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  • Série

    Big Sky foi maior estreia de sucesso multiplataforma da TV americana em 2020

    9 de janeiro de 2021 /

    A série “Big Sky” se consolidou como o maior sucesso da temporada pandêmica de 2020 da TV americana com a soma de suas visualizações multiplataformas após um mês de exibição de seu primeiro episódio. Com mais de 35 dias de disponibilização em plataformas lineares e digitais, o episódio inaugural atingiu 14,7 milhões de espectadores totais, tornando-se a estreia mais assistida da rede ABC desde “The Good Doctor” em setembro de 2017. “Big Sky” também se destacou no alvo demográfico favorito dos anunciantes (adultos de 18 a 49 anos), subindo para uma classificação de 3,97 pontos, na escala da consultoria Nielsen – o que representa quase seis vezes a classificação inicial do dia de estreia na TV aberta (0,68). Além disso, o drama da ABC conquistou 10,5 milhões de espectadores adicionais em relação à média inicial de sua exibição ao vivo (4,2 milhões), graças à exibição em streaming e gravações digitais. O sucesso também foi acompanhado por polêmica. Com uma trama centrada no rapto de mulheres brancas, a produção foi criticada pelas comunidades indígenas por ignorar que na região em que a história se passa existe uma tendência endêmica de raptos de mulheres nativas, nem sequer mencionada pelos roteiristas. Os produtores prometeram abordar a questão nos próximos episódios. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). Vale destacar ainda que o primeiro episódio teve direção do cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”). Veja abaixo o trailer da série, que deve chegar no Brasil pela plataforma Star Plus (Star+), a “Hulu brasileira” da Disney.

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  • Série

    Associações indígenas protestam contra retrato parcial da nova série Big Sky

    25 de novembro de 2020 /

    Diversas organizações indígenas dos EUA estão protestando contra a forma parcial escolhida pela nova série da rede da ABC, “Big Sky”, para retratar um problema que as afeta com gravidade. A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica, a Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies, o Conselho de Líderes Tribais das Montanhas Rochosas, o Conselho Indígena Global e a Tribo Coushatta da Louisiana emitiram comunicados à imprensa entre segunda e esta quarta-feira (25/11) alertando para a falta de preocupação com a questão das mulheres indígenas desaparecidas e assassinadas na trama da série, que relata a alta incidência de desaparecimento de mulheres brancas nas rodovias no estado de Montana – em regiões próximas às reservas indígenas. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense rural, baseada no livro de CJ Box, segue a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt, que se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. O problema para a comunidade indígena é que isso acontece seguidamente e de forma traumática com mulheres indígenas, o que a série decidiu prontamente ignorar. Entre os apelos dos representantes das tribos nativo-americanas está o pedido para que “Big Sky” inclua entre seus créditos algum tipo de informativo sobre a crise factual das mulheres indígenas mortas e desaparecidas, que poderia se dar por meio de citação ao documentário “Somebody’s Daughter” ou com link para organizações que tratam da questão. Muitas destas ONGs ajudaram a produzir “Somebody’s Daughter” e ficaram revoltadas sobre a omissão da produção, que parece afirmar que este é problema de mulheres brancas. “Abordar o sequestro e tráfico de mulheres como entretenimento no horário nobre já é ruim o suficiente. Apagar a tragédia da vida real da crise de mulheres e meninas indígenas mortas e desaparecidas é inescrupuloso”, disse A. Gay Kingman, diretor executivo da Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies. “Vivemos com as consequências dessas perdas e trauma diariamente, mas a ABC nem mesmo reconhece o problema, mesmo tendo a oportunidade de fazê-lo.” Em seu comunicado à imprensa, a União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica também pediu que a ABC “retratasse e retificasse sua representação incompleta da violência contra mulheres e meninas”. “A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica está sediada em Vancouver, o local central das filmagens de ‘Big Sky’ e uma das áreas do Canadá mais afetadas pela violência sistêmica contra mulheres e meninas indígenas. Como os governos federais do Canadá e dos EUA não conseguiram lidar com a epidemia multigeracional que é esta crise, é imperativo que uma empresa influente como a ABC demonstre alguma consciência e competência cultural a respeito do problema”, ele protestou. A representante feminina da União, Melissa Moses, acrescentou que os cenários de ‘Big Sky’ e do romance ‘The Highway’, em que a série é baseada, tem muita semelhança com uma notória rodovia da Colúmbia Britânica. “A violência contra as mulheres indígenas é particularmente endêmica na Colúmbia Britânica, onde uma das rodovias mais famosas do Canadá, ‘a Rodovia das Lágrimas’, está localizada. Esta rodovia é um símbolo doloroso e assustador da violência que destrói vidas indígenas e tem semelhança com a descrita em ‘The Highway’, o romance que inspirou ‘Big Sky'”, comparou. Ela ainda acrescentou: “Infelizmente, a violência e o genocídio de gênero representados pela Rodovia das Lágrimas também são terrivelmente prevalentes em Montana, onde 26% das pessoas desaparecidas foram identificadas como índios americanos, apesar dos membros tribais constituírem apenas 7% da população. A ABC agora tem a oportunidade inestimável de ser nosso aliado, de mostrar respeito e compaixão às vítimas e familiares afetados e entes queridos, e de ajudar a informar o público no Canadá e dos Estados Unidos sobre esta crise internacional e nacional e sua verdade infame.” Estrelada por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”), Katheryn Winnick (“Vikings”) e Ryan Phillippe (“Shooter”), “Big Sky” estreou em 17 de novembro com uma audiência considerável, vista por 4,15 milhões de telespectadores ao vivo.

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  • Série

    The Big Sky: Série com estrela de Vikings ganha trailer completo

    13 de outubro de 2020 /

    A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer completo de “The Big Sky”, sua principal novidade da atual temporada de outono. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). O primeiro episódio tem direção do cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a estreia foi marcada para 17 de novembro nos EUA.

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  • Série

    The Big Sky: Série policial com atriz de Vikings ganha primeiros trailers

    21 de setembro de 2020 /

    A rede americana ABC aproveitou a audiência da premiação do Emmy 2020 para divulgar bastante “The Big Sky”, sua principal novidade da temporada, com a exibição de dois trailers diferentes que revelam a data de estreia da atração. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota em Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). O primeiro episódio será dirigido pelo cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a estreia foi marcada para 17 de novembro nos EUA.

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  • Filme

    O Peso do Passado: Novo trailer registra elogios à interpretação de Nicole Kidman

    24 de dezembro de 2018 /

    A Annapurna Pictures divulgou o trailer final de “O Peso do Passado” (Destroyer), que destaca os elogios da crítica à atuação de Nicole Kidman (“Big Little Lies”), que foi indicada ao Globo de Ouro pelo papel. Na prévia, ela aparece irreconhecível, sob muita maquiagem, enquanto flashes mostram a jornada de sua personagem rumo à violência. No filme, ela interpreta uma detetive policial de Los Angeles, que na juventude se infiltrou em uma gangue no deserto da Califórnia com resultados trágicos. Vários anos depois, o líder do bando volta à tona, fazendo com que ela relembre o passado traumático e decida buscar vingança. As cenas se alternam entre o presente e flashbacks dos anos 1990, em que Kidman também aparece convincentemente jovem. Além de Kidman, quem também está irreconhecível é Sebastian Stan (“Vingadores: Guerra Infinita”), que vive o parceiro da protagonista. O elenco ainda inclui Bradley Whitford (“Corra!”), Tatiana Maslany (“Orphan Black”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Scoot McNairy (“Godless”) e a adolescente Jade Pettyjohn (“School of Rock”). A direção é de Karyn Kusama (“Garota Infernal”), que volta a se juntar com os roteiristas Phil Hay e Matt Manfredi após “O Convite” (2015). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e foi descrita como “impactante”, atingindo 84% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento comercial vai acontecer nesta terça (25/12) nos Estados Unidos, data que sugere pretensões ao Oscar. Mas o filme só chegará ao Brasil em 17 de janeiro.

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  • Filme

    Nicole Kidman surge irreconhecível e violenta no primeiro trailer de Destroyer

    17 de outubro de 2018 /

    A Annapurna Pictures divulgou o primeiro trailer de “Destroyer”, que traz a atriz Nicole Kidman (“Big Little Lies”) irreconhecível. Ainda sem legendas, a prévia explora a tensão da trama, mostrando a jornada da protagonista rumo à violência. No filme, ela interpreta uma detetive policial de Los Angeles, que na juventude se infiltrou em uma gangue no deserto da Califórnia com resultados trágicos. Vários anos depois, o líder do bando volta à tona, fazendo com que ela relembre o passado traumático e decida buscar vingança. As cenas se alternam entre o presente e flashbacks dos anos 1990, em que Kidman aparece convincentemente jovem. Além de Kidman, quem também está irreconhecível é Sebastian Stan (“Vingadores: Guerra Infinita”), que vive o parceiro da protagonista. O elenco ainda inclui Bradley Whitford (“Corra!”), Tatiana Maslany (“Orphan Black”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Scoot McNairy (“Godless”) e a adolescente Jade Pettyjohn (“School of Rock”). A direção é de Karyn Kusama (“Garota Infernal”), que volta a se juntar com os roteiristas Phil Hay e Matt Manfredi após “O Convite” (2015). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e foi descrita como “impactante”, arrancando elogios rasgados da crítica. Alguns deles estão no trailer. “Destroyer” tem 84% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento comercial vai acontecer em 25 de dezembro nos Estados Unidos, data que sugere pretensões ao Oscar. Mas o filme só chegará ao Brasil um mês depois, em 31 de janeiro.

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  • Música

    Nickelodeon cancela séries School of Rock e Nicky, Ricky, Dicky & Dawn

    17 de novembro de 2017 /

    O canal pago americano Nickelodeon anunciou o cancelamento das séries infantis “School of Rock”, baseada na comédia “Escola de Rock” (2003), e “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”. Ambas as séries encerrarão suas tramas em 2018, quando completarão quatro anos no ar. “Estamos extremamente orgulhosos de cada série, e agradecemos aos elencos e equipes pelos seus trabalhos. Os episódios restantes das duas séries continuarão a aparecer no Nickelodeon até 2018”, anunciou o canal em comunicado. “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn” ainda irá exibir toda a 4ª temporada em 2018, mas “School of Rock” tem apenas metade de sua atual temporada (13 episódios) para veicular. Nesta série, o papel de professor de rock, que foi vivido por Jack Black no cinema, é interpretado por Tony Cavalero (da série “Hart of Dixon”), enquanto o papel da diretora da escola coube a Jama Williamson (série “Parks and Recreation”). Entre o elenco de crianças, os mais conhecidos são Lance Lim (série “Growing Up Fisher”), Breanna Yde (série “A Família Hathaways/The Haunted Hathaways”), Jade Pettyjohn (série “The Last Ship”) e Aidan Miner (série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana”). A adaptação foi desenvolvida pelos irmãos Jim e Steve Armogida (produtores das séries “Crash & Bernstein” e “The Return of Jezebel James”). O diretor e o produtor do filme, Richard Linklater e Scott Rudin, também integram a equipe executiva. Já “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn” é uma criação de dois roteiristas veteranos do canal, Michael Feldman (“Sunny Entre Estrelas” e “See Dad Run”) e Matt Fleckenstein (“Victorious” e “iCarly”), e girava em torno de quatro irmãos gêmeos, que tinham 11 anos quando a série começou em 2014.

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  • Música

    Série infantil baseada no filme Escola de Rock é renovada para sua 3ª temporada

    4 de dezembro de 2016 /

    O canal pago americano Nickelodeon anunciou a renovação da série infantil “School of Rock”, baseada na comédia “Escola de Rock” (2003), para a sua 3ª temporada. Sucesso do canal, a série tem média de 1,4 milhões de telespectadores por episódio e integra o Top 5 das atrações infantis mais vistas por crianças entre 6 e 11 anos de idade. Na série, o papel de professor de rock, que foi vivido por Jack Black no cinema, é interpretado por Tony Cavalero (da série “Hart of Dixon”), enquanto o papel da diretora da escola coube a Jama Williamson (série “Parks and Recreation”). Entre o elenco de crianças, os mais conhecidos são Lance Lim (série “Growing Up Fisher”), Breanna Yde (série “A Família Hathaways/The Haunted Hathaways”), Jade Pettyjohn (série “The Last Ship”) e Aidan Miner (série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana”). A adaptação foi desenvolvida pelos irmãos Jim e Steve Armogida (produtores das séries “Crash & Bernstein” e “The Return of Jezebel James”). O diretor e o produtor do filme, Richard Linklater e Scott Rudin, também integram a equipe executiva. A 2ª temporada ainda não acabou, com o final previsto só para 2017.

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