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    Léo Lins ameaça quem o criticou por debochar de minorias: “Se eu for preso, você vai junto”

    29 de maio de 2023 /

    O humorista Léo Lins ameaçou quem o criticou após ter debochado de minorias e ter um vídeo de stand-up removido da internet por decisão judicial. Acusado de propagar discurso de ódio, o ex-contratado do SBT afirmou possuir um documento que expõe piadas preconceituosas feitas por essas pessoas e que pode fazê-los “ir para a cadeia”. Em suas redes sociais, Lins alega ter preparado o dossiê em sua defesa, para o caso de ser preso. O comediante disse ainda que reuniu principalmente piadas feitas por outros humoristas que, para ele, foram “a favor da censura”. No vídeo, ele se dirige aos seus críticos em tom ameaçador. “Pra essas pessoas que tão à favor da censura, principalmente humoristas e comediantes, eu sugiro torcer muito pra eu continuar solto”, começou Léo Lins na publicação. “Porque, na minha defesa, tem diversas piadas do pessoal à favor da censura, onde eu peguei a lista de temas que é proibido fazer piada [como minorias, orientação sexual, religião e raça], identifiquei diversas piadas com esses temas e transcrevi pra minha defesa”, ressaltou Léo Lins. Léo Lins afirma que esse não é seu desejo, mas que as informações podem fazer com que outros humoristas sejam presos também. “Eu não quero que ninguém vá preso. Mas veja bem: se esse critério vai ser usado pra me colocar na cadeia, serve para outras pessoas também”, argumenta. “Então, você que foi à favor da censura, torça pra eu continuar solto. Porque se eu for preso, você vai junto e pode acabar na cela comigo, e aí vai ter que ouvir as minhas piadas”, acrescentou. Entre as pessoas que falaram sobre o caso de Lins está o humorista Fábio Porchat, que voltou atrás após defendê-lo . “Eu escrevi dois tweets sobre um assunto super complexo. Eu falei de forma rasa, precipitada, confusa. Então eu errei. E é por isso que eu decidi, também, apagar os tweets”, explicou-se no sábado (27/5). “Eu queria deixar muito claro aqui que a minha posição nunca foi defender o humor racista. Eu sempre tentei promover o humor que não causasse dor, que não machucasse. Sempre disse, e eu continuo dizendo, que a comédia que agride, que humilha, que bate em grupos minorizados é péssima, é velha, é desnecessária. Ela atrasa o avanço social”, completou.

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    Fábio Porchat se retrata após defender Leo Lins: “Mexeu comigo”

    27 de maio de 2023 /

    Fábio Porchat voltou atrás em sua defesa do humorista Leo Lins, acusado de transformar preconceito em uma apresentação de comédia. Após usar o argumento da liberdade de expressão contra a censura de piadas racistas e homofóbicas, o apresentador de “Que História É Essa, Porchat?” apagou seus posts anteriores, massacrados na internet, e publicou um novo pronunciamento sobre o caso. “Eu sei que muita gente ficou ofendida, decepcionada, e com razão. Isso mexeu comigo”, afirmou. A defesa inicial de Porchat aconteceu após o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinar que Leo Lins apagasse de seu canal do YouTube o vídeo de um de seus espetáculos, publicado em 2022. A juíza Gina Fonseca Correa entendeu que o comediante estaria “reproduzindo discursos e posicionamentos que hoje são repudiados”. Em seu primeiro posicionamento, publicado no Twitter, Porchat afirmou não ver problemas nas piadas que ridicularizam minorias sociais. “Ah, mas faz piada com minorias… E qual o problema legal? Nenhum. Dentro da lei pode-se fazer piada com tudo tudo tudo”, dizia um trecho do tuite original, em que Porchat chama a decisão da Justiça de “vergonha”. Entretanto, racismo e homofobia são crimes no Brasil. Após a repercussão negativa de seu posicionamento inicial, Porchat publicou novo vídeo no Instagram e admitiu ter cometido um erro. “Eu tenho pensado bastante nos últimos dias depois das minhas postagens no Twitter. Eu li muita coisa, recebi muitas mensagens, conversei com muita gente legal. E eu entendi totalmente as reações. Eu sei que muita gente ficou ofendida, decepcionada, e com razão. Isso mexeu comigo”, iniciou. “Eu queria deixar muito claro aqui que a minha posição nunca foi defender o humor racista. Eu sempre tentei promover o humor que não causasse dor, que não machucasse. Sempre disse, e eu continuo dizendo, que a comédia que agride, que humilha, que bate em grupos minorizados é péssima, é velha, é desnecessária. Ela atrasa o avanço social”, continuou. Porchat apontou que deveria ter pensado com mais cuidado no tema antes de dar sua opinião. “Achei importante agora deixar claro o que eu penso, porque eu não deixei antes. Eu escrevi dois tuítes sobre um assunto complexo, eu falei de forma rasa, precipitada, confusa”, declarou. “O que eu queria era falar de liberdade de expressão”, explicou. “A liberdade de expressão é a gente poder se expressar sem medo, sem censura, mas sempre dentro dos limites da lei. A liberdade de expressão não tira de você a responsabilidade do que você diz”, acrescentou. No fim do vídeo, o comediante reforçou que está ao lado das minorias. “A gente sabe que a lei sozinha não muda cultura, não muda cenário. A mudança de verdade vem dos movimentos sociais, que precisam ser apoiados. Eu valorizo a opinião de cada um de vocês e podem contar comigo sempre. Vamos em frente”, concluiu. Os comentários dos seguidores não aliviaram para o humorista. “Continua cancelado”, disse um. “Ué, se perdeu no personagem?”, ironizou outro. “Precisou de tanto tempo assim para ver que tinha vacilado?”, retrucou um terceiro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Porchat (@fabioporchat)

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  • Música

    Bruno, dupla com Marrone, fecha acordo para encerrar processo por machismo

    26 de maio de 2023 /

    Bruno, da dupla com Marrone, fechou um acordo para se livrar de uma ação judicial movida por danos morais. O cantor foi processado pela modelo Thaliane Pereira, que teria sido vítima de machismo no ano passado. Na ocasião, Thaliane publicou uma foto no Instagram, onde ela e a amiga Luana Targino apareciam de biquíni, segurando um peixe. A publicação foi compartilhada por Bruno, que acrescentou os dizeres “Tilaska, Tilápia e Tikebra” na montagem. O sertanejo apagou a imagem após a repercussão, mas as amigas repudiaram o uso indevido de imagem com a adesão de conotação pejorativa. “É inadmissível, em qualquer setor da sociedade, a propagação ou incitação de discurso misógino, como se as mulheres fossem objeto de consumo, sobretudo partindo de uma pessoa com tamanha expressão no meio artístico, tal qual cantor Bruno”, disse Luana em nota. “Ainda que a publicação tenha sido removida pelo cantor após a óbvia repercussão negativa, os danos advindos da exposição ultrajante à imagem de Luana se perpetuam com a viralização do conteúdo nas redes sociais”, acrescentou a assessora jurídica, Gabriella Pontes Garcia. A defesa das influenciadoras entrou com as medidas cabíveis, e obteve o pedido atendido pela Justiça. “Aguardamos a audiência de conciliação, no dia optamos por pactuar um acordo no importe de R$ 10 mil e encerrar a demanda, já que havíamos atingido o nosso maior objetivo, [que] era a retratação”, afirmou ela. Neste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo promoveu a audiência de conciliação entre as partes. O acordo foi conduzido pela juíza Juliana Nobre Correia e homologado no mês passado. “O processo já foi pago e encerrado”, completou a defesa. A defesa de Thaliane Pereira ressaltou que o intuito da ação judicial era o pedido de retratação e a indenização por danos morais. “O magistrado deferiu o pedido de retratação liminarmente e o cantor Bruno cumpriu a determinação, postando o vídeo se retratando, o que já nos deixou extremamente felizes”, destacou a advogada Gabriella. Bruno e Luana Targino preferiram não se manifestar sobre o acordo legal.

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  • TV

    Marcos Hummel processa a Record TV por assédio moral

    24 de maio de 2023 /

    Marcos Hummel abriu um processo milionário contra a Record TV após ter sofrido assédio moral nos últimos meses de seu contrato. Sem alarde, o jornalista saiu da emissora no mês passado. Apesar do silêncio temporário, Hummel procurou a Justiça para relatar os danos sofridos dentro da empresa. Entre as acusações, ele diz ter sofrido retaliações do atual vice-presidente de jornalismo da Record, Antônio Guerreiro, por ter relações com o antigo gestor Douglas Tavolaro. Em virtude da proximidade, Hummel foi afastado do comando do “Câmera Record” em março de 2022. O apresentador estava à frente do programa desde 2008, quando a atração havia sido criada. No último ano, ele só fez a locução de alguns quadros do “Domingo Espetacular”. Além disso, Marcos alegou à Justiça que teve um contrato Pessoa Jurídica (PJ) durante 15 anos, sem o pagamento dos direitos trabalhista. O apresentador só teve a carteira assinada em 2019, quando a Record atualizou o modelo de trabalho em toda a empresa. No processo, Marcos Hummel exigiu uma indenização de R$ 3,5 milhões por assédio moral. O apresentador do “Fala Brasil” também espera o pagamento de férias remuneradas, 13º salário, entre outros benefícios. A ação milionária movida por Hummel se assemelha ao processo da jornalista Thalita Oliveira, que também alegou ter sido uma das vítimas de Antônio Guerreiro. A âncora ainda acusa a emissora de perseguição, humilhação e assédio moral antes de ser demitida.

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  • Os Dez Mandamentos
    TV

    Record TV é condenada por não pagar o Deus de “Os Dez Mandamentos”

    22 de maio de 2023 /

    A TV Record foi condenada pela Justiça de São Paulo a quitar uma dívida no valor aproximado de R$ 2,5 mil com César Willian, locutor da novela bíblica “Os Dez Mandamentos” (2015). Segundo o colunista Rogério Gentile, a decisão foi tomada em resposta a um processo movido por Willian, que interpretou a voz de Deus na novela sobre a história de Moisés. No processo, Willian, pós-graduando em interpretação bíblica, alegou que a Record deixou de pagar os valores referentes à reexibição da 2ª temporada de “Os Dez Mandamentos”. O locutor afirmou que se sentiu desrespeitado e menosprezado pela emissora, considerando a importância e popularidade da obra. A audiência atingiu, em abril deste ano, 6,8 pontos de média e 8,7 de pico ante 10,1 da Globo, de acordo com dados do Kantar Ibope Media. Ele expressou sua perplexidade diante da atitude da Record, principalmente porque os valores em questão são considerados “insignificantes”. “A Record deve e não pagou”, afirmou Willian. Além da quantia devida, a juíza Maria Schiesari condenou a emissora a pagar uma indenização por danos morais, justificada pela falta de consideração demonstrada e pelo desgaste sofrido por Willian na busca por seus direitos. A Record tem o direito de recorrer da decisão. Em sua defesa apresentada à Justiça, a Record sustentou que não possui nenhuma dívida com o locutor e que todos os pagamentos acordados contratualmente por sua participação em “Os Dez Mandamentos” foram efetuados. A emissora também ressaltou que ocorreu um equívoco no pagamento de R$ 645 ao locutor, valor referente a outra novela, “Topíssima”, na qual ele não teve envolvimento. A Record exigiu a restituição desse montante. A juíza, ao proferir a sentença que condenou a Record, ressaltou que a emissora não conseguiu comprovar o pagamento integral dos valores acordados para a exibição de “Os Dez Mandamentos”, porém determinou a devolução dos R$ 645 pagos indevidamente pela novela “Topíssima”.

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  • TV

    Thalita Oliveira abre processo milionário contra Record TV por perseguição

    22 de maio de 2023 /

    A jornalista Thalita Oliveira moveu um processo milionário contra a Record TV após ter sido vítima de perseguição. A comunicadora ainda teria sofrido humilhação e assédio moral antes de ser demitida em abril deste ano. No final de 2022, a âncora deixou o comando do “Fala Brasil Edição de Sábado” e foi deslocada para o noticiário “Record News”. No entanto, Thalita desapareceu do programa no final de janeiro, sem a menor explicação. Na ação judicial, Thalita explicou que foi tirada do ar apenas para se sentir humilhada e para que pedisse demissão. Contudo, a ex-âncora teria resistido às provocações, o que resultou na sua remoção da emissora. Thalita destacou que se dedicou à Record por quase 15 anos, mas o tempo de casa não teve a menor importância para a emissora. A jornalista ainda acrescentou não ter sido respeitada como mulher durante a gravidez, tampouco no momento grave de saúde que enfrentou. Ainda no processo, Thalita disse que foi uma das vítimas de Antônio Guerreiro, o atual diretor de jornalismo da Record. Ela teria sido perseguida junto com outros profissionais da área que eram subordinados ao executivo Douglas Tavolaro, que deixou o departamento e assumiu a operação da CNN Brasil em 2019. A apresentadora do “Fala Brasil” aproveitou o processo judicial para responsabilizar Guerreiro pelas demissões de Domingos Meireles, Marcos Hummel, Roberta Pizza, Adriana Araújo e Carla Cecato. Thalita Oliveira acrescentou que trabalhou na emissora como Pessoa Jurídica (PJ) entre 2009 e 2019. Somente depois do período ela obteve o direito de ser CLT. A jornalista do “Domingo Espetacular” solicita todos os direitos trabalhistas do período que ficou sem carteira assinada, bem como pede equiparação salarial de outros jornalista da Record. No total, o processo judicial gira em torno de R$ 2 milhões e meio. O advogado da jornalista, Dr. André Fróes de Aguilar, afirmou que o processo corre em segredo de Justiça.

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  • Etc

    Globo diz à Justiça que assédio de Marcius Melhem não foi provado

    17 de maio de 2023 /

    No desenrolar do caso de suposto assédio envolvendo o comediante e ex-chefe do Departamento de Humor da Globo Marcius Melhem (“Tá no Ar”), a emissora atestou que a acusação não foi provada, de acordo com seu setor de Compliance. A empresa está atualmente enfrentando uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ), que alega que a Globo permitiu casos de assédio no ambiente de trabalho ao longo dos últimos anos. Essa informação foi revelada em um documento de 2,5 mil páginas obtido pela revista Veja e divulgado nesta quarta-feira (17/5). Após avaliar os materiais apresentados tanto a favor quanto contra Marcius Melhem, o Compliance da Globo concluiu, segundo o documento, que “restou, de fato, constatada a inadequação do artista com seus subordinados, sem que fosse possível comprovar prática deliberada de assédio sexual, dados os contornos legais que a conduta exige para sua caracterização”. Questionada pela imprensa, a assessoria da Globo afirmou que a empresa não comenta questões relacionadas a Compliance e que todas as informações sobre o caso já foram fornecidas às autoridades competentes. Até o momento, o escritório Tenório da Veiga Advogados, que representa a emissora, não se pronunciou sobre o assunto. Em relação ao processo em si, a assessoria do MPT ressaltou que o caso está sob sigilo, e seu setor de imprensa adicionou que não possui mais detalhes a serem divulgados. Marcius Melhem foi acusado de assédio por Dani Calabresa e outras 10 mulheres, entre vítimas e testemunhas, num processo que corre na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) do centro do Rio de Janeiro. Por meio de sua assessoria de imprensa, o humorista comentou a revelação do documento da Globo: “A declaração da Globo trazida na matéria da Veja não causa surpresa, pois não pode ser comprovado algo que nunca existiu. Cada vez mais se confirma o que digo desde o início: nunca cometi assédio sexual. A verdade continua aparecendo.” Até o momento, Dani Calabresa e sua advogada, Mayra Cotta, que também representa outras denunciantes, não se pronunciaram sobre a declaração.

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  • Etc

    Fábio Porchat defende Leo Lins, é criticado e se justifica

    17 de maio de 2023 /

    Fábio Porchat reclamou da decisão de Justiça de São Paulo, que derrubou um vídeo de stand-up de Léo Lins e o proibiu de debochar de minorias. Após ser massacrado por internautas, Porchat voltou a se manifestar contra a censura e afirmou que “nada disso é crime”. “Não gosta de uma piada? Não consuma essa piada. Se a piada não incitou o ódio e a violência, ela é só uma piada. Tem piada de todos os tipos, de pum e de trocadilho, ácida e bobinha. Tem piada de mau gosto? Tem também. Tem piada agressiva? Opa. Mas aí é só não assistir. Quem foi lá assistir ao Leo Lins adorou. Riram muito. Quem não gostou das piadas são os que não foram. Pronto, assim que tem que ser”, argumentou. Em outra parte do tuíte, o ator insistiu que a lei permite fazer piada com tudo. “Não gostar de uma piada não te dá o direito de impedir ela de existir. Ainda mais previamente. Impedir o comediante de pensar uma piada é loucura… Mesmo que você não goste desse comediante, mesmo que você despreze tudo o que ele diz, ele tem o direito de dizer. Ele tem o direito de ofender. Não existe censura do bem”, disse. Porém, os internautas continuaram do lado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Os usuários reforçaram que a lei determina o que é discurso de ódio. Sem dar o braço a torcer, o famoso publicou um novo texto alegando ter “caído na armadilha” de expor sua opinião no microblog, que, segundo ele, quer “sangue, suor e lágrimas”. “É evidente que eu sou contra o racismo e inclusive sou muito aliado nessa luta faz tempo, eu já falei mil vezes em todas as entrevistas que eu dei que o tal do limite do humor é a Constituição. Se é crime não pode. Ponto. E lógico que quem se sentir ofendido pode e deve acionar a justiça. A minha questão aqui é com a censura prévia”, justificou-se. Para o ator, casos como o do Leo Lins afetam a sociedade em geral. “Eu sempre disse e continuo dizendo que acho ruim fazer um tipo de piada ofensiva, acho triste, acho velho, acho desagradável, mas nada disso é crime. Enquanto não for crime, pode. Eu não faço, mas tem gente que faz. E tem gente que ri”, pontuou. Isso aqui é uma vergonha! Inaceitável! https://t.co/UORUkpro2b — Fabio Porchat (@FabioPorchat) May 16, 2023 “Dentro da lei”. Pronto, Porchat, tu chegou no ponto: tem lei. E tem lei que regula o que é discurso de ódio, machismo, racismo, misoginia, xenofobia, intolerância. Não tem lei pra censurar piada, poesia, livro, palestra, mas TUDO que se fala está sob o jugo da lei. TUDO. — William De Lucca (@delucca) May 17, 2023 O tweet trás comparações que são totalmente assimétricas. Você é um humorista e já deve ter visto esse rapaz sendo constantemente transfóbico. Não dá para projetar uma certa ingenuidade falando sobre leis, Fábio. Te indico ler sobre o Pacto Narcísico da Branquitude. Cida Bento. — Ana Flor 🧜🏽‍♀️ (@Tdetravesti) May 17, 2023 Está aqui um belo exemplo de como não gerenciar uma crise de imagem. Oportunidade de ficar calado ou simplesmente reconhecer o erro mas não, vem a justificativa. Troque seus assessores ou reveja atitudes. — Ariel Acosta (@aru_acosta) May 17, 2023 É evidente que eu sou contra o racismo e inclusive sou muito aliado nessa luta faz tempo, eu já falei mil vezes em todas as entrevistas que eu dei que o tal do limite do humor é a Constituição. Se é crime não pode. Ponto. E lógico que quem se sentir ofendido pode e deve acionar a… — Fabio Porchat (@FabioPorchat) May 17, 2023

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  • TV

    Justiça censura episódio sobre Henry Borel no “Linha Direta”

    17 de maio de 2023 /

    A defesa do ex-vereador Dr. Jairinho, acusado pela morte do menino Henry Borel Medeiros, conseguiu derrubar o próximo episódio do “Linha Direta”, marcado para quinta-feira (18/5). Na atração, o apresentador Pedro Bial retomaria o caso, que ainda será submetido a júri popular. O “Caso Henry Borel” remete a uma terrível história que aconteceu no Rio de Janeiro em 2021. O menino de apenas 4 anos morreu com indícios de agressão no apartamento em que vivia com sua mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o Dr. Jairo Souza Santos Júnior. Segundo a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, a Justiça do Rio concedeu uma liminar para impedir a exibição após pedidos de Jairinho, que permanece detido preventivamente no presídio de Bangu 8, onde enfrentará um júri popular por homicídio e tortura. O “Linha Direta” contava com a presença no estúdio de Leniel Borel, o pai da vítima, que compartilhava sua perspectiva sobre o trágico incidente. Durante a simulação do caso, o ator Fernando Sampaio interpretava o papel de Dr. Jairinho, padrasto acusado de matar o menino. De acordo com a decisão, a juíza Elizabeth Machado Louro alegou que uma suposta exibição tendenciosa do “Caso Henry Borel” poderia influenciar a opinião de quem fosse escalado para votar na sentença. “O processo ainda pende de julgamento e a exibição em canal aberto e por emissora de grande alcance não parece servir aos propósitos informativos que possam ser alegados”, alegou a magistrada. “O réu deverá ser julgado por um corpo de juízes leigos e tal exposição poderá colocar em risco a imparcialidade dos julgadores.” Vale lembrar que o caso de Jairinho não corre sob segredo de Justiça e as audiências são transmitidas ao vivo pelo canal do Tribunal de Justiça do Rio. Contudo, o julgamento ainda não tem data marcada.

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  • Etc

    Justiça derruba vídeo de Leo Lins e proíbe piadas contra minorias

    17 de maio de 2023 /

    Leo Lins se envolveu em mais um imbróglio na última terça-feira (16/5). Desta vez, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou que o humorista apague um de seus vídeos cômicos no YouTube devido a piadas com minorias. Segundo a juíza Gina Fonseca Correa, o vídeo com mais de 3 milhões de acessos estaria “reproduzindo discursos e posicionamentos que hoje são repudiados”, como piadas sobre escravidão, perseguição religiosas e outras minorias. A decisão atendeu um pedido do Ministério Público de São Paulo. A magistrada ainda determinou que o Leo Lins não transmita, publique ou mantenha em determinados dispositivos arquivos de “conteúdo depreciativo ou humilhante em razão de raça, cor, etnia, religião, cultura, origem, procedência nacional ou regional, orientação sexual ou de gênero, condição de pessoa com deficiência ou idosa, crianças, adolescentes, mulheres, ou qualquer categoria considerada como minoria ou vulnerável”. Leo Lins precisou retirar de seu canal no YouTube qualquer vídeo que faça menção para os grupos minoritários e ficou proibido de mencioná-los em piadas futuras. Além disso, a juíza também proibiu que o comediante deixe São Paulo sem autorização judicial por mais de dez dias. A decisão ainda exige que o humorista compareça mensalmente em juízo para justificar todas as suas atividades. Caso não cumpra as ordens, Leo Lins terá que pagar multa diária de R$ 10 mil. A defesa de Leo Lins irá recorrer da decisão: “Entendemos que isso configuraria censura prévia, o que é proibido pela Constituição”, afirmou.

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  • Etc

    Antônia Fontenelle terá que pagar nova indenização para Felipe Neto

    9 de maio de 2023 /

    Antonia Fontenelle recebeu uma nova condenação da Justiça por fazer falsas acusações contra os irmãos Felipe Neto e Luccas Neto, num vídeo publicado em 2020. Na época, a influencer utilizou trechos de vídeos dos youtubers e os acusou de pedofilia. Segundo o juiz Samuel de Lemos Pereira, as falas dos irmãos Neto foram retiradas de contexto com o objetivo de lhes atribuir uma conduta grave. Ele ainda lembrou que Fontenelle já havia sido condenada criminalmente pelas falsas acusações em dezembro de 2021. A nova condenação, que correu pela 7ª Vara Cível do Rio, determinou que a atriz terá que pagar R$ 50 mil para cada um dos irmãos por danos morais. A decisão ainda exige a devida correção monetária e o pagamento dos honorários advocatícios. Além disso, Antonia Fontenelle foi obrigada a se retratar publicamente, na mesma plataforma em que publicou o vídeo. Ela também deverá deixá-lo disponível pelo mesmo período. De acordo com Leonardo Ribeiro da Luz, advogado de Felipe Neto, a decisão judicial é “tecnicamente perfeita e muito bem-vinda”. A atriz ainda poderá entrar com recurso. Essas não foram as primeiras condenações da atriz por difamar Felipe Neto. Os crimes começaram após um vídeo de julho de 2020, onde a apresentadora afirmou (sem provas) que teria sido “coagida pelo Youtuber em uma reunião, que este teria tentado lhe aplicar um golpe e que ele já teria estragado a vida de muitas pessoas”. Se engana quem acha que a história parou por aí. Acontece que, em outubro de 2021, Antonia teve que arcar com R$ 63 mil pelo ataque e por chama-lo de “canalha” e “câncer da Internet”. Em dezembro do mesmo ano, ela voltou a ser condenada por ter dito que Felipe Neto e Luccas Neto incentivavam a pedofilia. O caso aconteceu por conta do vídeo citado acima. Na ocasião, a pena foi convertida em prestação de serviços comunitários e lá se foram mais R$ 8 mil. Em novembro de 2022, Antonia Fontenelle recebeu outra condenação num processo movido por Felipe Neto. Desta vez, por sugerir que ele é “sociopata” e faz uso de cocaína. Na ocasião, ficou definido que ela teria que cumprir pena de quase um ano e meio em serviço comunitário, além de pagar uma multa de R$ 20 mil pelo crime de injúria. Já em janeiro, a influenciadora bolsonarista somou mais um ano e nove meses em regime aberto e um multa de R$ 40 mil por três crimes de difamação, um de injúria e outro de calúnia contra o Youtuber. Ela tenta recursos contra as decisões, mas a cada queixa por novas injúrias vem recebendo penas mais duras, na medida em que deixa de ser ré primária.

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  • Música

    Justiça decide a favor de Ed Sheeran em acusação de plágio

    4 de maio de 2023 /

    O júri de um tribunal em Nova York deliberou que o artista britânico Ed Sheeran não cometeu plágio. O artista foi acusado de plágio pelos herdeiros de Ed Townsend, co-autor da música “Let’s Get It On” com Marvin Gaye, na composição de seu sucesso mundial “Thinking Out Loud”. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (4/5). Sheeran abraçou a sua equipe jurídica após júri concluir que ele criou a sua música de forma “independente”. Após o veredicto, Sheeran leu uma nota diante do prédio do tribunal. “Precisamos que os compositores e a comunidade de escritores se unam para trazer de volta o bom senso. Essas reivindicações devem ser interrompidas para que o processo criativo possa continuar e todos possamos voltar a fazer música. E, ao mesmo tempo, precisamos absolutamente de indivíduos confiáveis, verdadeiros especialistas, para ajudar a apoiar o processo e proteger os direitos autorais”, disse. Durante o julgamento, o advogado da família de Ed Townsend, Ben Crump, argumentou que Sheeran havia feito um medley das duas músicas durante um show, mostrando assim a grande semelhança entre elas. No entanto, Sheeran negou as acusações, afirmando que também fez o mesmo medley com outras músicas, e que seria um “idiota” se tivesse copiado “Let’s Get It On” e depois tocado na frente de uma grande audiência de 20 mil pessoas. A defesa de Sheeran argumentou que os acordes presentes nas duas músicas são comuns na música pop, mas que as melodias das canções são completamente diferentes. Especialistas convocados pela defesa ainda mostraram outras músicas com a mesma progressão de acordes, entre elas “Georgy Girl”, sucesso dos anos 1960 lançado antes da gravação de Marvin Gaye. Enquanto isso, Kathryn Townsend, filha de Ed Townsend, contratou os seus próprios musicólogos para obter “clareza pessoal” sobre o assunto. Vale lembrar que, num julgamento semelhante em 2018, o compositor Robin Thicke e o produtor-compositor Pharrell Williams foram condenados por plágio na gravação de “Blurred Lines” e precisaram indenizar em quase US$ 5 milhões a família de Marvin Gaye por copiarem no hit acordes da música “Got to Give it Up”, lançada em 1977. Ed Sheeran também já tinha enfrentado batalhas legais sobre a sua música no passado. Em 2022, um juiz decidiu a favor de Sheeran em um caso envolvendo a música “Shape of You”, no qual ele foi acusado de copiar “Oh Why” do artista Sami Switch. Em 2016, ele também foi processado por seu single “Photograph”, mas o caso foi resolvido fora do tribunal. Após a sua vitória na justiça no ano passado, Ed Sheeran postou um vídeo na sua conta no Instagram expressando receio com relação a diversos casos que vinham ocorrendo nos últimos anos, todos envolvendo direitos autorais. “É realmente prejudicial para a indústria da composição. Existem poucas notas e acordes usados ​​na música pop. A coincidência está sempre prestes a acontecer se 60 mil músicas estiverem sendo lançadas todos os dias no Spotify. São 22 milhões de músicas por ano e há apenas 12 notas disponíveis. Eu não sou uma entidade. Eu não sou uma corporação. Eu sou um ser humano. Eu sou pai. Eu sou um marido. Eu sou um filho. Ações judiciais não são uma experiência agradável”, completou.

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  • Série

    Paolla Oliveira e Nanda Costa terão romance sáfico em série da Globo

    3 de maio de 2023 /

    As atrizes Paolla Oliveira e Nanda Costa viverão um romance criminoso na 2ª temporada de Justiça, minissérie da Globo. A dupla promete cenas de pura tensão sexual durante um dos episódios, que contarão com a participação de Xamã. O clima tórrido começa a ser desenvolvido assim que a Jordana (Paolla) decide matar seu irmão para não dividir a herança da família. No entanto, a culpa do crime cairá sob Milena (Nanda), que tenta furtar um carro e se depara com o homem agonizando no porta-malas. Assustada, Milena tentará se livrar do corpo, mas será presa em flagrante pela polícia e vai ter que encarar 7 anos na cadeira pelo crime que não cometeu. Já em liberdade, Milena sairá disposta a se vingar da verdadeira assassina. Assim que sair da prisão, Milena reencontra seu parceiro de crimes, Naldinho (Xamã), que estará envolvido com o ramo musical e pode tentar ajudar a parceira na carreia de cantora. Contudo, o foco dela será outro, já que Jordana também é uma empresária musical. Milena então exigirá que a vilã se dedique a sua carreira artística em troca de manter o silêncio sobre o crime do passado. Como era de se esperar, Jordana concorda com a oferta e passa a trabalhar junto à cantora. Já viúva, Jordana decide assumir seus sentimentos por Milena e as duas começarão um romance digno de “novela da Globo”. Desta forma, o casal aparecerá trocando beijos quentes e até juntas na cama, num momento bem íntimo.

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