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    Arnold Schwarzenegger se diz “em choque e muito triste” por denúncia de abuso de Eliza Dushku

    16 de janeiro de 2018 /

    Arnold Schwarzenegger, astro de “True Lies”, manifestou-se sobre a denúncia de abuso sexual sofrido pela atriz Eliza Dushku durante as filmagens do longa de 1994, quando ela tinha 12 anos. Ela acusa o coordenador de dublês Joel Kramer de se aproveitar de sua posição na equipe para levá-la para sua piscina em seu hotel e depois boliná-la em seu quarto. “Lembro-me de como ele me deitou na cama e me prendeu com seu corpo gigantesco, e começou a se esfregar em mim”, contou Eliza em seu Facebook. O ator se manifestou no Twitter ao responder uma mensagem de seu colega Tom Arnold. “Tom, você pode apostar que nós faríamos alguma coisa [se soubéssemos]. Eu estou em choque e muito triste por Eliza, mas eu também tenho orgulho dela por ter se transformado em um grande talento e uma mulher extraordinária. Ela é muito corajosa”. Eliza interpretou a filha do personagem de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis em “True Lies”. Além de Schwarzenegger, também se manifestaram sobre o caso, a atriz Jamie Lee Curtis e o diretor James Cameron. E, depois da denúncia de Eliza, outras duas mulheres relataram abusos de Kramer nos anos 1980 e 1990. Kramer trabalhou como dublê de Schwarzenegger por mais de uma década, entre “Comando Para Matar” (1985) e “Batman e Robin” (1997). Diante da repercussão das denúncias, ele foi dispensado pela agência que cuidava de sua carreira, mas nega todas as acusações, as quais chama de “fabricadas”. “Com todas essas acusações, parece até que sou um monstro. Não preciso esconder nada”, declarou. Tom, you bet your ass all of us would have done something. I’m shocked and saddened for Eliza but I am also proud of her – beyond being a great talent and an amazing woman, she is so courageous. https://t.co/EJJbkdior2 — Arnold (@Schwarzenegger) 16 de janeiro de 2018

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    Dublê acusado por abuso de Eliza Dushku é denunciado por mais duas mulheres

    16 de janeiro de 2018 /

    Após a denuncia de Eliza Dushku, que acusou o coordenador de dublês Joel Kramer de abuso sexual durante as filmagens de “True Lies”, quando ela tinha apenas 12 anos, mais duas mulheres se manifestaram contra ele. Uma das acusações parte da dublê Laura Albert. Ela conta que em 1997, quando trabalhou com Kramer em “Vírus”, convidou sua irmã e uma amiga dela, ambas com 16 anos na ocasião, para acompanharem os bastidores do filme. Após as filmagens, as meninas quiseram acompanhar a equipe para uma corrida de kart. Mas Kramer as convenceu a dar um mergulho na piscina do hotel em que ele estava hospedado, antes de irem embora. Eliza Dushu também contou que foi convidada para a piscina, antes de sofrer abusos do responsável pelos dublês. Já na piscina, Kramer teria mostrado o pênis para as menores. Laura conta que sua irmã conseguiu escapar nesse momento, mas a amiga não. Joel confirma que fez sexo com a outra menina de 16 anos (que preferiu não se identificar), mas garante que a relação foi consensual e que ele não sabia a idade da garota. A outra acusação é mais antiga. Vem de outra dublê que filmou com Kramer no início dos anos 1980. A mulher conta que pegou uma carona com o coordenador após um encontro da equipe e que ele a teria levado de carro para um lugar calmo e residencial. Lá, ela teria sido obrigada a praticar sexo oral. Atualmente com 60 anos, Joel Kramer foi o dublê oficial de Arnold Schwarzenegger por mais de uma década, entre “Comando Para Matar” (1985) e “Batman e Robin” (1997). Entre seus filmes mais recentes, estão “Exterminador do Futuro: Gênesis” (2016), “Velozes e Furiosos 7” (2016), “Invocação do Mal 2” (2016) e “Blade Runner 2049” (2017). Diante da repercussão das denúncias, ele foi dispensado pela agência que cuidava de sua carreira, mas nega todas as acusações, as quais chama de “fabricadas”. “Com todas essas acusações, parece até que sou um monstro. Não preciso esconder nada”, declarou.

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    Jamie Lee Curtis diz que Eliza Dushku trouxe à tona o abuso de crianças em Hollywood

    14 de janeiro de 2018 /

    A atriz Jamie Lee Curtis, que interpretou a mãe da personagem de Eliza Dushku em “True Lies” (1994), revelou que a amiga tinha lhe contado sua história de abuso sexual “há alguns anos atrás” e que, apesar disso, continuava a ficar chocada e entristecida com o relato “até hoje”. Curtis escreveu um artigo para o site Huffington Post neste domingo (14/1), ponderando o novo horror que a denúncia de Dushku representava. “Todos começamos a despertar para o fato de que abusos terríveis, que agora viraram notícias diárias, aconteciam o tempo inteiro no passado”, ela apontou. “Estes relatos freqüentemente são acompanhados por contestações dos perpetradores de que, como adultas, as vítimas teriam consentido com os atos. Mas a história de Eliza agora nos desperta do nosso sono de negação para uma realidade nova e horrível. O abuso de crianças”. Dushku revelou ter sido abusada aos 12 anos de idade, durante as filmagens de “True Lies”, pelo coordenador de dublês Joel Kramer, num texto publicado em seu Facebook no sábado (13/1). “Lembro-me de como ele me deitou na cama e me prendeu com seu corpo gigantesco, e começou a se esfregar em mim”, escreveu a atriz, acrescentando ter se sentido ameaçada para não contar nada, chegando a sofrer um “acidente” durante as filmagens, depois que Kramer, responsável por sua segurança nas cenas de ação, descobriu que ela falou para sua agente. Lembrando do acidente, Curtis considerou que a história de Dushku era agravada pelo fato de o agressor acusado ser alguém que “estava literalmente encarregado de nossas vidas, nossa segurança”. Ela ainda aponta que “muitos de nós envolvidos em ‘True Lies’ somos pais. Jim, Arnold e eu. Pais de filhas. O que alegadamente aconteceu com Eliza, longe do nosso alcance, é uma coisa terrível, difícil de saber e de aceitar”. “A verdade nos libertará”, ela completa. “Espero que essa liberdade [de contar a verdade] traga uma nova capacidade para se denunciar abuso e, quando esse abuso ocorrer, gerar ações rápidas e consistentes, para que ninguém mais precise esperar 25 anos para que sua verdade seja ouvida”.

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    Testemunhas de Eliza Dushku acusam produtora de True Lies de saber dos abusos e não fazer nada

    14 de janeiro de 2018 /

    Duas pessoas próximas de Eliza Dushku na época dos abusos denunciados pela atriz, sua agente JoAnne Colonna e sua guardiã nas filmagens, Sue Booth-Forbes, confirmaram a veracidade da acusação contra o coordenador de dublês Joel Kramer durante a produção de “True Lies” (1994). Na época, a atriz tinha 12 anos. Num longo texto publicado em seu Facebook no sábado (13/1), a atriz relatou como foi abusada por Kramer. “Lembro-me de como ele me deitou na cama e me prendeu com seu corpo gigantesco, e começou a se esfregar em mim”, contou Eliza em seu Facebook. E de como se sentiu ameaçada para não falar nada, chegando a sofrer um “acidente” durante as filmagens, depois que o coordenador de dublês, responsável por sua segurança nas cenas de ação, descobriu que ela contou o abuso para sua agente. Colonna representava Dushku quando a jovem conseguiu o papel em “True Lies”, para viver a filha de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis, e se apresentou como a “amiga adulta” que ela menciona em seu relato, a quem havia confiado seu “terrível segredo”. Ao saber da história, a agente peitou o coordenador de dublês e denunciou o caso à produção do filme. O resultado? Uma repreensão da produtora Rae Sanchini, responsável pelas filmagens, que teria lhe dito: “O que uma menina de 12 anos estava fazendo com a equipe tarde da noite?”. “Ninguém fez nada”, Colonna relatou. Sue Booth-Forbes também levou o caso a Sanchini e a denúncia “não chegou em lugar nenhum”. Ou melhor, como Dushku contou, rendeu um acidente muito suspeito logo em seguida, durante uma cena de ação sob controle de Kramer. “Eu fui com ela ao hospital e posso garantir que ela se feriu e fraturou as costelas. Certamente, existem registros médicos em algum lugar para provar isso”, afirmou, contrariando declaração de Kramer, que disse que ela reclamava de um “machucadinho”. Diante da repercussão da denúncia, Sanchini divulgou uma declaração em que nega qualquer conhecimento prévio do abuso – o que é contrariado pelas testemunhas de Eliza. “Fiquei chocada e entristecida por ler a história de Eliza sobre o abuso sexual que sofreu durante a filmagem de ‘True Lies’. Ela tem meu apoio total e simpatia”, disse Sanchini, acrescentando: “Eu quero declarar que, até ontem, eu não sabia de nenhum caso ou acusação de assédio sexual ou ataque contra Eliza. Se eu soubesse, teria tomado medidas imediatas e vigorosas”. JoAnne Colonna e Sue Booth-Forbes afirmam que procuraram a produtora para denunciar Kramer. Ela foi informada. E não tomou “medidas imediatas e vigorosas”. Na verdade, não tomou medida alguma. O diretor James Cameron, que comandou o filme, também veio à público neste domingo (14/1) afirmar que não sabia de nada e que teria agido “sem piedade” se soubesse do abuso. Sanchini trabalha nos filmes de Cameron desde “True Lies” – foi produtora de “Titanic” (1997) e consultora de “Avatar” (2009). Ela nunca mais contratou os serviços de Joel Kramer após o longa de 1994.

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    James Cameron aplaude coragem de Eliza Dushku e diz que agiria “sem piedade” se soubesse do abuso

    14 de janeiro de 2018 /

    O diretor James Cameron se manifestou após a denúncia de Eliza Dushku de que sofreu abuso sexual durante as filmagens de “True Lies”, clássico do cinema de ação. Ela interpretou a filha de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis na produção de 1994 e acusa Joel Kramer, coordenador de dublês do filme. Na época, ela tinha 12 anos. Cameron disse que teria agido “sem piedade” se ele soubesse o que Eliza Dushku passou no set de seu filme. A afirmação foi feita durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), em que Cameron apresentou seu projeto “Visionaries”, que contará a história da ficção científica. “Acabei de ouvir sobre isso, mas, obviamente, Eliza é muito corajosa por falar, e acho que todas as mulheres que estão denunciando querem um acerto de contas agora”. Expressando uma necessidade de mudança em todo o quadro, Cameron continuou: “Eu acho que isso tem sido endêmico em todos os sistemas humanos, e não apenas em Hollywood. A diferença é que Hollywood vitimou mulheres que eram desconhecidas há 10, 15, 20 anos atrás, mas hoje elas são famosas e conseguem ter uma voz mais alta quando se apresentam, então parabéns para elas por fazê-lo, e eu estou feliz que Eliza tenha feito isso. Mas é simplesmente doloroso o que aconteceu com ela”. Cameron lembra do homem que Dushku está acusando de molestá-la. “Eu conheço a outra parte, não tão bem, porque ele não trabalhou mais para mim desde então”, disse ele, “mas o fato de que isso estava acontecendo sob nossos narizes, e nós não sabíamos disso…” O diretor disse que não tinha ideia do que estava acontecendo porque ele sempre se distanciou de relacionamentos interpessoais nos sets, já que geralmente fica muito focado em seu processo criativo. “Os diretores são historicamente muito alheios às coisas interpessoais que estão acontecendo nos sets”, disse ele. “Se eu soubesse disso, não haveria piedade. Agora, especialmente que eu tenho filhas, realmente não teria tido piedade”. Claramente, Cameron sentiu-se perturbado a nível pessoal pelo testemunho de Eliza, apesar da esperança de que as coisas mudem em todas as indústrias. “Eu acho que este é um ótimo momento na história, infelizmente baseado em tragédias pessoais para tantas dessas mulheres. Isso não é um julgamento sobre Hollywood, isso não é um julgamento sobre os americanos, este é um julgamento sobre a raça humana. Esta merda vem acontecendo desde o primeiro dia…” “Espero que possamos criar uma nova prática na indústria para fazer o máximo que pudermos para mudar isso”, ele apontou. “É importante para todas as indústrias e, certamente, Hollywood, criar uma forma segura para que as pessoas possam denunciar qualquer um que possa ser um predador ou um agressor, e que isso seja encorajado e não haja vergonha por isso, haja consequências”.

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    Eliza Dushku revela ter sofrido abuso sexual nas filmagens de True Lies, quando tinha 12 anos

    13 de janeiro de 2018 /

    A atriz Eliza Dushku, estrela das séries clássicas “Buffy: A Caça-Vampiros” e “Dollhouse”, revelou ter sido abusada sexualmente nos anos 1990, enquanto filmava “True Lies”, do diretor James Cameron. Ela interpretou a filha de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis na produção de 1994 e acusa Joel Kramer, coordenador de dublês do filme. Na época, ela tinha 12 anos. “Eu me lembro como Joel Kramer me fez sentir especial, como ele metodicamente construiu a minha confiança e a dos meus pais por meses; exatamente como ele me atraiu para o seu quarto de hotel ao prometer para os meus pais que me levaria para nadar na piscina com o restante do elenco. Lembro vividamente como ele metodicamente diminuiu as luzes; como ele deixou o ar-condicionado em uma temperatura congelante; como ele desapareceu no banheiro e depois voltou nu, usando apenas uma toalha de rosto na frente. Lembro-me de como ele me deitou na cama e me prendeu com seu corpo gigantesco, e começou a se esfregar em mim”, contou Eliza em seu Facebook. Além do relato, Eliza afirmou que sofreu um acidente no set de filmagem logo após uma integrante mais velha do elenco ter confrontado Kramer sobre o abuso. A atriz quebrou algumas costelas e passou uma noite no hospital. “Para deixar claro, Joel Kramer era o responsável pela minha segurança no filme, que na época foi um marco no cinema de ação. Diariamente, ele pendurava o meu corpo de 12 anos em fios. Minha vida estava literalmente em suas mãos: ele me erguia ao ar livre, em uma torre ou no topo de um prédio. Para quem deveria ser o meu protetor, ele era meu abusador”. Em entrevista ao site The Wrap, Kramer negou as acusações. “Uau, isso é novidade para mim. Eu nunca a abusei. Ela era uma garota doce. Todos nós cuidamos dela, então isso é surpreendente. Estou chocado. Não sei por que ela está dizendo isso. Nós a levamos para jantar e depois a levamos para nadar na piscina do nosso hotel”. “Eu gostava da Eliza. Agora ela pode acabar com a minha carreira”, completou Kramer. A atriz foi vista recentemente nas séries “Banshee” e “Bull”, e participou de um piloto recusado para coestrelar o remake da série clássica “The Saint” (O Santo).

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  • Filme

    Primeiro intérprete de Michael Myers voltará a viver o psicopata no novo Halloween

    23 de dezembro de 2017 /

    Jamie Lee Curtis não será a única integrante do “Halloween” original de 1978 a retornar seu papel clássico no próximo filme da franquia. Nick Castle, o primeiro ator a viver o psicopata Michael Myers, também voltará a usará a máscara icônica na produção. Castle apareceu no filme de John Carpenter apenas como a versão mascarada do psicopata, enquanto outros atores se revesaram em representação da infância e adolescência do personagem. Mas ele não retomou o papel em nenhuma outra continuação da franquia. Isto porque, desde então, iniciou uma bem-sucedida carreira como roteirista e diretor de cinema, com os filmes “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), “O Garoto Que Podia Voar” (1986) e “Denis, o Pimentinha” (1994). Ele estava afastado do cinema há dez anos. Seu último trabalho tinha sido o roteiro de “O Som do Coração (2007). Devido à idade avançada – tem 70 anos – , ele alternará o trabalho com um dublê. O filme conta com aval do diretor John Carpenter, que escreveu, dirigiu e musicou o clássico que criou Myers e Strode. Mas, para surpresa dos fãs de terror, a direção será feita por David Gordon Green, responsável por comédias péssimas, como “O Babá(ca)” (2011) e o fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série “Eastbound & Down” da HBO. As filmagens começam em janeiro para uma estreia em outubro de 2018, a tempo de celebrar os 40 anos do filme original.

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  • Filme

    Jamie Lee Curtis comemora o Halloween ao lado de Michael Myers

    31 de outubro de 2017 /

    A atriz Jamie Lee Curtis comemorou o Halloween com a divulgação no Twitter de uma foto em que aparece ao lado do psicopata Michael Myers, nesta terça (31/10). Ela aproveitou a data para marcar um encontro com o público no próximo Halloween, quando será lançada a continuação do clássico de terror, responsável pela proliferação de serial killers mascarados no cinema. Curtis vai voltar a viver Laurie Strode, 40 anos após estrelar longa original de John Carpenter. A personagem sobreviveu a Michael Myers em três filmes da franquia, “Halloween: A Noite do Terror” (1978), “Halloween II: O Pesadelo Continua!” (1981) e “Halloween H20: Vinte Anos Depois” (1998), até morrer nas mãos do psicopata em “Halloween: Ressurreição” (2002). Depois disso, ela rejuvenesceu nos dois remakes de Rob Zombie, lançados em 2007 e 2009, ganhando interpretação da então adolescente Scout Taylor-Compton. A participação de Jamie Lee Curtis significa um resgate da história original, mas não se sabe como será explicada a morte de sua personagem na cronologia. O filme conta com aval do diretor John Carpenter, que escreveu, dirigiu e musicou o clássico que criou Myers e Strode. Mas, para surpresa dos fãs de terror, a direção será feita por David Gordon Green, responsável por comédias péssimas, como “O Babá(ca)” (2011) e o fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série “Eastbound & Down” da HBO. A estreia está marcada para 19 de outubro de 2018. SOME WOUNDS NEVER HEALMichael & I will see you all next Halloween 10/19/18#Trancasfilms #Blumhouse #Universal #Halloween #H40 pic.twitter.com/Qbj4B9UAPL — Jamie Lee Curtis (@jamieleecurtis) October 31, 2017

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  • Filme

    Judy Greer negocia viver a filha de Jamie Lee Curtis no novo Halloween

    4 de outubro de 2017 /

    A atriz Judy Greer (“Homem-Formiga”) está em negociações para integrar o elenco do novo filme de Halloween. Segundo o site Deadline, ela pode interpretar Karen Strode, filha de Laurie Strode, que será vivida novamente por Jamie Lee Curtis. Por curiosidade, a diferença de idade entre as duas atrizes é de 20 anos. O longa deve mostrar um novo confronto de Laurie com Michael Myers, o psicopata mascarado que a persegue há quatro décadas. Mas, por enquanto, não há detalhes sobre a história, que foi concebida por dois especialistas em comédias, o diretor David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e o ator Danny McBride (“É o Fim”). Os dois produziram juntos a série “Eastbound & Down” da HBO. Green também dirige o resgate da franquia, que tem coprodução da Blumhouse Productions e Miramax, e estreia nos cinemas em 19 de outubro de 2018.

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  • Série

    Filme True Lies pode virar série da Fox

    16 de setembro de 2017 /

    A Fox encomendou o piloto de mais uma série baseada num sucesso antigo do cinema. O projeto da vez é uma adaptação da comédia de ação “True Lies”, lançada em 1994, com direção de James Cameron (“Avatar”) e estrelada por Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) e Jamie Lee Curtis (“Sexta-Feira Muito Louca”). No filme, Harry Tasker (Schwarzenegger) fingia para sua família ser um vendedor de computadores, mas na verdade era um espião do governo. A situação se complica quanto seus inimigos atacam seu pacato lar suburbano. Cameron vem falando em transformar essa premissa numa série pelo menos sete anos, ocasião em que a primeira notícia sobre os planos da adaptação foram ventilados. Na época, o roteiro seria escrito por René Echevarria (criador de “The 4400”). Mas a configuração mudou desde então. A versão televisiva está sendo desenvolvida por Marc Guggenheim, um dos criadores de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”, e o piloto será dirigido por McG, que tem se especializado na função, após emplacar “Chuck”, “Shadowhunters”, “Kevin from Work” e “Lethal Weapon”, entre outros pilotos. James Cameron vai participar como produtor executivo. Segundo o site The Hollywood Reporter, o orçamento do piloto é “considerável”, mas os executivos da Fox precisarão aprovar o resultado para a produção garantir encomenda de episódios e virar uma série.

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  • Filme

    Jamie Lee Curtis volta à franquia Halloween, 40 anos após estrelar o primeiro filme

    15 de setembro de 2017 /

    Michael Myers não é o único imortal da franquia de terror “Halloween”. A “vítima” favorita do psicopata mascarado também é, no mínimo, dura de matar. A produtora Blumhouse divulgou uma foto (acima) e uma notícia (abaixo) no Twitter que comprova: a atriz Jamie Lee Curtis vai voltar a viver Laurie Strode no próximo “Halloween”, que chegará aos cinemas 40 anos após a estreia do longa original, estrelado por ela própria. A atriz comentou a imagem em sua conta da rede social, acrescentando: “A mesma varanda. A mesma roupa. Os mesmos problemas. 40 anos depois. De volta a Haddonfield uma última vez para o Halloween”. A personagem sobreviveu a Michael Myers em três filmes da franquia original, “Halloween: A Noite do Terror” (1978), “Halloween II: O Pesadelo Continua!” (1981) e “Halloween H20: Vinte Anos Depois” (1998), mas teria finalmente morrido nas mãos do psicopata em “Halloween: Ressurreição” (2002). Depois disso, ela rejuvenesceu nos dois remakes de Rob Zombie, lançados em 2007 e 2009, ganhando interpretação da então adolescente Scout Taylor-Compton. A participação de Jamie Lee Curtis significa um resgate da história original, mas não se sabe como será explicada a morte da sua versão cronológica de Laurie Strode. O filme conta com aval do diretor John Carpenter, que escreveu, dirigiu e musicou o clássico que criou Myers e Strode. Mas, para surpresa dos fãs de terror, a direção será feita por David Gordon Green, responsável por comédias péssimas, como “O Babá(ca)” (2011) e o fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série “Eastbound & Down” da HBO. Mas Carpenter garante que a história é muito boa. “David e Danny vieram ao meu escritório recentemente com Jason Blum (dono da Blumhouse) e compartilharam sua visão para o novo filme e … WOW. Eles entendem. Eu acho que vocês vão curtir. Eles me derrubaram”, o mestre do terror escreveu nas redes sociais. “Eu posso até fazer a música. Talvez. Seria legal. E você verá isso nos cinemas em 19 de outubro de 2018.” Jamie Lee Curtis returns to her iconic role as Laurie Strode in HALLOWEEN, released by Universal Pictures October 19, 2018. #HalloweenMovie pic.twitter.com/6tbbz2W1ZV — Blumhouse (@blumhouse) September 15, 2017

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  • Série

    Scream Queens é cancelada após duas temporadas

    15 de maio de 2017 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “Scream Queens” após duas temporadas. Já esperado, o final da série foi confirmado pelo presidente da rede, Gary Newman, durante a apresentação da programação de outono da Fox para a imprensa e anunciantes – evento conhecido como upfront. “É uma série de antologia, e Ryan sentiu que ele contou a história ao longo das duas temporadas, ele sentiu a história estava completa”, disse Newman, referindo-se ao criador da atração, Ryan Murphy. “Não há planos para voltar e contar mais histórias”, completou. Mas Murphy estará de volta à Fox na próxima temporada com uma nova série, seu primeiro drama na TV aberta, “9-1-1”, estrelado por Angela Bassett, com quem trabalhou em “American Horror Story”. Sátira de terror, “Scream Queens” nunca teve uma boa audiência e só se manteve no ar por duas temporadas por conta do prestígio de Murphy. De fato, a série foi o único equívoco da carreira do produtor, que já lançou sucessos como “Estética” (Nip/Tuck), “Glee”, “American Horror Story”, “American Crime Story” e o recente “Feud”. A 1ª temporada, vista por 2,7 milhões de telespectadores, acompanhava a matança de um serial killer num campus universitário, enquanto a 2ª, sintonizada por apenas 1,4 milhão, mostrou as personagens sobreviventes num hospital suspeito. Apesar do tom trash e das piadas fracas, a crítica norte-americana parecia gostar da atração, como mostram os 76% de aprovação no site Rotten Tomatoes. De forma sintomática, antes mesmo do destino da série ser definido, duas de suas protagonistas já tinham avisado que não voltariam: Keke Palmer entrou na série “Berlin Station”, do canal pago Epix, e Lea Michele gravou o piloto de “The Mayor”, para a rede ABC. O bom elenco de “Screem Queens” ainda incluía Emma Roberts, Jamie Lee Curtis, Abigail Breslin e Billie Lourd.

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  • Filme

    Diretor de comédias vai filmar o novo Halloween

    11 de fevereiro de 2017 /

    O veterano diretor John Carpenter anunciou na sua página no Facebook quem vai dirigir o remake de seu clássico de terror “Halloween” (1978). E para surpresa dos fãs de terror, trata-se de um diretor de comédias: David Gordon Green, responsável pelo péssimo “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Não bastasse sua falta de experiência no gênero, Green também é um cineasta bastante irregular, capaz de surpreender tanto positivamente (como no drama “Joe”) quanto negativamente (o já citado “O Babá(ca)”). E, para completar, ele também vai escrever a adaptação ao lado de um comediante, Danny McBride, com quem trabalhou em “Segurando as Pontas” (2008), “Sua Alteza?” (2011) e na série “Eastbound & Down” (2009-2013). Mas Carpenter diz ter ficado impressionado com a visão do cineasta e seu parceiro cômico para a franquia, após uma reunião de produção. Ele divulgou um comunicado em que Danny McBride garante que o novo filme não será uma comédia. “David e eu estamos animados para sair das nossas colaborações cômicas e mergulhar em um horror sombrio e pavoroso. Ninguém vai rir”, afirmou ele. Green, por sua vez, se assumiu fã do filme original. “O Halloween de John Carpenter foi uma experiência monumental de filme de terror para mim e para milhões de fãs de cinema. É uma honra trabalhar com esta equipe criativa para criar um novo capítulo na história de Michael Myers”, o diretor afirmou. Ao contrário do remake de Rob Zombie, o novo “Halloween” terá produção de Carpenter, em parceria com Jason Blum (“Atividade Paranormal”). O projeto visa um lançamento em 19 de outubro de 2018, para coincidir não apenas com a comemoração do Halloween, mas com os 40 anos do começo da franquia.

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