PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc,  TV

    Batoré (1960-2022)

    10 de janeiro de 2022 /

    O ator e humorista Ivan Gomes, que adotou o nome artístico de Batoré, seu personagem mais conhecido, morreu nesta segunda-feira (10/1) em São Paulo, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. Ele tinha 61 anos e estava com câncer. “As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido”, diz nota da Prefeitura. Ivanildo Gomes Nogueira nasceu em Serra Talhada, em Pernambuco, e se mudou para São Paulo ainda criança. Antes de se tornar ator, jogou futebol nas categorias de base em times paulistas. Suas primeiras aparições na TV foram no programa “Show de Calouros”, do apresentador Silvio Santos, na década de 1980, mas ele só se tornou conhecido ao integrar o elenco do programa “A Praça É Nossa” na década de 1990 com o personagem Batoré. Com seu principal personagem, tornou-se um dos destaques do programa do SBT durante os anos 1990, lembrado até hoje por um de seus bordões mais conhecidos: “Ah, pára ô!”, “Você pensa que é bonito ser feio?” e “Você é forgaaado!”. Com humor escrachado, Batoré zombava da própria feiura e pobreza, além de citar sempre a cidade Mauá, no interior de São Paulo. Após 13 anos de SBT, foi dispensado como forma de contenção de gastos, durante uma crise financeira da emissora. Acabou contratado pela rede Globo em 2019 e até atuou numa novela, interpretou o delegado Queiroz em “Velho Chico”. Ele ainda foi governador na série “Cine Holliúdy” e mais recentemente o prefeito de “Exterminadores do Além”, no SBT. Batoré também foi vereador de verdade em Mauá, a cidade de Batoré e onde realmente vivia, por dois mandatos pelo PP.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Betty White (1922–2021)

    31 de dezembro de 2021 /

    A atriz americana Betty White, que completaria 100 anos em janeiro, morreu nesta sexta-feira (31/1) em sua casa em Los Angeles. Ela passou o período da pandemia com extrema cautela, permanecendo em sua casa lendo, assistindo TV e fazendo palavras cruzadas. A causa da morte ainda não foi informada. Considerada a atriz de carreira mais longa dos EUA, Betty Marion White Ludden estrelou dezenas de filmes, séries e programas de TV desde os anos 1940, e creditava seu sucesso contínuo a esta exposição prolongada. “Acho que o motivo da longevidade da minha carreira é que várias gerações me conheceram ao longo dos anos, então me tornei meio que parte da família”, disse ela a Larry King, na CNN, em 2010. Seu começo na indústria do entretenimento foi como locutora de rádio em 1939. A experiência a levou a virar apresentadora televisiva em 1945, antes de seu notável bom-humor a transformar em protagonista de séries de comédia, como “A Vida com Elizabeth” (1952-1955) e “Date with the Angels” (1957-1958). Mas sua popularidade perene se deve à geração dos anos 1970, época em que passou a integrar o elenco da primeira série feminista, “Mary Tyler Moore” (1970–1977). Betty entrou na 4ª temporada como Sue Ann Nivens, apresentadora de um programa de dicas culinárias e domésticas, que parecia um doce nas telas, mas longe das câmeras revelava-se uma safada. Pelo desempenho, ela venceu dois Emmys consecutivos como Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia. O sucesso foi tanto que a atriz ganhou sua própria série de comédia, “The Betty White Show”, que só durou uma temporada, exibida entre 1977 e 1978. O detalhe é que ela estava apenas começando. A maior realização de sua carreira só estreou em 1985, quando Betty atingiu 63 anos de idade e marcou época como a simplória Rose Nylund, ao lado das colegas veteranas Bea Arthur, Rue McClanahan e Estelle Getty em “Super Gatas” (The Golden Girls). A sitcom sobre quatro mulheres divorciadas que decidem morar juntas em Miami, em plena Terceira Idade, virou um fenômeno televisivo que durou sete anos, de 1985 a 1992. Betty foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz de Comédia durante todas as temporadas, vencendo o troféu em 1986. Ela também conquistou mais dois prêmios da Academia de Televisão ao longo da carreira, como Melhor Atriz Convidada na série de comédia “The John Larroquette Show” em 1996 e no humorístico “Saturday Night Live” em 2010. E ainda foi indicada por participações nas séries “Suddenly Susan” (em 1997), “Yes, Dear” (em 2003), “The Practice” (em 2004) e “My Name Is Earl” (em 2009). Seu último grande destaque nas comédias televisivas foi a sitcom “Calor em Cleaveland” (Hot in Cleaveland), série que durante seis temporadas (de 2010 a 2015) acompanhou um grupo de solteironas em busca de sexo após os 40 (ou bem mais) anos. Mais velha do elenco, ela voltou a ser indicada ao Emmy por seu desempenho em 2011. Depois disso, ainda comandou o humorístico “Só Rindo com Betty White” (Betty White’s Off Their Rockers), que lhe rendeu outras três nomeações ao Emmy – as últimas da carreira – durante sua exibição de 2012 a 2014. Em meio a tantas séries, também fez um punhado de comédias de cinema, como “Santo Homem” (1998), com Eddie Murphy, “A História de Nós Dois” (2002), com Bruce Willis, “A Casa Caiu” (2003), com Steve Martin, “Você de Novo” (2010) com Kristen Bell, e principalmente “A Proposta” (2009), blockbuster com Sandra Bullock e Ryan Reynolds, que deu início a uma piada recorrente do ator sobre sua fixação romântica na veterana. Isto acabou se transferindo para o papel de Deadpool, com várias homenagens do anti-herói vivido por Reynolds à sua musa Betty White. Antes da pandemia, Betty ainda dublou Bitey White, personagem de “Toy Story 4” (2019) criada em sua homenagem, repetindo a participação na série “Garfinho Pergunta” da Disney+. Além disso, sempre encontrou tempo para se dedicar à causa da defesa dos animais. O agente e amigo da atriz Jeff Witjas deu uma declaração na tarde desta sexta-feira, testemunhando sua energia incansável. “Mesmo que Betty estivesse prestes a ter 100 anos, eu pensava que ela viveria para sempre”, comentou.

    Leia mais
  • Etc

    Funcionários transexuais processam Netflix após especial com piadas transfóbicas

    30 de outubro de 2021 /

    A Netflix vai enfrentar um processo trabalhista devido ao controverso especial de comédia de David Chappelle, em que o humorista fez piadas transfóbicas. Dois funcionários transexuais foram ao Conselho Nacional de Relações Trabalhistas dos EUA para acusar a empresa de streaming de retaliação por terem criticado o especial “Encerramento” (The Closer). O ex-gerente de programas B. Pagels-Minor, demitido enquanto organizava uma manifestação de funcionários trans, e Terra Field, uma engenheira de software suspensa após criticar o especial, são os responsáveis pela queixa. Eles afirmam que as ações da Netflix foram projetadas para impedir que os trabalhadores protestassem, impedindo discussões sobre um ambiente seguro para os funcionários LGBTQIAP+. “Esta acusação não é apenas sobre B. e Terra, e não é sobre Dave. Trata-se de tentar mudar a cultura e ter um impacto para os outros”, diz a advogada deles, Laurie Burgess. “A acusação é um ação coletiva. Trata-se de apoiar colegas de trabalho e defender coisas que você se importa.” B. está grávido de 35 semanas e prestes a perder o plano de saúde. “Em meio a todo o estresse, estou tentando tirar um dia de cada vez e focar na minha saúde”, disse ele à revista. “Como é uma gravidez de alto risco, eu tenho que ter cuidado. Nem sabemos qual é a nossa situação de plano de saúde, e estamos programados para estar em um hospital tendo um bebê em menos de 30 dias.” No caso de Terra, uma das primeiras a denunciar as ofensas do especial, ela chegou a ser ameaçada de morte e teve seus dados pessoais vazados. “Isso é o que acontece com as pessoas trans – somos tolerados desde que fiquemos quietos, mas se protestarmos por algo somos assediados”. A Netflix, por sua vez, nega ter tomado qualquer atitude para silenciar os funcionários. “Reconhecemos a mágoa e a dor causadas aos nossos colegas trans nas últimas semanas”, disse um porta-voz do streamer em comunicado à imprensa. “Mas queremos deixar claro que a Netflix não tomou nenhuma ação contra os funcionários por reclamarem ou protestarem.” A plataforma justifica a demissão de B. Pagels-Minor por vazamento de informação sensível à imprensa, acusação que ele nega, e a suspensão de Terra Field por invadir uma reunião de diretores da empresa.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix enfrenta protesto de funcionários e da comunidade LGBTQIAP+

    20 de outubro de 2021 /

    A Netflix enfrentou uma mobilização de seus próprios funcionários e de ativistas da causa LGBTQIAP+ nesta quarta (20/10), que se reuniram para protestar contra a exibição de um especial de comédia com piadas transfóbicas. Eles acusaram a plataforma de streaming de lucrar com conteúdo que incentiva o ódio contra a comunidade LGBTQIAP+. Os protestos surgiram após o lançamento do especial de comédia “Encerramento” (The Closer), estrelado por Dave Chappelle. Polemista politicamente incorreto, Chappelle costuma achar engraçado defender outros ofensores. Em 2019, ele atacou os criadores dos documentários que denunciaram os cantores Michael Jackson e R. Kelly por abusos. Além disso, uma mulher transexual citada numa piada de “Stick and Stones” (2019) suicidou-se dois meses após a chegada do programa ao streaming. Mesmo com esse antecedente, ele voltou a fazer piadas às custas das pessoas trans. O motivo foi uma defesa de J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e transfóbica assumida. Em seu monólogo, o comediante fez diversas afirmações consideradas transfóbicas, além de reafirmar estereótipos de gêneros e dar declarações problemáticas. Uma das líderes da manifestação desta quarta, B. Pagels-Minor, foi demitida da Netflix na semana passada, acusada de supostamente vazar informações confidenciais sobre o especial do humorista para a imprensa, o que ela nega. Ela leu uma carta do grupo de funcionários endereçado a Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma. “Acreditamos que esta empresa pode e deve fazer melhor em nossa busca para entreter o mundo e que o caminho a seguir deve incluir vozes mais diversificadas para evitar causar mais danos”, diz um trecho do documento. O próprio Sarandos admitiu ter falhado ao considerar o impacto do especial, em declaração feita na noite de terça, durante evento com acionistas. “Cometi um erro”, ele assumiu. “Eu deveria ter primeiro reconhecido que um grupo de nossos funcionários estava sofrendo, e que eles estavam realmente feridos por uma decisão que tomamos na empresa”, disse o executivo. Foi a reação inicial de Sarandos aos protestos que levou ao confronto. Na semana passada, enquanto grupos LGBTQIAP+ se manifestavam contra o especial, citando estudos que relacionavam piadas preconceituosas à agressões na vida real, o diretor de conteúdo divulgou um memorando interno que afirmava o contrário, que “o conteúdo na tela não se traduz diretamente em agressão no mundo real” e enfatizou a importância de defender “a liberdade artística”. Na ocasião, ele ainda alertou a equipe sênior da empresa de que “alguns talentos podem se juntar a terceiros para nos pedir para remover o especial nos próximos dias, o que não faremos”. Com o vazamento do memorando, vários artistas da comunidade LGBQIA+ se juntaram ao protesto, incluindo Elliot Page (“The Umbrella Academy”), Angelica Ross (“Pose”), Jonathan Van Ness (“Queer Eye”), Alexandra Billings (“Transparent”), Sara Ramirez (“Grey’s Anatomy”), Colton Haynes (“Arrow”), Eureka O’Hara (“AJ and the Queen”), Jameela Jamil (“The Good Place”), TS Madison (“Zola”), Our Lady J (“Pose”) e Joey Soloway (“United States of Tara”). Além disso, Jaclyn Moore, a showrunner da série “Cara Gente Branca” (Dear White People), encerrada em 22 de setembro, anunciou no Twitter que nunca mais trabalharia com a Netflix devido aos “comentários transfóbicos e perigosos” difundidos pelo especial. Diante da escalada conflituosa, a Netflix emitiu um comunicado antes do protesto desta quarta. “Respeitamos a decisão de qualquer funcionário que decide protestar e admitimos que temos muito mais trabalho pela frente na Netflix e em nosso conteúdo”, informou a plataforma, ressaltando ainda que “compreende o profundo dano que causou”. A organizadora do protesto, Ashlee Marie Preston, disse que o objetivo da manifestação não foi apenas o especial, mas para demonstrar que qualquer piada preconceituosa pode ter um efeito danoso. “Estamos aqui hoje não porque não saibamos lidar com uma piada, mas porque nos preocupa que as piadas custem vidas. Não é engraçado”, disse, em vídeo que viralizou nas redes sociais. Veja abaixo. A drag Eureka O’Hara de “Ru Paul’s Drag Race”, foi outra que participou da manifestação e destacou: “Se você promove ódio e discriminação, é diretamente a causa”. A manifestação também atraiu vários fãs e defensores de Dave Chappelle, que apareceram com cartazes. “As piadas são engraçadas”, diziam alguns deles.

    Leia mais
  • Filme

    Artistas LGBTQIAP+ se juntam a protesto contra Netflix

    18 de outubro de 2021 /

    Vários artistas LGBTQIAP+ se uniram a um protesto organizado por funcionários da Netflix contra o especial de comédia “Encerramento” (The Closer), de Dave Chappelle, que desde que foi disponibilizado em 5 de outubro virou alvo de polêmica e dor de cabeça para a plataforma. Entre os astros que apoiam o movimento para tirar o especial do catálogo da Netflix estão Angelica Ross (“Pose”), Jonathan Van Ness (“Queer Eye”), Alexandra Billings (“Transparent”), Sara Ramirez (“Grey’s Anatomy”), Colton Haynes (“Arrow”), Eureka O’Hara (“AJ and the Queen”), Jameela Jamil (“The Good Place”), TS Madison (“Zola”), Our Lady J (“Pose”) e Joey Soloway (“United States of Tara”). Eles se juntaram em solidariedade ao movimento iniciado internamente na empresa após três funcionários serem suspensos ao invadirem uma reunião para cobrar satisfação do CEO Ted Sarandos, que defendeu o especial num memorando, afirmando que a Netflix não iria tirá-lo do ar. Uma das pessoas afastadas foi Tara Field, mulher trans que iniciou uma campanha contra o especial de Chappelle em sua conta pessoal no Twitter. A repercussão negativa fez Sarandos voltar atrás e “suspender as suspensões”. Mas logo em seguia um funcionário foi demitido por vazar informações sigilosas sobre os custos do especial e sua comparação com outros produtos similares, mostrando que a Netflix não lucrou com a defesa das opiniões indefensáveis do humorista. Polemista politicamente incorreto, Chappelle costuma achar engraçado defender outros ofensores. Em 2019, ele atacou os criadores dos documentários que denunciaram os cantores Michael Jackson e R. Kelly por abusos. Além disso, uma mulher transexual citada numa piada de “Stick and Stones” (2019) suicidou-se dois meses após a chegada do programa ao streaming. Mesmo com esse antecedente, ele voltou a fazer piadas às custas das pessoas trans. O motivo foi uma defesa de J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e transfóbica assumida. “Cancelaram J. K. Rowling, Meu Deus. Efetivamente, ela disse que gênero era um fato. A comunidade trans ficou furiosa e começou a chamá-la de TERF [sigla em inglês para feminista radical trans-excludente]. Eu sou time TERF. Concordo. Gênero é um fato”. Em seu monólogo, o comediante faz diversas outras afirmações consideradas transfóbicas, além de reafirmar estereótipos de gêneros e repetir declarações problemáticas. A comunidade LGBTQIAP+ ficou enfurecida por Chappelle ser reincidente e a Netflix continuar a lhe dar espaço para reforçar o tipo de preconceito que tem levado ao assassinato e suicídio de pessoas inocentes. A GLAAD, principal organização LGBTQIAP+ voltada à mídia, também se posicionou em meio à polêmica. “A Netflix tem uma política de que conteúdo ‘projetado para incitar ódio ou violência’ não é permitido na plataforma, mas todos nós sabemos que conteúdo anti-LGBTQ faz exatamente isso”, manifestou-se em comunicado. “Embora a Netflix seja o lar de histórias LGBTQ inovadoras, agora é a hora de seus executivos ouvirem os funcionários LGBTQ, líderes do setor e o público e se comprometerem a seguir seus próprios padrões.”

    Leia mais
  • Etc

    Conversa Piada: Humoristas do Casseta & Planeta voltam à TV em programa da Cultura

    14 de outubro de 2021 /

    A TV Cultura estreia no sábado (16/10) o novo programa “Conversa Piada”, que volta a juntar na televisão boa parte do elenco do Casseta & Planeta. O programa tem produção e apresentação do quarteto Beto Silva, Claudio Manoel, Helio de La Peña e Hubert Aranha e pretende ser uma resenha com uma visão humorística dos fatos que foram notícias na semana. “Será uma conversa com humor sobre tudo o que está acontecendo no Brasil e no mundo”, enfatizou Beto, no anúncio da atração. “Éramos globais e agora somos culturais”, acrescentou Hubert, brincando com a troca da Globo, que exibia “Casseta & Planeta”, pela Cultura. Além do bate-papo entre os humoristas, o programa também terá quadros com pesquisas insólitas, memes, paródias e “entrevistas” com respostas enviadas por vídeo, entre outros. Segundo o diretor de Programação da TV Cultura, Enéas Carlos Pereira, o programa “traz de volta o componente do humor à emissora e, ao mesmo tempo, resgata a origem dos apresentadores que – antes mesmo de chegarem à televisão – despontaram para o cenário cultural brasileiro a partir da crônica bem-humorada de notícias. Vamos mostrar que humor, aqui, é coisa séria”. Com direção de Mauro Farias (“Casseta & Planeta Vai Fundo”), novas edições irão ao ar todos os sábados, sempre às 22h, e poderão ser vista na TV, no canal do YouTube da Cultura e nas contas da emissora nas redes sociais. Veja abaixo dois teasers de “Conversa Piada”, que apresentam a atração como “o programa para quem não tem programa”.

    Leia mais
  • Etc

    Netflix fica mal com comunidade LGBTQIAP+ por especial de humor

    11 de outubro de 2021 /

    A Netflix se envolveu numa grande polêmica com a comunidade LGBTQIAP+ por conta de um especial de humor. Sem saber como reagir às críticas, seus executivos disseram frases e tomaram decisões que pioraram muito a situação, transformando algo que poderia ser solucionado com um simples pedido de desculpas num pesadelo de relações públicas. O problema começou com o lançamento de um novo especial de comédia de Dave Chappelle na semana passada. O humorista já havia criado mal-estar quando uma mulher transexual citada em seu especial anterior, “Stick and Stones” (2019), suicidou-se dois meses após a disponibilização do programa em streaming. Mesmo com esse antecedente, seu novo especial, “Encerramento” (The Closer), voltou a fazer piadas às custas das pessoas trans. Polemista politicamente incorreto, Chappelle costuma achar engraçado defender outros ofensores. Em 2019, ele atacou os criadores dos documentários que denunciaram os cantores Michael Jackson e R. Kelly por abusos. Agora, agrediu a comunidade trans para defender J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e também transfóbica assumida. “Cancelaram J. K. Rowling, Meu Deus. Efetivamente, ela disse que gênero era um fato. A comunidade trans ficou furiosa e começou a chamá-la de TERF [sigla em inglês para feminista radical trans-excludente]. Eu sou time TERF. Concordo. Gênero é um fato”. Em seu monólogo, o comediante faz diversas outras afirmações consideradas transfóbicas, além de reafirmar estereótipos de gêneros e fazer outras declarações problemáticas. Imediatamente após o especial chegar no catálogo da Netflix, Jaclyn Moore, a showrunner da série “Cara Gente Branca” (Dear White People), encerrada em 22 de setembro, anunciou no Twitter que nunca mais trabalharia com a Netflix devido aos “comentários transfóbicos e perigosos” de Dave Chappelle em seu especial. Além dela, outros funcionários da Netflix e organizações de direitos LGBTQIAP+ e da comunidade negra protestaram nas redes sociais. A organização não governamental GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) foi taxativa, afirmando que “a marca de Dave Chappelle se tornou sinônimo de ridicularizar pessoas trans e outras comunidades marginalizadas”. “As várias críticas negativas e a condenação ruidosa de seu último especial é uma mensagem para a indústria de como o público não apoia mais injúrias anti-LGBTQIA+.” David Johns, diretor executivo da National Black Justice Coalition (NBJC), também criticou Chappelle e pediu para a Netflix remover o especial de seu catálogo. “É profundamente decepcionante como a Netflix permite que a transfobia e homofobia preguiçosa e hostil de Dave Chappelle vá ao ar”, declarou em comunicado. “Com 2021 a caminho de ser o ano mais mortal para pessoas trans nos EUA – cuja maioria é formada por transgêneros negros – a plataforma deveria saber melhor. Perpetuar transfobia perpetua violência.” Encurralada por várias críticas, a Netflix começou a reagir nesta segunda (11/10). E foi a pior reação possível. A empresa afastou uma funcionária transexual e mais dois que protestaram contra os comentários transfóbicos de Chappelle. A engenheira Tara Fied criou uma thread no Twitter que se tornou viral, sobre a forma como o comediante ataca pessoas trans e o próprio significado do que é ser transexual. No especial, Chappelle também diz que a comunidade LGBTQIAP+ se tornou “sensível demais”. Ao viralizar, a thread provocou um debate sobre os limites da liberdade de expressão e a cultura do cancelamento. Fied quis levar a discussão para a empresa e acabou suspensa, após tentar comparecer a uma reunião para a qual não tinha sido convidada com mais dois funcionários. Diante disso, outro funcionário trans teria se demitido em solidariedade. A situação começou a sair de controle, levando a empresa a se manifestar. Um comunicado explicou que a suspensão não foi por causa dos tuítes, mas pela tentativa de invasão da reunião agendada entre os principais executivos da plataforma. “Nossos empregados são encorajados a manifestarem abertamente qualquer contrariedade, e nós apoiamos o seu direito de fazê-lo”, garantiu o texto. O detalhe é que a decisão de Fied foi reação a um memorando assinado pelo chefão da empresa, Ted Sarandos, obtido pelo site The Hollywood Reporter, que alertou a equipe sênior de que “alguns talentos podem se juntar a terceiros para nos pedir para remover o especial nos próximos dias, o que não faremos”. O memorando também defendeu o comediante. “Chappelle é um dos comediantes de stand-up mais populares da atualidade e temos um contrato de longa data com ele… Assim como acontece com nossos outros talentos, trabalhamos muito para apoiar sua liberdade criativa – mesmo que isso signifique que sempre haverá conteúdo na Netflix que algumas pessoas acreditam ser prejudicial, como ‘Mignonnes’, ‘365 Dias’, ’13 Reasons Why’ ou ‘Nada Ortodoxa”, escreveu Sarandos. O texto segue, ainda mais polêmico. “Vários de vocês também perguntaram onde traçamos o limite do ódio. Não permitimos títulos na Netflix destinados a incitar o ódio ou a violência e não acreditamos que ‘Encerramento’ ultrapasse essa linha. Reconheço, no entanto, que distinguir entre comentário e dano é difícil, especialmente com a comédia stand-up, que existe para ultrapassar os limites. Algumas pessoas acham que a arte do stand-up é mesquinha, mas nossos membros gostam dela, e é uma parte importante de nossa oferta de conteúdo. ” Sarandos continua, falando que o compromisso da Netflix com a inclusão pode ser aferido por algumas das séries disponíveis em seu catálogo, como a popular “Sex Education”, e o documentário “Disclosure”, que retrata o impacto da indústria do entretenimento na imagem das pessoas trans. Só que, ao ver sua obra citada no contexto do especial, o diretor de “Disclosure” deixou claro que a Netflix nunca investiu para produzir seu documentário como fez com Chapelle e ainda pagou barato para exibi-lo. A GLAAD também voltou a se manifestar após a suspensão de funcionários e do memorando controverso. “A Netflix tem uma política de que conteúdo ‘projetado para incitar ódio ou violência’ não é permitido na plataforma, mas todos nós sabemos que conteúdo anti-LGBTQ faz exatamente isso. Embora a Netflix seja o lar de histórias LGBTQ inovadoras, agora é a hora de seus executivos ouvirem os funcionários LGBTQ, líderes do setor e o público e se comprometerem a seguir seus próprios padrões.” Os especiais de comédia de Dave Chappelle continuam disponíveis no catálogo da Netflix.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Norm MacDonald (1959–2021)

    14 de setembro de 2021 /

    O comediante Norm MacDonald, ex-integrante do humorístico “Saturday Night Live”, astro de stand-up e participante da trupe de Adam Sandler, morreu nesta terça (14/9) aos 61 anos, após lutar por quase uma década contra um câncer. MacDonald ficou conhecido em sua passagem pelo “Saturday Night Live” por apresentar o segmento de notícias satíricas “Weekend Update”. Seus comentários ácidos marcaram uma virada de tom no programa durante os anos 1990, levando o humorístico criado em 1975 a abraçar a sátira política. Após sua saída da produção, ele estrelou sua própria sitcom, “The Norm Show” (1999-2001), e seu primeiro e único filme como protagonista, “Trabalho Sujo” (1998). Ele também engatou uma série de papéis em filmes produzidos por seu colega do “SNL” Adam Sandler, como “Billy Madison, um Herdeiro Bobalhão” (1995), “Gigolô por Acidente” (1999), “Animal” (2001), “Tá Rindo do Quê?” (2009), “Gente Grande” (2010), “Cada Um Tem a Gêmea que Merece” (2011) e “Os 6 Ridículos” (2015). Outro destaque veio com a voz do cachorro Lucky nos filmes live-action de “Dr. Dolittle”. McDonald permaneceu na franquia iniciada em 1998 mesmo após a saída de Eddie Murphy. Depois de Lucky, a dublagem se tornou outra parte bem-sucedida de sua carreira. Seus últimos trabalhos foram de voz, nas séries live-action “The Orville” e nas animações “Skylanders Academy” e “Mike Tyson Mysteries”.

    Leia mais
  • TV

    Rafael Portugal vai estrelar série no Multishow

    4 de setembro de 2021 /

    O humorista Rafael Portugal, que fez bastante sucesso à frente do “CAT BBB”, quadro do “Big Brother Brasil” lançado em 2020, vai ganhar uma série no Multishow no ano que vem. De acordo com informações adiantadas pela colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, será uma mistura de reality com ficção. Na atração, ele ficará desesperado depois de perder o emprego no “BBB” e tentará outra vaga na Globo. O projeto está sendo desenvolvido junto à equipe de Boninho, o produtor do “Big Brother Brasil”. A ideia é exibir logo após a próxima edição do reality show, no começo de 2022. Antes do quadro no “BBB”, Rafael Portugal já tinha uma carreira consolidada no teatro e chamava a atenção em vídeos do Porta dos Fundos.

    Leia mais
  • TV

    Gil do Vigor gravou participação em “Vai que Cola”

    3 de setembro de 2021 /

    O ex-“BBB” Gil do Vigor gravou uma participação especial na 9ª temporada de “Vai que Cola”, que estreia em novembro no canal pago Multishow. A gravação ocorreu na véspera do economista embarcar para os EUA, onde já começou a estudar para seu PhD. “Por ser um programa que tem todo um envolvimento LGBTQIAP+, ele é de fato representativo. Eu me joguei, me diverti, fiz com muito carinho e espero que o público goste”, disse Gil à coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo. O programa terá ainda uma homenagem a Paulo Gustavo na estreia da temporada. O ator, que morreu de covid-19 em maio passado, interpretou o personagem Valdomiro no humorístico. O Multishow também desenvolve um especial de fim de ano com textos inéditos de Paulo Gustavo para a série baseada no sucesso “Minha Mãe é uma Peça”.

    Leia mais
  • Série

    Amazon terá reality humorístico com Tom Cavalcante e Clarice Falcão

    13 de agosto de 2021 /

    A Amazon anunciou a produção de um novo programa nacional, “LOL: Se Rir, Já Era”. A atração terá formato semelhante a um reality show, em que comediantes vão competir entre si para ver quem consegue ficar sem rir e ao mesmo tempo tentar fazer seus oponentes gargalharem, enquanto lutam por um prêmio de R$ 350 mil que será revertido para uma instituição de caridade escolhida pelo vencedor. Apresentado por Tom Cavalcante (“Os Parças”) e Clarice Falcão (“Shippados”), o programa contará com as participações dos comediantes Nany People, Thiago Ventura, Bruna Louise, Estevam Nabote, Diogo Defante, Marlei Cevada, Igor Guimarães, Flavia Reis, Noemia Oliveira e Yuri Marçal. “LOL: Se Rir, Já Era” é uma adaptação do programa japonês “Hitoshi Matsumoto Presents Documental”, produção da Amazon no ar desde 2018. A adaptação está a cargo da Formata para o Amazon Studios, com Pedro Antonio e Eduardo Pupo atuando como showrunner e diretor, respectivamente. A data de estreia não foi divulgada.

    Leia mais
  • Série

    Marcelo Adnet lança programa humorístico sobre CPI da Covid

    31 de maio de 2021 /

    O humorista Marcelo Adnet lançou nesta segunda-feira (31/5) um novo programa na plataforma Globoplay: “Adnet na CPI”. A produção foi inspirada nos recentes posts do comediante nas redes sociais. Assim como o “Sinta-se em Casa”, realizado durante a pandemia, o novo programa será aberto também para não assinantes. Mas não será diário como o anterior. “Adnet na CPI” será semanal, com novos episódios disponibilizados sempre às segundas-feiras. A atração trará Adnet narrando o desenrolar da CPI da Covid com crítica e humor, imitando a dicção e entusiasmo dos locutores esportivos, principalmente da dupla da Globo Galvão Bueno e Casagrande. “Os internautas que sugeriram essa dinâmica de narrar a CPI. Estou fazendo tudo de casa. Comecei fazendo posts, fiz uma rápida live e a partir daí chegamos neste formato”, ele explicou em comunicado à imprensa. “Acho que é interessante porque pode dar visibilidade e popularidade a um momento tão sério. Ao mesmo tempo em que é uma brincadeira, é também uma divulgação de um momento muito importante para o país”, completou.

    Leia mais
  • Etc

    Grimes revela ataque de pânico ao acompanhar Elon Musk no “Saturday Night Live”

    12 de maio de 2021 /

    A cantora Grimes revelou ter tido um ataque de pânico ao participar do programa “Saturday Night Live” neste fim de semana. Ao compartilhar fotos de bastidores com Miley Cyrus, ela disse que chegou a ser hospitalizada, após interpretar a Princesa Peach num esquete da atração, que destacou a participação de seu marido, o bilionário Elon Musk, como convidado especial. “Esqueci de postar porque, de alguma forma, eu tive um ataque de pânico e fui para o hospital ontem. Foi bastante assustador”, ela escreveu ao lado de duas fotos com Miley. “Suponho que seja uma boa hora para começar a terapia”, acrescentou ela, agradecendo à equipe do programa. “Muito grata à equipe ‘SNL’ por ser tão gentil e me deixar entrar como princesa pêssego.” Grimes e Elon Musk estão juntos desde 2018 e são pais do menino X Æ A-12, de 11 meses. O nome escolhido pelo casal para batizar o bebê traz referências a símbolos matemáticos e nomenclaturas da aviação. Recentemente, o casal afirmou ter vontade de se mudar para Marte. Elon Musk, que é dono da empresa SpaceX, responsável por vários voos atuais da NASA, disse que pretende levar humanos em espaçonaves para o outro planeta até 2030. Já Grimes tem como objetivo erguer uma colônia marciana. Terapia? Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ☘︎𝔊𝔯𝔦𝔪𝔢𝔰࿎ (@grimes)

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie