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  • Filme

    Bilheteria | “Furiosa” e “Garfield” travam luta pelo 1º lugar nos Estados Unidos

    26 de maio de 2024 /

    Os dois filmes disputam a liderança em um dos piores feriadões do Memorial Day para o cinema em quase três décadas

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  • Filme

    Trailer | Zachary Levi tem um lápis mágico na nova fantasia de Carlos Saldanha

    22 de maio de 2024 /

    Diretor de "A Era do Gelo" e "Rio" assina a adaptação do clássico infantil "Harold e o Lápis Mágico"

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  • Filme

    Bilheteria | “Amigos Imaginários” estreia em 1º lugar nos Estados Unidos

    19 de maio de 2024 /

    Fantasia infantil estrelada por Ryan Reynolds arrecada US$ 35 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte

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  • Série

    Os Thundermans ganham série derivada

    16 de maio de 2024 /

    Os irmãos mais jovens da família, Max, Phoebe e Chloe, serão os protagonistas de um novo spin-off da popular comédia infantil de super-heróis

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  • Filme

    Trailer | Ryan Reynolds vê “Amigos Imaginários” em fantasia infantil

    12 de abril de 2024 /

    Filme do diretor de "Um Lugar Silencioso" mistura animação computadorizada e atores reais, e estreia em maio nos cinemas

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  • Filme

    Trailer | Pica-Pau vai parar num Acampamento de Férias em seu novo filme

    29 de março de 2024 /

    Segundo filme live-action do personagem animado, "Pica-Pau: As Férias no Acampamento" será lançado pela Netflix em abril

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  • Filme

    Estreias | “Duna 2” e indicados ao Oscar são principais novidades de cinema

    29 de fevereiro de 2024 /

    Além do blockbuster de ficção científica, as telas recebem três indicados ao Oscar de Melhor Filme Internacional: "Eu, Capitão", "A Sala dos Professores" e "Dias Perfeitos"

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  • Filme,  Série

    Estreias | Nova temporada de “Halo” e “As Marvels” chegam ao streaming

    9 de fevereiro de 2024 /

    Série da Paramount+ e filme da Disney+ são destaques entre as 10 novidades que merecem atenção na semana

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  • Filme

    Estreias | Indicado a 11 Oscars, “Pobres Criaturas” chega aos cinemas

    1 de fevereiro de 2024 /

    A programação de estreias desta quinta (1/2) tem filmes premiados e com avaliações altamente positivas da crítica. Só que, entre os três lançamentos mais amplos, apenas “Pobres Criaturas” se encaixa nessa descrição. Favorito a colecionar estatuetas do Oscar (são 11 indicações), a fantasia com performance consagradora de Emma Stone divide espaço com a comédia de ação “Argylle – O Superespião”, destruída pela imprensa dos Estados Unidos, e a produção infantil nacional “Gato Galático e o Feitiço do Tempo”, mais um projeto de influencer digital em busca do público de cinema. Sem chances de gerar bilheterias blockbusters, os três chegam em circuito médio, com cerca de 200 telas cada. O circuito limitado ainda recebe dois lançamentos sul-americanos impactantes e avassaladores em seu terror – sobrenatural e baseado em fatos históricos. Confira a lista completa.   POBRES CRIATURAS   A fantasia gótica que volta a juntar Emma Stone e o diretor Yorgos Lanthimos após “A Favorita” (2018) é um “Frankenstein” feminista e sexual. Adaptação do romance de 1992 de Alasdair Gray, roteirizada por Tony McNamara (também de “A Favorita”), a trama desenrola-se num passado alternativo, rico em elementos góticos e steampunk da era vitoriana – com visual reminiscente de “Metrópolis” (1927) – e acompanha Bella Baxter, uma criatura renascida através dos experimentos de um cientista (Willem Dafoe, de “Aquaman”) com o corpo de uma mulher adulta recém-falecida, mas o cérebro de um bebê. À medida que Bella se adapta à sua nova existência, ela começa a aprender e a se desenvolver rapidamente, adquirindo linguagem e conhecimento sobre o mundo que a rodeia. É quando um advogado aventureiro, vivido por Mark Ruffalo (o Hulk de “Os Vingadores”), fica fascinado por sua existência e decide introduzi-la ao mundo exterior, guiando-a por diversas cidades europeias, onde ela vivencia uma série de experiências que moldam sua compreensão sobre a vida, a sexualidade e as interações humanas. Ao longo de sua jornada, Bella transforma-se em uma mulher autêntica, com desejos e ambições, ao mesmo tempo em que desafia as convenções sociais de sua época. A história não é nova, já tendo sido levada ao cinema em “A Prometida” (1985), uma revisão feminista de “A Noiva de Frankenstein” (1935). Mas a abordagem revigora o material com um visual impressionante – dos efeitos à paleta de cores – e uma performance audaciosa de Emma Stone, principalmente em seus aspectos físicos. A atriz usa seu corpo e expressões faciais para comunicar a evolução de Bella, e explorar seu despertar sexual com uma franqueza e uma intensidade raras. Pelo desempenho desinibido, ela já foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Veneza, Globo de Ouro e Critics Choice. Com uma proposta que entrelaça a absurdidade com questões existenciais, “Pobres Criaturas” está indicado a 11 Oscars, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro e Atriz.   ARGYLLE – O SUPERESPIÃO   A comédia de ação mantém a assinatura estilística do diretor Matthew Vaughn, que se especializou em pastiches de James Bond na franquia “Kingsman”. A trama segue Elly Conway, uma romancista interpretada por Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), conhecida por livros de espionagem, especificamente sua criação Agente Argylle, um espião bonitão imaginado como Henry Cavill (“O Homem de Aço”) com um penteado dos anos 1990. Os problemas começam quando a obra transcende a ficção e começa a se manifestar no mundo real. A premissa intrigante – mas que lembra outros filmes – gira em torno de como os enredos fictícios de Elly se alinham perigosamente com eventos do mundo real da espionagem, levando-a a uma aventura inesperada ao lado de Aidan, um espião de verdade vivido por Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), que é bem diferente de sua visão romanceada da profissão. O filme se desdobra com Elly sendo arrastada para um turbilhão de eventos que imitam suas próprias criações literárias, onde a fronteira entre ficção e realidade se torna cada vez mais tênue. Apesar de um elenco estelar, que ainda inclui Bryan Cranston (“Breaking Bad”) e Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”), “Argylle” é sobrecarregado por reviravoltas confusas e um estilo visual que, ao tentar impressionar, sucumbe ao exagero dos efeitos especiais. Cheio de clichês com a desculpa da “metalinguagem”, o filme não funciona como comédia e não se leva a série como thriller de ação. Resultado: apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes.   GATO GALÁCTICO E O FEITIÇO DO TEMPO   Seguindo os passos de Luccas Neto, o youtuber Ronaldo Souza também tenta fazer sua transição do digital para a película. Seu segundo filme como Gato Galáctico gira em torno de um relógio especial que o leva a Cronópolis, uma cidade sob a maldição do vilão Perpétuo, interpretado por Daniel Infantini. Na busca para desfazer o feitiço e salvar crianças desaparecidas, ele encontra aliados e descobre mais sobre seu passado. O filme explora temas como amizade, coragem e a importância das relações familiares, elementos comuns em produções voltadas para o público infantil. Dirigido por Rodrigo Zanforlin e com roteiro de André Brandt e Gui Cintra, o filme tenta transpor a popularidade de Gato Galáctico do ambiente digital para o cinema, um desafio que envolve capturar a essência do criador de conteúdo de uma maneira que ressoe tanto com seu público fiel quanto com novos espectadores. Apesar da proposta aventureira e do esforço em criar uma história com elementos fantásticos, como o relógio mágico e o cenário de Cronópolis, “Gato Galáctico e o Feitiço do Tempo” enfrenta desafios para convencer nos cinemas, especialmente no que tange à profundidade dos personagens e à coesão do enredo. A produção acaba sendo um compilado dos principais defeitos do cinema infantil brasileiro, com interpretação teatral (tudo é exagerado), diálogos recitados (falas não naturais) e muitos furos narrativos (não precisa aprofundar, porque é para crianças).   O MAL QUE NOS HABITA   O terror argentino mergulha o espectador em uma atmosfera rural carregada de tensão e medos ancestrais. Dirigido e roteirizado por Demián Rugna, que ganhou boa reputação no gênero com “Aterrorizados” (2017), o filme se passa em uma região isolada da Argentina, onde dois irmãos se deparam com sinais de uma presença maligna após escutarem disparos na calada da noite. Sem demora, eles encontram uma cena macabra que sinaliza o início de uma série de eventos sobrenaturais ligados a uma possessão demoníaca que assola a comunidade local. A história evolui a partir da descoberta de um jovem moribundo, conhecido como “podre”, vítima de uma entidade demoníaca que busca se manifestar fisicamente. Na tentativa de conter essa ameaça, os irmãos se veem enredados em uma trama de desespero e violência, onde cada decisão os leva a enfrentar consequências cada vez mais terríveis. O filme explora temas de exorcismo e influências malignas de forma inovadora, evitando clichês do gênero e construindo um enredo onde as crenças populares e os rituais de proteção se misturam com a urgência de combater um mal que se espalha como praga. Rugna cria uma atmosfera opressora, onde o medo e a paranoia se manifestam tanto nas paisagens desoladas quanto nos atos extremos de violência. “Quando o Mal Espreita” se destaca não apenas pela sua abordagem original da possessão demoníaca, mas também pelo modo como insere o espectador em um cenário onde o horror é palpável e a luta pela sobrevivência se entrelaça com a perda da inocência e da humanidade. Com sua narrativa ágil e momentos de tensão ininterrupta, trata-se de uma experiência marcante para os aficionados pelo gênero.   OS COLONOS   O “western” ambientado na Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul, é uma paulada, que retrata a brutalidade do colonialismo no início do século 20. A trama segue a missão sangrenta ordenada por um poderoso proprietário de terras, que busca estabelecer uma rota para seus rebanhos através do território, sem consideração pelas vidas indígenas. Ele recruta um ex-soldado escocês, um mercenário americano e um jovem mestiço de habilidades notáveis com armas para “limpar a ilha”, um eufemismo para a eliminação violenta dos povos nativos. A jornada dos personagens através das vastas e belas paisagens da região é marcada por conflitos e atrocidades, refletindo a crueldade e a ganância inerentes à expansão colonial. A natureza deslumbrante da região, com suas planícies gramadas, montanhas e florestas, contrasta agudamente com a violência dos homens, destacando a pequenez de suas ambições diante da magnitude da terra. O filme, que marca a estreia do diretor chileno Felipe Gálvez, desloca a narrativa para uma discussão política, quando um oficial do governo confronta o latifundiário sobre sua reputação e o tratamento dos indígenas, buscando uma narrativa unificadora para a nação, apesar do genocídio. Premiado pela crítica no Festival de Cannes, “Os Colonos” resulta numa poderosa condenação da identidade nacional construída à custa de atrocidades, desafiando a glorificação da conquista e a complexidade da história colonial da América do Sul.

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  • Filme

    Por que o filme da “Turma da Mônica Jovem” tem elenco diferente?

    16 de janeiro de 2024 /

    O sucesso dos primeiros filmes e da série da “Turma da Mônica” deixou muitos fãs revoltados com a troca de intérpretes para a produção do longa da “Turma da Mônica Jovem”, a ponto de render uma petição online. Com o título de “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo”, a produção estreia nesta quinta (18/1) no Brasil. Por ironia, as reclamações foram resultado do grande acerto na escalação dos atores das primeiros adaptações live-action dos quadrinhos de Mauricio de Sousa. O público se apaixonou por Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Com isso, sobrou hate para seus substitutos. Até Sophia Valverde, que protagonizou as novelas de Poliana do SBT, sofreu rejeição. Mas se o elenco original foi um sucesso, por que mudaram a escalação? Ainda mais que “Turma da Mônica Jovem” reflete a passagem do tempo e mostra os personagens no começo da adolescência, idade atual dos intérpretes originais. Existe uma resposta oficial. O produtor-executivo de audiovisual da Mauricio de Sousa Produções (MSP), Marcos Saraiva, revelou, em entrevista à Folha de São Paulo no ano passado, que o elenco foi alterado por conta de uma série de fatores, sendo dois deles a idade dos personagens e os direitos de adaptação de obra, apontando que “Turma da Mônica” e a “Turma da Mônica Jovem” são propriedades diferentes. A desculpa da idade dos personagens não cola, porque Giulia Benite está com 15 anos, exatamente a idade da Mônica em sua versão Jovem. Sophia Valverde, ao contrário, terá que fingir ser mais nova no filme, por ter atingido 18 anos. O restante da turma traz Xande Valois (“Um Tio Quase Perfeito”) como Cebola, Bianca Paiva (“Chiquititas”) como Magali, Theo Salomão (“Escola de Gênios”) como Cascão e Carol Roberto (“The Voice Kids”) como Milena – com idades variando entre 18 e 19 anos.   Siga o dinheiro Já a questão dos direitos de adaptação traz à tona um ponto interessante. Afinal, ambas as publicações são originárias da MSP. Mas basta ver quem produziu os filmes para reparar que a empresa cometeu o mesmo erro de iniciante da Marvel. Visando obter mais dinheiro, a MSP negociou “Turma da Mônica” e “Turma da Mônica Jovem” com estúdios diferentes – como a Marvel fez com os X-Men e o Homem-Aranha, antes de assumir suas próprias produções. Os filmes da “Turma da Mônica” tiveram parceria com a Paramount, Globo Filmes, Paris Filmes e outras empresas, incluindo Quintal e Biônica Filmes, enquanto “Turma da Mônica Jovem” vem pela Sony e outros parceiros, como Bronze Filmes, BeBossa Entertainment e Imagem Filmes. Empresas completamente diferentes. Curiosamente, Marcos Saraiva disse à Folha que o estúdio não queria repetir o “erro” da Marvel, vinculando protagonistas aos mesmos atores, como em “Os Vingadores”, e apontando que os cachês sobem conforme os artistas se tornam famosos. Eles ainda poderiam se recusar a voltar aos papéis. É por isso, por sinal, que a Marvel fecha contratos para até seis filmes quando define os protagonistas – seria um “acerto” da Marvel, então? Ou seja, para não cometer um “erro” da Marvel, a MSP cometeu outro. A leitura que se pode fazer desse negócio é que houve pressa – não é possível saber se o pagamento pelos direitos foi antecipado no fechamento do contrato. E também subestimou-se a possibilidade de sucesso continuado do elenco dos filmes originais, já que o filme da “Turma da Mônica Jovem” só saiu do papel após dois longas e uma série, tempo suficiente para o elenco da “Turma da Mônica” atingir a idade certa para estrelá-lo. Outro detalhe é que a MSP adiantou planos para fazer uma trilogia da “Turma da Mônica Jovem”. Só que o novo elenco escalado já está mais velho que os personagens no filme inicial. Se os lançamentos refletirem o espaçamento de dois anos, que ocorreu entre “Laços” e Lições”, Sophia Valverde terá 22 no último longa, idade de formatura na faculdade – e ela é uma das mais novas desse casting. A Mônica jovem ainda está no Ensino Médio nos gibis de Mauricio. Entretanto, as mudanças não se resumem ao elenco. Envolvem toda a equipe de produção, incluindo direção e roteiro, e até a própria abordagem da franquia, que deixa de lado o foco principal na jornada de amadurecimento para contar uma história mais convencional, com elementos sobrenaturais. A estreia de “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo” nos cinemas nesta quinta (17/1) permitirá ver pra valer a reação do público diante de tantas diferenças. O lado positivo para a MSP – e seus novos parceiros – é que a franquia é tão famosa que pode originar mais um sucesso.

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  • Filme

    Ryan Reynolds vê “Amigos Imaginários” em trailer de fantasia infantil

    14 de dezembro de 2023 /

    A Paramount divulgou o trailer de “Amigos Imaginários” (IF), comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds (o “Deadpool”) vê criaturas concebidas pela imaginação de crianças. Mistura de live-action e animação, o filme acompanha um perplexo Reynolds e sua filha, interpretada por Cailey Fleming (a Judith de “The Walking Dead”), sendo convencidos a usarem a capacidade de ver Migs (os amigos imaginários) para ajudar as adoráveis criaturas a superarem o trauma de serem esquecidos por crianças que já cresceram. Entristecidos por ficarem sozinhos, os Migs se unem aos dois na tentativa de serem lembrados por alguém antes de desaparecerem completamente. O filme tem roteiro e direção de John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”), que também coestrela a produção como uma das vozes dos Migs, junto com sua esposa Emily Blunt (também de “Um Lugar Silencioso”), Phoebe Waller-Bridge (“Indiana Jones e a Relíquia do Destino”), Matt Damon (“Jason Bourne”), Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), Steve Carell (“Space Force”), Vince Vaughn (“Freaky – No Corpo de um Assassino”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Maya Rudolph (“Fortuna”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Louis Gossett Jr (“Watchmen”) e muitos outros. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Morreu Marty Krofft, criador dos Banana Splits, “A Flauta Mágica” e “O Elo Perdido”

    26 de novembro de 2023 /

    Marty Krofft, um dos nomes mais influentes na programação televisiva infantil, morreu no sábado (25/11) aos 86 anos, vítima de insuficiência renal. Em parceria com seu irmão Sid, Marty criou um império no entretenimento, marcando época com programas inesquecíveis como “Banana Splits” e “O Elo Perdido”. Nascido em Montreal em 9 de abril de 1937, Marty encontrou no teatro de marionetes, juntamente com Sid, um caminho para a criatividade e inovação.   Banana Splits Os irmãos Krofft iniciaram sua carreira como fantocheiros e logo foram recrutados pela rede NBC em 1968 para criar as fantasias da parte live-action de “Banana Splits”. Psicodélica e inovadora, a série apresentava segmentos animados e um seriado de aventura live-action (“A Ilha do Perigo”) ancorados pela apresentação de quatro personagens carismáticos – o cachorro Fleegle, o gorila Bingo, o leão Drooper e o elefante Snorky. A genialidade dos Krofft se manifestou na criação desses personagens únicos e no design de suas fantasias. Cada personagem tinha uma personalidade distinta e, juntos, formavam uma banda de rock que encantava crianças – e enfrentava o clube das Uvas Azedas – todas as manhãs de sábado de 1968 a 1970. A série fez História ao introduzir um novo formato de entretenimento, com apresentadores de desenhos e contexto musical, estabelecendo um padrão para futuros programas infantis. Reprisada por várias décadas, é lembrada até hoje.   A Flauta Mágica e os Monstros Marinhos O sucesso de “Banana Splits” abriu portas para que em 1969 os irmãos criassem “A Flauta Mágica” (H.R. Pufnstuf), uma série sobre um garoto náufrago em uma ilha mágica, que representou outro avanço significativo na televisão infantil da época. Combinando atores com personagens em fantasias extravagantes e um cenário muito colorido, a produção foi outra explosão psicodélica na telinha. A história girava em torno de Jimmy, um jovem que chega a uma ilha mágica após ser atraído por Witchiepoo, uma bruxa malvada, que deseja roubar sua flauta mágica falante. Logo ao chegar, Jimmy encontra Pufnstuf, um amigável dragão e prefeito da ilha, que o ajuda a tentar retornar para casa enquanto protege sua flauta mágica. Apesar disso, Jimmy nunca saiu da ilha, porque a série foi cancelada após 17 episódios. Em seguida, eles criaram “Buggaloos” (1970), sobre uma banda de rock formada por insetos, e “Lidsville” (1971), em que um adolescente vai parar num mundo de chapéus falantes. Ambas foram inovadoras e muitas vezes surreais, mas o melhor ainda estava por vir. Em 1973, os Krofft voltaram à fantasia sobrenatural com um projeto de dinâmica e visual semelhante à “A Flauta Mágica”: “Sigmund e os Monstros Marinhos”. A série acompanhava Sigmund, um amigável monstro marinho que foi expulso de sua casa por sua família por não querer assustar humanos. Ele logo encontra amizade em dois irmãos surfistas, Johnny e Scott, que o escondem em seu clube secreto. A série explorava temas como aceitação, amizade e a importância de ser verdadeiro consigo mesmo, tudo dentro de um cenário lúdico e colorido. Durou duas temporadas, até 1975, quando os Marty e Sid já estavam priorizando sua atração mais lembrada.   O Elo Perdido Lançado em 1974, “O Elo Perdido” (The Land of the Lost) foi o projeto mais ambicioso dos Krofft e representou outro marco na programação infantil. Ambientada em um mundo pré-histórico, a série de aventura narrava as aventuras da família Marshall, que, após um acidente durante um passeio de bote, ia parar em uma terra desconhecida habitada por dinossauros, os misteriosos Pakuni (hominídeos com sua própria língua e cultura) e os temíveis Sleestak (reptilianos humanoides inteligentes que os caçavam). A mistura de ação ao vivo e efeitos especiais inovadores para a época tornaram a atração um fenômeno de audiência. A produção se destacou por seu uso pioneiro de efeitos especiais e animatrônicos, especialmente na criação dos dinossauros e dos Sleestak. Essa abordagem atraiu o público para acompanhar a jornada da família Marshall em busca do caminho de casa. Junto da aventura, a trama apresentava temas como cooperação, resiliência e a importância do conhecimento e da inovação. Além disso, cada personagem da família Marshall – Rick, Will e Holly – tinha suas próprias forças e vulnerabilidades, criando uma dinâmica familiar como poucas séries da época. Com três temporadas, “O Elo Perdido” não foi apenas um sucesso de audiência. Ele se tornou um elemento cultural significativo, evidenciado por sua popularidade duradoura, reprises, adaptações e a presença contínua na cultura pop.   Outros projetos Além dessas produções emblemáticas, os Kroffts produziram uma variedade de outros programas nos anos 1970 – incluindo as sci-fi “The Lost Saucer” e “Far Out Space Nuts” em 1975, e vários projetos derivados da sitcom “A Família Brady” (The Brady Bunch). Destacam-se na lista “Mulher Elétrica e Garota Dínamo” (Electra Woman and Dyna Girl), uma série de super-heroínas da era das discotecas, que combatiam o crime com trajes estilosos, e “Dr. Shrinker”, sobre um cientista louco que inventa um raio redutor e encolhe um grupo de jovens. Ambas foram exibidas em 1976 e, embora não tenham repetido o sucesso das anteriores, também influenciaram produções que se seguiram. Nos anos 1980, eles buscaram variar suas produções com “Pryor’s Place”. Lançada em 1984, a atração era ambientada em um ambiente urbano e estrelada pelo renomado comediante Richard Pryor. Misturando humor, música e fantoches para tratar de questões importantes como bullying e inclusão, a produção foi outra iniciativa pioneira dos Krofft, reconhecida com uma indicação ao Emmy. Mas a presença de um astro conhecido por fazer humor adulto num programa infantil foi considerada ousada demais para o público conservador, fazendo com que só durasse uma temporada. Em compensação, os irmãos tiveram um de seus maiores e mais inovadores sucessos logo depois, juntando fantoches e sátira política. Diferentemente de suas produções infantis, “D.C. Follies” foi primeiro programa dos Krofft direcionado a um público adulto. Os episódios se passavam em uma taverna fictícia em Washington, D.C., onde marionetes de figuras políticas conhecidas interagiam com o barman humano, interpretado por Fred Willard. Os personagens representavam figuras políticas reais, como presidentes e jornalistas, e a série comentava, de forma humorística, os eventos e a política da época. Durou duas temporadas, de 1987 a 1989, e recebeu duas indicações ao Emmy. Exibida no começo da década de 1990, “Toby Terrier and His Video Pals” foi uma tentativa dos Krofft de se adiantarem às mudanças tecnológicas. A série girava em torno de Toby Terrier, um cão animado, e seus amigos, e foi uma das primeiras a incorporar interatividade, utilizando uma tecnologia especial que permitia às crianças interagir com o programa por meio de um brinquedo específico. Novamente, demonstraram estar à frente de seu tempo.   Últimas produções Eles passaram vários anos fazendo especiais temáticos e programas musicais antes de emplacar outra série original, “Mutt & Stuff”, lançada em 2015 na Nickelodeon. Este programa infantil focava em Cesar Millan, conhecido como um “Encantador de Cães”, e seu filho Calvin, em um ambiente povoado tanto por cães reais quanto por fantoches caninos. Com viés educativo, o programa ensinava às crianças lições valiosas sobre o cuidado com os animais, amizade e respeito pela diversidade. Suas duas temporadas foram indicadas a quatro prêmios Emmy. Nos últimos anos, o catálogo clássico dos Kroffs também tem sido revisitado em vários projetos de remakes, desde o filme “O Elo Perdido” (2009), com Will Ferrell e Danny McBride, até a série “Sigmund e os Monstros Marinhos” (2016) na Amazon, sem esquecer um terror trash estrelado pelos personagens de “Banana Splits” em 2019. O legado de Marty Krofft vai muito além dos programas que ele criou. Produtor e roteirista, ele inspirou gerações de criadores de conteúdo e foi homenageado, junto do irmão Sid, com um Prêmio Especial em 2018 pelas realizações da carreira no Daytime Emmy, o principal prêmio da programação diurna da TV americana. Ainda vivo, seu irmão mais velho se despediu nas redes sociais com um texto emocionado. “Estou desolado com a perda do meu irmão mais novo. Sei o que todos vocês significavam muito para ele. Foram vocês que fizeram tudo isso acontecer. Obrigado por estarem conosco todos esses anos. Com amor, Sid.” Lembre abaixo a abertura de algumas séries clássicas concebidas com a criatividade dos Kroffts.

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  • Filme

    Kenan e Kel são substituídos por robôs no trailer de “A Guerra do Hambúrguer 2”

    30 de outubro de 2023 /

    A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer da comédia “A Guerra do Hambúrguer 2”, continuação do filme de 1997, que volta a reunir Kenan Thompson (“Saturday Night Live”) e Kel Mitchell (“Game Shakers”). Para quem não lembra, na época do filme original eles tinham sua própria série no canal pago infantil Nickelodeon, “Kenan e Kel: Dois Caras Muito Doidos”. Na prévia, eles continuam trabalhando como balconistas na mesma lanchonete de fast food do filme de 26 anos atrás, mas após fecharem acordo com uma megacorporação para lançar uma franquia, são demitidos e substituídos por robôs. O roteiro foi escrito por Kevin Kopelow e Heath Seifert (roteiristas do original) e a direção é de Phil Traill (“Maluca Paixão”). A estreia está marcada para 22 de novembro.

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