Mãe de Larissa Manoela é indiciada por racismo religioso
A mãe de Larissa Manoela, Silvana Taques, foi indiciada nesta quinta-feira (30/11) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por racismo religioso. A investigação corria desde agosto, após prints de xingamentos contra a família do ator André Luiz Frambach, noivo de Larissa, virem à tona. Silvana chamou a família do genro de “macumbeira”. Eles são kardecistas. Segundo informou a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, a Polícia Civil apontou que houve racismo religioso “de acordo com o apurado e com indícios suficientes de autoria”, apesar de André afirmar que “não se sentiu ofendido ou discriminado religiosamente” por Silvana. André também disse que só soube de tal mensagem quando Larissa estava iniciando as negociações para ser entrevistada no “Fantástico” sobre a situação com os pais. O acordo do casal era não expor a declaração de Silvana sobre a família Frambach e ele afirma não saber quem ou como a mensagem foi vazada à imprensa. Larissa e a mãe não foram à delegacia para prestarem depoimentos sobre o caso. Além disso, a defesa de Silvana pediu arquivamento da denúncia, mas não obteve sucesso. A Comissão de Combate a Intolerância Religiosa do Rio foi a responsável por entrar com uma notícia-crime, dando início às investigações de racismo religioso.
Empresa dos shows de Taylor Swift é investigada por trabalho escravo no Lollapalooza
Responsável pela organização tumultuada da turnê da cantora americana Taylor Swift no Brasil, a empresa Time For Fun (T4F) é alvo de uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por suposto trabalho análogo à escravidão no festival Lollapalooza, ocorrido em abril deste ano, em São Paulo. Na véspera da abertura do festival, que contou com artistas como a cantora Billie Eilis e Twenty One Pilots, trabalhadores foram identificados em condições análogas à escravidão. Funcionários da área de transporte e manutenção das bebidas do evento, eles ficavam dia e noite no local, e dormiam em uma tenda, sobre tiras de papelão, com diárias de R$ 160, sem o pagamento de horas extras, por jornadas de 12 horas. A T4F foi notificada pelo MPT junto como a Yellow Stripe (YS), responsável pelos bares do evento. Com a repercussão do caso, a produtora anunciou o rompimento do contrato com a YS e, no fim do mesmo mês, sem mencionar a investigação, encerrou seu próprio contrato para fazer o festival, no qual trabalhou nos últimos oito anos. O processo segue em andamento, com um pedido de multa milionária, no valor de R$ 1 milhão, a ser destinado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que é usado para custeio do seguro-desemprego e programas de desenvolvimento econômico. O MPT também pede indenizações de R$ 5 mil para cada vítima, e que as duas empresas autuadas sejam, ao fim do processo, inclusas na lista suja do trabalho escravo. A produção do Lollapalooza de 2024 está a cargo da Rock World, empresa que também realiza o Rock in Rio e o The Town. Nova investigação A Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) emitiu uma nova notificação à T4F neste sábado (18/11) com o intuito de apurar as responsabilidades “acerca da gravidade do que foi observado durante o show de ontem” de Taylor Swift, onde uma fã morreu e mais de mil pessoas passaram mal por falta de hidratação. O governo solicitou dados como a quantidade de ingressos vendidos, número de pessoas presentes, e a indicação de onde partiu a proibição de acesso à água. Também quer saber se havia disponibilidade de bebedouro, a estrutura para atendimento médico e quais procedimentos foram adotados especificamente com a jovem que faleceu. “Todos esses dados servirão de base para apuração e responsabilização quanto aos fatos notórios que vimos acontecer no Engenhão na noite de ontem”, escreveu o secretário Wadih Damous nas redes sociais. No ano passado, T4F informou que seu lucro líquido cresceu 89%, para R$ 16,3 milhões, devido à venda de ingressos para a turnê Taylor Swift no Brasil.
Ana Hickman registra boletim de ocorrência contra o marido por violência doméstica
A apresentadora Ana Hickmann registrou um boletim de ocorrência contra seu marido, o empresário Alexandre Correa, por violência doméstica e lesão corporal. O incidente ocorreu na residência do casal em Itu (SP) e foi presenciado em parte pelo filho do casal, Alexandre, de 10 anos. Ela chamou a polícia, mas Correa deixava a residência antes da chegada das autoridades. Instruída sobre as medidas protetivas da Lei Maria da Penha, Hickman optou inicialmente por não as requerer. A assessoria da apresentadora da Record TV divulgou uma nota, que afirma: “Após um desentendimento entre Alexandre Correa e Ana Hickmann no último sábado (11/11), a Polícia Militar foi acionada e a apresentadora foi conduzida até o Distrito Policial para esclarecimento dos fatos. Ana Hickmann agradece o carinho e a solidariedade dos fãs e informa que está em casa, bem e felizmente não sofreu maiores consequências em sua integridade física”. O que diz o boletim de ocorrência De acordo com o boletim de ocorrência, uma discussão na cozinha da mansão de Hickmann teria evoluído para um confronto mais sério, quando Correa teria pressionado Ana contra a parede e a agredido. A briga teria assustado o filho do casal, que saiu do recinto. Após se desvencilhar e ligar para a polícia, Alexandre Correa ainda teria fechado repentinamente uma porta de correr em cima do braço esquerdo da mulher. Quando os oficiais chegaram, ele não estava mais na residência. Segundo a Polícia Militar, Ana foi sozinha ao Hospital São Camilo, em Itu, onde recebeu atendimento médico e passou por exames, recebendo o diagnóstico de uma contusão no cotovelo. A apresentadora teve escolta policial até a delegacia e preferiu não solicitar medida protetiva. Versão do marido Enquanto a assessoria de Hickmann descrevia o incidente como um “desentendimento”, o empresário Alexandre Correa negou as acusações iniciais em uma conversa com o jornalista Leo Dias. Posteriormente, em uma nota em sua rede social, Correa admitiu a briga, negando, no entanto, ter desferido cabeçadas em Ana Hickmann, conforme chegou a ser publicado na imprensa. “Jamais dei uma cabeçada nela”, afirmou Correa, assegurando que o caso seria esclarecido oportunamente. “São 25 anos de matrimônio sem que tivesse qualquer ocorrência dessa natureza”, declarou, pedindo desculpas “à família”. O episódio teve repercussões no ambiente digital. Hickmann apagou suas fotos recentes com Correa de seu Instagram, indicando uma mudança significativa na dinâmica do relacionamento, que já durava 25 anos. Dívidas milionárias O casal enfrenta dívidas significativas, que chegam a aproximadamente R$ 3,5 milhões, decorrentes de empréstimos para a empresa Hickmann Serviços Ltda, administrada por Correa. Este fator pode ter contribuído para o clima de tensão. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que os fatos estão sob investigação pela Delegacia de Itu. A natureza delicada do caso impõe uma cautela adicional na divulgação de detalhes. .
Ricardo Merini foi encontrado morto na rua com traumatismo craniano
O mistério em torno da morte do ator e modelo catarinense Ricardo César Merini começou a ser desvendado. De acordo com o laudo assinado pelo legista do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo, a causa da morte foi traumatismo craniano. Um golpe na cabeça. Ricardo foi visto pela última vez na noite de 21 de outubro em Bela Vista, bairro central de São Paulo onde residia. Ele ficou desaparecido por uma semana, até seu corpo ser encontrado no IML. Ao levantar o acontecido, a polícia apontou que Ricardo foi encontrado morto na madrugada de domingo (22/10) no Viaduto Doutor Eusébio Stevaux, no Terminal Bandeira, centro de São Paulo, mas sem documentos, por isso a identificação não foi possível naquele momento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), após fotografia do corpo e coleta de impressões digitais, a identificação ocorreu no sábado, seguida pela liberação do corpo à família às 23h55 do mesmo dia. Circunstância da morte O laudo apontou o traumatismo craniano, mas as circunstâncias do ocorrido permanecem um enigma. A SSP não forneceu detalhes sobre como o ator foi encontrado ou se havia sinais de violência. Entre amigos e parentes, circula a hipótese de latrocínio, assalto seguido de morte. Ricardo tinha retornado de Chapecó (SC) na data do desaparecimento, onde visitou familiares. Câmeras de segurança registram sua chegada ao prédio onde morava às 21h47 e sua saída às 23h36. Na ocasião, verificava seu celular e tinha como destino um encontro com um amigo próximo, que jamais ocorreu. Investigação em andamento O celular de Ricardo foi encontrado em uma comunidade do Jaguaré, zona oeste de São Paulo, porém, buscas no local não elucidaram o caso, e não houve movimentação em suas contas bancárias. A investigação está a cargo da 5ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca desvelar os contornos desse trágico desfecho que culminou na perda de um jovem talento das artes cênicas (28/10). Quem era Ricardo Merini Formado em atuação para TV e cinema pela escola de teatro Célia Helena, Ricardo Merini atuou nos curta-metragens “Noite na Taverna” (2015) e “Asco” (2015), além de ter trabalhado como dublador a animação “O Coração do Príncipe” (2014). Além disos, também atuou na peça “Terror e Miséria no Terceiro Reich” (2012) e na websérie publicitária “Halls: Sensação que Inspira” (2014).
Polícia investiga novas denúncias de abuso sexual contra Russell Brand
O ator Russell Brand (“Rock of Ages”) enfrenta investigações adicionais da Polícia do Vale do Tâmisa após uma mulher fornecer “novas informações” relacionadas a relatos de “assédio e perseguição” do ator, segundo a BBC. A Polícia Metropolitana de Londres já havia iniciado uma investigação sobre o comediante e ator, que foi acusado de estupro e/ou agressão sexual por quatro mulheres em uma investigação conjunta realizada pelos jornais The Times of London, The Sunday Times e o programa “Dispatches” do Channel 4. Brand negou veementemente as alegações. A mulher que fez a nova acusação já havia procurado a polícia da região do vale do rio Tâmisa várias vezes entre 2018 e 2022, mas nenhuma ação foi tomada. Em 2017, Brand também acusou a mesma mulher de assédio contra ele. Agora, após as denúncias contra o ator chegaram à mídia, a polícia resolveu examinar melhor as informações, mas considera “inapropriado comentar sobre uma investigação em andamento”, segundo citação da força policial à BBC. A Polícia Metropolitana de Londres também informou estar recebendo “inúmeras alegações de ofensas sexuais”, sem especificar nenhum caso. Consequências Desde a publicação do artigo no Times, a turnê de comédia de Brand foi adiada e seu contrato de publicação com a editora Pan Macmillan foi suspenso. A BBC também retirou de seu aplicativo alguns programas antigos apresentados por Brand, alegando que o conteúdo “não atende às expectativas do público”. Para completar, ele teve seus vídeos desmonetizados no YouTube. Um executivo da plataforma justificou que Brand não deveria poder “ganhar a vida” através da plataforma, mas acrescentou que atualmente não há planos para bani-lo. O ex-marido da cantora Katy Perry negou qualquer ato criminoso e afirmou que todos os seus relacionamentos foram consensuais. Mas no primeiro vídeo publicado após a exposição, Brand ignorou as denúncias para apostar em teoria de conspiração, descrevendo os jornais e a TV que deram voz às acusações como “essas organizações”, que em sua visão colaboram “na construção de narrativas”. Ele prometeu novos vídeos para denunciar “o estado profundo, o complexo industrial-militar, grandes farmacêuticas, corrupção e censura na mídia”. Veja abaixo um vídeo da investigação divulgado pelo grupo jornalístico Times.
Shakira sofre novas acusações de fraude fiscal na Espanha
Shakira voltou a ser alvo de investigações fiscais. A cantora foi acusada pela Justiça espanhola de ter fraudado € 6,6 milhões (cerca de R$ 34,6 milhões) em impostos no ano de 2018. A denúncia foi aberta em julho deste ano, porém os detalhes do processo só foram revelados nesta terça-feira (26/9). Na ocasião, Shakira enfrentou um tribunal na cidade de Esplugues de Llobregat, perto de Barcelona, que estava analisando uma suposta fraude fiscal no país. Um juiz espanhol concordou com a investigação de dois possíveis crimes contra a Fazenda Pública por ela ter apresentado “declarações inverídicas” do Imposto de Renda (IRPF) e do Patrimônio. Promotores espanhóis alegam que Shakira deixou de declarar os seus lucros milionários, como o adiantamento da turnê “El Dorado World Tour” e outros pagamentos. Eles também alegam que a artista colombiana teria usado “uma rede corporativa”, com empresas em paraísos fiscais, para escapar dos impostos. A defesa de Shakira afirmou que não recebeu notificações sobre as acusações relativas a impostos de 2018 em Miami (EUA), onde a cantora mora atualmente. A equipe jurídica da artista ainda se disse “focada na preparação para o julgamento sobre os anos fiscais de 2012-2014, que começará em 20 de novembro”, segundo a agência de notícias Reuters. Caso anterior Atualmente, Shakira enfrenta um julgamento por supostamente não ter pago € 14,5 milhões (cerca de R$ 78 milhões) em impostos entre os anos de 2012 e 2014. Os promotores de Barcelona alegam que ela passou a maior parte deste período na Espanha, apesar de sua residência oficial ser nas Bahamas. Em 2022, o Ministério Público chegou a pedir oito anos de prisão para Shakira, bem como o pagamento de uma multa de quase € 24 milhões (mais de R$ 120 milhões). A artista nega qualquer irregularidade fiscal e disse se tratar de uma “perseguição”. A cantora deve se apresentar à Justiça espanhola em novembro deste ano para lidar com seis possíveis crimes contra a Fazenda Pública. “Estou confiante de que tenho provas suficientes e que a justiça prevalecerá a meu favor”, declarou Shakira em setembro, numa entrevista à edição espanhola da revista Elle.
Polícia obriga noivo de Larissa Manoela a depor contra a sogra
André Luiz Frambach, o noivo de Larissa Manoela, terá que depor contra Silvana Taques no caso que investiga uma suposta intolerância religiosa cometida pela sogra. A situação teria acontecido em mensagens enviadas à atriz no último dia de 2022. A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio, representada pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (Ceap), apresentou uma denúncia à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), que emitiu uma notificação sobre o caso nesta quarta-feira (20/9). “A investigação está em andamento na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Um dos envolvidos é aguardado para prestar depoimento nesta quarta-feira [no Rio de Janeiro]”, informou a assessoria do Decradi em nota enviada à imprensa. Defesa do casal A advogada Patrícia Proetti, que representa os atores, alegou que houve uma tentativa de isentar o depoimento de André Luiz Frambach, mas as autoridades proibiram sua ausência. “Desta forma, André está, a contragosto, cumprindo com o que foi determinado judicialmente”, alegou a defesa. Larissa Manoela conseguiu um habeas corpus para não depor contra a própria mãe, enquanto Frambach não pretende culpar a sogra pelas supostas ofensas religiosas. Leia a nota da defesa na íntegra. “Após a Larissa ter sido intimada para depor, ingressamos com um habeas corpus em virtude de ela ser filha da suposta investigada e, por esta razão, não ser obrigada a testemunhar contra a mãe e nem comparecer para depor se não quiser”, disse a defesa da atriz em nota. “Posteriormente foi impetrado um nabeas corpus em favor do André pois, sendo ele genro da suposta investigada, seria considerado parente por afinidade o que também o isentaria de testemunhar contra a sogra. Entretanto, o juízo entendeu que o Código de Processo Penal não isentaria genro de depor como testemunha, somente o Código de Processo Civil”, conclui o comunicado. Vale lembrar que Silvana Taques não é oficialmente sogra de André Luiz. Ele é noivo de Larissa, mas os dois não casaram ainda.
Novos depoimentos agravam caso de assédio contra Marcius Melhem
Neste sábado (16/9), novos depoimentos de vítimas de assédio aumentaram a pressão legal contra Marcius Melhem, ex-diretor da Rede Globo. As acusações, que já eram graves, ganharam contornos mais sérios com relatos detalhados de assédio sexual e moral. As vítimas são Karina Dohme, Ellen Roche e Susana Pires, atrizes conhecidas do público, que detalharam suas experiências traumáticas em setembro de 2021 ao MPT (Ministério Público do Trabalho) num processo que apura a conduta da Globo em relação às denúncias contra Melhem. Os depoimentos foram revelados pela coluna de Juliana Dal Piva, após serem enviados do MPT para o MP-RJ, e constam nos autos da ação criminal contra o humorista. Como os casos prescreveram, os depoimentos servem para reforçar a acusação e o mais grave, de Karina, fez a atriz ser apontada pela promotoria como testemunha. Melhem é investigado por assédio sexual em processo que tramita em sigilo na 20ª Vara Criminal do TJ-RJ. O caso de Karine Dohme Karina Dohme, que trabalhou com Melhem a partir de 2012 nos programas “Caras de Pau” e “Zorra”, descreveu que Melhem fazia o tempo todo “comentários de cunho sexual com todas as mulheres”, “apertava a cintura e cheirava o pescoço das colegas” e chamava as funcionárias de “gostosas” e “delícia”, emitindo “gemidos lascivos”, criando um ambiente de trabalho desconfortável e tóxico. Em abril de 2012, durante uma gravação em Angra dos Reis (RJ), Karina enfrentou uma situação ainda mais perturbadora. Segundo ela, Melhem “segurou a porta do quarto” e declarou que “eles iriam dormir juntos”. Perplexa com a situação, ela respondeu com um sorriso amarelo: “Claro que não”. Mesmo assim, Melhem insistiu e permaneceu algum tempo na porta do quarto dela, reforçando a sensação de vulnerabilidade e medo. Ao final, Melhem desistiu de entrar no quarto, mas deixou um aviso perturbador: “Tá bom garota, mas eu não vou desistir de você”. Essa declaração não apenas aterrorizou Karina, mas também deixou claro que o assédio não seria um evento isolado. A atriz entrou em “pânico” após o episódio, pois ainda não tinha assinado seu contrato com a emissora. Ela temia retaliações profissionais e, segundo ela, Melhem intensificou as investidas após a assinatura do contrato. Durante as gravações, Karina relata que, nas cenas de beijo, Melhem ficava “enfiando a língua” enquanto ela “cerrava os lábios com força”. Este tipo de comportamento, que ultrapassa os limites profissionais. Além disso, Melhem encostava o quadril dela contra ele, fazendo com que ela sentisse que “o pênis dele estava ereto”. Após as gravações, Melhem fazia comentários de que Karina era a “preferida” e que ele a tinha trazido para o programa. Mas o pior ainda estava por vir. Num episódio ocorrido em 31 de outubro de 2015, Melhem a empurrou contra a parede e tentou beijá-la à força. “Ele começou a subir o vestido e ele abriu o zíper da calça”, afirmou Karina. A atriz conseguiu se desvencilhar e sair do local. Dias após o incidente, Karina foi demitida do programa “Zorra”. Melhem enviou uma mensagem a ela afirmando que a demissão não tinha relação com o ocorrido. “Você precisa saber uma coisa, decisões estão sendo tomadas e o fato de você permanecer no programa não tem nada a ver com o que aconteceu essa noite”, escreveu Melhem. O caso de Ellen Roche Ellen Roche, que trabalhou com Melhem em “Zorra Total” e na “Escolinha do Professor Raimundo”, relatou que o humorista a chamava de “linda, maravilhosa e algumas vezes de gostosa”. Em um episódio em 2015, Melhem ofereceu carona a Ellen, que recusou e pediu que Maria Clara Gueiros a acompanhasse. Melhem perguntou onde era o hotel de Ellen e se poderia encontrá-la lá. A atriz respondeu questionando o motivo. Maria Clara Gueiros e a diretora Cininha de Paula forneceram depoimentos que corroboram o relato de Ellen. Segundo Maria Clara, Ellen estava “constrangida e assustada” com as investidas de Melhem. Cininha de Paula afirmou que viu Ellen chorando e que outra colega de elenco contou que Melhem teria segurado Ellen contra a parede e dito que só a soltaria se ela o beijasse. Cininha disse que pediu a Ellen que denunciasse, mas a atriz não quis com medo de ser demitida. O caso de Susana Pires Susana Pires, que trabalhou com Melhem no programa “Caras de Pau”, relatou que era a única mulher na equipe de roteiristas. Segundo ela, Melhem fazia “piadas” sobre ela ser “gostosa”. Com o tempo, passou a colocar “as mãos nas pernas da depoente e começou a aumentar a carga do assédio”. Após reagir às investidas de Melhem, Susana afirmou que seu trabalho passou a ser “desvalorizado absurdamente”. Ela também relatou que Melhem saía do banheiro de cueca dizendo: “Suzana, vamos resolver nossa história”. Ao prestar depoimento à polícia do Rio, em 2021, Melhem foi questionado se a recebia de cueca e respondeu: “Não é verdade. Isso só ocorreu uma vez só, pois se tratava de brincadeira e também não tinha conotação sexual”. Em julho deste ano, Susana peticionou, por meio de sua advogada, retificação de sua posição nos autos do processo de assédio sexual — de vítima para testemunha. Ela relatou no documento que depôs no processo do MPT, a pedido das outras vítimas, para contribuir para “eventual contextualização do caso, se fosse necessário”. Susana Pires fez referência ao fato de que, até 2018, era necessário que a mulher fizesse uma comunicação às autoridades para que um caso de assédio fosse processado. Isso mudou e agora não é mais necessário. Posicionamento da TV Globo Em janeiro deste ano, a TV Globo enviou uma carta à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam/Centro) informando que Melhem violou o Código de Ética e Conduta do Grupo Globo, tornando insustentável a manutenção de seu contrato de trabalho. O texto diz que “a Globo decidiu pela rescisão do contrato de trabalho, entendendo que, diante da constatação da violação ao Código de Ética e Conduta do Grupo Globo pelo sr. Marcius Melhem a manutenção do contrato de trabalho tornou-se insustentável, considerando que a postura adotada pelo mesmo não condiz com os princípios e valores da empresa”. A revista Veja divulgou, em maio deste ano, que a defesa da TV Globo alegou ao MPT que, em relação a Melhem, “restou, de fato, constatada a inadequação do artista com seus subordinados, sem que fosse possível comprovar a prática deliberada de assédio sexual, dados os contornos legais que a conduta exige para sua caracterização”. Antes disso, a emissora só tinha informado que o humorista tinha sido investigado e nada tinha sido encontrado contra ele. Melhem, inclusive, repete esse argumento em sua defesa, como se pode observar a seguir. 11 mulheres denunciaram assédios de Melhem ao Ministério Público do Rio de Janeiro, mas oito casos foram arquivados por prescrição em decorrência do tempo – não por falta de provas. Posicionamento de Marcius Melhem Os advogados que atuam na defesa de Marcius Melhem emitiram um comunicado a respeito das novas denúncias. Veja a íntegra abaixo. “É importante registrar, desde logo, que Marcius Melhem nunca teve acesso à íntegra dos depoimentos no Ministério Público do Trabalho, porque lá não é investigado. Mas cabe informar que Suzana Pires, após o mencionado depoimento ao MPT, destituiu a advogada Mayra Cotta e pediu ao Ministério Público do Rio de Janeiro que fosse retirada da lista de supostas vítimas. Karina Dohme jamais apareceu como suposta vítima no MP, onde Melhem poderia mostrar muitas comunicações que desmentem narrativas como as mencionadas pela jornalista. Talvez por essa razão, também tenha desistido de aparecer como testemunha na investigação policial. Quanto a Ellen Roche, a própria imprensa já divulgou mais de uma vez partes de seu depoimento no MP em que nega acusações de assédio e afirma que trabalharia novamente com Melhem, já que não tem nada contra ele. Registre-se, ainda, que Melhem não é alvo de investigação no MPT e que tampouco pode lá se defender. E na instância onde foi investigado, nenhuma das três se apresentou como suposta vítima. Trazer à opinião pública três casos já esclarecidos de não-vítimas é mais uma tentativa de manter acesa uma acusação que não se sustenta. Tendo em vista que a matéria quer requentar notícias já expostas na imprensa, poderia também lembrar aos seus leitores que o MPT traz uma carta da TV Globo afirmando, após intensa investigação, que não se comprovou assédio de Marcius Melhem quando lá trabalhava. Finalmente, é de se estranhar que o mesmo veículo que preserva nomes de supostas vítimas, exponha publicamente mulheres que não acusam Melhem de assédio na Justiça.”
Bruno De Luca se manifesta após críticas por falta de socorro a Kayky Brito
A assessoria do apresentador de TV Bruno de Luca se manifestou nesta segunda-feira (11/9) sobre as acusações de que o apresentador teria abandonado o amigo e ator Kayky Brito após um atropelamento ocorrido no sábado (2/9) da semana anterior. “O apresentador Bruno De Luca já prestou declarações às autoridades do que efetivamente se passou com ele no momento do acidente. Sua preocupação agora é acompanhar a evolução do quadro de saúde de Kayky Brito apenas”, declarou a equipe numa nota. O caso segue sob investigação da 16ª DP (Barra da Tijuca), sob a tutela do delegado Ângelo Lages, que questionou o comportamento de De Luca após o atropelamento. Os dois estavam juntos num bar, até Kayky ir ao carro de Bruno e ser atropelado na volta. Entretanto, não foi o apresentador quem socorreu o ator, mas sim o motorista envolvido no acidente. Contradições de Bruno de Luca Em seu depoimento, Bruno disse que não sabia que a vítima do atropelamento era Kayky, pois já tinha se despedido do amigo e entrado no bar para pagar a conta quando o acidente aconteceu. Entretanto, um novo vídeo do acidente foi exibido no programa “Domingo Espetacular”, que contradiz essa explicação. O vídeo mostra testemunhas que, em relato à Record TV, afirmaram ter dito a Bruno que a vítima era Kayky. Apesar disso, o apresentador não foi ver o estado do amigo nem prestar socorro, atravessando a mesma avenida em que o ator se encontrava estatelado para ir até seu carro, onde Kayky teria ido pegar algo. Depois disso, Bruno saiu do local às pressas, deixando o veículo no local. Ele só buscou o carro no dia seguinte. Essas informações adicionam complexidade ao caso, que segue sob investigação policial.
Cauã Reymond e Tatá Werneck têm sigilo bancário quebrado por CPI
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Pirâmides Financeiras aprovou a quebra do sigilo bancário dos atores Cauã Reymond e Tatá Werneck, além do apresentador Marcelo Tas. O trio é investigado por atuação em propagandas da empresa Atlas Quantum, acusada de aplicar golpes que ultrapassam R$ 7 bilhões, afetando cerca de 200 mil investidores. Investigação em andamento A decisão foi tomada em sessão nesta quarta-feira (23/8) no Congresso Nacional e ocorre no âmbito da investigação sobre a Atlas Quantum, empresa suspeita de integrar esquema de pirâmide financeira. Diversos vídeos com Cauã e Tatá, em que os atores falam sobre acreditar na empresa e no investimento em criptomoedas, ainda estão disponíveis na página da Atlas Quantum no Facebook. O requerimento para a quebra do sigilo bancário foi apresentado pelo deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP). Ele solicitou que a CPI decretasse a quebra do sigilo bancário da empresa, do dono da empresa, Rodrigo Marques dos Santos, e dos contratados, nomeadamente Cauã Reymond Marques, Marcelo Tristão Athayde de Souza e Talita Werneck Arguelhes, além de requisitar acesso aos contratos e aos dados do pagador relativos às campanhas realizadas. Defesa e ataque Em declaração à imprensa, os advogados de Tatá Werneck, Ricardo Brajterman e Maíra Fernandes, se manifestaram sobre a convocação: “Causou grande perplexidade essa convocação, porque Tatá atuou somente como garota propaganda da Atlas, há longínquos cinco anos, ocasião em que não havia nada que desabonasse aquela empresa. Ora, se o Banco Central, a CVM, o Ministério Público, a Receita Federal e os demais Órgãos Reguladores permitiam a atividade da Atlas junto ao grande público, como poderia a Tatá, que é somente uma atriz, adivinhar que essa empresa teria alguma atividade ilegal? É óbvio que se Tatá soubesse que a Atlas viria a se envolver em algum escândalo, lesando seus consumidores, ela jamais aceitaria vincular sua imagem àquela empresa, cabendo destacar que Tatá nunca investiu na Atlas; nunca foi sócia da Atlas ou teve qualquer participação nos rendimentos da Atlas. Tatá foi somente uma prestadora de serviços sem qualquer envolvimento com as atividades e rotina da Atlas.” Tatá e Cauã já tinham sido convocados para comparecer à comissão, no último dia 15, mas conseguiram um habeas corpus do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que permitiu que os dois não comparecessem. Essa ausência, garantida pelo poder judiciário, foi usada como justificativa para a quebra do sigilo dos dois. Em discurso, o deputado Áureo Ribeiro (SDD-RJ), presidente da CPI, argumentou que eles foram chamados e não quiseram dar explicações públicas sobre o caso. “Todos devem ser tratados de forma igual, não importa se são celebridades ou artistas”, disse. O ex-deputado estadual Arthur do Val, conhecido como “Mamãefalei”, também gravou um vídeo em 2018 elogiando a empresa Atlas Quantum, mas não houve iniciativa da CPI para que tivesse o sigilo quebrado.
Morte de Sinéad O’Connor ainda é mistério. Cantora deixou um disco completo inédito
A morte da cantora irlandesa Sinéad O’Connor ainda é um mistério para a polícia de Londres. A equipe do London Inner South Coroner’s Court, responsável pela investigação, admitiu que ainda não sabe quando a artista morreu. No relatório divulgado, a data da morte é tratada como “desconhecida”. Detalhes da Investigação A polícia metropolitana de Londres está tentando montar uma linha do tempo dos eventos que antecederam sua morte, mas até agora os detalhes são inconclusivos. “A polícia foi chamada às 11h18 da manhã, na quarta, 26 de julho, com relatos de uma mulher que não respondia em um endereço residencial. Policiais foram ao local e uma mulher de 56 anos foi apontada como morta na cena. A morte não está sendo tratada como suspeita”, afirmou uma declaração oficial das autoridades. Últimos dias e músicas inéditas Antes de sua morte, Sinéad O’Connor havia compartilhado sua empolgação por ter retornado a Londres e mostrou vídeos de seu novo lar. A cantora tinha planos de escrever novas músicas e lançar um novo álbum no próximo ano. As gravações, na verdade, começaram em 2020, mas o lançamento foi suspenso devido ao suicídio do filho de 17 anos da cantora, Shane O’Connor, em 2022. O produtor irlandês David Holmes, que trabalhou no projeto, confirmou ao jornal The Guardian que o álbum foi completado e o descreveu como “o melhor trabalho dela — é muito, muito especial”. No entanto, não soube dizer se as músicas serão lançadas e afirmou que a decisão cabe ao espólio e à gravadora da cantora. “Lembro-me de pensar na época: não sei se ela sobreviverá a isso”, disse Holmes, sobre a tragédia que interrompeu os planos originais. “Porque eu entendi a fragilidade dela e o quanto ela amava Shane.” Instruções para os filhos Consciente de como a indústria da música poderia explorar seu legado após sua morte, Sinéad deixou instruções claras para seus três filhos sobre como proceder em relação a suas músicas. Em uma entrevista à revista People em 2021, a cantora revelou que instruiu seus filhos a contatar um contador caso a encontrassem morta, antes mesmo de chamarem a emergência. “Quando os artistas estão mortos, eles são muito mais valiosos do que quando estão vivos”, disse a artista na época. “Tupac lançou muito mais álbuns desde que morreu do que jamais fez vivo, então é meio nojento o que as gravadoras fazem.”
Jeff Machado foi dopado e enforcado com fio de telefone, revela suspeito
Jeander Vinícius, um dos suspeitos pela morte de Jeff Machado, afirmou que o ator foi dopado e estrangulado com um fio de telefone pelo ex-funcionário da Globo Bruno Rodrigues. A informação foi divulgada pela delegada Ellen Souto, em entrevista coletiva – que foi transmitida pelo programa “Brasil Urgente”, da Band. Jeander foi preso na sexta-feira (2/6) por suspeita de participação no crime, enquanto Bruno encontra-se foragido. Segundo a delegada, o crime teria sido planejado com dois meses de antecedência. “A premeditação começou em 30 de novembro de 2022, quando o Bruno decide alugar a quitinete onde o cadáver do Jefferson seria ocultado”, relatou à imprensa. “O Bruno quis, a todo momento, não demonstrar que era ele que tava alugando a quitinete, se passando para a proprietária como se fosse o Jefferson que estaria alugando”, continuou. Ellen Souto contou que, de acordo com Jeander, a vítima foi convencida de que começaria a atuar em uma novela após pagar R$ 20 mil a Bruno pelo papel. “Ele acreditava que fosse começar uma participação na novela das 19h no dia 26 de janeiro de 2023”, explicou. De acordo com o laudo da necropsia, ao qual o jornal O Globo teve acesso, Jeff havia mantido relações sexuais pouco antes de ser morto, possivelmente com Jeander, que trabalha como garoto de programa. O crime ocorreu no quarto do ator da Record TV. Ao contrário das informações divulgadas até então e a confissão de Bruno, a delegada disse que o ato não chegou a ser filmado. “O Bruno dopou o Jefferson colocando uma substância num suco e os três se dirigiram ao quarto do Jefferson. Não chegou a ter a filmagem do ato sexual”, afirmou. “Tão logo o Jefferson entrou em seu quarto, em razão de estar dopado, ele foi estrangulado com um fio de telefone pelo Bruno”, continuou. Conforme as provas, o crime ocorreu durante a tarde. “Nós podemos afirmar que o crime se deu três dias antes de Jeff acreditar que começaria uma gravação em uma novela das 19h no dia 26 de janeiro”, disse a delegada. “O fato aconteceu entre 15h30 e 18h, porque, logo depois, o Bruno inicia uma série de ligações, de cunho financeiro, que nos fazem crer, e, comprovado hoje, a partir do termo do Jeander, que o crime aconteceu naquela tarde”, detalhou. Ela acrescenta que, em seguida, o corpo foi colocado no baú utilizado para a ocultação do cadáver. “Esse baú foi transportado no próprio veículo da vítima, veículo esse conduzido pelo Jeander e tendo como carona o Bruno. Eles optaram por um trajeto mais longo, mais ermo, com o objetivo de não correrem o risco de serem abordados pela polícia, o que de fato aconteceu”, descreveu Souto. “Eles foram abordados por uma blitz policial, e, como já narrado, ultrapassaram esse bloqueio. O Jeander narrou que houve até uma perseguição ao veículo e ele conseguiu se desvencilhar”, prosseguiu. De acordo com Ellen Souto, o cadáver foi levado à quitinete alugada por Bruno e depositado no quintal, cujo piso foi concretado por um pedreiro contratado por Bruno. A motivação do crime teria sido financeira “por conta do valor de R$ 20 mil pago por Jeff para a suposta vaga na novela”. Bruno costumava se apresentar falsamente como assistente de direção da Globo e já havia se apresentado também como assistente de direção da Record, e temia ser desmoralizado publicamente por Jeff quando o ator descobrisse que nunca houve papel para ele. A investigação ainda provou que, após o crime, Rodrigues tentou vender o veículo e a residência da vítima por valores abaixo do mercado. A casa, que valia entre R$ 500 e R$ 600 mil, seria vendida por R$ 250 mil, caso ele conseguisse. Já o carro não poderia ser vendido porque Bruno não possuía o documento de compra e venda do veículo. Em sua confissão, Jeander Vinícius também confirmou que o terceiro suspeito, Marcelo, nunca existiu. Marcelo foi inventado por Bruno como álibi numa história envolvendo a gravação de um vídeo adulto. Jeander revelou que foi pago para confirmar a narrativa de Bruno de que Marcelo existia, teria matado o ator e coagido a dupla a realizar todos os atos. Segundo o suspeito preso, o valor que ele receberia em troca da mentira seria de R$ 500.
Membro da equipe de Lana Del Rey é investigado por xenofobia após ofender brasileiros
Will Whitney, técnico de som da cantora americana Lana Del Rey, está sendo investigado por xenofobia após compartilhar ofensas contra o Brasil e os brasileiros. A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) deu início ao inquérito nesta quinta-feira (1/6). Whitney ainda está no Brasil junto ao restante da equipe para as apresentações da cantora no país. Durante a estadia no Rio de Janeiro, ele teve seu celular roubado. Indignado com a situação, escreveu uma mensagem revoltada em uma publicação em seu perfil do Instagram. “Acabei de ter meu celular roubado das minhas mãos por um pedaço de merd* em uma motocicleta. Fod*-se esse país inteiro. Eles não merecem música ao vivo. Mal posso esperar para voltar para casa”, ofendeu. Além disso, ele utilizou hashtags ofensivas, como “F*-se Brasil”, “lixo humano” e “buraco de merd*”. Após a repercussão negativa, Whitney pediu desculpas pela publicação e alegou ter escrito os xingamentos por impulso. No entanto, a delegada Rita Salim, responsável pelo caso, decidiu abrir o inquérito, levando em consideração a gravidade das declarações e seu potencial de incitar o ódio e a discriminação contra os brasileiros. Ao mesmo tempo, a Delegacia de Apoio ao Turista (Deat) também iniciou uma investigação para apurar o responsável pelo furto do celular de Whitney. A Decradi e a Deat estão empenhadas em realizar investigações minuciosas e justas, assegurando que o acusado seja responsabilizado por suas ações. Na tarde desta quarta-feira (31/5), Whitney apagou a publicação e desativou seu perfil no Instagram após receber uma enxurrada de ataques de internautas brasileiros. Até o momento, Lana Del Rey não se pronunciou sobre o ocorrido. A cantora e sua equipe devem permanecer em solo brasileiro até este fim de semana, com uma apresentação marcada na edição de São Paulo do Mita Festival. A cantora encerra os compromissos marcados no Brasil neste sábado (3/6) com o show no festival.












