Rose McGowan detalha abuso de Harvey Weinstein em seu livro de memórias
A atriz Rose McGowan publicou na terça-feira (30/1) seu livro de memórias, em que detalha o abuso sexual cometido por Harvey Weinstein. Intitulado “Brave” (Valente, em tradução literal), o livro da estrela da série “Charmed” e de filmes como “Planeta Terror” (2007) e “Conan, o Bárbaro” (2011) descreve um episódio que teria acontecido em 1997, durante o Festival de Cinema de Sundance. Rose McGowan tinha 23 anos quando Weinstein a convocou para uma reunião de trabalho a ser realizada em um restaurante, mas que foi transferida para o quarto de hotel do produtor. Ao fim de meia-hora de conversa, Weinstein a despiu e a obrigou a fazer sexo oral na jacuzzi. “Eu me senti muito suja. Eu tinha sido estuprada e estava triste até as profundezas do meu ser. Fiquei pensando que ele esteve sentado atrás de mim no cinema na noite que antecedeu (o estupro). Não era minha responsabilidade, mas era como se eu tivesse feito algo para tentá-lo. Isso me fez sentir ainda mais doente e suja”, escreveu. A atriz, que se refere no seu livro a Weinstein como “o monstro”, disse ter contado o que aconteceu ao ator Ben Affleck, com quem trabalhou em “Indo Até o Fim” (1997) e “Fantasmas” (1998). “Eu disse a ele para parar de fazer isso”, teria respondido o ator, segundo a versão de McGowan, que não foi confirmada por Affleck. Weinstein pagou posteriormente US$ 100 mil a McGowan em um acordo que a impedia de denunciá-lo. Por conta desse acordo, ela não quis ser entrevistada pelo jornal New York Times para a reportagem que denunciou o produtor em outubro do ano passado, embora seu nome tivesse sido citado no texto. Ela também não se pronunciou na reportagem da revista New Yorker, publicada logo em seguida com denúncias mais graves, inclusive de estupro. Mas após o escândalo sexual se tornar público, tornou-se uma das vozes mais estridentes do movimento #MeToo no Twitter.
Steven Seagal diz que acusação de estupro é mentira financiada por uma conspiração mundial
O ator Steven Seagal diz que a mulher que o acusa de estupro é mentirosa e foi paga para mentir, sugerindo existir uma conspiração mundial por trás da onda de denúncias de assédio sexual. “Ela mentiu e foi paga para mentir sobre mim, sem evidências, provas ou testemunhas”, disse Seagal em entrevista em vídeo ao podcast de extrema-direita InfoWars. “Isso é uma tragédia. Não só para mim, como para centenas de pessoas ao redor do mundo”, continuou o ator, acrescentando que “muitas dessas pessoas [acusadas de assédio e estupro] são inocentes. As pessoas estão sendo pagas para mentir e as pessoas que estão pagando os mentirosos serão expostas”. Veja a íntegra da entrevista abaixo. Na semana passada, Regina Simons denunciou Seagal por estupro em 1993, quando tinha 18 anos de idade. Hoje com 43 anos e mãe de dois filhos, ela relatou ao site The Wrap que foi figurante do filme “Em Terreno Selvagem” e, algumas semanas depois, recebeu um telefonema convidando-a para uma festa de encerramento das filmagens na casa de Seagal. Quando chegou, o lugar estava vazio e sem sinais de que aconteceria uma celebração. “Eu perguntei a ele onde estava todo mundo e ele falou que todos já tinham ido embora”, lembrou a mulher. Ela conta que em seguida o ator a levou até seu quarto “e então começou a me beijar”. “Ele tirou minhas roupas e antes que eu percebesse estava em cima de mim, me estuprando… eu ainda não era ativa sexualmente na época”, contou. “A única forma que consigo descrever a situação é que eu literalmente senti que eu deixei meu corpo. Eu estava completamente indefesa. Lágrimas desciam do meu rosto e sei que doeu, ele era três vezes maior que eu”. Simmons ainda disse ao The Wrap que não denunciou o ator e nem falou nada para ninguém, porque sua família “não permitia nem que eu namorasse, então para mim era uma situação vergonhosa”. “Eu pensava, ‘meu Deus, como isso aconteceu?’, então acabei me culpando e fingindo que nada tinha acontecido”. Ela aponta que o trauma a afastou da atuação. Ela trabalha agora como advogada para famílias nativas norte-americanas. Após a denúncia, a polícia de Los Angeles abriu uma investigação criminal contra o ator. Essa é a primeira vez que Steven Seagal é acusado de estupro, mas o astro já foi alvo de mais de uma dúzia de denúncias de assédio sexual. Algumas das acusadoras são atrizes conhecidas. Eva LaRue, que estrelou a série “CSI: Miami” por oito temporadas, disse ao site Deadline que o ator a trancou em uma sala durante um teste em sua casa em 1990 e depois abriu seu quimono, ficando de pé diante dela, apenas de cueca. E Portia de Rossi, da série “Arrested Development” e casada com a apresentadora Ellen DeGeneres, relatou no Twitter que, durante outro suposto teste, Seagal desceu o zíper da sua calça de couro, o que a fez sair correndo.
Polícia de Los Angeles abre investigação contra Steven Seagal por agressão sexual
A polícia de Los Angeles abriu uma investigação criminal contra o ator de filmes de ação Steven Seagal por agressão sexual, informou nesta sexta-feira (12/1) a revista The Hollywood Reporter. Como a investigação acontece sob sigilo, não há detalhes sobre as denúncias, mas nos últimos meses Seagal foi acusado de abuso e assédio sexual por várias mulheres, e na quinta-feira uma figurante do filme “Em Terreno Selvagem” (1993) afirmou ter sido estuprada por ele. Algumas das acusadoras são atrizes conhecidas. Eva LaRue, que estrelou a série “CSI: Miami” por oito temporadas, disse ao site Deadline que o ator a trancou em uma sala durante um teste em sua casa em 1990 e depois abriu seu quimono, ficando de pé diante dela, apenas de cueca. E Portia de Rossi, da série “Arrested Development” e casada com a apresentadora Ellen DeGeneres, relatou no Twitter que, durante outro suposto teste, Seagal desceu o zíper da sua calça de couro, o que a fez sair correndo. Outras atrizes que revelaram assédios de Seagal foram Julianna Margulies, Jenny McCarthy e Katherine Heigl. Desde que o produtor Harvey Weinstein foi acusado de assédio sexual numa reportagem de outubro, do jornal New York Times, e poucos dias depois denunciado por estupro na revista New Yorker, dezenas de casos de agressão sexual em Hollywood vieram à tona, revelando como predadores prosperaram por décadas, graças à pressão e ameaças, utilizando status e poder para abusar de jovens atrizes, atores, roteiristas e outros integrantes de equipes de produção, tanto no cinema quanto na televisão. Quando as vítimas começaram a compartilhar suas histórias nas redes sociais, utilizando a hashtag #Metoo, um movimento para expor todos os abusadores tomou forma, e artistas tão diferentes quanto Kevin Spacey, Dustin Hoffman, James Franco, Brett Ratner, John Lasseter, Louis C.K. e Bryan Singer tiveram seus nomes envolvidos em escândalos.
Steven Seagal é acusado de estupro de figurante nos anos 1990
O ator Steven Seagal voltou a ser acusado de má conduta sexual. Desta vez, é mais sério. Regina Simons diz que foi estuprada por Seagal em 1993, quando tinha 18 anos de idade. Hoje com 43 anos e mãe de dois filhos, ela relatou ao site The Wrap que foi figurante do filme “Em Terreno Selvagem”. Seagal estava escalando norte-americanos com descendência indígena para o filme, e convidou a garota e o irmão dela para passar um teste em seu trailer particular. Algumas semanas depois, Simons recebeu um telefonema convidando-a para uma festa de encerramento das filmagens na casa de Seagal. Quando chegou, o lugar estava vazio e sem sinais de que aconteceria uma celebração. “Eu perguntei a ele onde estava todo mundo e ele falou que todos já tinham ido embora”, lembrou a mulher. Ela conta que em seguida o ator a levou até seu quarto “e então começou a me beijar”. “Ele tirou minhas roupas e antes que eu percebesse estava em cima de mim, me estuprando… eu ainda não era ativa sexualmente na época”, contou. “A única forma que consigo descrever a situação é que eu literalmente senti que eu deixei meu corpo. Eu estava completamente indefesa. Lágrimas desciam do meu rosto e sei que doeu, ele era três vezes maior que eu”. A mulher completa: “Tudo o que me lembro é dele perguntando se eu precisava de dinheiro no final. Eu balancei a cabeça e corri para meu carro. Chorei a volta inteira para casa”. Simmons ainda disse ao The Wrap que não denunciou o ator e nem falou nada para ninguém, porque sua família “não permitia nem que eu namorasse, então para mim era uma situação vergonhosa”. “Eu pensava, ‘meu Deus, como isso aconteceu?’, então acabei me culpando e fingindo que nada tinha acontecido”. Ela aponta que o trauma a afastou da atuação. Ela trabalha agora como advogada para famílias nativas norte-americanas. Essa é a primeira vez que Steven Seagal é acusado de estupro, mas o astro já foi alvo de mais de uma dúzia de denúncias de assédio sexual. Algumas das acusadoras são atrizes conhecidas. Eva LaRue, que estrelou a série “CSI: Miami” por oito temporadas, disse ao site Deadline que o ator a trancou em uma sala durante um teste em sua casa em 1990 e depois abriu seu quimono, ficando de pé diante dela, apenas de cueca. E Portia de Rossi, da série “Arrested Development” e casada com a apresentadora Ellen DeGeneres, relatou no Twitter que, durante outro suposto teste, Seagal desceu o zíper da sua calça de couro, o que a fez sair correndo.
Globo de Ouro 2018 agita redes sociais com atrizes vestindo preto
Prestes a pisar no tapete vermelho do Globo de Ouro 2018, diversas atrizes famosas estão usando as redes sociais para explicar o que as levou a decidir por modelitos pretos no evento da noite deste domingo (7/1). Com isso, a hashtag #WhyWeWearBlack virou trending topic. Eva Longoria e Natalie Portman resumiram as motivações por trás da escolha, num vídeo gravado no Instagram. “Nós usamos preto por muitas razões”, disse Langoria. “Um, para apoiar as mulheres corajosas que compartilharam suas histórias”. “Nós usamos preto porque esperamos um novo dia em que os poderosos não explorem os outros”, acrescentou Portman. Para Laura Den, vestir preto é lutar contra o “desequilíbrio em relação ao poder abusivo”. Para Brie Larson, é “apoiar os 90% dos trabalhadores de restaurantes que relataram sofrer assédio sexual”. A atriz vencedora do Oscar também se juntou a Tessa Thompson, Tracee Ellis Ross, Reese Witherspoon, Kerry Washington e Rashida Jones para agradecer aqueles que doaram mais de US$ 15 milhões para a fundação Time’s Up, criada, de acordo com Witherspoon, “para apoiar vítimas de assédio sexual, discriminação e abuso no local de trabalho, que não têm acesso à representação legal”. Rosario Dawson também postou uma mensagem sobre a fundação. Já a diretora Reed Marano usou uma imagem da série distópica que lhe rendeu um Emmy, “The Handmaid’s Tale”, afirmando que as mulheres não serão silenciadas. Gripada, Anne Hathaway vestiu preto em seu quarto para demonstrar solidariedade. E até Jennifer Lopez, que nem sequer está no país, gravou um vídeo direto de Porto Rico, avisando que usará preto durante toda a noite de domingo, porque “o movimento é global”. Mas não são só as mulheres que abraçaram a causa. O ator Ruffalo disse estar vestindo preto para “apoiar muitas mulheres realmente maravilhosas e corajosas que pedem justiça no local de trabalho, impedindo o assédio sexual e o assédio em geral”. “Vamos acabar com o assédio sexual”, completou. E Justin Timberlake combinou usar preto com a esposa Jessica Biel. Veja abaixo alguns dos vídeos, fotos e mensagens do movimento. #timesup Uma publicação compartilhada por Natalie Portman (@nportmanofficial) em 7 de Jan, 2018 às 2:11 PST Hey guys you can join the @timesupnow movement too! Tomorrow just wear black and post your photo, video, story and tag #TIMESUP to say TIMESUP on the imbalance of power in the workplace! Donate to the legal fund today!! Link in bio! Uma publicação compartilhada por Eva Longoria Baston (@evalongoria) em 6 de Jan, 2018 às 2:39 PST HEY! We at @TIMESUPNOW are asking that wherever you are, whoever you are, please join us and wear black in solidarity TOMORROW. Share your stories and pics using the hashtags #TIMESUP and #WHYWEWEARBLACK. For more info check link in bio ? Uma publicação compartilhada por Kerry Washington (@kerrywashington) em 6 de Jan, 2018 às 5:16 PST WE STAND WITH YOU ~ the women across the globe who have suffered discrimination and abuse because of the imbalance of power. swipe to watch full video. post pics and videos wearing black tomorrow with the hashtags #TimesUp and #WhyWeWearBlack, and tell us why you wear black and we’ll share! @timesupnow @reesewitherspoon @brielarson @kerrywashington @tessamaethompson @traceeellisross Uma publicação compartilhada por Rashida Jones (@rashidajones) em 6 de Jan, 2018 às 10:37 PST Today I wear black because I won’t be silenced and I want to send a very clear message about how I feel ———— It has taken me a long time to realize I don’t have to accept being treated differently or taken advantage of because I’m a woman in my position. It occurred to me that I am still allowing it to happen because I’ve always accepted it and have become so accustomed to it, that I often don’t even realize it’s happening. This is happening to women and minorities everywhere right now and I’m not going to accept it anymore. We will ALL be treated WITH THE RESPECT WE HAVE EARNED. #TIMESUP Uma publicação compartilhada por R E E D MORANO, A.S.C. (@reedmorano) em 7 de Jan, 2018 às 11:30 PST #WhyWeWearBlack #TIMESUP #MeToo @timesupnow #GoTeam #TaranaBurke #MiraSorvino #CoreyFeldman #lupitanyongo timesupnow.com Times Up legal Legal Defense Fund money raised will provide subsidized legal support for people (men, women, disabled persons, LGBTQIA) who have experienced sexual harassment, assault or abuse in the workplace. Uma publicação compartilhada por rosariodawson (@rosariodawson) em 5 de Jan, 2018 às 2:56 PST Live from Puerto Rico ?? #timesup #unitedwestand #allblackeverything #equality @arod @goldenglobes Uma publicação compartilhada por Jennifer Lopez (@jlo) em 7 de Jan, 2018 às 9:57 PST Today, we invite people across the globe to come together and wear black, speak out over social media and donate whatever they can to the TIME'S UP Legal Defense Fund. Post your pics, videos, stories with the hashtag #TIMESUP and #WHYWEWEARBLACK Show your solidarity with people of all industries and say #TIMESUp for the imbalance of power! ✊??? Uma publicação compartilhada por Eva Longoria Baston (@evalongoria) em 7 de Jan, 2018 às 9:42 PST @timesupnow Uma publicação compartilhada por Natalie Portman (@nportmanofficial) em 7 de Jan, 2018 às 10:40 PST In Solidarity from my sick bed. #TIMESUP #WHYWEWEARBLACK #GoldenGlobes Uma publicação compartilhada por Anne Hathaway (@annehathaway) em 7 de Jan, 2018 às 3:13 PST Wearing black today in solidarity with the men and women asking for respect and equality across industry lines. Let's bring a stop to sexual harassment in the workplace. Join us in wearing black and saying #TimesUp. #WhyWeWearBlack Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) em 7 de Jan, 2018 às 6:23 PST repost from @edgarramirez25 ??#TIMESUP on abuse, harassment, and assault. #TIMESUP on oppression and marginalization. #TIMESUP on misrepresentation and underrepresentation. Sign the solidarity letter and please donate to the @TIMESUPNOW Legal Defense Fund: Link in bio. [photo by @brielarson ] • ?? Se le acabó el tiempo al abuso, al acoso y a la agresión. Se le acabó el tiempo a la opresión y a la marginación. Se le acabó el tiempo a la tergiversación e infrarepresentación . Firma la carta de solidaridad y por favor dona al @TIMESUPNOW Legal Defense Fund: Enlace en biografía. [foto de @brielarson ] Uma publicação compartilhada por Jessica Chastain (@jessicachastain) em 6 de Jan, 2018 às 6:38 PST Jessica Chastain speaking about #TIMESUP #GoldenGlobes pic.twitter.com/6oVP7uRF3N — best of jessica chastain (@bestofchastains) January 7, 2018 I wear black a lot, but today it will remind me of all the voices that have been silenced. The testimonies brushed aside. And now, the downfall of predators and the survivors who are taking the power back. Abusers beware. #TIMESUP pic.twitter.com/fjVw7v3ShS — Shannon Purser (@shannonpurser) January 7, 2018 Here we come!! And DAMN, my wife is hot! #TIMESUP #whywewearblack pic.twitter.com/q0XWH6XR68 — Justin Timberlake (@jtimberlake) January 7, 2018 I never knew what was right or wrong growing up..I didn't know the person sneaking into my bed room at night was a bad person. #timesup pic.twitter.com/PD6PY7LgcX — bella thorne (@bellathorne) January 7, 2018 Tonight I am wearing black… for every woman or man who has dealt with or is dealing with harassment of any kind! #timesup #whywewearblack ??? pic.twitter.com/HAoUL5dgGB — Hilary Duff (@HilaryDuff) January 7, 2018 #whywewearblack today? ?So we can rejoice and behold a rainbow tomorrow. ?Join the #TIMESUP initiative to eradicate this present darkness of abuse, harassment, marginalization, and underrepresentation in every work place.https://t.co/X8UZCWGiRp pic.twitter.com/VcKMf2Wv3e — Vera Farmiga (@VeraFarmiga) January 7, 2018 I am PROUD to wear my BLACK & be a part of this movement . Today I stand boldly w/ my sisters & everyone fighting for equity & parity across all industries . I want safety for every worker in every occupation . I want inclusion of all women & marginalized people . NOW. #TIMESUP pic.twitter.com/vm2Ah2Zmgk — Janelle Monáe, Cindi (@JanelleMonae) January 7, 2018 “Me and my date @SaruJayaraman and my wife Ann Perkins (@iamrashidajones)! Army of Queens coming for ya!” – #AmyPoehler ? #GoldenGlobes #TIMESUP pic.twitter.com/cPjgerhcX5 — AmyPoehlerSmartGirls (@smrtgrls) January 7, 2018 Join us as we stand in solidarity. ❤️? #TIMESUP pic.twitter.com/y6dSaoOLEY — Reese Witherspoon (@RWitherspoon) January 7, 2018 Join us Sunday and wear black! Post pictures! Tag us! We will be amplifying! Don't forget to use the hashtag #WhyWeWearBlack Love you : @RWitherspoon @iamrashidajones @kerrywashington @TessaThompson_x @TraceeEllisRoss #TimesUp pic.twitter.com/TcbD5ZGEKu — Brie Larson (@brielarson) January 7, 2018
Série White Famous é cancelada após 1ª temporada
O canal pago americano Showtime cancelou a série de comédia “White Famous” após o final da 1ª temporada. A série não conseguiu grande audiência e dividiu a crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes. E isto marcou um grande contraste com a outra série novata do canal, “SMILF”, sucesso de público e crítica. A série foi criada por Tom Kapinos e lembrava o tom da criação anterior do produtor, “Kalifornication”. A diferença é que, em vez de um escritor branco de meia idade em Hollywood, a trama girava em torno de um jovem comediante negro. E esta premissa sempre soou arriscada: afinal, um roteirista branco pode fazer uma comédia negra com título racista? Os episódios giravam em torno de Floyd Mooney (Jay Pharoah, do humorístico “Saturday Night Live”), que, ao viver uma ascensão na carreira, começa a receber propostas para estrelar filmes e ter encontros com astros famosos e produtores influentes, que prometem torná-lo tão “famoso como um branco”. Daí, o título racista. O ator Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) era um dos produtores e chegou a fazer participações especiais como ele mesmo. E o diretor Tim Story (“Policial em Apuros”) assinou três dos dez capítulos da 1ª temporada.
BBC prepara documentário sobre o escândalo sexual de Harvey Weinstein
A BBC anunciou que produzirá um documentário sobre a carreira e os escândalos sexuais de Harvey Weinstein. A direção está a cargo de Ursula MacFarlane, que comandou o documentário “Charlie Hebdo: Three Days That Shook Paris”, sobre o assassinato dos humoristas da revista francesa Charlie Hebdo. O filme retratará a ascensão e a queda de um dos produtores mais poderosos de Hollywood, além de trazer entrevistas com atrizes que foram vítimas de seus ataques, ao longo de quatro décadas. Entre as depoentes confirmadas estão Rose McGowan e Paz de la Huerta, que dizem ter sido estupradas por Weinstein. Em comunicado, os produtores executivos do documentário, Simon Chinn e Jonathan Chinn comentaram: “Ao contar a história extraordinária da ascensão e queda de Weinstein, o filme pretende chegar nas maiores questões que estão no centro do escândalo: como ele manteve o comportamento por tanto tempo, o que sua história revela sobre os homens poderosos que trabalham em Hollywood e outros lugares, e como este é um momento fundamental para discutir o tratamento das mulheres no local de trabalho”. Ainda não há previsão para o lançamento da produção. Mais de 100 mulheres acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro. Após Ashley Judd tomar coragem para se tornar a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, em reportagem do New York Times publicada em 5 de outubro, diversas estrelas famosas foram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Mia Sorvino e Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com relatos de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédios, abusos e estupros na indústria do entretenimento.
Trailer de telebiografia celebra a amizade e os excessos de Corey Feldman e Corey Haim
O canal pago Lifetime divulgou 27 fotos e o trailer de “A Tale of Two Coreys”, que conta a história de sucesso, amizade e desilusão de Corey Feldman e Corey Haim. Os dois se conheceram no set de “Os Garotos Perdidos” (1987) e colaboraram em comédias populares, como “Sem Licença para Dirigir” (1988) e “Um Sonho Diferente” (1989), antes de suas carreiras implodirem em meio aos excessos da época. Como não poderia deixar de ser, a prévia é repleta de temas de tabloides, com alusões a pedofilia, sexo, drogas, fama e fortuna, com direito à músicas, roupas e cabelos dos anos 1980. Corey Feldman está creditado como produtor da obra, que tem direção do cineasta indie Steven Huffaker (“Love in Moreno Valley”) e traz Elijah Marcano (série “The Walking Dead”) como Feldman e Justin Ellings (série “The Mick”) como Haim, além de Ashley Scott (série “Unreal”) como Sheila, a mãe abusiva e drogada de Corey Feldman. A estreia está marcada para 6 de janeiro na TV americana
Charlie Sheen processa tabloide que o acusou de ter estuprado Corey Haim
O ator Charlie Sheen (das séries “Two and a Half Men” e “Anger Management”) resolveu processar o tabloide National Enquirer após a publicação de uma reportagem que o acusa de ter estuprado Corey Haim (“Os Garotos Perdidos”) nos anos 1980. O tabloide soltou a bomba em meio às denúncias de assédio que vem sacudindo Hollywood desde outubro, quando o New York Times publicou a primeira reportagem expondo Harvey Weinsten. As acusações partiram de Dominick Brascia, um ator inexpressivo que se apresentou como amigo de Haim, já falecido. Em entrevista ao tabloide, Brascia disse que Sheen, então com 19 anos, abusou sexualmente de Haim, que tinha 13 na época em que ambos trabalhavam juntos no filme “A Inocência do Primeiro Amor”, de 1986. Haim teria confidenciado detalhes do caso para o suposto amigo. Este abuso teria colocado o jovem astro na rota de autodestruição que levou à sua morte em 2010. Na ação por calúnia e difamação, o advogado de Sheen aponta que “a National Enquirer afirma ter centenas de pessoas que confirmam as acusações, mas a única pessoa citada, Dominick Brascia, foi ele próprio acusado de ter molestado sexualmente Corey Haim!”. “É igualmente ofensivo que o editor da National Enquirer, o réu Dylan Howard, esteja publicando essa história contra o Sr. Sheen com um ato de vingança pessoal, após não ter conseguido ser o primeiro a revelar a história de que o Sr. Sheen é HIV positivo”, descreve o processo. “A publicação cruel e maliciosa dessa história é particularmente ofensiva porque o Sr. Sheen é pai de cinco filhos, alguns com aproximadamente a mesma idade do Sr. Haim. Esta história não é apenas prejudicial e ofensiva para o Sr. Sheen, mas é prejudicial para a família e seus filhos pequenos também”, informa o documento. Em resposta, o grupo American Media, que publica o National Enquirer, declarou que “mal pode esperar para expor as depravações de Charlie Sheen em um tribunal de justiça”. Apesar do tom abusado da resposta, o diretor de conteúdo da American Media, Dylan Howard, é quem está sendo atualmente processado por assédio, numa história que seu tabloide não publicou. O empresário é alvo de denúncias de funcionárias de sua própria empresa, que ficaram furiosos ao descobrir, numa reportagem da revista New Yorker, que Howard estava ajudando Harvey Weinstein a tentar impedir as denúncias de assédio. Pelo menos cinco funcionárias entraram na justiça contra o patrão, que diz apenas, por meio de seu porta-voz, que as acusações “não tem fundamento”. A novela esquenta.
Filha de Woody Allen questiona porque o pai foi poupado dos escândalos de Hollywood
Dylan Farrow, filha do cineasta Woody Allen, assinou uma coluna no jornal Los Angeles Times, criticando Hollywood e a mídia por minimizarem e não darem importância para as alegações de agressão sexual que ela fez contra o pai no começo dos anos 1990. Publicado na quinta (7/12), o artigo intitulado “Por que a revolução #MeToo poupou Woody Allen?” questiona por que figuras proeminentes da indústria — o ex-magnata Harvey Weinstein, o executivo da Amazon Roy Price, o ator Kevin Spacey e outros — foram “expulsas de Hollywood” após as revelação de casos de assédio e violência sexual, enquanto seu pai continua a ter um acordo de distribuição multimilionário com a Amazon, vários atores disponíveis para seus filmes e ninguém parece se sentir incomodado. “Estamos no meio de uma revolução. São acusações contra chefes e executivos de estúdio, jornalistas… As mulheres estão expondo a verdade e os homens estão perdendo seus empregos, mas essa revolução tem sido seletiva”, escreveu Farrow. Ela acusou o próprio pai de tê-la atacado sexualmente quando ela tinha sete anos de idade. Em seu texto, ela afirmou que os detalhes do incidente, a batalha de custódia familiar e o “padrão de comportamento inadequado” do diretor não foram revelados adequadamente ao público. “É um feito da equipe de relações públicas de Allen e de seus advogados que poucos conheçam esses fatos. Isso também diz respeito às forças que historicamente têm protegido homens como Allen: o dinheiro e o poder usados para transformar o simples em algo complicado, a fim de modelar a história”. Farrow continua: “Nesta névoa deliberadamente criada, atores top concordam em aparecer nos filmes de Allen e os jornalistas tendem a evitar o assunto”. Ela observa: “Embora a cultura pareça estar se transformando rapidamente, minhas alegações aparentemente ainda são muito complicadas, muito difíceis e também ‘perigosas’ demais para se enfrentar… É difícil negar a verdade, mas é fácil ignorá-la. Parte o meu coração quando vejo mulheres e homens que eu admiro aceitando trabalhar com Allen. O sistema funcionou para Harvey Weinstein há décadas. Mas ainda trabalha e funciona para Woody Allen”. A denúncia de Dylan foi trazida à tona durante a separação do diretor e, após a opinião pública se voltar contra Allen, sua equipe legal virou o jogo, deixando mal sua ex, Mia Farrow, acusada de mentir e ensaiar os próprios filhos para se vingar do ex. Mas o juiz do caso não se deixou convencer e não permitiu que Allen tivesse custódia da menina. Na ocasião, ele tinha começado um relacionamento com outra filha de Farrow, Soon-Yi Previn, adotada durante o casamento anterior da mulher, o que alimentou rumores. Allen está até hoje casado como Soon-Yi. Dylan é irmã de Ronan Farrow, que desempenhou um papel importante na revelação dos escândalos de Weinstein, ao publicar uma reportagem na revista The New Yorker que reuniu os primeiros testemunhos de estupros sofridos por vítimas do produtor. Há dois anos, Ronan também questionou a impunidade de Allen num artigo publicado na época da participação do diretor no Festival de Cannes. Na ocasião, ele cobrou o silêncio da imprensa, que o paparicou no evento. Diante disso, Allen chegou a comentar que temia uma “caça às bruxas” após o estouro do escândalo de Weinstein. “Você não vai querer entrar numa atmosfera de caça às bruxas, uma atmosfera de Salem, onde qualquer cara que pisca para um garota em seu escritório de repente tem que ligar para seu advogado para se defender”, declarou. “Isso também não é certo. Mas claro, eu espero que tudo isso transforme em benefício para as pessoas ao invés de apenas uma história trágica”.
James Cameron diz que quase bateu em Harvey Weinstein com o Oscar de Titanic
O diretor James Cameron contou que sua vitória no Oscar de 1998 quase virou pancadaria. Ele esteve prestes a bater no produtor Harvey Weinstein com uma das estatuetas conquistadas naquela noite por “Titanic”. A situação foi revelada por Cameron em uma entrevista à revista Vanity Fair. Segundo o cineasta, a discussão entre os dois aconteceu no intervalo da premiação, pouco antes do anúncio do filme vencedor, e foi interrompida pela música que marca o retorno dos comerciais, além do apelo de alguns colegas sentados ao redor. “Eu iria acertá-lo com meu Oscar”, garante o diretor. “Mas então a música que indica que devemos retornar aos nosso assentos começou a tocar e aqueles que estavam ao nosso redor ficaram me alertando, dizendo ‘aqui não, aqui não!’. Foi como se estivesse tudo bem se brigássemos no estacionamento da festa, mas não ali no salão, porque estaríamos ao vivo”. A briga foi motivada pela forma como a Miramax – empresa na época comandada por Weinstein – tratou o cineasta Guillermo del Toro na produção de “Mutação”. Cameron é amigo de longa data do diretor mexicano. “Harvey chegou até mim todo vaidoso, falando o quanto tinha sido maravilhoso para a carreira de Toro. Eu simplesmente falei a verdade, pontuando o ‘quão maravilhoso’ ele realmente tinha sido para o diretor, baseado no que eu próprio sabia. Isso acabou iniciando uma discussão”. Weinstein costumava ser considerado o pior produtor para se trabalhar em Hollywood, mas ao mesmo tempo também era o mais premiado. Ele só não ganhou mais agradecimentos que Stephen Spielberg na história das premiações do Oscar, mas superou Deus no quesito. Ao todo, suas produções tiveram 303 indicações ao Oscar e resultaram em 75 estatuetas. Seu nome também deve ser bastante pronunciado no Oscar 2018, mas por outros motivos, após décadas de abusos sexuais do produtor virem à tona. Por sinal, Weinstein não poderá participar da cerimônia, pois foi expulso da Academia. Os organizadores do Oscar anunciaram sua exclusão da organização por meio de um comunicado, afirmando que ele “não merece respeito de seus colegas”. Saiba mais sobre o escândalo aqui.
Harvey Weinstein passou lista com quase 100 nomes para equipe que deveria brecar escândalo sexual
O jornal britânico The Guardian apurou que o produtor Harvey Weinstein tinha uma lista com quase 100 nomes, que foram passados para equipes contratadas para evitar o surgimento de acusações de assédio sexual contra ele. A lista teria sido escrita pelo próprio Weinstein no início do ano, meses antes do surgimento de acusações que o implicaram no ruidoso escândalo sexual que virou Hollywood do avesso. Ou seja, antes de a primeira reportagem-denúncia ser publicada pelo jornal New York Times em outubro, o que demonstra que ele tinha conhecimento da movimentação dos jornalistas. Há duas semanas, a revista The New Yorker descobriu que o produtor contratara empresas de investigações privadas, uma delas composta por ex-agentes do serviço secreto de Israel e outra envolvida em manobras contra a operação Lava-Jato no Brasil, para investigar, pressionar e se possível chantagear pessoas que poderiam denunciá-lo. Agora vem a notícia de que produtor teria fornecido para estes profissionais os nomes de 91 pessoas ligadas à indústria cinematográfica, entre atores, assessores de imprensa, investidores e outros, para que fossem monitorados, com o objetivo de averiguar o que eles sabiam sobre a má-conduta de Weinstein e se algum deles pretendia divulgar essas informações. Mais de 50 nomes foram destacados em vermelho, indicando prioridade. Entre eles estavam os das atrizes Rose McGowan, Sophie Dix, Annabella Sciorra e Laura Madden, que vieram a público denunciar alguns dos assédios mais graves, com acusações de estupros contra Weinstein. Anotações indicavam que algumas delas tinham sido contatadas pelas equipes. Curiosamente, o número de pessoas que acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro é bastante similar ao tamanho da lista, segundo levantamento da atriz italiana Asia Argento, que somou no Twitter mais de 90 vítimas. Após Ashley Judd tomar coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, na reportagem do New York Times publicada em 5 de outubro, diversas estrelas famosas foram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédios, abusos e estupros na indústria do entretenimento.
Rose McGowan é presa e fichada por suposta posse de drogas
A atriz Rose McGowan se entregou à polícia, após um mandato ser expedido para sua prisão por suposta posse de cocaína. Pacotes da droga foram encontradas em uma carteira que a atriz deixou num avião em janeiro, e ela faltou às audiências de seu caso no tribunal. Por conta disso, foi fichada, com direito a foto na delegacia (acima), e teve que pagar fiança (de US$ 5 mil) para ser liberada. Em suas contas nas redes sociais, McGowan tem dito que sua prisão é uma perseguição por parte das autoridades dos EUA, que as acusações contra ela são falsas e só surgiram após ela expor os abusos sexuais cometidos pelo produtor Harvey Weinstein. Na noite anterior, a atriz compartilhou um tuíte afirmando que se ela tivesse aceitado a proposta de US$ 1 milhão oferecida por Weinstein para que ela ficasse em silêncio, durante a investigação do jornal The New York Times, ela não teria sido presa. “FATO”, escreveu McGowan, abusando da teoria da conspiração. Quando a acusação contra McGowan foi revelada no final de outubro, ela já tinha teorizado pelo Twitter: “Eles estão tentando me silenciar? Há um mandado pela minha prisão na Virginia. Isso é um monte de merda”. Os casos não são relacionados e o mandato só foi emitido porque McGowan ignorou as audiências marcadas anteriormente diante do juiz de seu caso. Mas a revista New Yorker acabou apurando que a paranoia era saudável, ao revelar que Weinstein realmente contratou detetives particulares para tentar fazer com que a atriz fosse presa, após ela recusar dinheiro para permanecer calada. McGowan alega que não acreditou que o mandato de prisão fosse real, pois não costuma andar com drogas na carteira. Ela disse ao juiz que perdeu a carteira durante o voo e seu advogado apontou que qualquer pessoa poderia tê-la pego e colocado drogas para incriminá-la. O assédio que ela sofreu nas mãos de Weinstein ocorreu no Festival de Sundance de 1997. Ela teria recebido US$ 100 mil de um acordo com os advogados do produtor na época, que foram doados para uma instituição de apoio à mulheres vítimas de abusos. Esta história foi incluída na reportagem do jornal New York Times que iniciou a avalanche de escândalos que sacode Hollywood nos últimos dois meses e confirmada pelo diretor Robert Rodriguez, que a escalou em “Planeta do Terror” para confrontar Weinstein. Após os abusos cometidos por Weinstein se tornarem públicos, pelos menos mais 80 mulheres revelaram histórias semelhantes envolvendo o produtor. Além disso, outros casos envolvendo figuras poderosas da indústria do entretenimento também vieram à tona.










