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  • Filme,  Série

    Warner revela ter planos para Zatanna e Batgirl

    12 de março de 2021 /

    A WarnerMedia vai apostar tudo no conteúdo da DC Comics para tentar se aproximar do sucesso da Disney com a Marvel. Em seu Dia do Investidor, a AT&T, proprietária da Warner, revelou planos ambiciosos para a HBO Max, visando atingir 150 milhões de assinantes até 2025, metade deles fora dos EUA. Isso passa pelo lançamento da HBO Max na América Latina (incluindo Brasil) e por uma versão alternativa e gratuita da plataforma nos EUA, alimentada por anúncios. A previsão para a estreia desses produtos é junho. Mas o crescimento não adiantaria nada sem conteúdo atraente para o público. E a promessa é de muitas adaptações da DC. A apresentação comandada pelo executivo John Stankey, CEO of WarnerMedia, destacou um quadro que reuniu o logotipo de vários heróis da editora, para demonstrar o investimento previsto para produções futuras. A imagem foi publicada nas redes sociais pelo analista Rich Greenfield, e, além de franquias estabelecidas, faz alusões a Zatanna, Batgirl, Super Choque e Besouro Azul. Veja abaixo. Não está claro se os projetos são filmes ou séries, porque “Besouro Azul” e “Super Choque” está sendo desenvolvidos como longas-metragens, respectivamente pelo diretor Angel Manuel Soto (“Twelve”) e o ator Michael B. Jordan (“Pantera Negra”). Os projetos de “Zatanna” e “Batgirl” são as principais novidades da lista, pois não vinham sendo citados entre as últimas notícias envolvendo as adaptações da editora. Apesar disso, o interesse em desenvolver uma produção centrada na heroína de Gotham City é antigo. Em 2017, Joss Whedon começou a escrever o primeiro filme solo de Barbara Gordon, mas nunca encontrou o tom e desistiu (antes de se envolver em várias polêmicas por mau comportamento nos bastidores de “Liga da Justiça” e “Buffy – A Caça-Vampiros”). A última notícia é que Christina Hodson (“Aves de Rapina”) tinha assumido a vaga e feito um “novo” roteiro em 2018. Já “Zatanna” pode integrar o Dark Universe da DC, uma linha de séries desenvolvida pela Bad Robot, produtora de J.J. Abrams, com os personagens da “Liga da Justiça Sombria”. Ela complementaria a nova série de “Constantine”, que estaria em desenvolvimento. Rumores ainda apontam que esse projeto estaria por trás do cancelamento precipitado e nunca esclarecido de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing). O personagem também pode ressuscitar junto dessas séries. Warner trying to finally go big with @DCComics in graphic below will be interesting to see if they can execute anywhere near Marvel going forward, as historically it has not been close last Wonder Woman 1984 was disappointing#ATTInvestorDay $T pic.twitter.com/KaHmoh76ML — Rich Greenfield, LightShed (@RichLightShed) March 12, 2021

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  • Etc

    CEO da AT&T defende plano de streaming da Warner

    8 de dezembro de 2020 /

    John Stankey, CEO da AT&T, empresa mãe da WarnerMedia, defendeu a aposta da divisão cinematográfica da empresa, a Warner Bros, de lançar blockbusters simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pelo conglomerado. Durante a Conferência Virtual UBS Global TMT, nesta terça (8/12), ele disse que a HBO Max pode usar a decisão para “acelerar ainda mais” seu crescimento e “penetrar no mercado mais rapidamente”. Para ele, a decisão é uma vitória para todos, pois se ajusta às tendências atuais do mercado e à psique dos consumidores em meio à pandemia do coronavírus. Stankey chamou a falta de atividades nos cinemas devido à pandemia de “infeliz”. E se posicionou contra licenciar filmes para outras plataformas – a Netflix quis comprar “Godzilla vs. Kong”. Seria como dar “armas adicionais aos concorrentes”. Diante do quadro atual, “sabíamos que precisávamos tentar algo diferente”. Ele acrescentou: “Lançar o produto no mercado … é importante.” E concluiu que o mercado será “ditado pelo que os consumidores escolherem fazer”. “Ter escolha” é uma coisa boa neste momento, argumentou, sobre disponibilizar filmes no cinema e em streaming ao mesmo tempo, mas prometeu “ajustar” essa decisão se o setor de cinema se recuperar da pandemia. Ciente das recentes críticas do cineasta Christopher Nolan (“Tenet”), e também de grupos de cinema, Stankey disse: “Eu sei que há muito barulho no mercado, pessoas com pontos de vista diferentes”, mas, segundo ele, isso acontece “sempre que você muda um modelo”. Durante a conferência, ele ainda revelou que a HBO Max atingiu a marca de 12,6 milhões de assinantes ativados, de um total de 28,7 milhões de assinantes, incluindo os inativos – em migração da HBO Go.

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  • Etc

    CEO da AT&T “não está otimista” sobre futuro do cinema

    25 de outubro de 2020 /

    Quando lançou “Tenet” nos cinemas, há mais de 50 dias, a Warner tinha seu discurso afinado com os proprietários de cinema, acreditando que o filme seria o grande lançamento capaz de voltar a encher as salas e superar a crise da pandemia de coronavírus. Mas as salas não encheram e a crise se aprofundou após o desempenho do longa – orçado em mais de US$ 200 milhões – não dar o retorno esperado, levando outros estúdios a tirarem seus títulos do calendário de 2020. Agora, John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, diz que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. A fala aconteceu durante uma teleconferência com investidores na quinta-feira (22/10), onde Stankey confessou não saber o que vai acontecer com o mercado cinematográfico. “Essa ainda é uma das coisas sobre as quais não temos grande visibilidade”, ele afirmou. “Fizemos algumas experiências. Fizemos algumas coisas”, continuou. E foi quando fez a comparação esportiva sobre o desempenho de “Tenet” – na verdade, ele usou a expressão “home run”, uma analogia de beisebol, “traduzida” aqui para o gol do futebol visando facilitar a compreensão. O desempenho de “Tenet” deve afetar os próximos lançamentos do estúdio. A Warner tem a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” prevista para dezembro, mas são grandes as apostas de que ela será adiada, já que mantê-la representaria uma nova aposta, enquanto outros estúdios adiam estreias em massa para evitar esse teste. Stankey deu a entender que a Warner não será responsável por novas apostas arriscadas. Ele demonstra que a ordem agora é ter cautela e esperar. “À medida que chegarmos a um ponto onde haja uma situação um pouco mais consistente, talvez possamos fazer um pouco mais”. “Eu diria que a temporada de férias será o próximo grande ponto de verificação para ver o que ocorre e se podemos ou não mover algum conteúdo de volta para a exibição cinematográfica. Teremos que tomar uma decisão com base nisso e no que estiver acontecendo em diferentes geografias e na contagem de infecções no país”, ele afirmou. “Mulher-Maravilha 1984” tem sua estreia marcada para o Natal, que marca o começo das férias de inverno nos EUA. Portanto, antes do “próximo grande ponto de verificação”. No entanto, a produção de conteúdo foi retomada. Stankey observou que existem atualmente 130 produções em andamento, entre filmes e séries da Warner. Normalmente, esse número seria cerca de 180. Em relação a isso, ele considera que “estamos fora de perigo”. Ou seja, o estúdio aprendeu a trabalhar sob as restrições impostas pela pandemia e não terá problemas com falta de material. A questão que se impõe agora, especialmente com o lançamento da plataforma HBO Max, prioridade da AT&T, é onde exatamente exibir esse conteúdo. “Ainda estamos empenhados em tentar colocar parte do conteúdo que consideramos mais importante nas salas de cinema, se isso fizer sentido”, continuou Stankey. Mas sua conclusão não passou uma mensagem muito positiva. “Esperamos que o mercado seja incrivelmente fatiado no próximo ano”, disse, acrescentando que “não está otimista” quanto a uma recuperação significativa nem no início de 2021. Por conta disso, a Warner está “considerando todas as opções”. “À medida que avançarmos e pudermos ter um quadro mais claro, vamos tomar as decisões”, concluiu. Vale observar que o remake de “Convenção das Bruxas”, originalmente previsto para os cinemas, estreou na HBO Max neste fim de semana.

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    Anatel finalmente aprova negócios da Warner com a AT&T no Brasil

    6 de fevereiro de 2020 /

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) finalmente aprovou, por 3 votos a 2, nesta quinta-feira (6/2), a compra da Time Warner pela AT&T. O Brasil era o último país do mundo que ainda erguia barreiras à consolidação mundial da aquisição. O acordo comercial foi originalmente firmado em 2016 nos EUA, quando a AT&T adquiriu a então Time Warner por US$ 84,5 bilhões. A autorização para o negócio aconteceu em junho de 2018 pela Justiça Federal dos Estados Unidos e em seguida a AT&T mudou o nome da Time Warner para WarnerMedia. O objetivo da compra foi, entre outras coisas, lançar uma plataforma de streaming para concorrer com a Netflix. Batizada de HBO Max, a plataforma chega em maio deste ano nos EUA, mas não até agora segue sem previsão de lançamento no Brasil, por conta das dificuldades relacionadas ao negócio no país. A aprovação da compra envolveu 18 países e apenas o Brasil criou impasse, tanto que a hoje chamada WarnerMedia fez várias aquisições na América Latina para preparar o lançamento da HBO Max no mercado sul-americano, deixando de lado qualquer investimento em operações brasileiras. A operação foi aprovada rapidamente, mas com restrições, ainda em 2017 pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Mas o passo seguinte, a aprovação da Anatel, só começou a ser votada em agosto de 2019, sendo paralisada por seis meses ao atingir empate, por pedido de vista do conselheiro Moisés Moreira, voto que definiria o resultado. Nesta quinta (6/2), ele finalmente se manifestou pela aprovação da compra. A operação era contestada por associações de empresas de radiodifusão porque, para elas, a compra infringia um dos artigos da lei de TV por assinatura. A lei proíbe que empresas de telecomunicações, como a AT&T, tenham participação de mais de 30% em emissoras, programadoras e empacotadoras de conteúdo audiovisual, como é o caso da Timer Warner. Em seu voto, o relator Vicente Aquino considerou que a legislação impede a propriedade cruzada entre “produtoras e programadoras com sede no Brasil”, mas que o grupo AT&T não teria produtora nem programadora com sede no Brasil. “Não há vedação quanto às programadoras com sede no exterior”, disse o conselheiro. Não é exatamente verdade. No Brasil, a AT&T tem participação na operadora de TV por assinatura Sky. Tanto que, para a área técnica da Anatel, para que a operação fosse concluída, a empresa norte-americana precisaria se desfazer do controle da Sky a fim de se enquadrar nas regras da lei de TV por assinatura. Por conta disso, a aprovação da compra pela Anatel ainda não é o capítulo final dessa saga. Segundo o conselheiro Emmanoel Campelo, que foi voto vencido, a compra pode ser contestada judicialmente, porque infringe a lei da TV por assinatura. “A lei é clara com relação à proibição”, disse. “Interpretação permissiva gera vício de constitucionalidade”, completou. Atualmente, o Congresso Nacional discute uma proposta de alteração na lei que rege o mercado de TV paga, que ficou ultrapassada diante do surgimento das plataformas de streaming. O projeto, em fase de análise no Senado, deve acabar com as restrições à propriedade cruzada, eliminando completamente a polêmica que tem dificultado os planos da WarnerMedia no Brasil.

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  • Filme

    J.J. Abrams assina contrato de exclusividade para desenvolver filmes e séries para a Warner

    12 de setembro de 2019 /

    A produtora Bad Robot, do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), oficializou nesta quinta (12/9) um acordo amplo para produção de filmes e séries com exclusividade para a WarnerMedia, empresa-mãe do estúdio Warner Bros, com validade até 2024. “A WarnerMedia e a AT&T têm o prazer de anunciar uma nova colaboração de longo prazo com nossos parceiros e colegas JJ Abrams e Katie McGrath. Estamos extremamente empolgados com o potencial de oferecer histórias e personagens notáveis ​​e memoráveis ​​em várias plataformas para o público em todo o mundo. JJ, Katie e toda a Bad Robot trazem uma visão extraordinária, cinema requintado e liderança exemplar da indústria para nossa empresa”, disse John Stankey, CEO da WarnerMedia, em comunicado. Abrams e a mulher, Katie McGrath, conduzem juntos os projetos da Bad Robot. Antes do acordo com a WarnerMedia, a dupla lançava suas criações cinematográficas pela Paramount, o que gerou sucessos como a franquia “Cloverfield”, “Missão: Impossível” e a nova trilogia “Star Trek”. Mais recentemente, também se envolveu com a Lucasfilm/Disney na nova fase de “Star Wars”. Mas as produções de TV de Abrams, como “Westworld”, “Pessoa de Interesse” (Person of Interest) e “Castle Rock”, vinham sendo feitas para a WBTV (Warner Bros. Television). Com o contrato, a Bad Robot vai unificar seus esforços numa mesma companhia, além de incentivar novas produções de Abrams para o serviço de streaming da WarnerMedia, chamado de HBO Max, que ainda não tem previsão de lançamento. Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que a Warner venceu propostas da Disney, Paramount, Netflix e Apple, numa negociação de cifras superiores a US$ 250 milhões e direito a percentagens volumosas sobre sucessos de bilheteria e audiência. Apesar disso, o acordo não representará um rompimento completo de Abrams com os outros estúdios. Ele ainda está envolvido com as franquias “Star Wars” na Disney e “Star Trek” na Paramount. Em comunicado, Abrams se referiu aos projetos que ainda fará na Paramount: “É agridoce deixar nossa casa de longa data, Paramount Pictures. Foi uma jornada inesquecível. Somos incrivelmente gratos à equipe do estúdio – passado e presente – especialmente ao incomparável Jim Gianopulos e à supertalentosa Liz Raposo. Ainda temos várias histórias excelentes para contar, e por isso, sinto que sou extremamente sortudo”.

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  • Etc

    WarnerMedia anuncia nova plataforma de streaming para 2019

    12 de outubro de 2018 /

    A WarnerMedia pretende lançar uma nova plataforma de streaming em 2019, para disputar espaço com os já anunciados produtos da Disney e da Apple, tornando o mercado dominado pela Netflix ainda mais competitivo. O anúncio foi feito pelo presidente do conglomerado, John Stankey, que assumiu o cargo após a AT&T comprar a Time Warner e mudar o nome da empresa. Stankey disse que o serviço oferecerá aos assinantes acesso à ampla coleção de filmes, programas de televisão e animações da empresa, complementando iniciativas como HBO Now, DirecTV Now e a recém-lançada DC Universe. “Esperamos criar um produto tão atraente que ajudará os distribuidores a aumentar a penetração de seus pacotes atuais e nos ajudar a alcançar com sucesso mais clientes”, disse Stankey em um comunicado. O objetivo é explorar todo o potencial do catálogo da Warner, pelo qual a AT&T desembolsou mais de US$ 100 bilhões. Este catálogo também inclui programas originais de emissoras como TNT, TBS, CNN, Cartoon Network e CW. Ainda não há detalhes sobre o projeto, nem mesmo básicos como nome, preço e previsão de chegada. Por isso, não está claro como o novo serviço vai funcionar em conjunto com os já existentes do conglomerado. A nova WarnerMedia é grande entusiasta da iniciativa do DC Universe. É possível que a empresa esteja planejando incorporar uma estratégia da TV paga e oferecer assinaturas por pacotes, com acesso a diferentes “canais” de streaming. A AT&T é originalmente uma empresa de tecnologia da comunicação especializada em fornecimento de internet de banda larga e também de pacotes de assinaturas da TV paga, via sua subsidiária DirecTV.

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  • Filme

    AT&T muda o nome da Time Warner para WarnerMedia

    15 de junho de 2018 /

    A Time Warner já mudou de nome e de direção sob o comando da AT&T. A empresa, que inclui a HBO, Turner, a editora DC e o estúdio Warner Bros., foi rebatizada de WarnerMedia em um memorando distribuído aos funcionários pelo novo presidente da companhia nesta sexta-feira (15/6). A empresa de telecomunicações finalizou a compra da Time Warner na quinta-feira (14/6) depois de uma prolongada batalha antitruste com o governo dos Estados Unidos. Com isso, já começaram as mudanças internas na empresa, com o afastamento de diversos executivos da cúpula da Warner Bros. e da Turner. O presidente da nova WarnerMedia é John Stankey, um executivo da AT&T, que em seu memorando prometeu manter a autonomia criativa da HBO, Turner e Warner Bros., trabalhando em parceria com essas divisões da companhia para realizar o objetivo principal do negócio. O acordo, anunciado originalmente em 2016, permitirá que a AT&T alie novas ofertas de conteúdo em TV e streaming, junto com seus serviços principais de provedora de TV paga e banda larga. O novo nome enfatiza como a AT&T enxerga sua aquisição, como fonte de conteúdo de mídia. Mas também confirma o fim de uma era. Vale lembrar que o nome Time Warner foi estabelecido em 1989, quando editora Time Inc., que publicava a Time e outras revistas, fundiu-se com a Warner Communications, uma empresa de filmes, música e TV paga, formando a Time Warner – então o maior conglomerado de mídia e entretenimento do mundo. Mas a chegada da internet tornou o negócio impresso deficitário, levando a empresa a ser dividida e vendida, a ponto de a única parte da Time que ainda permanecia no grupo estava em seu próprio nome. A editora de revistas foi adquirida no ano passado pela Meredith Inc. A Time Warner Cable foi vendida em 2016 para a gigante Charter Communications Inc. E a ironia é que até mesmo a própria revista Time está perto de ser vendida novamente pela Meredith, tamanha é a crise atual das publicações impressas. Em seu memorando, Stankey disse que a AT&T decidiu mudar o nome não apenas por a empresa não ter mais nada a ver com a Time, mas porque as pessoas ainda confundiam a Time Warner, empresa de mídia, com a Time Warner, a antiga empresa de TV paga do grupo, embora a Charter a tenha renomeado como Spectrum ao comprá-la em 2016. “Nossa pesquisa de consumo sugere que essa confusão não vai desaparecer tão cedo”, disse ele, no texto que justificou a mudança.

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