Black Is King: Álbum visual de Beyoncé ganha pôster e novo trailer
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou um novo trailer de “Black Is King”, próximo “álbum visual” de Beyoncé. As imagens do vídeo mostram um conceito que combina ancestralidade africana, ficção científica e vida urbana moderna, com muitas cores e situações misteriosas, coreografias, um esboço de narrativa sobre um reino místico e diversas participações especiais – como o rapper Jay-Z, marido da cantora, a modelo Naomi Campbell, a cantora Kelly Rowland, o cantor e produtor Pharrell Williams, e a atriz Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”). O filme foi inspirado no envolvimento de Beyoncé com a produção de “O Rei de Leão”. Em comunicado, a Disney e a Parkwood Entertainment, empresa de Beyoncé, informam que ele irá reimaginar as lições do “Rei Leão” para os “jovens reis e rainhas de hoje em busca de suas próprias coroas”. “Black Is King” homenageará “as viagens das famílias negras ao longo do tempo” em uma história “sobre a jornada transcendente de um jovem rei através de traição, amor e identidade própria. Seus ancestrais o ajudam a guiá-lo para seu destino, por meio dos ensinamentos de seu pai e apoio de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para recuperar sua casa e trono”, diz a sinopse, ecoando literalmente a trama de “O Rei Leão”. Tem mais. “‘Black Is King’ é uma afirmação de grande realização, com visuais exuberantes que celebram a resiliência e a cultura negra. O filme destaca a beleza da tradição e a excelência negra”. A produção é baseada nas músicas de “The Lion King: The Gift”, disco com curadoria de Beyoncé, inspirado por “O Rei Leão” e lançado em julho passado, e contará com participação dos principais artistas do álbum, juntamente com alguns convidados especiais. O álbum apresenta Childish Gambino (Donald Glover), Kendrick Lamar, Pharrell, Jay-Z e Blue Ivy Carter (a filhinha de Beyoncé), entre outros. Assim como “Lemonade” (o “álbum visual” anterior de Beyoncé), “Blak Is King” conta com uma longa lista de diretores, cada um focado num “clipe” diferente – incluindo Emmanuel Adjei (do filme “Shahmaran”), Blitz Bazawule (“The Burial of Kojo”), Pierre Debusschere (dos clipes “Mine” e “Ghost”, de Beyoncé), Jenn Nkiru (“Black to Techno”), Ibra Ake (diretor criativo e produtor de “This Is America” para Childish Gambino), Dikayl Rimmasch (“Cachao”, “Uno Mas”), Jake Nava (“Crazy in Love”, “Single Ladies”, “Partition”, de Beyoncé) e o co-diretor e colaborador de longa data da cantora Kwasi Fordjour. O lançamento está marcado para 31 de julho na plataforma da Disney, cerca de um ano depois da estreia de “O Rei Leão”.
Black Is King: Trailer revela novo álbum visual de Beyoncé
Uma semana depois de revelar seu novo single “Black Parade”, Beyoncé aprontou mais uma surpresa. Ela vai lançar um filme na plataforma Disney+ (Disney Plus). Intitulado “Black Is King”, a produção ganhou um trailer que já movimentou as redes sociais. O projeto é uma coleção de clipes como “Lemonade”, o “álbum visual” exibido na HBO. As imagens do trailer de pouco mais de um minuto mostram um conceito que combina ancestralidade africana e ficção científica, com muitas cores e situações misteriosas, além de coreografias e um esboço de narrativa sobre um reino místico. O lançamento está marcado para 31 de julho, cerca de um ano depois da estreia de “O Rei Leão”, que aproximou a cantora da Disney. A data não é casual. O filme está em produção há um ano. E, em comunicado, a Disney e a Parkwood Entertainment, empresa de Beyoncé, informam que ele irá reimaginar as lições do “Rei Leão” para os “jovens reis e rainhas de hoje em busca de suas próprias coroas”. “Black Is King” homenageará “as viagens das famílias negras ao longo do tempo” em uma história “sobre a jornada transcendente de um jovem rei através de traição, amor e identidade própria. Seus ancestrais o ajudam a guiá-lo para seu destino, por meio dos ensinamentos de seu pai e apoio de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para recuperar sua casa e trono”, diz a sinopse, ecoando literalmente a trama de “O Rei Leão”. Tem mais. “‘Black Is King’ é uma afirmação de grande realização, com visuais exuberantes que celebram a resiliência e a cultura negra. O filme destaca a beleza da tradição e a excelência negra”. A produção é baseado nas músicas de “The Lion King: The Gift”, disco com curadoria de Beyoncé, inspirado por “O Rei Leão” e lançado em julho passado, e contará com participação dos principais artistas do álbum, juntamente com alguns convidados especiais. O álbum apresenta Childish Gambino (Donald Glover), Kendrick Lamar, Pharrell, Jay-Z e Blue Ivy Carter (a filhinha de Beyoncé), entre outros.
Idris Elba vai estrelar western produzido por Jay-Z para a Netflix
O astro Idris Elba (“A Torre Negra”) vai estrelar um western produzido pelo rapper Jay-Z, que contará apenas com personagens negros. Elba vai interpretar o vilão da história, que será disponibilizada pela Netflix. O título “Harder They Fall” remete à letra da música “The Harder They Come” (“The harder they come, the harder they fall, one and all”, diz o refrão) de Jimmy Cliff, que também batizou um filme estrelado pelo cantor, chamado no Brasil de “Balada Sangrenta” (1972). Na trama, Elba viverá o pistoleiro misterioso que matou os pais do fora da lei Nat Love, protagonista da trama. Quando Love descobre que, duas décadas após o crime, o personagem de Elba está saindo da cadeia, ele se reúne com amigos de longa data para buscar vingança. O ator Jonathan Majors (dos recentes “A Rebelião” e “Hostis”) vai interpretar Nat Love e a direção estará a cargo de Jaymes Samuel, mais conhecido como o cantor-compositor The Bullitts, que já comandou projeto semelhante – isto é, um western negro: “They Die by Dawn”, em 2013. Ele também foi parceiro de Jay-Z em um projeto cinematográfico anterior. Ambos colaboraram na produção musical de “O Grande Gatsby” (2013), de Baz Luhrmann. “Harder They Fall” ainda não tem data de estreia na Netflix. Atualmente, Elba está filmando a sequência de “Esquadrão Suicida”, dirigida por James Gunn, que vai chegar aos cinemas em agosto de 2021.
Museu do Louvre cita clipe de Beyoncé e Jay-Z ao comemorar recorde de público em 2018
O famoso museu do Louvre, em Paris, quebrou seu recorde de visitantes em 2018 e acredita que parte deste sucesso se deve ao clipe de “Apes**t”, gravado por Beyoncé e Jay-Z (como The Carters) em meio às pinturas e esculturas do local. O clipe é um dos destaques da lista dos melhores do ano da Pipoca Moderna. Confira aqui. “Está claro que 2018 foi um ano notável para a reputação internacional do Louvre”, disse o diretor do museu, Jean-Luc Martin, em comunicado. “O vídeo da Beyoncé, como a inauguração do museu do Louvre em Abu Dhabi, garantiu que o Louvre fosse falado em todo o mundo, e uma das conseqüências disso foi o aumento espetacular no número de visitantes no ano passado”. O vídeo de “Apes**t” foi visto mais de 146 milhões de vezes no YouTube. E logo após seu lançamento, os responsáveis pelo Louvre passaram a oferecer uma turnê temática pelo museu que destacava 17 das peças artísticas destacadas no vídeo – incluindo, é claro, a célebre “Mona Lisa”, de Leonardo Da Vinci. Com 10,2 milhões de visitantes, o Louvre foi museu mais visitado do mundo em 2018, contabilizando um aumento de 2 milhões de turistas em relação ao ano passado. Também foi a primeira vez que o museu francês registrou mais de 10 milhões de visitas num único ano. Pouco
Série documental produzida por Jay-Z sobre a origem do movimento Black Lives Matter ganha trailer
O canal pago americano Paramount Network divulgou o trailer da série documental “Rest in Power: The Trayvon Martin Story”, produzida pelo rapper Jay-Z. A prévia destaca seu nome real em letras garrafais, Shawn Carter. A série mostra como a morte de Trayvon Martin deu origem a um movimento de revolta social. O jovem negro foi assassinado na Flórida, nos Estados Unidos, em 2012. E seu assassino, George Zimmerman, conseguiu ser absolvido de todas as acusações em um julgamento, alegando legítima defesa e usando uma lei obscura da constituição local. O ativismo em torno do caso acabou inspirando a criação do movimento Black Lives Matter, que tem reivindicado desde então uma ação mais enfática da Justiça em casos de pessoas negras executadas indiscriminadamente no território americano. Com roteiro e direção da dupla Jenner Furst e Julia Willoughby Nason (que também fizeram outra minissérie documental de temática racial, “TIME: The Kalief Browder Story”), “Rest in Power” contará a história em seis episódios e tem estreia marcada para 30 de julho nos EUA.
Beyoncé e Jay-Z lançam clipe gravado entre as obras-primas do museu do Louvre
Beyoncé e Jay-Z lançaram de surpresa um clipe rodado no Louvre, em Paris. O vídeo é o primeiro acompanhamento visual do disco “Everything Is Love”, gravado sem o menor alarde pelo casal mais famoso do mundo da música. A tática já é método de trabalho habitual de Beyoncé, que gravou em sigilo e revelou seus dois últimos discos de repente. Intitulada “Apeshit” e identificada como obra da dupla The Carters (sobrenome do casal), a música aborda uma plateia enlouquecida, em contraste com a imagem plácida do casal diante da Mona Lisa. O destaque da produção são as coreografias realizadas nos corredores do museu e diante de obras de arte sem preço, que em alguns momentos aludem às cenas dos quadros e esculturas históricos. O clipe tem direção de Ricky Saiz, que filmou “Yoncé” para a cantora em 2013. É lindo. E uma homenagem sob medida para o tamanho do ego de Jay-Z, que na letra ataca o Grammy por não premiar seu último disco, “4:44”, e revela ter recusado convite para se apresentar no Superbowl, porque se considera maior que o evento esportivo. Obviamente, sua arte só poderia ser digna do Louvre.
Retrospectiva: Os 20 melhores clipes de música pop e rap de 2017
A seleção dos melhores clipes internacionais de 2017 foi dividida em duas partes. A lista abaixo é o chamado mainstream, a música que toca no rádio e domina premiações da MTV, Billboard e Grammy. Enquanto pop e rap já foram bem distintos no passado, as fronteiras dos dois estilos tem se misturado cada vez, com Nicki Minaj gravando com Major Lazer, Young Thug cantando com Camila Cabello, Grimes e Janelle Monáe se fundindo e assim por diante. Kendrick Lamar aparece duas vezes, porque é o artista do ano. O mesmo quase aconteceu com Jay-Z, mas no corte final acabou entrando apenas o seu melhor clipe, que conta com participação de sua mãe. Já Selena Gomez bisa apenas por decorrência de sua participação no hit de Kygo. Os 20 clipes não estão por ordem de preferência, mas organizados por estilo e sonoridade. Os títulos das músicas podem ser conferidos abaixo. Clique play para começar a sessão. Ed Sheeran – Galway Girl | Kygo ft. Selena Gomez – It Ain’t Me | Major Lazer ft. Partynextdoor & Nicki Minaj – Run Up | Camila Cabello ft. Young Thug – Havana | P!nk – Beautiful Trauma | Selena Gomez – Bad Liar | Katy Perry – Hey Hey Hey | Taylor Swift – Look What You Made Me Do | Grimes ft. Janelle Monáe – Venus Fly | Run The Jewels – Legend Has It | Kendrick Lamar – Humble. | Tyler, The Creator – Who Dat Boy | Tierra Whack – Mumbo Jumbo | Sonder – Too Fast | SZA – Supermodel | Michael Kiwanuka – Cold Little Heart | Jay-Z ft. Gloria Carter – Smile | A Tribe Called Quest – Dis Generation | Kendrick Lamar ft. Rihanna – Loyalty. | Young Thug – Wyclef Jean * Seleção do editor da Pipoca Moderna
Diretores de Bom Comportamento assinam novo clipe de Jay-Z
O rapper Jay-Z lançou três novos clipes do disco “4:44”. O mais curto e mais bem produzido é “Marcy Me”, que acompanha o cotidiano noturno de um bairro de periferia, sob a perspectiva de pilotos de helicóptero de polícia e de um menino que corre pelas ruas. A direção é dos irmão Ben e Josh Safdie, diretores do ótimo thriller “Bom Comportamento”. Bem mais dramático, “Smile” conta uma história de amor proibido passada anos 1970, trazendo a perspetiva da mãe de Jay-Z, Gloria Carter. Foi escrito e realizado pelo canadense Miles Jay, que ficou conhecido pelo seu trabalho no videoclipe “River”, de Leon Bridges, e mostra como duas mães se apaixonam e sofrem por precisar negar o seu amor. Apesar do título, há muitas lágrimas. As atrizes Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”) e Isi Laborde (“Return to Montauk”) protagonizam a história e Gloria Carter aparece na última cena lendo um poema. Por fim, “Legacy” não é bem um clipe, já que quase não tem música. Trata-se de um curta passado na prisão, dirigido por Jeymes Samuel (do terror “They Die by Dawn”) que reúne diversos astros famosos. Susan Sarandon (“Perfeita É a Mãe 2”) é a diretora do estabelecimento e os prisioneiros incluem Ron Perlman (série “Sons of Anarchy”), Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Edi Gathegi (“The Blacklist: Redemption”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”) e Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”).
Clipe de Jay-Z que parodia a série Friends chega ao YouTube
O rapper Jay-Z liberou no YouTube seu clipe de “Moonlight”, que na verdade é remake de um episódio da série “Friends”. A única diferença é que quem interpreta os papéis são atores negros: Issa Rae (série “Insecure”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Tiffany Haddish (“Girls Trip”), Jerrod Carmichael (série “The Carmichael Show”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Lakeith Stanfield (“Snowden”). Lançado há uma semana com exclusividade na plataforma Tidal, de propriedade do próprio Jay-Z, o clipe agora chega ao resto da internet. Ele recria o começo de um episódio de “Friends” usando diálogos extraídos de um capítulo real da 3ª temporada: “The One Where No One’s Ready”. Um detalhe curioso é que, quando finalmente toca uma música, durante a cena que imita a abertura de “Friends”, ela não é de Jay-Z, mas do trio clássico de rap Whodini. A música que justifica o clipe, na verdade, só aparece após 4 minutos e meio e dura menos de 2 minutos. E quando ela termina, vem a melhor piada de todo o vídeo: um áudio da cerimônia de premiação do Oscar 2017, que anuncia a vitória de “La La Land” sob aplausos esfuziantes, ao mesmo tempo em que o nome da música ocupa a tela: “Moonlight”. O clipe/sitcom foi dirigido por Alan Yang (criador da série “Master of None”). Confira e compare, logo abaixo, ao trecho de “Friends” que inspirou a produção. E, de quebra, um vídeo da música “Friends”, do Whodini, gravado em 1984.
Mahershala Ali treina boxe no novo clipe de Jay-Z
O rapper Jay-Z liberou no YouTube o clipe de “Adnis”, que tinha sido divulgado com exclusividade no Tidal no último fim de semana. O clipe é estrelado por Mahershala Ali, vencedor do Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante por “Moonlight”. Ele aparece em preto e branco, treinando como um lutador de boxe. O suor se junta à expressões que sugerem uma luta contra seus próprios demônios pessoais. Além de Ali, Danny Glover (“Máquina Mortífera”) também participa do vídeo, de bengala e à distância, como veterano que já lutou suas próprias batalhas. A direção é do cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”) em sua quarta parceria com o rapper, após os clipes de “99 Problems”, “Picasso Baby” e a recente animação “The Story of O.J.”.
Novo clipe de Jay-Z recria a abertura de Friends com atores negros
O rapper Jay-Z liberou um novo clipe oficial de seu disco mais recente, “4:44”. A faixa se chama “Moonlight” e inclui uma recriação da abertura da série “Friends”. O detalhe é que quem interpreta os papéis são atores negros: Issa Rae (série “Insecure”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Tiffany Haddish (“Girls Trip”), Jerrod Carmichael (série “The Carmichael Show”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Lakeith Stanfield (“Snowden”). O clipe de “Moonlight”, porém, foi disponibilizado com exclusividade na plataforma Tidal, de propriedade de Jay-Z, que só dá acesso para assinantes. Mas Alan Yang (criador da série “Master of None”), que assina sua direção, publicou um trecho nas redes sociais, que pode ser visto abaixo. Ele também avisou que o vídeo será lançado nas demais plataformas em uma semana. Confira abaixo, sem som. Detalhe: após a abertura, o vídeo imita o começo de um episódio, usando diálogos extraídos de um capítulo real da 3ª temporada de “Friends”, “The One Where No One’s Ready”. I directed a music video for Jay-Z. It's called Moonlight. Available on Tidal now and everywhere in a week. pic.twitter.com/UkLfo7g2f2 — Alan Yang (@AlanMYang) August 4, 2017
Novo clipe de Jay-Z resgata estética racista das animações do começo do século 20
O rapper Jay-Z divulgou o primeiro clipe de seu novo álbum. Para acompanhar a musica “The Story of O.J.”, o vídeo recorre a um desenho animado, que mostra negros caricatos, ao estilo das animações do começo do século 20. A estética retrô inclui exibição em preto e branco, e um personagem central, denominado Jaybo, que narra a história marcadamente racista. O nome Jaybo é uma versão de Jay-Z para Sambo, personagem de um livro infantil – The Story of Little Black Sambo – publicado em 1899 e que hoje é considerado super-racista. A escolha não é casual, já que, em seu decorrer, o clipe mostra linchamentos, comércio de escravos e negros trabalhando em campos de algodão, enquanto uma cruz é consumida por chamas. A direção é do próprio Jay-Z em parceria com o cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”). Os dois já tinham trabalhados juntos no clipe de “99 Problems” (2004). Já a animação foi realizada pelo estúdio The Mill e assinada por Lisha Tan, inspirando-se em desenhos polêmicos de Rudolf Ising e Bob Clampett dos anos 1930 e 1940. “The Story of O.J” integra “4:44″, primeiro álbum do rapper desde 2013. Lançado na sexta (30/6), o disco atraiu a atenção da mídia por conta de suas letras reveladoras – numa delas, Jay-Z chega a confessar ter traído sua esposa Beyoncé.
História da gravadora que lançou Beastie Boys e Public Enemy vai virar filme
A história da Def Jam Recordings, gravadora de rap que lançou os Beastie Boys, LL Cool J e Public Enemy nos anos 1980, vai virar filme. A Fox vai produzir uma cinebiografia de Russell Simmons, o empreendedor visionário, que começou a agenciar rappers como Kurtis Blow, numa época em que a indústria fonográfica ainda não entendia o que era aquela música vinda dos bairros pobres de Nova York. Ele ficou milionário ao promover a banda de seu irmão, Run-DMC, e logo abriu sua própria gravadora, que originou um império. Inspirado no livro “Life and Def: Sex Drugs Money + God”, biografia de Simmons escrita por Nelson George (consultor da série “The Get Down”), o filme está sendo roteirizado por Kenya Barris, o criador da série “Black-ish”. “Life and Def” será uma coprodução da Fox com a Def Pictures, empresa cinematográfica de Simmons – ele também tem uma produtora de TV e uma grife de moda! A ideia é contar como o rap estourou nos Estados Unidos nos anos 1980, com a ajuda de Simmons, e virou um negócio milionário no século 21 com o lançamento de novos talentos distribuídos pela Def Jam, como Kanye West, Jay-Z e Rihanna. A abordagem deve ser bem diferente de “Straight Outta Compton” e “All Eyez on Me”, as cinebiografias do NWA e Tupac Shakur, que são passadas em Los Angeles e representam outra faceta do rap.











