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  • Filme

    Crítica internacional aprova Millie Bobby Brown como irmã de Sherlock Holmes

    7 de setembro de 2020 /

    Críticos dos EUA e do Reino Unido começaram a publicar suas resenhas sobre “Enola Holmes”, um dos principais lançamentos de setembro da Netflix. E o consenso é bom para a atriz Millie Bobby Brown, a Eleven de “Stranger Things”, que pode ter emplacado uma nova franquia de streaming. Mas se for produzida, a continuação precisará melhorar muito o roteiro, segundo estes mesmos críticos. As primeiras críticas elogiam muito a jovem atriz de 16 anos e o tom juvenil do longa. Há elogios também para a forma como o diretor Harry Bradbeer, em seu primeiro longa-metragem após se destacar à frente de “Fleabag”, utiliza a estrutura metalinguista daquela série (com a personagem falando diretamente para a câmera) para engajar o público jovem na trama vitoriana. O problema estaria no aspecto, digamos, “educativo” da obra. Segundo a maioria dos críticos, o roteiro de Jack Thorne (“Extraordinário”) abusa das lições de moral, enfatizando o tempo inteiro a premissa da personagem, uma garota anacronicamente feminista no século 19. Ele teria errado na dose, como se quisesse mostrar um ovo, legendar que o ovo é um ovo e narrar em voz alta a legenda que diz “ovo”. Além de Millie Bobby Brown como a personagem-título – e irmã adolescente do mais famoso detetive da ficção – , o elenco destaca Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como sua mãe e a dupla Henry Cavill (“Liga da Justiça”) e Sam Claflin (“As Panteras”) como seus irmãos Sherlock e Mycroft Holmes. Na trama, Enola busca a ajuda dos irmãos mais velhos para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, preferem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Atualmente, “Enola Holmes” está com 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 23 de setembro em streaming. Veja abaixo alguns dos comentários sobre a produção. The Hollywood Reporter “Adaptação do primeiro dos livros de Nancy Springer como ponto de partida do que certamente pretende ser uma série de filmes da Netflix, ‘Enola Holmes’ é uma excelente vitrine para a estrela de ‘Stranger Things’ Millie Bobby Brown, que consegue derrubar as camadas de ansiedade e trauma que tornam sua El naquela série uma personagem tão atraente. Embora ninguém jamais vá acusar o filme de superestimar a inteligência de seus espectadores – o roteiro de Jack Thorne raramente perde a chance de martelar pregos morais – , ele consegue imaginar um lugar para sua heroína no mundo de Holmes, e então convence os jovens espectadores de que o Enola não precisa ser limitado pelas fronteiras desse mundo”. IndieWire “O filme não esquece que é inspirado em uma série juvenil, mas conforme o roteiro intensifica o drama, ele se revela genuinamente atraente para um público mais amplo.” Variety “Com sua narrativa enérgica, é mais cool e elegante do que o recente ‘Sherlock Holmes’ de Guy Ritchie e consideravelmente mais divertido do que o reboot de ‘Nancy Drew’ do ano passado.” Daily Mirror “Uma nova aventura familiar que confirma ainda mais o estrelato de Millie Bobby Brown. No entanto, não é muito memorável e não utiliza seu elenco de forma eficaz.’ Digital Spy “Millie Bobby Brown é impressionante como Enola, carismática e adorável em um papel que poderia facilmente ter sido irritante. Uma pena que a história e o mistério em si não são tão interessantes.” Empire “Às vezes, o roteiro fraco de Jack Thorne busca um apelo mais ensolarado, mas então joga essa alegria embrulhada num moralismo que te atinge na cabeça como uma tonelada de tijolos.”

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  • Filme

    Mulan divide crítica internacional: lindo, mas superficial

    3 de setembro de 2020 /

    Prestes a chegar ao público em vários países, “Mulan” dividiu a crítica internacional. As primeiras resenhas publicadas nos EUA e no Reino Unido elogiam o visual, as cenas de ação e o trabalho da diretora Niki Caro, mas lamentam a falta de profundidade do roteiro. Entre os comentários que chamaram mais atenção, é possível reparar que os críticos acharam a vilã Xianniang, vivida pela excepcional Gong Li (“Memórias de uma Gueixa”), muito mais interessante que a heroína interpretada por Liu Yifei (“O Reino Perdido”). Também houve um coro contra a transformação de Mulan numa guerreira jedi, cuja Força é chamada de chi. E até questionamento sobre sua causa. Supostamente uma guerreira feminista, ela lutaria em defesa do velho patriarcado. Na largada, a produção da Disney atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes – e um pouco menos, 71%, entre os críticos Top, dos grandes veículos de comunicação. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, “Mulan” também é a produção de maior orçamento (supostamente, mais de US$ 200 milhões) comandada por uma cineasta feminina, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada nesta sexta (4/9), chegando como VOD premium na Disney+ (Disney Plus). Ou melhor, a Disney prefere outra nomenclatura para definir o lançamento: Premier Access – o VOD mais caro de todos os tempos. Já nos territórios sem Disney+ (Disney Plus), o filme será exibido nos cinemas. O mais curioso, porém, é o caso do Brasil, onde ainda não há nem Disney+ (Disney Plus) nem cinemas abertos. A estreia por aqui vai acontecer não se sabe como nem quando. Veja abaixo alguns comentários da grandes veículos da imprensa falada em inglês sobre o filme. The Times “Pobre Mulan… Ela é uma heroína para nossos tempos, entregue à Disney em uma bandeja de 22 anos que não exigia nada além de uma pincelada de tinta e alguns figurantes a cavalo para produzir um blockbuster icônico para os tempos atuais e um que poderia apagar os flashes indutores de arrepios das atrocidades recentes dos remake live-action do estúdio, de ‘Dumbo’ a ‘Aladdin’. Em vez disso, essa Mulan, interpretada de maneira inexpressiva por Liu Yifei, é um reboot extremamente caro (há rumores de que o orçamento superou US$ 200 milhões) e estruturalmente calamitoso, que luta para apelar simultaneamente aos censores em Pequim (a China é o alvo demográfico primário), os banqueiros de Hollywood e os guardiões da moral online, que cada vez mais agem como um corretivo para os instintos politicamente indelicados de contar histórias dos cineastas.” The New York Post “Embora não seja totalmente original, ‘Mulan’ faz a transição da animação para o live-action com coragem e reinvenção. Sim, senti falta da música cativante do filme de animação de 1998 e os animais falantes – Eddie Murphy como um dragão brincalhão chamado Mushu poderia ser difícil de equilibrar com o filme de 2020 – , mas fui varrido pelos cenários chineses de tirar o fôlego e pelas batalhas de alto risco. E há muitos delas. Com uma classificação PG-13 [para maiores de 13 anos nos EUA], este ‘Mulan’ faz uma abordagem muito mais violenta da história antiga.” The New York Times “Ambientado numa mistura no Velho Mundo e aquele novo reino mítico do empoderamento feminino do felizes para sempre, esta versão live-action de ‘Mulan’, dirigida por Niki Caro, é praticamente o que acontece quando uma lenda atende aos objetivos globais da Disney. É um pouco divertido e um pouco triste, cheio de paisagens arrebatadoras e enriquecido com lutas cinéticas (embora não o suficiente). Tem violência anti-séptica, elevação emocional e o tipo de protagonista que as pessoas do cinema gostam de chamar de identificável: uma jovem bonita e corajosa (a apropriadamente atraente Liu Yifei), que ama sua família, mas não se encaixa (ainda). Ela também não canta, uma pequena misericórdia dado o gorjeio desafinado da animação de 1998 da Disney.” The Washington Post “Inspirando-se no balé de violência do diretor John Woo e do ator Jet Li (que aparece em uma participação especial como o imperador chinês) e nos épicos históricos de Zhang Yimou e Bernardo Bertolucci, que se apropriam das telas grandes, ‘Mulan’ é indiscutivelmente impressionante, levando sua jovem heroína da aldeia em que nasceu até campos de batalha e redutos imperiais, que a diretora Niki Caro filma com intensidade arrebatadora (até surgir o ocasional momento estranho de CGI e edição superficial). Mas, mesmo em seu aspecto mais espetacular, não significa que ‘Mulan’ é sempre divertido de assistir… Embora apenas algumas gotas de sangue visível sejam derramadas, ‘Mulan’ é basicamente um filme de guerra, com batalhas quase constantes, emboscadas e confrontos, que apesar de meticulosamente coreografados, começam a parecer longos e repetitivos conforme a contagem de corpos se acumula.” Variety “Ao contrário de ‘O Rei Leão’ ou ‘A Bela e a Fera’, que aderiu servilmente à franquia subjacente, ‘Mulan’ parece ter sido feito por alguém que não necessariamente amou o tratamento anterior da Disney. Isso pode decepcionar os fãs que cresceram com essa versão, mas não deve representar nenhum obstáculo para uma nova geração que certamente será inspirada por este tributo em escala épica ao empoderamento feminino. Mas… ‘Mulan’ apresenta mais do que sua cota de referências a ‘Star Wars’, nada mais óbvio do que a ideia de que sua Força deriva de seu chi interior, se ao menos ela pudesse aprender a controlá-lo… Com vários autores, porém sem voz clara, o roteiro desajeitado de ‘Mulan’ freqüentemente coloca a trama acima do personagem, privando Mulan de uma personalidade robusta”. BBC “‘Mulan’ da Disney é uma obra-prima: divertido, brilhantemente engraçado, impressionante no uso de ângulos artísticos e imagens, e ousado em seu feminismo e sua representação positiva de personagens asiáticos. Agora chega de falar sobre o desenho animado que saiu em 1998…. No lado positivo, Niki Caro e sua equipe adicionaram algumas sequências de ação enérgica de wire-fu em que os combatentes correm pelas paredes e pelos telhados, e a câmera se vira para acompanhá-los. Não há nada que se compare às deslumbrantes lutas que desafiam a gravidade em ‘O Tigre e o Dragão’ ou ‘Herói’ (estrelado por Jet Li), mas Mulan servirá aos espectadores mais jovens como uma introdução emocionante ao cinema de artes marciais. É certamente mais violento do que a maioria dos filmes da Disney, embora os pais não precisem se preocupar. Dezenas de soldados não identificados são esfaqueados, mas todos eles têm honra e lealdade demais para sangrar… A mensagem é que as mulheres não deveriam ter que suprimir suas habilidades e ser subservientes, mas o filme não é tão progressivo quanto parece sugerir. Os feitiços de Xian Lang são tão poderosos que é difícil saber por que ela não dispensa o enfadonho Bori e governa a China por conta própria. E a proposta inspiradora de que Mulan deveria se orgulhar de suas habilidades fantásticas é prejudicada pela ideia de que ela deveria usar essas habilidades apenas para servir a seu país e/ou sua família. Quaisquer aspirações além disso não são uma opção.” The Observer “Oh, o que 22 anos – e a abertura do mercado global – podem fazer com nossas fábulas! Quando Mulan foi lançado em 1998 – parte da alardeada renascença da animação da Disney – os críticos notaram principalmente seu humor, resultado de um dragão vermelho tagarela chamado Mushu, dublado por Eddie Murphy, e canções atrevidas, embora esquecíveis, que se referiam a ‘travesti’ em letras que muitas vezes soavam como piadas. O racismo casual do filme – especialmente os saqueadores hunos bigodudos – mal foi notado. Para uma geração de pessoas trans que assistiu ao DVD em suas salas de estar de infância, o que era implicado assumia um significado mais significativo. Ao contar a história de um jovem desajeitado e conflituoso que se sentia preso dentro de um corpo de mulher e por expectativas sociais que não correspondiam ao que ele sentia sobre si mesmo, Mulan tornou-se uma pedra de toque para jovens transgêneros e inconformados. Mas no ‘Mulan’ de 2020, a estranheza foi exorcizada. (Adeus, soldados vestidos como concubinas; mal os conhecíamos.) Embora essa Mulan (habilmente trazida à vida por Liu Yifei) ainda se irrite com a expectativa da sociedade, ela perdeu seu peso; a sensação de estar preso no corpo errado e na hora errada não faz mais parte dela. Em vez disso, esta figura do folclore chinês foi Skywalkerizada e Neozizada. Ela é um super-herói. Ela é a Escolhida – basicamente um Harry Potter do Leste Asiático, mas em vez do Garoto que Viveu, ela é a Garota que Viveu como Garoto por Algumas Semanas”.

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  • Filme

    Enola Holmes: Trailer traz Millie Bobby Brown como irmã de Sherlock Holmes

    25 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, novas fotos e o primeiro trailer legendado do filme “Enola Holmes”, uma espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes, que traz Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”) como a irmã adolescente do famoso detetive. Ela é o principal destaque da prévia, que também inclui seus irmãos mais conhecidos: Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como Sherlock e Sam Claflin (“As Panteras”) como Mycroft Holmes. O elenco ainda destaca Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe de Enola. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Na trama, Enola Holmes busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, decidem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. “Enola Holmes” marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E o lançamento está previsto para 23 de setembro em streaming.

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  • Série

    The Owl House faz História com primeira protagonista bissexual da Disney

    15 de agosto de 2020 /

    A série animada do Disney Channel “The Owl House: A Casa Coruja” fez história ao revelar a inclinação da primeira protagonista bissexual da Disney. Luz Noceda, a heroína de 14 anos do programa, é uma adolescente normal que parte em uma jornada para outro mundo para se tornar uma bruxa. Ao longo dos primeiros episódios, Luz mostrou que é atraída por personagens masculinos, mas os dois capítulos mais recentes exibidos nos EUA exploram uma relação com a personagem feminina recorrente Amity. As duas compartilham uma dança juntas. A criadora da série, Dana Terrace, alimentou as teorias dos telespectadores no Twitter afirmando que aquele era realmente o retrato de um relacionamento LGBTQIA+ – algo que alguns líderes da Disney nem sempre demonstram interesse de ver em seus programas infantis. “No [desenvolvimento], fui muito aberta sobre minha intenção de colocar crianças queer no elenco principal. Eu sou uma péssima mentirosa, então esconder teria sido difícil”, escreveu Terrace. “Quando recebemos o sinal verde, certa liderança da Disney me disse que eu não poderia representar nenhuma forma de relacionamento gay ou bi no canal.” No entanto, ela revelou que conseguiu o apoio dos superiores dessa pessoa na Disney. “Eu sou bi! Eu quero escrever um personagem bi, caramba!” Terrace tuitou. “Felizmente, minha teimosia valeu a pena e agora sou muito apoiada pela liderança atual da Disney.” O ex-supervisor de animação de “The Owl House”, Spencer Wan compartilhou o storyboard original para a cena de dança entre Lux e Amity, escrevendo que foi sua “primeira vez fazendo algo remotamente queer”. Esta não é a primeira vez que a Disney inclui um personagem abertamente LGBTQIA+ em seus desenhos. Entretanto, eles são geralmente personagens secundários. Notavelmente, no recente filme animado “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, a personagem Oficial Spector, dublada por Lena Waithe, foi identificada como lésbica. E, em maio, o curta-metragem da Pixar “Out” apresentou um protagonista gay em seu lançamento no Disney+ (Disney Plus). “The Owl House: A Casa Coruja” também é exibida no Disney Channel Brasil. In dev I was very open about my intention to put queer kids in the main cast. I'm a horrible liar so sneaking it in would've been hard haha. When we were greenlit I was told by certain Disney leadership that I could NOT represent any form of bi or gay relationship on the Channel. — Dana Terrace (@DanaTerrace) August 9, 2020 The storyboards for the dance. This was a collaboration between Hayley Foster and myself. At some point I got carried away and timed it to Veo Lu Sluice by Kumi Tanioka. This was my first time getting to do anything even remotely queer, and I've never been prouder of any board. pic.twitter.com/r0ljIGRxTV — Spencer Wan (@SpencerWan) August 9, 2020

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  • Etc

    Maisa e Manu Gavassi lideram indicações aos Meus Prêmios Nick

    13 de agosto de 2020 /

    O canal pago Nickelodeon divulgou a lista dos indicados aos Meus Prêmios Nick (MPN), versão brasileira do Kid’s Choice Awards (KCA). A seleção foi realizada pelo público e contou com mais de 75 milhões de votos, resultando em destaque para a atriz Maisa Silva e a cantora Manu Gavassi, que esteve recentemente no Big Brother Brasil. As duas concorrem em seis categorias. Maisa foi indicada nas categorias Vencedores Épicos do KCA, Slime Épico, Artista de TV Favorita, Instagram do Ano, Programa de TV Favorito e Tiktoker do Ano. Já Manu Gavassi disputa Artista Musical Favorito, Conteúdo Digital do Ano, Hit Nacional Favorito, Inspiração do Ano, Instagram do Ano e Style do Ano. Entre as 24 categorias, três são novidades desse ano, mas tem viés de retrospectiva: Agradecimento Épico (reconhecimento pela carreira), Vencedores Épicos do KCA (embora o prêmio brasileiro seja MPN desde 1999) e Slime Épico (banho de gosma verde). Como fica claro pela relação de categorias, a premiação do MPN é completamente independente do KCA. As votações para os melhores do ano já estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial, Instagram e Twitter da Nickelodeon, usando as hashtags indicadas ao lado de cada candidato. Os vencedores serão conhecidos no dia 23 de setembro em uma cerimônia que, pela primeira vez, será transmitida simultaneamente na TV e nas redes sociais do canal. A premiação vai acontecer em estúdio, seguindo todos os padrões de segurança e higienização estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e sem presença de público e convidados. Veja abaixo a lista completa dos indicados ao MPN 2020. Aposta Trendy By Nick Esdras Saturnino #EsdrasSaturnino Lisandra Barcelos #LisandraBarcelos Lorena Queiroz #LorenaQueiroz Taby #Taby Artista de TV Feminina Larissa Manoela #LarissaManoela Maisa #Maisa Marina Ruy Barbosa #MarinaRuyBarbosa Sophia Valverde #SophiaValverde Artista de TV Masculino Caio Castro #CaioCastro Felipe Simas #FelipeSimas João Guilherme #JoaoGuilherme Lucas Burgatti #LucasBurgatti Artista Internacional Favorito Billie Eilish #BillieEilish BTS #BTS Camila Cabello #CamilaCabello Now United #NowUnited Artista Musical Favorito Anitta #Anitta Manu Gavassi #ManuGavassi Melim #Melim Pabllo Vittar #PablloVittar Canal de Youtube do Ano Camila Loures #CamilaLoures Enaldinho #Enaldinho Loud #Loud Rezendeevil #Rezendeevil Conteúdo Digital do Ano Any Gabrielly Convida (Any Gabrielly) #AnyGabriellyConvida Bolívia Talk Show (Desimpedidos) #BoliviaTalkShow Garota Errada (Manu Gavassi) #GarotaErrada Websérie Por trás da Música (BFF Girls) #PorTrasdaMusica Desenho Animado Favorito Bob Esponja #BobEsponja O Incrível Mundo de Gumball #OIncrivelMundoDeGumball Os Jovens Titãs #JovensTitas The Loud House #TheLoudHouse Fandom do Ano Avocados (Billie Eilish) #Avocados Blink (BLACKPINK) #Blink BTS Army (BTS) #Army Uniters (Now United) #Uniters Filme do Ano Ela Disse, Ele Disse #ElaDisseEleDisse Frozen 2 #Frozen2 Jumanji: Próxima Fase #JumanjiProximaFase Modo Avião #ModoAviao Gamer do Ano Cherryrar #Cherryrar Flakes Power #FlakesPower Ingredy Barbi Games #IngredyBarbiGames TazerCraft #TazerCraft Hit Internacional Favorito Billie Eilish – Everything I Wanted #EverythingIWanted Blackpink – How You Like That #HowYouLikeThat Dua Lipa – Break My Heart #BreakMyHeart Now United – Come Together #ComeTogether Hit Nacional Favorito BFF Girls – Fica #Fica Camila Loures e MC WM – Bambolê #Bambole Giulia Be – Menina Solta #MeninaSolta Manu Gavassi – Áudio De Desculpas #AudioDeDesculpas Inspiração do Ano Any Gabrielly #AnyGabriellyInspiracao Bruna Marquezine #BrunaMarquezineInspiracao Larissa Manoela #LarissaManoelaInspiracao Manu Gavassi #ManuGavassiInspiracao Instagram do Ano Any Gabrielly #AnyGabriellyIG Larissa Manoela #LarissaManoelaIG Maisa #MaisaIG Manu Gavassi #ManuGavassiIG Live do Ano Alok #AlokEmCasa Larissa Manoela #MinhaEscolha Marília Mendonça #LiveLocalMariliaMendonca Melim #LiveMelimEuFeatVoce Programa da Nick Favorito Bob Esponja #BobEsponjaNick Henry Danger #HenryDangerNick Sam & Cat #SamECatNick The Thundermans #TheThundermansNick Programa de TV Favorito As Aventuras De Poliana #AsAventurasDePoliana Bia #Bia Henry Danger #HenryDanger Programa da Maisa #ProgramaDaMaisa Ship do Ano Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso #GioeBruno João Guilherme e Jade Picon #JoaoEJade Ludmilla e Brunna Gonçalves #LudEBru Tatá Werneck e Rafael Vitti #TataeRafa Style do Ano João Guilherme #JoaoGuilhermeStyle JP Mota #JPMotaStyle Luh Setra #LuhSetraStyle Manu Gavassi #ManuGavassiStyle TikToker do Ano Any Gabrielly #AnyGabriellyTikTok Camilla de Lucas #CamilladeLucasTikTok Doarda #DoardaTikTok Maisa #MaisaTikTok Agradecimento Épico Renato Aragão (2019) #RenatoAragao Xuxa Meneghel (2016) #Xuxa Luan Santana (2016) #LuanSantana Turma da Mônica (2019) #TurmadaMonica Vencedores Épicos do KCA Bibi Tatto (2020) #BibiKCA Maisa (2019) #MaisaKCA BFF Girls (2018) #BFFGirlsKCA Now United (2020) #NowUnitedKCA Slime Épico Alok (2017) #AlokSlime Eduardo Sterblitch (2014) #EduSterblitchSlime Manual do Mundo (2016) #ManualdoMundoSlime Maisa e Mateus e Kauã (2018) #MaisaMateusKauaSlime

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  • Filme

    Novo trailer de Mulan confirma lançamento em streaming

    12 de agosto de 2020 /

    A Disney divulgou um novo trailer americano da versão live-action de “Mulan”, que confirma o lançamento na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). O novo trailer denomina a seção de “Premier Access”. Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. E representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”), “Mulan” destaca em seu elenco a jovem Liu Yifei (“O Reino Perdido”) como a heroína do título e dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que vive uma bruxa capaz de virar águia.

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  • Série

    Bob Esponja vai ganhar série derivada centrada em Patrick Estrela

    11 de agosto de 2020 /

    A Nickelodeon está desenvolvendo um spin-off de “Bob Esponja” centrado do melhor amigo do protagonista, chamado “The Patrick Star Show” — em tradução não oficial, “O Show do Patrick Estrela”. Segundo apurou o site Deadline, 13 episódios foram encomendados para a 1ª temporada, que será realizada pela mesma equipe criativa por trás da série original. O spin-off deve mostrar Patrick em um talk show, entrevistando outros personagens da Fenda do Biquíni. Os personagens centrais seriam a estrela-do-mar e sua família, com outros membros de “Bob Esponja” fazendo aparições eventuais. Vale avisar que o canal pago Nickelodeon ainda não confirmou o projeto. Caso seja oficializada, a série de Patrick será a segunda atração derivada de “Bob Esponja”. No ano passado, o estúdio da Nickelodeon anunciou a produção de “Kamp Koral”, que vai mostrar Bob Esponja criança em um acampamento de verão. Esta série será exibida pela plataforma de streaming CBS All Access, que, por enquanto, só é acessível para o público americano. Na ocasião do anúncio de “Kamp Koral”, circularam informações de que outros spin-offs estavam sendo avaliados. Além de uma série para Patrick, os produtores ainda consideravam desenvolver derivados de Sandy Bochechas, a esquilo que mora na Fenda do Biquíni e é grande amiga dos protagonistas Bob Esponja e Patrick, e até do Plankton, dono do restaurante Balde de Lixo, que vive tentando roubar a receita do famoso hambúrguer de siri.

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    Trailer de Missão Pijamas mostra como seria Pequenos Espiões com atores “americanos”

    6 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos, o pôster e o trailer legendado de “Missão Pijamas” (The Sleepover), filme infantil de ação que sugere como seria “Pequenos Espiões” se o elenco latino fosse substituído por atores brancos, como Harvey Weinstein queria. “O estúdio me questionava: ‘Por que você está fazendo com uma família latina? Por que você não os torna americanos?'”, contou o diretor Robert Rodriguez na recente Comic-Con@Home, lembrando como teve que lutar para fazer “Pequenos Espiões”. “Missão Pijamas” tem basicamente a mesma premissa da história criada por Rodriguez em 2001, mas a mãe é loira e as crianças (também um casal como no longa original) são “americanas”. A sinopse oficial de “Pequenos Espiões” até serve para descrever o novo filme: os filhos de pais agentes secretos precisam salvá-los do perigo. Na nova história, só a mãe é “espiã” – na verdade, o roteiro afirma que ela é “apenas” uma ladra, apesar de esconder um arsenal de dar inveja a James Bond em sua casa. Quando seus filhos descobrem que ela foi raptada por “ninjas”, resolvem usar todo esse arsenal para salvá-la e a seu pai sem noção, que é levado junto sem saber com quem tinha casado. Seus raptores esperam que eles trabalhem com o ex-parceiro da ladra aposentada num assalto complexo. Mas as crianças pretendem resgatá-los antes disso. O elenco volta a reunir Malin Akerman e Joe Manganiello após “Rampage: Destruição Total”. Eles são os ex-parceiros que precisam voltar para o crime. Ken Marino (“Veronica Mars”) é o pai e os filhos são vividos por Sadie Stanley e Maxwell Simkins (ambos do telefilme “Kim Possible”). As crianças ainda contam com a ajuda de dois colegas, responsáveis por dar um pouco de “cor” à produção embranquecida: uma menina latina representada por Cree Cicchino (“Game Shakers”) e um menino asiático, Lucas Jaye (“Fuller House”). E por falar em representatividade, a única latina adulta da história é vilã, a “ninja” Karla Souza (“How to Get Away with Murder”). “Missão Pijamas” tem direção de Trish Sie (“A Escolha Perfeita 3”) e estreia em 21 de agosto.

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    Ryan Reynolds negocia estrelar filme infantil de monstros do diretor de Paddington

    6 de agosto de 2020 /

    Ryan Reynolds está programando mais um filme infantil em sua carreira. Ele negocia estrelar “Everday Parenting Tips”, a próxima comédia do diretor Paul King, responsável pelos filmes do ursinho Paddington, em desenvolvimento no estúdio Universal. No filme, Reynolds viverá um pai que lida com os desafios cotidianos da criação dos filhos, que se tornam ainda mais difíceis devido à grande revolta de monstros em andamento. O projeto tem produção de Phil Lord e Chris Miller, diretores de “Uma Aventura Lego” e roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, e é baseado em um conto do prolífico escritor Simon Rich, criador da série “Miracle Workers”. O próprio Rich vai escrever a adaptação. Além de estrelar, Reynolds negocia produzir o filme, por meio de sua produtora Maximum Effort Productions, em conjunto com Lord e Miller.

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    Disney confirma estreia de seu streaming na América Latina, mas Brasil pode ficar de fora

    5 de agosto de 2020 /

    O CEO da Disney, Bob Chapek, reconfirmou o que estava marcado desde o ano passado: que a Disney+ (Disney Plus) será lançada na América Latina em novembro. Esta data tinha sido definida em novembro de 2019, quando a plataforma estreou nos EUA. O objetivo sempre foi expandir o serviço para o sul do continente americano um ano após sua inauguração. O reforço no plano original foi feito na terça (4/8), durante a apresentação do relatório fiscal da companhia para o terceiro trimestre, quando Chapek revelou que a Disney+ (Disney Plus) tinha atingido 60 milhões de assinantes, superando sua meta de público de 5 anos em 8 meses. Além disso, os serviços somados da Disney+ (Disney Plus), Hulu e ESPN+ ultrapassaram 100 milhões de assinantes, transformando-se rapidamente num dos principais negócios da companhia. “Esse é um marco significativo e uma reafirmação da nossa estratégia ‘direto-ao-consumidor’, que vemos como chave para o crescimento da nossa companhia”, afirmou o empresário na apresentação. Graças a esse sucesso, a empresa teve menos resistência para tomar a decisão de lançar “Mulan” na plataforma, criando uma categoria de première (que nada mais é que VOD) com preço premium (pago à parte) para os assinantes. Mas, apesar da data de chegada na América Latina estar estabelecida desde o ano passado, o Brasil pode ficar fora desse lançamento. A Claro está contestando a operação porque a Disney+ (Disney Plus) não possui conteúdo nacional em seu catálogo. De acordo com o jornal O Globo, a denúncia foi feita na Anatel e conselheiros da agência irão deliberar sobre o caso em agosto. Se a decisão for no sentido de que a Disney+ (Disney Plus) precisará de conteúdo nacional para seu lançamento, o Brasil pode ser o único país da América Latina a ficar sem o serviço em 2020. O objetivo da Claro é enquadrar a Disney+ (Disney Plus) na chamada Lei da TV Paga, que obriga canais por assinatura a trazer conteúdo nacional como parte da programação. A empresa alega que, caso isso não aconteça, estará sofrendo concorrência desleal. Atualmente, a Netflix, a Amazon Prime Video e a Apple TV+, que são plataformas equivalentes à Disney+ (Disney Plus) em atividade no Brasil, não são enquadradas como TV paga. Mas o lobby das operadoras de TV quer mudar essa situação. Um projeto de lei que tramita na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados também discute sujeitar os serviços de conteúdo distribuídos pela internet às mesmas regras da TV paga – que estabelece, entre outros pontos, cotas de conteúdo nacional para os canais e pacotes. Esta discussão se estende há um ano e já recebeu emendas e substitutivos com propostas que sugerem o contrário – isto é, legislação diferente para a internet. A demora por uma definição também coloca em compasso de espera outras iniciativas do setor, como os lançamentos da HBO Max, Peacock e CBS All Access no Brasil.

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    Mulan será lançado em setembro na Disney+ (Disney Plus)

    4 de agosto de 2020 /

    A Disney revelou seus planos de lançamento para “Mulan”. Após vários adiamentos, devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. A decisão, claro, representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar.

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    Continuação de Sonic: O Filme ganha data de estreia

    24 de julho de 2020 /

    O ator Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), que dublou o personagem-título de “Sonic: O Filme”, anunciou a data de estreia da sequência nas redes sociais. “Sonic 2 está oficialmente chegando aos cinemas em 8 de abril de 2022”, ele publicou no Twitter. Veja abaixo. “Sonic: O Filme” foi o último blockbuster mundial antes da pandemia de coronavírus. Lançado em fevereiro passado, o filme faturou US$ 306 milhões antes dos cinemas fecharem em todo o mundo e bateu o recorde de maior bilheteria de estreia de uma adaptação de videogame (com US$ 58 milhões) na América do Norte. A sequência voltará a contar com o diretor Jeff Fowler à frente do projeto, e também com os roteiristas do primeiro filme, Pat Casey e Josh Miller. Até o momento, não há previsão para o início das filmagens nem informações sobre o retorno do resto do elenco, incluindo a participação de Jim Carrey como o vilão Dr. Robotnik/Eggman. SONIC 2 IS OFFICIALLY COMING 2 THEATERS 4/8/22!!! pic.twitter.com/Xpci0HzK5d — Ben Schwartz (@rejectedjokes) July 24, 2020

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    Nickelodeon revela título da primeira série animada infantil de Star Trek

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago infantil Nickelodeon divulgou o título e o logotipo (acima) de sua primeira série da franquia “Star Trek”. Batizada de “Star Trek: Prodigy”, a atração será a primeira animação para crianças derivada da longeva saga espacial. Desenvolvida pelos irmãos Dan e Kevin Hageman, que venceram o Emmy 2018 como roteiristas da série animada “Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia”, “Prodigy” também será a primeira produção com animação em CGI (computadorizada) de “Star Trek”. Na trama, um grupo de adolescentes encontra, por acaso, uma nave abandonada da Frota Estelar e passa a usá-la para viver várias aventuras e dar novo sentido as suas vidas. “A missão de ‘Star Trek’ é inspirar novas gerações de sonhadores a construir um futuro mais brilhante”, disse em comunicado Alex Kurtzman, que vai produzir a série e conduz a saga desde o começo da nova leva de filmes, em 2009. “Dan e Kevin criaram uma história que honra este espírito exploratório como nunca vimos antes”. Vale lembrar que a primeira série animada de “Star Trek” não era exatamente para crianças. Cultuadíssima, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original de 1966, além de contar com o elenco original em sua dublagem, servindo como continuação da missão de cinco anos da nave Enterprise. O novo projeto se junta a múltiplas séries trekkers atualmente em produção. Entre elas, há inclusive outra animação, “Lower Decks”, que é destinada aos fãs mais crescidos da saga espacial. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, ela será disponibilizada na plataforma CBS All Access.

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