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    Lars Von Trier é “perdoado” e volta ao Festival de Cannes em meio à denúncias de abuso sexual

    19 de abril de 2018 /

    O diretor dinamarquês Lars von Trier está de volta ao Festival de Cannes, apenas sete anos e dois filmes depois de ser considerado “persona non grata” no evento. Seu novo filme, “The House that Jack Built”, será exibido fora de competição. Seco, o comunicado diz apenas isso, além de citar a decisão do presidente do festival. “Pierre Lescure, presidente do Festival, e seu conselho de administração decidiram acolher o retorno do diretor dinamarquês Lars von Trier, Palma de Ouro de 2000, na mostra oficial. Seu novo filme será exibido fora de competição”, diz a íntegra da nota. “Pierre Lescure trabalhou muito nos últimos dias para tentar retirar o status de persona non grata” do dinamarquês, acrescentou Thierry Frémaux, diretor geral do festival. Von Trier tinha sido banido em 2011, após afirmar, na entrevista coletiva da première de “Melancolia”, que tinha “simpatia” por Hitler. Apesar de um pedido de desculpas, justificado por sua dificuldade com a língua inglesa, ele foi expulso do festival e declarado “persona non grata” na Croisette, uma punição sem precedentes. Apesar disso, “Melancolia” permaneceu na competição e rendeu o prêmio de Melhor Atriz para a americana Kirsten Dunst. Seu retorno acontece em meio a escândalos sexuais cometidos em seu estúdio e graves acusações de abusos, reveladas numa reportagem da revista The New Yorker e por uma denúncia da cantora Bjork, inspirada pelo movimento #MeToo. No caso de Bjork, os abusos teriam acontecido durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, musical que rendeu a Palma de Ouro ao diretor no festival de 2000. Ela compartilhou nas redes sociais algumas das propostas indecentes que ouviu e descreveu explosões de raiva do “dinarmaquês” (que ela não nomeia) por se recusar a ceder. Já a jornalista Anne Lundtofte descreveu, na reportagem da New Yorker, o “lado negro” da companhia de produção Zentropa, criada pelo diretor. Segundo a denúncia, Von Trier obrigava todos os empregados da Zentropa a se despirem na sua frente e irem nadar nus com ele e seu sócio, Peter Aalbaek Jensen, na piscina do estúdio. Em novembro, a polícia da Dinamarca iniciou uma investigação sobre denúncias de assédio na Zentropa. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês Politiken, nove ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. Ou seja, a decisão de “perdoar” Von Trier não poderia ter acontecido no pior momento possível, em franco contraste com as reivindicações do movimento #MeToo. “The House That Jack Built” traz Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Uma Thurman (“Ninfomaníaca”) e Bruno Ganz (“O Leitor”) numa história de serial killer.

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  • Etc

    Ed Westwick é investigado por estupro pela promotoria de Los Angeles

    27 de março de 2018 /

    A promotoria de Los Angeles confirmou que o ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, está sendo investigado após ser acusação de estupro acusado de estupro por quatro mulheres. O ator negou a primeira acusação dizendo que não conhecia a atriz que o acusava. Mas, depois disso, outras três mulheres se manifestaram. “Posso confirmar que um caso foi apresentado ao nosso escritório envolvendo Ed Westwick”, disse um porta-voz da promotoria ao site Deadline. “O assunto está sob investigação. O Gabinete do Procurador Distrital não identifica vítimas de crimes sexuais e, portanto, não pode fornecer qualquer informação sobre quem as alegações envolvem”, completou. Westwick esteve no Brasil no ano passado para curtir um evento pré-Carnaval em São Paulo e, em julho, para prestigiar um evento de grife de moda no Rio. Desde que as acusações vieram à tona, ele foi dispensado de todos projetos, inclusive a série britânica “White Gold” que estrelava, e foi substituído na minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada, pois já estava pronta.

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  • Série

    The Sinner é renovada para a 2ª temporada

    16 de março de 2018 /

    O canal pago USA Network anunciou a renovação de “The Sinner” para sua 2ª temporada, que provavelmente não contará com a volta da protagonista vivida por Jessica Biel. Em comunicado oficial, a emissora revelou que os novos episódios irão acompanhar o Detetive Ambrose (Bill Pullman) em mais um mistério de “por que matou?”. Dessa vez, o policial irá retornar a sua cidade natal, no interior do estado de Nova York, para investigar o caso de um menino de 11 anos que matou seus pais, aparentemente sem motivo. Ambrose logo percebe que não há nada comum no menino, e acaba envolvido nos segredos de uma cidade cujos habitantes querem se proteger a todo custo — e novamente com uma mulher misteriosa, que se prova a peça mais complicada e enigmática do quebra-cabeças. Apesar da falta de referência à personagem de Jessica Biel, ela continua como produtora executiva da atração e pode fazer aparições na trama. Na 1ª temporada, ela viveu uma mãe de família que mata um homem inesperadamente, mas não sabe explicar porque tomou aquela atitude. A série se tornou frisson mundial após ganhar distribuição pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.

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  • Etc

    Robert Wagner volta a ser considerado suspeito na morte de Natalie Wood

    1 de fevereiro de 2018 /

    O ator Robert Wagner voltou a ser considerado suspeito no caso da morte por afogamento da ex-mulher, a atriz Natalie Wood, conforme revelaram membros da polícia de Los Angeles à rede americana CBS. A estrela de “Juventude Transviada” (1955) e “Amor, Sublime Amor” (1961) morreu em 1981. Na época com 43 anos, ela foi encontrada afogada após ter saído para navegar de barco com seu segundo marido, Wagner. Eles estavam acompanhados pelo ator Christopher Walken, perto da Ilha de Catalina, na baía de Los Angeles. E os investigadores concluíram que a morte havia sido acidental. O relatório do Instituto Médico-Legal de Los Angeles indicava que o casal e Walken estavam bêbados, depois de jantar em um restaurante, e que eles continuaram a beber a bordo do iate “Esplendor”. Mas o laudo não impediu especulações sobre a morte da atriz e, em novembro de 2011, a polícia decidiu reabrir a investigação, depois do surgimento de “novas informações significativas”, fornecidas pelo capitão da embarcação. Dennis Davern, capitão do barco, afirmou que o casal teve uma discussão pouco antes de Natalie Wood desaparecer, que ele foi informado que a atriz não estava a bordo à meia-noite, e que Wagner esperou muito tempo antes de chamar o socorro, às 1h30. Em 2013, um novo relatório do IML de Los Angeles revelou que os hematomas encontrados no corpo da atriz podem não ter sido acidentais. Convocado a dar novo depoimento, Wagner se recusou a falar com os detetives que reabriram a investigação sobre a morte. Seu advogado declarou que o questionamento dos resultados iniciais da investigação era puro “sensacionalismo” e que o ator “colaborou plenamente nos últimos 30 anos com as investigações sobre o afogamento acidental de sua esposa em 1981”, e que “interrogado várias vezes pelo xerife do Condado de Los Angeles, ele respondeu a todas as perguntas”. O advogado indicou que “após 30 anos de investigação, Robert Wagner e suas filhas não têm nada a acrescentar a esta nova investigação”. A polícia de Los Angeles insiste em interrogar o ator de mais uma vez, após a causa da morte de Natalie Wood, inicialmente considerada como acidental, passar a ser qualificada como “por afogamento e outros fatores indeterminados”. No entanto, ainda não encontrou maiores evidências que apoiem uma tese de assassinato. Galã do cinema e da TV entre os anos 1950 e 1960, Robert Wagner estrelou séries clássicas como “O Rei dos Ladrões” e “Casal 20”, além de inúmeros filmes de sucesso, como “Náufragos do Titanic” (1953), “Príncipe Valente” (1954), “Quem Foi Jesse James” (1957), “O Mais Longo dos Dias” (1962), “A Pantera Cor-de-Rosa” (1963), “500 Milhas” (1969), “Inferno na Torre” (1974) e “Austin Powers” (1997). O ator vai completar 88 anos em 10 de fevereiro.

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  • Etc

    Operação Lava-Jato investiga financiamento do filme Lula, o Filho do Brasil

    4 de janeiro de 2018 /

    A Operação Lava-Jato chegou ao cinema. E desta vez não se trata de uma trama de ficção, mas de um alvo real: o filme “Lula, o Filho do Brasil”, financiado pelas empreiteiras envolvidas no maior esquema de corrupção da história do Brasil. Já foram chamados para prestar depoimento o empreiteiro Marcelo Odebrecht e o ex-ministro Antonio Palocci (da Casa Civil e Fazenda, durante os governos de Lula e Dilma Rousseff). A cinebiografia dirigida por Fábio Barreto estreou em 1º de janeiro de 2010 e custou cerca de R$ 12 milhões, o maior orçamento do cinema brasileiro até então, financiados pela Odebrecht, OAS e Camargo Corrêa. O filme conta a história de Lula como uma jornada de herói, desde a infância dramática no sertão de Pernambuco, sua chegada a São Paulo no pau de arara, as dificuldades que enfrentou ao lado da família, o trabalho na indústria metalúrgica que lhe custou um dedo, as históricas campanhas grevistas dos anos 1970 que marcaram o ABC paulista e a ascensão ao topo do sindicato que impulsionou sua trajetória política. Em seu depoimento, Palocci teria permanecido em silêncio. Mas, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Marcelo Odebrecht, que firmou acordo de delação com a Lava-Jato, falou com a Polícia Federal sobre os e-mails extraídos do seu computador e ligados ao financiamento da cinebiografia. As mensagens resgatadas foram trocadas por executivos da empreiteira entre 7 de julho de 2008 e 12 de novembro daquele ano. Uma delas diz: “5) O italiano me perguntou sobre como anda nosso apoio ao filme de Lula, comentei nossa opinião (com a qual concorda) e disse que AA tinha acertado a mesma com o seminarista, mas adiantei que se tivermos nos comprometido com algo, seria sem aparecer o nosso nome. Parece que ele vai coordenar/apoiar a captação de recursos”, escreveu o empreiteiro. “Italiano” e “Seminarista”, de acordo com os investigadores, seriam referências a Palocci e Gilberto Carvalho, ex-ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência no governo de Dilma. À Polícia Federal, Marcelo Odebrecht afirmou ainda que “acredita que doação para filme fazia parte da agenda mais geral da Odebrecht com PT/Lula, ou, por exemplo, de uma ‘conta corrente geral/relacionamento’ que Emílio [Odebrecht, pai de Marcelo e dono da empresa] poderia manter com Lula”, ainda de acordo com a reportagem do Estadão. Não é a primeira vez que a produtora do filme de Lula aparece nas investigações da Lava-Jato. Em 2015, os jornais Folha de S. Paulo e O Globo revelaram que um contrato entre a JD Assessoria e Consultoria, empresa do ex-Ministro José Dirceu (do governo Lula), e a Filmes do Equador, produtora de Luiz Carlos Barreto (responsável por “Lula, o Filho do Brasil”), estava sendo investigado, após a descoberta de depósitos de Dirceu para a empresa de Barreto, entre dezembro de 2009 e setembro de 2010. Na ocasião, Barreto disse à Folha que os pagamentos se referiam a um projeto de pesquisa para a elaboração dos roteiros de uma minissérie de 13 capítulos e de um longa-metragem ficcional sobre as lutas do movimento estudantil durante a ditadura militar. “Eu propus e houve interesse. Eu disse que não tinha capital de giro na época e o Dirceu se prontificou a financiar o desenvolvimento do projeto”, afirmou o cineasta. Vale lembrar que Dirceu dizia não ter dinheiro para pagar sua defesa no caso do Petrolão e chegou a contar com a ajuda de uma “vaquinha” de diversos artistas e amigos de sua causa. Cerca de 4 mil apoiadores doaram quase R$ 1 milhão para o ex-ministro, o que equivale a metade do que ele teria recebido em propina para viabilizar a contratação da empresa Apolo Tubulars pela Petrobras, sua segunda condenação na Lava-Jato. A defesa de Lula informou que não comentaria a nova investigação.

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  • Filme

    Jornalista denuncia Lars von Trier por obrigar funcionárias a se despirem na sua frente

    20 de dezembro de 2017 /

    O cineasta dinamarquês Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”) foi alvo de mais uma denúncia. A jornalista Anne Lundtofte descreveu, em artigo publicado pela revista The New Yorker, o “lado negro” da companhia de produção Zentropa, criada pelo diretor. Segundo a denúncia, Von Trier obrigava todos os empregados da Zentropa a se despirem na sua frente e irem nadar nus com ele e seu sócio, Peter Aalbaek Jensen, na piscina do estúdio. “Era como um ritual de iniciação. Você só entrava na comunidade deles de verdade quando se despia na frente de Lars ou Peter”, descreveu. Segundo Lundtofte, até críticos e jornalistas (como ela) que queriam chegar perto da equipe de produção tinham que passar pelo ritual: “Eu fiz isso, e me arrependo. Na época, só me importava com a minha reportagem”. Mas uma funcionária não quis se submeter. E então Jenson a ameaçou com demissão, caso não entrasse na piscina com ele. Ela não aceitou a pressão e o texto descreve como o produtor saiu gritando para que demitissem a “bitch”. Em novembro, a polícia da Dinamarca iniciou uma investigação sobre denúncias de assédio na Zentropa. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês Politiken, nove ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. Lars Von Trier também foi acusado de assédio pela cantora islandesa Björk, durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, mas não é alvo da investigação sobre o estúdio. Trier lança seu próximo filme, “The House That Jack Built”, em 2018. O suspense conta com astros como Riley Keough, Uma Thurman e Matt Dillon no elenco.

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  • Série

    Série sobre os assassinatos de Tupac e Notorious B.I.G. ganha trailer completo

    16 de dezembro de 2017 /

    O canal pago americano USA Network divulgou o trailer completo de “Unsolved: The Murders of Tupac and The Notorious B.I.G.”, série policial que irá investigar os assassinatos dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur. A trama é baseada na investigação real do ex-detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) Greg Kading, autor do livro “Murder Rap: The Untold Story of Biggie Smalls & Tupac Shakur Murder Investigations”, e tem roteiro de Kyle Long (da série “Suits”). A direção, por sua vez, é de Anthony Hemingway, que venceu o Emmy por seu trabalho em outra série limitada sobre um crime real: “American Crime Story: O Povo contra O.J. Simpson”. O elenco inclui Josh Duhamel (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jamie McShane (série “Bloodline”), Brent Sexton (série “The Killing”) e Jimmi Simpson (série “Westworld”) como detetives, Luke James (minissérie “The New Edition Story”) como P. Diddy, o estreante Wavyy Jonez como B.I.G. e Marcc Rose como Tupac, repetindo o papel que ele viveu no filme “Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”. Tupac Shakur morreu no dia 13 de setembro de 1996, em Las Vegas, no auge do sucesso, quando era um dos principais rappers da Costa Oeste norte-americana. Na época, havia uma disputa ferrenha entre rappers da California e de Nova York, que envolvia até criminosos que os apoiavam – um deles, Suge Knight, era o dono da gravadora de Tupac. Seis meses depois veio o troco, com o assassinato de Biggie Smalls (Notorious B.I.G.) no dia 9 de março de 1997, executado em Los Angeles também no ápice da carreira e da mesma forma que o rival: com tiros disparados contra seu carro. Esta história já foi apresentada nos filmes “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009) e em “All Eyez On Me”, cinebiografia de Tupac ainda inédita no Brasil. Além disso, Johnny Depp vai estrelar o filme “LAbyrinth”, que tem a mesma premissa de “Unsolved”. Com 10 episódios, a série estreia em 27 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Roteirista de Girls é acusado de estupro e acaba defendido por Lena Dunham

    19 de novembro de 2017 /

    A atriz Aurora Perrineau, estrela do filme “Jem e as Hologramas” e filha do ator Harold Perrineau (série “Lost”), acusou um roteirista da série “Girls” de estupro. Ela denunciou Murray Miller à polícia de Los Angeles na última sexta-feira (17/11). Segundo a denúncia, ela conheceu o roteirista em 2013, enquanto estava com amigos. Mais tarde, o grupo foi à casa dele, onde o crime teria ocorrido. Na época, ele tinha 35 anos e ela apenas 17. “Em certo ponto, acordei nua, na cama de Murray. Ele estava em cima de mim, tendo relações sexuais comigo. Em nenhum momento consenti com qualquer contato sexual com Murray”, afirmou. Murray Miller negou o fato e acusou a atriz de tentar lhe extorquir dinheiro, só indo à polícia após ele se recusar a pagar. Seu advogado emitiu a seguinte declaração: “Depois de ser contatado há várias semanas por advogados que, em nome da Srta. Perrineau, procuravam uma substanciosa compensação financeira, a equipe legal do Sr. Miller reuniu várias evidências contradizendo diretamente essas acusações falsas e ofensivas.” A partir deste ponto, a atriz Lena Dunham, estrela e criadora de “Girls”, decidiu entrar na história, escrevendo uma mensagem de apoio ao roteirista, junto da produtora executiva da série, Jenni Konner. “Apesar do nosso primeiro instinto ser o de ouvir as histórias de todas as mulheres, nosso conhecimento da situação de Murray nos deixa confiantes de que, infelizmente, essa acusação se encaixa nos 3% de casos de abuso falsamente denunciados a cada ano”, ela escreveu. O texto foi duramente criticado nas redes sociais e, no sábado, Dunham precisou se retratar. “Eu ingenuamente acreditei que era importante compartilhar a minha perspectiva sobre a situação do meu amigo, já que ela se desenrolou por trás das câmeras nos últimos meses. Eu agora entendo que foi um momento completamente equivocado para fazer uma declaração dessas, e peço desculpas.” Ao site The Wrap, a mãe da atriz, Britanny Perrineau, negou que qualquer pessoa tenha pedido dinheiro a Miller em nome de sua filha ou da família. Esta afirmação seria uma forma do perpetrador mudar a perspectiva da denúncia para se apresentar como vítima. A polícia de Los Angeles está investigando o caso.

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    Estúdio de Lars von Trier é investigado pela polícia dinamarquesa após denúncias de assédio sexual

    13 de novembro de 2017 /

    A polícia da Dinamarca abriu investigações sobre o Zentropa, maior estúdio de cinema do país, fundado pelo diretor Lars von Trier, responsável por obras como “Ninfomaníaca” (2013), “Melancolia” (2011) e “Anticristo” (2009). Segundo o jornal local Politiken, nove ex-funcionárias denunciaram o estúdio por conta do ambiente tóxico e “impregnado” por uma cultura abusiva de assédio sexual. “Acho que todos os contratados do Zentropa já foram expostos ou testemunharam condutas sexuais e provocações. Era parte da cultura de lá”, afirmou Meta Louise Foldager Sørensen, uma ex-produtora do estúdio. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês, as ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. De acordo com as vítimas, Jensen teria segurado no seio das funcionárias e até pedido para que elas ajoelhassem e fossem “espancadas”. As vítimas favoritas eram as estagiárias mais jovens, a quem ele adorava humilhar em festas de fim de ano da firma. “Vi muitas mulheres serem diminuídas”, declarou a escritora Anna Mette Lundtofte. “Segundo o slogan do Zentropa, eu fazia parte de uma ‘cultura alternativa de trabalho’, mas na realidade o que encontrei foi uma estrutura patriarcal e defasada.” Peter Aalbaek Jensen, CEO do Zentropa até 2016, detém 25% da empresa junto a Von Trier. Em sua defesa, ele disse que não se lembra de nenhum destes episódios, mas afirmou que eles “provavelmente aconteceram”. Ele também negou que o estúdio tenha uma cultura abusiva. “Estou interessado em testar limites”, justificou ele. “Não em submissão e degradação. Sei que houve momentos em que fui longe demais. E eu aceito isso. A questão é se você é um líder adorado ou não. E eu não fui um líder adorado.” O atual CEO do estúdio, Anders Kjaerhauge, defendeu a empresa e alegou que “esse não é o Zentropa que eu conheço”, mas não descartou mudanças no ambiente de trabalho. Já o diretor Lars Von Trier não se manifestou. Ele foi acusado de assédio pela cantora islandesa Björk, durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, mas não é alvo da investigação sobre o estúdio.

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    Promotoria de Los Angeles cria equipe para investigar denúncias de abuso sexual em Hollywood

    10 de novembro de 2017 /

    A promotoria de Los Angeles anunciou, na quinta-feira (9/11), a criação de uma equipe especial para analisar e investigar as numerosas denúncias de abuso sexual que estão surgindo contra celebridades de Hollywood. Lacey explicou, contudo, que, até o momento, não recebeu qualquer denúncia passível de ser levada à Justiça. “Estamos em contato com os departamentos de polícia de Los Angeles e Beverly Hills, que abriram diversas investigações, incluindo contra o produtor Harvey Weinstein, o diretor James Toback e o ator Ed Westwick”, disse a promotora Jackie Lacey, em entrevista coletiva. Por enquanto, os casos estão em fase investigativa e ainda não possuem elementos suficientes para o início de processos. Além da investigação em Los Angeles, a imprensa americana informou que o promotor do distrito de Manhattan está preparando uma denúncia contra Weinstein com base na acusação feita pela atriz Paz de la Huerta. Também há investigações em curso pela polícia de Londres, envolvendo Weinstein e o ator Kevin Spacey. Após denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, no início de outubro, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes acusações de assédio, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios.

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    Polícia de Nova York revela que prisão de Harvey Weinstein é iminente

    3 de novembro de 2017 /

    A acusação de estupro da atriz Paz de la Huerta (série “Boardwalk Empire”) contra Harvey Weinstein deverá resultar na prisão do produtor. O detetive Robert Boyce, da polícia de Nova York, afirmou à agência Associated Press que a denúncia é consistente e já há evidências apuradas. Segundo a agência, numa reunião interna da equipe policial, Boyce também disse que, se Weinstein estivesse em Nova York neste momento e o estupro alegado tivesse sido recente, “nós iremos imediatamente fazer a prisão. Sem dúvida”. Mas como Weinstein está em outro estado e as alegações falam num estupro acontecido há sete anos, os investigadores devem reunir mais provas em primeiro lugar. Paz de la Huerta fez as acusações na revista Vanity Fair, onde relatou que foi vítima de dois estupros de Weinstein em Nova York, com pouco mais de um mês de diferença. O primeiro aconteceu em novembro de 2010, quando o produtor se ofereceu para levá-la a seu apartamento e pediu para subir e tomar uma bebida. “Senti medo, não foi consensual, tudo aconteceu muito rápido… Ele se colocou dentro de mim… quando acabou disse que me ligaria. Fiquei na cama em choque”, disse a atriz, que tinha 26 anos na ocasião. O segundo estupro teria acontecido em dezembro do mesmo ano. O produtor, embriagado, apareceu em seu edifício e exigiu subir até o apartamento. “Foi repugnante, é como um porco. (…) me estuprou”. Além de contar a história para a imprensa, ela tomou coragem para denunciar o produtor na polícia, o que a maioria das acusadoras de Weinstein não fez. Mais de 90 mulheres já acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro, segundo levantamento da atriz italiana Asia Argento, desde que Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, em reportagem do jornal The New York Times publicada em 5 de outubro. A denúncia encorajou diversas estrelas famosas a compartilharem suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Asia Argento. E há três semanas o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão de Weinstein com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica) e do PGA (Sindicato dos Produtores). Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédio na indústria do entretenimento. Apenas contra o diretor James Toback, já passam de 300 denúncias. Weinstein insiste que todas as relações foram consensuais. Sua porta-voz Holly Baird afirmou à AFP que o produtor iniciou terapia e busca um “melhor caminho”. “Ele espera que, se conseguir progredir o suficiente, receberá uma segunda chance”.

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    Ministério Público de São Paulo investiga Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola

    24 de outubro de 2017 /

    O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) abriu um inquérito para investigar o filme “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”. Segundo apurou a revista Veja, o motivo foi o descumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O problema não tem relação com a polêmica sobre pedofilia do filme. Trata-se de um detalhe técnico. O material de divulgação teria omitido a classificação indicativa do longa. No pôster e nos trailers, em vez da classificação etária, a distribuidora usou a frase “O pior aluno da escola nunca verifica a classificação indicativa do filme”. O inquérito foi aberto pelo MPSP no dia 11 de outubro, véspera da estreia do longa-metragem. Além da investigação em curso, o promotor Eduardo Dias ainda enviou informações para o Ministério Público Federal (MPF) alertando que o filme é baseado no livro de mesmo nome escrito por Danilo Gentili. A obra possui um aviso na capa indicando que a leitura é inadequada para menores de 18 anos, mas o filme, com cenas gráficas de pedofilia e escatologia, recebeu classificação indicativa para maiores de 14 anos. Veja abaixo o pôster e o trailer do filme.

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    Primeiro trailer de A Casa Torta revela mistério clássico de Agatha Christie

    4 de outubro de 2017 /

    A Sony divulgou três pôsteres internacionais e o primeiro trailer de “A Casa Torta” (Crooked House), filme baseado no romance homônimo de Agatha Christie. A prévia mostra um assassinato e sugere que todos os membros da família do morto são suspeitos. “A Casa Torta” é uma das poucas histórias de Agatha Christie que nunca foram filmadas. Publicado em 1949, o livro é uma história clássica de mistério com a marca da escritora. Na trama, o detetive Charles Hayward tem a missão de descobrir quem foi o responsável pela morte do milionário Aristide Leonides, patriarca idealizador da famosa “casa torta”, curiosa moradia que dividia com filhos, netos, noras, cunhada e sua esposa, 50 anos mais jovem. O elenco traz Max Irons (“A Dama Dourada”) como o detetive, e um grande elenco de suspeitos, entre eles Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”), Christina Hendricks (série “Mad Men”), Gillian Anderson (série “Arquivo X”), Stefanie Martini (série “Doctor Thorne”), Amanda Abbington (série “Sherlock”), Honor Kneafsey (“Já Estou com Saudades”) e Terence Stamp (“Grandes Olhos”) A adaptação tem direção de Gilles Paquet-Brenner (“Lugares Escuros”), que também mexeu no roteiro de Julian Fellowes (criador da série “Downton Abbey”) e Tim Rose Price (“Rapa Nui”). Ainda não há previsão para a estreia.

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