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  • Filme

    Star Wars: O Despertar da Força atinge US$ 2 bilhões de bilheteria mundial

    7 de fevereiro de 2016 /

    “Star Wars: O Despertar da Força” atingiu neste fim de semana uma marca histórica, que apenas dois filmes tinham conquistado anteriormente. Cerca de um mês após se tornar a terceira maior bilheteria mundial de todos os tempos, a retomada da saga espacial virou o terceiro longa-metragem a faturar mais de US$ 2 bilhões nas bilheterias de todo o mundo. A sci-fi de J.J. Abrams agora está colada em “Titanic” (1997), a segunda maior bilheteria de todos os tempos, e deve conseguir ultrapassar o navio de James Cameron. A diferença é de US$ 180 milhões, mas o lançamento de 2015 ainda está movimentando fortunas em várias países, entre eles os EUA, onde ampliou ainda mais seu recorde no fim de semana, tornando-se o primeiro filme a atingir US$ 900 milhões de faturamento no mercado doméstico. Já “Avatar”, também dirigido por Cameron, permanecerá incólume em seu 1º lugar, muito distante das pretensões de “Star Wars”. O longa de 2009, que inaugurou uma efêmera febre 3D, soma US$ 2,7 milhões em todo o mundo. Mas sua liderança não deixa de ser resultado de maquiagem de efeito especial. É que “Avatar” conta um relançamento, com cenas inéditas, dentro de seu faturamento total, o que lhe rende a confortável vantagem com que observa o crescimento do rival.

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  • Filme

    Surpresa! Veja o trailer da continuação secreta de Cloverfield – Monstro

    15 de janeiro de 2016 /

    Depois de conseguir filmar “Star Wars: O Despertar da Força” sem o vazamento de spoilers, o cineasta J.J. Abrams surpreendeu com uma façanha ainda mais ousada para esses tempos de internet rápida. Ele produziu um filme inteiro em segredo. E não um filme qualquer. Uma sequência de blockbuster! A surpresa veio à tona já com pôster e trailer legendado, que podem ser conferidos abaixo. Trata-se de “Rua Cloverfield 10”. Inicialmente chamado de “The Cellar” (O porão) e depois “Valencia”, o projeto foi realizado sem chamar atenção. Só agora se sabe sua verdadeira identidade: a continuação do elogiado “Cloverfield – Monstro”, feito originalmente em 2008 no estilo found footage, com direção do ainda novato Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e roteiro do estreante no cinema Drew Goddard (indicado ao Oscar por “Perdido em Marte”). Assim como o filme original, a continuação marcará a estreia de um jovem promissor. O filme é dirigido por Dan Trachtenberg, que se projetou ao produzir, em 2011, um curta-metragem inspirado no game “Portal”. O roteiro também é de novatos, mas foi finalizado por ninguém menos que Damien Chazelle, indicado ao Oscar 2015 pelo roteiro de “Whiplash”. Por sua vez, o elenco conta com nomes conhecidos, como John Goodman (“Argo”), Mary Elizabeth Winstead (“A Coisa”) e John Gallagher Jr. (série “The Newsroom”). Na prévia, eles aparecem passando o tempo divertindo-se com jogos de tabuleiro. Desta vez, não há câmera na mão ou vídeo a ser encontrado. Mas há algo errado nessa cena corriqueira. Tremores de terra, cadeados e uma escadaria revelam que eles estão num abrigo subterrâneo (“the cellar”). E quando Winstead se desespera para sair, ouve Goodman dizer que ela matará a todos. A advertência é seguida por uma constatação: “Eles estão vindo”. A estreia está marcada para 10 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Série Pessoa de Interesse deve acabar na 5ª temporada

    13 de janeiro de 2016 /

    A série “Pessoa de Interessa” (Person of Interest) deve chegar ao final na 5ª temporada. Ainda que o destino não seja definitivo, estes são os planos, segundo seu famoso produtor J.J. Abrams (também diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”). “Eu acho que a ideia é, essencialmente, que este seja o final”, Abrams revelou, durante entrevista organizado pela Associação dos Críticos de Televisão dos EUA. A decisão partiu da rede CBS, que renovou a série ao final da 4ª temporada, em maio do ano passado, para um retorno mais curto, de apenas 13 episódios. “É uma pena, porque os produtores Jonathan Nolan e Greg Plageman fizeram um trabalho tão surpreendente no show, que eu sei que renderia mais histórias. Mas é muito difícil reclamar. É um milagre conseguir colocar um programa no ar e, ainda mais, vê-lo durar tanto tempo, então é algo que nós devemos agradecer. Mas eu amo essa série e eu teria gostado de vê-la continuar.” Segundo Abrams, o criador da atração, Jonathan Nolan (roteirista de “Insterestelar”), programou os próximos episódios para servirem como final da série. “Esse foi o objetivo”, observou ele. “A menos que os novos episódios tenham um desempenho milagroso, a ideia é, essencialmente, preparar o final”. Ainda não há previsão para a estreia da 5ª temporada, que já está 16 meses atrasada em relação ao lançamento da temporada anterior.

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  • Etc,  Filme

    Angus Scrimm (1926 – 2016)

    13 de janeiro de 2016 /

    O ator Angus Scrimm, que ficou conhecido pela saga de terror “Fantasma”, morreu no sábado (9/1) aos 89 anos, informou o cineasta Don Coscarelli, que o dirigiu no filme cultuado. “Scrimm morreu em paz na noite de sábado, rodeado de seus amigos e entes queridos. Sua atuação como o Tall Man é uma conquista extraordinária na história do cinema de terror. Ele foi a última das estrelas do cinema clássico de terror”, disse Coscarelli em seu perfil no Twitter. Lawrence Rory Guy nasceu em Kansas City em 1926, e, antes de filmar, chegou a trabalhar na gravadora Capitol Records, escrevendo as informações internas de discos de artistas como Frank Sinatra e os Beatles. Funcionário dedicado, ele chegou a ganhar um Grammy por suas notas informativas. A estreia no cinema aconteceu diretamente no terror, em “Sweet Kill” (1972), que também foi o primeiro filme dirigido por Curtis Hanson (“Los Angeles, Cidade Proibida”). Identificando-se nos créditos como Rory Guy, ele figurou como o marido da senhoria de um psicopata (o ex-teen idol Tab Hunter!) que odiava as mulheres. Produzido por Roger Corman, o longa ficou mais conhecido por possuir muitas cenas de nudez. Após outro filme do gênero, “Scream Bloody Murder (1973), Rory Guy conheceu o principal parceiro de sua carreira, atuando no drama “O Maior Atleta do Mundo” (1976) sob a direção de Coscarelli, como o pai do personagem-título. Ele ainda participou da comédia “Os Espertalhões” (1977), estrelada e dirigida por Sidney Poitier, antes de virar o icônico Angus Scrimm. A transformação aconteceu em “Fantasma” (1979). Seu personagem na trama não tinha nome. Era conhecido apenas como Tall Man, o Homem Alto. E o ator achou que deveria manter o mistério com um nome artístico poderoso. Optou por um trocadilho com Scream (grito) e Grim (cruel) para dar vida a Angus Scrimm. E imediatamente se tornou icônico. Na trama, Scrimm incorporava um misterioso agente fúnebre, que semeava o terror em um pequeno povoado onde aconteciam mortes misteriosas. Dois irmãos e um vendedor de sorvetes começam a suspeitar dele, apenas para virarem vítimas de seu arsenal de armas sobrenaturais. A criação mais famosa do roteiro era um globo metálico flutuante, de onde saíam navalhas afiadas, mas também chamavam atenção os zumbis anões, capangas do Tall Man criados a partir de cadáveres recém-falecidos. Além disso, a atmosfera de tensão, concebida com orçamento mínimo, tinha capacidade hipnótica. A criatividade de Coscarelli acabou recompensada com o prêmio do júri no festival de terror de Avoriaz, na França, e um culto devotado de fãs. Entre eles, o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), que cuidou pessoalmente da restauração do filme original, visando um relançamento no final de 2016. A paixão de Abrams também rendeu homenagens no novo “Star Wars”, na forma da personagem Phasma, batizada em referência ao título do filme, “Phantasm” em inglês. Para completar, Phasma veste uma armadura cromada inspirada na esfera de Scrimm. Na época, entretanto, o ator não queria ser identificado pela obra sanguinária, mudando novamente o nome em seus filmes seguintes. Como Lawrence Guy, ele participou da comédia “A Poção Mágica” (1980) e da aventura erótica “Império Perdido” (1984). Mas não demorou a perceber o apelo do velho Scrimm, retomando o Tall Man em “Fantasma 2”. A continuação de 1988 não fez tanto sucesso, mas ao menos chegou aos cinemas, ao contrário das sequências seguintes, produzidas diretamente para o DVD. Além disso, ao retomar seu personagem mais famoso, o ator resignou-se com o reconhecimento dado a seu nome artístico, permanecendo como Scrimm ao se especializar em produções de terror barato. Alguns de seus filmes como Scrimm conseguiram certa notoriedade, senão pelas qualidades artísticas, pelo envolvimento de figuras infames do cinema B. O melhorzinho foi “Subspecies – A Geração Vamp” (1991), de Ted Nicolau (do cult “Terrorvision”), no qual viveu um rei vampiro. Entre outros, também fez o terrir “Transylvania Twist” (1989), de Jim Wynorski (“Vampiro das Estrelas”), “Pesadelo Futuro” (1992), um dos primeiros trash roteirizados pelo superestimado John D. Brancato (“O Exterminador do Futuro – A Salvação”), o péssimo “Engano Mortal” (1993), enfrentando Nicolas Cage sob direção do irmão do ator, Christopher Coppola, a adaptação dos quadrinhos “Vampirella” (1996), lançada direto em DVD, além de duas continuações da franquia “Os Munchies”, paródia de quinta categoria dos “Gremlins”. Scrimm ainda estrelou duas novas continuações de “Fantasma”, produzidas para o mercado de DVD, até ser resgatado da mediocridade por seu fã J.J. Abrams em 2001. Antes de virar um cineasta famoso, Abrams criava e produzia séries de TV e, nesta função, teve a chance de contratar Scrimm para participar de alguns episódios da série “Alias”, como um agente da organização secreta infiltrada por Sydney Bristow (Jennifer Garner). O detalhe é que o jovem produtor insistiu para que o relutante Lawrence Guy fosse creditado como Angus Scrimm. Ele apareceu na série por quatro temporadas, até 2005. O ator também participou de um episódio da série “Mestres do Terror” em 2005, dirigido, claro, pelo mestre Coscarelli. Mas logo voltou chafurdar no lixão do terror feito para DVD. Desde então, cometeu apenas um desvio relativo, ao interpretar o cientista louco da boa comédia “Eu Vendo os Mortos” (2008). Seus últimos trabalhos foram novas parcerias com Coscarelli, o terror surreal e elogiado “John Morre no Final” (2012) e “Phantasm: Ravager”, último capítulo da franquia “Fantasma”, atualmente em pós-produção e ainda sem previsão de estreia.

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  • Filme

    J.J. Abrams estaria arrependido por ter se recusado a dirigir mais um Star Wars

    23 de dezembro de 2015 /

    O diretor J.J. Abrams está respirando melhor, após superar a difícil pressão de entregar um filme à altura da trilogia original de “Star Wars”. Mas o suspiro de alívio também fez cair a ficha. Enquanto “Star Wars: O Despertar da Força” segue arrancando elogios e quebrando recordes mundiais de bilheteria, Abrams começa a lamentar sua decisão de ter recusado o convite para continuar à frente da franquia e dirigir o “Episódio VIII”. Quem fez a confidência foi o ator Greg Grunberg (minissérie “Heroes Reborn”), amigo de longa data e talismã de Abrams – ele atuou em todos os filmes do diretor, inclusive em “Star Wars”. Segundo Grunberg, a reação do cineasta ao ler o roteiro do próximo filme foi de arrependimento profundo. “Ele leu e disse uma coisa que ele nunca diz, mesmo. Ele disse: ‘É tão bom que eu queria estar dirigindo’. Eu nunca o vi expressar tanto arrependimento assim.” Ainda que Abrams tenha optado por passar o cargo, ele continuará na franquia, participando da equipe de produção dos próximos filmes. O “Episódio VIII” tem roteiro e direção de Rian Johnson (“Looper: Assassinos do Futuro”) e até Daisy Ridley, intérprete de Rey, já declarou, sem emitir detalhes, que a história é “muito boa”. A estreia está marcada para 26 de maio de 2017.

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  • Filme

    Novo Star Wars supera expectativas e se mostra à altura da trilogia original

    20 de dezembro de 2015 /

    A fascinação do público por “Star Wars” pode ser facilmente medida em (grandes) números. Uma das franquias mais admiradas e bem-sucedidas do cinema, “Star Wars” tornou-se, desde a estreia, em 1977, do então “Guerra nas Estrelas”, um sucesso não apenas no cinema, mas um fenômeno em termos de comercialização de produtos que vão desde action figures, passando por camisetas, cobertores e sandálias e tudo o que você puder imaginar. Ainda que presentes no imaginário popular há quase 40 anos, a saga foi aos poucos perdendo o encanto e a magia que encantou crianças, jovens e adultos neste período, muito por conta das versões plastificadas, artificiais e medíocres entregues por George Lucas nos prólogos que estrearem entre 1999 e 2005. Anunciado desde a compra da LucasFilm pela Disney, este “O Despertar da Força” vinha sendo aguardado com uma expectativa incomensurável, fosse pela direção de J.J, Abrams (um diretor talentoso que já havia ressuscitado “Star Trek”, uma franquia tão amada quanto), pelo roteiro co-escrito por Lawrence Kasdan (um mestre do assunto, responsável por “Caçadores da Arca Perdida” e “O Império Contra-Ataca”, consideradas até hoje como duas das melhores aventuras de todos os tempos) como pelo retorno aos efeitos práticos e cenários verdadeiros, bem diferentes dos prólogos, que o tempo tratou de aproximar dos videogames. O fato é que, passada a euforia de estreia, é absolutamente correto afirmar que “O Despertar da Força” não apenas honra toda a trilogia original como é uma das aventuras mais aprazíveis, emocionantes, divertidas e eficientes de todo o ano, além de, mesmo com diversas falhas pontuais, um triunfo em seu aspecto mais crucial, o de trazer ao espectador aquela sensação de encantamento que até hoje coloca “Star Wars” como algo bem maior que uma simples franquia cinematográfica. “O Despertar da Força” é simplesmente a continuação de “Star Wars” que todos desejavam, um retorno a um universo familiar e conhecido, mas que revela diversas surpresas, revelações e choques capazes de abalar até o mais frio dos espectadores. A trama faz questão de trabalhar com os cânones da saga de forma respeitosa. Até demais, em alguns aspectos. Mesmo os espectadores mais desatentos perceberão que este “Episódio VII” nada mais é do que uma refilmagem pouco disfarçada do “Episódio IV”, o primeiro “Guerra nas Estrelas”. Há a jovem solitária que vive no deserto e que encontra um pequeno robô – o simpático, carismático e divertido BB-8 – que carrega consigo uma mensagem secreta que deve ser entregue à Resistência Rebelde. A jovem conta com a ajuda de diversos amigos e de um mentor, ao mesmo tempo em que são perseguidos por um cavaleiro de roupas negras – isso sem contar a ameaça de uma nova e poderosa estação espacial. Não faltam nem o resgate nesta mesma estação e um ataque de caças na conclusão. Se a plot não faz questão de inovar – talvez como homenagem, talvez como falta de ousadia – o roteiro de Kasdan e Abrams faz com que este seja um problema facilmente contornável, graças a um trabalho excepcional no desenvolvimento e na apresentação de personagens e de situações que – ainda que continuem referenciando diversos elementos da saga – são capazes de elevar-se acima da mera referência e se tornem releituras carregadas de força e intensidade dramática. Sim, o filme é um “fan service” descarado (ainda que de forma muito mais sutil e inteligente do que, por exemplo, “Jurassic World”), mas tão bem feito que transcende esse reducionismo. Além do roteiro que foge das explicações óbvias e das redundâncias que abundaram nos prólogos, boa parte do sucesso do filme se deve à direção inspirada de J.J Abrams, que entrega aqui aquele que é o seu melhor trabalho, um filme com um ritmo empolgante, com um humor que funciona e não soa deslocado, com sequências de ação acachapantes e com diversos momentos que já podem se posicionar entre os mais admiráveis e emblemáticos da saga, como a impactante sequência da ponte – uma (outra) referência a “O Império Contra-Ataca” – um momento tão bem estruturado e encenado que Abrams mereceria nossos aplausos apenas por tê-lo feito com a importância e com o peso exigidos. Abrams recupera a estética original estabelecida no “Episódio IV” – com suas naves envelhecidas e enferrujadas, suas transições que lembram animações de PowerPoint, a trilha sonora de John Williams, os efeitos sonoros de Ben Burtt. A pegada pé no chão é tão convincente que os poucos momentos em que o filme parece não funcionar ocorrem justamente com a entrada de criaturas digitais, como a Maz Tanaka de Lupita N´yongo e do Supremo Líder Snoke de Andy Serkis. Outro ponto da modernidade estampada neste “Episódio VII” é a escolha de seus protagonistas. Em um ano em que tivemos a força de uma Imperatriz Furiosa, a inteligência de uma Ilsa Faust e o altruísmo de Katniss, é um deleite perceber que todas elas apenas estavam abrindo espaço para a jovem Rey – talvez uma protagonista bem mais interessante que Luke Skywalker no filme de 1977. Interpretado pela gracinha Daisy Ridley, Rey segue, inicialmente, os mesmos passos do jovem Skywalker, mas sua narrativa e seu crescimento dentro da trama são desenvolvidos com muito mais consistência. E, sim, temos uma garota protagonizando “Star Wars”. Até por conta disso, fica evidente que o arco do personagem Finn (Jon Boyega, aproveitando a oportunidade com sangue nos olhos) é bem mais frágil: um stormtrooper com crise de consciência que resolve abandonar a Primeira Ordem, uma espécie de reboot do Império Galáctico. Da mesma forma, o carismático Poe Dameron de Oscar Isaac – o melhor piloto da galáxia de todos os tempos! – é outro personagem que clama por mais espaço nos próximos episódios. Do lado dos vilões, Adam Driver arrisca em transformar seu Kylo Ren em uma versão mais jovem de Darth Vader, tão poderosa quanto, mas repleto de dúvidas e questionamentos. Ao lado de Rey, Kylo Ren é com certeza um dos mais complexos personagens desta nova saga, uma figura ao mesmo tempo ameaçadora e trágica, que sofre justamente com a tentação de não cair para o lado luminoso da Força. Driver dá vida a um vilão tão interessante que seus primeiros cinco minutos em tela ofuscam todas as aparições do jovem Darth da segunda trilogia. Entre os veteranos, é um deleite em todos os sentidos reencontrar estes personagens 30 anos mais velhos – e mais experientes. Com um bem aproveitado tempo em tela, é possível afirmar que Han Solo e Rey são o coração e a alma deste novo “Star Wars”. O veterano ator tira sua carranca mal-humorada e restabelece Solo no panteão dos grandes personagens do cinema. Já Carrie Fisher demonstra com dignidade o peso dos anos e da experiência que transformaram a Princesa em General Leia, carregando consigo uma dor e uma resignação tocantes. De Mark Hammil e seu Luke Skywalker não podemos falar muito. Escondido em toda a divulgação do filme, Skywalker transformou-se, assim como seus colegas de luta, em uma figura mítica e lendária. Não por acaso, o filme gira todo em torno de sua busca, e sua presença, mesmo quando apenas mencionada, traz novamente ao filme aquele viés épico e grandioso que tanto admiramos na primeira trilogia. Concluindo com aquele que é provavelmente o plano mais belo, interessante e promissor de todos os seis filmes anteriores, “O Despertar da Força” consegue se mostrar superior até ao excruciante hype que o precedia. Para além da memória afetiva e da expectativa, é uma obra carregada de nostalgia que chega derrubando todas as portas com um olhar moderno e relevante: um blockbuster honesto e autêntico em suas premissas, feito para entreter os fãs e converter novas gerações à saga que começou a muito tempo atrás numa galáxia muito distante.

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  • Filme

    Estrela de Star Wars: O Despertar da Força, o droid BB-8 ganha vídeo sobre os bastidores de sua criação

    18 de dezembro de 2015 /

    Com a estreia de “Star Wars: O Despertar da Força”, a Disney divulgou um vídeo dedicado a um dos novos personagens que tem tudo para fazer milhões de fãs a partir desta quinta (17/12): o pequeno droid BB-8. A prévia aborda desde a concepção, em traços rabiscados num guardanapo pelo diretor J.J. Abrams, até as cenas em que ele contracena com Daisy Ridley, que ao final desafia o público a não se apaixonar pelo pequenino robô. “Star Wars: O Despertar da Força” já está em cartaz nos cinemas do Brasil.

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  • Filme

    Personagens de Star Wars ganham novos pôsteres individuais

    15 de dezembro de 2015 /

    A Disney divulgou novos pôsteres individuais dos personagens de “Star Wars: O Despertar da Força”, sendo que quatro deles foram lançados, por enquanto, com exclusividade na China, após a polêmica com o cartaz principal do filme. As artes chinesas destacam Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”), Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”), Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”) e o casal Han Solo (Harrison Ford) e Princesa Leia (Carrie Fisher), enquanto as americanas incluem Poe Dameron (Oscar Isaac, de “Inside Llewyn Davis”) e o novo robô BB-8. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), o filme estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.

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  • Filme

    Star Wars: Princesa Leia será General Leia em O Despertar da Força

    17 de novembro de 2015 /

    “Star Wars: O Despertar da Força” trará uma grande mudança para uma das personagens favoritas do público. A Princesa Leia, vivida pela atriz Carrie Fisher, terá uma nova patente. Com a derrubada do Império e a instalação da República, ela perdeu o título real, assumindo o posto de General. “Ela é chamada de General”, revelou o cineasta J.J. Abrams, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Mas há um momento no filme em que um personagem meio que desliza e a chama de Princesa”. O diretor do “Episódio VII” da franquia disse ter “promovido” a personagem para lhe dar o título que acha que ela merecia, já que Leia ajudou a liderar a Resistência, como oficial da Aliança Rebelde na trilogia original. Por sinal, Leia terá um enredo mais dramático que nos filmes anteriores, segundo o cineasta. “Star Wars: O Despertar da Força” estreia no dia 17 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Star Wars: Diretor diz que ausência de Luke Skywalker no trailer não foi acidental

    15 de novembro de 2015 /

    O mais recente trailer de “Star Wars: O Despertar da Força” gerou muitos comentários diante da ausência de Luke Skywalker, apesar de o ator Mark Hamill estar escalado na produção. Em entrevista à agência Associated Press, o diretor J.J. Abrams (“Star Trek”) confirmou que não foi “por acidente” que Luke não apareceu no trailer, sugerindo que a omissão foi intencional. Abrams ainda comentou que mal pode esperar pelo momento em que as pessoas vão descobrir a resposta sobre o que aconteceu com Luke e por que ele ficou de fora dos materiais promocionais até agora. O trailer rendeu muitas especulações sobre o destino de Luke Skywalker, passando até pela sedução do Lado Negro da Força, o que seria, inclusive, uma “tradição familiar”. Mas há até quem tenha visto o personagem no trailer. Seria dele a mão que toca R2-D2 no vídeo. A ausência de Luke foi compensada pela volta de Harrison Ford e Carrie Fisher aos papeis de Han Solo e Princesa Leia. De forma mais relevante, porém, a prévia desfez as dúvidas sobre quem protagonizará a trama, destacando os novos personagens Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”) e Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”), além de explorar a ameaça representada por Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”). O elenco ainda inclui Oscar Issac (“Inside Llewyn Davis”), Domhnall Gleeson (“Questão de Tempo”), Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”), Andy Serkis (o Gollum da trilogia “O Senhor dos Anéis”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) e Max Von Sydow (“Tão Forte e Tão Perto”). “O Despertar da Força” é o sétimo longa da franquia “Star Wars” e um dos lançamentos mais aguardados do ano. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams, o filme estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.

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