não deu detalhes das alegações ou quando as supostas agressões ocorreram. A denúncia ou denúncias contra Weinstein complicam ainda mais a situação do produtor, que atualmente enfrenta julgamento por estupro e abuso sexual em Nova York. Segal, por sua vez, é alvo de uma segunda denúncia. A primeira está sendo analisada pelas autoridades desde fevereiro. Embora a polícia não tenha confirmado o nome das vítimas, a ex-atriz Regina Simons e a modelo Faviola Davis informaram que tinham entrado na Justiça contra o ator. Simons alega que foi estuprada pelo astro das artes marciais em sua casa, em 1993, e Davis diz que ele agarrou suas partes íntimas em uma audição. Além delas, mais de uma dúzia de mulheres acusaram Seagal de violência sexual nos últimos meses. O ator de 66 anos negou todas alegações, dizendo que as supostas vítimas “mentiram e são pagas para mentir sem qualquer prova ou testemunha”. O caso de Anthony Anderson tem menos volume. Ele foi acusado apenas por uma mulher, a quem teria agredido sexualmente após uma festa em 2017. Um porta-voz do ator negou as acusações, que surgiram em julho, e lamentou que “qualquer um pode entrar com um processo independente se for verdade ou mentira”. Entretanto, esta não é a primeira vez que o ator é acusado de violência sexual. Ele e um assistente de direção foram acusados de estuprar uma atriz aspirante nos bastidores do filme “Ritmo de Um Sonho” (2005). O caso não chegou a ser investigado, porque as acusações foram retiradas em seguida.

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    Atriz da série Dinastia tenta resgatar a filha da seita sexual de Alisson Mack

    8 de agosto de 2018 /

    A atriz Catherine Oxenberg, que fez sucesso com a série “Dinastia” nos anos 1980, está lutando para resgatar sua filha da seita sexual que tinha entre seus líderes a também atriz Allison Mack, da série “Smalville” . Em entrevista ao programa Today, da rede NBC, Oxenberg contou que chegou a fazer parte da seita e foi quem a apresentou à filha India, de 27 anos. “Eu a levei, e é por isso que me sinto responsável em tirá-la de lá”. “No começo, eu senti uma culpa terrível por ter levado minha filha a uma organização pervertida e perigosa”, prosseguiu. “E então eu comecei a me educar. Falei com muitos especialistas, e eles disseram ‘você vai parar de se culpar? Esses cultos são máquinas bem azeitadas. India nunca teve uma chance’”. A história da seita veio à tona quando uma reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro, denunciou a escravidão sexual organizada pela DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), seu líder Keith Raniere e sua braço-direito, Allison Mack. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas nos cursos do grupo NXIVM. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS. onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A atriz de 54 anos revelou que a filha também teve a pele marcada a ferro, como era costume no culto. “Eu perguntei ‘você sabe com o que você foi marcada?’ E ela respondeu ‘com algum símbolo em latim’. É muito possível que alguém tenha dito a ela que se tratava de um símbolo em latim, porque muitas das meninas não sabia que eram as iniciais de Keith, e possivelmente de Allison”. Oxenberg descobriu que a filha estava em risco quando uma amiga da jovem ligou para ela, dizendo que precisava salvar India, pois ela havia “assinado um voto vitalício de obediência” ao “mestre” delas. “Então eu surtei”, disse a atriz, que vem desde então tentando resgatar India. O FBI já começou a desmantelar a seita, com a prisão de Raniere e Mack, acusados de tráfico sexual, conspiração para cometer tráfico sexual e trabalhos forçados. A intérprete de Chloe Sullivan em “Smallville” foi liberada mediante pagamento de fiança, mas pode pegar até 15 anos de prisão se for condenada. Esta história, inclusive, vai virar série. O estúdio Annapurna adquiriu os direitos da reportagem do New York Times para realizar uma produção sobre a seita sexual.

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    Angelina Jolie acusa Brad Pitt de não pagar pensão “significativa” aos filhos

    7 de agosto de 2018 /

    O clima de “guerra total” no divórcio entre Angelina Jolie e Brad Pitt, insinuado por boatos recentes, é realmente verdadeiro. A atriz entrou com uma moção no tribunal que julga seu pedido de custódia exclusiva dos filhos, alegando que o ex-marido não está pagando uma pensão “significativa” às crianças desde que eles começaram o processo de divórcio, dois anos atrás. O documento entregue nesta terça-feira (7/8) à Corte Superior de Los Angeles e obtido pela NBC News diz: “Pitt tem a obrigação de pagar pensão. Desde a separação, ele não pagou uma pensão significativa para os filhos”. Quem assina é uma nova advogada de Angelina, Samantha Bley DeJean. A papelada não explica o que a defesa da atriz entende por “pensão significativa”, mas afirma que ela pretende dar entrada em um pedido de cobrança de pensão. “Dado que o acerto informal sobre os gastos das crianças não foi honrado por Pitt em mais de um ano e meio, Angelina pretende pedir uma cobrança retroativa de pensão”, diz o texto. Os advogados da atriz pediram ainda que seja agendada uma audiência para discutir essa situação. O fato de o documento ter sido encaminhado por uma nova advogada alimenta os rumores de afastamento de Laura Wasser, com quem Angelina teria brigado por conta de estratégias conciliatórias. Após o site TMZ afirmar que Wasser estava prestes a pedir demissão devido ao “desejo de sangue” da atriz, o time de relações públicas de Angelina afirmou que isso não era verdade, acrescentando que a situação teria sido mal-interpretada, diante da contratação de um novo escritório de advocacia para lidar com outros aspectos do caso. O ataque legal contra Brad Pitt foi realizado após o juiz responsável pelo processo decidir que as restrições impostas por Angelina a Brad Pitt eram prejudiciais às crianças. A estratégia de pintar o ator como irresponsável segue-se à tentativa de colar-lhe uma imagem de agressor, que levou Brad Pitt a ser investigado por possível abuso infantil, após perder o controle em frente das crianças. O ator foi inocentado das acusações, que foram trazidas à tona durante a briga judicial. Angelina Jolie e Brad Pitt começaram a namorar em 2005 e se casaram oficialmente em 2014. Os dois se separaram em 2016 e até agora seguem brigando pela guarda dos filhos na justiça. Ao dar entrada no divórcio, Angelina exigiu guarda exclusiva, mas Brad protestou com um pedido de guarda compartilhada pelos dois pais. O ex-casal tem seis filhos, três deles biológicos – Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne – e três adotados – o cambojano Maddox, o vietnamita Pax e a etíope Zahara.

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