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  • Filme

    Filme que vai reiniciar Resident Evil termina produção

    29 de dezembro de 2020 /

    A Sony informou que as filmagens do novo filme de “Resident Evil” foram oficialmente encerradas. A novidade foi revelada pelo Twitter, com uma foto dos bastidores. “Terminaram as filmagens em Raccoon City. Dirigido por Johannes Roberts”, diz o texto. Veja abaixo. A produção da Constantin Film, que será distribuída pela Sony, mesma parceria dos seis filmes anteriores, será estrelada por Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”), que viverão os irmãos Claire e Chris Redfield, personagens clássicos dos games. Além deles, Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) será Jill Valentine, a policial mais durona de Raccoon City, Avan Jogia (“Victorious”) será Leon Kennedy, um agente federal da divisão antiterrorismo, Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) viverá o vilão Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, e Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) dará vida ao virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a pandemia zumbi. Não há uma nova Alice, porque a personagem popularizada por Milla Jovovich nos filmes anteriores nunca fez parte dos games. Portanto, não se trata exatamente de um prólogo, como chegou a ser anunciado em alguns lugares, mas de um recomeço completo da franquia. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), que disse, em comunicado: “Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e criar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto ao mesmo tempo contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana enferma, algo que parece ainda mais relevante para o público de hoje”. O filme ainda não tem previsão de estreia. Além desta produção de cinema, a franquia de games da Capcom também vai ganhar duas novas séries da Netflix: uma animada, que já teve primeiro vídeo revelado, e outra em live-action, ainda em estágios iniciais. “Resident Evil” completa 25 anos de seu lançamento original em 22 de março. That’s a wrap in Raccoon City. 🎬 diREcted by Johannes Roberts pic.twitter.com/q5mmQxjFQo — Sony Pictures (@SonyPictures) December 28, 2020

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  • Filme

    Monster Hunter perde aposta contra pandemia nas bilheterias dos EUA

    20 de dezembro de 2020 /

    A Sony fez uma aposta de risco em “Monster Hunter” e deve perder uma fortuna. O filme de monstros gigantes, orçado em US$ 60 milhões e estrelado por Milla Jovovich (“Resident Evil”), teve um desempenho muito pior que o esperado em sua estreia nos EUA e Canadá neste fim de semana. Com uma arrecadação de somente US$ 2,2 milhões entre sexta e domingo (20/12), ficou abaixo da média de US$ 3 milhões que vinha marcando as estreias dos últimos meses, durante a pandemia. O valor é reflexo da diminuição crescente dos salas de exibição em atividade. Apenas 2,3 mil cinemas estão abertos na América do Norte, dos quais 1,7 mil receberam a produção de efeitos visuais monstruosos. O estúdio não negociou um lançamento simultâneo ou antecipado em streaming com o parque exibidor, porque acreditava poder compensar o esperado prejuízo norte-americano com um grande sucesso asiático. A franquia “Resident Evil”, também estrelada por Jovovich, teve seu maior desempenho na China. Mas a estreia chinesa de “Monster Hunter” acabou prejudicada por uma cena que o público entendeu como racista, levando as autoridades do país a ordenarem a retirada do filme de cartaz. Para completar, a crítica não aprovou a nova adaptação de videogame, considerada medíocre, com 48% de notas positivas na média compilada pelo site Rotten Tomatoes. De todo modo, essa nota é bem maior que a média dos filmes de “Resident Evil”, qualificados como lixo, em aprovações que variaram de 22% a 38% em toda a franquia. Os US$ 2,2 milhões de “Monster Hunter” se tornam ainda mais abissais quando comparados à estreia que ocupou o fim de semana antes do Natal em 2019. Neste período do ano passado, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” abriu com nada menos que US$ 177,3 milhões no mercado norte-americano. Graças ao desastre da Sony, devem diminuir muito as críticas feitas contra a Warner por decidir lançar seus filmes, a partir de “Mulher-Maravilha 1984”, simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max para os assinantes do serviço de streaming, que por enquanto só é comercializado na América do Norte. Um bom parâmetro pode ser traçado pelo desempenho de “Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal e DreamWorks Animation. Cumprindo seu cronograma de apenas três fins de semana exclusivos nos cinemas, o filme foi lançado na sexta (18/12) em PVOD (locação digital premium) e, mesmo assim, ocupou o 2º lugar no ranking das bilheterias de cinema, com uma arrecadação muito próxima da atingida pelo líder estreante: US$ 2 milhões. A sequência de “Os Croods” rendeu até agora US$ 27 milhões nos cinemas norte-americanos, mas já soma US$ 84,5 milhões mundiais, com cerca de 60% desse valor vindo da China, onde o filme faturou US$ 50 milhões. Tanto “Monster Hunter” quanto “Os Croods 2” sofreram adiamentos em suas previsões de estreia para o Brasil. Os dois filmes foram remanejados para janeiro, respectivamente nos dias 14 e 21. Mas, com isso, correm o risco de encontrarem os cinemas fechados devido à disparada de casos de covid-19 no país.

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    Milla Jovovich enfrenta monstro gigante em cena inédita de Monster Hunter

    20 de dezembro de 2020 /

    A Sony divulgou uma nova cena inédita de “Monster Hunter” que dispensa legendas, pois como boa parte do filme não tem diálogos. A cena é pura ação, mostrando o confronto de Mila Jovovich (“Resident Evil”) e Tony Jaa (“xXx: Reativado”) contra um monstro gigante. Com orçamento de US$ 60 milhões, a segunda franquia de games estrelada por Milla Jovovich e dirigida por seu marido, o diretor Paul WS Anderson, após “Resident Evil”, também inclui em seu elenco T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”), Diego Boneta (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) e a brasileira Nanda Costa (“Entre Irmãs”), que estreia numa produção internacional. “Monster Hunter” acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que são transportados de forma inesperada para outro mundo e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. O filme, que estreou na sexta (18/12) nos EUA, foi novamente adiado no Brasil. A previsão atual é para 14 de janeiro. Mas a data aumenta as chances de encontrar os cinemas fechados pela segunda onda da pandemia.

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    Warner marca estreia do novo filme de Mortal Kombat

    15 de dezembro de 2020 /

    A Warner agendou a estreia de “Mortal Kombat”, reboot cinematográfico da franquia de games. Antes marcado para janeiro, o filme chegou a sair do calendário do estúdio e agora ganhou nova data de lançamento, chegando simultaneamente aos cinemas e à HBO Max em 16 de abril de 2021. A data e a estratégia de lançamento foi anunciada pela conta oficial do longa no Twitter. Veja abaixo. A produção está a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que contratou o pouco experiente Simon McQuoid para dirigir o longa, a partir de um roteiro desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). Já o elenco reúne atores sem trajetória de blockbusters, como Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Chin Han (“Marco Polo”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Joe Taslim (“Warrior”) e Lewis Tan (“Into the Badlands”). A franquia já rendeu dois filmes nos anos 1990. O primeiro foi dirigido por Paul W.S. Anderson (franquia “Resident Evil”) em 1995 e é considerada a primeira adaptação bem-sucedida de um videogame. A sequência, “Mortal Kombat: Aniquilação” (1997), ficou a cargo de John R. Leonetti, que por coincidência trabalhou com James Wan como diretor de fotografia de “Invocação do Mal” (2013). Mas o filme foi um fracasso. Depois disso, a franquia também teve uma série de TV, “Mortal Kombat: Conquest”, com apenas uma temporada em 1998, e a série de streaming de Kevin Tancharoen, “Mortal Kombat: Legacy”, que durou duas temporadas em 2011 e 2012. On April 16, Mortal Kombat enters the arena. Coming to theaters and streaming exclusively on HBO Max. #MortalKombatMovie pic.twitter.com/mjB8DRhyYM — Mortal Kombat Movie (@MKMovie) December 14, 2020

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    Chris Pine negocia estrelar filme do jogo Dungeons & Dragons

    14 de dezembro de 2020 /

    O ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) está negociando estrelar “Dungeons & Dragons”, o filme baseado no popular jogo de RPG da Hasbro. A produção da Hasbro, eOne e Paramount foi escrita e será dirigida pela dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley . Especialistas em comédia, eles dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, que foi um fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Além disso, escreveram roteiros de vários sucessos, entre eles “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Segundo o site de Deadline, a proposta dos dois é fazer uma abordagem subversiva do jogo. Passada num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, a adaptação de “Dungeons and Dragons” estava em desenvolvimento há vários anos na Warner, mas a falta de empenho do estúdio para tirar o projeto do papel fez com que os direitos revertessem para a Hasbro, que fabrica o jogo de tabuleiro. Depois que a empresa comprou seu próprio estúdio de cinema, eOne, fechou parceria com a Paramount, com quem tem um acordo amplo para filmagens de suas propriedades. Vale lembrar que “Dungeons and Dragons” já ganhou algumas adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a Warner lançou (via New Line) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, que mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica. Pine, que finalmente será visto nesta semana em “Mulher Maravilha 1984”, está atualmente filmando “Don’t Worry Darling”, dirigido por Olivia Wilde.

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    The Last of Us: Part 2 é eleito Jogo do Ano no Game Awards

    11 de dezembro de 2020 /

    “The Last of Us: Part 2” foi eleito o Jogo do Ano no Game Awards 2020. O evento, que aconteceu de forma digital na noite de quinta-feira (10/12), rendeu mais seis troféus ao game: Melhor Direção, Melhor Narrativa, Melhor Design de Áudio, Melhor Atuação (Laura Bailey como Abby), Melhor Inovação em Acessibilidade e Melhor Jogo de Ação/Aventura. A consagração é um tapa na cara no grupo extremista homofóbico que tentou organizar um boicote malsucedido, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo – tudo porque sua protagonista é uma jovem lésbica. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. Entretanto, a quantidade esmagadora de comentários negativos não tem a menor relação com a opinião do público em geral. Além da consagração da crítica e das premiações, “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo vendeu mais cópias do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. A consagração é tamanha que o segundo game mais premiado da noite de quinta, “Hades” venceu apenas duas categorias, como Melhor Jogo Independente e Melhor Jogo de Ação. “The Last of Us” também vai virar série na HBO, que será escrita por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a atual sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. Veja o trailer do game abaixo.

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    Diretor e elenco de Monster Hunter pedem desculpas por polêmica chinesa

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor de “Monster Hunter”, Paul W.S. Anderson, sua esposa Milla Jovovich, que estrela o longa, e o ator Jin Au-Yeung, responsável por uma frase polêmica no filme, iniciaram uma procissão de desculpas após uma cena do filme ser considerada racista pelo público chinês, a ponto de levar a produção a ser retirada dos cinemas da China. Em comunicado, Anderson afirmou: “Estou absolutamente devastado que uma frase do nosso filme, ‘Monster Hunter’, tenha ofendido parte do público na China. Me desculpo por qualquer ansiedade ou chateação que esse diálogo e sua interpretação causaram. ‘Monster Hunter’ foi feito para ser um entretenimento divertido e estou mortificado que qualquer coisa nele tenha resultado numa ofensa não intencional. Nós respeitosamente removemos a frase do filme. Nunca foi nossa intenção enviar uma mensagem de discriminação ou desrespeito para ninguém. Ao contrário: em seu coração, esse filme é sobre união”. Já o ator Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, postou um vídeo nas redes sociais comentando a piada, dita por seu personagem. “O filme ‘Monster Hunter’ foi lançado recentemente na China e tem acontecido muita controvérsia por conta de uma frase que meu personagem diz. É uma pena que isso tenha escalado para este nível, especialmente porque a cena era para ser edificante. Senti necessidade de falar sobre isso porque o que está em jogo não é a minha carreira, mas algo ainda mais importante para o meu coração – as minhas raízes. Passei os últimos 20 anos usando minha plataforma em prol da inclusão e para ser uma voz positiva na minha comunidade. Tenho e sempre terei orgulho das minhas origens. Aos meus fãs chineses, agradeço todo o apoio e compreensão durante este período”. Milla Jovovich comentou a mensagem de Jin, lamentando que ele tenha sentido “a necessidade de se desculpar”. “Você é incrível e sempre falou sobre o orgulho de sua origem chinesa. A frase que você improvisou no filme foi feita para lembrar as pessoas desse orgulho, não para insultar. Deveríamos ter pesquisado a origem histórica disso e essa culpa é 100% nossa, mas você não fez nada errado. Nenhum de nós jamais tinha ouvido essa referência dos joelhos. Você incluiu. Infelizmente foi um erro e a tradução chinesa não ajudou. Nós te adoramos, Jin, e estamos orgulhosos de termos trabalhado com você nesse projeto divertido e empolgante e espero que isso não o deixe triste. Foi nossa culpa não fazer nossa tarefa de encontrar a referência da 2ª Guerra que causou tudo isso. Nós te amamos, Jin”. O post da atriz praticamente empurra toda a responsabilidade para o ator e rapper asiático-americano, afirmando que o texto não estava no roteiro e foi inserido por Jin. A piada dura meros 10 segundos, fazendo um trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a repercussão nas redes sociais, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MC Jin (@iammcjin)

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  • Filme

    Produtora de Monster Hunter pede desculpas à China por piada considerada racista

    6 de dezembro de 2020 /

    A produtora alemã Constantin Film emitiu um pedido de desculpas ao público chinês pelo diálogo de “Monster Hunter” que foi considerado racista e, após disparar uma reação online, levou o filme a ser retirado de cartaz na China neste fim de semana. Em comunicado, a Constantin diz que “pede desculpas sinceramente ao público chinês por uma frase de diálogo contida em uma das primeiras cenas de ‘Monster Hunter’. Não houve absolutamente nenhuma intenção de discriminar, insultar ou ofender qualquer pessoa de hereditariedade chinesa. A Constantin Film ouviu as preocupações expressas pelo público chinês e removeu a frase que levou a esse mal-entendido inadvertido”. A polêmica se resume a uma conversa de 10 segundos do rapper asiático-americano Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, com um ator branco até o momento não identificado (o filme ainda não foi exibido para a imprensa ocidental), na qual o primeiro faz uma piada de mau gosto, num trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying escolar sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a estreia, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. A empresa chinesa Tencent, que cuida da distribuição do filme na China e é parceira da Constantin na produção, tem trabalhado com o governo chinês e as agências envolvidas para remediar a situação. Mas ainda não está claro se o filme será relançado sem a cena considerada ofensiva nos cinemas locais. Também não está claro se a frase controversa também será removida das versões que seráo exibidas em outros mercados. “Monster Hunter” tem estreia marcada para 25 de dezembro na América do Norte e 31 de dezembro no Brasil.

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  • Filme

    Monster Hunter é tirado dos cinemas da China após acusação de racismo

    5 de dezembro de 2020 /

    Um dia depois da estreia, “Monster Hunter” começou a ser retirado de cartaz na China. Segundo informações da revista Variety, as primeiras sessões na sexta (4/12) geraram protestos dos espectadores por conta de uma piada que foi considerada racista e “insultuosa” para o povo chinês. A adaptação do videogame supostamente inclui um diálogo de 10 segundos entre o rapper asiático-americano Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, e um ator branco não identificado, no qual o primeiro faz uma piada de mau gosto, num trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying escolar sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a estreia, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. Mas o que mais chama atenção é que o público chinês também reclamou da ineficiência da censura no país. “É verdadeiramente imperdoável que os censores não tenham captado algo assim”, chegou a escrever um espectador na Weibo. Sério. Além do filme, chineses irritados ainda se voltaram contra o videogame em que o filme se baseia, com centenas de críticas negativas e raivosas, a maioria mencionando “joelhos sujos”. “A Capcom está morta para mim!”, escreveu um usuário em chinês, enquanto outro adicionou em inglês: “Não recomendo este jogo apenas por causa do racismo do filme.” Em consequência, a Capcom Asia emitiu um comunicado em chinês, diretamente na Weibo, para se distanciar da crescente controvérsia, lembrando aos usuários da rede social que não teve nenhum papel na produção do filme. Lançado com grande distribuição, “Monster Hunter” ocupou um quarto de todos os cinemas da China na sexta-feira, mas neste sábado sua exibição caiu para apenas 0,7% das telas. A controvérsia foi um grande golpe para as pretensões do filme, demonstrando novamente, após o repúdio local à “Mulan”, que a China não é um novo mercado a ser conquistado por Hollywood, mas um sério obstáculo para a expansão internacional do conteúdo americano – mesmo quando esse conteúdo é, no caso de “Monster Hunter”, produzido em parceria com uma empresa chinesa, a produtora Tencent. Com a parceria, a Tencent agora está sendo acusada de capitalista, com muitos exigindo ação do governo contra ela – uma das maiores empresas de entretenimento da China.

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  • Filme

    Monster Hunter: Vídeo destaca cena de Nanda Costa, que dispensou dublê

    5 de dezembro de 2020 /

    A Sony divulgou uma cena inédita e legendada de “Monster Hunter”, que destaca a participação de Nanda Costa na produção. O vídeo fez parte do painel do filme na CCXP Worlds, versão virtual da Comic Con Experience (CCXP), que reuniu por videoconferência a atriz brasileira com a estrela Milla Jovovich, o ator Diego Boneta e o diretor Paul WS Anderson. Empolgada com sua estreia internacional no cinema, Nanda Costa detalhou sua participação, revelando ter treinado bastante para encarar as filmagens. E chegou até a dispensar dublês para cenas como a do vídeo. “Fiz muai thay, comecei a fazer um treinamento físico, porque eu sabia que era um filme de ação, de game. Eu ia matar monstros, eu nunca tinha feito isso”, contou. A dedicação lhe rendeu uma cena extra no filme, baseada no game homônimo. Nanda diz que assim que encontrou o diretor ele questionou se ela estava à vontade para gravar pendurada em cabos de aço. Apesar de ter a opção de usar dublê, ela preferiu encarar e impressionou Anderson, que acabou aumentando um pouco o seu pequeno papel. “Tinha um guindaste gigante e um cabo de aço de sei lá quantos metros. Senti um frio na barriga e minha boca secou. Estava morrendo de medo, mas não ia perder a oportunidade. Me joguei e ganhei até mais uma cena que não tinha”, ela descreveu. Milla Jovovich acrescentou que mesmo as cenas sem tanto esforço físico exigiram dedicação e sofrimento. “Sofremos demais. Estávamos no deserto, era tipo 3 da manhã, e eles trouxeram aquelas máquinas de chuva. Lembro de olhar a Nanda ensopada e todo mundo tremendo no set”, comentou Milla. A cena citada é justamente a do vídeo, em que elas enfrentam o monstro Rathalos. A gravação rolou durante toda a fria madrugada da África do Sul, sob chuva artificial e com a personagem de Nanda se comunicando com a militar vivida por Milla no idioma esperanto. A atriz ucraniana também aproveitou para elogiar a brasileira, descrevendo o momento em que elas se encontraram no set. Assim que Nanda chegou, Anderson quis apresentá-la à sua esposa. Milla estava terminando uma cena dentro de uma caverna e disse que, mesmo exausta, ficou encantada com a brasileira, que mandou beijinhos. Nanda incluiu essa declaração em seu Instagram, acompanhando a cena inédita liberada pela Sony. Veja abaixo. Com orçamento de US$ 60 milhões, a segunda franquia de games estrelada por Milla Jovovich e dirigida por seu marido, após “Resident Evil”, também inclui em seu elenco Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”) e Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) O filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que são transportados de forma inesperada para outro mundo e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Após um leve adiamento, a estreia encontra-se marcada para 18 de dezembro nos EUA e no dia 31 de dezembro no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nanda Costa (@nandacosta)

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  • Etc

    Oscar Isaac vai estrelar adaptação do game clássico Metal Gear Solid

    4 de dezembro de 2020 /

    O ator Oscar Isaac vai estrelar a adaptação do videogame “Metal Gear Solid”, no papel de Solid Snake. O filme tem roteiro de Derek Connolly e direção de Jordan Vogt-Roberts, que trabalharam juntos em “Kong: Ilha da Caveira”, com produção de Avi Arad para a Sony. A série de videogames começou a ser produzida em 1987, quando a Konami lançou “Metal Gear”, criado pelo visionário Hideo Kojima. Nos jogos, Solid Snake é um agente das Forças Especiais que sai em missões que ninguém mais pode controlar. David Hayter, o ator e roteirista conhecido por escrever o primeiro filme dos “X-Men” em 2000, deu voz ao personagem a partir do clássico jogo de PlayStation “Metal Gear Solid”, de 1998. Isaac sempre foi franco sobre sua afinidade com Solid Snake, dizendo ao IGN em 2019 que era o personagem de videogame que mais gostaria de interpretar. Vale lembrar também que, após a entrevista, o diretor Vogt-Roberts tuitou: “A bola está no campo do Oscar”. Isaac tem uma agenda cheia, a começar pela série do herói Cavaleiro da Lua, desenvolvida pelo Marvel Studios para a Disney+ (Disney Plus). Ele também vai estrelar a adaptação de quadrinhos “The Great Machine”, baseada na publicação “Ex Machina”, de Brian K. Vaughn, interpretará Francis Ford Coppola em “Francis and the Godfather”, minissérie sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão”, e pode voltar a ser convocado pela Warner para aparecer na continuação de “Duna”. Veja abaixo o trailer de uma das versões mais recentes do game.

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  • Filme

    Monster Hunter: Milla Jovovich enfrenta galeria de monstros gigantes em novo trailer

    22 de novembro de 2020 /

    A Sony divulgou dois pôsteres japoneses e um novo trailer chinês de “Monster Hunter”, filme baseado no jogo de mesmo nome da Capcom. Repleto de cenas inéditas, o vídeo enfatiza a galeria de criaturas da produção, que são nomeadas. Com orçamento de US$ 60 milhões, “Monster Hunter” foi rodado na África do Sul e volta a reunir a atriz Milla Jovovich com o maridão, o diretor Paul W.S. Anderson, depois da parceria em “Resident Evil” – e por coincidência em nova adaptação de videogame com monstros. De acordo com a sinopse oficial, o filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que “são transportados do nosso mundo para um novo mundo” e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Neste combate, “eles se unirão a um homem misterioso que descobriu um jeito de lutar contra as criaturas”. O elenco também destaca Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Diego Boneta (“Scream Queens”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) e a brasileira Nana Costa (“Entre Irmãs”) em sua estreia em Hollywood. Após um leve adiamento, a estreia encontra-se marcada para 31 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.

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  • Série

    HBO oficializa série do game The Last of Us com criador de Chernobyl

    20 de novembro de 2020 /

    A HBO oficializou a produção da série baseada no game “The Last of Us”, que será escrita pelo criador da premiada minissérie “Chernobyl”. O canal encomendou a 1ª temporada da série, dispensando a gravação do piloto após ler o roteiro escrito por Craig Mazin, autor da minissérie sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Originalmente, o diretor Johan Renck, que comandou todos os capítulos de “Chernobyl”, também estava envolvido no projeto, pretendendo dirigir “pelo menos” o primeiro episódio de “The Last of Us”, mas seu nome não foi mais citado no processo de desenvolvimento. Ele teria assumido outros compromissos que levaram a um conflito de agenda. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. “Craig e Neil são visionários em uma categoria própria”, disse a vice-presidente executiva de programação da HBO, Francesca Orsi. “Com eles no comando, ao lado da incomparável Carolyn Strauss, esta série certamente irá ressoar tanto com os fãs obstinados dos jogos ‘The Last of Us’ quanto com os novatos nesta saga definidora de seu gênero. Estamos muito satisfeitos com a parceria com Naughty Dog, Word Games, Sony e PlayStation para adaptar esta história épica e poderosamente envolvente. ” A série será a primeira produção televisiva a ostentar a marca PlayStation, que vai virar uma produtora independente de conteúdo do conglomerado Sony. Ainda não há previsão de estreia.

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