Criadora de Girls negocia escrever o remake de Toni Erdmann
A Paramount estaria negociando com Lena Dunham, criadora da série “Girls”, para escrever o roteiro do remake de “Toni Erdmann”, comédia premiada da cineasta alemã Mare Ade. Segundo o site Deadline, a negociação se encontra em estágios iniciais e Dunham trabalharia com Jenni Konner, produtora-roteirista de “Girls”. A versão americana deve ser estrelada por Jack Nicholson (“Melhor É Impossível”) no papel vivido pelo austríaco Peter Simonischek, como o pai de uma executiva bem-sucedida, que chega inesperadamente para uma visita questionando se ela era feliz. A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) está cotada para viver a filha, interpretada no original pela alemã Sandra Hüller. A refilmagem terá produção da companhia Gary Sanchez Productions, comandada por Adam McKay (diretor e roteirista vencedor do Oscar 2016 por “A Grande Aposta”) e o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Toni Erdmann” teve sua première mundial no Festival de Cannes 2016 e, apesar de ser ignorado pelo juri presidido por George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”), venceu o Prêmio da Crítica e não parou mais de acumular conquistas, entre elas cinco troféus da Academia Europeia de Cinema, inclusive Melhor Filme Europeu do ano. O longa também foi indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira.
Violência e Susan Sarandon dão o tom do trailer da 5ª temporada de Ray Donovan
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer e o poster da 5ª temporada de “Ray Donovan”. A prévia mostra o personagem-título, vivido por Liev Schreiber (“X-Men Origens: Wolverine”), contratado por uma magnata da mídia, interpretada por Susan Sarandon (“A Intrometida”) para lidar com seus próprios fixers, com medo de que eles possam saber demais. “Qualquer que seja seu preço, eu pago”, ela avisa. O trailer também destaca a chegada de novos personagens, em especial uma jovem problemática vivida por Lili Simmons (série “Banshee”), as pazes entre Ray e Mickey (Jon Voight) e muita violência. Desenvolvida por Ann Biderman (também criadora da série “Southland”), a atração gira em torno de um profissional que ajuda estrelas de Hollywood e endinheirados envolvidos em escândalos, mas enfrenta dificuldades em resolver conflitos dentro de sua própria família. A estreia da 5ª temporada está marcada para 6 de agosto nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pela HBO. [gallery targetsize=”full” captions=”hide” bottomspace=”ten” gutterwidth=”10″ columns=”3″ size=”medium” newtab=”true”
Liev Schreiber vive sob pressão nos teasers da 5ª temporada de Ray Donovan
O canal pago americano Showtime divulgou dois teasers da 5ª temporada de “Ray Donovan”, que mostram o personagem-título, vivido por Liev Schreiber (“X-Men Origens: Wolverine”), sob a pressão de seu cotidiano: resolvendo problemas para outros e criando problemas para si mesmo. Desenvolvida por Ann Biderman (também criadora da série “Southland”), a atração gira em torno de um profissional que ajuda estrelas de Hollywood e endinheirados envolvidos em escândalos, mas enfrenta dificuldades em resolver conflitos dentro de sua própria família. O elenco também inclui Jon Voight (“Transformers”), Paula Malcomson (franquia “Jogos Vorazes”), Kerris Dorsey (série “Brothers and Sisters”) e Dash Mihok (série “Gotham”). E a principal novidade dos próximos capítulos será a chegada de Susan Sarandon (série “Feud”). A estreia da 5ª temporada está marcada para 6 de agosto nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pela HBO.
Filme vai mostrar a juventude aventureira do lendário ator Errol Flynn
O ator Errol Flynn vai ganhar uma nova cinebiografia. Segundo o site da revista Variety, o filme, intitulado “In Like Flynn”, terá direção de Russell Mulcahy (“Resident Evil 3” e série “Teen Wolf”). Apesar do título aludir à fase mais célebre e polêmica da vida astro – a gíria é dos anos 1940, quando seu nome virou sinônimo de virilidade, após sair na mídia como herói ao vencer um julgamento por assédio sexual de duas menores – , a trama se baseará na juventude de Flynn, quando ele ainda era um “simples” aventureiro australiano, que experimentava na vida real o tipo de situação que depois iria encenar em Hollywood. A produção vai acompanhar Errol Flynn e um grupo de amigos em uma expedição rumo à Nova Guiné no final dos anos 1920. Nesta fase, Flynn já chamava atenção pelo magnetismo, encantando mulheres e o submundo do crime. O roteiro foi escrito por Corey Large (“Marcados para Morrer”) e Luke Flynn, neto do ator, que se inspirou a contar a história após reler o primeiro livro do avô, “Beam Ends”, um relato da viagem publicado em 1937, e refazer seus passos num barco. Thomas Cocquerel (“Jogada de Mestre”) vai viver o jovem Flynn, e o elenco ainda inclui William Moseley (série “The Royals”), Clive Standen (série “Taken”), Callan Mulvey (“Batman vs Superman: A Origem da Justiça”), Isabel Lucas (série “Emerald City”) e Costas Mandylor (franquia “Jogos Mortais”), além de incluir Luke Flynn como a versão mais velha de Errol Flynn. “In Like Flynn” já começou a ser filmado na Austrália, mas ainda não tem previsão de estreia. A vida de Errol Flynn tem rendido vários filmes desde a adaptação da autobiografia “My Wicked, Wicked Ways: The Legend of Errol Flynn”, em 1985. Até mesmo a fase coberta por “In Like Flynn” foi levada às telas há mais de 20 anos, no filme “Flynn” (1994), estrelado por Guy Pearce (“O Mestre dos Gênios”) no papel principal. O filme mais recente é “The Last of Robin Hood” (2013), centrado no fim da vida do ator e no relacionamento escandaloso que ele teve, aos 50 anos de idade, com a atriz Beverly Aadland, então com 17 anos. Os dois estrelaram a aventura “Cuban Rebel Girls” (1959), mas o que se passou nos bastidores só veio à tona após a morte de Flynn no mesmo ano.
Netflix revela planos de lançar seus filmes no cinema
Após a polêmica causada pela inclusão de dois filmes da Netflix no Festival de Cannes, a plataforma de streaming deixou claro que está revendo seus planos de lançamento, buscando uma alternativa cinematográfica. Mas para isso precisará superar um grande entrave para a exibição de suas produções nos cinemas do país: a janela de exibição. Na França, um filme só pode ser exibido em um serviço de streaming 36 meses após sua saída dos cinemas. “Estamos certos de que os amantes franceses de cinema não vão querer ver esses filmes três anos depois do resto do mundo”, disse a Netflix em um comunicado. “Com isso dito, nós estamos explorando a distribuição teatral destes dois filmes na França, para uma estreia limitada, na mesma data da disponibilização na Netflix. Estamos entusiasmados por explorar todas e quaisquer opções que deem a esses filmes a oportunidade de serem vistos por um público tão amplo quanto possível, em uma variedade de telas, porque, como os exibidores franceses, também queremos continuar a contribuir para o desenvolvimento e financiamento de filmes”. Os filmes da Netflix selecionados para o festival francês são “Okja”, de Bong Joon-ho, e “The Meyerowitz Stories, de Noah Baumbach. Mas os planos da empresa não se resumem apenas a estes dois lançamentos e exclusivamente à França. A diretoria da Netflix enviou um comunicado aos seus acionistas mencionando estar aberta a negociar com redes exibidoras em todo o mundo para levar suas produções aos cinemas em grande escala. “Como nossos assinantes financiam estes filmes, eles deveriam ser os primeiros a assisti-los”, diz o texto. “Mas nós também estamos abertos para apoiar grandes redes de cinemas dos Estados Unidos, como AMC e Regal, se elas quiserem oferecer nossos filmes, como ‘Bright’, com Will Smith”. A Netflix conta, especialmente nos EUA, com o interesse dos grandes estúdios de Hollywood para conseguir avanços sobre a barreira da janela de exibição. Os estúdios também estão interessados em disponibilizar seus filmes em serviços de streaming como a Netflix, mas para isso não querem esperar os 90 dias obrigatórios que um longa-metragem precisa aguardar após sua saída de cartaz no país para reaparecer em outro meio. Disponibilizar os filmes mais rapidamente para consumo online seria uma forma dos estúdios competirem não apenas com a Netflix, mas também com a pirataria, além de lhes dar uma nova fonte de renda. Por outro lado, os exibidores temem que isso prejudique o hábito de assistir filmes no cinema. A pressão de Hollywood deve resultar numa diminuição da janela de exibição, fazendo com que os grandes sucessos do cinema possam ser disponibilizados mais rapidamente para consumo doméstico. Seria uma grande reviravolta, já que a Netflix sofreu boicote das redes americanas ao buscar um meio termo em seu primeiro filme. O plano original da empresa para “Beasts of No Nation” em 2015 era exibir a produção em alguns cinemas selecionados dos Estados Unidos, mas as redes de exibidores proibiram que seu circuito fosse utilizado e o filme só entrou em 31 salas independentes. Por conta disso, o serviço de streaming acabou desistindo dos cinemas, lançando seus filmes posteriores diretamente na plataforma.
Susan Sarandon entra na 5ª temporada de Ray Donovan
A atriz Susan Sarandon, atualmente vivendo Bette Davis em “Feud”, vai continuar na televisão após a 1ª temporada da série do FX. Ela se juntou ao elenco da 5ª temporada de “Ray Donovan”. Sarandon viverá Samantha Winslow, diretora de um estúdio de cinema. Segundo o canal pago Showtime, a próxima temporada terá participação de vários atores famosos. Em setembro, David Hollander, produtor de “Ray Donovan”, revelou que os próximos episódios terão como tema os bastidores de Hollywood. “Estou muito interessado em ver o que acontece quando a família Donovan realmente tenta trabalhar junta no mundo de Hollywood. Eu adoraria fazer uma grande história de Hollywood”, ele adiantou. “Ray Donovan” está programado para retornar no verão americano, em data ainda não anunciada.
Jack Nicholson vai voltar a atuar no remake da premiadíssima comédia alemã Toni Erdmann
Menos de um mês após ser “aposentado” pelo amigo Peter Fonda, Jack Nicholson topou voltar a Hollywood. Sem filmar desde “Como Você Sabe” (2010), ele estrelará o remake da comédia alemã “Toni Erdmann”, um dos longas europeus mais premiados de 2016 e candidato ao Oscar 2017 de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Segundo o site da revista Variety, o estúdio Paramount Pictures adquiriu os direitos cinematográficos da produção alemã após um pedido do próprio Nicholson, que seria um grande do filme. No remake, Nicholson terá o papel vivido pelo austríaco Peter Simonischek, como o pai de uma executiva bem-sucedida, que chega inesperadamente para uma visita questionando se ela era feliz. A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) está cotada para viver a filha, interpretada no original pela alemã Sandra Hüller. A refilmagem terá produção da companhia Gary Sanchez Productions, comandada por Adam McKay (diretor e roteirista vencedor do Oscar 2016 por “A Grande Aposta”), pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e pela produtora Jessica Elbaum, em parceria com a diretora do filme alemão, Maren Ade. “Toni Erdmann” teve sua première mundial no Festival de Cannes 2016 e, apesar de ser ignorado pelo juri presidido por George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”), venceu o Prêmio da Crítica e não parou mais de acumular conquistas, entre elas cinco troféus da Academia Europeia de Cinema, inclusive Melhor Filme Europeu do ano.
HBO prepara filme sobre os bastidores de O Poderoso Chefão
A HBO vai produzir um filme sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão” (1972). Intitulado “Francis & the Godfather”, a produção vai detalhar o trabalho do diretor Francis Ford Coppola para produzir seu clássico, a entrada de Marlon Brando e Al Pacino no elenco e como a verdadeira máfia de Nova York se interessou pelo projeto. Segundo o site da revista Variety, o filme é baseado num roteiro escrito por Andrew Farotte, produtor do reality “Big Brothers”, e terá consultoria de Peter Bart, o executivo da Paramount que adquiriu os direitos originais do romance de Mario Puzo nos anos 1970 e supervisionou as filmagens de Coppola. O projeto ainda está em estágio de desenvolvimento e ainda não definiu diretor e elenco. Lançado em 1972, “O Poderoso Chefão” se tornou um dos filmes mais famosos da história do cinema, aclamado pela crítica e vencedor de três Oscars: Melhor Filme, Roteiro Adaptado e Ator (Marlon Brando). Seu sucesso rendeu duas continuações dirigidas por Copolla – uma ainda mais premiada em 1974 (seis Oscars) e outra divisiva em 1990.
Peter Fonda confirma que Jack Nicholson está aposentado
Se alguém ainda tinha dúvidas, Peter Fonda confirmou. Seu velho amigo Jack Nicholson está realmente aposentado. “Eu acho que ele basicamente se aposentou. Eu não quero falar em nome dele, mas ele já trabalhou bastante e está muio bem financeiramente”, contou Fonda, que é amigo de Nicholson desde a época em que rodaram juntos “Sem Destino” (Easy Rider, 1969). Na entrevista, publicada pelo tabloide inglês The Sun, Fonda explicou que o astro está mais interessado em curtir o tempo com os amigos e a família e não tem tido mais paciência para a correria de Hollywood. Nicholson não faz filmes desde 2010, quando atuou pela última vez em “Como Você Sabe”. Apesar disso, ainda detém o recorde masculino de indicações ao Oscar, acumulando 12 no currículo, sendo oito de Melhor Ator e quatro na categoria de Coadjuvante. Ele levou a estatueta de Melhor Ator em duas ocasiões: em 1976, por “Um Estranho no Ninho”, e em 1998, por “Melhor É impossível”, além de possuir um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, conquistado em 1984 pelo filme “Laços de Ternura”. Ele também foi um dos primeiros atores na história do cinema a se tornar tão popular a ponto de receber participações das bilheterias dos filmes nos quais era protagonista. Um exemplo é o cachê que ele embolsou para interpretar o Coringa em “Batman” (1989), que lhe rendeu mais de US$ 60 milhões.
21 astros de Hollywood cantam I Will Survive em vídeo da revista W
A revista W reuniu alguns dos maiores astros de Hollywood da temporada e pediu para eles cantarem “I Will Survive”, o clássico de Gloria Gaynor que marcou a era das discotecas. A música já ganhou muitas conotações ao longo da história, sendo a mais clara a de quem se assume gay. No contexto atual, a luta pela sobrevivência das estrelas parece dirigida à presidência de Donald Trump. No total, 21 artistas participaram do projeto: Emma Stone, Natalie Portman, Amy Adams, Matthew McConaughey, Andrew Garfield, Felicity Jones, Mahershala Ali, Dakota Fanning, Chris Pine, Michelle Williams, Naomi Harris, Michael Shannon, Greta Gerwig, Ruth Negga, Joel Edgerton, Hailey Stenfeld, Anya Taylor-Joy, Alden Ehrenreich, Dev Patel, Lucas Hedges e Taraji P. Henson, que arrasa na parte final. A maior parte deles apoiou publicamente a candidata derrotada Hillary Clinton. Dirigido pela editora da revista, Lynn Hirschberg, o vídeo edita trechos de cada interpretaçã, realizada de jeitos diferentes, numa montagem que fica entre o empolgante e o engraçado. Confira abaixo.
Amy Adams ganha estrela na Calçada da Fama de Hollywood
Amy Adams, que em 2016 estrelou “Batman vs Superman”, “A Chegada” e “Animais Noturnos”, foi homenageada com uma estrela na famosa Calçada da Fama de Hollywood na última quarta (11/1). O evento deixou a atriz bastante emocionada. Ela agradeceu a família, diretores e amigos. “São os melhores”, disse. Mas confessou nunca ter esperado essa homenagem em sua carreira. A atriz estava acompanhada de sua filha, seu marido, o diretor Denis Villeneuve e o ator Jeremy Renner, ambos parceiros no filme “A Chegada”, que tem surpreendido na temporada de premiações. Enquanto Villeneuve disse, em seu discurso de apresentação que Amy Adams é uma das atrizes “de maior qualidade” do mundo, Jeremy Renner a considerou “uma lenda entre as lendas”, e prometeu que sempre serão amigos. Amy Adams já foi indicada a cinco Oscars ao longo de sua carreira e pode acrescentar mais uma indicação em 2017. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las em tela inteira.
Donald Trump chama Meryl Streep de “superestimada” e “lacaia de Hillary Clinton” após Globo de Ouro
O presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump chamou Meryl Streep de “lacaia de Hillary Clinton” em resposta ao discurso duro que a atriz fez no Globo de Ouro. Ele falou sobre o assunto, na manhã desta segunda-feira (9/1), em uma breve entrevista por telefone ao jornal norte-americano The New York Times, e também em seu Twitter. Homenageada com o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto de sua carreira, Meryl fez um discurso histórico e emocionante sobre a diversidade que Hollywood representa. Dizendo que se fala muito sobre Hollywood – ou, como Trump prefere chamar, “o povo liberal do cinema” – , ela explicou o que isso significava. “Mas quem somos nós? O que é Hollywood? Eu fui criada nas escolas públicas de Nova Jersey”, discursou a atriz, citando as diferentes origens e nacionalidades de seus colegas e lembrando que muitos são estrangeiros, de Natalie Portman a Ruth Negga, fator relevante diante da eleição de um presidente de plataforma xenófoba. “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”, a diva sentenciou. Sem nomear diretamente o político, ela também criticou as atitudes do futuro presidente, que ridicularizou um jornalista deficiente em um comício. “Esse exemplo dado por uma pessoa tão poderosa dá permissão a outras pessoas para desrespeitar. A violência incita a violência. O desrespeito incita o desrespeito. Se alguém usa sua posição para fazer bullying, todos nós perdemos.” Ao jornal nova-iorquino, Trump disse que não assistiu ao Globo de Ouro, mas que não ficou surpreso com o teor do discurso. “As pessoas continuam dizendo que eu zombei da incapacidade do repórter, como se Meryl Streep e outros pudessem ler a minha mente”, disse. “Lembrem-se, Meryl Streep participou de uma convenção de Hillary Clinton”, concluiu. Já no Twitter, ele publicou uma série de posts e chamou a atriz de “superestimada”. “Meryl Streep, uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood, não me conhece, mas me atacou ontem à noite no Globo de Ouro. Ela é uma lacaia de Hillary. Pela centésima vez, eu nunca zombei de um repórter deficiente (nunca faria isso), eu simplesmente o imitei engasgando quando ele mudou completamente uma história de 16 anos que havia escrito para me denegrir. Mas uma vez a mídia desonesta”, escreveu ele, fazendo referência a Serge Kovaleski, repórter do New York Times.
Veja o trailer do documentário da HBO sobre Carrie Fisher e Debbie Reynolds
O canal pago HBO divulgou o trailer de “Bright Lights”, documentário sobre o relacionamento entre Carrie Fisher e sua mãe, Debbie Reynolds. As mortes repentinas das duas atrizes fez o canal antecipar a data da exibição, que acontecerá no Brasil na próxima segunda, dia 9 de janeiro, às 22h. Rodado em 2015, o documentário deveria estrear apenas em março. O filme aprofunda a outrora conturbada relação entre mãe e filha, devido ao vício de Carrie em álcool e drogas, bem como sua bipolaridade. Na época das filmagens, Carrie se preparava para começar as gravações de “Star Wars: O Despertar da Força”, enquanto Debbie faria uma turnê. “Bright Lights” tem direção do também ator Fisher Stevens (que dirigiu “Amigos Inseparáveis”), e esteve cotado para receber o prêmio de Melhor Documentário de Cannes, que acabou indo para “Cinema Novo”, do brasileiro Eryk Rocha. Atualmente, ele conta com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, site que agrega resenhas de filmes.












