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  • Série

    Nova série da Globo, Carcereiros chega em streaming dez meses antes da estreia na TV

    8 de junho de 2017 /

    A Globo disponibiliza nesta quinta (8/6) os 12 episódios da minissérie “Carcereiros”, protagonizada por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), para os assinantes de sua plataforma digital, numa experiência para testar o mercado de streaming. A série inédita só tem estreia prevista na televisão para o segundo trimestre de 2018, possivelmente em abril. A estratégia é inédita no Brasil. “Supermax” (2016), realizado pela mesma equipe, teve 11 de seus 12 episódios antecipados no Globo Play, mas o último foi guardado para ser exibido em primeira mão na TV. Além disso, a distância entre o lançamento em streaming e a transmissão televisiva não foi tão longa. Gravada no último trimestre de 2016, “Carcereiros” deveria ter estreado no começo deste ano, mas as rebeliões dos presídios da região Norte fizeram com que fosse adiada indefinidamente. Como a produção já estava inteiramente gravada, ela foi exibida no MIPTV 2017, festival/feira internacional de televisão, realizado em abril em Cannes, na França, onde venceu o prêmio de Melhor Série Internacional de Drama. O juri presidido por Frank Spotnitz (“Arquivo X”, “The Man in the High Castle”) elegeu a obra brasileira sobre as britânicas “Clique”, “Gap Year” e “Fearless”, a russa “The Territory”, a francesa “Missions” e a sueca “Veni Vidi Vici”. “Carcereiros” adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. A trama é centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários. Lombardi vive Adriano, alguém que tem a responsabilidade de passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Colocado diariamente diante de dilemas éticos e morais, o carcereiro vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos – humanos e psicológicos, principalmente. E também encara problemas dentro de sua própria casa. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”) e Fernando Bonassi (“Carandiru”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”). Os roteiristas e Belmonte também trabalharam juntos em “Supermax”. Nos episódios, as histórias de ficção são intercaladas com trechos de um documentário realizado por Fernando Grostein Andrade e Pedro Bial (“Jorge Mautner: O Filho do Holocausto”), no qual agentes veteranos relembram histórias reais vividas dentro de presídios. Para se ter ideia de como a abordagem é forte, no primeiro capítulo, intitulado “O Resgate”, explode uma rebelião, enquanto o agente Adriano (papel de Lombardi) é incumbido de levar um preso de um pavilhão para outro. Mas o presidiário só aceita se mudar se levar consigo sua namorada, uma travesti.

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  • Série

    Globo planeja resgatar Carga Pesada com elementos sobrenaturais

    29 de maio de 2017 /

    A rede Globo estaria planejando um revival de “Carga Pesada”, série clássica estrelada por Antônio Fagundes e Stênio Garcia. O projeto faria parte da onda de nostalgia que avança sobre a programação da emissora, após o sucesso da “Escolinha do Professor Raimundo” e as gravações do novo “Os Trapalhões”. As aventuras dos caminhoneiros Pedro (Fagundes) e Bino (Garcia) já experimentaram um revival anterior. A versão original foi exibida entre os anos de 1979 e 1981, mas os personagens voltaram numa segunda encarnação mais duradoura, entre 2003 e 2007. O detalhe é que os planos da Globo para seu famoso programa para uma terceira e última fase teria uma inovação: a presença de elementos sobrenaturais. Segundo o UOL, a intenção da emissora é reunir os dois atores sob o comando de Ricardo Waddington, diretor que já estaria avaliando o projeto. A nova versão traria Pedro como um trabalhador falido que ainda tenta lucrar com o célebre caminhão da dupla. Por outro lado, Bino tornou-se um homem rico e sua fortuna teria sido alcançada através de um pacto infernal com o próprio diabo. Após anos sem se comunicarem, os dois terão que voltar a trabalhar juntos para encontrar Sônia, filha biológica de Bino, que desapareceu misteriosamente. Se a produção for aprovada, Aguinaldo Silva assumirá o lugar anteriormente ocupado por Dias Gomes e Walcyr Carrasco na supervisão dos roteiros. Tudo dando certo, a série será relançada no ano que vem.

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  • Etc,  TV

    Claudia Alencar revela estupro durante a ditadura e 25 anos de assédio na Globo

    16 de maio de 2017 /

    A atriz Claudia Alencar fez um longo desabafo numa entrevista com o UOL, em que revelou a parte negativa de sua trajetória, com diversos abusos sofridos. Ainda pequena, ela apanhava do pai, e quando virou estudante na Escola de Comunicação e Artes da USP, a jovem aspirante a atriz foi estuprada. “Eu fazia teatro de protesto na rua, nas universidades e alguns espaços públicos (…) Fui muito violentada nos Anos de Chumbo, na Ditadura Militar. Depois disso, achava que nenhum assédio poderia mais me abalar, poderia me derrubar. Me enganei. Foram dez anos dizendo ‘não’ a diretores e produtores porque eu queria um papel bom sem barganhar uma noite de sexo”, conta a atriz. Na entrevista, ela nomeia apenas uma pessoa, mas de forma positiva. Claudia já tinha feito filmes e novelas na rede Bandeirantes quando conseguiu um papel na novela “Roda de Fogo” (1986), apoiada pelo seu professor universitário, autor da trama, Lauro César Muniz, a quem é grata. Depois disso, toda a participação em projetos da Globo passou a prever algo mais. “Fui chamada várias vezes para fazer testes e eles até começavam mesmo com as leituras de texto, mas terminavam com uma proposta de um jantar ou de um encontro em um lugar mais reservado. Cada vez que isso acontecia, eu saía arrasada, frustrada e me sentindo violentada porque eu tinha certeza que era boa atriz com condições para entrar e ficar entre as estrelas da casa”, desabafou. Interpretando papeis sensuais, Claudia conta que o assédio aumentou. “Era diretor, ator, produtor, apresentador e empresário que vinham com aquele joguinho de sedução. Tive um colega de cena que me perturbou meses e, quando um dia eu cansei do cerco e dei um fora definitivo, ele passou a me perseguir, me humilhar na frente dos outros colegas. Ninguém me defendeu. Daí eu percebi que se eu quisesse continuar trabalhando, teria que fingir que nada acontecia e foi o que eu fiz durante uns 25 anos.”, declarou a atriz. Após ver a repercussão recente de denúncias de assédio no meio artístico, ela diz não se surpreender. “Sei de muitas profissionais que passaram o pão que o diabo amassou. Acho corajoso essas meninas falarem, darem os nomes, apontarem os dedos. É heroico, é encorajador e um alerta também para os homens: atitudes machistas estão com os dias contados. Não fiz lá atrás por medo, mas apoio incondicionalmente quem faz isso agora”, finalizou Claudia. Hoje com 56 anos, ela continua fazendo filmes, como “Um Suburbano Sortudo” (2015) e o vindouro “Talvez Uma História de Amor”, e fez uma participação recente na novela “Rock Story”, ainda sexy no papel de uma “predadora”.

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  • Série

    Nova série da Globo, Carcereiros será disponibilizada por streaming seis meses antes da estreia na TV

    12 de maio de 2017 /

    A minissérie “Carcereiros”, protagonizada por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), terá seus 12 episódios disponibilizados simultaneamente para os assinantes do Globo Play, a plataforma digital da Globo, no dia 8 de junho, numa experiência para testar o mercado de streaming. Na televisão, a produção só é prevista para o primeiro trimestre de 2018, possivelmente em janeiro. Gravada no último trimestre de 2016, “Carcereiros” deveria ter estreado no começo deste ano, mas as rebeliões dos presídios da região Norte fizeram com que fosse adiada indefinidamente. Como a produção já estava inteiramente gravada, ela foi exibida no MIPTV 2017, festival/feira internacional de televisão, realizado em abril em Cannes, na França, onde venceu o prêmio de Melhor Série Internacional de Drama. O juri presidido por Frank Spotnitz (“Arquivo X”, “The Man in the High Castle”) elegeu a obra brasileira sobre as britânicas “Clique”, “Gap Year” e “Fearless”, a russa “The Territory”, a francesa “Missions” e a sueca “Veni Vidi Vici”. “Carcereiros” adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. A trama é centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários. Lombardi vive Adriano, alguém que tem a responsabilidade de passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Colocado diariamente diante de dilemas éticos e morais, o carcereiro vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos – humanos e psicológicos, principalmente. E também encara problemas dentro de sua própria casa. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino e Fernando Bonassi (ambos de “Supermax”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”).

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  • Série

    Mumuzinho compartilha primeira foto dos novos Trapalhões

    11 de maio de 2017 /

    Mumuzinho compartilhou em seu Instagram a primeira foto que reúne o elenco dos novos “Trapalhões”. Os atores que estarão no remake posaram para o clique ao se encontrem em um workshop preparatório para as gravações. A foto reúne Lucas Veloso (novela “Velho Chico”), Bruno Gissoni (novela “Babilônia”), Gui Santana (ex-“Pânico”), Mumuzinho (“Esquenta!”) e o cantor Nego do Borel – que vão interpretar personagens inspirados em Didi, Dedé, Zacarias, Mussum e Tião Macalé, respectivamente. Para evitar confusão, Lucas e Bruno serão Didico e Dedeco, uma vez que Renato Aragão e Dedé Santana, o Didi e o Dedé originais, também vão marcar presença nos novos episódios, como tios dos jovens. A Globo ainda não anunciou a data de estreia do programa, que tem direção de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”), mas a expectativa é que entre no ar no segundo semestre deste ano. Mais um dia de workshop com essas feras. #remake #ostrapalhoes Uma publicação compartilhada por Mumuzinho (@mumuzinhoc) em Mai 11, 2017 às 7:53 PDT

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Nelson Xavier (1941 – 2017)

    10 de maio de 2017 /

    Grande ator brasileiro, Nelson Xavier morreu na madrugada desta quarta-feira (10/5) aos 75 anos, em Uberlândia, Minas Gerais. Ele vinha fazendo tratamento de um câncer em uma clínica na cidade e faleceu após o agravamento de uma doença pulmonar. Na ocasião do falecimento, estava acompanhado por amigos e familiares. Nelson Agostini Xavier nasceu em São Paulo, em 30 de agosto de 1941. Em mais de cinco décadas de carreira, marcou época na TV e no cinema, especialmente nos papéis de Lampião e Chico Xavier – que lhe renderam experiências quase transcendentais, conforme costumava dizer. Mas a carreira começou no teatro, ainda nos anos 1950. Ele participou do Teatro de Arena, um dos mais importantes grupos de artes cênicas de seu tempo, atuando em peças históricas, como “Eles Não Usam Black-Tie” (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, “Chapetuba Futebol Clube” (1959), de Oduvaldo Vianna Filho, “Gente como a Gente” (1959), de Roberto Freire, e “Julgamento em Novo Sol” (1962), de Augusto Boal. Com o golpe militar de 1964, a ditadura passou a censurar o tipo de teatro político que ele desenvolvia. Isto o levou a buscar outras vias de expressão. Ao começar a fazer TV, chegou a acreditar que sua timidez não lhe permitiria sucesso. “Eu tive muita dificuldade em começar a fazer televisão. As máquinas eram enormes, eu tinha pavor, até tremia”, ele contou ao site Memória Globo. Sua primeira participação na Globo foi como o personagem Zorba, na novela “Sangue e Areia” (1967), de Janete Clair. Ao mesmo tempo, desenvolveu uma carreira prolífica no cinema. Fez mais de 20 filmes até o fim da ditadura, no começo dos anos 1980, entre eles os clássicos “Os Fuzis” (1964), de Ruy Guerra, “A Falecida” (1965), de Leon Hirszman, “O ABC do Amor” (1967), de Eduardo Coutinho, Rodolfo Kuhn e Helvio Soto, “É Simonal” (1970) e “A Culpa” (1972), de Domingos de Oliveira, “Vai Trabalhar Vagabundo” (1973), de Hugo Carvana, o blockbuster “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Bruno Barreto, “A Queda” (1978), que co-escreveu e co-dirigiu com Ruy Guerra, vencendo um Urso de Prata no Festival de Berlim, e a versão cinematográfica de “Eles Não Usam Black-Tie” (1981). Nessa época, também foi jornalista. Com o diretor Eduardo Coutinho, trabalhou como revisor na revista Visão, onde passou a colaborar também como crítico de cinema e teatro. Seis anos após estrear na TV, conseguiu seu primeiro grande papel, em “João da Silva” (1973). Mas foi apenas em 1982 que sua carreira televisiva decolou, ao estrelar a primeira minissérie da Globo, “Lampião e Maria Bonita”, dirigida por Paulo Afonso Grisolli e baseada nos últimos seis meses de vida do mais lendário criminoso da história do Brasil, Virgulino Ferreira da Silva, e seu grande amor trágico. A adaptação reimaginava Lampião e Maria Bonita como Bonnie e Clyde tropicais. O desempenho brilhante o consagrou como o melhor intérprete do líder do cangaço já visto em qualquer tela, a figura definitiva de um personagem icônico, a ponto de levar o personagem ao cinema, estrelando logo em seguida a comédia “O Cangaceiro Trapalhão” (1983) com os Trapalhões. Nelson também participou das minisséries “Tenda dos Milagres” (1985) e “O Pagador de Promessas” (1988), textos famosos que já tinham sido levados ao cinema. E fez diversas novelas, entre elas “Sol de Verão” (1982), “Voltei pra Você” (1983), “Riacho Doce” (1990), “Pedra sobre Pedra” (1992), “Renascer” (1993), “Irmãos Coragem” (1995), “Anjo Mau” (1997), “Senhora do Destino” (2004) e “Babilônia” (2015). Seu prestígio o levou a trabalhar em produções de Hollywood, integrando os elencos de “Luar Sobre Parador” (1988), de Paul Mazursky, comédia sobre uma republiqueta de bananas, estrelada por Sonia Braga, Richard Dreyfuss e Raul Julia, e “Brincando nos Campos do Senhor” (1991), de Hector Babenco, drama passado na Amazônia, com Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah e Kathy Bates. Apesar da visibilidade conseguida na TV, as novelas invariavelmente o escalavam para viver coadjuvantes, ainda que marcantes. Por isso, nunca negligenciou o cinema, construindo uma filmografia eclética, que não parou de acrescentar filmes importantes, como “Lamarca” (1994), “O Testamento do Senhor Napumoceno” (1997), “Narradores de Javé” (2003) e “Sonhos Roubados” (2009). Na tela grande, alternou seus coadjuvantes com papéis de protagonista, que lhe renderam muitos prêmios e reconhecimento da crítica. Quando muitos já considerariam a aposentadoria, Nelson atingiu novos picos de popularidade ao estrelar “Chico Xavier” (2010), cinebiografia do médium mineiro dirigida por Daniel Filho. Fenômeno de bilheteria, o longa acabou se tornando o mais importante de sua carreira. “Finalmente fiz o meu maior papel. Fui invadido por uma onda de amor tão forte, tão intensa, que levava às lágrimas”, afirmou à imprensa na época do lançamento do filme. “Nenhum dos personagens que fiz mudou minha vida. O Chico fez uma revolução”. Assim como acontecera com Lampião, três décadas antes, o ator se tornou tão identificado com o papel que o retomou em outro filme, “As Mães de Chico Xavier” (2011). O reconhecimento da comunidade espírita lhe rendeu ainda participação em “O Filme dos Espíritos” (2011), enquanto a Globo tratou de escalá-lo como um guru na novela “Joia Rara” (2013). Muito ativo no fim da vida, Nelson voltou a trabalhar com um diretor estrangeiro em “Trash: A Esperança Vem do Lixo” (2014), filmado no Rio pelo inglês Stephen Daldry, e estrelou “A Despedida” (2014), de Marcelo Galvão, como amante de Juliana Paes. O desempenho dramático deste filme lhe rendeu o troféu de Melhor Ator no Festival de Gramado, além de prêmios internacionais. Ele ainda fez “A Floresta Que Se Move” (2015), o papel-título de “Rondon, o Desbravador” (2016) e “Comeback”, que estreia dia 25 nos cinemas brasileiros. Em seu último papel, viveu um matador que não consegue se aposentar. O nome do personagem é Amador. Mas Nelson foi um profissional como poucos. Tanto que foi premiado pelo desempenho derradeiro: Melhor Ator no Festival do Rio do ano passado. Melhor Ator até o último trabalho. O ator deixa a mulher, a também atriz Via Negromonte, e quatro filhos. Em seu Facebook, a filha Tereza fez a melhor definição da passagem do pai. “Ele virou um planeta. Estrela ele já era. Fez tudo o que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre”.

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  • Filme,  TV

    Documentário americano acusa biólogo Richard Rasmussen e a Globo de falsificar denúncia de matança de botos

    9 de maio de 2017 /

    O documentário americano “A River Below”, feito por Mark Grieco e exibido no recente Festival de Tribeca, em Nova York, está acusando o biólogo e apresentador brasileiro Richard Rasmussen, bem como a rede Globo, de forjar uma denúncia de matança de botos cor-de-rosas para exibi-la no “Fantástico”. A reportagem causou impacto e resultou em mudança nas leis de proteção ambientais, relativas à pesca na região da Amazônia. A reportagem exibida em julho de 2014 mostrava imagens de pescadores matando um boto cor-de-rosa para usar sua carne como isca para a pesca de piracatingas, um peixe da região amazônica. Depois de ser cortada, descobre-se que a fêmea morta estava esperando um filhote, e o feto também vira isca. Segundo a denúncia do Fantástico, os animais estavam sendo assassinados “aos milhares”. Depois da repercussão da reportagem, a pesca de piracatinga foi proibida para evitar a morte de mais botos. O documentário alega que foi tudo combinado entre Rasmussen e os pescadores, que nem seriam da região. O filme ainda acusa a mudança na lei de prejudicar a economia do interior amazônico. O diretor americano conta que, quando chegou a mesma vila da reportagem, para desenvolver um filme sobre os botos cor-de-rosa, foi informado pelos habitantes locais que o biólogo teria pago R$ 100 aos pescadores que aparecem no vídeo para matar o animal e gravar a cena. Grieco registrou a acusação e resolveu mudar o foco de seu filme, sugerindo que o apresentador brasileiro teria feito isso para conseguir imagens chocantes capazes de pressionar o governo. Em sua página no Facebook, Rasmussen negou com veemência qualquer fraude na captura das imagens. “A denúncia da matança de botos vermelhos foi necessária para barrar a caça ilegal desses bichos”, afirmou o apresentador que narrou o processo de como descobriu o uso de botos na pesca de piracatinga na região do Solimões e seus afluentes. “Sabíamos que as imagens da matança dos botos seriam importantes. Mas como conseguir uma imagem destas? O crime ocorre no meio da Amazônia em locais ermos, onde as comunidades se protegem e vivem da pesca da piracatinga. Em locais onde não há fiscalização.” Ele então narra como conseguiu conquistar a confiança de uma comunidade que o ajudou no processo das filmagens. “Um cinegrafista que trabalha em minha equipe há mais de 14 anos gravou os pescadores arpoando dois animais e eu fotografei. Foi, definitivamente, um dos trabalhos mais complicados para nós. As imagens, com a devida proteção das pessoas envolvidas, foram entregues à AMPA [que atua na proteção de mamíferos aquáticos da Amazônia], que se tornou detentora legal dos filmes.” Rasmussen ainda conta que foi procurado pelo produtor do filme americano, exibido recentemente no Festival de Tribeca, que também se infiltrou na mesma comunidade onde as cenas exibidas pelo Fantástico foram gravadas. “Colaboramos [com eles] até o fim, mesmo depois de terem omitido suas reais intenções.” Leia abaixo o relato completo do biólogo. A Globo também emitiu um comunicado em que afirma não poder comentar uma acusação que desconhece, pois o documentário não está disponível no Brasil, mas afirma ter se certificado de que não havia irregularidade nas imagens antes da exibição da reportagem. Ou seja, não era uma montagem e não parecia nada ensaiado. Confira abaixo o comunicado da emissora: “A TV Globo não foi procurada pelos autores do documentário e não teve acesso a ele. Como em toda a reportagem que coloca no ar, a Globo sabia quem era o responsável pelas imagens e tomou providências para checar a veracidade das informações. O material foi cedido pela AMPA – Mamíferos Aquáticos da Amazônia, e na gravação bruta, com o áudio ambiente, não havia nada que sugerisse qualquer irregularidade ou método ilícito na captação de imagens. Toda a estrutura em volta da captação e o comportamento dos pescadores mostravam que essa, para eles, era uma prática frequente, que desempenhavam com desenvoltura. Tanto a AMPA quanto o Instituto de Pesquisas da Amazônia viram as imagens e as validaram como legítimas. Tivemos o cuidado ainda de submetê-las ao Ministério Público Federal no Amazonas e fundamentar a reportagem em pesquisas do Instituto de Pesquisas da Amazônia, da UFRJ e da UERJ, que comprovaram, em amostras compradas nos mercados, que havia carne de boto rosa nas vísceras de piracatinga, peixe nocivo à saúde humana por conter altos níveis de metais pesados. Autoridades da preservação já indicavam, na época, que a população de botos estava diminuindo em 10% ao ano por causa da pesca da piracatinga. Para a TV Globo, a correção na apuração jornalística jamais é colocada em risco seja qual for a causa em jogo.” Nota de esclarecimento Estou em viagem captando mais uma série de televisão, com foco na conservação do meio ambiente… Publicado por Richard Rasmussen em Segunda, 8 de maio de 2017

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  • Etc

    Figurinista que denunciou José Mayer diz que agora é assediada por boatos e pede respeito

    5 de maio de 2017 /

    Susllem Tonani, ex-figurinista da Rede Globo que sofreu assédio de José Mayer, publicou um novo texto no blog #AgoraÉQueSãoElas, do jornal Folha de S.Paulo, nesta sexta-feira (5/5), para acabar com os inúmeros boatos sobre sua vida pessoal, que surgiram após sua denúncia de assédio sexual contra o veterano galã de novelas. “Eu fui vítima de assédio sexual. E agora estou sendo vítima novamente. Das especulações que colocam dúvidas sobre a minha dor. E me fazem revivê-la”, declarou. Ela começa o texto desmentindo a fofoca de que já foi amante do ator, espalhada de forma irresponsável por um fofoqueiro profissional, revela que não fez acordo com ninguém, não recebeu dinheiro, não foi demitida da Globo, apenas terminou o trabalho ao chegar ao fim do contrato, e explica que não prestou queixa crime por já estar satisfeita, mas, como está sendo criticada pela decisão, pede que a deixem seguir a vida em paz. “Estimulo sim, todas as mulheres a levarem seus casos às autoridades, demandarem a devida atenção e buscarem a aplicação da lei. Mas acredito que obtive a justiça que queria e me sinto contemplada”, afirmou. “Senti que tive a justiça que desejava. Pouco creio que a punição criminal para o meu caso tenha alcance maior que já tivemos”, escreveu, referindo-se ao pedido de desculpas da Rede Globo e à carta de confissão de José Mayer, “ambos lidos no Jornal Nacional”. A figurinista argumenta que alcançou o objetivo desejado de “sair da invisibilidade, romper o silenciamento imposto, transcender este lugar de vítima que me era insuportável”. Em relação ao silêncio que manteve após o seu relato, ela declarou ter optado por ficar reservada. “Por que incomodou tanto o meu silêncio pós-relato? Talvez porque eu não tenha cumprido o papel da oportunista exibicionista que o patriarcado esperava. Talvez porque não tenha sido a liderança, o exemplo que queriam que eu fosse. Desculpe desapontar estas e estes”, afirmou. “Quantas vezes terei de pedir para respeitarem o meu não? O silêncio. É o que eu quero. Não o silenciamento coercitivo. O silêncio que eu escolho. A minha vida de volta”, declarou. Ela ainda faz uma balanço das mudanças que sua denúncia causou para se declarar “vitoriosa” com o fim de uma batalha. “Empresas começaram a repensar os protocolos nos casos de assédio. Homens descobriram que o mundo mudou. Falamos de assédio em espaços de poder antes impermeáveis a este debate”. E, ao fim do texto, pede que respeitem sua decisão de sair dos holofotes. “Reservo a mim o direito de encerrar esse assunto. Chego ao final da minha jornada. Estou no limite da minha capacidade emocional de seguir na linha de frente dessa luta. Peço que respeitem os meus limites, violados anteriormente, quando tudo isso começou. Outras podem assumir a frente dessa luta. E eu me comprometo a sempre apoiá-las, assim como fui apoiada por tantas”, diz.

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  • Série

    Roteirista de Tropa de Elite cria série sobre crimes bizarros

    4 de maio de 2017 /

    A Globo aprovou a produção de uma série sobre um psiquiatra forense que investiga crimes bizarros. Intitulada “Mal Secreto”, a série foi criada por Bráulio Mantovani, roteirista dos melhores filmes sobre crime feitos no Brasil, “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite” (2007). Segundo informações da colunista Mônica Bergamo do jornal Folha de S. Paulo, o projeto é um dos primeiros trabalhos que saíram da Casa dos Roteiristas – núcleo que a Globo criou para subir o nível dos roteiros da emissora. Ainda não há informações sobre elenco, direção e previsão de estreia.

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  • TV

    Guerra declarada: Globo e Band fazem pressão contra SBT, Record e RedeTV! na TV paga

    2 de maio de 2017 /

    As negociações da Simba, joint-venture que representa SBT, Record e RedeTV!, com as operadoras de TV paga estariam sendo “sabotadas” pela Globo e pela Band. A coluna de Ricardo Feltrin no UOL apurou que as rivais ameaçam também exigir pagamento maior se as operadoras cederem aos argumentos das três redes. Desde o final de março, as três emissoras abertas cortaram seus sinais na Grande São Paulo das maiores operadoras, Net e Sky, querendo ser remuneradas por seus sinais digitais, que até o dia 29 de março eram distribuídos gratuitamente. Imaginavam que assim pressionariam as operadoras a ceder. Mas quem perdeu público foram os próprios canais abertos. E as negociações se provaram mais duras que a Simba imaginava. Como se não bastasse, emissários da Globo e da Band, que são remuneradas pelas operadoras por seus canais abertos e também fechados, fizeram chegar às operadoras o seguinte alerta: se elas aceitarem pagar qualquer coisa aos canais da Simba, também deverão se preparar para uma “readequação” de seus contratos atuais. A Band chegou a proclamar em editorial que os canais da Simba não têm direito a nenhuma remuneração, já que não apresentam um cardápio de canais de TV paga como ela própria, que produz o Arte 1, o BandSports e o BandNews. Já a Globo tem um argumento bem mais forte contra as operadoras. Segundo Feltrin, apesar de ser um dos canais mais bem-sucedidos dos últimos anos, o Viva (Globosat) não é remunerado pelas operadoras. O Viva tem gastos (direitos conexos e autorais, entre outros) e entrou no cardápio da TV por assinatura em 2010. Mas ele não garantiu nenhum pagamento extra em relação ao contrato que já havia em vigor entre as operadoras e a Globosat. Ou seja, se por acaso a Simba criar um novo canal pago só com antigas atrações de SBT e da Record – o que já foi proposto – e as operadoras aceitarem pagar por isso, a Globosat também vai exigir um pagamento extra pelo Viva. Ou seja, uma negociação que já estava difícil se tornou ainda mais complicada.

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  • Etc,  TV

    Figurinista da Globo resolve não fazer queixa criminal contra José Mayer por assédio

    27 de abril de 2017 /

    A figurinista Susllem Tonani não quer levar adiante o inquérito contra José Mayer, após acusar o ator de assédio sexual nos bastidores da novela “A Lei do Amor”. Ela esteve na Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro na quarta (26/4) e pediu para que as investigações não continuassem. A figurinista recebeu três convites para ir de forma espontânea à 32ª Delegacia Policial, no Rio. Como não compareceu, foi intimada para abertura de um inquérito policial, já que a denúncia foi pública. O delegado Rodolfo Waldeck, que seria responsável pela investigação, confirmou que o caso será encerrado, pois não houve uma representação da vítima. “Ela tinha esse direito de não levar a diante essa acusação. Não quis fazer uma representação, não quis dar prosseguimento ao inquérito policial e aí não temos um crime. As investigações serão encerradas”, disse ao portal UOL. Susllem Tonani, de 28 anos, fez a denúncia em um texto publicado num blog do jornal Folha de S. Paulo, no final de março. Ela relatou vários episódios em que foi vítima de comportamento inadequado do ator – em um deles, em fevereiro deste ano, Mayer teria colocado a mão esquerda na genitália dela. Em carta aberta, José Mayer, de 67 anos, admitiu “ter passado dos limites”. A revelação do assédio mobilizou atrizes e funcionárias da emissora e, após apurar o caso, a rede Globo tomou a decisão de suspender o ator por tempo indeterminado. O caso teve repercussão internacional, rendendo artigo até no jornal The New York Times.

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  • Filme

    Sergio Mallandro é vidente picareta em cena do filme Ninguém Entra, Ninguém Sai

    25 de abril de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou um vídeo do besteirol “Ninguém Entra, Ninguém Sai” centrado no personagem de Sergio Mallandro (“Muita Calma Nessa Hora”), um vidente picareta. A prévia traz comentários de bastidores e uma cena em que o personagem chacoalha as mãos, desdenha e apresenta a conta para a personagem de Mariana Santos (“É Fada!”). Apesar do vídeo, a maior parte da trama acontece num motel, durante um cerco policial que surpreende vários casais. Eles não podem sair do local, enquanto curiosos e a imprensa armam o circo. A história adapta uma crônica de Luis Fernando Veríssimo e marca a estreia de Hsu Chien na direção de longas. Taiwanês radicado no Brasil, ele foi assistente de direção de mais de 60 filmes, entre eles o americano “Turistas” (2006), o épico “Chatô, o Rei do Brasil” e diversos blockbusters do gênero besteirol, como “De Pernas pro Ar” (2010), “Minha Mãe é uma Peça: O Filme” (2013) e “Meu Passado Me Condena: O Filme” (2013). O elenco junta um monte de coadjuvantes do Multishow, do Porta dos Fundos e do “Zorra”, da Globo, além de Danielle Winits (“Até que a Sorte nos Separe”), uma irreconhecível Guta Stresser (a ex-Bebel de “A Grande Família”) e André Mattos (de “Tropa de Elite”). O lançamento está marcado para 4 de maio.

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  • Série

    Novos Trapalhões serão Didico e Dedeco

    21 de abril de 2017 /

    O remake de “Os Trapalhões” vai trazer os personagens Didico e Dedeco, apurou a coluna de Flávio Ricco no UOL. Isto porque Renato Aragão e Dedé Santana também participarão do programa como Didi e Dedé, os originais. Eles serão os tios dos novos personagens. Didico será interpretado por Lucas Veloso (novela “Velho Chico”), mas houve uma mudança de última hora no papel de Dedeco. O ator Armando Babaioff (novela “A Lei do Amor”) deixou o elenco por não conseguir conciliar seus outros compromissos com a agenda de gravações do programa e foi substituído por Bruno Gissoni (novela “Babilônia”). O elenco ainda inclui Guilherme Santana (ex-“Pânico”) como Zacarias, Mumuzinho (“Esquenta!”) interpretando Mussum e o cantor Nego do Borel como uma versão de Tião Macalé – do bordão “Nojento”. As gravações estão previstas para começar na próxima semana, com direção de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”).

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