Diretor de Sem Escalas fará filme do vilão Adão Negro com Dwayne Johnson
A WarnerMedia definiu o diretor de “Adão Negro” (Black Adam), filme do supervilão dos quadrinhos da DC Comics, que será estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson. Segundo a revista Variety, Jaume Collet-Serra (“O Passageiro” e “Sem Escalas”) está em negociações finais para comandar o projeto. Com a assinatura do contrato, o filme marcará a segunda parceria entre o diretor e o astro de ação, que recém-finalizaram as filmagens de “Jungle Cruise” para a Disney. De acordo com a Variety, Johnson ficou impressionado com a capacidade do cineasta de mudar de temas leves para mais sombrios durante a produção de “Jungle Cruise”, e isto o tornou favorito para assumir o filme de Adão Negro. O longa será produzido pelo estúdio New Line, especialista em filmes de terror, que faz parte do conglomerado da Warner. Nos quadrinhos, Adão Negro é o principal inimigo de Shazam. Criado em 1945 pelo roteirista Otto Binder (que também criou Supergirl e a Legião dos Super-Heróis) e pelo ilustrador C.C. Beck (criador do Capitão Marvel), Adam Negro era originalmente Teth-Adam, filho do faraó Ramsés II e um dos primeiros detentores dos poderes do mago Shazam, na época do Egito Antigo. Porém, ele se deixou corromper pelo poder e foi exilado, retornando como vilão na era contemporânea (na verdade, nos anos 1940) para enfrentar o Capitão Marvel (hoje, rebatizado de Shazam por razões óbvias), o novo campeão do mago Shazam. Johnson topou o projeto ao ficar fascinado, como todos os leitores de quadrinhos, pela versão do personagem escrita por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka e Mark Waid na minissérie “52” (2006). Na trama, Adão Negro aparecia como o governante de uma nação africana em conflito existencial, determinado a fazer o bem, enquanto era manipulado para fazer o mal. Com cenas impactantes e desfecho trágico, foi uma das melhores sagas recentes dos quadrinhos. Mas… desde então o personagem passou por novo reboot, na minissérie “Novos 52” (2016), e seu (re)encontro com Shazam acabou resumido na história do recente filme da Warner. Isto é, o confronto com o Dr. Silvana na cinema foi, na verdade, com Adão Negro nos quadrinhos. Apesar disso, o personagem foi visto por alguns segundos no longa do herói da DC, que estreou em abril, já sugerindo sua integração ao universo de “Shazam!”.
Dwayne Johnson anuncia final das refilmagens de Jungle Cruise
O ator Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos 8”) publicou um post nas redes sociais comemorando o final das refilmagens de “Jungle Cruise”, em que contracena com Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”). As filmagens originais duraram apenas três meses, entre julho e setembro do ano passado, mas precisaram de reforço adicional. Aparentemente, o trabalho foi novamente pequeno, já que Johnson começou a compartilhar novas fotos dos bastidores com Emily Blunt em 19 de maio. De todo modo, a estreia foi adiada para acomodar a etapa extra da produção. O filme que estrearia em outubro só vai chegar aos cinemas em julho de 2020. “Jungle Cruise” é inspirado num dos passeios mais antigos da Disneylândia, inaugurado em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. A data de inauguração da atração é significativa, porque é bastante próxima de “Uma Aventura na África” (1951), clássico que foi até referenciado por Johnson em vídeo das filmagens . Não por acaso, o figurino do ator remete ao de Humphrey Bogart naquele filme. Já Emily Blunt atua com uma roupa de “aventureira” similar à vestida por Kathleen Turner em “A Jóia do Nilo” (1985). Mas Johnson a chama de “Indiana Jones” feminino no post. Ele também resume a trama como a busca incansável da personagem de Blunt para encontrar uma “coisa mágica” que pode mudar o mundo. Mas, para isso, precisa contar com os serviços de seu personagem, que conhece o Rio Amazonas como ninguém. Infelizmente, ele só se importa com dinheiro, bebida e seu gato. O filme foi escrito pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), e tem direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”). Ver essa foto no Instagram If Emily Blunt’s looks could kill ? Ladies and gents, that’s an OFFICIAL WRAP of production for our DISNEY’S JUNGLE CRUISE. To our hard working and brilliant crew and filmmakers – THANK YOU for your commitment and talent in making something great for our audience. THANK YOU to our partner & leader of global family entertainment, the WALT DISNEY CO for the trust you’ve placed in our hands for our beloved, timeless, iconic Disney park ride known as JUNGLE CRUISE. And finally, a heartfelt MAHALO to my one and only co-star, Emily Blunt. You play the female version of INDIANA JONES brilliantly with relentless ambition to find the one, elusive magical ? thing that could change humanity for the better – forever. Unfortunately, for you there’s no other skipper that knows the Amazon River like I do and all I care about is my money, my liquor and my cat. Good luck lady in trying to change the world ~ and not falling for my charm. So much fun making this film and we can’t wait to take you all on this EPIC adventure. That’s a wrap! And I’ll see ya down the road. #DISNEY #ShesAmbitious #AndHeHasTerriblyCharmingPuns #JungleCruise SUMMER 2020 ???? Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 1 de Jun, 2019 às 5:14 PDT
Bruno Ganz (1941 – 2019)
O ator suíço Bruno Ganz, que viveu um anjo em “Asas do Desejo” e Adolf Hitler em “A Queda! As Últimas Horas de Hitler”, morreu de câncer neste sábado (16/2) aos 77 anos em Zurique, informou seu agente. Nascido em 22 de março de 1941, Ganz desenvolveu a maior parte de sua carreira artística no cinema, na televisão e no teatro alemães durante mais de meio século de interpretações. Ele foi atraído para a atuação ainda muito jovem, quando um amigo, técnico de iluminação de um teatro local, passou a deixá-lo assistir às produções. A trajetória cinematográfica começou em 1960 no cinema suíço, mas só deslanchou quando foi filmar no exterior, ao se envolver com ícones da nouvelle vague francesa. Em 1976, coadjuvou em “No Coração, a Chama”, primeiro filme dirigido pela atriz Jean Moreau, e se tornou protagonista em “A Marquesa d’O”, de Éric Rohmer. Falado em alemão, o longa do mestre francês foi premiado em Cannes e rendeu a Ganz o primeiro reconhecimento de sua carreira, como Melhor Ator na votação anual da Academia Alemã-Ocidental. No ano seguinte, ele iniciou uma das principais parcerias de sua filmografia, ao estrelar o filme que lhe apresentou para o mundo, “O Amigo Americano” (1977), adaptação do suspense noir de Patricia Highsmith realizada pelo alemão Win Wenders. Na trama, Ganz vivia um emoldurador de quadros casado, com filho, endividado e vítima de uma doença terminal, que, por não ter muito a perder, é convencido a virar assassino profissional pelo amigo americano do título, ninguém menos que o serial killer Tom Ripley (que depois teria sua origem filmada em “O Talentoso Ripley”), interpretado por Dennis Hopper. O resultado, filmado de forma altamente estilizada por Wenders, e a presença de Hopper – e dos diretores Nicholas Ray e Samuel Fuller, em papéis coadjuvantes – transformou a obra em cult movie e deu a Ganz audiência cativa mundial. Fez, a seguir, seu primeiro filme americano, o terror “Meninos do Brasil” (1978), de Franklin J. Schaffner, sobre clones de Hitler, embarcou no remake do marco do expressionismo alemão “Nosferatu: O Vampiro da Noite” (1979), com direção de Werner Herzog, voltou à França para “A Dama das Camélias” (1981), adaptação do clássico literário de Alexandre Dumas Filho, em que contracenou com Isabelle Huppert, e trabalhou com ainda outro mestre do Novo Cinema Alemão, Volker Schlöndorff, em “O Ocaso de um Povo” (1981), sobre a questão Palestina. O segundo encontro com Wenders rendeu novo papel memorável, como um anjo pairando sobre Berlim em “Asas do Desejo” (1987). Filmado em preto e branco – e novamente com participação de um americano, Peter Falk – , o filme se tornou o postal definitivo de Berlim Ocidental, uma cidade à beira de um muro com uma juventude à beira do abismo, embalado por trilha/shows de rock depressivo – Nick Cave and the Bad Seeds e Crime and the City Solution. Cultuadíssimo, venceu o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes, o Prêmio do Público na Mostra de São Paulo e o de Melhor Filme Estrangeiro no Film Independent Spirit Awards americano. Ganz filmou ainda um terceiro longa com Wenders, “Tão Longe, Tão Perto” (1993), novamente ao lado de Peter Falk e com Willem Dafoe. E embarcou numa turnê cinematográfica mundial, rodando produções na Itália (“Sempre aos Domingos”, 1991), Austrália (“O Último Dia em Que Ficamos Juntos”, 1992), Islândia (“Filhos da Natureza”, 1991) e Reino Unido (“A Vida de Saint-Exupery”, 1996). Até criar outro clássico com um grego, Theodoros Angelopoulos, em “A Eternidade e um Dia” (1998). Após filmes de menor evidência, voltou com tudo em 2004 com duas produções que lhe deram grande visibilidade: o remake de “Sob o Domínio do Mal”, dirigido pelo americano Jonathan Demme, e principalmente “A Queda! As Últimas Horas de Hitler”, de Oliver Hirschbiegel, em que interpretou o Hitler mais convincente já visto no cinema, amargurando seu final de vida no bunker de onde só sairia morto. A popularidade de “A Queda!”, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, embalou outra volta ao mundo, que desta vez o levou até ao Japão (“The Ode to Joy”, 2006), antes de colocá-lo novamente em Hollywood, em “Velha Juventude” (2007), dirigido por Francis Ford Coppola, e numa nova parceria com Angelopoulos, “A Poeira do Tempo” (2008). Ele ainda realizou uma façanha, ao estrelar dois filmes indicados ao Oscar num mesmo ano: “O Grupo Baader Meinhof” (2008), de Uli Edel, sobre o grupo terrorista alemão dos anos 1970, que disputou o troféu de Melhor Filme em Língua Estrangeira, e “O Leitor” (2008), do inglês Stephen Daldry, sobre uma ex-funcionária nazista analfabeta, que rendeu o Oscar de Melhor Atriz para Kate Winslet. Membro ativo da comunidade cinematográfica alemã, Ganz também atuou como presidente da Academia Alemã de Cinema de 2010 a 2013. E, em 2010, recebeu uma homenagem da Academia Europeia por sua filmografia. Que só aumentou desde então. Extremamente versátil, Ganz acumulou filmes de alcance internacional na fase final de sua carreira, como os thrillers hollywoodianos “Desconhecido” (2011), de Jaume Collet-Serra, e “O Conselheiro do Crime” (2013), de Ridley Scott, o romance “Trem Noturno para Lisboa” (2013), de Bille August, o cult escandinavo de vingança “O Cidadão do Ano” (2014), de Hans Petter Moland – refilmado neste ano como “Vingança a Sangue Frio” – , o drama “Memórias Secretas” (2015), de Atom Egoyan, a comédia “A Festa” (2017), de Sally Potter, e o ultraviolento “A Casa que Jack Construiu” (2018), de Lars Von Trier, em que deu vida ao poeta Virgílio, acompanhando o serial killer interpretado por Matt Dillon numa jornada para o Inferno. No ano passado, os médicos o diagnosticaram com um câncer intestinal, mas, mesmo passando por tratamento com quimioterapia, ele continuou filmando. O ator deixou três longas inéditos, entre eles “Radegund”, do americano Terrence Malik. Para se ter ideia da importância de Ganz para o cinema e o teatro alemães, ele era portador do Anel de Iffland, uma honraria lendária do século 18, que apenas o melhor ator em língua alemã pode usar, e sua utilização é vitalícia, passando a outro intérprete apenas após sua morte.
Emily Blunt e Dwayne Johnson comemoram final das filmagens de Jungle Cruise
A Disney divulgou um vídeo para anunciar o final das filmagens de “Jungle Cruise”, com os atores Emily Blunt e Dwayne “The Rock” Johnson comemorando a realização com a equipe técnica nos bastidores a produção. As filmagens duraram apenas três meses, mas ainda há pela frente um longo percurso até o lançamento nas telas, com várias etapas de pós-produção. “Jungle Cruise” é inspirado na atração homônima, umas mais antigas da Disneylândia, inaugurada em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. A data é significativa, porque explica o traje de The Rock. É praticamente o mesmo figurino de Humphrey Bogart em “Uma Aventura na África” (1951), clássico que foi até referenciado pelo ator em vídeo anterior das filmagens. Já Emily Blunt está com uma roupa de “aventureira” similar à vestida por Kathleen Turner em “A Jóia do Nilo” (1985). Estes filmes devem ser as grandes influências do roteiro, escrito pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”). O filme tem direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”) e estreia prevista apenas para outubro de 2019.
Disney é criticada por escalar ator hetero para viver primeiro personagem gay assumido do estúdio
Após Scarlett Johansson ser “convencida” a desistir de interpretar um transexual no cinema, por pressão do movimento LGBTQIA+, é a vez da Disney ser criticada nas redes sociais por ter escolhido um ator heterossexual para interpretar o primeiro grande personagem abertamente gay de seus filmes. O ator inglês Jack Whitehall (da série “Fresh Meat”) confirmou em seu perfil no Instagram que estará em “Jungle Cruise”, aventura inspirada num passeio da Disneylândia, que será estrelada por Dwayne Johnson e Emily Blunt. Segundo o tabloide inglês The Sun, o personagem será “afetado, exagerado e engraçado”. Em vez de comemorar a “ousadia” da Disney ao finalmente incluir um personagem gay num de seus filmes infantis – após 97 anos de produções – , o público LGBTQIA+ apontou o contrário, a falta de ousadia da Disney ao escalar um ator heterossexual para o papel. “Amo Jack Whitehall, mas eles seriamente não podiam ter escolhido alguém que é gay de verdade?”, escreveu uma pessoa. “Não é que seja um problema escalar um fantástico aliado heterossexual para um papel gay, mas é que há tantos atores gays sub-representados em todos os papéis por aí… então eu acho que isso é fantástico, mas também um pouco triste”, apontou o comediante James Barr. “Se não deixaram a Scarlett Johansson interpretar um homem trans, então não deveriam deixar o Jack Whitehall viver um homem gay. Especialmente se você considerar que há centenas de gays assumidos em Hollywood que são melhores atores do que ele”, disse outra pessoa. Além disso, a descrição do personagem dada ao jornal The Sun por uma fonte só fez a indignação crescer nas redes. “Sério, Disney? Seu primeiro personagem gay de peso vai ser vivido por um homem branco e heterossexual e perpetuar estereótipos? Que erro, esse navio devia afundar”, protestou outro no Twitter. “Jungle Cruise” tem roteiro da dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”) e estreia prevista apenas para outubro de 2019.
Dwayne Johnson e Emily Blunt aparecem no primeiro vídeo de bastidores de Jungle Cruise
A Disney divulgou um vídeo de bastidores de “Jungle Cruise”, o próximo passeio da Disneylândia a virar filme – antigamente, filmes de sucesso é que viravam atrações de parques temáticos, mas “Piratas do Caribe” inverteu essa ordem. A prévia não revela muito, mas sugere o clima inamistoso dos personagens, já que Emily Blunt reclama o tempo inteiro da intrusão de Dwayne Johnson, numa “brincadeirinha” roteirizada. O mais interessante, na verdade, são as duplas citadas por “The Rock” como exemplos para seus papéis: Katharine Hepburn e Humphrey Bogart – e vale reparar que ele veste praticamente a mesma roupa que Humphrey Bogart em “Uma Aventura na África” (1951) – e Kathleen Turner e Michael Douglas – de “Tudo por uma Esmeralda” (1984) e “A Jóia do Nilo” (1985). Estes filmes devem ser as grandes influências do roteiro, escrito pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”). “Jungle Cruise” é um das atrações mais antigas da Disneylândia, inaugurada em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. É bem provável, portanto, que “Uma Aventura na África” (1951) tenha sido uma das inspirações de sua concepção. A Disney já transformou outros passeios de seus parques temáticos em filmes. Teve sucesso com “Piratas do Caribe” (2003), mas experimentou muitos fracassos, como “Beary e os Ursos Caipiras” (2002), “Mansão Mal-Assombrada” (2003) e “Tomorrowland” (2015). O filme tem direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”) e estreia prevista apenas para outubro de 2019.
Jared Leto vai estrelar e produzir filme solo do Coringa
Jared Leto voltará a viver o Coringa em um filme solo do personagem, afirma a revista Variety. Fontes ouvidas pela publicação informaram que o ator negocia estrelar e produzir o primeiro filme do Palhaço do Crime, que deverá estender o universo compartilhado dos personagens de “Esquadrão Suicida”. Além deste filme, que ainda está em estágio embrionário, a Warner também desenvolve um longa focado na Arlequina, vivida por Margot Robbie. A falta de informações oficiais deixam no ar se projeto seria uma adaptação de “Aves de Rapina” (Birds of Prey), que reúne heroínas femininas da DC Comics, ou “Sereias de Gotham” (Gotham City Sirens), sobre as vilãs de Batman. Ambos os projetos tem sido mencionados por fontes das publicações sobre cinema dos Estados Unidos. Paralelamente, a Warner também está desenvolvendo um filme sobre a origem do Coringa, com Joaquin Phoenix no papel do vilão, sob a direção de Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”). Quando anunciou o projeto, o estúdio disse que ele não interferiria na continuidade do Coringa de Leto. O estúdio está atualmente em busca de um roteirista para o filme de Leto. Além disso, há conversas sobre um longa do Pistoleiro, estrelado por Will Smith. Vale lembrar que o único projeto confirmado até o momento é a continuação de “Esquadrão Suicida”, que entrará em produção em 2019 com direção de Gavin O’Connor (“O Contador”).
Farofeiros invadem os cinemas nas estreias da semana
A programação desta quinta (8/3) está sortida, com besteirol, ação e até lançamentos para celebrar o Dia Internacional da Mulher. São 13 longas e uma dica: reflita bem antes de encarar as filas, porque muitos dessas produções vão logo logo enjoar de tanto reprisar na TV. Clique nos títulos abaixo para assistir aos trailers de todas as estreias. “Os Farofeiros” tem a maior distribuição, levando a mais de 500 telas a décima parceria entre o diretor Roberto Santucci e o roteirista Paulo Cursino – no curto espaço de oito anos. Fábrica de hits, a dupla é responsável pelos blockbusters “De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”, e mantém algumas características “autorais”, como elenco de humoristas da TV, personagens caricatos e interpretações histéricas. As piadas do novo trabalho giram em torno do velho tema das “férias frustradas”, mas em vez de acompanhar uma família, reúne “colegas da firma” numa viagem para o litoral, onde tudo dá errado. Com direito a todos os clichês esperados, a história é melhor resolvida – e engraçada – que outras da dupla, ainda que seja inevitável pensar que funcionaria melhor com personagens e praia paulistas ou como lançamento de verão – ou, melhor ainda, como série do Multishow. Em outros anos, “Encantados” também flertaria com o grande público. Mas o filme já era datado quando foi feito, em 2014, tendo “desencantado” nos cinemas apenas agora – e trazendo consigo o “assediador” José Mayer, justamente no Dia da Mulher… A trama é uma versão tupiniquim dos romances adolescentes sobrenaturais que foram tendência em Hollywood há meia década atrás. Gira em torno da filha de um influente político paraense, que tem visões de um índio bonitão nas águas da Ilha de Marajó. Se o samba-enredo parece conhecido é porque a combinação de folclore, rios místicos e “realismo fantástico” tem sido a base de sucessos noveleiros como “Pantanal” (1990) e “Velho Chico” (2016) – sem esquecer que já há uma versão adulta similar, “Ele, o Boto” (1987). A direção é de Tizuka Yamasaki, que chegou a ser apontada como diretora promissora nos anos 1980, antes de se especializar em filmes da Xuxa. Os filmes B dos EUA Os três filmes americanos da semana foram rodados com baixo orçamento e chegam com atraso no Brasil. Caso mais extremo, “Medo Profundo” foi lançado há oito meses nos Estados Unidos, ocasião em que virou uma das maiores surpresas do ano passado. Custou US$ 5,5 milhões e faturou US$ 44,3 milhões só no mercado doméstico, apesar da trama limitada, que mostra as atrizes Mandy Moore (série “This Is Us”) e Claire Holt (série “The Originals”) presas no fundo do mar, cercadas por tubarões e contando os minutos de oxigênio que lhes restam. Sem maiores pretensões, o suspense aquático sobreviveu à cotação medíocre, de 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, para sair direto em DVD em vários países. O Brasil é o último lugar do mundo em que será projetado. Apesar de mais verba para efeitos visuais, “O Passageiro” segue a fórmula de filme B das parcerias anteriores entre o ator Liam Neeson e o diretor Jaume Collet-Serra. Como sempre, o protagonista vive o homem errado, que vira alvo de alguém que irá se arrepender até o fim da exibição. O diretor, que já tentara matar o astro num acidente de carro, de avião e a pé nas ruas, desta vez o coloca numa trem em seu trajeto cotidiano para casa. Ao ser abordado no vagão por uma mulher misteriosa (Vera Farmiga), ele acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como a de todos ao seu redor. Um pouco acima da linha da mediocridade, atingiu 58% no Rotten Tomatoes e faturou US$ 36,2 milhões em três meses em cartaz na América do Norte. No “ajuste final”, foi salvo pelo público internacional, que pagou quase o dobro para ver o que Tony Scott filmaria em 2017 se ainda fosse vivo. Outra história de ação ferroviária, “15h17 – Trem para Paris” acabou virando um docudrama com direção do veterano Clint Eastwood. A trama acompanha três americanos de férias na Europa, que usam seu treinamento militar para impedir o ataque de um terrorista armado em um trem que viaja de Amsterdã para Paris. A premissa de filme de Steven Seagal dos anos 1990 aconteceu de verdade em 2015 e foi abordada por Eastwood com um tratamento quase documental, ao optar por dirigir os próprios três amigos, interpretando a si mesmos na recriação da viagem em que viraram heróis. Para ter assunto, o filme também mostra como eles se conheceram desde a infância e seu treinamento militar, e ainda serve como propaganda para o alistamento militar nos Estados Unidos. O resultado não convenceu, com 15% de aprovação. Orçado em US$ 30 milhões, dará prejuízo com apenas US$ 35,2 milhões em dois meses. O empoderamento do circuito limitado As melhores opções em cartaz começam com a produção britânica “Daphne”. Trata-se de uma anti-comédia romântica sobre a personagem-título, que transita pela noite de Londres entre bebedeiras e sexo casual, enquanto navega uma crise existencial a espera de um atrasado amadurecimento. A atriz Emily Beecham, mais conhecida como A Viúva da série “Into the Badlands”, foi premiada no Festival de Torino e indicada ao BIFA (premiação indie britânica) pelo papel. Já o filme tem só 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Número Um” é um suspense feminista passado no mundo das grandes corporações. Bastante atual, o longa francês acompanha sua protagonista numa campanha para ser promovida à CEO de sua empresa, defrontando-se com um rival sexista pelo cargo, que faz tudo para lembrá-la de “seu lugar”, inclusive jogar sujo para vê-la chorar como “mulherzinha”. Escrito, dirigido e estrelado por mulheres, destaca a interpretação de Emmanuelle Devos, indicada ao César (o Oscar francês) pelo desempenho. Outra história feminina francesa, “O Filho Uruguaio” acompanha a busca de uma mãe pelo filho pequeno, sequestrado pelo próprio pai. Após quatro anos do divórcio, sem que a polícia o tenha localizado, a mãe resolve procurar o filho por conta própria, planejando um reencontro no Uruguai. A realidade, porém, não acontece como em seus sonhos. O que não é exatamente inesperado. A maternidade também é o tema de “Uma Espécie de Família”, novo suspense do argentino Diego Lerman (“Refugiado”), que venceu o troféu de Melhor Filme do Festival de Chicago, Melhor Roteiro do Festival de San Sebastian e tem oito indicações ao “Oscar argentino”. A trama acompanha uma médica que viaja ao interior, num local distante, para o parto de uma jovem pobre. Pretendendo adotar o bebê, ela é surpreendida por um esquema de extorsão e, quando percebe a verdade sobre a situação em que se meteu, entra em desespero. No papel principal, a espanhola Bárbara Lennie foi coberta de elogios pela imprensa platina. Ela já tem o Goya (o Oscar espanhol) de Melhor Atriz por “A Garota de Fogo” (2014). E os documentários A programação se completa com quatro documentários brasileiros. O melhor é “Torquato Neto – Todas as Horas do Fim”, que resgata um dos expoentes menos lembrados da Tropicália. Culpa dele próprio, que se matou jovem. Jornalista, poeta, compositor, cineasta, deixou alguns clássicos da MPB como legado. “Santoro – O Homem e Sua Música” também resgata ícone esquecido da cultura brasileira do século 20. O amazonense Cláudio Santoro (1919-1989) chegou a ser considerado um dos maiores compositores eruditos do mundo. Mas, em vez de consagração, sofreu perseguição no Brasil por ser comunista. Impedido de exercer sua arte, precisou dar aulas particulares e até criar bois para sobreviver. Por fim, “Pra Ficar na História” registra os esforços de um gaúcho que criou um museu ao ar livre sobre a imigração italiana e “A Imagem da Tolerância” aborda o culto a Nossa Senhora de Aparecida.
Liam Neeson volta à ação em novo trailer de filme do diretor de Sem Escalas
A Lionsgate divulgou mais um trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). A prévia abandona de vez a premissa de suspense que vinha sendo explorada no começo da divulgação para destacar cenas de ação mirabolantes, com direito a muitas explosões e clima de filme de desastre. No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para apenas identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como a de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Shazad Latif (série “Star Trek: Discovery”) e Damson Idris (série “Snowfall”). Apesar do título ainda não ter sido traduzido, a estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Liam Neeson vai do suspense à ação no trailer do novo filme do diretor de Sem Escalas
A Lionsgate divulgou quatro fotos e mais um trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). A prévia troca a premissa de suspense que vinha sendo explorada nos vídeos anteriores para destacar cenas de ação mirabolantes, com direito a muitas explosões e clima de filme de desastre. No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para apenas identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo trailer de filme de ação de Liam Neeson troca suspense por explosões e desastre
A Lionsgate divulgou um novo pôster e o terceiro trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). A prévia abandona a premissa de suspense que vinha sendo explorada nos vídeos anteriores para destacar cenas de ação mirabolantes, com direito a muitas explosões e clima de filme de desastre. No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para apenas identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Liam Neeson aceita uma proposta perigosa em novo trailer de suspense
A Lionsgate divulgou a primeira foto, o pôster e o trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta instigante de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vera Farmiga faz uma proposta perigosa para Liam Neeson em trailer de suspense
A Lionsgate divulgou a primeira foto, o pôster e o trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta instigante de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.








