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  • Etc,  Filme

    Academia volta atrás e todas as categorias serão premiadas ao vivo no Oscar 2019

    15 de fevereiro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos voltou atrás na sua decisão de tirar a premiação de quatro categorias da transmissão ao vivo do Oscar 2019. A pressão de diversos astros e cineastas contra a iniciativa, que jogaria para os intervalos comerciais a entrega de troféus aos vencedores das categorias de Direção de Fotografia, Edição, Curta-Metragem e Maquiagem e Cabelo, fez com que a iniciativa fosse revista. Em breve comunicado, a Academia disse que “ouviu as opiniões de seus membros sobre a apresentação do Oscar” e que “todos os prêmios serão apresentados ao vivo, sem edições, em nosso formato tradicional”. A polêmica foi consequência de um acordo entre a Academia e a rede americana ABC, que detém os direitos de exibição do Oscar nos Estados Unidos. Com o objetivo de diminuir a longa duração do evento para três horas, a Academia se comprometeu a realizar algumas mudanças na premiação. Assim, no começo desta semana, foi anunciado que quatro categorias seriam excluídas da transmissão ao vivo, passando a receber seus prêmios durante os intervalos comerciais. A reação do Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC) foi de repúdio imediato à iniciativa, o que deu início a protestos entre cineastas nas redes sociais e culminou numa carta aberta endereçada ao presidente da Academia, John Bailey – que ironicamente é diretor de fotografia. Vários astros, cineastas e profissionais de destaque da indústria cinematográfica assinaram o documento, que continuava a ganhar adesões nas últimas horas. Entre os signatários do protesto, estavam vários candidatos ao Oscar 2019. Ao todo, 200 cinematógrafos, 75 diretores, incluindo Martin Scorsese, Alfonso Cuarón, Quentin Tarantino, Guillermo del Toro e Spike Lee, 80 atores, entre eles Bradley Copper, Glenn Close, Brad Pitt, George Clooney, Robert De Niro, Sandra Bullock e Emma Stone, bem como dezenas de produtores, editores, figurinistas, supervisores de VFX, etc, uniram-se contra a forma como a cerimônia estava sendo produzida. Alfonso Cuarón, que é favorito a vencer o Oscar de Melhor Direção de Fotografia por seu trabalho em “Roma”, escreveu nas redes sociais: “Na história do CINEMA, obras-primas existiram sem som, sem cor, sem roteiro, sem atores e sem música. Mas nunca nenhum filme existiu sem CINEMAtografia e sem edição”. Guillermo del Toro complementou a observação do conterrâneo. “Direção de Fotografia e Edição são o coração de nosso ofício. Eles não foram herdados de uma tradição teatral ou de uma tradição literária: eles são o próprio cinema”, tuitou o cineasta. No ano passado, a transmissão do Oscar durou mais de 3 horas e meia, e teve a pior audiência já registrada pelo evento na TV americana. O Oscar 2019 vai acontecer em 24 de fevereiro, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Filme

    George Clooney, Brad Pitt, Robert De Niro e outros astros se juntam ao protesto contra o Oscar 2019

    14 de fevereiro de 2019 /

    Novos cineastas e grandes astros de Hollywood juntaram-se ao protesto contra o Oscar 2019, motivado pela decisão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos de tirar da transmissão ao vivo a premiação de Direção de Fotografia. Uma carta aberta publicada no começo desta quinta (14/2) ganhou as adesões dos diretores Alfonso Cuaron (“Roma”), Christopher Nolan (“Dunkirk”), Michael Mann (“Inimigos Públicos”), Alejandro G. Inarritu (“O Regresso”) e Guillermo del Toro (“A Forma da Hora”), bem como dos atores George Clooney (“Gravidade”), Brad Pitt (“Guerra Mundial Z”), Robert De Niro (“Joy”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Peter Dinklage (“Game of Thrones”) e Kerry Washington (“Scandal”). Eles juntaram suas assinaturas ao documento que chamou a decisão da Academia de “insulto” e foi originado por vencedores do Oscar, como Damien Chazelle (“La La Land”), Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) e Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”), além de Spike Lee, que concorre neste ano por “Infiltrado na Klan”. A polêmica se deve a um acordo entre a Academia e a rede americana ABC, que detém os direitos de exibição do Oscar nos Estados Unidos. Com o objetivo de diminuir a longa duração do evento para três horas, a Academia se comprometeu a realizar algumas mudanças no formato da premiação. No começo desta semana, foi anunciado que quatro categorias (Melhor Fotografia, Edição, Curta-metragem e Maquiagem e Cabelo) seriam excluídas da transmissão ao vivo, passando a receber seus prêmios durante os intervalos comerciais. A reação do Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC) foi de repúdio imediato à iniciativa, o que deu início a protestos entre cineastas nas redes sociais e culminou na atual carta aberta endereçada ao presidente da Academia, John Bailey – que ironicamente é diretor de fotografia. No documento, cineastas, cinematógrafos e astros pedem para Bailey reverter a decisão. “A resposta vocal de nossos pares e a reação imediata dos líderes da indústria sobre a decisão da Academia deixa claro que não é tarde demais para ter essa decisão revertida”, diz o texto, que continua a receber assinaturas. A Academia rebateu as críticas com um comunicado, em que “assegura a todos que nenhuma categoria será apresentada de uma forma que a coloque como menos importante do que qualquer outra”, frisando que os discursos dos vencedores dos quatro Oscar concedidos durante os comerciais irão ao ar, de forma editada, em outro momento da cerimônia. Segundo a instituição, os próprios membros da Academia que trabalham nas áreas afetadas voluntariaram suas categorias como as primeiras a serem apresentadas durante os comerciais. Nos próximos anos, outras categorias participarão do rodízio, recebendo seus prêmios durante os comerciais, para agilizar a transmissão. “Os produtores da nossa cerimônia consideraram tanto a tradição do Oscar quanto a nossa audiência global. Nós acreditamos sinceramente que o show será do agrado de todos, e estamos ansiosos para celebrar um grande ano de cinema com todos os membros da Academia e com o resto do mundo”, finalizou a declaração oficial sobre o assunto.

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  • Série

    Catch-22: Minissérie de George Clooney ganha primeiro trailer

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer da minissérie “Catch-22”, produzida, dirigida e estrelada por George Clooney. A prévia mostra o clima maníaco da trama, que se passa num acampamento militar em tempo de guerra. O papel de Clooney é pequeno, ainda que permita ao ator chamar atenção com tiques exagerados. A produção marca seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999, mas seu maior envolvimento se dá atrás das câmeras. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. O elenco também destaca Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista. A estreia vai acontecer em 17 de maio.

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  • Série

    Catch-22: Minissérie produzida, dirigida e estrelada por George Clooney ganha primeiras fotos

    20 de dezembro de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou as primeiras fotos da minissérie “Catch-22”, produzida, dirigida e estrelada por George Clooney. As imagens destacam o elenco em trajes militares. Clooney tem um papel pequeno para se concentrar nos outros aspectos de seu trabalho na obra. De todo modo, a produção marca seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. O elenco também destaca Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista. A data de estreia ainda não foi divulgada.

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  • Etc

    Atriz da série Plantão Médico é baleada e morta pela polícia de Los Angeles

    31 de agosto de 2018 /

    A atriz Vanessa Marquez, que foi conhecida por interpretar a enfermeira Wendy Goldman na série “Plantão Médico” (E.R.), morreu na quinta-feira (30/8) baleada pela polícia de Los Angeles em sua própria casa. Há relatos conflitantes sobre o que teria acontecido, mas, segundo apurou o site The Hollywood Reporter junto às autoridades, oficiais do Departamento de Polícia de Pasadena responderam a um chamado do proprietário do apartamento em que Marquez morava, por volta do meio-dia, para realizar uma verificação de bem-estar. Quando os policiais chegaram ao local, Marquez estava tendo convulsões e um pedido por pessoal médico adicional foi enviado. Mas a partir daí ela teria se recusado a cooperar e, segundo a polícia, parecia estar sofrendo de problemas psicológicos. Um médico da Saúde Mental do Condado de Los Angeles também foi despachado para o local. A polícia e o médico conversaram com Marquez por cerca de 90 minutos, quando ela supostamente pegou uma arma e apontou para os policiais. Em resposta à esta ação, foi baleada e morta. As autoridades afirmam que apenas mais tarde descobriram que o revólver era uma arma de brinquedo. Esta narrativa dos fatos é a versão oficial da polícia. Vanessa Marquez tinha 49 anos e participou das três primeiras temporadas de “Plantão Médico”, entre 1994 e 1997. Durante o início do movimento #MeToo, em outubro do ano passado, ela acusou o ator Eriq La Salle de assediá-la no set da série e o astro George Clooney de causar sua demissão após vê-la reclamando de comentários racistas e machistas da equipe. O ator respondeu às acusações dizendo que não se lembrava do ocorrido. Antes de despontar em “Plantão Médico”, Marquez apareceu em episódios de “Seinfeld”, “Melrose” e “O Homem da Máfia”, além de filmes do período, como “O Preço do Desafio” (1988), “Marcados Pelo Sangue” (1993) e “Maniac Cop 3: O Distintivo do Silêncio” (1993). Natural de Los Angeles, a atriz teve dificuldades de seguir a carreira após sair da série médica. Ela alegava que Clooney a tinha colocado na lista negra dos produtores de Hollywood. Desde então, ela só conseguiu seis papéis, dois deles em curtas. Seu último trabalho relevante foi o drama indie “Shift”, lançado em 2013.

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  • Etc

    Vídeo mostra momento do acidente de scooter de George Clooney

    13 de julho de 2018 /

    Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento do acidente de scooter de George Clooney na ilha da Sardenha, na Itália. O vídeo, divulgado pelo jornal italiano Corriere della Sera, mostra o ator colidindo de frente com uma caminhonete que para na contra-mão. Ele é jogado para cima e acaba caindo no chão, bem longe de seu veículo. Clooney, de 57 anos, havia acabado de deixar seu hotel em sua scooter para ir ao set de gravações da minissérie “Catch 22”. Especula-se que o ator estivesse dirigindo a uma velocidade de 95 Km/h no instante do choque. Ele chegou a ser internado em um hospital local, mas já teve alta. “Segundo a polícia, às 8h da manhã, George Clooney estava andando em sua scooter na rodovia em direção à Olbia. O carro não respeitou a faixa e bateu nele. O motorista do carro chamou uma ambulância. A ressonância deu negativa e ele não teve lesões sérias”, informou a NBC News. Além de atuar, Clooney produz e estrela “Catch-22”, adaptação do famoso romance “Ardil-22” (1961) de Joseph Heller, que acompanha alguns pilotos americanos na ilha de Pianosa (Itália) durante a 2ª Guerra Mundial. Já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols, a nova versão do clássico pacifista foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). O elenco também inclui Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista.

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  • Etc

    George Clooney sofre acidente de trânsito na Itália

    10 de julho de 2018 /

    O ator George Clooney passou por um susto na Itália, onde está gravando cenas para a minissérie “Catch-22” da HBO. De acordo com a imprensa italiana, ele sofreu um acidente ao ir para o set, envolvendo a colisão de sua scooter com um carro. Apesar de ter sido levado ao hospital, não houve lesões sérias. O canal pago americano NBC News informou nesta terça-feira (10/7) que Clooney foi liberado após passar por exames de rotina e por uma ressonância magnética. O acidente aconteceu em um intervalo da gravação da minissérie na Sardenha. “Segundo a polícia, às 8h da manhã, George Clooney estava andando em sua scooter na rodovia em direção à Olbia. O carro não respeitou a faixa e bateu nele. O motorista do carro chamou uma ambulância. A ressonância deu negativa e ele não teve lesões sérias”, informou a NBC News. Clooney relatou um impacto na pélvis e hematomas no joelho e no braço, segundo o jornal italiano La Nuova Sardenha e a agência de notícias EFE. Além de atuar, Clooney produz e estrela “Catch-22”, adaptação do famoso romance “Ardil-22” (1961) de Joseph Heller, que acompanha alguns pilotos americanos na ilha de Pianosa (Itália) durante a 2ª Guerra Mundial. Já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols, a nova versão do clássico pacifista foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). A trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. O elenco também inclui Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista.

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  • Série

    Kirsten Dunst vai estrelar série de comédia do YouTube produzida por George Clooney

    27 de junho de 2018 /

    A atriz Kirsten Dunst vai estrelar uma nova série, após brilhar em “Fargo”. Ela será a protagonista de “On Becoming a God in Central Florida”, comédia de humor negro encomendada pelo YouTube Premium (até recentemente conhecido como YouTube Red) e que tem produção de George Clooney (“Caçadores de Obras-Primas”). Criada pelos estreantes Robert Funke e Matt Lutsky, a série é descrita como um conto sombrio de comédia sobre o culto da iniciativa privada e a busca incansável de uma jovem mulher pelo sonho americano. Passada na região de Orlando no início dos anos 1990, a série é centrada em Krystal Gill (Dunst), uma funcionária de parque aquático com salário mínimo que busca se infiltrar dentro do Founders American Merchandise, um esquema de pirâmide patriótico e bilionário que levou sua família à ruína. Além de estrelar, Dunst também vai dividir a produção com Clooney e seu parceiro Grant Heslov. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo é realmente a versão feminina de um filme já visto

    12 de junho de 2018 /

    Quem gosta de “Onze Homens e um Segredo” tem tudo para apreciar Sandra Bullock (como Debbie, a irmã do Danny Ocean de George Clooney), Cate Blanchett, Anne Hathaway, Sarah Paulson, Rihanna, Helena Bonham Carter, Mindy Kaling e Awkwafina em “Oito Mulheres e um Segredo”. Já quem acha um porre e se diverte bem menos que os astros e as estrelas da tela nesse tipo de filme, vai ter uma razão a mais para odiar, porque a intenção de “Oito Mulheres e um Segredo” é mesmo trazer de volta a atmosfera de “Onze Homens e um Segredo”, mas com um excepcional elenco feminino, que não deixa a mínima saudade de Clooney e sua turma. O filme faz parte da tendência hollywoodiana das continuações disfarçadas de reboots (ou vice-versa), como “Star Wars: O Despertar da Força” e “Jurassic World”, que mais ou menos repetem as estruturas consagradas dos roteiros originais como forma de reapresentar histórias velhas para uma nova geração. O curioso é que Hollywood tenha considerado a franquia de George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon digna do mesmo tipo de tratamento, inclusive com uma cota de autorreferências e participações especiais. Está tudo em seu devido lugar de novo e outra vez. Inclusive em seu paradoxo primordial. Nesses filmes, os planos das “criminosas” não tem como ser levados a sério, embora sejam minuciosamente detalhados, sem fazer o menor sentido para quem está do lado de cá da tela. Enquanto personagens, falam, pensam, falam e pensam, o que fica para o espectador é o espetáculo visual, que consiste na observação de olhares, sorrisos, narizes empinados e como essas pessoas andam com estilo, vestem-se bem, e se comunicam de maneira esnobe. Aliás, por que os elencos desses filmes precisam falar quase que obrigatoriamente com empáfia? Será que o charme exala antipatia enquanto personagens caminham entre checkpoints grã-finos como galerias de arte, cassinos ou o Met Gala? É muito mais humano observar Helena Bonham Carter quebrar esse padrão, ao demonstrar insegurança, vulnerabilidade e um humor tão discreto quanto imprevisível. O mesmo serve para a sedução provocada por Anne Hathaway, com sua personagem que quer ser linda como uma Barbie, mas é, no fundo, uma menina mimada e ingênua. São as duas melhores atuações… Porque as líderes Sandra Bullock e Cate Blanchett, que são sempre extraordinárias, limitam-se aqui a fazer o perfil egocêntrico “comigo ninguém pode” de George Clooney nos filmes de Soderbergh. Como nos longas anteriores, “Oito Mulheres e um Segredo” também não apresenta conflitos ou grandes riscos para o elenco principal, muito mesmos reviravoltas surpreendentes. O enredo até inclui uma reviravolta. Mas ela não é memorável, pois só acontece quando, digamos, o filme esquece que havia terminado, estendendo-se desnecessariamente até gerar um anti-clímax. E há o problema da direção que não decola. Gary Ross é um cineasta que entrega o que está no roteiro. Seu talento aparece mais quando revisita o cinema clássico, mesmo que seja para atualizá-lo, como fez nos belos “Pleasantville” e “Seabiscuit”. Mas, aqui, sua dedicação é tão impessoal que ele visivelmente se esforça para parecer Steven Soderbergh. O detalhe é que nem sequer foi Soderbergh quem criou “Onze Homens e um Segredo”, materializado pela primeira vez em 1960 como veículo para Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. Claro que o remake de 2001 foi mais marcante. Mas o ponto é que Ross não tinha a necessidade de reproduzir os tiques de Soderbergh, que nem estava em sua praia indie quando topou entrar na brincadeira de “Onze Homens e um Segredo” com seus amigos. Ali, todos ganharam para se divertir. Da mesma forma que as atrizes deste filme. Afinal, se houvesse pretensão feminista e não apenas comercial no resgate da franquia como veículo para estrelas femininas, por que não contaram com uma mulher na direção? Assim, até a piada sobre isso, nos minutos finais, soaria mais pessoal e com personalidade. Fica a ideia para a sequência, já que estes caça-niqueis costumam virar trilogia. Se Soderbergh fez “Onze Homens”, “Doze Homens e “Treze Homens”, Sandra, Cate, Anne e cia devem retornar ainda em “Nove Mulheres” e “Dez Mulheres”. Até os números batem. Quem sabe, assim, consigam provar que conseguem fazer melhor, agora que já estabeleceram as personagens, podendo finalmente deixar a sombra dos “Onze Homens” e suas referências para trás.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo: Novo trailer apresenta a gangue de Sandra Bullock

    27 de maio de 2018 /

    A Warner divulgou um novo trailer de “Oito Mulheres e um Segredo”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001). A prévia apresenta cada uma das oito mulheres do título, enquanto explica o plano de Sandra Bullock (“Gravidade”) para roubar joias no glamouroso baile de gala do Metropolitan Museum, em Nova York. O vídeo também situa o filme na franquia original, ao mencionar claramente, via exposição do comediante James Corden (“Caminhos da Floresta”), que a personagem de Sandra Bullock “é irmã de Danny Ocean”, o papel de George Clooney nos outros filmes. Explicação que inspira em Anne Hathaway (“Colossal”) uma cara de quem não entendeu a referência. Na trama, Debbie Ocean (Bullock) sai da prisão planejando o golpe do século no baile anual do Met Gala, recheado de estrelas de Hollywood e um colar extremamente precioso, que desfila no pescoço de Hathaway. É a deixa para reunir um supertime de ladras com Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a cantora Rihanna (“Battleship”). Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu a trilogia de “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem roteiro e direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia para 7 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo: Gangue de Sandra Bullock ganha comerciais e pôsteres individuais

    10 de maio de 2018 /

    A Warner divulgou quatro comerciais e oito pôsteres de personagens de “Oito Mulheres e um Segredo”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001). As prévias mostram o plano de Sandra Bullock (“Gravidade”) para roubar joias no glamouroso baile de gala do Metropolitan Museum, em Nova York com a ajuda de algumas comparsas. Os vídeos também situam o filme na franquia original, ao mencionar claramente, via exposição do comediante James Corden (“Caminhos da Floresta”), que a personagem de Sandra Bullock “é irmã de Danny Ocean”, o papel de George Clooney nos outros filmes. Explicação que inspira em Anne Hathaway (“Colossal”) uma cara de quem não entendeu a referência. Na trama, Debbie Ocean (Bullock) sai da prisão planejando o golpe do século no baile anual do Met Gala, recheado de estrelas de Hollywood e um colar extremamente precioso, que desfila no pescoço de Hathaway. É a deixa para reunir um supertime de ladras com Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a cantora Rihanna (“Battleship”). Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu a trilogia de “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem roteiro e direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia para 7 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Kyle Chandler vai estrelar minissérie Catch-22, de George Clooney

    15 de abril de 2018 /

    O ator Kyle Chandler (série “Bloodline”) entrou no elenco da minissérie “Catch-22”, produção de George Clooney em desenvolvimento para a plataforma Hulu. Ele viverá o coronel Cathcart, um dos personagens mais importantes da trama e que originalmente seria interpretado pelo próprio Clooney. Agora, Clooney terá um papel menor para poder se concentrar em outros aspectos da obra, como a direção de episódios. De todo modo, continua mantendo seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. Além de Chandler e Clooney, o elenco também já tem confirmadas as participações de Hugh Laurie (série “House”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que viverá o protagonista.

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  • Filme

    Sandra Bullock quer roubar Anne Hathaway no novo trailer de Oito Mulheres e um Segredo

    12 de abril de 2018 /

    A Warner divulgou o novo trailer de “Oito Mulheres e um Segredo”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001). A prévia mostra o plano de Sandra Bullock (“Gravidade”) para roubar Anne Hathaway (“Colossal”) com a ajuda de algumas comparsas, entre elas a cantora Rihanna (“Battleship”), uma especialista em computação, cuja maior habilidade apresentada no trailer é ligar o aparelho. O vídeo também situa o filme na franquia original, ao mencionar claramente, via exposição do comediante James Corden (“Caminhos da Floresta”), que a personagem de Sandra Bullock “é irmã de Danny Ocean”, o papel de George Clooney nos outros filmes. Explicação que inspira em Anne Hathaway uma cara de quem não entendeu a referência. Na trama, Debbie Ocean (Bullock) sai da prisão planejando o golpe do século no baile anual Met Gala, recheado de estrelas de Hollywood e um colar extremamente precioso no pescoço de Hathaway. É a deixa para reunir um supertime de ladras com Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a mencionada Rihanna. Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu a trilogia de “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem roteiro e direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia para 7 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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