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  • Filme

    Power Rangers alonga história de origem e frustra fãs que esperavam mais ação

    24 de março de 2017 /

    Para crianças e adolescentes que viveram nos anos 1990, “Power Rangers” era um verdadeiro evento. Quem estudava no período matutino, o desejo era de que as aulas acabassem imediatamente para assistir a 20ª reprise de um episódio. Já para os alunos do período vespertino, abandonar a etiqueta para almoçar em frente à TV era uma infração diária. Além do mais, era uma opção de entretenimento voltado tanto para garotos quanto para meninas com sobrevida fora da tela, pois os brinquedos dos personagens eram itens obrigatórios na casa de toda família. Portanto, a tentativa de resgate dos Power Rangers nos cinemas – 20 anos após o fiasco de “Power Rangers: Turbo” – tinha tudo para agradar. No entanto, o diretor Dean Israelite (“Projeto Almanaque”), com base em um roteiro escrito por John Gatins (indicado ao Oscar por “O Voo”), parece mais preocupado em atrair novos fãs do que contar com o benefício de já ter um público assegurado pelo poder da nostalgia. De tão preocupado em entregar uma história de origem, essa versão de 2017 parece menos um filme sobre os Power Rangers e mais uma ficção científica teen qualquer, confundível com diversos exemplares do gênero. O desregrado Jason (Dacre Montgomery, um Zac Efron genérico e simpático que o orçamento permitiu contratar) é o protagonista e inevitável Ranger Vermelho aqui. Preso em um programa de reabilitação após se envolver em um acidente automobilístico, o rapaz acaba fazendo amizade rapidamente com Billy (RJ Cyler) e Kimberly (Naomi Scott), também fãs de algumas transgressões. As habilidades sobre-humanas são herdadas quando invadem uma mina abandonada local, cada um levando consigo uma pedra preciosa com colorações diferentes que os transformam em guerreiros em luta para salvar o planeta que habitam. Simultaneamente, caem de paraquedas nesse balaio Zack (Ludi Lin) e Trini (Becky G.), outros jovens que formarão o quinteto esperado de rangers. Mesmo com um primeiro ato em que nem todos são contemplados com a mesma atenção, é possível dizer que “Power Rangers” encaminha sua intenção de fincar as suas garras em uma geração moderna. Mas tudo cai por terra quando o filme finalmente mostra as novas faces de Zordon (Bryan Cranston), o robô Alpha 5 (voz de Bill Hader) e a vilã Rita Repulsa (Elizabeth Banks). Extremamente tedioso, o segundo ato de “Power Rangers” peca principalmente por alongar as informações sobre as responsabilidades que esses jovens precisarão assumir, preparando um processo de adequação em forma de treinamento que só adia a ação que os fãs tanto querem ver. É como se o filme ignorasse os atrativos do material original, preferindo andar em círculos. Só lá nos 25 minutos finais as engrenagens entram em seus lugares para dar algum movimento a “Power Rangers”, com todas as criaturas bizarras ganhando vida pelo cajado de Rita Repulsa, enquanto os rangers vão descobrindo o potencial de destruição de seus veículos, que unidos formam o Megazord. Muitos fãs vão vibrar nesse clímax, mas a sensação é de que, com a duração de um longa-metragem, fizeram o equivalente a meio episódio da série original. O produto final não se compara com a ilustração atrativa de sua embalagem.

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  • Filme

    As Aventuras do Capitão Cueca ganha trailer dublado

    23 de março de 2017 /

    A Fox divulgou a versão dublada em português do trailer da animação do “Capitão Cueca”. A prévia revela a origem do impagável personagem-título, extraído dos livros da franquia infantil “As Aventuras do Capitão Cueca”, do escritor americano Dav Pilkey. Produção original da DreamWorks Animation, a trama gira em torno de dois amigos de escola, George e Harold, que conseguem hipnotizar o terrível diretor Sr. Krupp e transformá-lo em um irreverente super-herói. O elenco de dubladores original inclui Kevin Hart (“Um Espião e Meio”) como George e Thomas Middleditch (série “Silicon Valley”) como Harold, além de Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) no papel do Capitão Cueca. Kristen Schaal (série “The Last Man on Earth”) e Jordan Peele (série “Key and Peele”) também estão no elenco de vozes. O roteiro é de Nicholas Stoller (“Cegonhas”) e a direção de David Soren (“Turbo”). “As Aventuras do Capitão Cueca” estreia em 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. E ganhou o indefectível subtítulo “O Filme”. O filme vai se chamar “As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme” porque o público brasileiro deve ser estúpido e achar que está comprando livros ou ligando a TV quando adquire ingressos de cinema. Tem outra explicação para a quantidade anormal de lançamentos com o subtítulo “O Filme” no país?

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  • Filme

    Primeiro trailer da animação revela a origem do Capitão Cueca

    22 de março de 2017 /

    A DreamWorks Animation divulgou o primeiro trailer da animação do “Capitão Cueca”. Com apresentação dos dubladores, falada em inglês e sem legendas, a prévia revela a origem do impagável personagem-título, extraído dos livros da franquia infantil “As Aventuras do Capitão Cueca”, do escritor americano Dav Pilkey. A trama gira em torno de dois amigos de escola, George e Harold, que conseguem hipnotizar o terrível diretor Sr. Krupp e transformá-lo em um irreverente super-herói. O elenco de dubladores original inclui Kevin Hart (“Um Espião e Meio”) como George e Thomas Middleditch (série “Silicon Valley”) como Harold, além de Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) no papel do Capitão Cueca. Kristen Schaal (série “The Last Man on Earth”) e Jordan Peele (série “Key and Peele”) também estão no elenco de vozes. O roteiro é de Nicholas Stoller (“Cegonhas”) e a direção de David Soren (“Turbo”). A estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Malásia volta atrás e decide não censurar A Bela e a Fera, que agora será censurado no Kwait

    21 de março de 2017 /

    Após a Disney adiar indefinidamente o lançamento de “A Bela e a Fera” na Malásia devido à ameaça de censura, que retiraria as cenas “gays” do filme, o governo do país decidiu voltar atrás. Segundo a revista Variety, o filme será exibido na íntegra, a partir de 30 de março. No entanto, os censores decidiram mudar a classificação do filme, que agora será para maiores de 13 anos. Na Rússia, o longa passou pela mesma situação e foi classificado para maiores de 16 anos. Mas após a Disney anunciar que preferia impedir a estreia na Malásia a permitir cortes na produção, o Kwait também decidiu censurar a produção. O comitê de censura do país anunciou que lançará uma versão editada do filme nesta semana. Sobre isto, a Disney ainda não se pronunciou. Em vários países muçulmanos, a homossexualidade é tratada como ofensa e pode levar gays para a prisão, como também já aconteceu no Ocidente em tempos não tão distantes assim – os mais novos podem ver o filme “O Jogo da Imitação” (2014) para comprovar. Desde que o diretor de “A Bela e a Fera”, Bill Condon, revelou que a nova versão do clássico teria uma subtrama gay, o filme virou alvo de reações conservadoras, que acusam a Disney de fazer “propaganda gay”. Entretanto, a pequena insinuação gay da produção mal tira o pé de dentro do armário.

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  • Filme

    Robert Downey Jr. vai viver o Doutor Dolittle, o médico que fala com animais

    20 de março de 2017 /

    O ator Robert Downey Jr. vai viver o Doutor Dolittle, o médico capaz de falar com os animais, criado nos anos 1920 pelo escritor Hugh Lofting. Segundo o site The Hollywood Reporter, o intérprete de Homem de Ferro nos filmes da Marvel dará vida ao protagonista no filme “The Voyage of Doctor Dolittle”, com produção da Universal Pictures. O personagem já foi interpretado por Rex Harrison em “O Fabuloso Doutor Dolittle” (1967), que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, e por Eddie Murphy em “Dr. Dolittle” (1998) e sua sequência de 2001. O novo filme terá direção e roteiro de Stephen Gagham, que nunca fez um filme infantil. Ele é mais conhecido por épicos político-econômicos como o premiado “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e o recente fracasso “Ouro” (2016).

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  • Filme

    Versão com atores de Mulan não será um musical como A Bela e a Fera

    19 de março de 2017 /

    Ao contrário de “A Bela e a Fera”, a versão com atores de “Mulan” não deve ter sequências musicais. Foi a própria diretora, Niki Caro, quem deu a notícia. “Pelo que entendo, não temos canções até agora, para horror dos meus filhos”, comentou, em entrevista ao site Moviefone. Caro também compartilhou sua visão para o filme. “É um grande épico feminino das artes marciais” disse. “Será extremamente muscular, emocionante, divertido e comovente.” A cineasta neozelandesa, que chamou atenção em 2002 à frente de uma história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”, será a primeira mulher a dirigir uma versão “live action” do estúdio, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por seu pioneirismo, a mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios. Niki Caro finalizou recentemente a série infantil “Anne”, que estreia neste domingo (19/3) na TV canadense, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, que chega aos cinemas americanos em 31 de março. Sua relação com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Vale lembrar que, além da versão da Disney, a Sony também prepara uma adaptação de “Mulan”. Esta produção será dirigida por Alex Graves, que já comandou seis episódios de “Game of Thrones”.

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    Cena de Power Rangers mostra primeira tentativa de pilotar um zord

    15 de março de 2017 /

    A Lionsgate divulgou uma nova cena filme “Power Rangers”, que mostra o Zack, o Ranger Preto, aprendendo a pilotar seu zord, o Mastodon. O resultado leva Alpha 5 a dizer as palavras imortais da série clássica: “Ai, ai, ai, ai, ai”. O elenco da produção traz Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como a voz do robô Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme

    14 de março de 2017 /

    A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.

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  • Filme

    Integrantes da série clássica vão aparecer no novo filme dos Power Rangers

    14 de março de 2017 /

    Dois Powers Rangers da série original participarão de “Power Rangers – O Filme”. São eles: Jason David Frank (Ranger Verde) e Amy Jo Johnson (Ranger Rosa). A Lionsgate apenas confirmou a presença da dupla, mas não entrou em detalhes sobre como isso vai acontecer. Recentemente, a primeira Ranger Rosa fez uma surpresa para o elenco do filme, ao aparecer como jornalista para entrevistá-los durante uma junket. A estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Power Rangers ganha três cenas sérias e quatro comerciais em tom de comédia

    13 de março de 2017 /

    A Lionsgate divulgou três cenas e quatro comerciais do filme dos “Power Rangers”. E é curioso como as cenas, passadas no começo da história, tem um tom sério, enquanto os comerciais, destacando os heróis já uniformizados, parece uma comédia. O elenco da produção traz Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como a voz do robô Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Desventuras em Série é renovada para a 2ª temporada

    13 de março de 2017 /

    A Netflix nunca fez mistério sobre suas ambições para a franquia “Desventuras em Série”. Mas isso não a impediu de fazer mistério para revelar o anúncio da renovação da série. A notícia veio acompanhada de um vídeo enigmático, cheio de pistas ocultas, que pode ser conferido abaixo. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix: a série atraiu em média 3,7 milhões de assinantes americanos por minuto. Em termos de comparação, o resultado é superior à audiência que a mesma empresa registrou para as séries de streaming de super-heróis da Marvel. A 1ª temporada “Luke Cage” teria atingido 3,3 milhões de espectadores por minuto, enquanto a 2ª de “Demolidor” foi vista por 3,2 milhões. Em todo o catálogo da Netflix, apenas três séries teriam mais audiência: a 1ª temporada de “Fuller House” (7,3 milhões), a 4ª de “Orange Is the New Black” (5,8 milhões) e o revival “Gilmore Girls: Um Ano para Recordar” (4,8 milhões). Ninguém duvidava da renovação, agora confirmada – bem, praticamente confirmada – no vídeo abaixo. Mas ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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  • Filme

    Ava DuVernay divulga 24 fotos para comemorar final das filmagens de Uma Dobra no Tempo

    13 de março de 2017 /

    A diretora Ava DuVernay, do elogiado “Selma” (2014), anunciou em sua conta no Twitter o fim das filmagens de “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time), sua primeira fábula da Disney. E para comemorar ela divulgou 24 fotos dos bastidores da produção, que podem ser conferidas abaixo. A adaptação do livro de Madeleine L´Engle, publicado em 1963, segue a adolescente Meg Murry numa aventura que é meio fábula e meio ficção científica, em busca de seu pai cientista (Chris Pine, de “Star Trek”), que desapareceu enquanto fazia experiências secretas. Ela, seu irmão caçula Charles e o melhor amigo Calvin visitam dimensões alternativas e encontram diversas criaturas, enquanto procuram o cientista desaparecido. Com esta produção, DuVernay se tornou a primeira mulher afrodescendente a dirigir um filme com orçamento maior que US$ 100 milhões nos EUA. Antes dela, apenas duas mulheres dirigiram filmes orçados em mais de US$ 100 milhões, a vencedora do Oscar Kathryn Bigelow, em “K19 – The Widowmaker” (2002), e Patty Jenkins, com o vindouro “Mulher-Maravilha” – ambas brancas. O elenco do filme também é bastante diversificado, com participações do citado Pine, Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Oprah Winfrey (também de “Selma”), Andre Holland (do vencedor do Oscar “Moonlight”), Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”) e Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”), que interpretará a protagonista Meg Murry. O roteiro é de Jennifer Lee, roteirista do fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), e a estreia está marcada para abril de 2018.

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    Cena da versão com atores de A Bela e a Fera destaca personagens animados

    8 de março de 2017 /

    A Disney divulgou uma cena da versão com atores de “A Bela e a Fera” que ironicamente não tem atores, apenas animação digital. A prévia traz diversos personagens animados por computação gráfica, destacando Lumière, o castiçal falante (dublado por Ewan McGregor), que se esforça para ser o cupido dos protagonistas. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, o filme dirigido por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) é uma recriação da animação clássica de 1991. A estreia acontece na próxima semana, em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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