Viva a França! dá à guerra uma perspectiva de esperança
Para narrar o êxodo de milhões de franceses durante a 2ª Guerra Mundial, nos anos 1940, o cineasta francês Christian Carion (indicado ao Oscar por “Feliz Natal”) se vale do olhar de um pai alemão e de seu filho de oito anos de idade. É durante a invasão nazista na França que se passa o longa-metragem “Viva a França!”. Na trama, Hans (August Diehl, de “Bastardos Inglórios”), que se considera comunista, foge da Alemanha e, fingindo ser belga, se mistura com os franceses que vivem em um pequeno vilarejo. Proíbe o filho, Max (Joshio Marlon, da série “Homeland”), por exemplo, de falar alemão. Mesmo entre os dois, o idioma oficial deve ser o francês. Hans, porém, é descoberto e preso. Max fica para trás, mas é cuidado pela professora, Suzanne (Alice Isaaz, de “Doce Veneno”). Com a ajuda dela, aliás, o garoto tem uma ótima ideia para não desistir do pai. Junto com o prefeito e outros habitantes do vilarejo, os dois vão viajar de carroça, a pé, de bicicleta, com um caminhão velho, rumo ao norte, para, então, atravessar até o Reino Unido e fugir dos nazistas. Ter como enfoque o olhar das crianças não é novidade no cinema, mas é sempre emocionante. Em “O Menino do Pijama Listrado” (2008), o tema era o holocausto, contado aos olhos de um pequeno rapaz. Já no italiano “A Vida É Bela” (1997), o pai finge estar participando de uma grande brincadeira para driblar as emoções do filho, pois, na verdade, está em um campo de concentração. Os dois finais a história já deu conta de escrever. Neste longa francês, pontuado pela música original de Ennio Morricone (vencedor do Oscar por “Os Oito Odiados”), a trama é baseada em histórias da mãe do cineasta. “Viva a França!” é um road-movie que se passa no interior daquele país e traz pequenas histórias de família, enchendo o espectador de esperança.
Rogue One: Uma História Star Wars ganha belos cartazes asiáticos
A Disney divulgou dois belos cartazes de “Rogue One: Uma História Star Wars” feitos para o mercado asiático. Enquanto o cartaz japonês destaca a nova heroína Jyn Erso (Felicity Jones, de “A Teoria de Tudo”) estática e em tons claros, o sul-coreano reúne todo o grupo rebelde numa cena movimentada e escura. Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme será o primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, exibido fora de sincronia com a trama central. A trama gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Darth Vader. O elenco inclui ainda Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), além da voz de James Earl Jones, que desde “Guerra nas Estrelas” dubla o vilão Darth Vader. “Rogue One: Uma História Star Wars” estreia em 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Rogue One: Spin-off de Star Wars sofre troca de compositor de última hora
Como se os bastidores de “Rogue One: Uma História Star Wars” não estivessem rendendo fofocas suficientes, o compositor francês Alexandre Desplat foi substituído, de última hora, na criação da trilha sonora do filme. Segundo o The Hollywood Reporter, Michael Giacchino, que assina a trilha da franquia “Star Trek” desde o reboot de 2009, entrou à bordo do projeto para ajudar os rebeldes a combater as forças do Império. Desplat, que venceu o Oscar pela trilha de “O Grande Hotel Budapeste” (2014), estava escalado para musicar o filme desde o ano passado. Mas as filmagens de cenas adicionais tumultuaram todo o cronograma da produção e podem ter criado conflito de agenda. As refilmagens de “Rogue One” visariam, segundo rumores, deixar o tom do filme mais leve, após os executivos da Disney desaprovarem o corte inicial apresentado. E uma mudança de compositor ajudaria neste quesito. No entanto, a produtora Kathleen Kennedy e o diretor Gareth Edwards negaram que este teria sido o motivo da inclusão de novas cenas. Claro, os produtores também podem ter odiado o trabalho de Desplat, já que não houve comentários a respeito da troca. Giacchino, por sua vez, também tem um Oscar, por “Up – Altas Aventuras” (2009), e já chegou até a aparecer como um Stormtrooper em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), devido à sua amizade com o diretor J.J Abrams. Aquele filme foi musicado pelo autor da trilha clássica original da franquia, John Williams. A troca tão em cima da hora deixa pouco tempo para o trabalho de criação de Giancchino, uma vez que o filme estreia em apenas três meses. No Brasil, o lançamento acontece em 15 de dezembro.
Série The Last Ship é renovada até 2018
Um mês após anunciar a renovação de “The Last Ship” para sua 4ª temporada, o canal pago americano TNT dobrou a aposta, renovando a atração até 2018, para sua 5ª temporada. O anúncio foi publicado no Twitter oficial da atração (veja a imagem abaixo). Segundo o site Deadline, o TNT decidiu que irá gravar as duas próximas temporadas de uma só vez para economizar no orçamento da produção, que é uma das mais caras da TV americana. Por sinal, as duas temporadas serão menores, com apenas dez episódios cada uma – a atual teve 13. Produzida pelo cineasta Michael Bay (“Transformers”), a série acompanha a tripulação de um destroyer da Marinha dos EUA durante uma pandemia, que dizimou a maioria da população mundial. Após encontrar a cura na 1ª temporada e iniciar a vacinação dos sobreviventes na 2ª temporada, a tripulação do comandante Tom Chandler (Eric Dane, ex-“Grey’s Anatomy”) tem agora que lidar com conspirações mundiais e a dissolução dos EUA. Desenvolvida por Hank Steinberg (criador da série “Desaparecidos/Without a Trace”), “The Last Ship” também é estrelada por Adam Baldwin (série “Cuck”), Marissa Neitling (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Travis Van Winkle (“Transformers”), Charles Parnell (série “Os Irmãos Aventura”), Tania Raymonde (“O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua”), Maximiliano Hernández (“Os Vingadores”), Jocko Sims (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), Bren Foster (“Operações Especiais”) e John Pyper-Ferguson (“Alphas”). A 3ª temporada se encerra neste domingo (11/9) nos EUA, e a próxima só irá ao ar no verão americano de 2017.
Veneza: Exibição para o público do novo filme de Mel Gibson é aplaudida de pé por 10 minutos
Após arrancar elogios da crítica, “Até o Último Homem” (Hacksaw Ridge), volta de Mel Gibson à direção após hiato de dez anos, recebeu uma das maiores aprovações que poderia ter. A exibição do filme ao público, durante sua première mundial no Festival de Veneza, foi aplaudida de pé, durante dez minutos, com direito a gritos de viva e assobios. Os aplausos continuaram mesmo após o final da projeção dos créditos e das luzes se acenderem. O longa-metragem foi o mais aplaudido dentre as atrações internacionais do festival deste ano, ainda que sua exibição tenha ocorrido fora de competição. Ele conta a história verídica de Desmond Doss, vivido na tela por Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), um jovem adventista que se alista como médico durante a 2ª Guerra Mundial, mas, por causa da religião, recusa-se a pegar em armas. O filme emocionou o público e poderia ser considerado favorito ao Oscar, não fosse o diretor Mel Gibson. Por seu passado recente de confusões, em que passou a encarnar a imagem de um misógino racista, Gibson dificilmente bisará o reconhecimento que seu talento já mereceu, quando a Academia lhe premiou com os Oscars de Melhor Filme e Direção por “Coração Valente” (1995).
Veneza: François Ozon visita o cinema europeu clássico com provocação à Hollywood
Rodado em preto e branco e passado nos anos 1930, “Frantz”, do diretor francês François Ozon (“Dentro da Casa”), evoca uma produção clássica europeia. E, de fato, a história já foi filmada antes, pelo mestre alemão Ernst Lubitsch em “Não Matarás”, de 1932. Mas “Frantz” também é uma provocação a Hollywood. Por isso, o diretor não gosta que o chamem de remake. Na entrevista coletiva do Festival de Veneza, Ozon garantiu que “Frantz” não é uma refilmagem, pois, ao decidir rodar a história original, baseada numa peça do francês Maurice Rostand, não conhecia a obra de Lubitsch. Além disso, ele promoveu mudanças significativas na estrutura narrativa, mudando o foco para a personagem feminina e a situação da Alemanha do pós-guerra. Ele também explicou que a escolha do preto e branco não se deu apenas como homenagem ao cinema da época em que se passa a trama. “Nossas memórias da guerra estão vinculadas a essas duas cores, preto e branco, os arquivos, filmes e filmagens… esse é um período de mágoa e perda então eu pensei que o preto e branco fossem as melhores cores para a história”, disse para a imprensa. “Cores são muito mais emotivas e fornecem uma ideia sobre o sentimento de alguém”, completou. E, curiosamente, algumas cenas coloridas pontuam a narrativa, para enfatizar quando os personagens finalmente voltam à vida. O cineasta lembrou ainda que há poucos filmes sobre a 1ª Guerra Mundial, porque o nazismo que levou à 2ª Guerra Mundial capturou a imaginação mundial de tal forma que tudo o que o precedeu parece pouco importante. Um dos poucos foi um clássico do próprio cinema francês, “A Grande Ilusão” (1937), de Jean Renoir. “Frantz” tem uma cena de batalha, mas não é exatamente um filme de guerra e sim sobre suas consequências. A começar por seu título, nome de um soldado alemão morto em batalha. O filme acompanha sua jovem viúva Anna, interpretada por Paula Beer (“O Vale Sombrio”), que, numa visita ao cemitério, conhece o tenente francês Adrien (Pierre Niney, de “Yves Saint Laurent”), quando este deixa flores no túmulo de Frantz. O filme se constrói em torno de sentimentos de culpa e da paixão latente entre Anna e Adrien, estabelecendo-se quase como um melodrama, mas com as marcas do cinema de Ozon, em sua obsessão por contar histórias, esconder segredos e visitar a dor. Além disso, Ozon continua a provocar o público com armadilhas narrativas, num jogo de aparências derivado do suspense, que leva a ponderar o que é realmente verdade e que rumos terá sua trama. Pela primeira vez filmando em alemão, o cineasta defendeu em Veneza a decisão de escalar atores que falassem os idiomas originais de seus personagens, em vez de usar intérpretes falando a mesma língua com diferentes sotaques, como é comum nos filmes americanos. E aí provocou. “Em Hollywood, há essa convenção de que todo mundo fala inglês, mas o público não quer mais isso, porque eles querem ver a verdade”, disse Ozon. “Foi muito importante usar as línguas nativas porque elas são parte da cultura de ambos os países”, continuou, acrescentando que isso fez com que Niney precisasse aprender alemão durante as filmagens, para se comunicar com Beer.
Veneza: Mel Gibson vai à guerra e vence desafetos com filme heroico
Após passar uma década sem dirigir um filme, em decorrência das confusões de sua vida pessoal, o veterano ator e diretor mostrou não ter perdido a forma. Nem sua fé. A mesma fé que o levou a filmar “Paixão de Cristo” (2004), mas também o faz se exaltar e, numa ocasião documentada, proferir ofensas antissemitas, empodera o protagonista de “Até o Último Homem”. Por este prisma, o longa é praticamente uma provocação. “Até o Último Homem” (Hacksaw Ridge) é baseado na história verídica de Desmond Doss, um jovem adventista que se alista durante a 2ª Guerra Mundial, mas que, por causa da religião, recusa-se a pegar em armas. Chamado de covarde pelos outros soldados, ele consegue permissão para lutar desarmado, trabalhando como médico do batalhão. Mas quando as forças americanas sofrem um emboscada e são massacradas durante o desembarque numa ilha, torna-se um herói improvável, salvando as vidas de dezenas de companheiros. Doss acabou se tornando o único soldado a ser condecorado por bravura sem ter dado um único tiro na guerra. “O que me chamou a atenção é que ele é um homem comum que faz coisas extraordinárias, em circunstâncias difíceis”, disse o diretor, durante a entrevista coletiva. “A luta dele é singular: vai para a guerra munido apenas de fé e de convicção. E somente com essas duas coisas foi capaz de fazer coisas magníficas”, resumiu, enquanto alisava sua barba longa e grisalha. Na verdade, quem faz coisas magníficas em “Até o Último Homem” é o próprio diretor. Mel Gibson foi à guerra armado até os dentes com seu talento. Com cenas de carnificina e muita ação, seu novo longa, exibido fora de competição no Festival de Veneza, lembra que ele foi e continua a ser um grande diretor. E até os críticos politicamente corretos tiveram que dar o braço a torcer, em reconhecimento à qualidade da obra. “Eu gosto de dirigir, de ver projetado na tela as coisas que eu imagino”, defendeu-se Gibson diante da imprensa, mas sem perder a dimensão da carreira destroçada que tenta reerguer. “Talvez seja megalomania, quem sabe?”, completou com ironia, autodepreciando-se. A obra fala por ele. “Até o Último Homem” é bipolar. Possui duas partes bem distintas. O começo é romântico e até cômico, centrado na vida de Desmond antes de se alistar. Até que, ao ver pessoas da sua idade voltarem sempre feridas da guerra, ele decide se alistar, e as cenas de combate, que compõem sua segunda parte, não são menos que espetaculares. Interpretado por Andrew Garfield, o personagem tem um pouco do Peter Parker do começo de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), um jovem boa praça e desajeito, mas de grande determinação moral, que sofre bullying dos soldados mais fortes. Gibson deve ter visto o filme da Marvel para escalá-lo, já que garante não fazer testes com atores. “Não faço leituras com atores. Acho que quando você conversa com uma pessoa, mesmo por Skype, você já tem uma ideia de quem ela é. Sabia que Andrew tinha interesse no filme, isso foi importante para escolhê-lo”, o diretor contou. Garfield, por sua vez, fez questão de marcar distância entre Desmond Doss e Peter Parker, mas principalmente do super-herói Homem-Aranha. “Obtenho muito mais inspiração nas pessoas comuns”, disse o ator. “Meu irmão é médico, cuida de três filhos, uma mulher, salva seus pacientes. Para mim, esses são os verdadeiros heróis: aqueles que não buscam o heroísmo”. No filme, porém, a apresentação de Desmond vai além do heroísmo. Ele é mostrado praticamente como um santo. Até o Homem-Aranha tinha falhas de caráter. Já Desmond é a perfeição encarnada, fazendo com o que, paradoxalmente, o filme de guerra tenha mensagem pacifista. “Não acho que existam guerras justas”, defendeu Gibson, que já encenou muitas batalhas em sua carreira, dentro e fora das telas. “Eu odeio guerras. Mas não posso deixar de amar os guerreiros, de prestar uma homenagem às pessoas que se sacrificam pelas outras. Precisamos compreendê-los quando voltam para casa. Espero que meu filme tenha ajudado nisso”, conclui.
Rogue One: Veja a primeira imagem do novo droide C2-B5
A LucasFilm liberou a primeira imagem do novo droide que será apresentado em “Rogue One: Uma História Star Wars”. Trata-se de C2-B5, cujas características “físicas” são idênticas ao R2-D2. A diferença principal é a cor preta. Trata-se de um robô do Império que, diferente de outros modelos sob o comando de rebeldes (que dão independência aos seus robôs), sofre frequentes limpezas de memória a fim de mantê-lo sob controle absoluto. O filme também terá outro robô preto, que já apareceu com proeminência em fotos e nos trailers: K-2SO. Por sinal, pela característica bípede e falante, este seria um equivalente ao C-3PO na nova história. Será que os dois novos droides também vão formar uma parceria? Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme será o primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, exibido fora de sincronia com a trama central. A trama gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Darth Vader. O elenco inclui ainda Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), além da voz de James Earl Jones, que desde “Guerra nas Estrelas” dubla o vilão Darth Vader. “Rogue One: Uma História Star Wars” estreia em 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Aliados: Suspense com Marion Cotillard e Brad Pitt ganha duas fotos
A Paramount Pictures divulgou duas fotos oficiais de “Aliados”, suspense de época, estrelado por Marion Cotillard (“Dois Dias, Uma Noite”) e Brad Pitt (“A Grande Aposta”). Na trama, os dois se conhecem durante uma missão para eliminar um embaixador nazista, em Casablanca, durante a 2ª Guerra Mundial, mas após se apaixonarem e decidirem se casar, surgem suspeitas de que a personagem de Cotillard esteve, o tempo inteiro, trabalhando secretamente para outro país e, ao decidir investigar seu passado, o personagem de Pitt vê seu casamento desmoronar. O elenco também inclui Lizzy Caplan (série “Masters of Sex”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jared Harris (“O Agente da UNCLE”), Charlote Hope (série “Game of Thrones”) e August Diehl (“Se Não Nós, Quem?”). O roteiro é de Steven Knight (“Senhores do Crime”), a direção é de Robert Zemeckis (“A Travessia”) e a estreia está marcada para 1 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Rogue One: Vídeo mostra como seria o spin-off de Star Wars estrelado por Jar Jar Binks
Um fã de “Star Wars” resolveu debochar do tom sério dos trailers de “Rogue One: Uma História Star Wars”, imaginando como as situações pareceriam se o líder dos rebeldes fosse Jar Jar Binks, o infame personagem criado por computação gráfica em “Star Wars: Episódio Um – A Ameaça Fantasma” (1999). O resultado pode ser conferido no vídeo abaixo. Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme será o primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, exibido fora de sincronia com a trama central. A trama gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte, que acabam nas mãos dos rebeldes no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). O filme tem estreia marcada para 15 de dezembro.
Rogue One: Protagonistas do primeiro spin-off de Star Wars se reúnem em novo foto
A Disney divulgou uma nova foto de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que reúne os personagens Jyn Erso (Felicity Jones, de “A Teoria de Tudo”), Cassian Andor (Diego Luna, de “Elysium”) e o dróide K-2SO (interpretado por captura de performance por Alan Tudyk, da série “Firefly”) em Jedha, um santuário Jedi. Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme será o primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, exibido fora de sincronia com a trama central. A trama gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Darth Vader. O elenco inclui ainda Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), além da voz de James Earl Jones, que desde “Guerra nas Estrelas” dubla o vilão Darth Vader. “Rogue One: Uma História Star Wars” estreia em 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Rogue One: Trailer internacional traz cenas inéditas do spin-off de Star Wars
A Disney divulgou um novo trailer internacional de “Rogue One: Uma História de Star Wars”, uma aventura independente da saga “Star Wars”, que introduz diversos personagens novos. A prévia traz algumas cenas inéditas e salienta a estrutura clássica de missão suicida de filme de guerra, além de repetir o registro da esperada volta do vilão Darth Vader, visto no trailer anterior. Uma das novidades incluídas no novo vídeo é um diálogo entre os personagens Cassian ( e a protagonista Jyn Erso (Felicity Jones, de “A Teoria de Tudo”), em que ele comenta que a mensagem sobre o teste de armas foi enviada “pelo seu pai”. Pois o pai da heroína, interpreta Galen Erso, é interpretado por Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), único ator ausente em todo o material promocional da produção. No elenco também estão Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), Alan Tudyk (série “Firefly”) e a voz de James Earl Jones, que novamente dublará Darth Vader, como na trilogia clássica. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o primeiro spin-off da franquia “Star Wars” estreia em 16 de dezembro deste ano.
Aliados: Marion Cotillard seduz Brad Pitt em trailer de filme de espionagem
A Paramount Pictures divulgou uma foto oficial e o primeiro trailer legendado de “Aliados”, filme de espionagem de época, estrelado por Marion Cotillard (“Dois Dias, Uma Noite”) e Brad Pitt (“A Grande Aposta”). A prévia mostra o encontro e o envolvimento do casal numa missão para eliminar um embaixador nazista, em Casablanca, no Marrocos, traçando rapidamente os perigos que enfrentam durante a 2ª Guerra Mundial, antes de avançar no tempo e revelar que o jogo de espionagem não terminou ali e pode ter incluído sedução pelo inimigo. Na trama, após se apaixonarem e decidirem se casar, surgem suspeitas de que a personagem de Cotillard esteve, o tempo inteiro, trabalhando secretamente para outro país e, ao decidir investigar seu passado, o personagem de Pitt vê seu casamento desmoronar. O elenco também inclui Lizzy Caplan (série “Masters of Sex”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jared Harris (“O Agente da UNCLE”), Charlote Hope (série “Game of Thrones”) e August Diehl (“Se Não Nós, Quem?”). O roteiro é de Steven Knight (“Senhores do Crime”), a direção é de Robert Zemeckis (“A Travessia”) e a estreia está marcada para 1 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.











