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  • Série

    Amor e Morte: Elizabeth Olsen é crente assassina em novo trailer de série de crime real

    23 de março de 2023 /

    A HBO Max divulgou o pôster nacional e um novo trailer legendado da minissérie “Amor e Morte”, estrelada por Elizabeth Olsen (“WandaVision”) e Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”). A trama acompanha dois casais religiosos, que convivem harmonicamente e compartilham o mesmo modo de vida conservador numa pequena cidade no Texas. Até o dia que a infidelidade se intromete em seus casamentos e alguém pega um machado. A série é baseada na história verídica da dona de casa texana Candy Montgomery, que assassinou sua amiga da igreja, Betty Gore, à machadadas em 1980. Na minissérie, Olsen vive Candy Montgomery, que foi condenada pelo assassinato de sua vizinha, enquanto Plemons viverá o marido da vítima, Allan Gore. Assassina e viúvo tiveram um affair, que alimentou o homicídio macabro. O elenco também inclui Patrick Fugit (“Quase FAmosos”) como o marido de Candy, Pat Montgomery, Lily Rabe (“American Horror Story”) como a vítima Betty Gore e e Krysten Ritter (“Jessica Jones”) no papel de Sherry Cleckler, melhor amiga de Betty. A produção de true crime é inspirada no livro “Evidence of Love: A True Story of Passion and Death in the Suburbs”, de John Bloom e Jim Atkinson, que está sendo adaptado por David E. Kelley. Ele também produz a atração em parceria com a atriz Nicole Kidman, depois dos dois trabalharem juntos nas séries “Big Little Lies” e “The Undoing”, ambas lançadas pela HBO. Vale lembrar que a Hulu/Star+ já lançou uma versão dessa história, intitulada “Candy” e estrelada por Jessica Biel (“The Sinner”). “Amor e Morte” vai estrear em 27 de abril.

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  • Série

    Trailer mostra últimos momentos da série “Titãs”

    23 de março de 2023 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da Parte 2 da 4ª temporada de “Titãs”, que vai encerrar a série. A prévia revela o que acontece após o Irmão Sangue ascender e iniciar seu plano apocalíptico. Na produção, o líder religioso carismático é vivido por Joseph Morgan, intérprete de Klaus Mikaelson em “The Originals”. Embora o arco do Irmão Sangue indique uma inspiração nos quadrinhos de Marv Wolfman e George Perez – que ancoraram a 1ª temporada da série – , as cenas reveladas mostram uma ligação do personagem com Superboy, que é exclusiva da série. Mas há mais vilões na trama. Franka Potente (“Identidade Bourne”) vive May Bennett, a Matriarca do Caos, braço direito e consorte de Sangue, e Lisa Ambalavanar (“The A List”) interpreta Jinx, uma poderosa feiticeira capaz de manipular os elementos da Terra. O trailer também mostra outra novidade exclusiva da série: a mentoria de Jason Todd (o segundo Robin vivido por Curran Walters) no treinamento de Tim Drake para virar o terceiro Robin. Tim aparece no uniforme de Robin pela primeira vez ao final do vídeo, junto de outros Titãs com visuais diferentes – chama especial atenção o traje branco de Ravena. Desenvolvida por Greg Berlanti (criador do “Arrowverse”), Akiva Goldsman (criador de “Star Trek: Picard”) e Geoff Johns (criador de “Stargirl”), a atual temporada da série reúne os heróis Asa Noturna (Brenton Thwaites), Ravena (Teagan Croft), Estelar (Anna Diop), Mutano (Ryan Potter), Superboy (Joshua Orpin) e Robin/Tim Drake (Jay Lycurgo). Os novos episódios estreiam em 4 de maio nos EUA. Já no Brasil, a série chega pela Netflix, mas apenas após encerrar sua exibição completa nos EUA.

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  • Série

    “Ted Lasso”, “Sombra e Ossos” e as 10 melhores séries da semana

    17 de março de 2023 /

    A seleção da semana destaca novas temporadas muito esperadas da série mais premiada da Apple TV+ e de uma fantasia cultuada da Netflix. Mas também apresenta duas novidades de prender a respiração: um contundente alerta ambientalista, transformado em trama de catástrofe por Scott Z. Burns (roterista de “Contágio”), que previu a pandemia de covid-19, e uma impactante criação nova de Donald Glover (“Atlanta”) sobre o mundo dos stans, os fãs obcecados das estrelas midiáticas. A lista dos 10 principais lançamentos ainda contempla fãs de thrillers criminais com a 2ª temporada de “Dom” e mais duas atrações do gênero, além de Elvis Presley e uma nova heroína animada da Marvel. Confira abaixo todos os títulos.   | TED LASSO 3 | APPLE TV+   A série mais premiada da Apple chega à 3ª temporada com foco na colisão dos ex-amigos Nathan (Nick Mohammed) e Ted (Jason Sudeikes), agora no comando de times rivais. A temporada vai explorar essa rivalidade, com um desfecho que não será o que um deles espera – e que pode ser a despedida da produção, de acordo com a sugestão do ator principal, cocriador e produtor da série. Os episódios giram em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os moradores dos EUA chamam de soccer. Com uma mensagem edificante de superação, a produção virou um fenômeno cultural, que também bateu recorde de audiência da Apple TV+ no lançamento de sua 2ª temporada, virando a estreia mais vista da plataforma. “Ted Lasso” também venceu dois Emmys consecutivos de Melhor Série de Comédia, além de troféus do Critics Choice, WGA Awards (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) e o SAG Award (do Sindicato dos Atores). O Emmy 2022 ainda rendeu as estatuetas de Melhor Ator para Jason Sudeikis e Melhor Ator Coadjvuante para Brett Goldstein – respectivamente, os intérpretes de Ted Lasso e Roy Kent.   | SOMBRA E OSSOS 2 | NETFLIX   Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo conhecida como Grishaverso, a série se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece, especialmente seu mentor, Kirigan, que tem um poder oposto ao seu. A 2ª temporada apresenta o aguardado confronto entre Alina Startakov e o general Kirigan, enquanto as sombras caem sobre o reino, deixando todos mergulhados nas trevas e nos perigos que elas guardam, além de introduzir novos personagens, que terão importância no desenvolvimento da trama. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série. O elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”) como principal antagonista, além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). Já os recém-chegados incluem Lewis Tan (“Mortal Kombat”), Anna Leong Brophy (“Traces”), Patrick Gibson (“The OA”) e o adolescente Jack Wolfe (“The Witcher”).   | ALÉM DO LIMITE | APPLE TV+   A sci-fi sobre aquecimento global, que conta com um elenco estelar, apresenta um mundo onde as doenças foram erradicadas, o homem já pousou em Marte e a tecnologia avançou muito. Mas nada disso importa, porque as mudanças climáticas tornaram a Terra um local terrível de se viver. A série foi criada, dirigida e produzida por Scott Z. Burns, roteirista do filme “Contágio” (2011), que “previu” a pandemia do coronavírus. Agora, ele pretende prever como as pessoas vão encarar as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Na trama, as consequências caóticas da crise climática influenciam oito histórias de vida em todo o mundo, que representam as diferentes escolhas de indivíduos diante de um desastre iminente. A temática, porém, é apresentada como uma lista de tópicos de debates, com excesso de sisudez e sem o desenvolvimento de personagens que caracteriza as produções de catástrofes. Apenas um punhado de personagens se repetem ao longo dos episódios. O mais proeminente deles é Nick Bilton (vivido por Kit Harington, de “Game of Thrones”). um CEO trilionário que combinou todas as Big Tech em uma única corporação onipresente chamada Alpha. Mas o grandioso elenco também conta com Meryl Streep (“Não Olhe para Cima”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Marion Cotillard (“A Origem”), David Schwimmer (“Friends”), Yara Shahidi (“Grown-ish”), Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Tobey Maguire (“O Grande Gatsby”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Matthew Rhys (“The Americans”), Heather Graham (“Amor Garantido”), Sienna Miller (“Crime sem Saída”), Tahar Rahim (“The Looming Tower”), Judd Hirsch (“Os Fabelmans”), Cherry Jones (“A Vila”), Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”), Diane Lane (“O Homem de Aço”), Keri Russell (“Espíritos Obscuros”), Gemma Chan (“Eternos”), Murray Bartlett (“The White Lotus”) e o cantor Ben Harper.   | ENXAME | AMAZON PRIME VIDEO   A série de terror criada por Donald Glover em parceria com Janine Nabers (respectivamente, o criador e a roteirista de “Atlanta”) mostra uma fã capaz de matar para defender seu ídolo musical de detratores. A atração é uma crítica ao comportamento obsessivo dos fãs de grandes artistas da música pop, mas a trama parece mirar especialmente em Beyoncé, cujo apelido Queen Bee (rainha abelha) inspirou o título (enxame) e o comportamento de abelha operária da protagonista. A personagem principal é Dre (Dominique Fishback, de “Judas e o Messias Negro”), uma jovem cuja obsessão pela cantora – fictícia – Ni’jah toma um rumo sombrio. O elenco ainda conta com Damson Idris (“Snowfall”), Chloe Bailey (“Grown-ish”), Nirine S. Brown (“Ruthless”) e Rory Culkin (“Em Nome do Céu”). Curiosamente, o roteiro da série também conta com a colaboração de Malia Ann Obama, filha do ex-presidente dos EUA, Barack Obama. Janine Nabers atua como showrunner e Donald Glover dirige o episódio inaugural.   | DOM 2 | AMAZON PRIME VIDEO   A 2ª temporada começa com a chegada do protagonista Pedro Dom à prisão, onde adota uma nova identidade em meio a uma rebelião carcerária com 200 figurantes. A trama também inclui a recriação de um conflito entre indígenas e madeireiros na Amazônia dos anos 1970, que envolveu o pai de Dom. Esses episódios foram o último trabalho do diretor Breno Silveira (“2 Filhos de Francisco”, “Gonzaga de Pai para Filho”). Ele chegou a completar as gravações da temporada antes de sofrer um infarto súbito e falecer em maio passado. Baseada no livro homônimo de Tony Bellotto (autor de ficções policiais e também guitarrista dos Titãs), a série conta a história razoavelmente verídica de Pedro Dom (1981-2005), jovem bem-nascido e filho de policial que se tornou chefe de uma quadrilha especializada em assaltar prédios de luxo no Rio de Janeiro. A premissa explora a dinâmica entre o pai policial e o filho viciado, que se torna “criminoso fashion” para sustentar o vício, até um desfecho trágico, e destaca em seu elenco Gabriel Leone (o Roberto Carlos de “Minha Fama de Mau”) e Flávio Tolezani (“Boca a Boca”) como o protagonista e seu pai, além de Filipe Bragança (“Órfãos da Terra”), Raquel Villar (“Mato sem Cachorro”), Isabella Santoni (“Orgulho e Paixão”), Ramon Francisco (“1 Contra Todos”), Digão Ribeiro (“Dente por Dente”), Julia Konrad (“Cidade Invisível”), André Mattos (“Tropa de Elite 2”) e Fabio Lago (“Cidade Invisível”). A série já se encontra renovada para sua 3ª (e última) temporada.   | ATÉ O CÉU: A SÉRIE | NETFLIX   Continuação do filme homônimo, também disponível na Netflix, o thriller acompanha a gangue introduzida em 2020, aprofundando a história dos personagens em novas atividades criminosas em Madrid. Assim como no cinema, as façanhas criminais são inspiradas em acontecimentos reais, que recriam alguns dos roubos mais loucos da capital espanhola. Um deles é visto logo na abertura da série, em meio a uma fuga em alta velocidade, em que os ladrões jogam presuntos nas viaturas que os perseguem, de forma surreal. A atração foi criada pela roteirista e o diretor do filme, respectivamente Jorge Guerricaechevarría e Daniel Calparsoro, e o elenco que reprisa seus papéis da tela grande inclui Luis Tosar (“Os Favoritos de Midas”), Asia Ortega (“O Internato: Las Cumbres”), Fernando Cayo (“La Casa de Papel”), Richard Holmes (“Piggy”) e Patricia Vico (“Operação Maré Negra”).   | POWER BOOK II: GHOST 3 | LIONSGATE+   Primeiro spin-off de “Power”, o drama acompanha Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos na série original e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Encerrada em 2020, após seis temporadas e vários recordes de audiência, “Power” gerou nada menos que três spin-offs, todos desenvolvidas pela criadora da série original Courtney A. Kemp, que depois deixou a produtora Lionsgate por um contrato milionário com a Netflix.   | GAROTA DA LUA E O DINOSSAURO DEMÔNIO | DISNEY+   A animação acompanha uma nova heroína da Marvel, que combate o crime com a ajuda de um dinossauro. A Garota da Lua é Lunella Lafayette (dublada por Diamond White, da série “Empire”), uma menina gênio de 13 anos, que adota um Tiranossauro inteligente como bichinho de estimação (voz de Fred Tatasciore, o Drax de “What If?”). Depois que Lunella — acidentalmente — traz o dinossauro para a cidade de Nova York, por meio de um vórtice temporal, a dupla passa a trabalhar junta para proteger as ruas da metrópole. Desenvolvida por Jeffrey M. Howard e Kate Kondell (ambos de “Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo”), a animação também conta com dublagens de Laurence Fishburne (“Matrix”), Alfre Woodard (“Luke Cage”), Libe Barer (“Sneaky Pete”), (Alison Brie (“GLOW”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Maya Hawke (“Stranger Things”), Jennifer Hudson (“Respect”), Cobie Smulders (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Wesley Snipes (“Blade”), Andy Cohen (“Love Connection”), Cliff “Method Man” Smith (“Power Book II: Ghost”), Craig Robinson (“Killing It”), Asia Kate Dillon (“Billions”), Michael Cimino (“Love, Victor”), Sasheer Zamata (“Woke”), Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”) e Gary Anthony Williams (“Pit Stop”). A série é a segunda animação baseada em personagens da Marvel criada especificamente para o Disney Channel. A primeira foi a produção derivada do longa “Operação Big Hero”.   | AGENTE ELVIS | NETFLIX   A nova série de animação “estrelada” por Elvis Presley traz o cantor trocando seu traje de lantejoulas por uma mochila à jato para combater as forças do mal como agente do governo dos EUA. Ao virar o agente Elvis, ele também passa a usar seus shows ao redor do mundo como disfarce para seu verdadeiro trabalho. Apesar da trama bizarra – e o fato de Elvis nunca ter feito turnês mundiais é a menor das liberdades – , a animação tem entre seus produtores a viúva do cantor, Priscilla Presley, que é creditada como criadora da atração. Mas o desenvolvimento é de Mike Arnold, autor de diversos episódios de outra animação famosa de espionagem, “Archer”. O elenco destaca Matthew McConaughey (“Magnatas do Crime”) como a voz do cantor na produção, além de Kaitlin Olson (“It’s Always Sunny in Philladelphia”), Johnny Knoxville (“Jackass”), Niecy Nash (“The Rookie: Feds”), Tom Kenny (o “Bob Esponja Calça Quadrada”), Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e diversas estrelas convidadas – Ed Helms (“Se Beber, Não Case”), Simon Pegg (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), Kieran Culkin (“Succession”), Christina Hendricks (“Good Girls”), Craig Robinson (“Ghosted”), o cantor George Clinton e a própria Priscilla Presley dublando a si mesma.   | FLCL | HBO MAX   O anime bizarro acompanha Naota, um estudante...

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    Silvio de Abreu deixa área de dramaturgia da HBO Max

    14 de março de 2023 /

    Silvio de Abreu anunciou nesta terça-feira (14/3) que se desligou oficialmente da área de dramaturgia da HBO Max. Ex-chefão da Globo, o autor de “Belíssima” (2005) foi uma das apostas para alavancar a produção de “telesséries” (nome que não pegou para as novelas no serviço de streaming). Ele deixa o cargo após um ano e meio de trabalho para se dedicar a outros projetos. “Preferi sair para trabalhar em outros projetos sem exclusividade”, explicou o novelista ao colunista Flávio Ricco. A saída de Silvio acontece num cenário de incertezas dentro da HBO Max. A promessa era de um grande investimento para a produção de conteúdos, mas a fusão da WarnerMedia e Discovery, que resultou na Warner Bros. Discovery, mudou radicalmente o cenário. Ele rescindiu o contrato sem conseguir realizar seu projeto: colocar de pé o departamento de novelas, que não saiu do papel, apesar de anunciado desde o dia em que ele passou a comandar a área. O produtor tentou emplacar “Beleza Fatal”, a primeira novela da HBO Max, concebida por Raphael Montes (“Bom Dia, Verônica”) e que já está inteiramente escrita. O projeto ficou na geladeira por mais de um ano, a ponto de ter mudado até de título. Anteriormente batizada de “Segundas Intenções”, agora se chama “Beleza Fatal”. E, segundo rumores, depois do Globoplay lançar “Todas as Flores” com sucesso no streaming, a Warner se animou novamente e o projeto voltou a ser pauta na HBO. Só que, do elenco original da trama, só Camila Pitanga se manteve como protagonista. Todos os demais atores desistiram, diante da suspensão da produção – entre eles, nomes como Antonio Fagundes, Reynaldo Gianecchini, Alice Wegmann e Camila Morgado. Até as atrizes Iza Prado e Larissa Bocchino, que venceram um concurso realizado no “Faustão na Band” para escolher integrantes da trama, são uma incógnita. A própria HBO propôs a elas uma outra premiação. Antes do acerto com a HBO Max, Silvio de Abreu trabalhou durante 42 anos no Grupo Globo. Além de escrever grandes sucessos, conduziu o departamento de dramaturgia da empresa, organizando as filas de todos os horários e promovendo o lançamento de vários autores. Por coincidência, sua saída da HBO Max aconteceu no mesmo dia em que o chefão da Globo deixou a emissora. Ricardo Waddington, um dos algozes do novelista durante sua gestão na emissora carioca, deixou o cargo de diretor de entretenimento e foi substituído por Amauri Soares.

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  • Série

    “The Last of Us” bate recorde de audiência e supera “A Casa do Dragão”

    13 de março de 2023 /

    O último episódio da 1ª temporada de “The Last of Us” bateu o recorde de audiência da série, visto por 8,2 milhões de telespectadores em todas as plataformas da HBO nos Estados Unidos. Com isso, o crescimento do público ao longo da temporada foi de 74,5% maiores, desde os 4,7 milhões que assistiram à estreia da série em janeiro até a exibição da season finale no domingo (12/3). A emissora também contabilizou toda a audiência da atração desde seu lançamento – incluindo reprises e exibição estendida em streaming – para revelar que “The Last of Us” teve uma média de 30,4 milhões de telespectadores desde sua estreia, superando os 29 milhões de “A Casa do Dragão”. Em toda a história da HBO, a audiência cumulativa da série pós-apocalíptica só perde para a temporada final de “Game of Thrones”, que teve uma média superior a 44 milhões de espectadores em 2019. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”).

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  • Série

    The Last of Us: Produtores planejam dividir segundo game em mais duas temporadas

    13 de março de 2023 /

    A 1ª temporada de “The Last of Us” chegou ao fim nesse domingo (12/3), mas a atração parece estar longe de acabar. Em entrevista à revista GQ, os criadores da série, Craig Mazin e Neil Druckmann, confirmaram que a trama de “The Last of Us” deve se estender por mais tempo. Oficialmente, “The Last of Us” foi renovada apenas para a 2ª temporada. Portanto, a expectativa até então era de que o segundo ano da atração fosse adaptar a história contada no jogo “The Last of Us: Part II”. Agora, foi revelado que não é isso que vai acontecer. Mazin foi enfático ao dizer que a próxima temporada não vai contar a história completa. “Não. Sem chance”, disse ele. E Druckmann acrescentou: “É mais de uma temporada”. Lançado em 2020, “The Last of Us: Part II” conta uma história maior e mais complexa do que o primeiro jogo. Existem mais personagens envolvidos, flashbacks e novos cenários. Portanto, a solução encontrada foi dividir essa história em mais temporadas. “Você notou corretamente que não diremos quantas [temporadas]. Mas mais de uma é factualmente correto”, disse Mazin. “É bem possível que haja muito mais infectados mais tarde. E talvez tipos diferentes”, completou ele, respondendo ao questionamento dos fãs sobre a ausência de “zumbis” na série. A trama de “The Last of Us: Part II” traz de volta alguns personagens conhecidos, como Joel (interpretado por Pedro Pascal na série), Ellie (Bella Ramsey), Tommy (Gabriel Luna), Maria (Rutina Wesley), além de acrescentar novos rostos. Uma das principais personagens da “Parte II” é Abby (Laura Bailey), que teve uma pequena participação no final da 1ª temporada da HBO, mas que deve ganhar muito destaque daqui para frente. Ela é creditada como uma das enfermeiras na sala de cirurgia do hospital de Salt Lake City, onde Ellie está sendo preparada para cirurgia. Ela está acompanhada por outra enfermeira e as duas se olham horrorizadas quando Joel invade o local, mata o cirurgião-chefe e foge com Ellie. A 2ª temporada de “The Last of Us” ainda não tem previsão de estreia. Já a 1ª temporada está disponível na HBO Max.

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    “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” tem vitória histórica no Oscar

    13 de março de 2023 /

    O Oscar 2023 consagrou “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” e principalmente o estúdio A24 com uma vitória histórica. Nunca antes na História um único estúdio tinha ganho todas as categorias principais, as chamadas categorias nobres da premiação. Além de Melhor Filme do ano, o filme escrito e dirigido pelos Daniels (Daniel Kwan e Daniel Scheinert) venceu os troféus de Melhor Direção, Roteiro Original, Edição e três de atuação, com Michelle Yeoh, Jamie Lee Curtis e Ke Huy Quan. E, para completar a limpa, Brendan Fraser levou a estatueta de Melhor Ator por “A Baleia”, outra produção da A24. A vitória de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” também representou o primeiro reconhecimento da Academia a um filme sobre o multiverso e com elenco majoritariamente asiático. A premiação entrou para a História de Hollywood num momento carregado de simbolismo, quando a malaia Michelle Yeoh, primeira asiática e segunda mulher não branca a vencer o Oscar de Melhor Atriz, recebeu seu troféu das mãos da primeira atriz negra premiada na categoria, Halle Berry. Ke Huy Quan, por sua vez, colocou seu retrato no Museu da Academia como primeiro asiático – e primeiro ator vietnamita – premiado como Melhor Ator Coadjuvante. Depois dos sete Oscars de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, o segundo filme mais premiado foi a produção alemã da Netflix “Nada de Novo no Front”, que conquistou quatro vitórias, inclusive a de Melhor Filme Internacional. Este último troféu também foi uma vitória brasileira, já que um dos produtores do longa é o mineiro Daniel Dreifuss, de 44 anos. Por sinal, a abertura globalizante do Oscar ainda rendeu troféus para duas produções indianas: Melhor Canção para “Naatu Naatu”, da trilha do longa “RRR” (primeira vitória indiana na categoria), e Melhor Curta Documental por “Como Cuidar de um Bebê Elefante”, outra obra da Netflix. A Netflix também faturou o Oscar de Melhor Animação com “Pinóquio de Guillermo Del Toro”. Mas as vitórias do streaming se estenderam para outras plataformas, como a HBO Max, representada por “Navalny” com o Oscar de Melhor Documentário, e a Apple TV+ com “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo”, Melhor Curta Animado. Ao final, os blockbusters “Avatar: O Caminho da Água”, “Top Gun: Maverick” e “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” venceram apenas um prêmio cada: nas categorias de Efeitos Visuais, Som e Figurino, respectivamente. Aliás, a figurinista Ruth Carter foi uma das artistas que fez história no Oscar, ao se tornar a primeira mulher negra a receber duas estatuetas na premiação – ela já tinha vencido em 2019 pelo figurino do primeiro “Pantera Negra”. Entre as produções “de arte”, ainda houve o reconhecimento à cineasta canadense Sara Polley, que venceu Melhor Roteiro Adaptado por “Entre Mulheres”, mas filmes prestigiados e premiados pela crítica e em festivais, como “Os Fabelmans”, “Tár”, “Elvis”, “Triângulo da Tristeza” e “Os Banshees de Ineshirim”, passaram em branco na distribuição de troféus da Academia. Além de prêmios, o Oscar 2023 apresentou alguns momentos genuinamente emocionantes. Os destaques foram a apresentação crua de Lady Gaga, de cara lavada, sem cenário e iluminação especial, e o choro contido de John Travolta ao apresentar o segmento in memoriam, quando a lembrança das amigas que se foram embargou sua voz – Travolta perdeu recentemente Olivia Newton-John, com quem fez “Grease”, e Kristy Allen, sua parceira em três “Olha Quem Está Falando”. Já os discursos que encheram a tela de ternura ficaram por conta de Ke Huy Quan, que antes de mais nada mostrou para sua mãe que tinha um Oscar, e Brendan Fraser, que não conteve as próprias lágrimas. Ambos representam histórias de superação e voltas por cima, bem ao gosto dos dramas hollywoodianos. Após filmar grandes sucessos no começo das carreiras, eles estavam esquecidos por Hollywood, até serem escalados em “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” e “A Baleia”. E o mais curioso, como o apresentador Jimmy Kimmel lembrou no começo da cerimônia, é que eles já tinham trabalho juntos, na comédia trash “O Homem da Califórnia”. O filme era tão ruim que praticamente acabou com a carreira de Quan há 31 anos. Mas os dois agora podem comemorar o reencontro no ponto mais alto de suas trajetórias artísticas. Quan também marcou o fim da transmissão, quando deu um abraço caloroso em Harrison Ford, lembrando a época em que trabalharam juntos em “Indiana Jones e o Templo da Perdição”. O astro veterano tinha acabado de anunciar a vitória de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” como Melhor Filme e o elenco do longa se encaminhava para o palco do Dolby Theatre, quando Quan deu uma acelerada e foi correndo para os braços de Ford, pulando de alegria, enquanto o diretor de “Indiana Jones”, Steven Spielberg, observava, sorrindo, da plateia. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do Oscar 2023. Melhor Filme “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Direção Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Atriz Michelle Yeoh, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Brendan Fraser, por “A Baleia” Melhor Atriz Coadjuvante Jamie Lee Curtis, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Coadjuvante Ke Huy Quan, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Roteiro Adaptado Sarah Polley, por “Entre Mulheres” Melhor Roteiro Original Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Fotografia James Friend, por “Nada de Novo no Front” Melhor Edição Paul Rogers, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Design de Produção Christian M. Goldbeck e Ernestine Hipper, por “Nada de Novo no Front” Melhor Figurino Ruth Carter, por “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” Maquiagem e Penteado Adrien Morot, Judy Chin e Anne Marie Bradley, por “A Baleia” Efeitos Visuais “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Som “Top Gun: Maverick” Melhor Trilha Sonora Volker Bertelmann, por “Nada de Novo no Front” Canção Original M.M. Keeravaani e Chandrabose – “Naatu Naatu” (de “RRR”) Melhor Filme Internacional “Nada de Novo no Front” (Alemanha) Melhor Animação “Pinóquio de Guillermo Del Toro” Melhor Documentário “Navalny” Melhor Curta-Metragem “An Irish Goodbye” Melhor Curta de Animação “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” Melhor Documentário de Curta-Metragem “The Elephant Whisperers”

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    Saiba onde ver e que horas começa o Oscar 2023

    12 de março de 2023 /

    A 95ª edição do Oscar vai acontecer neste domingo (12/3) em Los Angeles e não será exibida na TV aberta. A Globo, que transmitiu as últimas edições do prêmio, decidiu cancelar seu acordo de exibição e não mostrará o Oscar nem na Globoplay, como fez no ano passado. O público brasileiro só poderá acompanhar a premiação pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming HBO Max. A cerimônia, que será realizada no Dolby Theatre com apresentação do comediante Jimmy Kimmel, está marcada para as 21 horas, mas a transmissão nacional vai começar antes, desde as 20h, para acompanhar o tapete vermelho – que na verdade será cor de champanhe neste ano. A versão oficial em português do Oscar será apresentada por Ana Furtado, que será acompanhada pelo crítico Michel Arouca e a atriz Camila Morgado. A transmissão vai acontecer direto de Los Angeles, no Museu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com o por do sol de Hollywood ao fundo. Além disso, Carol Ribeiro e Aline Diniz estarão a postos no Dolby Theatre para cobrir a chegada dos astros e estrelas. Sem direito a exibir a premiação, o canal pago E! também preparou uma programação especial no tapete vermelho do Oscar, que vai começar ainda mais cedo: a partir das 18h, com participação da atriz Laverne Cox (“Orange Is the New Black”). Além de premiar astros de Hollywood, o evento erá apresentações musicais dos indicados ao Oscar de Melhor Canção Original. São eles: Sofia Carson e Diane Warren por “Applause”, do filme “Elas por Elas” (2022), David Byrne, Stephanie Hsu & Son Lux por “This Is A Life” de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (2022), Rihanna por “Lift Me Up” de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” (2022), e M. M. Keeravani e Chandrabose por “Naatu Naatu”, do longa indiano “RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)”. Infelizmene, Lady Gaga, indicada por “Hold My Hand”, da trilha sonora de “Top Gun: Maverick” (2022), não irá se apresentar. Ela não teve tempo para ensaiar, devido às filmagens da continuação de “Coringa” (2019).

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  • Série

    “A Lição” e “Você 4” ganham Parte 2. Veja as 10 melhores séries da semana

    10 de março de 2023 /

    A Netflix disponibilizou a Parte 2 de dois suspenses que mobilizam muitas teorias e fãs na internet. Enquanto “Você” já é bem conhecido, “A Lição” ainda é uma descoberta recente que, pouco a pouco, firmou-se como um novo fenômeno sul-coreano na plataforma. Por curiosidade, estas não são as únicas Partes 2 que se destacam na semana. Há também a estreia de “A História do Mundo – Parte 2” na Star+, inspirada numa comédia clássica de Mel Brooks, de 1981, e a 2ª temporada de “Perry Mason” na HBO Max. Confira abaixo as 10 melhores séries novas do streaming.   | A LIÇÃO – PARTE 2 | NETFLIX   Mais conhecido pelo título em inglês “The Glory”, o suspense sul-coreano é um novo fenômeno da Netflix, que gerou frisson nas redes sociais durante a Parte 1 e foi parar nos tópicos do Twitter nesta sexta (10/3) ao ter os novos episódios revelados. A trama acompanha uma jovem chamada Moon Dong-Eun, que foi vítima de terríveis atos de violência na escola e que, anos depois, já adulta, infiltra-se na vida das pessoas que lhe fizeram mal para colocar em prática um elaborado plano de vingança. Depois de anos vigiando a vida de seus algozes, Dong-eun conhece o calcanhar de Aquiles de cada um. Ela sabe exatamente onde atacar para fazer doer mais. Agora, enquanto se dedica à sua missão, ela oferece à inimiga Park Yeon-Jin uma chance de se salvar: entregar-se à polícia. Só que a rival tem seus próprios planos para parar Moon Dong-Eun, dando início a um violento e sangrento jogo de nervos entre as duas. O dorama foi criado por Kim Eun-sook (de “Descendentes do Sol” e “Rei Eterno”) e traz Song Hye-Kyo (de “O Grande Mestre” e da saga “The Crossing”) no papel principal, além de Lim Ji-Yeon (“Spiritwalker: Identidade Perdida”) como principal antagonista, Harrison Xu (“Grey’s Anatomy”), Lee Do-Hyun (“Sweet Home”) e Aria Song (“For All Mankind”) como outros alvos.   | VOCÊ 4 – PARTE 2 | NETFLIX   A segunda parte da 4ª temporada começa a trama do ponto em que foi interrompida, após o psicopata Joe (Penn Badgley) se tornar alvo do interesse de outro serial killer (Ed Speleers, de “Outlander”). Enquanto tenta levar uma vida normal, ele é acuado pelo novo assassino, que diz pretender ser seu amigo. Mas os novos capítulos ainda guardam outra reviravolta: a volta de Love (Victoria Pedretti), o grande amor da vida de Joe, que não só foi envenenada na temporada anterior, como queimada junto com a casa do casal. O mistério é produzido por Sera Gamble (criadora de “The Magicians”) e Greg Berlanti (criador do “Arrowverso”).   | PERRY MASON 2 | HBO MAX   A 2ª temporada começa alguns meses após o julgamento do caso Dodson, com Perry Mason (Mathew Rhys, de “The Americans”) mudando-se da casa na fazenda e trocado sua jaqueta de couro por um terno bem passado para frequentar tribunais. Entretanto, no pior ano da Depressão, Perry e Della (Juliet Rylance, de “McMafia”) precisam buscar casos civis para sua firma, abandonando o trabalho criminal. Mas quando policiais agem com repressão violenta numa favela de imigrantes latinos, eles se veem envolvidos num dos casos mais proeminentes de Los Angeles, contra os homens mais poderosos da cidade. O revival de “Perry Mason”, desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., também tem seu elenco reforçado por Katherine Waterston (da franquia “Animais Fantásticos”), Peter Mendoza (“NCIS”), Hope Davis (“Love Life”), Jon Chaffin (“BMF”), Fabrizio Guido (“Mr. Iglesias”), Onohoua Rodriguez (“The Shield”) e Jee Young Han (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) nos novos episódios. O maior diferencial da atração em relação às adaptações anteriores do personagem é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros de Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, foi ao ar de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas pois Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último capítulo da série clássica, em 1966.   | A HISTÓRIA DO MUNDO – PARTE 2 | STAR+   A série de esquetes históricos é continuação da comédia clássica “A História do Mundo – Parte I” (1981), escrita, dirigida e estrelada por Mel Brooks há mais de 40 anos. Para quem não lembra, a “primeira parte” era composta por vários segmentos ambientados em diferentes períodos da história mundial, com paródias da Idade da Pedra, da Roma Antiga, da Revolução Francesa, da Inquisição “musical” Espanhola e até da chegada de “judeus no espaço”. A versão seriada também destaca diferentes épocas da “história do mundo”, com produção do próprio Brooks junto com nomes da nova geração, como os atores-roteiristas Nick Kroll (criador de “Big Mouth”), Wanda Sykes (“Família Upshaw”) e Ike Barinholtz (“Projeto Mindy”).   | O GRITO DAS MARIPOSAS | STAR+   O drama biográfico conta a história real das irmãs Mirabal, verdadeiras lendas da resistência na República Dominicana, que sofreram toda a força da repressão do ditador mais sangrento da América Latina, Rafael Trujillo, em 1960. Com acontecimentos históricos de fundo, a minissérie de Juan Pablo Buscarini (“Trini: Depois de Violetta”) se concentra na amizade entre a jovem imigrante espanhola Arantxa Oyamburu (Susana Abaitua, de “Fomos Canções”) e Minerva Mirabal (Sandy Hernandez, de “Lemonade”), uma conhecida ativista política dominicana que, junto com as irmãs, recebeu o apelido de “as Borboletas”, tornando-se uma lenda latino-americana ao enfrentar a ditadura e um símbolo da luta contra a violência de gênero em todo o mundo.   | RAIN DOGS | HBO MAX   A expressão em inglês que batiza a minissérie britânica é usada para pessoas em situação difícil que precisam de ajuda. A protagonista vivida por Daisy May Cooper (“Avenue 5”) está literalmente na chuva, sem teto, dormindo num carro velho com a filha. Abaixo da linha da pobreza, ela se junta a um gay (Jack Farthing, o Charles de “Spencer”), que nasceu em uma família rica, mas se afastou e também passa dificuldades, e juntos criam sua própria família inusual e disfuncional, que lhes dá melhores condições de vida. A configuração lembra a brasileira “Manhãs de Setembro”, mas até certo ponto – não há crise de paternidade e dilemas transexuais na trama. E apesar de dramática, a escrita do autor Cash Carraway (mais conhecido por seu aclamado livro de memórias de 2019, “Skint Estate: Notes from the Poverty Line”) tem um toque de humor ácido e sombrio.   | NACHO | LIONSGATE+   Com toques de humor, a minissérie conta a história real do astro pornô espanhol Nacho Vidal, que ficou famoso no mercado adulto europeu dos anos 1990 pelo tamanho de seu dote – 25 cm. A história começa justamente quando ele descobre que nasceu com algo capaz de lhe dar prazer e dinheiro, rendendo-lhe uma carreira de sucesso por mais de duas décadas. A produção foi criada por Teresa Fernández-Valdés (criadora de “As Telefonistas”), Diego Sotelo (“No Corredor da Morte”) e Gema R. Neira (“13 Exorcismo”), e destaca Martiño Rivas (“As Telefonistas”) no papel de Nacho.   | STALK 2 | HBO MAX   A série adolescente francesa acompanha Lucas (Théo Fernandez, de “As 7 Vidas de Lea”), também conhecido como Lux, um geek de 18 anos excepcionalmente talentoso, que ao entrar numa faculdade de ponta é terrivelmente humilhado pelos alunos mais populares. Ele decide se vingar com a ajuda de sua maior arma: seu dom para cyberstalking. Assim, hackeia os celulares e computadores de todos os colegas, incluindo Alma, sua paixão, descobrindo todos os seus segredos para manipulá-los. Na 2ª temporada, Lux entra no centro acadêmico da faculdade e parece ter conquistado tudo o que queria. Mas logo descobre que um novo hacker, White Duke, está atacando o campus e que é um dos alvos. Os roteiros são da dupla Simon Bouisson (“3615 Monique”) e Victor Rodenbach (“Um Amor Necessário”).   | CONTE TUDO PARA MIM | GLOBOPLAY   Comparado a “Skins”, o novo drama adolescente britânico reflete o impacto do estresse na saúde mental dos jovens de hoje, que sofrem influência da tecnologia e das mídias sociais antes mesmo de encontraram suas próprias identidades. Criada por Mark O’Sullivan (“The Agency”), a trama gira em torno de um garoto de 16 anos chamado Jonny (o estreante Eden H Davies), cujos problemas mentais ganham maior foco após uma tragédia familiar. Seu relacionamento com uma garota chamada Mei (a também estreante Callina Liang) o ajuda a esconder isso de seus melhores amigos, que também estão passando por suas próprias dificuldades pessoais ao entrar na faculdade. O elenco também inclui Spike Fearn (“Aftersun”), Lauryn Ajufo (“Luther: O Cair da Noite”), Carla Woodcock (“Zoe e Raven”) e a novata Tessa Lucille.   | MENINOS ANTES DE FLORES | HBO MAX   A produção de 2009 é um dos maiores clássicos dos doramas adolescentes. Seu sucesso estrondoso na Coreia do Sul e no exterior virou um marco na produção de séries do país, sendo responsável por abrir as portas do mercado internacional para os conteúdos do gênero. Mas apesar de sua popularidade, também enfrentou diversas controvérsias, como o suicídio da atriz Jang Jayeon em meio às gravações – sua personagem acabou completamente cortada da história – e acusações de romantização de relacionamentos abusivos em sua trama. A personagem principal é Jan Di (Ku Hye-Sun), uma garota comum de origem humilde que mora com seus pais e trabalha na lavanderia da família. Após salvar a vida de uma garota rica, ela ganha uma bolsa de estudos numa escola de elite, e logo se choca com a ostentação e arrogância dos estudantes, especialmente dos chamados F4 (Flower Four), quatro garotos ricos, lindos e mimados, que usam seu status para humilhar os demais estudantes. Para ajudar uma amiga, Jan Di acaba enfrentando o líder do grupo, Gu Jun-pyo, sem pensar duas vezes, e esse, revoltado pela insolência, decide tornar sua vida impossível dentro da escola. Só que ela não desiste e sempre acaba o ridicularizando. Com o passar do tempo, porém, ele percebe que a rivalidade virou obsessão e que ficou apaixonado por ela. Porém a garota começa a sentir algo mais por outro membro do F4, Yoon Ji Hoo, um rapaz frio e fechado, que aos poucos, e por causa dela, começa a se abrir ao amor, tornando-se rival do seu amigo. O melodrama teen é baseada no mangá de Yoko Kamio e já tinha sido adaptado quatro anos antes no Japão. A versão sul-coreana acabou se provando muito mais popular, colocando sua trilha na parada de sucessos de vários países asiáticos, além de transformar o elenco em estrelas pop. Lee Min-Ho, intérprete do protagonista Gu Jun-pyo, tornou-se um dos maiores astros das produções sul-coreanas e hoje pode ser visto na série “Pachinko”, da Apple TV+.

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  • Filme

    “M3GAN” chega nas locadoras digitais. Confira 10 estreias da semana

    10 de março de 2023 /

    A nova boneca assassina do cinema chegou nas locadoras digitais, junto com outros filmes que estavam até recentemente em cartaz. Enquanto “M3GAN” se destaca nas plataformas de locação, os serviços de assinatura oferecem o elogiado “Holy Spider”, sobre um psicopata assassino de mulheres no Irã, e o longa que encerra a série “Luther”, estrelada por Idris Elba. Confira abaixo as 10 melhores estreias pra ver em casa no fim de semana.   | M3GAN | VOD*   A nova franquia do terror acompanha uma cientista especialista em robótica (Allison Williams, de “Corra!”), que dá um protótipo de boneca robô realista para sua sobrinha (Violet McGraw, de “Doutor Sono”), para confortá-la no luto pela morte de seus pais. Só que a boneca ultrapassa expectativas e se apega. Basta alguém ameaçar a criança para que M3gan saia em sua caçada. Para completar, o robô humanoide também começa a desobedecer comandos quando deixa de ser tratada como alguém da família. Realizado por apenas US$ 12 milhões, o terror tecnológico impressionou nas bilheterias internacionais, faturando US$ 100 milhões em duas semanas em todo o mundo. Também agradou a critica, com 95% de aprovação na crítica no Rotten Tomatoes. Vale apontar que os elogios destacam a superioridade da produção da Universal no subgênero dos terrores com “brinquedos assassinos”, como Chucky e Annabelle, elegendo “M3GAN” como a criatura definitiva dos dias atuais, por ecoar a era das dancinhas de TikTok – detalhe: um dos produtores, James Wan (“Invocação do Mal”), é o criador de Annabelle. Wan também escreveu o roteiro com Akela Cooper (“Maligno”). Já a direção é do neozelandês Gerard Johnstone (“Housebound”). E a sequência já foi confirmada.   | HOLY SPIDER | MUBI   O cineasta Ali Abbasi, que há cinco anos impressionou a crítica mundial com a fantasia “Border” – mistura de romance e trama policial com trolls! – , além de dirigir episódios de “The Last of Us”, voltou a ser reverenciado com seu novo suspense. A história foca um serial killer que encontra terreno fértil e até simpatia no Irã por mirar em trabalhadoras sexuais e mulheres pecadoras. Diante da sucessão de crimes, uma jornalista resolve investigar o chamado “Assassino Aranha” e sua “missão divina”. A crítica internacional amou o contexto da produção (da Dinamarca), que transforma em terror a atual situação do Irã, onde a repressão violenta contra mulheres “mau comportadas” (isto é, com o hijab desarrumado) inspira protestos por todo o país. Essa relação ganha ainda mais relevo porque a história do filme é real. O assassino responsável, um trabalhador da construção civil chamado Saeed Hanaei, iniciou uma matança de um ano que começou no verão de 2000 e visava profissionais do sexo, especialmente aquelas que usavam drogas. Hanaei foi tema de um documentário lançado em 2002, ano em que foi executado por enforcamento, e também inspirou “Killer Spider” (2020), de Ebrahim Irajzad, filmado no Irã com a aprovação do governo. “Holy Spider”, por sua vez, foi filmado na Jordânia com as liberdades adicionais que isso permite, incluindo o protagonismo de Zar Amir Ebrahimi (intérprete da jornalista), que fugiu do Irã em 2008, além de uma abordagem que liga explicitamente os assassinatos à misoginia social e religiosa do país. O filme conquistou o troféu de Melhor Atriz para Zar Amir-Ebrahimi no último Festival de Cannes e tem 19 prêmios internacionais.   | ELA DISSE | VOD*   O drama jornalístico recria os bastidores da primeira publicação de denúncias de assédio, abuso e estupro contra Harvey Weinstein, um dos produtores mais poderosos de Hollywood. Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) vivem as repórteres do New York Times que realizaram a reportagem, que foi responsável por dar início ao movimento #MeToo. O filme é baseado no livro de mesmo nome, lançado em 2019, que conta os detalhes da investigação sobre os boatos que circulavam há anos a respeito da conduta sexual de Weinstein. A história acompanha os meses de investigações e obstáculos legais que as jornalistas enfrentaram para publicar suas descobertas, lutando contra a fortuna e o poder de um homem que ganhou mais agradecimentos que Deus na História do Oscar. Apesar da dificuldade inicial para conseguir quem assumisse as denúncias, uma vez publicada a reportagem inspirou uma centena de mulheres, inclusive estrelas de primeira grandeza de Hollywood, a revelar as tentativas de abusos e até mesmo estupros praticados impunemente pelo produtor – e dono de estúdio de cinema – por mais de três décadas. A sucessão de acusações fez ruir um esquema de proteção que incluía pagamentos por baixo dos panos, acordos de confidencialidade, ameaças de retaliação profissional e até serviços de vigilância e intimidação profissional, levando o magnata à julgamento e para a cadeia, além de render o prêmio Pulitzer para as jornalistas. Ao vir à tona, os crimes de Weinstein também tiveram um efeito dominó, inspirando novas denúncias contra poderosos chefões que abalaram os alicerces da indústria do entretenimento e as relações trabalhistas em todo o mundo – com ecos até na queda do presidente da CBF e da Caixa Econômica Federal no Brasil. A dramatização tem roteiro da inglesa Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) e direção de Maria Schrader (da minissérie “Nada Ortodoxa”).   | O PIOR VIZINHO DO MUNDO | VOD*   O remake da premiada comédia sueca “Um Homem Chamado Ove” traz Tom Hanks como um viúvo mal-humorado, que não vê nenhum prazer na vida e odeia a humanidade. Além de ter perdido seu grande amor, sua infelicidade é exacerbada por estar aposentado e não ter alegria em fazer nada, a não ser criticar os vizinhos. Quando seus pensamentos se tornam mais sombrios, sua existência sobre uma abalo com a chegada de novos vizinhos, uma família disposta a inclui-lo em suas vidas. Ignorando sua vontade de ser deixado em paz, eles começam a tirá-lo da letargia, até conseguir fazê-lo rir. Com roteiro de David Magee (“A Escola do Bem e do Mal”) e direção de Marc Foster (“Guerra Mundial Z”), a refilmagem também destaca Mariana Treviño (“A Casa das Flores”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Rachel Keller (“Legião”) em seu elenco, e chega no domingo (12/3) às locadoras digitais.   | QUERIDA ALICE | VOD*   Anna Kendrick (“Um Simples Favor”) é a Alice do título, uma mulher presa num relacionamento abusivo com Simon, que se junta a amigas numa viagem/intervenção de fim-de-semana. Enquanto as amigas tentam forçar Alice a enfrentar a realidade de sua relação abusiva, Simon descobre o paradeiro dela. O suspense dramático é o primeiro longa dirigido por Mary Nighy (da série “Industry”) e atingiu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco também inclui Kaniehtiio Horn (“Letterkenny”), Wunmi Mosaku (“Loki”) e Charlie Carrick (“Departure”).   | LUTHER: O CAIR DA NOITE | NETFLIX   O filme traz Idris Elba (“A Fera”) de volta ao papel do detetive John Luther, que ele desempenhou em cinco temporadas da série “Luther”, exibidas entre 2010 e 2019 na rede britânica BBC. A série projetou a carreira de Elba. Mas terminou de forma sombria, com o personagem arruinado e preso. O filme tem a missão de dar uma conclusão melhor para a história. Para quem não conhece, Luther é um policial dedicado, obsessivo, possuído e às vezes violento, que sempre paga um alto preço por sua dedicação, sendo consumido pela escuridão dos crimes com os quais lida. Sua dedicação é uma maldição e uma bênção, tanto para ele quanto para as pessoas próximas. E isso fica evidente logo em seu primeiro caso, quando ele investigou a brilhante psicopata e assassina Alice Morgan. Por não conseguir prendê-la devido à falta de evidências, a vilã passou a assombrá-lo, tornando-se sua inimiga e, numa reviravolta, companheira improvável. Essa relação tóxica acaba se provando sua desgraça. Mas agora, com o filme, ele tem uma última chance de redenção. Só que, para isso, precisa fugir da prisão, escapar da perseguição policial e encontrar as pistas para resolver um último caso. O filme foi escrito por Neil Cross (criador da série) e o elenco ainda conta com Cynthia Erivo (“Harriet”), Andy Serkis (“Batman”) e Dermot Crowley, que retorna ao papel de Martin Schenk, desempenhado na série original. Já a direção ficou a cargo de Jamie Payne, que comandou quatro episódios de “Luther”, além de ter dirigido episódios de séries como “O Alienista”, “Invasão” e “Outlander”.   | FORASTEIROS MALDITOS | VOD*   O terrir britânico acompanha um açougueiro tímido e sua irmã gêmea fatalista, que deixam os confins hostis do Reino Unido pós-Brexit para se aventurar no interior ainda mais hostil da Austrália em busca de sua mãe biológica desconhecida. Mas assim que chegam a seu destino, uma cidadezinha congelada nos anos 1970, eles descobrem que a aparente cortesia dos habitantes locais esconde um segredo sombrio e carnudo. O filme tem direção de Jesse O’Brien, responsável pelos efeitos visuais do recém-lançado “65 – Ameaça Pré-Histórica”, que entrou em cartaz nos cinemas na quinta-feira (9/3). Já o elenco destaca Jordan Waller (“O Destino de uma Nação”) e Kathryn Wilder (“Anatomia de um Escândalo”).   | NO FIM DO TÚNEL | HBO MAX   O suspense argentino é daqueles que mantém tensão permanente. A trama acontece na casa de um cadeirante, enquanto um grupo de bandidos constrói um túnel para realizar um grande roubo a banco, passando por baixo do lugar sem despertar suspeitas. Longe de ser limitado, o cadeirante tem talento especial para lidar com elementos tecnológicos, como aparelhos de som e equipamentos de escuta e gravação. E movido pela curiosidade em torno dos barulhos que começa a ouvir, ele descobre os planos dos criminosos. Com roteiro e direção de Rodrigo Grande (“Historias Breves 2”), o filme destaca Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”) como protagonista. Mas o enredo ainda entrelaça sua história com a de novas inquilinas, a quem ele aluga um quarto: uma stripper vivida por Clara Lago (“Fim dos Tempos”) e sua filhinha muda, culminando no perigo que sua curiosidade causa, ao colocar a vida de todos em risco.   | O MENINO E O TIGRE | VOD*   O filme infantil acompanha um pequeno órfão indiano que resgata um filhote de tigre de caçadores cruéis e, juntos, partem em uma aventura para encontrar um lar seguro. Mas para isso precisam fugir dos caçadores que estão determinados a recapturar o filhote, e terão que sobreviver a desafios da natureza, enquanto desenvolvem um forte vínculo de confiança e afeto. Curiosamente, antes de fazer esse filme, o diretor argentino Brando Quilici trabalhou em outro longa de temática similar: “O Menino e o Urso”, passado no Canadá.   | UM BROTO LEGAL | VOD*   O filme conta a história da primeira estrela do rock brasileiro: Celly Campello, responsável por hits como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido” em 1959. O papel da jovem Célia, que começou a cantar na adolescência em Taubaté, interior de São Paulo, à sombra do irmão Tony – antes de estourar e ter seu próprio programa na TV Record -, marca a estreia no cinema da atriz Marianna Alexandre, de trajetória no teatro musical. Ela está ótima, mas o filme dirigido por Luís Alberto Pereira (“Tapete Vermelho”) não aprofunda as dificuldades enfrentadas por Celly ao cantar rock num período muito conservador – e tão bem retratado por figurinos e cenografia – , dando à cinebiografia a aparência de uma novela de época juvenil.

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  • Série

    Amazon encomenda série do Batman descartada pela HBO Max

    9 de março de 2023 /

    A Amazon encomendou duas temporadas de “Batman: Caped Crusader”, uma nova série animada do herói de Gotham City, que foi originalmente descartada pela HBO Max durante a reestruturação feita pela Warner Bros. Discovery. A produção estava entre seis novos projetos animados que foram descartados na plataforma, atendendo a política de cortes radicais do CEO David Zaslav. “Batman: Caped Crusader” traz Bruce Timm de volta ao universo animado de Batman, após comandar a série clássica “Batman: A Série Animada” nos anos 1990, que simplesmente rendeu para o estúdio Warner Bros. a personagem Arlequina. Ele trabalha no novo projeto com ninguém menos que os cineastas JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Matt Reeves (do novo filme do “Batman”). O resgate da produção foi feito sem fanfarra, mas na época anterior à chegada de Zaslav ao poder, a equipe da Warner se mostrava animadíssima com o projeto. “’Batman: A Série Animada’ foi uma obra-prima que moldou a percepção do personagem para toda uma geração de fãs”, disse Sam Register, então chefe da Warner Bros. Animation. “É com esse espírito que estamos reunindo três mestres contadores de histórias em JJ, Matt e Bruce – cada um com sua própria compreensão intuitiva e afeição pelo personagem – para criar uma nova série que continuará o mesmo legado inovador.”

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  • Série

    Final de “Os Winchesters” traz novo desfecho para “Supernatural”

    8 de março de 2023 /

    A série “Os Winchesters”, spin-off de “Supernatural”, exibiu o último episódio da sua 1ª temporada nessa terça-feira (7/3) no canal americano The CW, oferecendo uma visão radicalmente diferente dos eventos mostrados na série original sobre o futuro do casal Mary (Meg Donnelly) e John Winchester (Drake Rodger) e o destino de seus filhos Sam e Dean. No episódio, intitulado “Hey, That’s No Way to Say Goodbye” (spoilers!), Mary e John se encontram com a versão adulta de Dean (Jensen Ackles) num crossover entre as duas séries. A trama explicou que, depois de morrer e ir para o céu no final de “Supernatural”, Dean descobriu sobre os Akrida e seu plano para exterminar a humanidade. Para manter os Akrida longe da Terra, onde Sam (Jared Padalecki) ainda vivia o restante de sua vida, Dean se deparou com o multiverso e percebeu que havia uma chance de proteger seus pais – ou essas versões alternativas dos seus pais – e lhes dar uma chance de terem uma vida feliz juntos. Para isso, Dean se apresentou como um caçador chamado James Hetfield (vocalista do Metallica), deu a John (Drake Rodger) seu próprio diário de caçador, as chaves do QG dos Homens das Letras e alertou Mary (Meg Donnelly) sobre o demônio dos Olhos Amarelos (que a mata na série original), dando-lhe a arma capaz de matá-lo, antes de desaparecer ao lado de Bobby (Jim Beaver), Jack (Alexander Calvert) e Baby (o carro que ele usava na série). A ironia é que esse diário é o mesmo que Dean acaba herdando, anos depois, para guiá-lo após o falecimento dos pais na série original. Com as informações de Dean, os Winchesters ficaram preparados e aptos a traçar um novo caminho. E, desta forma, a série apresenta um novo desfecho, praticamente um epílogo para a saga mostrada em “Supernatural”. “Todos nós, tendo assistido ‘Supernatural’ e alguns tendo vivido isso por 15 anos, sabíamos que [as versões jovens de John e Mary] não se alinhavam muito com o que tinha acontecido”, disse o showrunner da série, Robbie Thompson, ao site TV Guide. “Não queríamos fazer nada que atentasse contra o passado, presente ou futuro de ‘Supernatural'”. A alternativa encontrada foi explorar a origem de “Supernatural”, a ideia de que “os pecados do pai e da mãe voltariam para assombrar as crianças”. E por mais que o episódio pareça ter encerrado a participação de Jensen Ackles, Thompson admite que “o multiverso sempre precisa de um Dean Winchester”. “Como estabelecemos que existe um multiverso, sempre teremos acesso a essas pessoas”, explicou ele. “Portanto, nunca vou dizer não a Dean ou a qualquer outro Winchester, mas este é o primeiro capítulo da história, e estamos virando uma página e, com sucesso, na 2ª temporada, veremos como essas crianças se comportam sozinhas”. “Os Winchesters”, que ainda não foi renovada para a 2ª temporada, é disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming HBO Max.

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  • Série

    Série “Barry” vai acabar. Veja o trailer da 4ª e última temporada

    7 de março de 2023 /

    A série de comédia “Barry”, criada e estrelada por Bill Hader (“It – Capítulo Dois”), vai acabar na vindoura 4ª temporada. E para divulgar o final da série, o canal pago americano HBO divulgou o primeiro trailer da 4ª temporada. O trailer mostra o personagem-título na prisão, arrependido dos seus atos. Porém, aos poucos o clima muda, e o sentimento de arrependimento do protagonista dá lugar à raiva e vingança. “Foi uma jornada incrível fazer essa série, e é agridoce que a história tenha chegado à sua conclusão natural”, disse Hader, em comunicado. “Barry” foi criada por Hader e Alec Berg (“Silicon Valley”), e acompanha um assassino de aluguel desiludido (Bill Hader) que, durante um “serviço” em Los Angeles, depara-se com uma comunidade de teatro amador e começa a crer que sua verdadeira vocação é ser ator. O problema é que o passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida. O elenco da série ainda conta com Henry Winkler (o eterno Fonzie de “Happy Days”), Sarah Goldberg (“Um Golpe Perfeito”), Anthony Carrigan (“Gotham”), Stephen Root (“Corra!”), D’Arcy Carden (“The Good Place”) e Michael Irby (“Mayans M.C.”). “Depois de três temporadas magistrais de ‘Barry’, estamos ansiosos para que os espectadores vejam a conclusão poderosa, complexa e hilária da história de Barry Berkman. Foi um prazer trabalhar com essa equipe imensamente talentosa, incluindo Bill Hader, Alec Berg, Aida Rodgers e todo o elenco e equipe excepcionais”, disse Amy Gravitt, vice-presidente executiva de comédia da HBO/HBO Max. A 4ª e última temporada começa a ser exibida em 16 de abril, e vai mostrar Gene Cousineau (Winkler) sendo aclamado como um herói, já que a prisão de Barry (Hader) teve consequências chocantes. Porém, isso vai culminar em um capítulo final explosivo e hilário.

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