J.K. Rowling diz porque não foi à reunião de “Harry Potter” na HBO Max: “Não quis”
A ausência de J.K. Rowling, escritora que criou Harry Potter, do especial de reencontro dos filmes da franquia chamou muita atenção quando “Harry Potter: De Volta a Hogwarts” foi exibido em janeiro passado na HBO Max. Não faltaram especulações sobre o motivo, com muitos lembrando que Rowling se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter” por suas opiniões transfóbicas, disfarçadas de feminismo, nas redes sociais. De forma pública, o trio de atores centrais da franquia, Daniel Radcliffe, Emily Watson e Rupert Grint renegaram falas da criadora de seus personagens, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Sem querer aprofundar a polêmica, Rowling contou que não houve restrição à seu nome por parte da Warner Bros., apesar do clima que o encontro com os atores pudesse criar. Mas ela pesou os prós e contras e decidiu, por conta própria, não participar. “Eu fui convidada e decidi que não queria fazer aquilo”, disse. “Eu pensei que se tratava, verdadeiramente, de um evento mais sobre os filmes do que sobre os livros. Era sobre isso aquele aniversário”, contou a escritora, numa participação na Virgin Radio, da Inglaterra, neste fim de semana. Ela ainda acrescentou: “Ninguém me disse para não [ir]… Me pediram para participar e decidi não ir”. Foi a primeira vez que a escritora falou abertamente sobre sua ausência. Na época em que o programa foi divulgado, fontes ligadas à autora falaram à revista Entertainment Weekly que ela considerava o uso de suas falas de arquivo como suficientes e “adequadas para o programa”. Na atração, ela aparece apenas em gravações feitas na época do lançamento dos filmes. Durante a entrevista de rádio, Rowling também foi perguntada sobre sua relação com o elenco de Harry Potter. Ela também saiu pela tangente, afirmando que mantém contato com alguns. “Eu tenho uma relação com eles. Com alguns é mais próxima do que com outros. É sempre assim, você conhece alguns melhor do que outros”, afirmou.
Atriz de “Batgirl” faz apelo para que o filme seja exibido
O cancelamento do filme de Batgirl fez a atriz Ivory Aquino, que estava no elenco do longa, compartilhar uma carta aberta a David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, com um pedido emocionado para que o filme não seja destruído e tenha uma chance de ser visto pelo público. “Por mais que eu tenha tentado me manter forte nas últimas semanas, me pego chorando, por falta de um termo melhor, com o luto. A história de Batgirl refletia o mundo em que vivemos. Para mim, é uma trama de pai e filha muito pessoal, porque perdi meu pai há um ano, antes de ser convidada para esse projeto. Eu esperava que a história falasse a outras pessoas ao redor do mundo, crianças e adultas, que tomam os próprios pais na mais alta estima, e que enxergariam esse laço em ‘Batgirl’”, ela escreveu na carta, publicada em seu Instagram. Ela finaliza o texto pedindo que a Warner reconsidere a decisão de não mostrar o longa. “Agora, mais pessoas sabem do nosso trabalho e estão ansiosas para assistir ao filme. Eu espero que você [Zaslav] leia esta carta. Considere lançar Batgirl. Ela sempre foi uma azarona, e não tem mais aonde ir a não ser para o alto.” No filme, Aquino interpretava Alysia Yeoh, que seria a primeira personagem trans num filme baseado nos quadrinhos da DC Comics. “Batgirl” foi cancelado após a mudança de gestão na Warner. Zaslav cortou todos os filmes que seriam feitos exclusivamente para a HBO Max, mas este trabalho em específico já estava praticamente pronto. Acreditando que ele não tinha apelo para ser lançado no cinema, o CEO ordenou que fosse arquivado. Após a decisão, os diretores do filme, Adil El Arbi e Bilall Fallah (que também trabalharam em “Ms. Marvel”), foram impedidos de continuar trabalhando no longa. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco também contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Warner Bros. está programando uma exibição secreta para o elenco, equipe, representantes e executivos do estúdio, antes de arquivar definitivamente a produção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ivory Aquino (@msivoryaquino)
Barbie Ferreira anuncia saída de “Euphoria”
A série “Euphoria” perdeu uma de suas integrantes principais. A atriz Barbie Ferreira anunciou nesta quarta-feira (24/8), num Stories em seu Instagram, que está saindo da série. “Depois de quatro anos encarnando a personagem especial e enigmática Kat, estou tendo que me despedir com lágrimas nos olhos”, ela escreveu, ilustrando o post com artes da sua colega de elenco Hunter Schafer. “Espero que muitos de vocês possam se ver nela como eu me vi”, continua o post, “e que ela tenha lhes trazido alegria, ao ver sua jornada para virar quem se tornou. Eu coloquei todo o meu cuidado e amor nela e espero que vocês possam sentir isso. Amo você, Katherine Hernandez.” Ferreira e o criador de “Euphoria”, Sam Levinson, supostamente entraram em conflito durante a produção da 2ª temporada. O site The Daily Beast relatou em fevereiro que o atriz chegou a abandonar o set em determinado ponto, mas os motivos não vieram à tona. Alguns fãs também reclamaram da diminuição do espaço de Ferreira na série durante a temporada. O Sindicado dos Atores dos EUA, SAG-AFTRA, sobre filmagens excessivamente longas na série e falta de pausas para refeições e banheiro, de acordo com a reportagem do Daily Beast. Em um comunicado na época, a HBO disse que “não é incomum que séries dramáticas tenham filmagens complexas” e observou que “nunca houve questionamentos formais encaminhados”. De família brasileira, Ferreira poderá ser vista nos cinemas a partir desta quinta (25/8) no elenco do filme “Não! Não Olhe”, de Jordan Peele.
Filmes de “Aquaman” e “Shazam!” são adiados pela Warner
A Warner anunciou novos adiamentos nos lançamentos de “Aquaman e o Último Reino” e “Shazam! Fúria dos Deuses”. O segundo filme de “Shazam!”, que era esperado em dezembro deste ano, foi adiado em três meses e agora chegará em 17 de março de 2023. Já o segundo “Aquaman” estrelado por Jason Momoa, anteriormente previsto para março do ano que vem, foi atrasado em nove meses, ganhando nova data em 25 de dezembro de 2023. Segundo o site Deadline, as mudanças ocorreram porque “Aquaman e o Último Reino” precisará passar por um período maior de refilmagens. Com isso, a sequência de Shazam! preencherá a data anteriormente reservada para seu lançamento. A notícia deu origem a muitos rumores sobre o papel de Amber Heard na produção. O estúdio também anunciou o lançamento nos cinemas de duas produções originalmente desenvolvidas para o streaming: “House Party”, reboot de “Uma Festa de Arromba” (1990), e “Evil Dead Rise”, novo filme da franquia “Evil Dead” (iniciada em 1988), serão exibidos em 9 de dezembro de 2022 e 21 de abril de 2023, respectivamente.
Criadora de “Pequena Ellen” fala sobre sumiço da série na HBO Max: “É devastador”
A produtora-roteirista Jennifer Skelly, co-criadora da animação “Pequena Ellen” (Little Ellen), juntou-se às reclamações contra a decisão polêmica da HBO Max de excluir sua série e mais de 30 títulos do catálogo como forma de reduzir os custos do serviço de streaming. “É realmente devastador”, disse ela à revista Variety. “Eu trabalhei em um milhão de coisas que nunca foram produzidas, mas é muito raro você chegar tão longe – está literalmente feito – e ainda assim não ver a luz do dia.” Criada por Skelly e por Kevin A. Leman II (roteirista do programa “Ellen: The Ellen DeGeneres Show”), “Pequena Ellen” explorava o mundo através do olhar de uma jovem Ellen DeGeneres. Além das duas temporadas já completas da série terem sido excluídas da HBO Max, haviam ainda 20 episódios inéditos e devidamente finalizados, aguardando um lançamento que nunca vai acontecer. “Obviamente há muitas questões corporativas acontecendo em relação ao que isso significa financeiramente para eles.” Decisões financeiras foram os motivos por trás dessa exclusão. Ao não exibir os conteúdos, a Warner Bros. Discovery (dona da HBO Max) não precisaria mais pagar por custos residuais. Mas, além de prejudicar financeiramente os envolvidos naquelas atrações, essa decisão também pode ter consequências negativas nas carreiras dos artistas. “Houve escritores que tiveram seus primeiros trabalhos naqueles 20 episódios lançados, e diretores que tiveram sua primeira chance de dirigir”, continuou ela. “Tivemos muitas estreias em nossa equipe, e eles não poderão ver esses episódios na TV e nem ter os seus créditos. É realmente difícil.” Quando questionada se os criadores deixariam de trabalhar com a Warner Bros. Discovery em projetos futuros, com medo de que isso volte a acontecer, Skelly disse que essa situação não é comum, e que não é possível se basear nela para tentar prever o futuro. “Eu não acho que as pessoas vão evitar trabalhar com o estúdio ou mesmo que elas vão necessariamente saber o que pedir nos seus contratos para se protegerem, porque os parâmetros daqui a um ano e meio serão diferentes”, explicou ela. Skelly ainda lembrou que a série foi prejudicada por polêmicas envolvendo a figura de Ellen DeGeneres. Em 2020, o programa de entrevistas de Ellen foi investigado pela (então proprietária) WarnerMedia após o surgimento de acusações envolvendo má conduta sexual, racismo e intimidação da equipe nos bastidores do programa. Como resultado, DeGeneres demitiu três dos principais produtores do programa e pediu desculpas no ar pelos relatos de maus-tratos. Isso não foi suficiente e, em 2021, ela anunciou que o programa terminaria após sua 19ª temporada. “Fomos uma tempestade perfeita de muitas coisas, porque a marca Ellen também sofreu nos últimos anos. A nossa série não ia receber muito amor de qualquer maneira por esse motivo. Começamos no ponto alto da carreira dela, mas no momento em que foi feita a animação – porque leva uma eternidade para fazer algo em animação – a marca dela estava em um lugar realmente diferente e seu programa estava terminando.” Apesar de levar o nome de Ellen, a animação não tinha contato com a apresentadora. “Eu a conheci uma vez, muito brevemente, mas tudo passou pela Warner Bros. Não havia muita interação com a empresa dela, e certamente não com ela diretamente. Estávamos realmente fazendo nossas próprias coisas em nosso próprio mundo, o que foi ótimo.” “Pequena Ellen” foi apenas uma das muitas atrações excluídas do catálogo da HBO Max. Reality shows e séries de animação estão entre as atrações mais prejudicadas, algo que Skelly considera extremamente injusto. “A animação manteve a indústria funcionando durante a pandemia”, disse ela. “Fomos nós que continuamos quando ninguém podia aparecer no set, e os protocolos de COVID estavam impedindo as pessoas de filmar. Mas ainda criamos conteúdo para vocês. E agora que fizemos isso, e a pandemia está desacelerando, parece que estamos sendo chutados para o meio-fio. E isso é uma grande frustração entre a comunidade de animação.” Skelly se junta à crescente lista de artistas que reclamou da decisão da HBO Max. Antes dela, Stephen P. Neary, criador de “Os Fungos” (“The Fungies!”), e Julia Pott, criadora de “Summer Camp Island”, também manifestaram as suas indignações.
HBO Max cancela produção da nova série animada de Batman
A HBO Max não vai mais produzir “Batman: Caped Crusader”, uma nova série animada do herói de Gotham City, que causou furor quando foi anunciada em maio do ano passado. Segundo o site Deadline, a produção está entre seis novos projetos animados que foram descartados na plataforma, atendendo a política de guilhotina da Warner Bros. Discovery – que aparentemente está decapitando o setor de animação do streaming. “Batman: Caped Crusader” traria Bruce Timm de volta ao universo animado de Batman, após comandar a série clássica “Batman: A Série Animada” nos anos 1990, que simplesmente rendeu para o estúdio Warner Bros. a personagem Arlequina. Ele ia trabalhar no novo projeto com ninguém menos que os cineastas JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Matt Reeves (do novo filme do “Batman”). Na época do anúncio da produção, a equipe da Warner estava animadíssima. “’Batman: A Série Animada’ foi uma obra-prima que moldou a percepção do personagem para toda uma geração de fãs”, disse Sam Register, chefe da Warner Bros. Animation. “É com esse espírito que estamos reunindo três mestres contadores de histórias em JJ, Matt e Bruce – cada um com sua própria compreensão intuitiva e afeição pelo personagem – para criar uma nova série que continuará o mesmo legado inovador.”
A Casa do Dragão: Trailer dos próximos episódios promete sangue
A HBO divulgou um novo trailer de “A Casa do Dragão”, com cenas dos próximos episódios da atração, que bateu recorde de audiência em streaming e na TV dos EUA. A prévia mostra a divisão dos sete reinos diante da sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), após ele escolher sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”, na versão adulta), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde jovem, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). Daemon, por sinal, adverte que “vai haver sangue”, entre cenas de batalhas e fogo de dragões. O prólogo de “Game of Thrones” foi desenvolvido pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”, de George R.R. Martin. A atração é centrada na família Targaryen, o clã de Daenerys, e se passa 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones”. A 1ª temporada tem um total de 10 episódios, com exibição aos domingos no canal pago HBO e no serviço de streaming HBO Max.
“A Casa do Dragão” bate recorde de público na HBO e HBO Max
A estreia de “A Casa do Dragão” atraiu um público recorde para a HBO nos EUA. O prólogo de “Game of Thrones”, que se passa cerca de 200 anos antes da série anterior, atraiu quase 10 milhões de espectadores em todas as plataformas nos Estados Unidos, informou a HBO em comunicado. Com isso, “A Casa do Dragão” rendeu a maior audiência de única noite para o canal desde o final de “Game of Thrones”, que atraiu 19,3 milhões de espectadores ao vivo em sua despedida em maio de 2019. Desde então, a melhor contagem de uma noite tinha sido o final da 2ª temporada de “Euphoria” em fevereiro deste ano, que teve 6,6 milhões de espectadores multiplataforma. Mas este não foi o único desempenho surpreendente da produção. Os números de “A Casa do Dragão” representam a maior estreia de série na história da HBO. Nenhuma outra série juntou tanto público para assistir seu primeiro episódio. A noite de domingo (21/8) também registrou o melhor desempenho de um lançamento simultâneo na HBO Max nos EUA, América Latina e no combo denominado EMEA – Europa, Oriente Médio e África. Mas, como de costume, os números de streaming não foram divulgados. “Foi maravilhoso ver milhões de fãs de ‘Game of Thrones’ retornarem conosco a Westeros na noite passada”, disse Casey Bloys, chefe de conteúdo da HBO e HBO Max, em comunicado. “‘A Casa do Dragão’ apresenta um elenco e equipe incrivelmente talentosos que colocaram seu coração e alma na produção, e estamos em êxtase com a resposta positiva dos espectadores. Estamos ansiosos para compartilhar com o público o que mais George [RR Martin], Ryan [Condal] e Miguel [Sapochnik] têm reservado para eles nesta temporada”. “A Casa do Dragão” foi desenvolvida pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. A atração é centrada na família Targaryen, o clã de Daenerys, e se passa 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones”. A trama se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), após ele escolher sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”, na versão adulta), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde jovem, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A 1ª temporada de “A Casa do Dragão” tem um total de 10 episódios, com exibição aos domingos no canal pago HBO e no serviço de streaming HBO Max.
Estreia de “A Casa do Dragão” “quebra” a HBO Max
A série “A Casa do Dragão”, spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019), estreou no último domingo (21/8) trazendo de volta lembranças de “Game of Thrones”, entre elas alguns problemas já conhecidos do público. O aumento de tráfico na HBO Max fez com que o serviço de streaming ficasse momentaneamente fora do ar nos EUA. Durante a exibição, usuários insatisfeitos lotaram o perfil de suporte técnico da HBO Max no Twitter (@HBOMaxHelp) com reclamações. Segundo um comunicado divulgado pela HBO, a queda do serviço afetou cerca de 3 mil espectadores, sendo que a maioria das contas que reportaram problemas foram aquelas que assistiam à HBO usando dispositivos da Amazon. “’A Casa do Dragão’ está sendo vista com sucesso por milhões de assinantes da HBO Max esta noite. Estamos cientes de que uma pequena parcela dos usuários tentando se conectar por meio de dispositivos Fire TV está com problemas e isso está em processo de resolução para os usuários afetados”, afirmou a HBO, em comunicado oficial. Essa não é a primeira vez que os espectadores têm problemas para assistir aos episódios de séries passadas no universo criado pelo escritor George R. R. Martin. Durante as temporadas finais de “Game of Thrones”, problemas de conexão e transmissão eram constantes nas estreias de novos episódios. “A Casa do Dragão” foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. A atração é centrada na família Targaryen, o clã de Daenerys, e se passa 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones”. A trama se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), após ele escolher sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde jovem, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A primeira temporada de “A Casa do Dragão” terá um total de 10 episódios, com exibição aos domingos no canal pago HBO e no serviço de streaming HBO Max.
Teaser apresenta série da HBO Max baseada em quadrinhos espanhóis
A HBO Max revelou o primeiro teaser de “García!”, que adapta os quadrinhos de Santiago García e Luis Bustos. O thriller satírico de ação evoca a história do Capitão América. A trama se passa numa versão distópica da Espanha atual, dividida e à beira do caos político, onde uma repórter investigativa (Veki Velilla, de “Yrreal”) descobre uma conspiração de décadas: a existência de um superagente criado em um laboratório na década de 1950 pelos serviços secretos fascistas do general Franco e preservado criogenicamente. Depois de 60 anos congelado em sono profundo, García (Francisco Ortiz, de “El Cid”), o supersoldado com incrível força física e programado para obedecer ordens sem questionar, é acordado pela repórter e se vê desorientado e confuso em uma Espanha que mudou tanto que ele não consegue mais reconhecer. A série foi desenvolvida por Sara Antuña (“Atrapada”) e Carlos de Pando (“O Ministério do Tempo”) e conta com direção do cineasta Eugenio Mira (“Toque de Mestre”) Produzido pela Zeta Studios, a primeira produção original da HBO Max na Espanha estreia em outubro.
John Corbett vai reprisar papel de “Sex and the City” em “And Just Like That…”
Um antigo amor vai voltar a aparecer na vida de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker). Segundo o site Deadline, o ator John Corbett vai retomar o papel de Aidan Shaw, da época de “Sex and the City”, na 2ª temporada de “And Just Like That…”. O personagem é um simpático fabricante de móveis, que pode alegrar a agora viúva, após a morte de Mr. Big (Chris Noth) nos primeiros episódios da série da HBO Max. Junto com Samantha (Kim Cattrall), o personagem de Corbett foi uma das maiores ausências do revival rebatizado de “Sex and the City”. O ator já tinha dito ao site Page Six em 2021 que poderia aparecer em alguns episódios, mas sua participação não se materializou na 1ª temporada, encerrada em fevereiro. Corbett interpretou o namorado intermitente e mais tarde noivo de Carrie nas temporadas 3 e 4 de “Sex and the City”. Eles se separaram duas vezes, a primeira depois que ela confessou ter dormido com Mr. Big – que viria a ser seu futuro marido – , e a segunda vez quando ela não conseguiu se comprometer com a consumação de um casamento. Os dois personagens voltaram a se encontrar na 6ª temporada, quando Aidan revelou que estava casado e tinha um filho pequeno. O destino os reuniu novamente no filme “Sex and the City 2” em um mercado em Abu Dhabi. A dupla compartilhou um beijo apaixonado durante um jantar, mas, como ambos estavam casados na época (e Aidan já era pai de três), Carrie fugiu. Uma reunião de Carrie e Aidan em “And Just Like That…” provavelmente terá que abordar o que aconteceu com a esposa de Aidan. Por curiosidade, Corbett também está reprisando outro personagem amado dos fãs de comédias românticas: Ian Miller de “Casamento Grego”, no terceiro filme da franquia, que acabou de ser rodado na Grécia e ainda não tem previsão de estreia.
Criador de “Os Fungos” critica exclusão da série na HBO Max “sem aviso prévio”
O roteirista Stephen P. Neary, criador da animação “Os Fungos” (“The Fungies!”), criticou a decisão da Warner Bros. Discovery de excluir a sua série do serviço de streaming HBO Max. A atração foi um dos mais de 30 títulos excluídos do catálogo da plataforma nesta semana, com a desculpa de preparar a fusão com a Discovery+. “Ontem à noite, durante uma aula de desenho, descobri que ‘Os Fungos’ seria retirada da HBO Max nesta semana. Estou com o coração partido, mas quero aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos os incríveis artistas e produtores por seu trabalho duro nesta série sincera, que foi um sonho febril”, disse ele, em publicação no Twitter. “Os Fungos” teve um total de três temporadas e 80 episódios. Produzida pela Cartoon Network Studios, a atração se passava em uma metrópole pré-histórica e mitológica, chamada de Fungietown, um mundo estranho habitado por algumas criaturas com aparência de fungos e até alguns dinossauros. A série acompanhava as aventuras de Seth, um dos jovens habitantes cogumelos da cidade, cujo amor por aventuras científicas geralmente causava problemas com os habitantes locais. Além de escrever a série, Neary também era um dos seus dubladores, ao lado da atriz Jennifer Coolidge (“The White Lotus”). Em sua publicação, Neary falou sobre o trabalho envolvido na realização da produção e no descaso da HBO Max. “Trabalhamos muito durante a pandemia e esperava que o esforço fosse recompensado com o apoio da rede. Foi prometido que a série iria ao ar no Cartoon Network, o que geraria visualizações para o HBO Max, mas logo após o lançamento, a série foi retirada do ar sem aviso prévio”, disse ele. Neary falou que “houve pouca ou nenhuma promoção” de “Os Fungos”, mas aparentemente isso não faria diferença, visto que “programas mais conhecidos” também estão sendo retirados por causa de “decisões desinformadas e motivadas por dinheiro”. “Meu coração está com as outras séries afetadas, e o belo trabalho que está sendo cancelado antes mesmo de ir ao ar”, disse ele. Uma dessas séries afetadas foi “Summer Camp Island”, cuja criadora Julia Pott também manifestou a sua indignação ontem. “Trabalhamos por cinco anos para fazer 100 episódios de animação. Trabalhamos até tarde da noite, nos deixamos levar, éramos uma família de artistas que trabalhavam duro porque queriam fazer algo bonito, e a HBO Max apenas excluiu todos eles como se não fôssemos nada. Animação não é nada!”, disse ela. Neary ainda terminou a sua postagem usando um tom animador. “Vou continuar fazendo as minhas coisas! Mesmo que seja só para mim. É o que sempre fiz, desde muito pequeno. Obrigado a todos”. Ele também brincou, dizendo que não iria cancelar a sua assinatura da HBO Max. “Onde mais eu iria assistir ‘O Ensaio’?” A decisão de retirar as séries foi puramente contábil, sem levar em conta critérios criativos. O objetivo é cortar quaisquer despesas resultantes da exibição de episódio das séries menos vistas no serviço, antes da fusão com a Discovery+. Uma conta de armazém da esquina, que se soma à visão grandiosa do conglomerado do Cartoon Netwook manifestada na suspensão da produção de atrações infantis para o streaming.
“Mulher-Hulk”, “A Casa do Dragão” e as melhores séries da semana
As programação de streaming destaca os episódios inaugurais de dois lançamentos muito esperados, “Mulher-Hulk” e “A Casa do Dragão”. Duas superproduções, que investem em efeitos visuais para dar vida a campeões garantidos de audiência. Mas quem quiser mais que um episódio por semana também encontra lançamentos de temporadas completas de outros títulos – inclusive, para fãs de fantasias, outra adaptação de quadrinhos. Confira abaixo as 10 principais séries estreantes da semana. | A CASA DO DRAGÃO | HBO MAX O primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019) acompanha a família Targaryen, o clã de Daenerys, 200 anos antes dos eventos da série original, e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), com direito a complôs, batalhas, dragões e um clima absolutamente épico. A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e conta com produção e direção de Miguel Sapochnik, que venceu um Emmy como diretor do famoso episódio da “Batalha dos Bastardos” de “Game of Thrones”. | MULHER-HULK: DEFENSORA DE HERÓIS | DISNEY+ A comédia de tribunal da Marvel traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. Por conta disso, a produção conta com vários personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como seu primo Hulk (Mark Ruffalo), o vilão Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong), o Demolidor (Charlie Cox) e a nova vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. Só que a primeira sitcom assumida da Marvel é menos engraçada que os últimos filmes de Thor, graças à utilização de recursos narrativos (conversa cúmplice com o público) e temas (dates de mulheres com mais de 30 anos) que ficaram ultrapassados desde que apareceram pela primeira vez nos quadrinhos e na série de advogados “Ally McBeal” – clara referência da produção – no século passado. | NADA SUSPEITOS | NETFLIX Fernanda Paes Leme (“Ricos de Amor”), Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) e Maíra Azevedo (“Até o Fim”) são herdeiras e suspeitas da morte de seu amante milionário na série que combina o gênero “whodunit” (quem matou), dos mistérios de Agatha Christie, com um tema popular da atual leva de comédias nacionais: as novas ricas. Tudo começa como um mistério tradicional. As três amantes e seus agregados são convocadas para um encontro na mansão do amante, quando descobrem que estão envolvidas com o mesmo homem. Mas antes que mais detalhes sejam revelados, a luz apaga, alguém grita e o dono da casa aparece morto – clássico. Mas a trama, que também faz referência ao jogo “Detetive” na introdução da investigação criminal, logo adentra o território da convivência forçada entre as herdeiras, que precisam dividir a mansão. O elenco de apoio é grandioso, com destaque para Marcelo Médici (“Vai que Cola”), GKay (“Carnaval”), Silvero Pereira (“Bacurau”), Romulo Arantes Neto (“Quem Vai Ficar com Mario?”), Raphael Logan (“Pacificado”), Dhu Moraes (“Tô de Graça”), Cezar Maracujá (“Os Suburbanos”), Paulo Tiefenthaler (“Coisa mais Linda”), Gi Uzêda e o veterano Eliezer Motta (que marcou época em “Viva o Gordo”). | MAL DE FAMÍLIA | APPLE TV+ Criada e estrelada por Sharon Horgan (“Catastrophe”), a comédia sombria acompanha a vida das cinco irmãs Garvey, que prometeram proteger umas às outras depois da morte prematura de seus pais. Por isso, quando desconfiam que uma delas está sofrendo abuso do marido, planejam o assassinato do cunhado. Além de Horgan, o elenco conta com Eve Hewson (“Por Trás de Seus Olhos”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Eva Birthistle (“The Last Kingdom”) e Sarah Greene (“Normal People”) como as irmãs Garvey, e Claes Bang (“Dracula”) como o marido/cunhado. Batizada em inglês de “Bad Sisters”, a produção é remake da série belga “Clan” e foi adaptada por Horgan em parceria com Brett Baer e Dave Finkel (ambos de “New Girl”). | KLEO | NETFLIX Com muita violência e humor ácido, a série de ação acompanha uma ex-espiã da Alemanha Oriental, que após a queda do muro de Berlim embarca em uma missão de vingança contra as pessoas que a traíram. Criada por Richard Kropf, Bob Konrad e Hanno Hackfort, trio responsável por “Para – We Are King” na HBO Max e “You Are Wanted” na Amazon Prime Video, a atração destaca Jella Haase (“Berlin Alexanderplatz”) no papel-título. | ALMA | NETFLIX Escrita pelo espanhol Sergio G. Sánchez (roteirista de “O Orfanato” e “O Impossível”), a trama de mistério acompanha a personagem-título (vivida por Mireia Oriol, do terror “O Pacto”) que, após sobreviver a um trágico acidente de ônibus em que quase todos os seus colegas morreram, acorda em um hospital completamente sem memórias e atormentada por experiências sobrenaturais. Com a ajuda de sua família e amigos, ela resolve desvendar o mistério por trás do acidente e de sua própria identidade. | SNOWFALL 5 | STAR+ Passado em Los Angeles no começo dos anos 1980, o drama narra a evolução do tráfico internacional a partir da substituição da cocaína pelo crack nas ruas dos EUA, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de traficantes para financiar uma revolução no Irã. Criada por dois cineastas, Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que infelizmente faleceu em 2019 devido a um derrame, a série segue numerosos personagens a caminho de uma violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano. | POWER BOOK III: RAISING KANAN 2 | STARZPLAY A segunda série derivada de “Power”, encerrada em 2020, é um prólogo da trama original de Courtney Kemp, que leva os espectadores de volta aos anos 1990, época do pager e do boombox, para mostrar a juventude de Kanan Stark, retratado em “Power” pelo rapper, ator e produtor da franquia Curtis “50 Cent” Jackson. Em “Raising Kanan”, o personagem é vivido por Mekai Curtis (“Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso”). Os episódios acompanham sua criação na região conhecida como Jamaica, no Queens, em Nova York, os amigos e as conexões que o levaram à seu destino trágico. 50 Cent também participa como narrador da história e o elenco ainda inclui Patina Miller (“Madam Secretary”), Omar Epps (“House”), London Brown (“Ballers”), Malcolm M. Mays (“Snowfall”), Shanley Caswell (“NCIS: Nova Orleans”), Lovie Simone (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Toby Sandeman (“The Royals”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”). | RESIDENT ALIEN 2 | STAR+ Adaptação de quadrinhos da Dark Horse Comics, a série acompanha um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico legista recluso, que foi assassinado. Tudo o que ele quer é ser deixado em paz enquanto aguarda um resgate que nunca vem. Até que as circunstâncias o forçam a sair de seu esconderijo remoto para assumir o trabalho do médico e ajudar a resolver crimes – enquanto questiona se a raça humana merece ser salva ou destruída. Criada por Chris Sheridan (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada”), traz o ator Alan Tudyk (o Sr. Ninguém da série “Patrulha do Destino”) no papel-título da atração, que atualmente é o maior sucesso do canal pago americano Syfy. | CUPHEAD – A SÉRIE 2 | NETFLIX A adaptação do game “Cuphead” companha duas xícaras antropomorfizadas que tentam pagar uma dívida para o diabo e reconquistar suas almas. O mais interessante na produção é seu visual, totalmente inspirado em animações dos anos 1930, em particular nos desenhos de Rudolf Ising e Max Fleischer, que incorporavam elementos de terror e de musicais às histórias. Na 2ª temporada, Xicrinho (Cuphead) e Caneco (Mugman) enfrentam novos perigos enquanto tentam fugir do Diabo, e acabam encontrando a primeira xícara feminina da franquia, a Srta. Cálice (Ms. Chalice).












