Zezé Di Camargo é condenado por dívida de conta de água
Zezé Di Camargo foi condenado pela Justiça de Goiás por passar 10 anos sem pagar os serviços de fornecimento de água e esgoto de um imóvel ocupado por 12 anos. As contas teriam sido geradas entre 1994 e 2004. A Saneado, empresa responsável pelo abastecimento no estado de Goiás, abriu um processo em 2012 e exigiu o pagamento de R$ 9.445,46, porém o valor foi reajustado para R$ 17.404,70. Agora, a companhia solicitou a penhora dos valores das contas do sertanejo para quitar o valor. A Justiça considerou apenas os últimos 10 anos de débitos, já que os primeiros 24 meses foram prescritos como “improcedentes”. O sertanejo recorreu em segunda e em terceira instância, mas acabou sendo condenado pela 7ª Vara Cível. Nota oficial de Zezé Em nota, a assessoria de Zezé Di Camargo explicou que o cantor não possui atualmente imóvel em Goiânia, apenas em Araguapaz, outro município do estado, e que acredita se tratar de contas de um antigo imóvel que ele possuía. A equipe também não soube informar se realmente houve penhora de algum valor. Zezé afirmou que já pagou as dívidas, que se encontram num fundo judicial até a conclusão do processo: “A obrigação de pagamento não é definitiva, e apesar da dívida ser de baixo valor (dezessete mil reais), existem aspectos que serão ainda analisados, de forma que a cobrança pode ser considerada equivocada e ilegal”, diz um comunicado divulgado nas redes do cantor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zezé Di Camargo (@zezedicamargo)
Jonathan Majors é condenado por agressão e demitido pela Marvel
O ator Jonathan Majors, que interpreta o vilão Kang no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), foi considerado nesta segunda (18/12) culpado de agressão e assédio da ex-namorada, Grace Jabbari. O júri composto por três homens e três mulheres chegou ao veredito após três dias de deliberação. A sentença será estabelecida pelo juiz do caso no dia 6 de fevereiro. As acusações podem acarretar pena de até um ano de prisão. No total, Majors enfrentou quatro acusações de agressão e assédio agravado, depois de ligar para o serviço de emergência em 25 de março, quando disse que encontrou sua ex-parceira, Grace Jabbari, inconsciente em seu apartamento. A polícia prendeu Majors depois de verificar ferimentos aparentes em Jabbari, incluindo uma laceração atrás da orelha e um dedo machucado e fraturado. Majors se declarou inocente de todas as acusações e sua defesa mostrou que ele não dormiu em casa, além de expor vídeos de Jabbari bebendo sozinha num clube. Um taxista que transportou os dois na noite anterior testemunhou que eles brigaram e cada um foi para um lado, e que Majors foi agredido sem revidar. As acusações contra Majors foram apresentadas pelo estado de Nova York e não pela própria Jabbari. O caso foi um julgamento criminal, e não civil, o que significa que o ônus da prova é maior para o júri, que teve de encontrar provas de culpa para além de qualquer dúvida razoável em cada acusação. Por isso, ele foi considerado inocente de duas acusações no caso, agressão intencional em terceiro grau e assédio agravado em segundo grau. A advogada do ator, Priya Chaudhry, disse que Majors “espera limpar totalmente seu nome”, o que indica que ele deve entrar com uma apelação no tribunal. Pouco depois da leitura do veredicto, o Marvel Studios retirou o ator do papel de Kang, o Conquistador, em seus próximos filmes do MCU. Ele já tinha aparecido no papel nas duas temporadas de “Loki” e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, e seria o grande antagonista do próximo filme dos “Vingadores”. Para completar, o estúdio Searchlight Features, de propriedade da Disney, tirou de seu calendário de lançamentos do drama “Magazine Dreams”, já totalmente filmado, que traz o ator no papel principal.
Rapper americano pagará indenização após uso indevido de música de Gilberto Gil
O rapper americano Tyler, the Creator assumiu a iniciativa de pagar uma indenização após uso indevido da música “Duplo Sentido” (1973), de Gilberto Gil. A informação foi revelada nesta sexta-feira (15/12) pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Segundo as informações, Tyler fechou um acordo com o artista brasileiro em que deverá pagar US$ 50 mil (cerca de R$ 245 mil) pelos direitos da cançã. Vale lembrar que o rapper já havia se desculpado com Gil nesta semana, quando ele também contatou pessoas em Los Angeles (EUA) para resolver rapidamente o imbróglio. Entenda o caso A situação ocorreu no início deste mês, quando Tyler, the Creator lançou uma campanha de sua marca Golf Le Fleur com a faixa composta por Gilberto Gil. A peça publicitária tem pouco mais de quatro minutos com detalhes da nova coleção da grife, porém não traz qualquer menção a Gil ou para a cantora Tetê da Bahia. Na terça-feira (12/12), a assessoria de Gilberto Gil afirmou ao g1 que editora Sony Publishing exigiria “uma reparação financeira”, já que a campanha estava há muitos dias no ar. O perfil do cantor também compartilhou uma publicação feita por Fioti, que questionava sobre “diálogo prévio e negociação de direitos autorais”. Confira a campanha abaixo. le FLEUR* season 2: directed and designed by TYLER OKONMA instore: dec 9th, online dec 13thhttps://t.co/vOFABBe1kZ pic.twitter.com/QYMOwSm5Lt — T (@tylerthecreator) December 6, 2023
Xuxa é condenada a pagar R$ 40 milhões por apropriação de personagens infantis
A empresa de Xuxa Meneghel, a Xuxa Promoções & Produções, foi condenada pela Justiça do Rio a pagar mais de R$ 40 milhões por apropriação indevida dos personagens de “A Turma do Cabralzinho”. A decisão, homologada nesta quarta-feira (13/12), é o novo capítulo de uma disputa judicial que se estende por mais de 20 anos. O conflito teve início com a acusação do publicitário mineiro Leonardo Soltz de que a empresa de Xuxa plagiou seus personagens criados para comemorar os 500 anos da chegada dos portugueses ao Brasil. O valor da indenização foi calculado após uma perícia considerar a tiragem de uma revista publicada pela empresa de Xuxa, reprodução de imagens e outros ganhos obtidos com o uso dos personagens. Segundo o processo, Leonardo Soltz teve encontros com a equipe da Xuxa em 1998 e 1999 para tratar sobre os personagens. Mas em vez de acertarem um negócio, a empresa de Xuxa teria se apropriado dos personagens que ele criou para lançar a “Turma da Xuxinha Descobrindo o Brasil”. O lançamento da apresentadora foi um sucesso e a “Turma da Xuxinha” fechou licenciamento para uma linha de cosméticos infantis. O produto também virou revistas em quadrinhos e bichos de pelúcia. Processo antigo O processo tramita desde 2004 e as partes já teriam tentado acordo, sem sucesso. No início do ano, Xuxa foi condenada a pagar R$ 65 milhões, mas entrou com recurso e agora o valor caiu para R$ 40 milhões. A decisão ainda cabe recurso, mas se Xuxa não apelar na Justiça pode ter os bens penhorados.
Ana Castela é processada por plágio em “Solteiro Forçado”
Ana Castela está sendo processada por um suposto plágio na canção “Solteiro Forçado”, faixa lançada em julho deste ano. As informações foram reveladas na manhã desta quarta-feira (13/12) pela colunista Fábia Oliveira. O processo foi aberto por Luan Kaique Vieira Castelan, que diz ser compositor de músicas sertanejas desde os 12 anos de idade. O rapaz alegou ter composto uma música chamada “Lado direito da cama” (registrada em 27 de dezembro de 2019), que possui fortes semelhanças com a canção recente de Ana Castela. Nos autos, Luan afirmou que foi pego de surpresa ao ouvir o sucesso de nível nacional, ainda mais que as semelhanças não estão apenas na melodia, mas também nos clipes que os dois produziram para suas obras. O compositor acredita se tratar de um plágio escancarado e exige uma indenização de R$ 200 mil por danos morais, além de uma retratação pública. Luan Kaique também solicitou uma tutela para que todas as plataformas digitais retenham ou realizem a reserva da receita obtida com a faixa de Ana Castela. Ele ainda quer que a cantora e os demais envolvidos na gravação sejam impedidos de cantar “Solteiro Forçado” em shows até o julgamento do processo.
Eduardo Costa tem recurso negado e terá que pagar R$ 70 mil a Fernanda Lima
A Justiça do Rio de Janeiro negou recurso apresentado pelo cantor Eduardo Costa contra decisão que o condenou a pagar R$ 70 mil a Fernanda Lima. O cantor sertanejo alegava “omissões e obscuridades” na sentença original, mas os embargos foram negados pela 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro. Com isso, volta a valar a sentença original, que condenou o artista a indenizar a apresentadora por danos morais. A condenação deriva de ofensas desferidas pelo cantor nas redes sociais em 2018, após a exibição de um episódio do programa “Amor & Sexo” na Globo, apresentado por Fernanda. Na ocasião, Costa chamou a apresentadora de “imbecil” e alegou que o programa era destinado a “maconheiro, bandido, esquerdista derrotado, e para projetos de artista como ela”. Além disso, convocou seu público a boicotar a atração. Ofensas nas redes sociais As postagens ofensivas de Eduardo Costa surgiram após um episódio do “Amor & Sexo” que abordava temas como machismo, racismo e homofobia. O cantor expressou seu desagrado em sua conta no Instagram, desencadeando uma série de reações nas redes sociais. O juiz da sentença original ressaltou que as declarações do cantor “potencializaram a possibilidade de incitação do discurso de violência” contra Fernanda Lima, associando injustamente a apresentadora a contextos políticos. Na sentença, o magistrado Eric Scapim Cunha Brandão destacou a necessidade de indenização por danos morais, citando: “Trata-se de ação na qual pretende a autora ser indenizada por danos morais em razão das imputações apontadas como injuriosas, difamatórias e raivosas que teriam sido feitas pelo réu em postagem no Instagram.” Além da indenização de R$ 70 mil, Eduardo Costa foi condenado a arcar com as custas e honorários do processo, totalizando 20% do valor da condenação, o que soma mais R$ 14 mil. Consequências legais continuam Além desta condenação cível, Eduardo Costa e Fernanda Lima também se enfrentam em esfera criminal. O cantor já foi condenado por difamação a oito meses de prisão e 26 dias-multa, equivalente a um salário mínimo. Com a pena considerada leve, houve a conversão para prestação de serviços comunitários. Entretanto, Costa recorreu da decisão, mas teve derrotas em primeira e segunda instâncias. Agora, resta ao cantor a apelação ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou o cumprimento da pena estipulada.
Dado Dolabella tem CNH e passaporte retidos por dívida
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a retenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do passaporte do ator Dado Dolabella. A decisão, que visa garantir a quitação de uma dívida de aluguel estimada em R$ 450 mil, foi tomada pelo juiz Alexandre de Carvalho Mesquita, da 4ª Vara Empresarial, do Rio, no último dia 5 de dezembro. Dolabella morou em uma cobertura de 320 metros quadrados até 2013, quando foi despejado por inadimplência. A cobrança se refere ao período em que o ator habitou o imóvel e deixou de efetuar os pagamentos dos aluguéis. Mesmo após a penhora de uma Dodge Ram avaliada em R$ 80 mil, pertencente a Dolabella, a quantia não foi suficiente para saldar o débito. Segundo o advogado do proprietário do imóvel, além da dívida, Dolabella teria causado danos à propriedade. Declarações e defesas Em resposta à situação, Fernanda Tripode, advogada de Dado Dolabella, criticou a decisão judicial, argumentando que não se pode utilizar meios de coação ou constrangimento moral para cobrança de dívidas. Por outro lado, o advogado do proprietário do imóvel expressou a possibilidade de declarar a falência do ator, caso a dívida não seja paga. Dado Dolabella não se pronunciou sobre o caso.
Justiça arquiva investigação de racismo religioso contra mãe de Larissa Manoela
O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) arquivou a denúncia de racismo religioso contra Silvana Taques, a mãe de Larissa Manoela. Ela era ré por intolerância contra a família do noivo da filha. A investigação corria desde agosto, após prints de xingamentos contra a família do noivo de Larissa virem à tona. Silvana chamou a família do genro de “macumbeira”. Segundo a decisão da 32ª Vara Criminal da Comarca da Capital, a conduta da investigada, ao chamar a família de André Frambach de “macumbeira”, “não foi direcionada a uma coletividade, mas especificamente voltada aos familiares do genro”. Como as vítimas não quiseram dar prosseguimento à investigação, o caso foi encerrado. “Ainda que se considerasse a conduta de Silvana Taques Santos como uma forma mediata de injúria preconceituosa-religiosa, seria o caso de uma ação penal pública condicionada à representação do ofendido. No caso, as vítimas já explicitaram que não têm interesse no prosseguimento da investigação, sendo possível concluir pela falta de representação”, disse o juiz Andre Felipe Veras de Oliveira Guedes, da 32ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, em sua decisão. O pedido de arquivamento do processo já tinha sido requerido pelo Ministério Público do Rio (MPRJ), autor da acusação, no dia 1º de dezembro. Na ocasião, o MPF se manifestou em documento dizendo não haver “indícios de que Larissa Manoela seja praticante de umbanda. Nessa toada, a expressão ‘macumbeira’ sequer tem cunho de ofensa religiosa, mas sim de discussão entre parentes, com mágoas e rancores que compete a um psicólogo auxiliar, e não a Justiça penal”. A decisão da Justiça do Rio de Janeiro acontece uma semana depois da Policia Civil indiciar Silvana Taques por racismo religioso. A denúncia apontou que a mensagem escrita por ela sob a família do noivo da filha poderia ser considerada “ato discriminatório travestido de formas contemporâneas de racismo”. Polêmica religiosa Segundo se sabe, Larissa Manoela é filha de pai evangélico e mãe católica, além de ter estudado na infância em um colégio adventista (orientado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia). Aparentemente, os pais da atriz demonstravam incômodo com a religião da família de André Luiz Frambach, que seguem o espiritismo com ensinamentos de Allan Kardec. Vale lembrar que a denúncia não partiu da família Frambach, mas da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Estado do Rio de Janeiro, em articulação com o Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP). Após a repercussão do caso, Silvana Taques argumentou para o programa “Fofocalizando” (SBT) que o termo “macumbeiros” foi utilizado em um momento de vulnerabilidade: “Estas palavras foram ditas em momento de extrema tristeza e ela não tinha nenhuma intenção de ofensa”. Em depoimento à polícia, André Frambach disse que só soube de tal mensagem quando Larissa estava iniciando as negociações para ser entrevistada no “Fantástico” sobre a situação com os pais. O acordo do casal era não expor a declaração de Silvana sobre a família Frambach e ele afirma não saber quem ou como a mensagem foi vazada à imprensa. Larissa e a mãe não foram à delegacia para prestarem depoimentos sobre o caso.
Alexandre de Moraes anula processo de Rachel Sheherazade e livra SBT de multa milionária
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), derrubou a ação trabalhista de Rachel Sheherazade contra o SBT. A emissora havia sido condenada pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho) a pagar R$ 8 milhões por fraude, devido ao contrato com jornalista ter sido como PJ (Pessoa Jurídica) em vez de CLT. Demitida em agosto de 2020, Rachel Sheherazade acionou a Justiça em março de 2021 por uma indenização do SBT no valor inicial de R$ 20 milhões, afirmando que nunca recebeu nenhum direito trabalhista, como férias remuneradas e 13º salário nos nove anos e sete meses em que ela trabalhou na empresa. Entretanto, é entendimento do STF que a chamada “pejotização” é válida, e ministros do Supremo tem feito vários discursos contra a Justiça do Trabalho, por decisões que desacatam a jurisprudência firmada na corte. Em sua decisão, Alexandre de Moares deixou claro que as decisões anteriores do STF consideram válidas as formas de trabalho que não são regidas pela CLT, tais como a terceirização e até mesmo outras formas específicas de contratação. Em outras palavras, a contratação por PJ é absolutamente legal. “Julgo procedente o pedido de forma que seja cassada a sentença impugnada e, desde logo, julgo improcedente a ação trabalhista em trâmite” no Tribunal Superior do Trabalho”, decidiu ele. Danos morais A ação derrubada também destacava o episódio do Troféu Imprensa que aconteceu em 9 de abril de 2017, quando Sheherazade subiu ao palco para receber o Troféu de Melhor Apresentadora de Telejornal apenas para ser humilhada por Silvio Santos em rede nacional. Na ocasião, o dono do SBT disse: “Eu te chamei [contratei] para você continuar com a sua beleza, com a sua voz, foi para ler as notícias, e não dar a sua opinião. Se quiser falar sobre política, compre uma estação de TV e faça por sua própria conta”. Ela chegou a vencer uma ação por danos morais de R$ 500 milhões devido ao episódio. Entretanto, a ação também se deu na Justiça do Trabalho e não na vara cível. Com a decisão de Moraes de julgar improcedente a ação trabalhista, o entendimento é que todas as condenações anteriores foram cassadas. Entretanto, ainda cabe recurso à turma do STF – que tem considerado a pejotização válida.
Diplo é acusado de divulgar fotos íntimas de mulher por vingança
Diplo, um dos DJs e produtores musicais mais famosos do mundo, está sendo acusado de divulgar fotos íntimas na internet por vingança. As informações foram reveladas pelo site de música Pitchfork. A jovem americana Shelly Auguste, que abriu um processo contra o artista em agosto deste ano, afirmou ao Departamento de Polícia de Los Angeles que ele teria distribuído fotos dela nua sem sua permissão. A acusação está sob análise do procurador da cidade. Essa é a segunda vez que Shelly acusa Diplo de distribuição de conteúdo íntimo. A primeira batalha judicial aconteceu em 2020, quando ela o processou por agressão sexual, violência de gênero, intrusão intencional em assuntos privados, difamação, imposição intencional de sofrimento emocional e fraude, bem como violação de diretos civis. Ele desmente Em outubro de 2021, Diplo negou as acusações iniciais, porém ainda terá que participar de um julgamento civil agendado para abril de 2024. O produtor também está processando Shelly por perseguição, invasão e distribuição de materiais privados. O advogado Bryan J. Freedman, que representa Diplo, afirmou que as novas acusações não procedem. “Por mais de três anos, Shelly Auguste vem orquestrando uma campanha difamatória contínua contra Wesley – e isso é apenas mais do mesmo”, disse ele, usando o nome real do produtor, Thomas Wesley Pentz. Como tudo aconteceu? Shelly Auguste diz que foi procurada no Twitter por Diplo em 2014, quando ela tinha 17 anos. Os dois trocaram mensagens e se conheceram pessoalmente numa boate quatro anos depois. Em 2019, eles fizeram sexo pela primeira vez, e a relação teria sido gravada pelo produtor. No segundo encontro, ele a penetrou de forma não-consensual. Em 2020, a jovem americana solicitou uma ordem de restrição contra Diplo, que teria conscientemente transmitido uma IST (Infecção Sexualmente Transmissível) para ela.
Thiago Servo considera ir no Ratinho para conseguir teste de DNA
Thiago Servo pensou em participar do “Programa do Ratinho” para conseguir fazer um exame de DNA com a suposta filha. O cantor descobriu recentemente que foi preso e pagou pensão milionária para uma criança que pode não ser dele. O assunto surgiu numa entrevista concedida para o “Chupim”, da Rádio Metropolitana. “Paguei mais de R$ 1 milhão da pensão. Meu advogado vai procurar um deputado para a gente tentar criar uma lei, porque eu acho meio injusto quando a mãe se nega três vezes a ir fazer o DNA, o filho é declarado que não é do pai, e se o pai se nega, o filho é declarado que é do pai. Imagina quantos pais sofrem assim como eu?”, avaliou o sertanejo. O cantor destacou que sua intenção é apenas descobrir a paternidade da menina, que ainda não estaria na idade para realizar o teste: “Se ela [a mãe] topasse fazer o exame – mesmo que a filha não fosse minha – eu rasgava o processo, só queria saber se é minha ou não é. A Justiça não deixa [fazer o exame com a garota]. O pai não pode saber se é pai? Disse que tem que esperar ela ter 16 anos. A mãe marcou uma vez, demorou quatro, cinco meses, não ia, ela não alegava nada.” Ainda na entrevista, Thiago Servo desabafou sobre não saber quais medida tomar para conseguir o exame de paternidade e que, por isso, pensou em recorrer ao programa do SBT. “O meu advogado está entrando com processo, alegando danos morais, materiais. Restituir o valor eu acho que não pode, mas os danos morais. Eu pensei até em ir no Ratinho. Ela já entrou com [medida] protetiva, queria que ela ficasse com vergonha e se sentisse obrigada a fazer. Eu não sei mais o que fazer”, ele completou.
Caetano Veloso processa marca de roupa por uso indevido de imagem
O cantor Caetano Veloso abriu um processo contra a marca de roupas Osklen e seu fundador, Oskar Metsavaht, por uso indevido de sua imagem e dos elementos culturais do movimento Tropicália. A empresa foi notificada em agosto deste ano, porém a informação só se tornou pública nesta segunda-feira (4/12) pela coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo. “Usaram a imagem do autor e do icônico movimento criado por ele para lançar e impulsionar as vendas de uma coleção de roupas com sua marca e, com isso, obter vantagens indevidas, locupletando-se ilicitamente de forma notoriamente parasitária”, dizem os advogados de Caetano Veloso. A equipe legal do artista protocolou diversos requerimentos, como uma medida liminar para que a Osklen retire de circulação todos os produtos da linha “Brazilian Soul”, além de solicitar a exclusão das publicações feitas nas redes sociais. O processo indenizatório ainda exige o pagamento de R$ 1,3 milhão por danos morais e materiais. A ação movida por Caetano Veloso corre no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).
Globoplay revela trailers de suas próximas séries
A plataforma Globoplay divulgou os trailers de suas próximas séries nacionais. As atrações incluem as novas temporadas de “Os Outros”, “Justiça”, “As Five”, “Rensga Hits” e “Cilada”, a estreia de “O Jogo que Mudou a História” e uma produção documental sobre as Paquitas. As produções foram apresentadas durante painel da plataforma na CCXP 23 neste domingo (3/12), onde foi revelado que a 2ª temporada de “Os Outros” contará com Lucas Paraíso, Luiza Lima e Luis Lobianco, além de trazer o personagem de Eduardo Sterblitch mais poderoso e ameaçador após se tornar um político eleito. Desta vez, a história vai se passar num condomínio de casas, próximo do prédio da trama original, e também voltará a trazer Adriana Esteves. Sete anos após a 1ª temporada, “Justiça” contará uma nova história, mas trará de volta a personagem de Leandra Leal. Entre as novidades, o destaque é para Nanda Costa, que interpretará uma cantora e viverá romance com Paolla Oliveira. Embora longo, o hiato de produção de “Justiça” não é o maior do pacote. Bruno Mazzeo volta a “Cilada” após 14 anos. O comediante explicou no painel que o plano era fazer uma edição comemorativa de 10 anos, mas aí veio a pandemia de covid-19 e tudo foi paralisado. Enquanto “As Five” se despede na 3ª temporada, a Globoplay aposta tudo em “Rensga Hits”, que tem a missão de repetir o sucesso de seu primeiro ano, quando se tornou a série mais popular da plataforma. Novidade da lista, “O Jogo que Mudou a História” promete mergulhar na formação e evolução das facções do narcotráfico no Rio de Janeiro. A produção mostrará o surgimento das grandes facções criminosas, situando sua trama entre os anos de 1977 e 1989, e contará com participação de personagens de outras séries, como “A Divisão” e “Arcanjo Renegado”. A série reúne o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia (de “Arcanjo Renegado”) e traz em seu elenco nomes como Raphael Logam, Jonathan Azevedo, Babu Santana, Vanessa Giácomo e Otávio Müller. Já a série das Paquitas vai se chamar “Pra Sempre Tão Bom: Paquitas” e explorar um pouco mais os bastidores dos “xous” da Xuxa, após o sucesso de “Xuxa: O Documentário”. A produção é comandada por Tatiana Maranhão e Ana Paula Guimarães, ex-assistentes de palco, que pretendem reunir todas as gerações de Paquitas numa retrospectiva de viagens, shows e programas de TV no Brasil e no mundo, ao longo de cinco episódios.












