Final de Game of Thrones pode ser diferente dos roteiros lidos pelos atores
Os segredos envolvendo o esperado final de “Game of Thrones” estão sendo guardados com tanta determinação pelos produtores que, aparentemente, nem os atores, que leram os roteiros, tem certeza que sabem o que vai acontecer. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, a atriz Emilia Clarke afirmou que, mesmo tendo lido todos os roteiros da 8ª (e última) temporada, acha que será surpreendida pela exibição da série, pois a história pode ter sido mudada. “Eu acho que eles estão filmando um monte de coisas e não estão contando para nós. Eu estou falando sério!, contou Clarke. Segundo ela, é forte a suspeita de que David Benioff e D.B. Weiss possam estar adicionando ou mudando algumas coisas durante a produção, que está atualmente em plena gravação. “As pessoas estão dizendo coisas no set e você se questiona se elas estão gravando outras coisas”, diz ela, relatando diferenças entre o que leu e o que está acontecendo na produção. “Todo mundo está sendo muito cauteloso sobre isso… Há muitos finais diferentes que podem acontecer. Acho que estamos fazendo todos eles e não estamos sendo informados sobre o que realmente vai acontecer.” “Game of Thrones” só vai exibir seus últimos episódios em 2019. Até lá, muitas especulações devem surgir.
Peaky Blinders vence premiação da Academia Britânica como melhor série do Reino Unido
A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) premiou os melhores produções da TV do Reino Unido durante o domingo (13/5) passado. E a grande surpresa foi o reconhecimento tardio a “Peaky Blinders”, que nunca tinha sido anteriormente indicada à premiação e acabou vencendo o principal prêmio, como Melhor Série Dramática, em sua 4ª temporada. A série da BBC, criada pelo cineasta Steven Knight (“Locke”) e estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Dunkirk”), acompanha a violência das gangues britânicas do começo do século 20. O título se refere à gangue da família Shelby, conhecida por colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. A atração mais indicada do BAFTA TV era “The Crown”, que só venceu um troféu: Melhor Atriz Coadjuvante para Vanessa Kirby, intérprete da Princesa Margaret. Mesmo assim, saiu-se melhor que “Black Mirror”, outra produção badalada da Netflix, que ficou sem prêmios. Os demais destaques premiados foram a comédia “This Country” e a minissérie “Three Girls”. Já o prêmio para melhor série estrangeira foi para “The Handmaid’s Tale”, da plataforma Hulu. A premiação da BAFTA complementa uma premiação prévia, voltada às equipes técnicas das produções televisivas, que consagrou “Game of Thrones” – série gravada na Irlanda do Norte – com um prêmio especial e “Three Girls” com os troféus de Melhor Roteiro (Nicole Taylor) e Direção (Philippa Lowthrope). Confira aqui os prêmios do BAFTA TV Craft Awards e abaixo a lista dos vencedores dos prêmios principais. Melhor Série Dramática: “Peaky Blinders” Melhor Série Cômica: “This Country” Melhor Série Estrangeira: “The Handmaid’s Tale” Melhor Minissérie: “Three Girls” Melhor Novela: “Casualty” Melhor Reality Show: “Love Island” Melhor Programa de Variedades: “Britain’s Got Talent” Melhor Série Jornalística: “Ambulance” Melhor Ator em Drama: Sean Bean, por “Broken” Melhor Ator em Comédia: Toby Jones, por “The Detectorists” Melhor Atriz em Drama: Molly Windsor, por “Three Girls” Melhor Atriz em Comédia: Daisy May Cooper, por “This Country” Melhor Ator Coadjuvante: Brían F. O’Byrne, por “Little Boy Blue” Melhor Atriz Coadjuvante: Vanessa Kirby, por “The Crown” Melhor Apresentador: Graham Norton, por “The Graham Norton Show”
CBS oficializa o cancelamento de mais quatro séries
A rede CBS oficializou os cancelamentos das séries estreantes “9JKL”, “Me, Myself & I”, “Living Biblically” e “Wisdom of the Crowd”. Todas já se encontravam virtualmente canceladas, tendo sido retiradas da programação da estação. Metade teve sua exibição interrompida devido à baixa audiência. A outra metade simplesmente exibiu o que tinha em estoque, sem encomendas de capítulos adicionais – os chamados “back nine”, que completam uma temporada integral. Única atração dramática da lista, “Wisdom of the Crowd” tinha a maior audiência, com média de 6,9 milhões de telespectadores e 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Entretanto, teve contra si um escândalo sexual, após diversas denúncias contra seu astro, Jeremy Piven, por abusos cometidos na época da série “Entourage” (2004–2011), da HBO, trazidos à tona pelo movimento #MeToo. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmaram ter sido agredidas sexualmente quando figuraram em “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário brilhante do ramo de tecnologia (Piven), que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Ou seja, seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”. Dentre as comédias, “9JKL”, vista por cerca de 5,2 milhões de telespectadores por episódio, só perdeu para “Inhumans”, da Marvel, a disputa da pior avaliação da temporada, com apenas 13% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “9JKL” era baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que criou a série com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama girava em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também incluía Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). “Living Biblically” teve o pior desempenho do quarteto, com média de 4,2 milhões de telespectadores, e foi arrancada da programação do canal após a exibição de apenas oito episódios. Criada por Patrick Walsh (roteirista-produtor de “2 Broke Girls”), a série era uma adaptação do livro de não-ficção de AJ Jacobs, em que um homem (Jay R. Ferguson, de “The Real O’Neals”) tentava viver de acordo com os ensinamentos da Bíblia numa cidade grande atual. Por fim, “Me, Myself & I” foi a que durou menos, saindo do ar após seis episódios e média de 4,9 milhões de telespectadores. Idealizada como um sitcom 3-em-1, sua trama era parte nostalgia, parte comédia familiar e parte história de recomeço. Para isso, acompanha a vida de um homem, Alex Riley, durante três fases diferentes de sua vida – a adolescência, a idade adulta e a terceira idade – , apresentadas de forma intercalada a cada episódio. A premissa era novidade na TV aberta americana. Geralmente, as produções do gênero se concentram nas memórias da infância de um narrador, como “Young Sheldon”, lançamento do mesmo canal, mas em “Me, Myself & I” o foco era bem mais abrangente. A prévia mostra uma relação de causa e efeito que perpassava as épocas abordadas, fazendo com que um evento de 1991 fosse relembrado em 2042 – sim, da nostalgia pulava para o futurismo sci-fi. Criada por Dan Kopelman (roteirista de “Malcolm” e “True Jackson”), a série era estrelada por Jack Dylan Grazer (do vindouro “It: A Coisa”), Bobby Moynihan (“Quando em Roma”) e John Larroquette (série “The Librarians”) como as versões jovem, adulta e idosa de Alex Riley.
Westworld é renovada para a 3ª temporada
O canal pago HBO anunciou a renovação de “Westworld”, dois dias após a exibição do segundo capítulo da 2ª temporada. O anúncio foi acompanhado por um vídeo no Twitter e um pronunciamento oficial. “Tem sido um prazer extraordinário trabalhar com os talentosos Jonathan Nolan e Lisa Joy, assim como com o elenco e a equipe. Da narrativa inspirada aos efeitos visuais incríveis, estamos ansiosos para ver para onde o próximo capítulo nos levará”, afirmou o presidente de programação da HBO, Casey Bloys, em comunicado, citando nominalmente os criadores da série. Por enquanto, não há informações sobre a data de estreia da 3ª temporada. Initiate extreme excitement. #Westworld will return for Season 3. pic.twitter.com/HRbYuTOBiF — HBO (@HBO) May 1, 2018
Pôster de Fahrenheit 451 traz Michael B. Jordan queimando um livro
A HBO divulgou um pôster do remake do clássico sci-fi “Fahrenheit 451”. A imagem mostra Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) queimando um livro, observado por Michael Shannon (“A Forma da Água”), e confirma a data de exibição. Baseado na influente trama distópica do escritor Ray Bradbury, originalmente publicada em 1953 – e que já virou um filme cultuado de François Truffaut em 1966 – , “Fahrenheit 451” se passa num futuro totalitário, em que as pessoas sofrem lavagem cerebral de programas de televisão idiotizantes e são proibidas de ler. Nesta sociedade, o trabalho do corpo de bombeiros é um dos mais importantes. Mas em vez de apagar fogos, eles são responsáveis por incendiar bibliotecas e qualquer resquício de cultura antiquada. O nome da obra se refere à temperatura (451 em graus fahrenheit) da queima dos livros. Enquanto no filme europeu dos anos 1960 todos os personagens eram brancos, a nova versão segue o bombeiro negro Montag (papel de Jordan), que passa a questionar a motivação dos subversivos para esconder livros. O elenco também traz Michael Shannon como o chefe dos bombeiros, Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Millie, a mulher de Montag, cuja imersão nas mídias sociais e consumismo resultam num casamento distante, e Sofia Boutella (“A Múmia”) como Clarisse, uma apaixonada por literatura que desperta dúvidas no protagonista sobre o seu próprio trabalho. O filme da HBO tem roteiro e direção de Ramin Bahrani (“A Qualquer Preço” e “99 Casas”) e estreia em 19 de maio.
Série Watchmen será diferente da história em quadrinhos que já virou filme
A série baseada nos quadrinhos de “Watchmen”, atualmente em desenvolvimento para o canal pago HBO, não vai contar a mesma história publicada na minissérie clássica de 1986, que já foi transformada num filme pelo diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). Segundo o roteirista e produtor Damond Lindelof (criador de “The Leftovers”), a ideia é seguir o padrão da série “Fargo” e extrapolar a trama original. “Adaptação é a palavra mais adequada”, ele explicou, em entrevista ao site ComicBook, dando o exemplo da série do canal pago FX. “Você já assistiu ‘Fargo’? Não chamaria a versão de Noah Hawley de uma adaptação, porque o filme existe dentro dela. Então, eles encontram um saco de dinheiro na 1ª temporada e você pensa ‘Ah, isso veio do filme!’. Mas Noah também puxou outros cânones dos filmes dos irmãos Coen, evocando até ‘O Grande Lebowski’, para chegar numa criação original, e depois seguiu com sua própria história”. A intenção não é recriar a trama concebida por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons quadro a quadro, como Snyder fez no cinema, mas aproveitar sua essência e expandir a trama para uma nova história. “Esse é o próprio espírito do que [Moore] fez com ‘Watchmen’ logo no começo. Ele criou isso, é original, mas a base para esse mundo são personagens comprados pela DC de uma editora de quadrinhos chamada Charlton. Moore então criou em cima deles”, explicou, referindo-se aos heróis da história, que foram baseados em publicações antigas da Charlton. Lindelof também defende sua adaptação contra os conhecidos protestos de Alan Moore, que foi contrário à produção do filme, a ponto de pedir que seu nome não fosse incluído nos créditos. Para Lindelof, isso é hipocrisia, uma vez que o próprio Moore “contou histórias icônicas com personagens que ele não criou”. Ou seja, o roteirista-produtor se sente à vontade para usar os quadrinhos como ponto de partida para contar sua própria história, fazendo mudanças na trama consagrada. Vale lembrar que a série anterior de Lindelof para a HBO, “The Leftovers”, conseguiu bom resultado ao partir de um best-seller e expandir a trama com um enredo exclusivo da série. “Watchmen” será a primeira série baseada em quadrinhos da DC Comics produzida pela HBO, apesar da emissora fazer parte do conglomerado da Warner Bros, que também administra a editora. Anteriormente, o canal considerou e desistiu de projetos sobre “Sandman” e “Preacher”, que por conta disso virou uma série no canal pago AMC.
Filme mais elogiado do Festival de Sundance ganha primeiro trailer
A HBO divulgou o trailer do drama “The Tale”, o filme mais elogiado e comentado do Festival de Sundance 2018. Sua repercussão foi tanta que gerou protestos na imprensa especializada norte-americana quando o canal pago adquiriu os direitos de exibição, pois isso teria tirado as chances de Laura Dern vencer o Oscar. Em “The Tale”, a atriz vive uma mulher que se vê forçada a reexaminar seu primeiro relacionamento sexual e as histórias que contou para si mesma com o intuito de sobreviver a seus traumas. Mas ao decidir enfrentar a verdade incômoda sobre um verão de sua adolescência, começa a lembrar o que realmente aconteceu em meio a sorrisos e passeios com o casal de adultos que lhe ensinava equitação, num relato narrado por ela mesma num diário escrito aos 13 anos. O filme foi escrito e dirigido por Jennifer Fox (“Beirut: The Last Home Movie”), documentarista premiada que estreia na ficção com uma denuncia de abuso infantil e a dificuldade para se acreditar nas vítimas. Além de Laura Dern, o elenco conta com Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Ellen Burstyn (“Interestelar”), Jason Ritter (série “Kevin (Probably) Saves the World”), Frances Conroy (série “American Horror Story”), o rapper Common (“Selma”) e a menina Isabelle Nélisse (“Mama”). A aquisição de “The Tale” pela HBO consolida uma mudança de paradigma no Festival de Sundance, após a Netflix já ter comprado o filme vencedor do ano passado, “Já Não me Sinto em Casa Nesse Mundo”, que desapareceu em sua programação. “The Tale” vai estrear na HBO em 26 de maio.
Succession: Série dramática do diretor de A Grande Aposta ganha novo trailer
O canal pago HBO divulgou um novo trailer da série “Succession”, produzida e dirigida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015). Apesar da grande ambição demonstrada pelo projeto, em equipe, orçamento e elenco, a prévia não diferencia muito a atração de uma “Empire” no mundo dos negócios financeiros. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a trama é descrita como um “drama familiar que acompanha uma família americana dona de um grande conglomerado de mídia, que não é apenas rica e poderosa, mas também poderosamente disfuncional”. O elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). McKay dirige o primeiro episódio e divide a produção dos demais com seu parceiro na Gary Sanchez Productions, o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Succession” tem previsão de estreia para junho.
Here and Now: Nova série do criador de True Blood é cancelada pela HBO após uma temporada
O canal pago americano HBO anunciou o cancelamento da série “Here and Now” após sua 1ª temporada, que teve seu último episódio exibido em 10 de abril. Criada por Alan Ball, responsável por dois dos maiores sucessos do canal, “True Blood” e “Six Feet Under”, a série se provou um fracasso de público e crítica. A produção teve apenas 24% de aprovação no site Rotten Tomatoes e uma média de público em torno dos 370 mil telespectadores. Em comunicado, a HBO declarou que “após uma análise cuidadosa, decidimos não seguir com uma segunda temporada de Here and Now. Agradecemos a Alan por sua dedicação com esse programa inovador, e estamos ansiosos para conferir o seu próximo projeto”. Alan Ball não criava uma série nova desde “True Blood”, que abandonou antes do final para se dedicar, como produtor, ao lançamento de “Banshee”, drama criminal ultraviolento que se encerrou em 2016, após quatro temporadas, como o maior sucesso do canal pago Cinemax. “Here and Now” girava em torno de uma família multirracial, formada por uma professora de filosofia, seu marido advogado, os três filhos adotivos (vindos da Somália, Vietnã e Colômbia) e uma filha biológica. A família aparentemente perfeita, no entanto, esconde falhas profundas. Além disso, uma das crianças começa a ter visões. O elenco era liderado por Holly Hunter (“Barman v Superman”) e Tim Robbins (“Um Dia Perfeito”) e incluía os jovens Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Raymond Lee (“Mozart in the Jungle”) e Daniel Zovatto (“Revenge”).
Sharp Objects: Minissérie de suspense estrelada por Amy Adams ganha trailer legendado
A HBO divulgou o primeiro trailer legendado da minissérie de suspense “Sharp Objects”, estrelada pela atriz Amy Adams (a Lois Lane de “Liga da Justiça”). E ela não é o único nome famoso na produção, que tem uma equipe de peso. A atração foi desenvolvida pela produtora-roteirista Marti Noxon (criadora da série “Unreal”) e todos os capítulos são dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (que fez o mesmo com “Big Little Lies”). Além disso, trata-se de uma adaptação do primeiro livro escrito por Gillian Flynn (a autora de “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”), publicado no Brasil como “Objetos Cortantes”. A trama acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. O elenco ainda inclui Patricia Clarkson (da franquia “Maze Runner”), Matt Craven (série “Justified”), Henry Czerny (“Revenge”), Chris Messina (“The Mindy Project”), Miguel Sandoval (“Medium”) e a jovem Sophia Lillis (revelação de “It: A Coisa”) como a versão adolescente da personagem de Amy Adams. A previsão de estreia é para julho de 2018.
Game of Thrones, The Crown e Three Girls vencem premiação televisiva britânica
A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, mais conhecida por sua sigla em inglês BAFTA, realizou neste domingo (22/4) o TV Craft Awards 2018, premiação destina às equipes técnicas e profissionais dos programas da TV britânica. A série “Game of Thrones”, da HBO, recebeu um prêmio especial no evento, por sua excelência técnica, e ainda foi um dos principais vencedores da noite com outras duas conquistas – melhor figurino e design de produção. “The Crown”, da Netflix, também foi agraciada com dois prêmios, destinados a sua fotografia e som. Outra produção da Netflix, “Black Mirror”, venceu a disputa de efeitos visuais com o episódio “Metalhead”, gravado em preto e branco. Entre as produções da TV britânica, o maior destaque foi para “Three Girls”, minissérie da BBC sobre tráfico de mulheres, que premiou sua roteirista, Nicole Taylor, e sua diretora, Philippa Lowthrope. Veja abaixo a lista completa de vencedores. BAFTA TV Craft Awards 2018 Prêmio Especial “Game of Thrones” Roteirista de Comédia Steve Pemberton e Reece Shearsmith, por “Inside No. 9” Roteirista de Drama Nicole Taylor, por “Three Girls” Diretor em Programa Factual Charlie Russell, por “Chris Packham: Asperger’s and Me” Diretor em Programa de Ficção Philippa Lowthrope, por “Three Girls” Edição em Programa Factual “Chris Packham: Asperger’s and Me” Edição em Programa de Ficção “Three Girls” Melhor Figurino “Game of Thrones” Maquiagem e Cabelo “Taboo” Música Original Jocelyn Pook, por “King Charles III” Fotografia em Programa Factual “Blue Planet II (One Ocean)” Fotografia em Programa de Ficção “The Crown” Design de Produção “Game of Thrones” Som em Programa Factual “Blue Planet II (Coral Reefs)” Som em Programa de Ficção “The Crown” Efeitos Especiais “Black Mirror: Metalhead Black”
HBO abre o sinal para a estreia da 2ª temporada de Westworld no Brasil
A HBO abriu o sinal para todos os assinantes da NET e Claro TV neste final de semana para atrair maior público para a estreia da 2ª temporada de “Westworld”, que vai ao ar neste domingo (22/4), às 22 horas. Além disso, a abertura permitirá maratonar toda a temporada inaugural de “Westworld” através do canal HBO 2, que vai exibir todos os episódios do primeiro ano. Inspirada no longa “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), escrito e dirigido por Michael Crichton (o autor de “Parque dos Dinossauros”), a série foi criada pelo casal Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar” e criador da série “Person of Interest”) e Lisa Joy (roteirista da série “Pushing Dasies”), e tem produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). A série tem um elenco de peso, que inclui Ed Harris, Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Tessa Thompson e o brasileiro Rodrigo Santoro.
Ator de Elementary vai estrelar minissérie brasileira de Bruno Barreto
O canal pago HBO anunciou nesta segunda-feira (16/4) que o ator Aidan Quinn (da série “Elementary”) vai interpretar o presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt na minissérie brasileira “O Hóspede Americano”. A atração de quatro episódios terá direção do cineasta Bruno Barreto (“O Que É Isso, Companheiro?”) e retratará a viagem do presidente americano ao rio da Dúvida, em Rondônia, no ano de 1913. A passagem do presidente pelo país foi bastante noticiada à época e ocorreu logo após ele ter perdido suas eleições para um segundo mandato à presidência dos Estados Unidos. Em sua jornada, ele foi acompanhado pelo então Coronel Cândido Rondon, que estava mapeando as florestas virgens do Brasil. O roteiro também é assinado por um americano, Matthew Chapman (“O Júri”), com quem Barreto já tinha trabalhado anteriormente na cinebiografia “Flores Raras” (2013). As gravações da série vão começar em maio e ainda não há previsão de estreia.











