Intérprete de Ciborgue denuncia abusos de Joss Whedon no set de Liga da Justiça
A produção de uma nova versão de “Liga da Justiça” na plataforma HBO Max, sob os cuidados do diretor original, inspirou o ator Ray Fisher a fazer uma denúncia contra o diretor substituto do filme, Joss Whedon. Fisher acusou Whedon, no Twitter, de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. “O comportamento dele foi incentivado, de muitas formas, por Jon Berg e Geoff Johns [produtores do filme e executivos da Warner/DC]. Responsabilidade é mais importante que entretenimento”, acrescentou o intérprete do Ciborgue no filme. O comentário foi publicado logo após Fisher ter dado a entender que teve problemas com Whedon no set. Na segunda (29/6), o ator tuitou um vídeo em que aparecia elogiando o diretor na Comic-Con de San Diego. Na ocasião, ele dizia: “Joss é um cara legal, e a melhor pessoa para chegar e finalizar o filme para ele [Snyder]”. Sobre isso, ele apontou: “Quero usar essa oportunidade para retratar tudo o que eu disse aqui”. Fisher deu a entender que seus elogios faziam parte do contrato com a Warner para promover o filme. No começo do mês, ele já tinha esquecido de agradecer Whedon ao louvar Snyder e o roteirista Chris Terrio por “não só incluir um personagem negro em ‘Liga da Justiça’, como permitir que eu (um ator negro sem nenhum crédito em meu nome) pudesse participar das decisões criativas em torno da história do Ciborgue e da família Stone”. Em resposta, Snyder deu a entender que a participação do herói deve aumentar em sua versão de “Liga da Justiça”: “Você, Ray, é o coração do meu filme”. Whedon, cujos créditos anteriores incluem a criação de séries cultuadas como “Buffy: A Caça-Vampiros” e “Firefly”, além dos dois primeiros filmes da franquia “Vingadores”, assumiu “Liga da Justiça” após o afastamento do cineasta Zack Snyder por conta de uma tragédia familiar. Ele recebeu orientação da Warner para refazer o filme, comandou um número considerável de refilmagens, cortou cenas deixadas prontas por Snyder e editou sua versão junto das cenas filmadas por Snyder num produto que não convenceu. Lançado em 2017, o produto final foi rejeitada pela crítica e até pelos fãs dos quadrinhos, rendendo muito menos do que o esperado nas bilheterias – US$ 657 milhões mundiais. Graças à intervenção da Warner no filme, os fãs há tempos clamavam por uma versão de “Liga da Justiça” sem as mudanças feitas por Whedon. Chamada de “Snyder Cut”, essa versão sempre foi incentivada por Zack Snyder. E após a aquisição da Warner pela empresa de comunicação AT&T, o projeto deixou de ser um sonho para virar um chamariz de público para a plataforma HBO Max, prioridade dos novos donos do estúdio. A versão de Snyder será lançada em 2021 e promete ser muito diferente do filme exibido nos cinemas. A HBO Max já divulgou o primeiro teaser. Veja aqui. Joss Wheadon’s on-set treatment of the cast and crew of Justice League was gross, abusive, unprofessional, and completely unacceptable. He was enabled, in many ways, by Geoff Johns and Jon Berg. Accountability>Entertainment — Ray Fisher (@ray8fisher) July 1, 2020 I’d like to take a moment to forcefully retract every bit of this statement: pic.twitter.com/1ECwwu6TG1 — Ray Fisher (@ray8fisher) June 29, 2020 You Ray, are the heart of my movie. @ray8fisher https://t.co/cZ64Vlg50V — Zack Snyder (@ZackSnyder) June 6, 2020
Elenco de Duna vai voltar à Hungria para filmagens extras
A nova versão da ficção científica “Duna”, dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), vai passar por filmagens adicionais assim que as produções forem retomadas em Budapeste, na Hungria, para onde a equipe deve embarcar nos próximos meses. A revelação foi feita pelo ator Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), que interpreta o duque Leto Atreides no filme, durante entrevista ao site Deadline. “Vamos fazer algumas filmagens adicionais em meados de agosto… eles estão dizendo que será em Budapeste, na Hungria”, disse Isaac. “Vi algumas coisas editadas e parece incrível. Denis [Villeneuve] é um verdadeiro artista e será emocionante ver o filme finalizado. É meio louco que estamos filmando apenas alguns meses antes do lançamento, mas isso aconteceu com ‘Star Wars’ também”, revelou. A Warner Bros marcou a estreia do filme para 17 de dezembro no Brasil e um dia depois nos EUA, e se as filmagens extras não forem atrasadas, as datas devem ser mantidas. Isto, porém, acrescenta pressão sobre a equipe. A Hungria deve ser uma das próximas nações europeias a retomar as filmagens, seguindo a adoção de extensas medidas de segurança contra o coronavírus. Desde seu começo, “Duna” foi parcialmente filmado em Budapeste, no Origo Film Studios, e também incluiu cenas nos desertos da Jordânia e na topografia da Noruega. A fotografia principal foi considerada encerrada em julho do ano passado. Mas, desde então, começaram as etapas de pós-produção, como a edição, que pode revelar “buracos” narrativos, e as sessões de testes, que verificam as reações do público. A adaptação será dividida em duas partes e a Warner já deu sinal verde para a continuação – bem como para uma série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou a fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Artreides e o elenco grandioso ainda inclui o citado Oscar Isaac, Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”), Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) e Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”).
Liga da Justiça: Darkseid é destaque do primeiro teaser da versão de Zack Snyder
A HBO Max divulgou o primeiro teaser da versão de “Liga da Justiça” do cineasta Zack Snyder, que destaca o vilão Darkseid. O personagem não foi incluído no filme exibido nos cinemas em 2017, mas estava na versão original do diretor. Com a exclusão de Darkseid, o vilão principal de “Liga da Justiça” acabou sendo o secundário Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), o que rendeu muitas críticas negativas dos fãs. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após a fase das filmagens, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Graças ao clamor dos fãs, em uma campanha resistente no Twitter, a AT&T, que comprou a Warner, resolveu apostar no projeto e produzir um “Snyder Cut” para a plataforma HBO Max. A volta de Darkseid à trama confirma que a versão reeditada de “Liga da Justiça” será um filme bem diferente do visto no cinema. Em entrevista ao podcast ReCode Media, Bob Greenblatt, CEO da HBO Max, revelou que, apesar dos boatos, a versão de Snyder não está pronta para ser exibida, por isso há um orçamento de produção e uma data distante para o lançamento, em 2021. “Não é tão fácil quanto ir ao cofre da Warner e tirar o ‘Snyder Cut’ de lá. Ele ainda não existe. Zack está trabalhando nisso, e é algo complexo, teremos que fazer novos efeitos especiais. É uma reimaginação radical daquele filme e vai sair muito caro. Teremos sorte se custar só US$ 30 milhões”, disse. O valor elevado representa apenas 10% do custo original de “Liga da Justiça”, orçado em cerca de US$ 300 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão), graças às refilmagens de Whedon. Snyder também queria fazer refilmagens, mas a HBO Max impôs que tudo fosse resolvido com efeitos e dublagens dos atores.
Zack Snyder revela visual de Darkseid em sua versão de Liga da Justiça
O cineasta Zack Snyder revelou no Twitter a primeira imagem do vilão Darkseid, que aparecerá em sua versão de “Liga da Justiça”. O supervilão não foi incluído no filme exibido nos cinemas em 2017, mas estava na versão original do diretor. O ator Ray Porter, que interpreta o personagem, já tinha confirmado sua presença no relançamento digital. Com a exclusão de Darkseid, o vilão principal de “Liga da Justiça” acabou sendo o secundário Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), o que rendeu muitas críticas negativas dos fãs. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após a fase das filmagens, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Graças ao clamor dos fãs, em uma campanha resistente no Twitter, a AT&T, que comprou a Warner, resolveu apostar no projeto e produzir um “Snyder Cut” para a plataforma HBO Max. A volta de Darkseid à trama confirma que a versão reeditada de “Liga da Justiça” será um filme bem diferente do visto no cinema. Em entrevista ao podcast ReCode Media, Bob Greenblatt, CEO da HBO Max, revelou que, apesar dos boatos, a versão de Snyder não está pronta para ser exibida, por isso há um orçamento de produção e uma data distante para o lançamento, em 2021. “Não é tão fácil quanto ir ao cofre da Warner e tirar o ‘Snyder Cut’ de lá. Ele ainda não existe. Zack está trabalhando nisso, e é algo complexo, teremos que fazer novos efeitos especiais. É uma reimaginação radical daquele filme e vai sair muito caro. Teremos sorte se custar só US$ 30 milhões”, disse. O valor elevado representa apenas 10% do custo original de “Liga da Justiça”, orçado em cerca de US$ 300 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão), graças às refilmagens de Whedon. He's coming… to HBO Max pic.twitter.com/tthWwAqzWp — Zack Snyder (@ZackSnyder) May 27, 2020
Snyder Cut: Intérprete do Ciborgue se emociona ao agradecer versão do diretor de Liga da Justiça
A oficialização do lançamento do “Snyder Cut” de Liga da Justiça na HBO Max emocionou o ator Ray Fisher, que interpretou Ciborgue no longa. Ele demonstrou seus sentimentos ao agradecer aos fãs, que fizeram uma campanha nas redes sociais para que a Warner liberasse a versão do diretor Zack Snyder. Em uma live no Twitch, o ator embargou a voz ao falar sobre o significado do lançamento, principalmente para o diretor e sua esposa, a produtora Deborah Snyder, que perderam mais que um filme, uma filha, Autumn, que se suicidou na época da filmagem do longa – motivo usado pela Warner para afastá-los da produção. “Um agradecimento a todos vocês, pelo apoio e especialmente, especialmente, especialmente pelo apoio que vocês deram aos Snyders e à Autumn, e para sua família”, disse o ator. “Eu sei que eles apreciam demais. Significa muito”. Visivelmente emocionado, o ator tirou um momento para retomar o fôlego e continuou: “Significa o mundo, eu sei, para os Snyders. Significa o mundo para mim. Obrigado, obrigado, obrigado”. Veja a gravação da live abaixo.
Ator confirma presença de Darkseid na nova versão de Liga da Justiça
A nova versão de “Liga da Justiça”, que terá todo o material filmado por Zack Snyder, incluirá o vilão Darkseid. O intérprete do personagem, Ray Porter (“Justified”), confirmou sua participação no lançamento da HBO Max. “Eu agora recebi permissão para dizer… Oi, eu sou Ray. Eu interpreto Darkseid no ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder. É isso. Agora isso é público”, escreveu ele no Twitter. O vilão sempre fez parte do filme na versão do diretor original, mas foi cortado por Joss Whedon (“Os Vingadores”), que substitui Snyder em refilmagens. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após a fase das filmagens, chamando Joss Whedon para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Com o lançamento confirmado para 2021 na plataforma HBO Max, a versão reeditada de “Liga da Justiça” será um filme bem diferente do visto no cinema. E vai restituir Darkseid à trama. Perguntado por uma seguidora sobre a sensação de finalmente poder compartilhar isto publicamente, Ray Porter disse que era um “alívio”. Além de receber efeitos visuais e uma finalização técnica, com som, trilha e edição, a nova versão da “Liga da Justiça” contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a produção pode ser dividida em capítulos e lançada como minissérie. A previsão de estreia é apenas para 2021. That said, and because I’ve been given permission…Hi, I’m Ray. I played Darkseid in Zack Snyder’s “Justice League”. There. It’s out now. — Ray Porter (@Ray__Porter) May 22, 2020
Zack Snyder revela como convenceu a Warner a lançar sua versão de Liga da Justiça
O diretor Zack Snyder e sua esposa, a produtora Deborah Snyder, contaram como convenceram a Warner a transformar o “Snyder Cut” da “Liga da Justiça” em um título oficial da HBO Max. Em uma entrevista para a revista The Hollywood Reporter, eles deram detalhes sobre a produção, revelando que a edição do diretor foi montada como um longa em preto e branco e que o lançamento pode ser dividido em capítulos como uma minissérie. De acordo com o relato dos Snyders, eles receberam uma ligação da Warner após a hashtag #ReleaseTheSnyderCut manter-se entre os principais tópicos do Twitter por meses. Após o contato inicial, eles então prepararam uma apresentação e, ainda em fevereiro, para um grupo de executivos da Warner Bros., da HBO Max e da DC Comics, que foram até sua residência assistir à versão do diretor, em preto e branco. A seleta plateia incluiu nomes como o presidente da Warner Walter Hamada e o quadrinista Jim Lee. Diante deles, Snyder compartilhou várias ideias para o lançamento de sua versão de “Liga da Justiça”, inclusive a proposta de ser dividido em vários episódios, como uma minissérie. Todos teriam saído do encontro empolgados, planejando como fazer o projeto acontecer. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming na HBO Max e será bem diferente daquela exibida nos cinemas. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova empresa, WarnerMedia, a rever sua posição. No encontro com os executivos, ele argumentou justamente que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A diretoria da nova Warner não só topou como vai desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Zack Snyder disse que passou os meses de abril e maio entrando em contato com o elenco do filme, avisando que o lançamento do Snyder Cut iria acontecer e que os serviços deles poderiam ser necessários, revelando inclusive que Ray Fisher, o Ciborgue, foi o primeiro ator que contatou para contar as boas novas. Deborah Snyder revelou que nem mesmo a pandemia do coronavírus foi considerada um problema para a produção. “As pessoas pensaram: ‘Não vai ser possível acelerar esse projeto, talvez isso deva ficar em segundo plano’. Mas nós dissemos: ‘Não, essa é a época certa, porque nossas empresas de efeitos visuais, que dependem tanto de trabalho, estão sem nada, então agora é a hora de fazermos isso.'” Para o casal, o lançamento é uma boa oportunidade de finalmente terminarem um trabalho do qual tiveram que se afastar de maneira abrupta. “Este filme era a culminação da jornada do herói pela qual todos aqueles personagens estavam passando”, disse Deborah Snyder. “E a ideia sempre foi construí-los para serem os heróis que as pessoas esperavam que eles fossem.” Zack Snyder revela também que seu corte irá desenvolver melhor os personagens. “O que é encantador sobre isso é que nós poderemos explorar aqueles personagens de maneiras que não seríamos capazes em uma versão mais curta para o cinema.” O diretor terminou a entrevista agradecendo ao apoio dos fãs e dos executivos da Warner e da HBO Max. “Claramente, isso jamais teria acontecido sem eles. A realização da minha visão singular para o meu filme, neste formato, nesta duração, é sem precedentes. É um movimento corajoso.”
Liga da Justiça: “Syder Cut” ganha teaser e coleção de pôsteres
Depois de passar três anos negando a existência do “Snyder Cut”, a Warner agora não pára de promovê-lo. Com o lançamento confirmado para 2021 na plataforma HBO Max, a versão reeditada de “Liga da Justiça” ganhou uma coleção de pôsteres individuais e até um teaser, com a reação de alguns fãs, durante a revelação do projeto pelo diretor Zack Snyder. Veja abaixo. Oficialmente intitulado, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será bem diferente daquela exibida nos cinemas. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova empresa, WarnerMedia, a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A diretoria da nova Warner não só topou como vai desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Será curioso comparar o resultado com o filme exibido em 2017.
Liga da Justiça: Elenco vai gravar novos diálogos para o “Syder Cut”
A versão de Zack Snyder para “Liga da Justiça”, que chegará à HBO Max em 2021, teve seus primeiros detalhes revelados pela revista The Hollywood Reporter. Segundo apurou a publicação, o mitológico “Snyder Cut” não é uma versão finalizada do longa de 2017. Por conta disso, a Warner Bros. vai desembolsar entre US$ 20 e 30 milhões para trabalhos de pós-produção. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o custo prevê uma volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Também foi revelado o tamanho da produção, que teria 4 horas de duração. O fato de ser tão longo não atrapalha o lançamento em streaming, mas era um dos motivos do desconforto da Warner em relação a seu lançamento nos cinemas. Ainda hoje, essa duração gera discussões sobre o melhor formato para sua exibição. O filme pode ser dividido em episódios e virar minissérie de seis capítulos. Isto ainda não está definido. No momento, Snyder se dedica a reunir sua equipe de pós-produção para finalizar os efeitos do material inédito, mas pretende incluir nesse pacote os efeitos já vistos no cinema, que pretende aprimorar. “Será algo totalmente novo, especialmente para aqueles que já viram o filme. Será uma experiência diferente daquela versão, que tem provavelmente um-quarto do que eu fiz”, ele disse à THR. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder desmentiu o estúdio, afirmando possuir uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova WarnerMedia a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A campanha deu certo, resultando no anúncio do lançamento da produção na HBO Max em 2021.
Jason Momoa e Peter Dinklage vão estrelar comédia de vampiros
Os atores Jason Momoa e Peter Dinklage, que foram colegas em “Game of Thrones”, podem protagonizar uma comédia de vampiros. Intitulada “Good, Bad & Undead”, a produção da Legendary é descrita pelo estúdio como “’Fuga à Meia-Noite’ em um mundo de Bram Stoker”, numa referência à comédia de ação de 1988, em que Robert De Niro e Charles Grodin fogem de assassinos e caçadores de recompensa, e o escritor que criou “Drácula”. Na trama, Dinklage viverá o último descendente do lendário caçador de vampiros Van Helsing, que fará parceria com uma criatura das trevas arrependida (Momoa), que jurou nunca mais matar. Só que em vez de combater ameaças sobrenaturais, a dupla decide aplicar golpes. O personagem Momoa finge aterrorizar vilarejos e Dinklage se dispõe a livrar o local de vampiros, em troca de dinheiro. Até que um desses esquemas dá errado e eles viram alvos de caçadores de recompensa. A premissa foi concebida pela dupla Mark Swift e Damian Shannon (roteiristas de “Freddy Vs. Jason”) e a direção está a cargo de de Max Barbakow (“Palm Springs”). “Good, Bad & Undead” ainda não tem data de estreia definida.
É oficial: HBO Max vai lançar Snyder Cut, a versão do diretor de Liga da Justiça
Após três anos de especulações, os fãs de Zack Snyder finalmente tiveram a confirmação da existência de uma versão do diretor para o filme “Liga da Justiça”. Nos últimos meses, Snyder mostrou uma prévia da edição do filme, que popularmente tem sido chamada de “Snyder Cut”, para executivos da Warner e da DC Comics. E recebeu sinal verde para trabalhar na pós-produção do longa. O lançamento se tornou oficial com a divulgação de dois pôsteres com uma previsão de exibição. A versão “Zack Snyder” de “Liga da Justiça” será lançada em 2021 na plataforma HBO Max. Snyder fez uma campanha intensa para que o projeto fosse aprovado. Ele chegou a realizar uma sessão exclusiva para Jason Momoa, intérprete de Aquaman, em agosto do ano passado, para comprovar que havia uma versão do filme mais próxima do que ele filmou. Momoa adorou. Em seguida, o diretor ganhou apoio de Ben Affleck, o Batman, e Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, para convencer a Warner a lançar o “Snyder Cut”. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder desmentiu o estúdio, afirmando possuir uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova WarnerMedia a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. Deu certo. This is real. #releasethesnydercut@HBOMax pic.twitter.com/Cnvupwg48W — Zack Snyder (@ZackSnyder) May 20, 2020 #ReleaseTheSnyderCut. Only on HBO Max 2021. @ZackSnyder https://t.co/cfXCK1B6pA pic.twitter.com/hqeA9i7tTL — HBO Max (@hbomax) May 20, 2020
Duna: Timothée Chalamet e Josh Brolin aparecem em nova foto da sci-fi
A Legendary divulgou uma novo foto do remake de “Duna”, que mostra o protagonista os personagens de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) e Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) no deserto. Além desses atores, o elenco grandioso também inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação deve ser dividida em duas partes e virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.
Duna: Novas fotos destacam Timothée Chalamet, Zendaya, Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Josh Brolin e Jason Momoa
Após a primeira foto do remake de “Duna” revelar o visual de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) no papel do protagonista Paul Atreides, novas imagens da produção da Warner foram veiculadas pela revista Vanity Fair, que destaca uma reportagem exclusiva sobre o filme em sua edição deste mês. As novas imagens destacam os demais integrantes do elenco central, como Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), que vivem os pais do protagonista, o duque Leto Atreides e lady Jessica Atreides, Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Chani, a “garota dos sonhos” de Paul, Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) como Gurney Halleck, treinador e mentor de Paul, Jason Momoa (o “Aquaman”) como Duncan Idaho, braço direito do duque Atreides, e Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”) no papel de Liet Kynes, ecologista e líder secreta dos Fremen, que era um homem branco no livro original (e Max Von Sydow na adaptação anterior) e virou a mãe da personagem de Zendaya. Além desses atores, o elenco grandioso também inclui Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), que pode ser visto numa imagem de bastidores com o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Ele vive Stilgar, o líder rebelde de uma tribo que ajuda Paul Artreides. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação deve ser dividida em duas partes e virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. O roteiro do filme atual foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve, que comanda as filmagens. Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.









