Milla Jovovich enfrenta monstro gigante em cena inédita de Monster Hunter
A Sony divulgou uma nova cena inédita de “Monster Hunter” que dispensa legendas, pois como boa parte do filme não tem diálogos. A cena é pura ação, mostrando o confronto de Mila Jovovich (“Resident Evil”) e Tony Jaa (“xXx: Reativado”) contra um monstro gigante. Com orçamento de US$ 60 milhões, a segunda franquia de games estrelada por Milla Jovovich e dirigida por seu marido, o diretor Paul WS Anderson, após “Resident Evil”, também inclui em seu elenco T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”), Diego Boneta (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) e a brasileira Nanda Costa (“Entre Irmãs”), que estreia numa produção internacional. “Monster Hunter” acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que são transportados de forma inesperada para outro mundo e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. O filme, que estreou na sexta (18/12) nos EUA, foi novamente adiado no Brasil. A previsão atual é para 14 de janeiro. Mas a data aumenta as chances de encontrar os cinemas fechados pela segunda onda da pandemia.
Warner marca estreia do novo filme de Mortal Kombat
A Warner agendou a estreia de “Mortal Kombat”, reboot cinematográfico da franquia de games. Antes marcado para janeiro, o filme chegou a sair do calendário do estúdio e agora ganhou nova data de lançamento, chegando simultaneamente aos cinemas e à HBO Max em 16 de abril de 2021. A data e a estratégia de lançamento foi anunciada pela conta oficial do longa no Twitter. Veja abaixo. A produção está a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que contratou o pouco experiente Simon McQuoid para dirigir o longa, a partir de um roteiro desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). Já o elenco reúne atores sem trajetória de blockbusters, como Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Chin Han (“Marco Polo”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Joe Taslim (“Warrior”) e Lewis Tan (“Into the Badlands”). A franquia já rendeu dois filmes nos anos 1990. O primeiro foi dirigido por Paul W.S. Anderson (franquia “Resident Evil”) em 1995 e é considerada a primeira adaptação bem-sucedida de um videogame. A sequência, “Mortal Kombat: Aniquilação” (1997), ficou a cargo de John R. Leonetti, que por coincidência trabalhou com James Wan como diretor de fotografia de “Invocação do Mal” (2013). Mas o filme foi um fracasso. Depois disso, a franquia também teve uma série de TV, “Mortal Kombat: Conquest”, com apenas uma temporada em 1998, e a série de streaming de Kevin Tancharoen, “Mortal Kombat: Legacy”, que durou duas temporadas em 2011 e 2012. On April 16, Mortal Kombat enters the arena. Coming to theaters and streaming exclusively on HBO Max. #MortalKombatMovie pic.twitter.com/mjB8DRhyYM — Mortal Kombat Movie (@MKMovie) December 14, 2020
Chris Pine negocia estrelar filme do jogo Dungeons & Dragons
O ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) está negociando estrelar “Dungeons & Dragons”, o filme baseado no popular jogo de RPG da Hasbro. A produção da Hasbro, eOne e Paramount foi escrita e será dirigida pela dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley . Especialistas em comédia, eles dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, que foi um fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Além disso, escreveram roteiros de vários sucessos, entre eles “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Segundo o site de Deadline, a proposta dos dois é fazer uma abordagem subversiva do jogo. Passada num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, a adaptação de “Dungeons and Dragons” estava em desenvolvimento há vários anos na Warner, mas a falta de empenho do estúdio para tirar o projeto do papel fez com que os direitos revertessem para a Hasbro, que fabrica o jogo de tabuleiro. Depois que a empresa comprou seu próprio estúdio de cinema, eOne, fechou parceria com a Paramount, com quem tem um acordo amplo para filmagens de suas propriedades. Vale lembrar que “Dungeons and Dragons” já ganhou algumas adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a Warner lançou (via New Line) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, que mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica. Pine, que finalmente será visto nesta semana em “Mulher Maravilha 1984”, está atualmente filmando “Don’t Worry Darling”, dirigido por Olivia Wilde.
The Last of Us: Part 2 é eleito Jogo do Ano no Game Awards
“The Last of Us: Part 2” foi eleito o Jogo do Ano no Game Awards 2020. O evento, que aconteceu de forma digital na noite de quinta-feira (10/12), rendeu mais seis troféus ao game: Melhor Direção, Melhor Narrativa, Melhor Design de Áudio, Melhor Atuação (Laura Bailey como Abby), Melhor Inovação em Acessibilidade e Melhor Jogo de Ação/Aventura. A consagração é um tapa na cara no grupo extremista homofóbico que tentou organizar um boicote malsucedido, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo – tudo porque sua protagonista é uma jovem lésbica. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. Entretanto, a quantidade esmagadora de comentários negativos não tem a menor relação com a opinião do público em geral. Além da consagração da crítica e das premiações, “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo vendeu mais cópias do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. A consagração é tamanha que o segundo game mais premiado da noite de quinta, “Hades” venceu apenas duas categorias, como Melhor Jogo Independente e Melhor Jogo de Ação. “The Last of Us” também vai virar série na HBO, que será escrita por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a atual sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. Veja o trailer do game abaixo.
Diretor e elenco de Monster Hunter pedem desculpas por polêmica chinesa
O diretor de “Monster Hunter”, Paul W.S. Anderson, sua esposa Milla Jovovich, que estrela o longa, e o ator Jin Au-Yeung, responsável por uma frase polêmica no filme, iniciaram uma procissão de desculpas após uma cena do filme ser considerada racista pelo público chinês, a ponto de levar a produção a ser retirada dos cinemas da China. Em comunicado, Anderson afirmou: “Estou absolutamente devastado que uma frase do nosso filme, ‘Monster Hunter’, tenha ofendido parte do público na China. Me desculpo por qualquer ansiedade ou chateação que esse diálogo e sua interpretação causaram. ‘Monster Hunter’ foi feito para ser um entretenimento divertido e estou mortificado que qualquer coisa nele tenha resultado numa ofensa não intencional. Nós respeitosamente removemos a frase do filme. Nunca foi nossa intenção enviar uma mensagem de discriminação ou desrespeito para ninguém. Ao contrário: em seu coração, esse filme é sobre união”. Já o ator Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, postou um vídeo nas redes sociais comentando a piada, dita por seu personagem. “O filme ‘Monster Hunter’ foi lançado recentemente na China e tem acontecido muita controvérsia por conta de uma frase que meu personagem diz. É uma pena que isso tenha escalado para este nível, especialmente porque a cena era para ser edificante. Senti necessidade de falar sobre isso porque o que está em jogo não é a minha carreira, mas algo ainda mais importante para o meu coração – as minhas raízes. Passei os últimos 20 anos usando minha plataforma em prol da inclusão e para ser uma voz positiva na minha comunidade. Tenho e sempre terei orgulho das minhas origens. Aos meus fãs chineses, agradeço todo o apoio e compreensão durante este período”. Milla Jovovich comentou a mensagem de Jin, lamentando que ele tenha sentido “a necessidade de se desculpar”. “Você é incrível e sempre falou sobre o orgulho de sua origem chinesa. A frase que você improvisou no filme foi feita para lembrar as pessoas desse orgulho, não para insultar. Deveríamos ter pesquisado a origem histórica disso e essa culpa é 100% nossa, mas você não fez nada errado. Nenhum de nós jamais tinha ouvido essa referência dos joelhos. Você incluiu. Infelizmente foi um erro e a tradução chinesa não ajudou. Nós te adoramos, Jin, e estamos orgulhosos de termos trabalhado com você nesse projeto divertido e empolgante e espero que isso não o deixe triste. Foi nossa culpa não fazer nossa tarefa de encontrar a referência da 2ª Guerra que causou tudo isso. Nós te amamos, Jin”. O post da atriz praticamente empurra toda a responsabilidade para o ator e rapper asiático-americano, afirmando que o texto não estava no roteiro e foi inserido por Jin. A piada dura meros 10 segundos, fazendo um trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a repercussão nas redes sociais, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MC Jin (@iammcjin)
Produtora de Monster Hunter pede desculpas à China por piada considerada racista
A produtora alemã Constantin Film emitiu um pedido de desculpas ao público chinês pelo diálogo de “Monster Hunter” que foi considerado racista e, após disparar uma reação online, levou o filme a ser retirado de cartaz na China neste fim de semana. Em comunicado, a Constantin diz que “pede desculpas sinceramente ao público chinês por uma frase de diálogo contida em uma das primeiras cenas de ‘Monster Hunter’. Não houve absolutamente nenhuma intenção de discriminar, insultar ou ofender qualquer pessoa de hereditariedade chinesa. A Constantin Film ouviu as preocupações expressas pelo público chinês e removeu a frase que levou a esse mal-entendido inadvertido”. A polêmica se resume a uma conversa de 10 segundos do rapper asiático-americano Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, com um ator branco até o momento não identificado (o filme ainda não foi exibido para a imprensa ocidental), na qual o primeiro faz uma piada de mau gosto, num trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying escolar sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a estreia, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. A empresa chinesa Tencent, que cuida da distribuição do filme na China e é parceira da Constantin na produção, tem trabalhado com o governo chinês e as agências envolvidas para remediar a situação. Mas ainda não está claro se o filme será relançado sem a cena considerada ofensiva nos cinemas locais. Também não está claro se a frase controversa também será removida das versões que seráo exibidas em outros mercados. “Monster Hunter” tem estreia marcada para 25 de dezembro na América do Norte e 31 de dezembro no Brasil.
Monster Hunter é tirado dos cinemas da China após acusação de racismo
Um dia depois da estreia, “Monster Hunter” começou a ser retirado de cartaz na China. Segundo informações da revista Variety, as primeiras sessões na sexta (4/12) geraram protestos dos espectadores por conta de uma piada que foi considerada racista e “insultuosa” para o povo chinês. A adaptação do videogame supostamente inclui um diálogo de 10 segundos entre o rapper asiático-americano Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, e um ator branco não identificado, no qual o primeiro faz uma piada de mau gosto, num trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying escolar sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a estreia, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. Mas o que mais chama atenção é que o público chinês também reclamou da ineficiência da censura no país. “É verdadeiramente imperdoável que os censores não tenham captado algo assim”, chegou a escrever um espectador na Weibo. Sério. Além do filme, chineses irritados ainda se voltaram contra o videogame em que o filme se baseia, com centenas de críticas negativas e raivosas, a maioria mencionando “joelhos sujos”. “A Capcom está morta para mim!”, escreveu um usuário em chinês, enquanto outro adicionou em inglês: “Não recomendo este jogo apenas por causa do racismo do filme.” Em consequência, a Capcom Asia emitiu um comunicado em chinês, diretamente na Weibo, para se distanciar da crescente controvérsia, lembrando aos usuários da rede social que não teve nenhum papel na produção do filme. Lançado com grande distribuição, “Monster Hunter” ocupou um quarto de todos os cinemas da China na sexta-feira, mas neste sábado sua exibição caiu para apenas 0,7% das telas. A controvérsia foi um grande golpe para as pretensões do filme, demonstrando novamente, após o repúdio local à “Mulan”, que a China não é um novo mercado a ser conquistado por Hollywood, mas um sério obstáculo para a expansão internacional do conteúdo americano – mesmo quando esse conteúdo é, no caso de “Monster Hunter”, produzido em parceria com uma empresa chinesa, a produtora Tencent. Com a parceria, a Tencent agora está sendo acusada de capitalista, com muitos exigindo ação do governo contra ela – uma das maiores empresas de entretenimento da China.
Monster Hunter: Vídeo destaca cena de Nanda Costa, que dispensou dublê
A Sony divulgou uma cena inédita e legendada de “Monster Hunter”, que destaca a participação de Nanda Costa na produção. O vídeo fez parte do painel do filme na CCXP Worlds, versão virtual da Comic Con Experience (CCXP), que reuniu por videoconferência a atriz brasileira com a estrela Milla Jovovich, o ator Diego Boneta e o diretor Paul WS Anderson. Empolgada com sua estreia internacional no cinema, Nanda Costa detalhou sua participação, revelando ter treinado bastante para encarar as filmagens. E chegou até a dispensar dublês para cenas como a do vídeo. “Fiz muai thay, comecei a fazer um treinamento físico, porque eu sabia que era um filme de ação, de game. Eu ia matar monstros, eu nunca tinha feito isso”, contou. A dedicação lhe rendeu uma cena extra no filme, baseada no game homônimo. Nanda diz que assim que encontrou o diretor ele questionou se ela estava à vontade para gravar pendurada em cabos de aço. Apesar de ter a opção de usar dublê, ela preferiu encarar e impressionou Anderson, que acabou aumentando um pouco o seu pequeno papel. “Tinha um guindaste gigante e um cabo de aço de sei lá quantos metros. Senti um frio na barriga e minha boca secou. Estava morrendo de medo, mas não ia perder a oportunidade. Me joguei e ganhei até mais uma cena que não tinha”, ela descreveu. Milla Jovovich acrescentou que mesmo as cenas sem tanto esforço físico exigiram dedicação e sofrimento. “Sofremos demais. Estávamos no deserto, era tipo 3 da manhã, e eles trouxeram aquelas máquinas de chuva. Lembro de olhar a Nanda ensopada e todo mundo tremendo no set”, comentou Milla. A cena citada é justamente a do vídeo, em que elas enfrentam o monstro Rathalos. A gravação rolou durante toda a fria madrugada da África do Sul, sob chuva artificial e com a personagem de Nanda se comunicando com a militar vivida por Milla no idioma esperanto. A atriz ucraniana também aproveitou para elogiar a brasileira, descrevendo o momento em que elas se encontraram no set. Assim que Nanda chegou, Anderson quis apresentá-la à sua esposa. Milla estava terminando uma cena dentro de uma caverna e disse que, mesmo exausta, ficou encantada com a brasileira, que mandou beijinhos. Nanda incluiu essa declaração em seu Instagram, acompanhando a cena inédita liberada pela Sony. Veja abaixo. Com orçamento de US$ 60 milhões, a segunda franquia de games estrelada por Milla Jovovich e dirigida por seu marido, após “Resident Evil”, também inclui em seu elenco Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”) e Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) O filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que são transportados de forma inesperada para outro mundo e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Após um leve adiamento, a estreia encontra-se marcada para 18 de dezembro nos EUA e no dia 31 de dezembro no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nanda Costa (@nandacosta)
Oscar Isaac vai estrelar adaptação do game clássico Metal Gear Solid
O ator Oscar Isaac vai estrelar a adaptação do videogame “Metal Gear Solid”, no papel de Solid Snake. O filme tem roteiro de Derek Connolly e direção de Jordan Vogt-Roberts, que trabalharam juntos em “Kong: Ilha da Caveira”, com produção de Avi Arad para a Sony. A série de videogames começou a ser produzida em 1987, quando a Konami lançou “Metal Gear”, criado pelo visionário Hideo Kojima. Nos jogos, Solid Snake é um agente das Forças Especiais que sai em missões que ninguém mais pode controlar. David Hayter, o ator e roteirista conhecido por escrever o primeiro filme dos “X-Men” em 2000, deu voz ao personagem a partir do clássico jogo de PlayStation “Metal Gear Solid”, de 1998. Isaac sempre foi franco sobre sua afinidade com Solid Snake, dizendo ao IGN em 2019 que era o personagem de videogame que mais gostaria de interpretar. Vale lembrar também que, após a entrevista, o diretor Vogt-Roberts tuitou: “A bola está no campo do Oscar”. Isaac tem uma agenda cheia, a começar pela série do herói Cavaleiro da Lua, desenvolvida pelo Marvel Studios para a Disney+ (Disney Plus). Ele também vai estrelar a adaptação de quadrinhos “The Great Machine”, baseada na publicação “Ex Machina”, de Brian K. Vaughn, interpretará Francis Ford Coppola em “Francis and the Godfather”, minissérie sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão”, e pode voltar a ser convocado pela Warner para aparecer na continuação de “Duna”. Veja abaixo o trailer de uma das versões mais recentes do game.
Monster Hunter: Milla Jovovich enfrenta galeria de monstros gigantes em novo trailer
A Sony divulgou dois pôsteres japoneses e um novo trailer chinês de “Monster Hunter”, filme baseado no jogo de mesmo nome da Capcom. Repleto de cenas inéditas, o vídeo enfatiza a galeria de criaturas da produção, que são nomeadas. Com orçamento de US$ 60 milhões, “Monster Hunter” foi rodado na África do Sul e volta a reunir a atriz Milla Jovovich com o maridão, o diretor Paul W.S. Anderson, depois da parceria em “Resident Evil” – e por coincidência em nova adaptação de videogame com monstros. De acordo com a sinopse oficial, o filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que “são transportados do nosso mundo para um novo mundo” e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Neste combate, “eles se unirão a um homem misterioso que descobriu um jeito de lutar contra as criaturas”. O elenco também destaca Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Diego Boneta (“Scream Queens”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) e a brasileira Nana Costa (“Entre Irmãs”) em sua estreia em Hollywood. Após um leve adiamento, a estreia encontra-se marcada para 31 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
HBO oficializa série do game The Last of Us com criador de Chernobyl
A HBO oficializou a produção da série baseada no game “The Last of Us”, que será escrita pelo criador da premiada minissérie “Chernobyl”. O canal encomendou a 1ª temporada da série, dispensando a gravação do piloto após ler o roteiro escrito por Craig Mazin, autor da minissérie sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Originalmente, o diretor Johan Renck, que comandou todos os capítulos de “Chernobyl”, também estava envolvido no projeto, pretendendo dirigir “pelo menos” o primeiro episódio de “The Last of Us”, mas seu nome não foi mais citado no processo de desenvolvimento. Ele teria assumido outros compromissos que levaram a um conflito de agenda. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. “Craig e Neil são visionários em uma categoria própria”, disse a vice-presidente executiva de programação da HBO, Francesca Orsi. “Com eles no comando, ao lado da incomparável Carolyn Strauss, esta série certamente irá ressoar tanto com os fãs obstinados dos jogos ‘The Last of Us’ quanto com os novatos nesta saga definidora de seu gênero. Estamos muito satisfeitos com a parceria com Naughty Dog, Word Games, Sony e PlayStation para adaptar esta história épica e poderosamente envolvente. ” A série será a primeira produção televisiva a ostentar a marca PlayStation, que vai virar uma produtora independente de conteúdo do conglomerado Sony. Ainda não há previsão de estreia.
Netflix anuncia série baseada no game Assassin’s Creed
A Netflix vai produzir uma série live-action baseada no game “Assassin’s Creed”. O anúncio foi feito nas redes sociais da plataforma. O projeto é o primeiro resultado de uma parceria firmada entre a Netflix e a produtora de games Ubisoft, que deve gerar outros conteúdos baseados nos jogos da empresa, inclusive animações derivadas do próprio “Assassin’s Creed”. Lançada originalmente em 2007, a franquia “Assassin’s Creed” já vendeu mais de 55 milhões de cópias ao redor do mundo, retratando um conflito místico entre uma casta de Assassinos e os Templários, grupos que trocam agressões há milênios, em uma batalha épica pelo controle da humanidade. “Por mais de 10 anos, milhões de fãs ao redor do mundo ajudaram a transformar a marca’ Assassin’s Creed’ em uma franquia icônica”, disse Jason Altman, chefe do novo departamento de Filme e Televisão da Ubisoft em Los Angeles, em comunicado oficial. “Estamos entusiasmados em criar uma série de ‘Assassin’s Creed’ com a Netflix e ansiosos por desenvolver uma nova saga no universo de ‘Assassin’s Creed’”. O game já foi adaptado para o cinema em 2016, estrelado por Michael Fassbender e Marion Cotillard, mas a adaptação não agradou a crítica nem deu o resultado esperado nas bilheterias, arrecadando US$ 240 milhões ao redor do mundo. Na Netflix, a franquia vai se juntar a outros games que viraram séries bem-sucedidas, como “The Witcher” e “Castlevania”. A empresa de streaming também trabalha atualmente em duas séries derivadas de “Resident Evil” – em versões animada e live-action. Confira abaixo, após o anúncio da Netflix, os trailers do filme e de alguns dos muitos volumes do game “Assassin’s Creed”. Uma série live-action de Assassin’s Creed vem aí 🗡 pic.twitter.com/KIY6O8onoB — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 27, 2020
Tom Holland revela primeira foto da adaptação do game Uncharted
Após uma década de desenvolvimento, “Uncharted” finalmente ganhou sua primeira foto. O ator Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) usou as redes sociais para compartilhar uma imagem em que aparece como Nathan Drake, o protagonista do filme da Sony baseado na popular franquia de games. Para quem não conhece, o game companha o arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake numa caça a relíquias místicas ao redor do mundo. Mas o filme mostrará a origem do herói, algo nunca apresentado nos games. A abordagem foi consequência justamente da contratação de Holland para o papel principal. Ele é muito mais jovem que o personagem nos jogos. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados pela Naughty Dog para fazer um prólogo inédito, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor – papel de Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”), que anos atrás chegou a negociar viver o protagonista. O elenco também inclui Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”). O último roteiro (o quinto desde 2010) foi escrito pela dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro” e “MIB: Homens de Preto – Internacional”) em parceria com Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”), e o diretor que finalmente vai tirar o projeto do papel é Ruben Fleischer (de “Venom” e “Zumbilândia”). A Sony marcou a estreia para julho de 2021, mas isso provavelmente vai mudar devido à pandemia de coronavírus. Ver essa foto no Instagram It’s nice to meet you, I’m Nate. #uncharted Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 22 de Out, 2020 às 7:46 PDT










