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    Nova versão de Liga da Justiça não trará nenhuma cena dirigida por Joss Whedon

    25 de julho de 2020 /

    O diretor Zach Snyder revelou que até hoje não viu a versão de “Liga da Justiça” finalizada por Joss Whedon, exibida nos cinemas e lançada em Blu-ray. E nem pretende ver. Durante sua participação na convenção online Justice Con, neste sábado (25/7), Snyder afirmou que não aproveitará nada dirigido pelo colega em sua remontagem do filme. Whedon foi o diretor contratado para realizar refilmagens de “Liga da Justiça”, após a Warner aproveitar uma tragédia pessoal de Snyder para afastá-lo da produção, ao final das filmagens principais. Responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, Whedon refez boa parte do longa dos heróis da DC, mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi uma catástrofe, despertando curiosidade sobre a versão do primeiro diretor, que será finalmente conhecida, após campanha dos fãs convencer os novos donos do estúdio a financiar uma montagem alternativa – o lançamento vai acontecer em 2021 na HBO Max. Na conversa com as organizadoras da Justice Con, The Nerd Queens (Cole e Nana) e Wonder Meg, Snyder evitou até dizer o nome de Whedon. Mas assegurou: “Eu queimaria e destruiria o filme se precisasse usar um simples take que não filmei”. Snyder contou que, antes mesmo de deixar a direção, já enfrentava oposição dos executivos da Warner sobre várias de suas decisões. Eles queriam que o filme fosse “hilário”, revelou. Entre as iniciativas que foram proibidas, havia detalhes triviais, como mostrar Superman com o uniforme preto, numa referência à famosa história em quadrinhos de “O Retorno do Super-Homem” (de 1993), que estava sendo abordada na trama. Os executivos temiam que o traje preto fosse “muito assustador”. A versão do Superman de preto finalmente aparecerá na nova versão do filme, e Snyder até compartilhou um breve clipe de 20 segundos, mostrando como ficará o visual de Henry Cavill em sua nova edição de “Liga da Justiça”. O diretor também disse que estava trabalhando para restaurar a proporção de tela para o formato IMAX, que ele pretendia usar originalmente. E ainda revelou que o compositor Junkie XL vai completar a trilha para acompanhar as cenas adicionais do filme, além de confirmar que o filme terá mais de 3h30, e por isso pode ser lançado como uma minissérie – mas isso ainda não foi decidido. Para completar, reiterou que sua “Liga da Justiça” trata principalmente do Ciborgue, cujo arco foi amplamente cortado por Whedon. Com cuidado para não revelar grandes spoilers, Snyder finalizou anunciando que o primeiro teaser de sua versão e o título oficial do novo “Liga da Justiça” serão revelados na DC FanDome, uma espécie de Comic-Con da DC, que vai acontecer no próximo mês. Confira abaixo o vídeo com a conversa completa com o diretor.

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    Ray Fisher desafia Joss Whedon a processá-lo após reforçar denúncias de abuso

    25 de julho de 2020 /

    O ator Ray Fisher, que viveu Ciborgue em “Liga da Justiça”, aumentou o tom contra Joss Whedon. Após denunciar o diretor no Twitter, por comportamento abusivo no set do filme, ele fez novas acusações durante sua participação na convenção online Justice Con, neste sábado (25/7). “Eu não me importo de ficar mal-falado ou perder trabalhos por falar sobre isso, não se conseguir fazer justiça. O que eu quero dizer é que o cara provavelmente está assustado, e deveria estar mesmo, porque vamos chegar ao fundo de tudo o que aconteceu”, ele jurou. Whedon tinha participação confirmada na Comic-Con@Home, que também está acontecendo no fim de semana, mas seu painel foi discretamente cancelado pelos organizadores do evento virtual. Este foi um dos motivos de Fisher sugerir que ele estaria “com medo”. O ator ainda afirmou que está reunindo provas e testemunhas para corroborar sua acusação. “Demorei dois anos e meio para reunir as evidências e construir um caso sólido o bastante para que minhas acusações não fossem simplesmente ignoradas. Eu abordei algumas pessoas e perguntei se elas poderiam contar suas histórias, mesmo que fosse anonimamente, confidencialmente. Estamos no processo de reunir tudo isso, tendo certeza que essas pessoas não sofram retaliação por contarem suas histórias.” O intérprete do Ciborgue comentou que está acostumado a lidar com racismo em Hollywood, e que “não se ofende com qualquer comentário”, mas que o nível de abuso no set de “Liga da Justiça” não foi aceitável. O ator ainda voltou a acusar os produtores Jon Berg e Geoff Johns de acobertarem o que estava acontecendo, dizendo que, na época das filmagens, levou suas denúncias “às pessoas que estavam no comando”, mas que nada foi feito. Ele ainda desafiou o diretor. “Se qualquer coisa que eu disse sobre [Joss Whedon] for mentira, eu o convido, sinceramente, a me processar. Pode vir.” Whedon foi o diretor contratado para realizar refilmagens de “Liga da Justiça”, após a Warner aproveitar uma tragédia pessoal de Zack Snyder para afastar o diretor original. Responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, Whedon refilmou boa parte do longa dos heróis da DC, mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi uma catástrofe, despertando curiosidade sobre a versão de Snyder, que será finalmente conhecida, após campanha dos fãs convencer os novos donos do estúdio a financiar a montagem alternativa – o lançamento vai acontecer em 2021 na HBO Max. Veja abaixo o vídeo com a participação de Ray Fisher. A polêmica vem à tona após os primeiros 26 minutos de conversa.

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    Superman veste uniforme negro em cena da nova versão de Liga da Justiça

    25 de julho de 2020 /

    A Comic-Con@Home não é o único evento digital acontecendo neste fim de semana. Neste sábado (25/7), o cineasta Zack Snyder participou de um painel no Justice Con, dedicado ao filme da “Liga da Justiça”. Durante a discussão de sua versão estendida, o diretor aproveitou para compartilhar uma cena cortada do filme exibido nos cinemas, que mostra Superman, vivido por Henry Cavill, vestindo o uniforme preto do super-herói. Embora Superman não tenha aparecido com seu segundo uniforme mais conhecido nos cinemas, a cena não é exatamente inédita, pois foi incluída como bônus no Blu-ray de “Liga da Justiça”. Curiosamente, no extra original, Cavill usava o traje colorido tradicional do herói. Snyder revelou que essa cena foi filmada com Cavill de vermelho e azul, porque o estúdio não tinha aprovado o uniforme preto. No entanto, ele fez testes durante as filmagens para saber se poderia alterar a cor mais adiante, o que ele pretende fazer no lançamento de sua versão em streaming. O diretor também confirmou que o título oficial do filme e um trailer completo serão revelados durante o evento DC FanDome, uma espécie de Comic-Con (ou D23 Expo) exclusiva da DC, que ocorrerá no próximo mês. Para quem não lembra, ele filmou “Liga da Justiça” inteiro, mas a Warner aproveitou uma tragédia pessoal para afastá-lo da pós-produção e chamou Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi uma catástrofe, despertando curiosidade sobre a versão do diretor original, que ele estimulou com inúmeros posts de imagens não vistas no cinema. Após forte campanha dos fãs e mudanças no comando da Warner, que foi comprada pela AT&T, os novos executivos encomendaram uma edição finalizada do “Snyder Cut”, que será lançada com exclusividade na plataforma HBO Max em 2021. Enquanto o trailer da nova “Liga da Justiça” não vem, aproveite e compare abaixo as duas versões da cena cortada de Superman no filme.

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    Esquadrão Suicida: Diretor confirma que Coringa seria vilão principal

    21 de julho de 2020 /

    David Ayer voltou a falar de sua versão do “Esquadrão Suicida” no Twitter, ao confirmou para um seguidor que filmou uma cena do roteiro original que mostraria o Coringa, vivido por Jared Leto, como o principal vilão da história. No Twitter, ele atestou a veracidade de uma página vazada do roteiro, que traz o criminoso confrontando o Esquadrão Suicida. Na cena, o Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Rick Flag (Joel Kinnaman) e Bumerangue (Jai Courtney) são ameaçados pelo Coringa, que se aliou à vilã Magia (Cara Delevingne) e, para completar, ainda sequestrou Amanda Waller (Viola Davis), roubando o controle dos explosivos conectados aos integrantes do Esquadrão. “Eu filmei e editei tudo isso. É claro, vocês [o público] não puderam ver nada, meu amigo”, escreveu Ayer sobre a página. Após a HBO Max dar sinal verde para a produção da versão de Zack Snyder de “Liga da Justiça”, o diretor tem feito campanha para lançar a sua “versão do diretor” de “Esquadrão Suicida”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Yes I did. Shot and edited. Of course you were not permitted to see it my friend🤦‍♂️ https://t.co/PGSpz29T2Y — David Ayer (@DavidAyerMovies) July 20, 2020

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    Nova versão de Liga da Justiça terá mais de 3h30 de duração

    20 de julho de 2020 /

    Depois de uma campanha com diversas fotos de cenas inéditas, que não apareceram em “Liga da Justiça”, o diretor Zach Snyder parece mesmo disposto a aproveitar cada segundo que ele filmou e foi cortado por seu sucessor, Joss Whedon, no lançamento da nova versão do filme. “Bom, ninguém pode me acusar de fazer filmes curtos. No estado atual da produção, será mais longo do que os 214 minutos inicialmente planejados”, disse Snyder em entrevista ao Beyond The Trailer, insinuando que o Snyder Cut de “Liga da Justiça” terá mais de 3h30 de duração. Ele também revelou que está editando o filme em sua casa, transformado num estúdio de finalização profissional. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder garantia possuir uma versão viável e bastante diferente do que tinha sido exibido nos cinemas. Ele chegou a fazer uma campanha intensa, ainda que dissimulada, para o público pressionar o estúdio a lançar sua versão do filme. Para isso, alistou os astros de “Liga da Justiça”, chegando a fazer uma sessão exclusiva para Jason Momoa, intérprete de Aquaman, em agosto do ano passado, para comprovar que havia uma versão do filme mais próxima do que ele filmou. Momoa adorou. Em seguida, o diretor ganhou apoio de Ben Affleck, o Batman, e Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, para convencer a Warner a lançar o “Snyder Cut”. Neste meio tempo, a Warner foi comprada pela AT&T, mudou seus diretores e viu a nova chefia priorizar a plataforma HBO Max, lançada em maio passado. Percebendo a repercussão da campanha de Snyder nas redes sociais como uma forma de atrair público para seu serviço de streaming, a empresa fechou com o diretor a finalização de sua versão de “Liga da Justiça”, que será lançada com exclusividade na HBO Max, em data ainda não definida de 2021. Veja abaixo a entrevista que revela a duração do filme.

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    Diretor do novo filme de Batman prepara série sobre Gotham City

    10 de julho de 2020 /

    O diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), atualmente envolvido nas filmagens de “The Batman”, novo filme de super-herói da DC Comics, anunciou que está desenvolvendo uma série passada no mesmo universo dos quadrinhos para a plataforma HBO Max. A atração será uma extensão do filme de Reeves, ambientada na cidade de Gotham City. Escrita por Terence Winter, criador de “Boardwalk Empire”, a série ainda sem título oficial vai acompanhar os detetives do GCPD, o departamento de polícia de Gotham, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. “Esta é uma oportunidade incrível, não apenas para expandir a visão do mundo que estou criando no filme, mas para explorá-la no tipo de profundidade e detalhe que somente um formato de longa duração pode oferecer. E trabalhar com o incrivelmente talentoso Terence Winter, que já escreveu de maneira tão perspicaz e poderosa sobre os mundos do crime e da corrupção, é um sonho absoluto”, disse Reeves, em comunicado. O projeto é a primeira produção do cineasta após ele assinar um contrato para desenvolver séries com exclusividade para a divisão televisiva da Warner, por meio de sua produtora, 6th & Idaho. A série não tem cronograma de produção conhecido, mas deve ser lançada depois do filme, que chegará nas telas em junho de 2021. Reeves não adiantou muitos detalhes, como quais personagens farão parte da série. Mas a atração deve usar alguns dos coadjuvantes de Batman vistos em “Gotham”. A série encerrada no ano passado acompanhou, ao longo de cinco temporadas, a evolução do detetive James Gordon e do órfão Bruce Wayne até eles virarem os famosos Comissário Gordon e Batman. A diferença é que, desta vez, a trama não será um flashback para os dias da juventude dos personagens. Em “The Batman”, Robert Pattison (“Bom Comportamento”) interpreta o personagem-título e Jeffrey Wright (de “Westworld”) vive o Comissário. “A série fornece uma oportunidade sem precedentes de ampliar o mundo estabelecido no filme e explorar ainda mais a grandeza de personagens atraentes e complexos de Gotham”, completou a HBO Max no anúncio da produção. As séries recentes da 6th & Idaho incluem “The Passage”, da Fox , “Tales From the Loop”, da Amazon Prime Video e a vindoura sci-fi “Away”, da Netflix, estrelado por Hilary Swank. Reeves co-criou anteriormente (com JJ Abrams) “Felicity”, onde se estabeleceu como diretor ao assinar o piloto em 1998 e vários episódios adicionais.

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  • Série

    Curta animado vencedor do Oscar 2020 vai virar série na HBO Max

    7 de julho de 2020 /

    A HBO Max encomendou uma série animada baseada em “Hair Love”, produção premiada com o Oscar 2020 de Melhor Curta de Animação. O cineasta Matthew A. Cherry, que escreveu, dirigiu e produziu o curta original, será responsável pela nova atração, batizada de “Young Love”. Ele vai trabalhar com o veterano animador Carl Jones (“The Boondocks”, “Black Dynamite”) na série para expandir o mundo da família Young – incluindo os pais Stephen e Angela, sua pequena filha Zuri e seu gato de estimação Rocky – e mostrar seu cotidiano de lutas, enquanto tentam equilibrar carreiras, casamento, paternidade, questões sociais e dinâmicas multigeracionais, esforçando-se para conseguir uma vida melhor. “Estou entusiasmado para continuar contando a história de Stephen, Angela e Zuri e explorar ainda mais a dinâmica familiar da jovem família negra atual que estabelecemos em nosso curta ‘Hair Love’, agora numa série animada”, disse Cherry, no comunicado do projeto. “Não poderia pedir melhores parceiros na Sony Pictures Animation e HBO Max para nos ajudar a divulgar o ‘Young Love’ no mundo”. Não há previsão de estreia para a nova atração, que terá uma temporada inicial de 12 episódios. Vale lembrar que “Hair Love” começou como uma produção independente, realizada graças a uma campanha de financiamento coletivo e só se materializou graças à dedicação de Cherry, que era jogador de futebol americano antes de decidir seguir sua paixão pelo cinema. O curta é sua primeira animação, mas ele já tinha dirigido um longa, “9 Rides” (2016), premiado no circuito dos festivais indies dos EUA. A trama edificante do desenho segue a primeira tentativa de um pai afro-americano de arrumar o cabelo da filha, enquanto sua esposa se recupera de um tratamento de câncer no hospital. A ideia para o projeto surgiu do desejo de Matthew de promover o amor ao cabelo negro, e ao mesmo tempo contrariar o estereótipo do pai negro ausente. Um mês depois de vencer o Oscar, “Hair Love” foi adquirido pela Sony, que está por trás do projeto de transformá-lo em série. Aproveite e veja abaixo a versão completa, divertida e emocionante do curta premiado.

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    Patrulha do Destino: 2ª temporada ganha trailer legendado e data de estreia no Brasil

    7 de julho de 2020 /

    A HBO Brasil divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), para anunciar a data da estreia nacional dos novos episódios. A divertida prévia tem ritmo de discoteca e introduz vários personagens, como Dorothy (Abigail Shapiro), a filha do Chefe, o vilão Red Jack (um Jack estripador de outra dimensão) e os SeX Men (Caça-Fantasmas Eróticos), sem esquecer as criaturas que vivem na imaginação de Dorothy. A 2ª temporada de “Patrulha do Destino” estreou em junho nas plataformas americanas HBO Max e DC Universe, mas só vai chegar ao Brasil em 4 de setembro, um mês após o final da exibição de seus episódios nos EUA. Ainda assim, será uma transmissão rápida, considerando que a série só a href=”https://pipocamoderna.com.br/2020/03/patrulha-do-destino-estreia-nesta-quinta-na-tv-paga-brasileira/”>chegou ao Brasil em março deste ano. “Patrulha do Destino” reúne os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Vale destacar que a adaptação é influenciada principalmente pela fase mais adulta da publicação, após passar a ser escrita por Grant Morrison (criador de “Happy!”) nos anos 1980 e incorporar uma temática queer. O elenco inclui April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, e participações de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas temporadas da série têm 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão.

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    Trailer de comédia da HBO Max traz Seth Rogen em papel duplo

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma HBO Max divulgou o trailer de “An American Pickle”, comédia que traz Seth Rogen (“Vizinhos”) em papel duplo. Na trama, Rogen interpreta um imigrante do Leste Europeu que chega em Nova York com sonhos de fortuna no começo do século 20, mas logo ao chegar cai num caldo de pickles na fábrica em que trabalha e acaba “preservado” por 100 anos. Ao acordar, ele descobre que o mundo mudou radicalmente e o único parente vivo que possui é um neto que nunca conheceu, também vivido por Rogen. Os dois decidem se juntar num negócio de pickles, sonhando com o antigo plano de riqueza da família. Mas o trailer revela que, para viver no mundo moderno, o velho imigrante ainda precisará descobrir se David Bowie é homem ou mulher. Na verdade, esta é a única piada do trailer inteiro, cuja história parte de uma premissa similar a “O Dorminhoco” (1973), de Woody Allen, e a animação “Futurama”. Escrito por Simon Rich, roteirista de “Divertida Mente” (2015) e criador da série “Miracle Workers”, o filme tem direção de Brandon Trost, que trabalhou com Rogen na série “Future Man”. E o elenco também inclui Sarah Snook (“Succession”), Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), Jeff Daniel Phillips (“The Gifted”) e Kevin O’Rourke (“O Irlandês”). A estreia está marcada para 6 de agosto em streaming nos EUA. A HBO Max ainda não está disponível no Brasil.

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    Intérprete de Ciborgue denuncia abusos de Joss Whedon no set de Liga da Justiça

    1 de julho de 2020 /

    A produção de uma nova versão de “Liga da Justiça” na plataforma HBO Max, sob os cuidados do diretor original, inspirou o ator Ray Fisher a fazer uma denúncia contra o diretor substituto do filme, Joss Whedon. Fisher acusou Whedon, no Twitter, de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. “O comportamento dele foi incentivado, de muitas formas, por Jon Berg e Geoff Johns [produtores do filme e executivos da Warner/DC]. Responsabilidade é mais importante que entretenimento”, acrescentou o intérprete do Ciborgue no filme. O comentário foi publicado logo após Fisher ter dado a entender que teve problemas com Whedon no set. Na segunda (29/6), o ator tuitou um vídeo em que aparecia elogiando o diretor na Comic-Con de San Diego. Na ocasião, ele dizia: “Joss é um cara legal, e a melhor pessoa para chegar e finalizar o filme para ele [Snyder]”. Sobre isso, ele apontou: “Quero usar essa oportunidade para retratar tudo o que eu disse aqui”. Fisher deu a entender que seus elogios faziam parte do contrato com a Warner para promover o filme. No começo do mês, ele já tinha esquecido de agradecer Whedon ao louvar Snyder e o roteirista Chris Terrio por “não só incluir um personagem negro em ‘Liga da Justiça’, como permitir que eu (um ator negro sem nenhum crédito em meu nome) pudesse participar das decisões criativas em torno da história do Ciborgue e da família Stone”. Em resposta, Snyder deu a entender que a participação do herói deve aumentar em sua versão de “Liga da Justiça”: “Você, Ray, é o coração do meu filme”. Whedon, cujos créditos anteriores incluem a criação de séries cultuadas como “Buffy: A Caça-Vampiros” e “Firefly”, além dos dois primeiros filmes da franquia “Vingadores”, assumiu “Liga da Justiça” após o afastamento do cineasta Zack Snyder por conta de uma tragédia familiar. Ele recebeu orientação da Warner para refazer o filme, comandou um número considerável de refilmagens, cortou cenas deixadas prontas por Snyder e editou sua versão junto das cenas filmadas por Snyder num produto que não convenceu. Lançado em 2017, o produto final foi rejeitada pela crítica e até pelos fãs dos quadrinhos, rendendo muito menos do que o esperado nas bilheterias – US$ 657 milhões mundiais. Graças à intervenção da Warner no filme, os fãs há tempos clamavam por uma versão de “Liga da Justiça” sem as mudanças feitas por Whedon. Chamada de “Snyder Cut”, essa versão sempre foi incentivada por Zack Snyder. E após a aquisição da Warner pela empresa de comunicação AT&T, o projeto deixou de ser um sonho para virar um chamariz de público para a plataforma HBO Max, prioridade dos novos donos do estúdio. A versão de Snyder será lançada em 2021 e promete ser muito diferente do filme exibido nos cinemas. A HBO Max já divulgou o primeiro teaser. Veja aqui. Joss Wheadon’s on-set treatment of the cast and crew of Justice League was gross, abusive, unprofessional, and completely unacceptable. He was enabled, in many ways, by Geoff Johns and Jon Berg. Accountability>Entertainment — Ray Fisher (@ray8fisher) July 1, 2020 I’d like to take a moment to forcefully retract every bit of this statement: pic.twitter.com/1ECwwu6TG1 — Ray Fisher (@ray8fisher) June 29, 2020 You Ray, are the heart of my movie. @ray8fisher https://t.co/cZ64Vlg50V — Zack Snyder (@ZackSnyder) June 6, 2020

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    Marlon Wayans troca Netflix pela HBO Max

    29 de junho de 2020 /

    Marlon Wayans trocou de plataforma. O comediante de “As Branquelas” e “Inatividade Paranormal” fechou um acordo geral de produção com o serviço de streaming HBO Max e já definiu os primeiros projetos no novo endereço. Depois de lançar o especial de stand-up “Woke-ish” (2018) e duas comédias na Netflix, “Nu” (2017) e “Seis Vezes Confusão” (2019), Wyans prepara uma série e uma coleção de especiais de humor para a plataforma da WarnerMedia. A série vai se chamar “Book of Marlon”, onde ele interpretará uma versão fictícia de Marlon Wyans, que tenta equilibrar sua vida pessoal com o fato de ser ele mesmo. Wayans co-criou o programa com seu parceiro de longa data, Rick Alvarez, que também escreveu os cinco últimos filmes estrelados pelo ator. Já os especiais humorísticos incluem duas apresentações de stand-up, uma dele próprio e outra em que atuará como anfitrião de novos humoristas. “Marlon é uma ameaça tripla, com um currículo impressionante que fala de seu talento como ator e talento para comédia”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia e animação original da HBO Max. “Estamos emocionados por ter sua voz e visão cômica únicas se unindo a nossa crescente família de criadores”. “Estou empolgado por fazer negócios com a HBO Max. Rick e eu tivemos muito sucesso no espaço do streaming e estamos empolgados em trabalhar com uma empresa igualmente empolgada por trabalhar conosco”, disse Wayans. “Esperamos ajudar as duas marcas a crescer rapidamente e internacionalmente. A HBO Max é um ótimo lugar para continuar nossa missão de colocar sorrisos no rosto das pessoas”, completou. Não há previsão de estreia para nenhum dos projetos.

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    Liga da Justiça: Darkseid é destaque do primeiro teaser da versão de Zack Snyder

    18 de junho de 2020 /

    A HBO Max divulgou o primeiro teaser da versão de “Liga da Justiça” do cineasta Zack Snyder, que destaca o vilão Darkseid. O personagem não foi incluído no filme exibido nos cinemas em 2017, mas estava na versão original do diretor. Com a exclusão de Darkseid, o vilão principal de “Liga da Justiça” acabou sendo o secundário Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), o que rendeu muitas críticas negativas dos fãs. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após a fase das filmagens, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Graças ao clamor dos fãs, em uma campanha resistente no Twitter, a AT&T, que comprou a Warner, resolveu apostar no projeto e produzir um “Snyder Cut” para a plataforma HBO Max. A volta de Darkseid à trama confirma que a versão reeditada de “Liga da Justiça” será um filme bem diferente do visto no cinema. Em entrevista ao podcast ReCode Media, Bob Greenblatt, CEO da HBO Max, revelou que, apesar dos boatos, a versão de Snyder não está pronta para ser exibida, por isso há um orçamento de produção e uma data distante para o lançamento, em 2021. “Não é tão fácil quanto ir ao cofre da Warner e tirar o ‘Snyder Cut’ de lá. Ele ainda não existe. Zack está trabalhando nisso, e é algo complexo, teremos que fazer novos efeitos especiais. É uma reimaginação radical daquele filme e vai sair muito caro. Teremos sorte se custar só US$ 30 milhões”, disse. O valor elevado representa apenas 10% do custo original de “Liga da Justiça”, orçado em cerca de US$ 300 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão), graças às refilmagens de Whedon. Snyder também queria fazer refilmagens, mas a HBO Max impôs que tudo fosse resolvido com efeitos e dublagens dos atores.

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    Patrulha do Destino enfrenta novos vilões e disco music no trailer da 2ª temporada

    18 de junho de 2020 /

    A DC Universe divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol). A divertida prévia tem ritmo de discoteca e introduz vários personagens, como Dorothy (Abigail Shapiro), a filha do Chefe, o vilão Red Jack (um Jack estripador de outra dimensão) e os SeX Men (Caça-Fantasmas Eróticos), sem esquecer as criaturas que vivem na imaginação de Dorothy. Segunda produção live-action da plataforma da DC Comics, “Patrulha do Destino” dá vida aos personagens mais estranhos da editora, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos em live-action num episódio de outra série da plataforma, “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Vivido por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, Niles Caulder, o Chefe, ganhou a imponência de Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha foi reforçada por Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Elogiadíssima, a 1ª temporada superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. A série chegou ao Brasil apenas em março deste ano, com exibição pelo canal pago HBO. A estreia do segundo ano vai acontecer na próxima quinta (25/6) em dois streamings americanos, DC Universe e HBO Max, mas ainda não têm previsão de lançamento no Brasil.

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