Filhas de Eva: Série com Renata Sorrah, Giovanna Antonelli e Vanessa Giácomo estreia em 2021
A Globoplay anunciou a previsão de lançamento de sua próxima série nacional em streaming: “Filhas de Eva” vai chegar à plataforma em 2021. Estrelada pelas atrizes Renata Sorrah (a eterna Nazaré de “Senhora do Destino”), Giovanna Antonelli (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”) e Vanessa Giácomo (“Divã a 2”), a série “convida o público a pensar sobre mudanças na vida”, segundo a apresentação, mas sua sinopse sugere uma novela tradicional. Na trama, Stella (Renata Sorrah) decide pedir o divórcio ao marido, Ademar (Cacá Amaral, de “O Mecanismo”), durante a festa de bodas de ouro do casal. A decisão inesperada afeta a filha deles, Lívia (Giovanna Antonelli), mas também Cléo (Vanessa Giácomo), que até então não conhecia a família e está na festa apenas como responsável por levar o bolo. A partir daí, os caminhos das três acabam se cruzando. A partir desta premissa, “Filhas de Eva” pretende conta a trajetória dessas três mulheres que estão presas a padrões que não as fazem felizes. Stella repete o destino de sua geração, que abriu mão de sonhos pelo casamento e pela maternidade. Lívia tem sua carreira, mas sofre por não ter o controle da vida afetiva que idealizou. Já Cléo, com sua baixa autoestima, precisa garantir teto e sobrevivência antes de pensar em qualquer realização pessoal. Além das três, a história também acompanha Dora (Debora Ozório, de “Me Chama de Bruna”), neta de Stella e filha de Lívia, que se debate entre os modelos familiares e o feminismo das jovens de hoje. O roteiro é de Adriana Falcão (“O Inventor dos Sonhos”), Jô Abdu (“Linda de Morrer”), Martha Mendonça (“As Canalhas”) e Nelito Fernandes (“Tá no Ar”), a direção é assinada por Leonardo Nogueira (“Malhação”) e o elenco tem ainda Dan Stulbach (“O Vendedor de Sonhos”), Stênio Garcia (“O Beijo no Asfalto”), Erom Cordeiro (“A Divisão”), Marcos Veras (“O Shaolin do Sertão”), Analu Prestes (“TOCs de Dalila”) e Cecília Homem de Mello (“Sessão de Terapia”).
Sessão de Terapia: Rodrigo Santoro mostra bastidores das gravações
Rodrigo Santoro revelou que já começou a gravar a 5ª temporada de “Sessão de Terapia”, série do Globoplay sobre, como resume o título, atendimentos de um psicólogo a seus pacientes. Ele compartilhou uma foto dos bastidores da produção no Instagram, mostrando a porta do camarim identificado com o seu nome. “Faço terapia há bastante tempo. Nesse ano delicado, mais do que nunca, estar nesse processo de me conhecer tem sido fundamental”, ele escreveu ao lado da imagem. O ator também lembrou como o tema da série acompanha sua carreira. “O universo da saúde mental esteve presente na minha jornada como artista desde o princípio. Em ‘Bicho de Sete Cabeças’, filmamos em um pavilhão desativado de uma clínica psiquiátrica. No processo de pesquisa, tive a oportunidade de mergulhar profundamente nesse mundo e compreender melhor as suas delicadezas. Essa imersão trouxe muito significado para aquele trabalho. Em ‘Heleno’ foi preciso, novamente, entender o universo da mente, seus truques e mecanismos para me entregar e contar aquela história tão intensa. Agora, volto a mergulhar nesse universo. Ao lado do gênio Selton Mello vou viver o Davi na 5ª temporada da série ‘Sessão de Terapia’. Já começamos a filmar. Espero que chegue em vocês com a força que está chegando na gente, escreveu ele. Santoro interpretará o personagem Davi Greco e atuará ao lado do amigo Selton Mello, que segue como protagonista da produção, assim como Nathalia Timberg e a internacional Morena Baccarin (de “Gotham”). Davi será um novo supervisor do psicanalista Caio (Selton). O papel foi escrito especialmente para ele, que colaborou com seu desenvolvimento. “Sessão de Terapia” é a versão brasileira da série israelense “BeTipul”, criada por Hagai Levi, que é mais conhecida pela adaptação americana da HBO, chamada de “Em Terapia” (In Treatment, em inglês). Com o reboot da temporada passada, que promoveu Selton Mello a protagonista (até então, trabalhava na série como diretor) e passou a incluir Morena Baccarin no elenco, a série se tornou uma das mais vistas no Globoplay. Ver essa foto no Instagram Faço terapia há bastante tempo. Nesse ano delicado, mais do que nunca, estar nesse processo de me conhecer tem sido fundamental. O universo da saúde mental esteve presente na minha jornada como artista desde o princípio. Em #BichoDe7Cabeças, filmamos em um pavilhão desativado de uma clínica psiquiátrica. No processo de pesquisa, tive a oportunidade de mergulhar profundamente nesse mundo e compreender melhor as suas delicadezas. Essa imersão trouxe muito significado para aquele trabalho. Em #Heleno foi preciso, novamente, entender o universo da mente, seus truques e mecanismos pra me entregar e contar aquela história tão intensa. Agora, volto a mergulhar nesse universo. Ao lado do gênio @seltonmello, vou viver o Davi na 5ª temporada da série #SessãoDeTerapia. Já começamos a filmar. Espero que chegue em vocês com a força que está chegando na gente❤️ Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 1 de Nov, 2020 às 7:13 PST
Estreias online: Séries completas oferecem maratonas imperdíveis
O Top 10 de séries da semana compensa a falta de variedade inédita com produções completas, temporadas recuperadas em streaming e minisséries relevantes. Embora não seja novidade, fazer maratona com a coleção completa dos episódios de “The Americans” é um privilégio que não pode ser subestimado. Em seis temporadas (2013–2018), a série do canal pago FX subverteu o gênero da espionagem, levando o público americano a torcer por comunistas. E a Academia da Televisão ainda premiou os responsáveis por essa ousadia, um deles ex-agente da CIA, com o Emmy de Melhor Roteiro. Com começo, meio e fim perfeitos, a produção estrelada por Keri Russell e o vencedor do Emmy Matthew Rhys está de fato em outro Top 10: o das melhores séries dos anos 2010. A lista de “clássicos” também oferece opção para quem busca um programa gótico à rigor, com vampiros, bruxas, lobisomens, monstros de laboratório, perversões e possessão demoníaca, para maratonar no Halloween. Cinematográfica e assustadora, “Penny Dreadful” foi uma das séries de terror mais bem produzidas dos últimos anos. Suas três temporadas (2014–2016), disponibilizadas agora pela Starz Play, prestam uma belíssima homenagem à era de ouro do gênero – com referências tanto à literatura do século 19 quanto a suas adaptações da Hammer nos anos 1960. Criada por um dos principais roteiristas da franquia 007 e estrelada por um ex-James Bond, uma ex-Bond Girl e um colega atual do espião vivido por Daniel Craig, também pode ser considerada um alento para fãs dos filmes do agente secreto britânico, torturados pelos adiamentos consecutivos de “007 – Sem Tempo para Morrer”. Por falar em terror, as plataformas apostaram num clima de Halloween antecipado, disponibilizando séries do gênero ao longo de todo o mês de outubro, por isso o fim de semana das bruxas começa sem muitas alternativas do gênero. Mesmo assim, a melhor atração estreante desta sexta (30/10) é justamente uma série fantasmas e casas mal-assombradas, o terrir britânico “Truth Seekers”. Como comédia, não é tão engraçada quanto outras parcerias de seus criadores, a divertida dupla Simon Pegg e Nick Frost, mas quem criou “Todo Mundo Quase Morto” é incapaz de errar na fórmula que junta arrepios e risos, nem que sejam amarelos. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais destaques do streaming deste fim de semana. Truth Seekers | Reino Unido | 1ª Temporada Primeira série dos comediantes britânicos Simon Pegg e Nick Frost desde sua estreia em “Spaced”, em 1999, a atração também marca a volta da dupla ao terrir, 16 anos depois do cultuado “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Para quem não lembra, Pegg e Frost viraram celebridades com a repercussão do filme de 2004, uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries, Edgar Wright. Os dois parceiros criaram “Truth Seekers”, que estreia com oito episódios de 30 minutos de duração, mas Pegg faz apenas uma pequena participação como ator. Ele vive o patrão de Frost numa empresa de serviços de banda larga. A premissa deslancha quando o personagem de Frost e seu novo colega de atendimento domiciliar, vivido por Samson Kayo (“Dolittle”), encontram fantasmas num serviço de rotina e passam a explorar o desconhecido em uma nova linha de trabalho. Eles investigam igrejas, bunkers subterrâneos e hospitais abandonados usando ferramentas caseiras de detecção de fantasmas e compartilham suas aventuras em um canal online. O elenco também inclui Emma D’Arcy (“Wanderlust”), Susan Wokoma (“Year of the Rabbit”) e o veterano Malcolm McDowell (“O Escândalo”). Disponível na Amazon A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes | EUA | 1 Temporada A minissérie que destaca a impressionante transformação do astro Russell Crowe (“Robin Hood”) no magnata Roger Ailes, fundador da Fox News, conta em detalhes como a emissora se tornou referência da direita americana por meio da manipulação e distorção de notícias, ao mesmo tempo em que relata os bastidores da cultura tóxica de abuso moral e sexual em seu ambiente de trabalho. Ailes morreu em maio de 2017, aos 77 anos, poucos meses após ser afastado da chefia do canal por denúncia de assédio encabeçada por Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que virou apresentadora do canal de notícias. Esta denúncia também foi tema do filme “O Escândalo” (2019), centrado na queda do todo-poderoso. Desenvolvida por Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight” (outro trabalho em jornalismo), “The Loudest Voice” (título original) ainda destaca em seu ótimo elenco Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Sienna Miller (“American Sniper”), Seth MacFarlane (“The Orville”), Simon McBurney (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Guy Boyd (“Sharp Objects”) e Annabelle Wallis (“A Múmia”). Disponível na Globoplay The Night Manager | Reino Unido | 1 Temporada A minissérie premiada de espionagem adapta o livro homônimo de John le Carré (autor de “O Espião que Sabia Demais”) e traz Tom Hiddleston (“Thor”) no papel-título, um ex-soldado britânico transformado em gerente de hotel. Ao receber documentos incriminadores sobre um empresário britânico (Hugh Laurie, de “House”), que fez fortuna no mercado negro vendendo armas, ele se vê envolvido numa disputa entre agências de inteligência e é arrastado para as sombras da espionagem. O resto do elenco grandioso inclui Elizabeth Debicki (“Tenet”), Olivia Colman (“A Favorita”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Tobias Menzies (“The Crown”), David Harewood (“Supergirl”) e a portuguesa Aure Atika (“O Verão do Skylab”). Para completar, os roteiros foram escritos por David Farr (criador de “Hanna”) e a cineasta dinamarquesa Susanne Bier (“Bird Box”) venceu o Emmy por dirigir todos os seis episódios. Disponível na Starzplay Suburra: Sangue em Roma | Itália | 3ª Temporada No desfecho da primeira série italiana da Netflix, a batalha pelo império do crime em Roma se torna ainda mais implacável com a promessa de uma nova fonte de tráfico, dinheiro e poder. A produção é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e dirigiu “Sicario: Dia do Soldado”, sua estreia em Hollywood. A trama se passa vários anos antes dos eventos vistos no filme homônimo, funcionando como um prólogo, ao revelar a formação de uma aliança no submundo mafioso entre três jovens de diferentes grupos, que resolvem se juntar contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder num território disputado por empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. Se a temporada inaugural girou em torno do Vaticano e da aquisição de terras em Ostia para a construção de um porto e a 2ª foi centrada na competição pelo poder político com a eleição de um novo prefeito, o ato final terá as ruas de Roma como o palco de uma batalha cheia de reviravoltas e alianças inesperadas, completando a história iniciada em 2017 e concebida, desde o início, para representar uma trindade profana – Igreja, Estado, Crime. Disponível na Netflix Sangue de Zeus | EUA | 1ª Temporada A série que transforma a mitologia grega em trama de anime é basicamente uma versão de “Ataque dos Titãs” passada na Grécia antiga, em que os Titãs mitológicos conjuram uma raça de demônios gigantes para destruir a civilização helênica. Entre os heróis da resistência destaca-se Heron, um bastardo que na verdade é filho do deus Zeus. Curiosamente, apesar do visual estilizado de anime, a produção não é japonesa, mas americana. A série foi criada pelos irmãos Charley e Vlas Parlapanides, de Nova Jersey, que já tinham usado sua descendência grega como inspiração para o roteiro do filme “Imortais” (2011), em que Henry Cavill (“The Witcher”) viveu o herói mitológico Teseu. O elenco de vozes originais destaca vários atores conhecidos dos EUA. Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”) dubla Zeus, Claudia Christian (“Babylon 5”) faz Hera, Jessica Henwick (“Punho de Ferro”) vive a heroína Alexia, Chris Diamantopoulos (“Silicon Valley”) encarna Poseidon, Mamie Gummer (“True Detective”) dá voz à Elektra e Derek Phillip (“Longmire”) interpreta Heron. Disponível na Netflix The Americans | EUA | 6 Temporadas A premiada produção do canal pago FX, criada pelo ex-agente da CIA Joseph Weisberg, chega completa à Amazon, permitindo uma maratona de descoberta para quem não acompanhou sua exibição entre 2013 e 2018, quando se tornou uma das melhores séries da década. Passada durante os anos 1980, em plena Guerra Fria, a trama acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Matthew Rhys (“Um Lindo Dia na Vizinhança”), que se passam por uma típica família americana para realizar missões secretas e sabotagens no território inimigo. Nem seus filhos sabem de sua missão, muito menos o vizinho (Noah Emmerich, de “Em Busca de Justiça”), um agente do FBI que investiga justamente espiões infiltrados no país. Com muitos disfarces, reviravoltas e tensão, a trama sofre reviravoltas atrás de reviravoltas, prendendo a atenção até seu desfecho. Disponível na Amazon Penny Dreadful | Reino Unido | 3 Temporadas A saga de terror gótico criada pelo roteirista John Logan (“007 Contra Spectre”) impressionou público e crítica com uma estética caprichada, visual cinematográfico (com direção de J.A. Bayona, de “Jurassic World: Reino Ameaçado”), elenco primoroso e também pelo final surpreendente – que foi exibido na TV sem aviso de que representava o desfecho da série, pegando os fãs de surpresa com seu impacto. Com uma trama repleta de personagens da literatura gótica do século 19, como Frankenstein, Dr. Jeckyll e Dorian Gray, a atração acabou destacando uma personagem original, graças ao desempenho sobrenatural de Eva Green (“007 Cassino Royale”) na pele de uma médium atormentada por demônios. O fato dela não ter sido indicada ao Emmy de Melhor Atriz só ressalta o preconceito existente contra produções de terror. O resto do elenco inclui Timothy Dalton (“Patrulha do Destino”), Josh Hartnett (“30 Dias de Noite”), Rory Kinnear (“Years and Years”), Harry Treadaway (“Mr. Mercedes”), Billie Piper (“Doctor Who”) e Reeve Carney (“Rocky Horror Picture Show”). Quem perdeu a exibição original na TV – feita no Brasil pela HBO – tem no fim de semana do Halloween a data perfeita para entrar no clima da série. Disponível na Starzplay Pessoa de Interesse | EUA | 5 Temporadas Primeira série criada por Jonathan Nolan, “Person of Interest” (título original) já incluía em seu enredo elementos que seriam aprofundados em “Westworld”. A premissa de 2011 girava em torno de uma inteligência artificial capaz de prever crimes com antecedência – um antecessor do Rehoboam, de “Westworld”, mas claramente influenciado pelo conceito de “Minority Report” (2002). De posse desse conhecimento, o programador foragido Harold Finch (Michael Emerson) busca uma aliança com o ex-agente secreto John Reese (Jim Caviezel), tirando-o da aposentadoria informal para impedir crimes que ainda não aconteceram. Mas esta atividade acaba chamando atenção da polícia. A trama evolui em ritmo lento, graças à estrutura procedimental típica de atrações da TV aberta, com foco num caso diferente por episódio. Disponível na Globoplay Arrow | EUA | 8ª Temporada O final da série que inaugurou o Arrowverso se materializa como a espinha dorsal do crossover “Crise nas Infinitas Terras”, mas supera expectativas com a grande carga emocional representada pelo reencontro/despedida de Oliver Queen (Stephen Amell) com vários personagens importantes da história da produção. Ao longo de seus episódios, a trama também planta o piloto de um spin-off centrado em Mia (Katherine McNamara), a filha de Oliver, que até agora não foi confirmado nem descartado, e desafia os fãs a segurar as lágrimas em seu desfecho impactante, durante o enterro do herói. Isto não é spoiler, porque o destino do Arqueiro Verde já tinha sido predito desde a temporada passada. Mas embora não consiga mudar seu futuro, Oliver não é completamente eliminado do Arrowverso, transformando-se em outro personagem da DC Comics, assim como, aparentemente, seu melhor amigo John Diggle (David Ramsey). Desde “Smallville”, uma série de super-heróis não tinha um final tão envolvente. Disponível na Netflix The Flash | EUA | 6ª Temporada Os episódios do sexto ano da série estrelada por Grant Gustin se conectam aos eventos do crossover “Crise nas Infinitas Terras”...
Série sobre Marielle Franco tem novas roteiristas
A série de ficção sobre Marielle Franco tem novas escritoras. Duas semanas após quatro roteiristas demitirem-se do projeto, por divergências com orientações da narrativa, a produção da Globoplay definiu Mariana Jaspe e Maria Camargo como responsáveis por desenvolver a história. Como o roteiro de nenhum capítulo tinha sido finalizado, elas vão começar do zero, seguindo as orientações da roteirista Antônia Pellegrino e do diretor José Padilha, idealizadores do projeto. Mariana Jaspe e Maria Camargo já desenvolveram trabalhos anteriores na Globo. Juntas, acabam de escrever um épico escravagista baseado no livro “Um Defeito de Cor”, de Ana Maria Gonçalves, que vai virar série em 2021 na emissora. Mais experiente, Maria Camargo criou as séries “Assédio” (2018) e “Dois Irmãos” (2017), colaborou nas novelas “Lado a Lado” (2012) e “Babilônia” (2015) e ainda assinou o roteiro do filme “Nise: O Coração da Loucura” (2015) e do documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” (2019). Em comunicado, a Globo afirmou que “a chegada das duas à equipe é resultado da recomposição da sala de roteiro e de um processo de escuta que garantiu a representatividade da mulher negra também no grupo de liderança criativa do projeto”. “Marielle foi protagonista de sua própria história e será também a protagonista desta série. É por isso que me junto a este projeto: para contar a história de Marielle – pessoa e personagem – com a dignidade e a força que ela exige e merece”, diz Mariana. “Vamos somar forças e mergulhar juntas em busca da melhor forma de contar a história de Marielle, com o cuidado, a responsabilidade e a delicadeza que sua trajetória merece”, complementa Maria. Além dos produtores executivos Antonia Pellegrino e José Padilha, a série também terá Jeferson De (“Bróder”) entre os diretores. Desde que foi anunciada, a produção enfrenta questionamentos de representatividade. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social e contra as ações de extermínio da política em comunidades negras. O que a fez ser assassinada por milicianos. Além de ser concebida por dois brancos, a produção enfrentou muitas críticas pelo envolvimento de José Padilha, responsável pelo filme “Tropa de Elite” (2007), visto como apologia à truculência policial, e a série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011).
Obra de Nelson Rodrigues vai virar série da Globoplay
A dupla de roteiristas George Moura e Sergio Goldenberg estão criando uma nova série para a plataforma Globoplay baseada na obra de Nelson Rodrigues. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, o projeto vinha sendo mantido em sigilo por conta das negociações com a família do escritor, que foram agora concluídas. A atração tem um nome genérico, “Paraíso Perdido”, que batiza dezenas de filmes, inclusive uma produção brasileira de dois anos atrás, e vai adaptar livremente quatro peças do famoso dramaturgo, com direção artística de José Luiz Villamarim (“Redemoinho”). Moura e Goldenberg têm uma trajetória bem-sucedida na Globo. Eles assinaram juntos “O Canto da Sereia” (2013), “Amores Roubados” (2014), o remake de “O Rebu” (2014) e “Onde Nascem os Fortes” (2018), quem também foram parcerias com o diretor Villamarim. “Paraíso Perdido” será a segunda criação dos roteiristas para a plataforma de streaming da emissora. Eles também assinaram “Onde Está Meu Coração”, produção já gravada e estrelada por Leticia Colin, que ainda não tem previsão de estreia.
Uzo Aduba vai estrelar nova versão da série Em Terapia
O canal pago americano HBO resolveu retomar a série “Em Terapia” (In Treatment), que tinha abandonado há dez anos. A atração vai ganhar uma 4ª temporada, que terá Uzo Aduba como nova psicanalista. O papel marcará o primeiro trabalho como protagonista da atriz, que já venceu o prêmio Emmy por dois desempenhos de coadjuvante, nas séries “Orange Is the New Black” e “Mrs. America”. A ideia é começar a gravar os episódios ainda em 2020 para um lançamento em 2021. Para quem já esqueceu, a antiga versão do programa, exibida entre 2008 e 2010, acompanhava o ator Gabriel Byrne como o psicanalista Paul, que lidava com seus pacientes e com sua vida pessoal ao longa de diversas sessões. Na 4ª temporada, a Dra. Brooke (Aduba) vai lidar com três novos pacientes em episódios de 30 minutos. Enquanto a nova versão “In Treatment” (título original) segue sem previsão de estreia, a versão brasileira da série segue sendo produzida pela Globoplay. Também chamada de “Em Terapia”, a atração nacional está na 4ª temporada e é atualmente estrelada por Selton Mello (“O Mecanismo”) e Morena Baccarin (“Gotham”). Ambas as séries são baseadas na produção israelense “BeTipul”, criada em 2005 e que durou só duas temporadas.
Roteiristas se demitem da série de José Padilha sobre Marielle Franco
Quatro roteiristas da série de ficção sobre Marielle Franco (1979-2018) pediram demissão por divergências sobre a condução do projeto, idealizado por Antônia Pellegrino (“Bruna Surfistinha”) e dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”). A notícia foi publicada na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. A equipe de apoio do projeto é formada por duas pesquisadoras, quatro roteiristas e um diretor, todos negros. Dos sete, deixaram o trabalho os quatro roteiristas. A composição desta equipe teria sido resultado de questionamentos nas redes sociais, porque os três principais envolvidos na série, a criadora do projeto, Antonia Pellegrino, o diretor Padilha e o autor indicado pela Globo para supervisionar os trabalhos, George Moura, são brancos. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social. As divergências dos roteiristas seriam sobre os caminhos narrativos escolhidos para a produção, que ainda está em fase inicial e não tem nenhum capítulo completamente escrito. Mas a crise também acrescenta mais questionamento à produção, incluindo a prática do “tokenismo”, ou seja, uma ação apenas simbólica (no caso, a contratação de roteiristas negros) destinada a responder à crítica de falta de diversidade racial e inclusão na produção. Além da questão racial, houve muitas críticas ao envolvimento de Padilha no projeto, especialmente após a realização da série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011). A série será lançada na plataforma Globoplay, que teria atravessado a Amazon na negociação do projeto.
Top 10 das séries online destaca volta de Star Trek: Discovery
Num fim de semana com muitas estreias da Netflix, a série mais esperada é uma continuação, a 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que basicamente reinventa a atração. A lista ainda inclui dramas adolescentes, comédias, um terror francês de época e animações, incluindo um anime clássico japonês. Confira abaixo as 10 séries que movimentam o streaming neste fim de semana. Star Trek: Discovery | EUA | 3ª Temporada A produção que revitalizou a franquia “Star Trek” avança no tempo em seus novos episódios, mais exatamente 930 anos no futuro, para levar a nave Discovery a uma época em que a Federação dos Planetas Unidos – e tudo que a tripulação conhece e acredita – não existe mais. Seu desafio passa a ser resgatar os antigos valores de paz, fraternidade e prosperidade de sua origem histórica num tempo de distopias e desilusão – que serve de analogia para o mundo atual. A viagem no tempo também muda a perspectiva da série, que começou como prólogo da primeira “Star Trek” de 1966, fazendo sua cronologia avançar para além até de “Star Trek: Pìcard”. Este recurso narrativo abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, livrando-os das amarras canônicas ao colocar os personagens num período histórico nunca antes abordado na saga intergaláctica. Com capítulos disponibilizados semanalmente às sextas, um dia após a exibição nos EUA, a temporada chega ao streaming com as críticas mais positivas já recebidas pela atração (100% no Rotten Tomatoes), trazendo ainda a bordo os primeiros personagens trans e não-binário do universo trekker. Disponível na Netflix Grand Army | EUA | 1ª Temporada Criada por Katie Cappiello e inspirada em sua peça “Slut”, a nova série dramática adolescente da Netflix acompanha alunos da maior escola pública de ensino médio do Brooklyn, em Nova York, enquanto lutam para ter sucesso, sobreviver, se aventurar e conquistar um lugar no futuro. Entre eles está a adolescente Joey Del Marco (Odessa A’zion, da série “Fam” e filha da comediante Pamela Adlon), que sofre uma agressão sexual e ao buscar justiça ocasiona rupturas na escola. O realismo da abordagem de vários temas polêmicos, como violência sexual, racismo e bullying, recebeu muitos elogios da crítica americana. Com 83% de aprovação, a série é uma rara e bem-vinda exceção na programação da plataforma, repleta de produções sobre adolescentes de mentirinha vivendo crises superficiais e romances de Sessão da Tarde. Além disso, seu elenco de jovens estreantes está cheio de revelações. Disponível na Netflix La Révolution | França | 1ª Temporada Terror de época, a série reconfigura a Revolução Francesa como uma trama de pseudos vampiros-zumbis. O protagonista é uma figura real, o médico Joseph-Ignace Guillotin (Amir El Kacem, de “Comboio Furioso”), cujo nome é associado à invenção da guilhotina, mas que na trama é responsável por descobrir o vírus estranho que infecta a aristocracia, transformando os nobres em canibais de sangue literalmente azul, após o rei Louis XVI realizar rituais profanos em busca da perpetuação eterna do Ancien Régime. A série foi criada por Aurélien Molas (“Trauma”) e tem escala épica, locações históricas, figurino caprichado e elenco numeroso, mas nenhuma intenção educativa. Disponível na Netflix Alguém Tem que Morrer | México | Temporada Única Estrelada por Carmen Maura (“Volver”), atriz espanhola de vários filmes de Pedro Almodóvar, a minissérie é ambientada nos anos 1950 e acompanha uma família tradicional e conservadora, que vive de falsas aparências. A trama envolve a volta do filho Alejandro à casa dos pais, que planejam apresentar-lhe à noiva num casamento arranjado. Entretanto, eles são surpreendidos quando o rapaz chega acompanhado por um misterioso bailarino, que causa tumulto no cotidiano da família. Carmen Maura é a matriarca da família e o elenco também destaca Alejandro Speitzer (de “Desejo Sombrio”) como o protagonista e Ester Expósito (de “Elite”) como sua noiva. Por curiosidade, os dois são um casal na vida real. Criada por Manolo Caro (o criador de “A Casa das Flores”), a atração tem apenas três episódios. Disponível na Netflix Distanciamento Social | EUA | Temporada Única Produzida pela produtora-roteirista Jenji Kohan (criadora da série “Orange is the New Black”), a comédia realizada no auge da pandemia conta histórias passadas durante a quarentena, registrando a interação do elenco com companheiros de isolamento e também por meio de videoconferências. A ideia é similar a antologia “Amor e Sorte”, da Globo, inclusive no detalhe dos casais reais (Becky Ann Baker e Dylan Baker, por exemplo), mas com mais Zoom. São oito episódios independentes com narrativas que enfatizam conversas por celular e webcam sobre temas como isolamento, solidão, tédio, amor e até o movimento Black Lives Matter (vidas negras importam). No elenco, estão alguns atores conhecidos dos fãs de séries, como Mike Colter (o “Luke Cage”), Danielle Brooks (“Orange Is the New Black”), Asante Blackk (“This Is Us”), Peter Scanavino (“Law & Order: SVU”), Guillermo Diaz (“Scandal”) e Oscar Nunez (“The Office”). Disponível na Netflix Athena | Reino Unido | 1 Temporada A série teen britânica de 2018 projetou Ella Balinska e traz a estrela do recente “As Panteras” como uma modelo que, após acabar a carreira com comentários impulsivos, decide entrar numa escola de artes visuais para virar estilista de moda e criar seus próprios vestidos. A trama acompanha sua trajetória na prestigiosa escola que batiza a atração, enquanto faz amizades com os mais diferentes estudantes. Criada por Holly Philips (“Nearly Famous”), a atração tem 26 episódios, uma vibe de “jovens artistas iniciantes” que antecipou “Katy Keene” (disponível na HBO Go) e ainda não foi renovada. Disponível na Globoplay Dando um Tempo com Bert Kreischer | EUA | 1ª Temporada O comediante Bert Kreischer convida amigos para o acompanharem em seu isolamento numa cabana no meio da floresta para cuidar da mente, do corpo e da alma. Disponível na Globoplay 4 Contra o Apocalipse | EUA | 3ª Temporada A adaptação animada dos livros de Max Brallier acompanha os quatro últimos adolescentes da Terra, que vivem numa casa de árvore enfeitada, jogam videogame, empanturram-se de doces e lutam contra zumbis, dragões e monstros variados após o apocalipse. O elenco de dubladores é liderado por Nick Wolfhard, o irmão mais velho de Finn Wolfhard (da série “Stranger Things”) e a lista de convidados inclui vozes monstruosas de Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”), Catherine O’Hara (a mãe de “Esqueceram de Mim”), Bruce Campbell (o Ash de “Evil Dead”) e Rosario Dawson (a Claire Temple de “Luke Cage”). Na nova temporada, um breve contato de rádio revela que os protagonistas não são realmente os sobreviventes finais da humanidade. Disponível na Netflix Kipo e os Animonstros | EUA | 3ª Temporada A última temporada da série pós-apocalíptica conclui a trama com 10 episódios, em que a protagonista enfrenta seu inimigo mais assustador: Dra. Emilia, que planeja eliminar as criaturas mutantes para tornar a superfície “segura” para os humanos. Mas Kipo tem uma visão otimista de que todos podem conviver. Para realizar esse sonho, ela deve se apoiar em seus amigos e assumir um papel para o qual pode não estar pronta. Produzida pela Dreamworks Animation, a série é uma criação de Radford Sechrist (desenhista de “Kung Fu Panda 2” e “Como Treinar o seu Dragão 2”) e Bill Wolkoff (roteirista de “Star Wars: Rebels” e “Once Upon a Time”) e destaca em seu elenco de vozes a atriz Karen Fukuhara (“The Boys” e “Esquadrão Suicida”) como Kipo. Disponível na Netflix One Piece | Japão | 1ª Temporada Um dos animes mais famosos de todos os tempos, a produção de 1999 baseada no mangá de Eiichiro Oda chega na Netflix remasterizada e redublada. Só a 1ª temporada tem 130 episódios, que seguem um grupo de piratas liderado por Monkey D. Luffy. O garoto pretende se tornar o Rei dos Piratas e para isso deve encontrar o lendário One Piece, um tesouro escondido capaz de torná-lo imbatível, segundo as lendas. O problema é que ele não é o único atrás da fortuna. O sucesso da série se deve à sua capacidade de alternar ação e melodrama, com temas como família, perda e perseguição de sonhos. Atualmente, já são mais de 900 episódios lançados – sem contar os longas animados – , o que faz de “One Piece” um dos animes mais longos já produzidos. Disponível na Netflix
A Divisão: Viviane Araújo viverá delegada na 4ª temporada
A série policial “A Divisão”, grande sucesso da plataforma Globoplay, teve sua 4ª temporada confirmada com a contratação de Viviane Araújo (da novela “Rock Story”) para viver uma nova delegada na trama. A notícia vem um mês após a estreia da 2ª temporada e do anúncio de produção do terceiro ano do programa. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, as próximas duas temporadas serão gravadas simultaneamente em 2021, e a atriz participará de treinamentos para as cenas de ação de sua personagem. Curiosamente, Viviane Araújo já estava escalada como delegada em outra atração da Globoplay, intitulada “Mal Secreto”, que deve começar a ser gravada ainda este ano com produção da O2. Por sua vez, a produção de “A Divisão” já tinham adiantado participações de Marcelo Serrado (“Fina Estampa”) e do cantor Nego do Borel (“Malhação”) na 3ª temporada. A elogiada série policial retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990 e é estrelada por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”). Também exibida como filme, “A Divisão” foi criada e produzida por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) – responsável pela versão cinematográfica do projeto. A partir da próxima temporada, a atração também contará com o diretor Heitor Dhalia (“Serra Pelada”).
Tainá Müller vai estrelar mais duas séries criminais em 2021
Tainá Müller está em alta. Depois da boa recepção de “Bom Dia, Verônica”, na Netflix, a atriz vai aparecer em mais duas séries policiais em 2021. A primeira já estava agendada. “Mal Secreto” só não foi gravada ainda, porque sua produção foi suspensa pela pandemia quando estavam prestes a começar. Criada por Braúlio Mantovani (roteirista de “Tropa de Elite”), a série é inspirada no trabalho do psiquiatra forense especialista em psicopatas Guido Palomba e traz Sergio Guizé (“O Homem Perfeito”) como o protagonista, que tem de investigar as motivações de um assassino em série. Na trama, Tainá viverá uma advogada criminalista. A direção é de Mauro Mendonça Filho (“Vade Retro”) e o elenco ainda inclui Viviane Araújo (“Rock Story”), Carol Duarte (“Segunda Chamada”), Maeve Jinjings (“Aquarius”) e Lee Taylor (“Paraíso Perdido”). Depois desse projeto, a atriz deverá viver outra advogada em “Atenuantes”, série de oito episódios escrita por Claudia Lage (da novela “Lado a Lado”) e dirigida por Arthur Fontes (“A Família Braz”) para o canal pago Universal. Esta produção ainda não teve maiores detalhes revelados e seu elenco está em fase de escalação. Além desses trabalhos, ela também pode estrelar a 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”, que a Netflix tende a encomendar.
Estreias online: Confira 10 séries que chegam ao streaming
Assim como na aconteceu na seleção de filmes da semana, o Halloween também chegou mais cedo para os fãs de séries, com o lançamento de boas atrações de terror. O grande destaque é “A Maldição da Mansão Bly”, do mesmo criador de “A Maldição da Residência Hill”, mas há opções de comédia musical, animação, o atual campeão de audiência da TV paga americana e até um thriller clássico para maratonar por dias sem parar – ou até o calendário mostrar que o Halloween já passou. Confira abaixo as 10 séries que movimentam o streaming neste fim de semana. A Maldição da Mansão Bly | EUA | 2ª Temporada O sucesso de “A Maldição da Residência Hill” transformou a minissérie do cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) numa antologia, que a cada temporada abordará uma história diferente de fantasmas. Quem viu “Residência Hill”, sabe que o diretor não brinca em serviço e a “Mansão By” não é diferente, arrancando 87% de aprovação da crítica americana no Rotten Tomatoes. Assim como a trama original baseou-se num clássico da literatura de terror, escrito por Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), “Mansão Bly” leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas – a mais recente é deste ano, “Os Órfãos” – , mas a adaptação amplia a premissa original com a incorporação de outras histórias de fantasmas do autor, que é um dos grandes pioneiros do gênero, alinhavadas na mesma narrativa. Flanagan também seguiu a dica de Ryan Murphy em “American Horror Story” e repetiu grande parte do elenco anterior (como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti), o que ajuda a transmitir a sensação de que se trata da mesma série. Disponível na Netflix Twilight Zone | EUA | 2ª Temporada A nova versão da série clássica de terror “Além da Imaginação” ganha novos episódios com astros famosos (Morena Baccarin, Billy Porter, Jimmi Simpson, Jurnee Smollett, etc), produção e apresentação de Jordan Peele (diretor de “Corra!” e “Nós”), e direção de jovens talentos em ascensão, entre eles Oz Perkins (“Maria e João: O Conto das Bruxas”), Christina Choe (“Nancy”), Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), J.D. Dillard (“O Mistério da Ilha”), Justin Benson e Aaron Moorhead (“O Culto”). Disponível na Amazon Zoey e Sua Playlist Fantástica | EUA | 1ª Temporada A comédia musical acompanha a personagem de Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), uma jovem inteligente, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor. O detalhe é que eles se manifestam de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Em suma, todos passam a cantar e dançar à sua volta, expressando o que realmente estão pensando. Criada por Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013), a série tem produção do cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018), e seu bom elenco ainda inclui Lauren Graham (“Gilmore Girls”), Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”), Alex Newell (“Glee”), John Clarence Stewart (“Luke Cage”), Peter Gallagher (“Covert Affairs”) e Mary Steenburgen (“The Last Man on Earth”/”O Último Cara da Terra”). Disponível na Globoplay Yellowstone | EUA | 2ª Temporada Fenômeno de audiência, “Yellowstone” superou “The Walking Dead” como a atração atual mais vista da TV paga americana. Trata-se da primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha trabalhado na TV na minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012), e também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção do programa, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Filmado em Utah e Montana, a trama acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. O elenco ainda inclui Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”) e Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”). Disponível na Paramount+ Riverdale | EUA | 4ª Temporada A temporada começa com uma homenagem ao ator Luke Perry, intérprete de Fred Andrews, que morreu subitamente em março do ano passado, e segue com um novo mistério, envolvendo a suposta morte de Jughead (Cole Sprouse) nas mãos de seus melhores amigos, Archie (K.J. Apa), Betty (Lili Reinhart) e Veronica (Camila Mendes). Com muitas reviravoltas, esta trama se resolveu antes da paralisação das filmagens devido à pandemia de coronavírus – apesar do arco mais curto, com três episódios a menos que o habitual. Disponível na Netflix Cidade dos Mortos | Rússia | 1ª Temporada Série russa de epidemia, que acompanha os esforços desesperados de pais divorciados numa Moscou semi-deserta para salvar os filhos do vírus e de uma ação militar de extermínio. Baseado no best-seller “Vongozero”, de Yana Vagner, destaca em seu elenco Viktoriya Agalakova (“A Noiva”), Viktoriya Isakova (“Anna Karenina: A História de Vronsky”), Maryana Spivak (“Sem Amor”) e Kirill Käro (“O Esgrimista”). Disponível na Netflix Private Life | Coreia do Sul | 1ª Temporada Estrelada por uma das maiores celebridades da Coreia do Sul, a cantora Seohyun (da banda feminina Girls’ Generation), a série gira em torno da vida privada de figuras públicas em uma sociedade onde há pouca privacidade. No centro da história estão três vigaristas que descobrem um esquema sinistro de vigilância coordenado pelo governo e por uma corporação gananciosa. Disponível na Netflix Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto | EUA | 2ª Temporada Os novos episódios da série animada baseada nos filmes “Velozes e Ferozes” vão se passar no cenário do quinto longa da franquia, o Rio de Janeiro, com direito às imagens inevitáveis do Corcovado, favelas, praias e… macacos. A série gira em torno de Tony Toretto, primo adolescente de Dominic Toretto (o personagem de Vin Diesel nos filmes), que é recrutado com seus amigos por uma agência federal para missões secretas. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. Disponível na Netflix The Spanish Princess | EUA | 2ª Temporada A continuação de “The Spanish Princess” estreia no domingo e vai exibir um episódio novo por semana na plataforma do canal Starz. A terceira série baseada na franquia literária “Guerra Entre Primos”, de Philippa Gregory – após “The White Queen” e “The White Princess” – , acompanha Catarina de Aragão, que se torna a primeira das seis esposas de Henrique VIII. A trama é basicamente o prólogo imediato da série “The Tudors” – e da minissérie “Wolf Hall”, entre outras – , revelando os esforços da jovem princesa espanhola Catarina para gerar um herdeiro para o trono da Inglaterra, mas em vez disso dá a luz a uma menina. É quando entra em cena Anna Bolena e o desejo do rei de se divorciar de Catarina. Sendo proibido pelo Papa, ele decide criar uma nova religião – o anglicanismo, seguido até hoje no Reino Unido. Disponível na Starz Play Prison Break | EUA | 5 Temporadas A série de ação troca a Netflix pela Globoplay enquanto os produtores discutem mais um revival. Criada por Paul Scheuring em 2005, a trama original empolgou o público americano com a história de dois irmãos injustamente aprisionados. Na trama, após o irmão-problema Lincoln (Dominic Purcell) ser incriminado por integrantes de uma conspiração, o engenheiro Michael Scofield (Wentworth Miller) decide cometer um crime para ser enviado à mesma prisão e lá usar seus conhecimentos do local para escapar com ele. Com o plano todo tatuado na pele, Scofield acaba liderando uma fuga em massa. As temporadas seguintes mostram a perseguição da justiça, nova detenção no exterior e a vingança contra os conspiradores, culminando em 2009 no reestabelecimento da inocência dos foragidos, mas também na morte do protagonista. Só que o ritmo acelerado e as reviravoltas constantes transformaram “Prison Break” num dos primeiros hits da era das maratonas da Netflix, renovando o interesse por novos episódios. A Fox se empolgou com a perspectiva e reviveu a série em 2017, retomando a história após oito anos. Para isso, precisou mostrar que Scofield não morreu. Na verdade, ele estava preso no Oriente Médio, precisando que o irmão que tirou da cadeia na 1ª temporada retornasse o favor e o salvasse em mais nove episódios. Apesar do retorno não ter repetido a provação crítica, rendeu grande audiência na TV, inclusive no Brasil. Disponível na Globoplay
Narciso em Férias é emocionante e essencial para a democracia
“Eu comecei a achar que a vida era aquilo ali. Só aquilo. E que a lembrança do apartamento, dos shows, da vida lá fora era uma espécie de sonho que eu tinha tido.” Essa é uma das falas de Caetano Veloso em “Narciso em Férias”, ao descrever o seu primeiro momento no cárcere, quando foi colocado, sem a menor explicação, em uma solitária escura. Só de pensar nisso, de ter essa sensação de deslocamento da realidade, já é aterrador. “Narciso em Férias” marca o retorno da dupla de cineastas Ricardo Calil e Renato Terra ao mundo da música popular brasileira, depois do ótimo “Uma Noite em 67” (2010). Desta vez, a opção de entrecortar as falas de Caetano Veloso com imagens de arquivo e depoimentos de outros entrevistados foi deixada de lado, e o filme fica muito mais poderoso apenas com as cenas da entrevista com o cantor, músico e compositor baiano. Há quem diga que apresentar única e exclusivamente a entrevista de uma pessoa à frente de uma câmera não é fazer cinema, mas isso é bobagem. Esquecem da grandeza de Eduardo Coutinho, mestre nesse formato. Em “Narciso em Férias”, os diretores optaram por esconder, sempre que possível, suas próprias vozes na condução da entrevista. E utilizam apenas três enquadramentos básicos: o close-up, um plano que mostra o corpo inteiro do cantor e um plano mais distante, que acentua a parede ao fundo. Tudo que ele conta já está em um capítulo do seu livro “Verdade Tropical”, justamente intitulado “Narciso em Férias”, e que agora se tornará um livro à parte, já em pré-venda. O termo foi tomado de empréstimo de um livro do romancista americano F. Scott Fitzgerald, e que também se refere ao fato de que, durante todo o período em que esteve preso, Caetano não se olhou no espelho – deu férias a seu lado narcisista, por assim dizer. Histórias narradas oralmente são a base da construção de nossa civilização e é bom ver que esse tipo de recurso ainda segue sendo incrivelmente poderoso, especialmente quando encontramos alguém que consegue nos colocar dentro da ação. Há momentos da fala de Caetano que conseguem fazer o público se sentir em seu lugar, com um detalhismo de carga dramática assombrosa. O documentário é cheio de momentos de bastante emoção, especialmente em seu terço final. O próprio Caetano Veloso parece ter se surpreendido com o próprio choro e pede para que os diretores parem a filmagem em determinado momento. E não é um momento em que ele fala de seu sofrimento, mas de quando comenta o sentimento de gratidão, que ele tem por um sargento que ficou com pena de sua situação, de ele ser o único que não podia receber a visita da esposa, e que o ajudou. E ele lamenta não ter procurado saber o nome desse homem. Sem dúvida um dos momentos mais bonitos e tocantes do documentário e que, muito provavelmente, perderia um bocado da força sem a voz e sem o olhar do cantor . Outro acerto de Calil e Terra foi o fato de trazerem canções para o documentário. Já começa com uma canção de Orlando Silva, “Súplica”, cuja importância é exposta ao longo do filme. Além disso, cada vez que “Hey Jude”, dos Beatles, tocava nos rádios – foi um grande sucesso da época, o final dos anos 1960 – trazia esperança para Caetano. Outras duas canções do próprio Caetano, inspiradas pela experiência do cárcere, também são citadas com emoção: “Irene” e “Terra”. Além de enfatizar a importância e a beleza do trabalho de um de nossos mais brilhantes músicos, “Narciso em Férias” também impacta por lembrar como os artistas brasileiros foram presos e exilados durante a ditadura militar, em um momento em que a extrema direita se apresenta como uma ameaça cada vez maior para a democracia do Brasil. E isso o torna um filme essencial.
Estreias online: 10 séries para maratonar no fim de semana
A multiplicação de opções de serviços de streaming, impulsionadas pelo mercado e pela pandemia, aumentaram as ofertas de séries online quase na mesma proporção das estreias de filmes digitais. Além das produções exclusivas da Netflix e seus rivais, os títulos que normalmente iriam para a TV paga agora também estão migrando para as plataformas, transformando as maratonas no “novo normal” das séries. Com o aumento da cobertura semanal de lançamentos, tornou-se necessário introduzir alguns ajustes. Assim como fizemos com a seção de filmes online, a partir desta edição destacaremos apenas as cinco principais novidades com comentários, complementando a lista de estreias com até mais cinco trailers de produções acima da média, de forma a totalizar no máximo 10 dicas semanais. Confira abaixo nosso novo Top 10 com as melhores séries para maratonar neste fim de semana. Bom Dia, Verônica | Brasil | 1ª Temporada A série criminal brasileira acrescenta elementos de abuso doméstico ao conhecido tema da caça ao serial killer. A Verônica do título (Tainá Müller, de “Tropa de Elite”) trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, Verônica acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado, na mesma semana em que recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Mas ao se aprofundar nessas investigações, enfrenta um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria vida. A produção também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como o marido dela, um serial killer inteligente e perigoso que leva uma vida aparentemente normal. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no livro de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também participam da produção. O próprio Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”) criou a adaptação, que conta com Ilana Casoy entre os roteiristas e tem direção do cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). Vale lembrar que os dois autores também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente à espera da reabertura dos cinemas. Disponível na Netflix Filho Pródigo | EUA | 1ª Temporada Produzida por Greg Berlanti, o produtor com mais séries no ar atualmente e em todos os tempos, “Prodigal Son” (título original) é uma espécie de “Hannibal” em versão família. A trama traz Tom Payne (o Jesus de “The Walking Dead”) como um psicólogo forense que ajuda a polícia a capturar serial killers graças à seu conhecimento íntimo sobre como eles pensam. Esta especialidade é resultado de uma experiência traumática: a descoberta, na infância, de que seu pai (Michael Sheen, de “Belas Maldições”) era um psicopata famoso, conhecido como Cirurgião. Criada por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception”, a série também aborda os demais integrantes da família do protagonista, como uma mãe manipuladora, vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). Disponível na Globoplay American Horror Story | EUA | 9 Temporadas A famosa antologia de terror criada por Ryan Murphy e Brad Falchuck chega com todos seus episódios na Globoplay, muitos deles consagrados com prêmios. Além de popularizar o formato das séries de terror que contam histórias diferentes e completas a cada temporada, a atração ainda lançou a carreira de atriz de Lady Gaga, que venceu o Globo de Ouro ao estrelar o quinto ano da produção. Seu elenco de astros também destaca Sarah Paulson, Evan Peters, Denis O’Hare, Kathy Bates, Jessica Lange, Frances Conroy, Lily Rabe, Angela Bassett, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Taissa Farmiga, Billie Lourd e muitos outros, que costumam aparecer em várias temporadas como personagens diferentes – mas às vezes também retomando papéis anteriores, uma vez que a atração acabou demonstrando, nas tramas mais recentes, que todas as suas histórias são conectadas. Disponível na Globoplay Emily em Paris | EUA | 1ª Temporada Estrelada por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), filha do cantor Phil Collins, e desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City” (além da mais recente “Younger”), “Emily em Paris” é uma comédia romântica passada num dos cenários mais tradicionais das comédias românticas: Paris. A trama acompanha Emily (Collins), uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. Disponível na Netflix How to Get Away with Murder | EUA | 6ª Temporada Os assassinatos, acontecimentos terríveis e reviravoltas da trama estrelada por Viola Davis chegam ao fim com mais mortes e reviravoltas, é claro. Um desfecho repleto de surpresas, com direito ao julgamento de Annalise Keating, a advogada vivida por Davis, que ensinou para seus alunos de Direito como cometer crimes perfeitos e sair impune. A lição final coloca em jogo sua capacidade de ser considerada inocente de tudo. Disponível na Netflix Chicago Med | EUA | 4 Temporadas Disponível na Amazon Riviera | EUA | 1ª Temporada Disponível na Globoplay Impuros | Brasil | 2ª Temporada Disponível na Globoplay Santo Forte | Brasil | 1 Temporada Disponível na Globoplay Carmen Sandiego | EUA | 3ª Temporada Disponível na Netflix












