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    Michael Cimino (1939 – 2016)

    3 de julho de 2016 /

    Morreu o diretor Michael Cimino, que venceu o Oscar com o poderoso drama de guerra “O Franco Atirador” (1978) e logo em seguida quebrou um dos estúdios mais tradicionais de Hollywood. Ele morreu no sábado, aos 77 anos, em Los Angeles. Cimino nasceu e cresceu em Nova York, cidade em que também iniciou sua carreira como diretor de comerciais de TV. Em 1971, ele decidir ir para Los Angeles tentar fazer filmes, e impressionou Hollywood com seu primeiro trabalho como roteirista: a sci-fi ecológica “Corrida Silenciosa” (1972), um clássico estrelado por Bruce Dern (“Os Oito Odiados”), que ele co-escreveu com Deric Washburn (“Fronteiras da Violência”) e Steven Bochco (criador da série “Murder in the First”). Dirigido por Douglas Trumbull, mago dos efeitos especiais que trabalhou em “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), “Corrida Silenciosa” acabou se tornando uma das influências de “Star Wars” (1977). Em seguida, trabalhou com John Milius (“Apocalipse Now”) no roteiro do segundo filme de Dirty Harry, “Magnum 44” (1973), estrelado por Clint Eastwood (“Gran Torino”). O sucesso desse lançamento rendeu nova parceria com Eastwood, “O Último Golpe”, que marcou a estreia de Cimino na direção. Também escrita pelo cineasta, a trama girava em torno de uma gangue de ladrões, liderada por Eastwood e seu parceiro irreverente, vivido pelo jovem Jeff Bridges (“O Doador de Memórias”), envolvidos num golpe mirabolante. Após esse começo convincente, Cimino recebeu várias ofertas de trabalho, mas deixou claro que só queria dirigir filmes que ele próprio escrevesse. Por isso, dispensou propostas comerciais para se dedicar à história de três amigos operários do interior dos EUA, que vão lutar na Guerra do Vietnã. Aprisionados pelos vietcongs, eles são submetidos a torturas físicas e psicológicas que os tornam marcados pelo resto da vida. Entre as cenas, a roleta russa entre os prisioneiros assombrou o público e a crítica, numa época em que as revelações do terror da guerra ainda eram incipientes em Hollywood – “Apocalypse Now”, por exemplo, só seria lançado no ano seguinte. “O Franco Atirador” capturou a imaginação dos EUA. Pessoas tinham crises de choro durante as sessões, veteranos do Vietnã faziam fila para assistir e o filme acabou indicado a nove Oscars, inclusive Melhor Roteiro para Cimino, Ator para Robert De Niro (“Joy”) e ainda rendeu a primeira nomeação da carreira de Meryl Streep (“Álbum de Família”), como Melhor Atriz Coadjuvante. Na cerimônia de premiação, levou cinco estatuetas, entre elas a de Melhor Ator Coadjuvante para Christopher Walken (“Jersey Boys”), Melhor Diretor para Cimino e Melhor Filme do ano. Coberto de glórias, Cimino embarcou em seu projeto mais ambicioso, “O Portal do Paraíso” (1980), western estrelado por Kris Kristofferson (“O Comboio”) no papel de um xerife, que tenta proteger fazendeiros pobres dos interesses de ricos criadores de gado. O resultado desse confronto é uma guerra civil, que aconteceu em 1890 no Wyoming. Conhecido por filmar em locações reais, que ele acreditava ajudar os atores a entrarem em seus papeis, Cimino decidiu construir uma cidade cenográfica no interior dos EUA. Preocupado com o realismo da produção, ele chegou a mandar demolir a rua principal inteira no primeiro dia de filmagem, porque “não parecia correta”, atrasando o cronograma logo de cara e deixando ocioso seu numeroso elenco, que incluía Christopher Walken, Jeff Bridges, John Hurt (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), Joseph Cotten (“O 3º Homem”), Sam Waterston (série “Law and Order”), até a francesa Isabelle Huppert (“Amor”) e Willem Dafoe (“Anticristo”) em seu primeiro papel. Ele também mandou construir um sistema de irrigação para manter a relva sempre verdejante, querendo um impacto de cores nas cenas em que o sangue escorresse nas batalhas. Por conta do realismo, também comprou brigas com ONGs que acusaram a produção de crueldade contra os cavalos em cena. A obsessão pelos detalhes ainda o levou a filmar exaustivamente vários ângulos da mesma cena, gastando 220 horas e mais de 1,2 milhões de metros de filme, um recorde no período. “O Portal do Paraíso” rapidamente estourou seu cronograma e orçamento, e seu título virou sinônimo de produção fora de controle. Quando os executivos do estúdio United Artists viram a conta, entraram em desespero. Para completar, Cimino montou uma “cópia de trabalho” de 325 minutos. Pressionado a entregar uma versão “exibível” a tempo de concorrer ao Oscar, montou o filme com 219 minutos (3 horas e 39 minutos), o que exasperou os donos de cinema. A pá de cal foram as críticas negativas. Para tentar se salvar, após a première em Nova York, o estúdio cancelou o lançamento para produzir uma versão reeditada, de 149 minutos, que entretanto não se saiu melhor. O filme que custou US$ 44 milhões faturou apenas US$ 3,5 milhões. Como resultado, a United Artists, fundada em 1919 por D. W. Griffith, Charlie Chaplin, Mary Pickford e Douglas Fairbanks, quebrou. Atolada em dívidas, viu seus investidores tomarem o controle, e foi vendida para a MGM no ano seguinte. O impacto negativo foi tão grande que o gênero western se tornou maldito, afastando os estúdios de produções passadas no Velho Oeste por um longo tempo. A carreira de Cimino nunca se recuperou. Ele só voltou a assinar um novo filme cinco anos depois, o thriller noir “O Ano do Dragão” (1985), estrelado por Mickey Rourke (“O Lutador”). Mas a história de gangues asiáticas em Chinatown voltou a provocar polêmica, ao ser acusada de racismo contra os chineses que moravam nos EUA. A pressão foi tanta que levou o estúdio a incluir um aviso no início do filme, salientando que era uma obra de ficção, ao mesmo tempo em que a submissão demonstrava como ninguém defenderia Cimino após o fiasco da United Artists. O filme ainda foi indicado a cinco prêmios Framboesa de Ouro, incluindo Pior Roteiro e Diretor do ano, mas se tornou um dos favoritos de Quentin Tarantino. Cimino nunca mais escreveu seus próprios filmes. Ele ainda dirigiu “O Siciliano” (1987), drama de máfia baseado em livro de Mario Puzo (“O Poderoso Chefão”), e o remake “Horas de Desespero” (1990), com Mickey Rourke reprisando o papel de gângster interpretado por Humphrey Bogart em 1955. O primeiro fez US$ 5 milhões e o segundo US$ 3 milhões nas bilheterias, de modo que seu último longa, “Na Trilha do Sol” (1996), foi lançado direto em vídeo. Depois disso, encerrou a carreira com um curta na antologia “Cada Um com Seu Cinema” (2007), que reuniu três dezenas de mestres do cinema mundial. Em 2005, a MGM resolveu resgatar a produção que lhe deu de bandeja a prestigiosa filmografia da United Artists, relançando a versão de 219 minutos de “O Portal do Paraíso” numa sessão de gala no Museu de Arte de Nova York. E desta vez, 25 anos depois da histeria provocada pelo estouro de seu orçamento, o filme teve uma recepção muito diferente. Uma nova geração de críticos rasgou as opiniões de seus predecessores, passando a considerar o filme como uma obra-prima. O diretor sempre acusou o cronograma pouco realista da United Artists pela culpa do fracasso do filme. Dizia que não teve tempo suficiente para trabalhar na edição do longa. Pois em 2012, a produtora especializada em clássicos Criterion, em acerto com a MGM, deu-lhe todo o tempo que ele queria para produzir uma versão definitiva, com a sua visão, para o lançamento de “O Portal do Paraíso” em Blu-ray. Esta versão, de 216 minutos, foi exibida em primeira mão durante o Festival de Veneza, com a presença do diretor. Ao final da projeção, Cimino foi às lágrimas, ovacionado durante meia hora de palmas ininterruptas. “Sofri rejeição por 33 anos”, o diretor desabafou na ocasião, em entrevista ao jornal The New York Times. “Agora, posso descansar em paz”.

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    Cães de Guerra: Jonah Hill e Miles Teller se divertem com a guerra em trailer de comédia

    2 de julho de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou o novo pôster e o segundo trailer de “Cães de Guerra” (War Dogs), comédia estrelado por Jonah Hill (“Anjos da Lei”) e Miles Teller (“Quarteto Fantástico”), com direção de Todd Phillips, o responsável pela trilogia “Se Beber, Não Case!”. Baseado em fatos reais, a prévia mostra como dois jovens inexperientes venceram uma concorrência do Pentágono e se tornaram reis da indústria bélica, transportante armas para as tropas americanas no Iraque e negociando com criminosos internacionais. “War Dogs” revela como os dois amigos se valeram de uma iniciativa do governo americano, que permitia que pequenas empresas fizessem contratos com o exército, para, no início dos anos 2000, aproveitarem as guerras no Afeganistão e no Iraque para arrecadarem uma fortuna com o fornecimento de armas. O roteiro foi escrito por Jason Smilovic (“Xeque-Mate”), a partir de um artigo da revista Rolling Stone, intitulado “Arms and the Dudes” (“Armas e os Caras”, em tradução literal), de Guy Lawson. A produção é do ator Bradley Cooper (igualmente da trilogia “Se Beber, Não Case!”), que também faz participação especial no longa. O filme estreia em 19 de agosto nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Rogue One: Veja 21 fotos do primeiro spin-off da franquia Star wars

    25 de junho de 2016 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou 21 fotos de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que destacam tropas imperiais, robôs e alguns personagens da trama. Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme será o primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, exibido fora de sincronia com a trama central. A trama gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Vader. O elenco inclui Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), além da voz de James Earl Jones, que desde “Guerra nas Estrelas” dubla o vilão Darth Vader. “Rogue One: Uma História Star Wars” passou recentemente por refilmagens, que originaram vários boatos, mas sua estreia está mantida em 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Rogue One: James Earl Jones será novamente a voz de Darth Vader

    24 de junho de 2016 /

    Depois de confirmar a participação de Darth Vader em “Rogue One: Uma História Star Wars”, a revista Entertainment Weekly confirmou que James Earl Jones, dublador original do vilão nos filmes clássicos, estará de volta para fazer a voz cavernosa de Vader na nova produção. A revista também entrevistou Kathleen Kennedy, presidente da LucasFilm, que explicou como será a participação de Vader no longa: “Ele estará no filme de forma moderada. Mas em um momento chave e estratégico, ele terá uma grande participação”. Artes conceituais vazadas da produção já tinham mostrado o perfil de Vader entre os personagens, mas nenhuma fonte da Disney ou da LucasFilm tinha confirmado sua presença até então. A participação é plausível porque a trama se passa entre as duas trilogias iniciais, mais especificamente entre “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005) e “Guerra nas Estrelas” (1977). Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas”, estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Vader. Além de James Earl Jones como a voz de Vader, a produção traz em seu elenco Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). “Rogue One: Uma História Star Wars” passou recentemente por refilmagens, que originaram vários boatos, mas sua estreia permanece a mesma desde o anúncio de sua produção: 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Rogue One: Darth Vader é confirmado no primeiro spin-off de Star Wars

    22 de junho de 2016 /

    A revista Entertainment Weekly vai destacar as filmagens de “Rogue One: Uma História Star Wars” na sua próxima edição, com data de 1 de julho. Além de uma reportagem acompanhada por fotos inéditas, a publicação confirmou definitivamente o retorno de Darth Vader no primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, com uma chamada publicada em sua capa. Artes conceituais vazadas da produção já tinham mostrado o perfil de Vader entre os personagens, mas nenhuma fonte da Disney ou da LucasFilm tinha confirmado sua presença. A participação é possível porque a trama se passa entre as duas trilogias iniciais, mais especificamente entre “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005) e “Guerra nas Estrelas” (1977). Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas”, estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Vader. Ao participar do programa “Good Morning America” nesta quarta (22/6) para falar sobre a revista, o autor da reportagem Anthony Breznican disse que, embora Vader apareça no filme, ele não será a principal ameaça aos rebeldes. “Darth Vader paira sobre a trama, mas não está necessariamente na tela porque o novo vilão, interpretado por Ben Mendleson, Director Krennic, está tentando satisfazer os desejos do Imperador. Por isso Vader aparece mais no fundo, sobre o seu ombro, certificando que o trabalho seja feito”. Não está claro quem irá interpretar Vader, mas a produção traz em seu elenco Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). Além de Darth Vader, outro personagem também teve sua presença cogitada em “Rogue One: Uma História Star Wars”: o jovem Han Solo, que será interpretado por Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) em outro longa derivado da franquia original. Mas sua presença não foi confirmada pela reportagem. “Rogue One: Uma História Star Wars” passou recentemente por refilmagens, que originaram vários outros boatos, mas sua estreia permanece a mesma desde o anúncio de sua produção: 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Anthropoid: Jamie Dornan enfrenta nazistas no primeiro trailer

    18 de junho de 2016 /

    O estúdio Bleecker Street divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Anthropoid”, filme de guerra estrelado por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a prévia é repleta de ação, com muitos tiros, explosões e um clima tenso de espionagem. Baseado numa história verídica, o filme reencena a missão secreta para assassinar Reinhard Heydrich (Detlef Bothe, de “O Imigrante Russo”), general da SS conhecido como “O Açougueiro de Praga” e considerado o possível sucessor de Adolf Hitler na Alemanha nazista. Dornan e Cillian Murphy (“Transcendence: A Revolução”) interpretam dois soldados treinados no Reino Unido para levar adiante o assassinato na Tchecoslováquia, com a ajuda da resistência tcheca. Mas o atentado acaba gerando consequências trágicas. O elenco também inclui Toby Jones (série “Wayward Pines”), Charlotte Le Bon (“A Travessia”) e Harry Lloyd (série “Manhattan”). O filme tem direção de Sean Ellis (“Metrópole Manila”), com base num roteiro que ele escreveu com Anthony Frewin (“Totalmente Kubrick”). Filmado em Praga, onde a história se passou, “Anthropoid” estreia em 12 de agosto nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Rogue One: Primeiro derivado de Star Wars será mesmo refilmado

    6 de junho de 2016 /

    O rumor de que “Rogue One – Uma História Star Wars” ganharia mais algumas semanas de filmagem foi confirmado. Segundo o site Deadline, a decisão foi tomada após produtores e pessoas de alto escalão da Disney assistirem ao corte inicial do primeiro spin-off da saga “Star Wars”. Mas, ao contrário dos boatos, não houve exibições-teste. O motivo das filmagens extras – ou refilmagens – não foi comunicado, o que gerou apurações conflitantes. Segundo o tweet de um dos redatores da revista Variety, as novas filmagens não serão feitas para tentar “salvar” o filme de um desastre, mas sim para a inserção de uma participação especial, que todos esperam ser Darth Vader. “Fontes dizem que são esperadas refilmagens para Rogue One. Nada para se preocupar, a maioria das filmagens é para inserir a participação especial de um importante personagem”, escreveu Justin Kroll. Já o site The Hollywood Reporter fez uma descrição mais alarmista, após ouvir de fontes que o problema está no tom do longa-metragem, descrito como um “filme de guerra”, e que as novas cenas irão incluir um tom mais leve, com um humor que faltaria à produção. As mesmas fontes também revelaram que o roteirista Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) foi chamado para escrever as novas cenas e o veterano coordenador de dublês e diretor de segunda unidade Simon Crane foi contratado para ajudar com as refilmagens. Crane trabalhou nas refilmagens de “Guerra Mundial Z” (2013) e nas sequências de ação de “No Limite do Amanhã” (2014). Ou seja, seu envolvimento sugere que as refilmagens também incluirão sequências de ação. Tanto Gilroy quanto Crane costumam trabalhar em filmes do produtor Frank Marshall, que é marido da presidente da LucasFilm, Kathleen Kennedy. Boatos, inclusive, apontam que Gilroy foi encarregado de dirigir as refilmagens, que serão feitas no Pinewood Studios, lugar onde as filmagens originais aconteceram. Ele já dirigiu três longas, sendo o mais recente “O Legado Bourne” (2012). Embora a Disney não tenha se pronunciado sobre a duração das refilmagens, especula-se que elas podem durar até seis semanas – o que é tempo suficiente para fazer um novo filme inteiro. O primeiro trailer do filme foi lançado em abril e bem recebido pelo público. Anunciado como uma abordagem mais sombria do universo de “Star Wars”, o filme é centrado em novos personagens que não fazem parte da história central. Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção, até aqui, de Gareth Edwards (“Godzilla”), “Rogue One: Uma História de Star Wars” vai girar em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2. A produção traz em seu elenco Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). Mesmo com as refilmagens, a estreia está mantida em 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Aaron Taylor-Johnson será atirador de elite em thriller do diretor de No Limite do Amanhã

    4 de junho de 2016 /

    O ator Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) vai estrelar o thriller “The Wall”, dirigido por Doug Liman (“No Limite do Amanhã”). O projeto será o primeiro longa-metragem totalmente produzido pelo serviço de streaming Amazon, seguindo um modelo inaugurado pelo Netflix. O roteiro, escrito por Dwain Worrell (“Operator”), acompanha um atirador (Taylor-Johnson) e seu parceiro que são encurralados durante uma tocaia por outro atirador, um lendário sniper iraquiano. A história foi submetida para a Amazon quando o estúdio decidiu convidar roteiristas aspirantes a submeterem projetos para inaugurar sua divisão de filmes originais. Acabou virando o primeiro roteiro que a Amazon comprou. Liman se envolveu com o projeto em março desse ano, quando ele planejava começar a filme o spin-off de X-Men, “Gambit”, com Channing Tatum, mas o estúdio 20th Century Fox adiou o inicio das filmagens para 2017, abrindo um espaço em sua agenda.

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    Rogue One: Boatos indicam que primeiro derivado de Star Wars será refilmado

    31 de maio de 2016 /

    O site PageSix, publicação do tabloide New York Post dedicada à celebridades, publicou rumores negativos sobre “Rogue One: Uma História Star Wars”. Segundo fontes do site, os executivos da Disney não gostaram do filme, que teria sido mal recebido em sessões de teste já realizadas, e ordenaram quatro semanas de refilmagens. Quatro semanas é tempo suficiente para refazer o filme inteiro. Se for verdade, representa sérios problemas. Mas nem a Disney nem a LucasFilm confirmaram a informação. O primeiro trailer do filme foi lançado em abril e bem recebido pelo público. Anunciado como uma abordagem mais sombria do universo de “Star Wars”, o filme é centrado em novos personagens que não fazem parte da história central. O elenco inclui Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). Além disso, a trama deve contar com uma aparição de Darth Vader. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), “Rogue One: Uma História de Star Wars” estreia em 16 de dezembro deste ano.

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    The Last Ship: Trailer revela missão da 3ª temporada

    28 de maio de 2016 /

    O canal pago TNT divulgou o pôster e um novo trailer da 3ª temporada da série de ação apocalíptica “The Last Ship”. A prévia troca as ameaças biológicas dos primeiros episódios por uma missão mais convencional de resgate, após o rapto do imediato Mike Slattery (Adam Baldwin, ex-série “Chuck”) na Ásia. As imagens chamam atenção para a ausência da cientista Dra. Rachel Scott (Rhona Mitra, de “Anjos da Noite 3”), que nos últimos instantes da temporada anterior foi vista sendo alvejada à queima-roupa. Produzida pelo cineasta Michael Bay (“Transformers”), a série acompanha a tripulação de um destroyer da Marinha dos EUA após um vírus dizimar a maioria da população mundial. Após encontrar a cura na 1ª temporada, a missão do comandante Tom Chandler (Eric Dane, ex-“Grey’s Anatomy”) perdeu muito de seu ímpeto, resultado numa queda de 30% de audiência. Mas mesmo com 3 milhões de telespectadores ao vivo, a atração permanece entre as mais assistidas da TV paga americana. Desenvolvida por Hank Steinberg (criador da série “Desaparecidos/Without a Trace”), “The Last Ship” também é estrelada por Marissa Neitling (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Travis Van Winkle (“Transformers”), Charles Parnell (série “Os Irmãos Aventura”), Tania Raymonde (“O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua”), Maximiliano Hernández (“Os Vingadores”), Jocko Sims (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), John Pyper-Ferguson (série “Alphas”), Mark Moses (série “Mad Men”) e Bren Foster (“Operações Especiais”). A 3ª temporada, com mais 13 episódios inéditos, começa a ser exibida em 12 de junho nos EUA.

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    Artes Conceituais de Rogue One: Uma História Star Wars revelam volta de Darth Vader

    19 de maio de 2016 /

    O que era rumor pode ter sido confirmado. Imagens de um guia de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que vazaram na internet, revelam artes conceituais de um vilão bem conhecido dos fãs da franquia: Darth Vader. Uma das imagens mostram o perfil de Vader entre as tropas do Império. Outra o coloca entre o Império e o grupo de rebeldes que, no filme, tentará destruir a Estrela da Morte, o que sugere que ele pode ao menos fazer uma pequena participação no longa. As imagens vazadas também revelam os nomes de alguns personagens da trama, escrita por Chris Weitz (“Cinderela”) e dirigida por Gareth Edwards (“Godzilla”). O oficial do Império interpretado por Ben Mendehlson se chamará Diretor Krennic, enquanto o integrante da aliança rebelde vivido por Diego Luna atenderá pelo nome de capitão Cassian Andor. Já o dróide que lutará com os rebeldes foi batizado de K-250. Os personagens de Jiang Wen e Riz Ahmed se chamarão, respectivamente, Baze e Bodhi Rook, enquanto o especialista em artes marciais vivido por Donnie Yen recebeu o nome de Chirrut. Entre as criaturas com aparência alienígena, o goblin se chamará Bistan, e o outro, com aparência de sapo e corpo humanóide, terá o nome de Pad. Eles se juntam à nova heroína, Jyn Erso, vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”) e identificada no primeiro trailer. O guia está em pré-venda na Amazon, mas nenhuma imagem oficial foi disponibilizada no site. A previsão de entrega, no entanto, é só para 24 de janeiro, mais de um mês depois da estreia do filme, que chega ao Brasil em 15 de dezembro.

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    Veja o primeiro trailer do novo filme de Ang Lee, com Kristen Stewart e Vin Diesel

    14 de maio de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer de “Billy Lynn’s Long Halftime Walk”, novo filme do premiado diretor Ang Lee (“As Aventuras de Pi”). Além de belas imagens, que contrastam os horrores da guerra com uma celebração repleta de fogos de artifício, ao som de “Heroes”, a prévia destaca o elenco incomum da produção, que reúne Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”), Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”), Garrett Hedlund (“Invencível”), Chris Tucker (“A Hora do Rush”) e Steve Martin (“Simplesmente Complicado”), além de lançar o novato Joe Alwyn no papel-título. O filme é uma adaptação do livro homônimo, escrito por Ben Fountain, sobre heróis da guerra do Iraque. Aclamado pela crítica, o romance é uma sátira à guerra, que utiliza de humor negro para contar a história do jovem Billy Lynn e de seu Esquadrão Bravo. Lynn, de apenas 19 anos, é enviado para o Iraque em 2005 e sai com vida de um conflito que durou pouco mais de três minutos, mas foi capturado inteiramente pelas câmeras dos noticiários. Graças a isso, ele e seu esquadrão são chamados de volta para aos EUA para serem homenageados como heróis nacionais, sendo aclamados durante o intervalo de um jogo no estádio do Dallas Cowboys, antes de retornarem para as agruras do Oriente Médio. A trama se passa ao longo de 24 horas, em torno da homenagem, com flashbacks que contam como Billy Lynn virou herói. Ang Lee usou tecnologia 3D de ponta para capturar as imagens, o que o trailer não deixa claro. Uma prévia estendida foi exibida durante a CinemaCon e deixou os distribuidores de queixo caído. A expectativa é de uma revolução visual. O roteiro foi escrito por Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário”) e a estreia está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Diretor de Independence Day planeja filme de batalha naval histórica

    7 de maio de 2016 /

    O cineasta Roland Emmerich anunciou os planos de produção de seu próximo filme, aproveitando um evento em comemoração aos 20 anos de sua obra mais famosa, a sci-fi “Independence Day”. Emmerich revelou que pretende rodar, a seguir, um longa sobre um dos conflitos navais mais famosos da 2ª Guerra Mundial, a Batalha de Midway. O confronto marítimo aconteceu ao longo de quatro dias em junho de 1942, entre a marinha americana e uma numerosa frota japonesa, que pretendia um novo ataque-surpresa aos EUA, seis meses após atacar Pearl Harbor, agressão que marcou o início da guerra no Oceano Pacífico. Mas a invasão japonesa foi antecipada pela interceptação e decifração de códigos secretos, permitindo às forças americanas saberem exatamente quando e por onde os navios inimigos chegariam. O resultado foi a destruição da frota invasora e um grande golpe na capacidade japonesa de tentar levar a guerra aos EUA. O confronto marítimo já rendeu uma superprodução cinematográfica, “A Batalha de Midway”, estrelada por um grandioso elenco masculino – Charlton Heston, Henry Fonda, James Coburn, Robert Mitchum, Glenn Ford, Robert Wagner, Cliff Robertson e Toshirô Mifune. Lançado em 1976, foi o segundo filme a usar a tecnologia sonora Senssuround, criada para evocar os tremores do filme de desastre “Terremoto” (1974), e dividiu a crítica, que considerou seu tom patriótico datado, numa época ainda sob o impacto da Guerra do Vietnã. Além disso, sua reconstituição da batalha foi bastante questionada por testemunhas do evento. Ironicamente, “A Batalha de Midway” acabou virando um grande sucesso na televisão americana, após sofrer grande intervenção em sua montagem e ganhar novas cenas para ser exibida como minissérie. Nada menos que 45 muitos foram acrescentados ao filme, com direito à inclusão até de uma nova personagem, vivida por Susan Sullivan. Essa versão ganhou outra montagem em 1992, quando teve seu tempo condensado em 3 horas para uma exibição em comemoração aos 50 anos da batalha. O resultado foi uma das maiores audiências daquele ano. Ainda não há detalhes sobre a nova versão cinematográfica planejada por Emmerich. Por enquanto, o diretor se dedica a divulgar seu novo trabalho, “Independence Day: O Ressurgimento”, continuação da sci-fi de 1996, que estreia em 23 de junho no Brasil.

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