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    Poderoso produtor de Hollywood, Harvey Weinstein enfrenta escândalo de assédio sexual

    5 de outubro de 2017 /

    Considerado um dos mais famosos e poderosos produtores vivos de Hollywood, Harvey Weinstein foi alvo de uma reportagem devastadora do jornal The York Times nesta quinta-feira (5/10), que denunciou décadas de assédio sexual à atrizes e colegas de trabalho, com depoimentos e documentação. Criador da produtora Miramax em 1979 e atual dono da TWC (The Weinstein Company), formada com seu irmão Bob Weinstein em 2005, o produtor é responsável por estabelecer as carreiras de Quentin Tarantino, Guillermo del Toro, irmãos Coen, Nick Cassavetes, James Mangold, Gus Van Sant, Todd Haynes, Robert Rodriguez e muitos outros cineastas hoje consagrados. Mas também é lembrado pelos desafetos por confundir produção com “bullying”, por conta de atos autoritários como cortes em filmes estrangeiros e até interferência na edição final. Seu estilo de gerenciamento agressivo lhe rendeu muitos dividendos, com diversas premiações no Oscar, assim como processos. Mas apesar de calejado por idas aos tribunais, o site The Hollywood Reporter reparou que ele nunca tinha se cercado de tantos advogados e tantos relações públicas especialistas em resoluções de crises quanto nos dias que antecederam a publicação do New York Times. Segundo a reportagem, o suposto comportamento inadequado de Weinstein começou há quase três décadas e o magnata teria feito acordos privados com pelo menos oito mulheres para o escândalo nunca vir à tona. Entre as vítimas de assédio, estão atrizes célebres como Rose McGowan (“Conan, o Bárbaro”) e Ashley Judd (“Divergente”). Esta última se lembra de ter sido convidada para a suíte de Weinstein em um elegante hotel de Beverly Hills há 20 anos, esperando ter um café da manhã de negócios. Mas em vez disso Weinstein apareceu de roupão e perguntando se ela queria fazer uma massagem nele ou vê-lo tomando banho. “Eu disse não, de muitas maneiras e muitas vezes, e ele sempre voltou atrás de mim com um novo assédio”, Judd contou ao Times. Duas ex-assistentes e uma modelo italiana fizeram acusações semelhantes, e teriam chegado a um acordo financeiro. Assim como, supostamente, Rose McGowan em 1997, após um incidente em um quarto de hotel durante o Festival de Sundance. Ela teria recebido US$ 100 mil, mas o dinheiro “não deveria ser interpretado como uma admissão”, mas sim como uma forma de “evitar litígios”, de acordo com um documento oficial obtido pelo jornal. Embora McGowan tenha se recusado a comentar a história, ela sempre insinuou que foi assaltada sexualmente por um magnata de Hollywood. Uma ex-funcionária da TWC, Lauren O’Connor, resumiu a situação afirmando que Weinstein criou “um ambiente tóxico para as mulheres” em sua empresa. A repercussão do artigo foi colossal, especialmente nas redes sociais. A atriz, autora e diretora Lena Dunham tuitou: “As mulheres que escolheram falar de sua experiência de assédio por Harvey Weinstein merecem a nossa admiração. Não é divertido nem fácil. É corajoso”. Provavelmente orientado por sua equipe, Weinstein admitiu mau comportamento, pediu desculpas e afirmou que tiraria licença de sua companhia “para lidar com essa questão” junto a terapeutas, em comunicado publicado pelo jornal. “Considero que o modo como me comportei com colegas no passado causou muita dor e peço minhas sinceras desculpas por isso”, ele disse sobre o conteúdo da reportagem. “Embora esteja tentando fazer o melhor, sei que o caminho será longo. Meu caminho agora será conhecer e dominar os meus demônios. Planejo tirar um tempo livre da minha empresa e cuidar deste problema primeiro”, acrescentou, dando, em seguida, sua justificativa para seu comportamento. “Cresci nos anos 1960 e 1970, quando todas as regras sobre o comportamento e lugares de trabalho eram diferentes. Era a cultura dessa época, e aprendi desde então que não é uma desculpa, na empresa ou em outro lugar”, acrescentou. Também disse que respeitava as mulheres e gostaria de ter uma segunda chance, embora saiba que tem “que trabalhar para conquistar isso”. “Tenho metas que agora são prioridades”, assegurou. “Confiem em mim, esse não é um processo do dia para a noite. Estive tentando durante 10 anos e essa é uma chamada de atenção”, continuou. Weinstein contou que há um ano começou a organizar uma fundação de US$ 5 milhões para conceder bolsas de estudo para diretoras mulheres na Universidade do Sul da Califórnia. “Levará o nome da minha mãe e não a decepcionarei”, disse. Lisa Bloom, uma das advogadas de Weinstein, especializada em casos de assédio sexual, acrescentou, em declaração separada, que seu cliente “nega muitas das declarações, que são claramente falsas”. E, apesar do produtor considerar a reportagem de “chamada de atenção” em seu comunicado, vai processar o jornal por difamação. Por coincidência, a TWC está produzindo uma minissérie baseada num livro da advogada.

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  • Série

    Diane Kruger vai estrelar e produzir minissérie sobre a atriz e inventora Hedy Lamarr

    20 de setembro de 2017 /

    A atriz alemã Diane Kruger vai estrelar e produzir uma minissérie sobre Hedy Lamarr, estrela austríaca famosa dos anos 1930 e 1940, que brilhou em clássicos como “Êxtase” (1932), “Argélia” (1938), “Demônio do Congo” (1942), “Flor do Mal” (1946) e “Sansão e Dalila” (1949). Mas, além de estrela sexy de Hollywood, Lamarr também foi uma pioneira da tecnologia de comunicação. Ao lado do compositor George Antheil (“No Silêncio da Noite”), ela inventou um sistema de comunicações que foi esnobado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial, mas hoje é a base do WiFi e do Bluetooth. Sua contribuição tecnológica foi reconhecida muito tarde em sua vida, e em 2014 ela foi homenageada postumamente com sua inclusão no National Inventors Hall of Fame. O Google e algumas fundações de incentivo à pesquisa apoiam o projeto, que terá roteiro baseado no livro escrito por Richard Rhodes, “Hedy’s Folly: The Life and Breakthrough Inventions of Hedy Lamarr, The Most Beautiful Woman in the World”. Kruger adquiriu os direitos sobre o livro após vencer o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes deste ano por “In the Fade”. Ela se associou com a produtora Straight Up Films (que fez “Transcendence” e “Em Busca da Justiça”) para fazer a minissérie. “Sou fascinada por Hedy Lamarr”, afirmou Diane Kruger em comunicado sobre o projeto. “Ela era uma inventora inteligente, espirituosa e visionária, muito à frente de seu tempo, e também era uma grande estrela de cinema. Mal posso esperar para contar a sua história para garantir que o seu legado viva para sempre e inspire outros.”

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  • Filme

    Academia pode mudar regras para incluir ou vetar filmes da Netflix e Amazon no Oscar

    6 de setembro de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pela premiação do Oscar, pode mudar suas regras para favorecer ou vetar produções de plataformas de streaming como Netflix e Amazon. A revelação foi feita pelo novo Presidente da instituição, o diretor de fotografia John Bailey, que foi eleito em agosto e comandará a cerimônia do Oscar 2018. “A nossa realidade é que a Netflix e a Amazon se tornaram os estúdios que têm a coragem de fazer os filmes que ninguém mais faz”, disse Bailey, em entrevista contundente ao site IndieWire, durante o Festival de Telluride, no Colorado. “Eles pagam alto para ter grandes cineastas, mas não estão investidos no negócio dos cinemas físicos”. Bailey citou o documentário “Wormwood”, exibido no festival, como exemplo. “Se a Netflix não conseguir um lançamento, mesmo que limitado, nos cinemas, ele não será elegível para o Oscar. Por quê? É um filme extraordinário”, apontou, mesmo diante do fato de a produção ter sido concebida como uma minissérie de quatro capítulos, embora tenha sido projetada como um filme de cerca de quatro horas em Telluride. “Regras mudam todos os anos. Ainda não houve uma conversa profunda sobre isso dentro da Academia. Tudo foi feito com finalidades distintas para resolver situações individuais. Esta é uma das prioridades da nossa lista, algo com o qual nós temos que nos engajar para encontrar uma definição. Como a Academia poderá tomar a frente e lidar com a realidade do streaming?”, ponderou. Para resolver a questão, Bailey convocou o produtor Albert Berger para criar um grupo de profissionais da indústria que terão a missão de definir novas regras para a Academia. “Temos que redefinir o que se qualifica para um Oscar. Como definimos o que a Academia pode considerar elegível? Mais do que isso, o que define e o que pode ser definido como um filme, hoje em dia?”, questionou. Em suma, um filme precisa ser exibido numa sala de cinema para ser considerado filme? Se assim for, deve-se assumir que o ambiente de exibição é mais importante que as próprias imagens exibidas? “Vamos abordar tudo isso”, ele garante, diante dos exemplos. A discussão, de fato, já está atrasada diante da tecnologia atual e avança, via Oscar, na direção oposta da sinalizada pelo Festival de Cannes, que após protestos dos exibidores cinematográficos da França, diante da inclusão de dois filmes da Netflix em sua edição de 2017, mudou as regras para proibir que filmes lançados em streaming disputem a Palma de Ouro a partir do ano que vem. A 90º cerimônia de premiação da Academia americana será realizada no dia 4 de março. O anúncio oficial dos indicados está marcado para 23 de janeiro.

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  • Série

    Fotos apresentam os novos personagens de Hawaii Five-0

    29 de agosto de 2017 /

    A rede americana CBS divulgou as primeiras imagens oficiais da 8ª temporada de “Hawaii Five-0”, que apresenta os novos personagens da série. A nova versão da atração vai trocar metade do elenco original, justamente a metade asiática. Daniel Dae Kim e Grace Park, que interpretavam Chin Ho e Kono, deixaram a série neste ano, após terem o pedido de igualdade salarial com os colegas brancos recusados. No lugar dos dois, foram escalados Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”). Rath foi escalada num papel previamente anunciado, como Tani Ray, personagem que é recrutada por McGarrett (Alex O’Loughlin) depois de perder sua candidatura na Academia de Polícia. Já Koale vai interpretar Junior Reigns, um ex-oficial da Marinha que retorna para casa depois de servir no exterior e pede uma vaga na Five-0 para McGarrett (Alex O’Loughlin). Os dois vão estrear no primeiro episódio da 8ª temporada, que também deve revelar o destino de Kono Kalakaua (Park), após decidir perseguir traficantes sexuais por conta própria, e Chin Ho Kelly (Kim), que foi convidado a chefiar uma unidade policial de San Francisco. Além desses novos integrantes da equipe, o ator Ian Anthony Dale foi promovido ao elenco regular. Ele tinha participação recorrente como o marido de Kono, Adam, e agora será o principal representante asiático do elenco, que também perdeu recentemente Masi Oka. Entre outras novidades da temporada, a agente criminal Alicia Brown (papel de Claire Forlani) vai retornar no oitavo ano – e possivelmente explorar sua química com McGarrett. A 8ª temporada de “Hawaii Five-0” estreia no dia 29 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Mark Wahlberg vira o ator mais bem-pago do mundo em 2017

    27 de agosto de 2017 /

    Após divulgar os dados das atrizes mais bem-pagas de Hollywood, a revista Forbes revelou a relação dos atores. E a surpresa de ver Mark Wahlberg no topo, graças à “Transformers: O Último Cavaleiro”, só não é maior que a discrepância dos cachês de homens e mulheres na indústria cinematográfica. A distância entre a atriz mais bem-paga e o ator mais bem-pago é mais que o dobro, o que dá a dimensão da diferença salarial entre os sexos. Vencedora do Oscar 2017, Emma Stone liderou a lista feminina com US$ 26 milhões. Mark Wahlberg, por sua vez, fez US$ 68 milhões. Considerados os vencimentos de todos os atores, independente do sexo, Emma Stone aparece apenas em 15º lugar. É a primeira mulher da lista, após 14 homens, e imediatamente atrás, por sinal, de seu colega de “La La Land” Ryan Gosling. O topo do ranking inclui ainda Dwayne Johnson, que perdeu a liderança conquistada no ano passado e agora aparece em 2º lugar, seguido por seu colega da franquia “Velozes e Furiosos” Vin Diesel e por um implausível Adam Sandler, que aparentemente fez US$ 50.5 milhões em seu acordo com a Netflix. Também chama a atenção a proliferação de astros asiáticos no ranking, encabeçados pelo chinês Jackie Chan, em 5º lugar, e vários intérpretes de Bollywood, a indústria do cinema indiano. Confira abaixo a lista dos 15 atores mais bem pagos do mundo, de acordo com vencimentos compilados pela Forbes entre os dias 1 de junho de 2016 e 1 de junho de 2017. 1. Mark Wahlberg, US$ 68 milhões 2. Dwayne “The Rock” Johnson, US$ 65 milhões 3. Vin Diesel, US$ 54.5 milhões 4. Adam Sandler, US$ 50.5 milhões 5. Jackie Chan, US$ 49 milhões 6. Robert Downey, Jr., US$ 48 milhões 7. Tom Cruise, US$ 43 milhões 8. Shah Rukh Khan, US$ 38 milhões 9. Salman Khan, US$ 37 milhões 10. Akshay Kumar, US$ 35.5 milhões 11. Chris Hemsworth, US$ 31.5 milhões 12. Tom Hanks, US$ 31 milhões 13. Samuel L. Jackson, US$ 30.5 milhões 14. Ryan Gosling, US$ 29 milhões 15. Emma Stone, US$ 26 milhões

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  • Etc

    Donald Trump choca Hollywood ao defender neonazistas

    15 de agosto de 2017 /

    O presidente dos Estados Unidos Donald Trump chocou Hollywood – e o mundo – com suas últimas declarações sobre os episódios de violência em Charlottesville, na Virgínia, no último fim de semana. Um dia depois de ter cedido a pressões para fazer uma clara condenação de racistas e supremacistas brancos, Trump voltou atrás e decidiu culpar a “extrema esquerda” pelos distúrbios. No último sábado (12/8), neonazistas americanos fizeram uma manifestação contra negros, imigrantes, gays e judeus sem precedentes, após um projeto propôr derrubar uma estátua do general Robert Lee, líder confederado derrotado na Guerra Civil Americana, em Charlottesville. A derrota dos confederados permitiu a abolição da escravatura em todos os Estados Unidos. A passeata racista enfrentou resistência da maioria da população da cidade, que tentou impedir sua realização. Durante o confronto, um neonazista de 20 anos, James Fields, jogou seu carro contra um grupo contrário ao evento, matando a ativista Heather Heyer e ferindo várias outras pessoas. “Acho que houve culpa nos dois lados”, disse Trump nesta terça (15/8), retomando seu discurso inicial numa desastrosa entrevista coletiva na Trump Tower, em Nova York. O presidente americano tinha culpado “os dois lados” pela morte da ativista, em sua retórica inicial. Mas na segunda-feira tinha cedido à pressões para fazer uma clara condenação de racistas e supremacistas brancos, citando as organizações de extrema direita como “repugnantes”. Tudo isso foi abandonado no novo discurso, em que o mandatário decidiu culpar a “extrema esquerda” pela tragédia em Charlottesville. “E a extrema esquerda que chegou cobrando a extrema direita, eles não tem aparência de quem tem culpa? E quanto ao fato de eles terem avançado com bastões nas mãos? Eles têm algum problema? Eu acho que eles têm”, declarou o presidente. Trump ainda afirmou que havia “muitas pessoas ruins no outro grupo”, referindo-se aos que protestaram contra a manifestação racista, e cidadãos “muito legais” nos dois lados. “Tinha um grupo de um lado que era muito ruim, e do outro lado um que era muito violento, e ninguém fala isso, mas eu digo”, acrescentou. O discurso causou reação instantânea nas redes sociais, ultrajando atores, cineastas, produtores, etc. Artistas tão diferentes quanto o ator Chris Evans (o Capitão América dos filmes da Marvel), o apresentador Jimmy Kimmel, o comediante Josh Gad (“A Bela e a Fera”), o diretor Jon Favreu (“Mogli, o Menino Lobo”), o compositor Lin Manuel-Miranda (“Moana”), a atriz Jamie Chung (séries “Once Upon a Time”, “Gotham” e “The Gifted”), o diretor e produtor Judd Appatow (“Bem-Vindo aos 40”), o ator Kumail Nanjiani (série “Silicon Valley”), a atriz Lori Petty (série “Orange Is the New Black”), o roteirista e produtor Norman Lear (série “Tudo em Família”), a cantora e atriz Barbra Streisand (“Nasce uma Estrela”), o comediante Patton Oswalt (“Jovens Adultos”), o ator George Takei (franquia “Jornada nas Estrelas/Star Trek”), a atriz Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), o compositor John Legend (“La La Land”), o cantor e ator Josh Groban (“Amor a Toda Prova”), o roteirista e produtor Beau Willemon (série “House of Cards”), a escritora e roteirista J.K. Rowling (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) e a atriz Evan Rachel Wood (série “Westworld”) manifestaram seu desgosto coletivo no Twitter, entre pedidos de impeachment e revolta. Seguem abaixo algumas frases impactantes das redes sociais. “Não há extrema esquerda, Donald Trump, há nós que acreditamos que todas as pessoas são iguais” (Lori Peti). “Veja: há violência de ambos os lados – visão de Trump sobre a 2ª Guerra Mundial” (Josh Groban). “Eu enfrentei nazis na 2ª Guerra Mundial. Eles não eram ‘pessoas muito legais'” (Norman Lear). “Nosso presidente tomou o lado de nazistas?” (Patton Oswalt). “Donald Trump oficialmente apoia nazistas” (Jamie Chung). “Ele tem tanta paixão por todas as pessoas maldosas e corruptas deste planeta. Nunca nenhuma raiva contra os assassinos. Nenhuma compaixão” (Judd Apatow). “Impichem este homem mau” (Lin Manuel-Miranda). “Isto é insano” (Chris Evans). “Não via nada tão louco assim desde que Mike Tyson mordeu a orelha de Evander Holyfield” (Jimmy Kimmel).

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  • Série

    White Famous: Nova série de comédia com Jamie Foxx ganha primeiro trailer

    13 de agosto de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer de sua nova série de comédia “White Famous”. Assim como “SMILF”, que também estreia em breve no canal, o título busca ser provocante e tem potencial ofensivo. Se o nome “SMILF” busca empoderar um termo sexista, “White Famous” é uma expressão originada de racismo. Para entender, segue o contexto. A série foi criada por Tom Kapinos, que é um homem branco, e o humor segue o tom da criação anterior do produtor, “Kalifornication”. A diferença é que, em vez de um escritor branco de meia idade em Hollywood, a trama gira em torno de um jovem comediante negro e as piadas tem tom claramente racial. O protagonista Floyd Mooney (Jay Pharoah, do humorístico “Saturday Night Live”) está em ascensão na carreira e começa a receber propostas para estrelar filmes, o que o faz ter encontros inusitados com astros famosos – Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) aparece bem confortável de minissaia na prévia – e reuniões com empresários e produtores influentes que prometem torná-lo tão “famoso como um branco”. Daí, o título. Jamie Foxx é um dos produtores, assim como o cineasta negro Tim Story (“Policial em Apuros”), que dirigiu o episódio piloto e mais dois dos dez capítulos da 1ª temporada. “White Famous” estreia em 15 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Cate Blanchett vai viver a comediante Lucille Ball em cinebiografia

    8 de agosto de 2017 /

    A atriz Cate Blanchett (“Carol”) vai estrelar a cinebiografia de Lucille Ball, atriz que marcou a história da TV e é considerada a “rainha da comédia” americana. Segundo o site The Hollywood Reporter, a produção, que tem roteiro de Aaron Sorkin (“Steve Jobs”), foi adquirida pela Amazon numa disputa acirrada com outros estúdios. Trata-se apenas da segunda produção exclusiva da Amazon. Até este ano, os filmes da plataforma de streaming eram coproduções com estúdios tradicionais de cinema. O primeiro filme exclusivo do serviço será o próximo trabalho de Woody Allen, “Wonder Wheel”, selecionado para a encerrar o Festival de Nova York, em 15 de outubro. Blanchett está ligada à cinebiografia já tem dois anos, e agora reservará espaço em sua agenda para as filmagens. A produção é da empresa Escape Artists, mas ainda não há diretor definido. O filme relatará o casamento de 20 anos de Ball e Desi Arnaz, com quem estrelou a série clássica “I Love Lucy” (1951–1957), a comédia mais famosa da TV americana. Ball teve dois filhos com Arnaz antes de se divorciarem em 1960. Ela se casou com Gary Morton no ano seguinte. Esta não será a primeira vez que Cate Blanchett encarnará um personagem da era clássica de Hollywood. Em “O Aviador” (2004), de Martin Scorsese, ela interpretou Katharine Hepburn, papel que lhe rendeu seu primeiro Oscar.

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  • Série

    Hawaii Five-0 muda meio elenco para sua 8ª temporada

    20 de julho de 2017 /

    A saída repentina de Daniel Dae Kim e Grace Park de “Hawaii Five-0” levou os produtores a mudar os protagonistas da série. Uma das providências anunciadas para suprir a falta dos dois intérpretes centrais foi a promoção de Ian Anthony Dale para o elenco fixo. O ator tinha papel recorrente como Adam, o marido de Kono (Grace Park). Além disso, dois novos atores foram contratados: Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”). Rath foi escalada num papel previamente anunciado, como Tani Ray, personagem que é recrutada por McGarrett (Alex O’Loughlin) depois de perder sua candidatura na Academia de Polícia. Já Koale vai interpretar Junior Reigns, um ex-oficial da Marinha que retorna para casa depois de servir no exterior e pede uma vaga na Five-0 para McGarrett. Os dois vão estrear no primeiro episódio da 8ª temporada, que também revelará o destino de Kono Kalakaua (Park), após decidir perseguir traficantes sexuais por conta própria, e Chin Ho Kelly (Kim), que foi convidado a chefiar uma unidade policial de San Francisco. Park e Kim saíram da série após reivindicarem receber o mesmo que seus dois colegas de elenco, Alex O’Loughlin e Scott Caan. A rede CBS, que além de exibir “Hawaii Five-0” também produz a série, não quis ceder e preferiu encerrar as participações da dupla na trama. A situação virou polêmica, após outros atores asiáticos apontarem preconceito racial como motivo da diferença salarial. A série volta a exibir episódios inéditos em 29 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Saída de atores de Hawaii Five-0 abre polêmica sobre desigualdade racial em Hollywood

    6 de julho de 2017 /

    Não são só as mulheres que recebem menos que seus colegas masculinos em Hollywood. A saída dos atores asiáticos de “Hawaii Five-0”, após a rede CBS não aceitar lhes pagar o mesmo que seus colegas brancos, virou um escândalo de razoáveis proporções. Após a Variety denunciar, várias publicações americanas especializadas na indústria de entretenimento obtiveram a confirmação de que Grace Park e Daniel Dae Kim saíram da série após exigir paridade salarial com Alex O’Loughlin e Scott Caan. Num longo post em seu Facebook, Kim ecoou a situação ao escrever que “o caminho para a igualdade raramente é fácil”. A situação causou revolta entre integrantes da comunidade asiática dos Estados Unidos. “O estúdio, aparentemente, não acha que seus protagonistas asiáticos valem o mesmo que os dois caras brancos”, escreveu Phil Yu, do influente blog Angry Asian Man. “Este drama de bastidores sobre a igualdade salarial demonstra que o estúdio valoriza mais, literalmente, os atores brancos do programa sobre os asiáticos. Eles nem tentam mais esconder, da maneira mais básica, que essa série dá mais destaque a suas estrelas brancas”. Em janeiro, “Hawaii Five-0” já tinha perdido Masi Oka, que também estava na atração desde a 1ª temporada. Desde modo, o drama passado no Havaí não terá estrelas asiáticas em sua 8ª temporada. “Não é suspeito que todos os protagonistas asiáticos de ‘Hawaii Five-0’ tenham deixado a série neste ano? E o que isso diz sobre o viés racial e de gênero sobre os salários dos atores?”, escreveu Anderson Le do site You Offend Me You Offend My Family, que ele fundou com o cineasta Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”). “É um grande equívoco nesses dias que correm. A CBS não percebe o que isso parece?”, comentou para o site The Hollywood Reporter o ator e diretor Chris Tashima, que ganhou um Oscar de Melhor Curta em 1998 e conhece Kim há anos. “Estas são questões que sempre estamos lutando. Estou aguardando o processo de ação coletiva sobre discriminação racial porque isso é muito flagrante”.

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  • Etc

    Hollywood vai auditar bilheterias da China atrás de fraudes nas arrecadações de cinema

    27 de junho de 2017 /

    Com a indústria cinematográfica americana cada vez mais dependente do mercado internacional, a Motion Picture Association of America (MPA), que representa os seis principais estúdios de Hollywood, decidiu auditar pela primeira vez as bilheterias de cinema da China. A informação foi repassada por uma fonte anônima ao serviço de notícias da Bloomberg e confirmada por revistas especializadas. A MPA contratou uma empresa de contabilidade para verificar se a venda de ingressos tem sido registrada de forma correta, após centenas de casos de erros na contabilização das receitas terem sido detectados na China. Nos acordos internacionais de distribuição, os estúdios recebem 25% das vendas de bilheteria, portanto, obter números precisos é uma forma de evitar fraudes. No ano passado, a China aprovou legislação com multas elevadas para combater a falsificação dos dados de bilheteria. Mesmo assim, a Administração Estatal de Imprensa, Publicações, Rádio, Filmes e Televisão da China puniu mais de 300 cinemas por informar números inferiores aos reais da venda de ingressos, em março. A auditoria de Hollywood faz parte de um acordo de mercado entre o MPA e as autoridades chinesas, cujos detalhes não foram divulgados publicamente. Os maiores estúdios de Hollywood têm contado com as bilheterias da China para equilibrar suas receitas. Vários blockbusters recentes fizeram mais sucesso no mercado chinês que nos próprios Estados Unidos. Entretanto, a fatia dos estúdios no mercado doméstico é bem maior, em torno de 50% da comercialização das bilheterias, o que faz com que o sucesso na América do Norte tenha mais peso no desenvolvimento de franquias.

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  • Filme

    Criadora de Girls negocia escrever o remake de Toni Erdmann

    27 de junho de 2017 /

    A Paramount estaria negociando com Lena Dunham, criadora da série “Girls”, para escrever o roteiro do remake de “Toni Erdmann”, comédia premiada da cineasta alemã Mare Ade. Segundo o site Deadline, a negociação se encontra em estágios iniciais e Dunham trabalharia com Jenni Konner, produtora-roteirista de “Girls”. A versão americana deve ser estrelada por Jack Nicholson (“Melhor É Impossível”) no papel vivido pelo austríaco Peter Simonischek, como o pai de uma executiva bem-sucedida, que chega inesperadamente para uma visita questionando se ela era feliz. A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) está cotada para viver a filha, interpretada no original pela alemã Sandra Hüller. A refilmagem terá produção da companhia Gary Sanchez Productions, comandada por Adam McKay (diretor e roteirista vencedor do Oscar 2016 por “A Grande Aposta”) e o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Toni Erdmann” teve sua première mundial no Festival de Cannes 2016 e, apesar de ser ignorado pelo juri presidido por George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”), venceu o Prêmio da Crítica e não parou mais de acumular conquistas, entre elas cinco troféus da Academia Europeia de Cinema, inclusive Melhor Filme Europeu do ano. O longa também foi indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira.

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  • Série

    Violência e Susan Sarandon dão o tom do trailer da 5ª temporada de Ray Donovan

    17 de junho de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer e o poster da 5ª temporada de “Ray Donovan”. A prévia mostra o personagem-título, vivido por Liev Schreiber (“X-Men Origens: Wolverine”), contratado por uma magnata da mídia, interpretada por Susan Sarandon (“A Intrometida”) para lidar com seus próprios fixers, com medo de que eles possam saber demais. “Qualquer que seja seu preço, eu pago”, ela avisa. O trailer também destaca a chegada de novos personagens, em especial uma jovem problemática vivida por Lili Simmons (série “Banshee”), as pazes entre Ray e Mickey (Jon Voight) e muita violência. Desenvolvida por Ann Biderman (também criadora da série “Southland”), a atração gira em torno de um profissional que ajuda estrelas de Hollywood e endinheirados envolvidos em escândalos, mas enfrenta dificuldades em resolver conflitos dentro de sua própria família. A estreia da 5ª temporada está marcada para 6 de agosto nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pela HBO. [gallery targetsize=”full” captions=”hide” bottomspace=”ten” gutterwidth=”10″ columns=”3″ size=”medium” newtab=”true”

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