Emmy premia o melhor da televisão americana neste domingo
A 68ª edição anual da premiação da Academia da Televisão dos EUA, os Emmy Awards, acontece neste domingo (18/9), com transmissão ao vivo pela TV e pela internet. O público brasileiro poderá assistir à premiação dos melhores programas e artistas da televisão americana a partir das 20h (horário de Brasília), em transmissão ao vivo pelo canal pago Warner, que terá tradução instantânea, e também pelo próprio canal do Emmy no YouTube. A cerimônia que anunciará os vencedores contará com apresentação do comediante Jimmy Kimmel (do talk show “Jimmy Kimmel Live!”), que já esteve à frente da premiação de 2012. O que mais chama atenção na seleção dos indicados deste ano é sua qualidade. Após muitos anos de distanciamento do gosto popular e até mesmo da preferência da crítica, a seleção de 2016 sinaliza que a entrada em cena das plataformas de streaming conspirou para elevar o padrão da disputa. Não é que a Netflix e a Amazon sejam favoritas a dominar a premiação, mas suas séries possibilitaram que atrações da TV paga premium (com assinaturas mais caras e padrão mais elevado) deixassem de ser vistas como exceção para se tornar a regra. Não por acaso, três séries premium lideram a lista de indicações: “Game of Thrones”, do HBO, e as antologias “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson” e “Fargo”, ambas do FX. Entre as surpresas, está a tardia descoberta de “The Americans”, indicada pela primeira vez em sua 4ª temporada, e de cara a três prêmios, incluindo Melhor Ator e Atriz para Matthew Rhys e Keri Russell. Assim como “The Americans”, outras séries incensadas pela crítica – e já premiadas no Critics Choice Television Awards – surgem pela primeira vez entre as categorias principais, como “Orphan Black”, num merecido reconhecimento à interpretação de Tatiana Maslani, e “Mr. Robot”, vencedora da mais recente edição do Critics Choice, além do Globo de Ouro 2016. Entre as comédias, as produções com mais nomeações foram “Veep” e “Silicon Valley”. Ou seja, o canal pago HBO liderou não só na categoria dramática (com “Game of Thrones”), mas também emplacou as duas comédias mais indicadas. Com a ajuda dos telefilmes “All the Way” e “Confirmation”, o canal se estabeleceu como força dominante do Emmy 2016 e padrão pelo qual se passa a medir a qualidade de uma produção televisiva. Graças a suas antologias, o segundo canal com mais indicações foi o FX, quase empatado com um surpreendente desempenho do serviço de streaming Netflix, que apareceu em 3º lugar, superando todas as redes abertas e os demais canais pagos. Façanha de tirar o chapéu e bastante importante para definir os rumos da “TV” nos próximos anos. Como a televisão é atualmente mais diversificada que o cinema, o Emmy não teve dificuldades em reunir representantes de diferenças raças em sua seleção, passando ao largo da polêmica que sacudiu o Oscar deste ano. Assim, 21 artistas negros aparecem em 16 categorias de atuação (contra 0 no Oscar). E vale observar que essa diversidade não acontece apenas diante das câmeras, com a inclusão de roteiristas e diretores negros. Não só isso, mulheres diretoras e roteiristas também têm seu espaço na disputa. Parte dos troféus deste ano já foram entregues, antecipadamente, no fim de semana passado. E na cerimônia do chamado Emmy das Artes Criativas, os prêmios técnicos, deu “Game of Thrones” disparado, com nove vitórias. Com isso, a série bateu um recorde, tornando-se a produção dramática mais premiada da história do Emmy, com 35 troféus conquistados ao longo de sua carreira. Se vencer mais dois troféus neste domingo, empatará com as comédia “Frasier” como a série mais premiada de todos os tempos. A série do canal pago HBO venceu, inclusive, o principal prêmio “técnico” do Emmy, como Melhor Elenco de Série de Drama. O equivalente de Comédia foi para “Veep”, enquanto “The People v O.J. Simpson: American Crime Story” venceu como Melhor Elenco de Minissérie ou Telefilme. A premiação das artes criativas também reconheceu os Melhores Atores Convidados. Hank Azaria e Margo Martindale venceram em Drama, por suas participações em “Ray Donovan” e “The Americans”, enquanto Peter Scolari e a dupla Tina Fey e Amy Poehler foram os vitoriosos em Comédia, respectivamente por “Girls” e o programa “Saturday Night Live”. Já a categoria de Documentário foi dominada pelo Netflix, que venceu Melhor Série (“Making a Murderer”), Melhor Telefilme (“What Happened, Miss Simone?”) e todos os prêmios técnicos (com “Making a Murderer”). Outras vitórias de destaque incluíram “Archer” como Melhor Série Animada e “Grease Live” como Melhor Especial. A lista completa dos premiados pode ser conferida aqui. Confira abaixo os concorrentes finais deste domingo. INDICADOS AO EMMY 2016 Melhor série dramática The Americans Better Call Saul Downton Abbey Game of Thrones Homeland House of Cards Mr. Robot Melhor atriz em série dramática Claire Danes – Homeland Viola Davis – How To Get Away With Murder Taraji P. Henson – Empire Tatiana Maslany – Orphan Black Keri Russell – The Americans Robin Wright – House of Cards Melhor ator em série dramática Kyle Chandler – Bloodline Rami Malek -Mr. Robot Bob Odenkirk – Better Call Saul Matthew Rhys – The Americans Liev Schreiber – Ray Donovan Kevin Spacey – House of Cards Melhor atriz coadjuvante em série dramática Maura Tierney – The Affair Maggie Smith – Downton Abbey Lena Headey – Game of Thrones Emilia Clarke – Game of Thrones Maisie Williams – Game of Thrones Constance Zimmer – UnREAL Melhor ator coadjuvante em série dramática Jonathan Banks – Better Call Saul Ben Mendelsohn – Bloodline Peter Dinklage – Game of Thrones Kit Harington – Game of Thrones Michael Kelly – House of Cards Jon Voight – Ray Donovan Melhor direção em série dramática Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan Melhor roteiro em série dramática Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL Melhor série cômica black-ish Master of None Modern Family Silicon Valley Transparent Unbreakable Kimmy Schmidt Veep Melhor atriz em série cômica Julia Louis-Dreyfus – Veep Amy Schumer – Inside Amy Schumer Lily Tomlin – Grace And Frankie Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt Tracee Ellis Ross – black-ish Laurie Metcalf – Getting On Melhor ator em série cômica Anthony Anderson – black-ish Aziz Ansari – Master of None Will Forte – The Last Man on Earth William H. Macy – Shameless Thomas Middleditch – Silicon Valley Jeffrey Tambor – Transparent Melhor atriz coadjuvante em série cômica Niecy Nash – Getting On Allison Janney – Mom Kate McKinnon – Saturday Night Live Judith Light – Transparent Gaby Hoffmann – Transparent Anna Chlumsky – Veep Melhor ator coadjuvante em série cômica Louie Anderson – Baskets Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine Keegan-Michael Key – Key & Peele Ty Burrell – Modern Family Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt Tony Hale – Veep Matt Walsh – Veep Melhor direção série cômica Aziz Ansari por “Parents” – Master of None Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep Chris Addison por “Morning After” – Veep Dale Stern por “Mother” – Veep Melhor roteiro em série cômica Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley David Mandel por “Morning After” – Veep Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep Melhor série limitada (minissérie) American Crime Fargo The Night Manager American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Roots Melhor telefilme All The Way Confirmation Luther Sherlock: The Abominable Bride A Very Murray Christmas Melhor atriz em minissérie ou telefilme Sarah Paulson – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Kerry Washington – Confirmation Kirsten Dunst – Fargo Felicity Huffman – American Crime Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill Lili Taylor – American Crime Melhor ator em minissérie ou telefilme Bryan Cranston – All The Way Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride Idris Elba – Luther Cuba Gooding Jr. – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Tom Hiddleston – The Night Manager Courtney B. Vance – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme Melissa Leo – All The Way Regina King – American Crime Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel Kathy Bates – American Horror Story: Hotel Jean Smart – Fargo Olivia Colman – The Night Manager Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme Jesse Plemons – Fargo Bokeem Woodbine – Fargo Hugh Laurie – The Night Manager Sterling K. Brown – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson David Schwimmer – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Travolta – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor roteiro em minissérie ou telefilme Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo David Farr por The Night Manager Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Joe Robert Cole por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor direção em minissérie ou telefilme Jay Roach por All The Way Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo Susanne Bier por The Night Manager Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Singleton por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor talk show ou programa variedades Comedians In Cars Getting Coffee Jimmy Kimmel Live Last Week Tonight With John Oliver The Late Late Show With James Corden Real Time With Bill Maher The Tonight Show Starring Jimmy Fallon Melhor programa de esquete e variedades Documentary Now! Drunk History Inside Amy Schumer Key & Peele Portlandia Saturday Night Live Melhor especial de variedades Adele Live In New York City Amy Schumer: Live At The Apollo The Kennedy Center Honors The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special Lemonade Melhor reality show ou programa de competição The Amazing Race American Ninja Warrior Dancing With The Stars Project Runway Top Chef The Voice Melhor apresentador de reality show Ryan Seacrest – American Idol Tom Bergeron – Dancing With The Stars Jane Lynch – Hollywood Game Night Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey Tim Gunn – Project Runway RuPaul Charles – RuPaul’s Drag Race
American Horror Story: Mistério sobre o tema da temporada fez a série perder público
A série “American Horror Story” só revelou o tema de sua 6ª temporada ao estrear na noite de quarta (14/9) nos EUA – e madrugada de quinta no Brasil. Mas o mistério, que se estendeu por toda sua campanha publicitária, acabou se mostrando pouco efetivo para atiçar a curiosidade e atrair público. A estreia da nova temporada rendeu sintonia de 5,14 milhões de telespectadores ao vivo e 2.8 pontos no índice demográfico (que mede o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes), uma queda de 12% em relação ao debut da temporada passada. Com o fim do mistério, também foi divulgado o subtítulo oficial do novo arco, chamado de “American Horror Story: My Roanoke Nighmare”. Conforme o nome revela, a trama gira em torno, justamente, do maior mistério da história americana: o desaparecimento completo de um vilarejo no século 16, cujos habitantes sumiram sem deixar outro vestígio além do nome Croatoan entalhado numa árvore. Entretanto, a trama se passa nos dias de hoje, refletindo no presente os eventos da assombrosa história. Além disso, a narrativa é completamente diferente das temporadas anteriores, apresentada como um falso documentário, com depoimentos para a câmera e “reencenamento dos fatos reais”.
Legion: Veja dois vídeos da primeira série derivada dos filmes dos X-Men
O canal pago americano FX divulgou dois novos vídeos promocionais de “Legion”, primeira série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”. As curtas prévias mostram o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, de “Downton Abbey”) no hospício, contando sobre quando virou uma mulher ao psiquiatra vivido por Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”) e encarando um paciente babador, ao lado de Aubrey Plaza (série “Parks and Recreation”). Haller é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo excelente roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia na midseason, no começo de 2017, e terá exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
Game of Thrones se torna a série dramática mais premiada da história do Emmy
A Academia da Televisão entregou a primeira leva de troféus Emmy neste fim de semana. A premiação é dividida em duas partes, devido à quantidade de categorias. A primeira metade, que não é televisionada, dedica-se ao lado mais técnico da produção televisiva e é conhecida como os Emmys das Artes Criativas. A cerimônia deste ano acabou destacando a série “Game of Thrones”, que venceu 9 Emmys. Com isso, ela se tornou a série dramática mais premiada da história do evento, acumulando em sua carreira a conquista de 35 troféus. E a distância para o segundo colocado é bastante ampla, deixando para trás “The West Wing” e “Hill Street Blues”, que tiveram 26 prêmios. “Game of Thrones” só não é a série mais premiada de todos os tempos porque, entre as comédias, “Frasier” tem 37 Emmys. Entretanto, este recorde pode cair no próximo domingo (18/9), quando serão entregues os prêmios principais, como Melhor Série de Drama de 2016. A série do canal pago HBO venceu, inclusive, o principal prêmio “técnico” do Emmy, como Melhor Elenco de Série de Drama. O equivalente de Comédia foi para “Veep”, também do HBO, enquanto “The People v O.J. Simpson: American Crime Story”, do FX, venceu como Melhor Elenco de Minissérie ou Telefilme. A premiação também reconheceu os Melhores Atores Convidados. Hank Azaria e Margo Martindale venceram em Drama, por suas participações em “Ray Donovan” e “The Americans”, enquanto Peter Scolari e a dupla Tina Fey e Amy Poehler foram os vitoriosos em Comédia, respectivamente por “Girls” e o programa “Saturday Night Live”. Já a categoria de Documentário foi dominada pelo Netflix, que venceu Melhor Série (“Making a Murderer”), Melhor Telefilme (“What Happened, Miss Simone?”) e todos os prêmios técnicos (com “Making a Murderer”). Outras vitórias de destaque incluem “Archer” como Melhor Série Animada e “Grease Live” como Melhor Especial. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores dos Emmys de Artes Criativas 2016 Melhor Elenco – Série Drama “Game of Thrones” Melhor Elenco – Série Comédia “Veep” Melhor Elenco – Minissérie, Telefilme ou Especial “The People v O.J. Simpson: American Crime Story” Melhor Ator Convidado – Drama Hank Azaria – “Ray Donovan” Melhor Atriz Convidada – Drama Margo Martindale, “The Americans” Melhor Ator Convidado – Comédia Peter Scolari – “Girls” Melhor Atriz Convidada – Comédia Tina Fey e Amy Poehler – “Saturday Night Live” Melhor Coordenação de Dublês de Série Cômica ou de Variedades “Shameless” Melhor Coordenação de Dublês em Série Dramática, Minissérie ou Telefilme “Game of Thrones” Melhor Especial “Grease Live” Melhor Especial de Variedades “The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special” Melhor Série de Documentário “Making a Murderer” Melhor Telefilme Documentário “What Happened, Miss Simone?” Mérito Excepcional em Documentário “Cartel Land” “Jim: The James Foley Story” Melhor Direção de Documentário “Making a Murderer” Melhor Roteiro de Documentário “Making a Murderer” Melhor Fotografia de Documentário “Making a Murderer” Melhor Série Animada “Archer” Melhor Episódio Animado “Robot Chicken – Especial de Natal” Melhor Dublagem “Family Guy” Melhor Programa Infantil “It’s Your 50th Christmas, Charlie Brown!” Melhor Reality sem Estrutura Formal “Born This Way” Melhor Reality com Estrutura Formal “Shark Tank” Melhor Apresentador de Reality ou Programa de Competição RuPaul Charles – “RuPaul’s Drag Race” Melhor Direção de Programa de Variedades Ryan McFaul – “Inside Amy Schumer” Melhor Roteiro de Programa de Variedades “Last Week Tonight With John Oliver” Melhor Design de Créditos de Abertura “The Man in the High Castle” Melhor Tema Musical de Abertura “Marvel’s Jessica Jones” Melhor Direção Musical “Danny Elfman’s Music from the Films of Tim Burton” Melhor Composição de Trilha em Minissérie, Telefilme ou Especial “The Night Manager” Melhor Composição de Trilha em Série “Mr. Robot” Melhores Canções Originais “The Hunting Ground” Melhor Coreografia “America’s Best Dance Crew” “Crazy Ex-Girlfriend” Governors Award “American Idol” Melhor Fotografia em Série de Estúdio “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn” Melhor Fotografia de Série com Externas “The Man in the High Castle” Melhor Fotografia em Minissérie ou Telefilme “Fargo” Melhor Figurino em Série, Minissérie ou Telefilme Atual “American Horror Story: Hotel” Melhor Figurino em Série, Minissérie ou Telefilme de Época ou Fantasia “Game of Thrones” Melhor Figurino em Programa de Variedades ou Especial “The Wiz Live!” Melhor Direção de Arte em Série de Fantasia ou Atual “Game of Thrones” Melhor Direção de Arte em Série de Época “Downton Abbey” Melhor Direção de Arte de Série de Meia-Hora “Transparent” Melhores Efeitos Visuais “Game of Thrones” Melhores Efeitos Visuais Secundários “Sherlock: The Abominable Bride” Melhor Montagem de Série Cômica com Externas “Crazy Ex-Girlfriend” Melhor Montagem de Minissérie ou Telefilme com Externas “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story” Melhor Montagem de Série Cômica de Estúdio “The Big Bang Theory” Melhor Edição de Som em Séries “Black Sails” Melhor Edição de Som em Minissérie, Telefilme ou Especial “Fargo” Melhor Mixagem de som em Série de Meia Hora “Mozart in the Jungle” Melhor Mixagem de Som em Série de Uma Hora “Game of Thrones” Melhor Mixagem de Som em Minissérie ou Telefilme “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story” Melhor Maquiagem para Série (Não-Prostético) “Game of Thrones” Melhor Maquiagem em Minissérie ou Telefilme (Não-Prostético) “American Horror Story: Hotel” Melhor Hairstyling em Minissérie ou Telefilme The People v. O.J. Simpson: American Crime Story Melhor Hairstyling em Séries “Downton Abbey” Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera e Corte em Série ao Vivo “Dancing With the Stars” Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera e Corte em Telefilme ou Especial ao Vivo “Grease: Live” Melhor Narrador Keith David – Jackie Robinson/PBS Melhor Programa Interativo “The Late Late Show with James Corden” Conquista Artística em Narrativa Interativa “Archer Scavenger Hunt” Melhor Programa Interativo Original “Henry” Melhor experiência social para TV “@Midnight with Chris Hardwick” Melhor Experiência de Usuário e Design Cartoon Network App Experience Melhor Comercial “Love Has No Labels”
Sex&Drugs&Rock&Roll é cancelada na 2ª temporada
O canal pago americano FX cancelou a série “Sex&Drugs&Rock&Roll” ao final de sua 2ª temporada. A atração exibiu seu episódio final no dia 1º de setembro nos Estados Unidos, após a temporada registrar queda significativa de audiência em relação a seu primeiro ano. Criada, produzida e estrelada pelo ator Denis Leary (“O Espetacular Homem-Aranha”), a série girava em torno de um roqueiro de meia-idade (o próprio Leary), cujo comportamento irresponsável nos anos 1990 fez sua banda acabar logo após o lançamento do seu celebrado primeiro álbum. Depois de 20 anos, ele tenta juntar a banda novamente, desta vez para acompanhar a filha que ele negligenciou. A produção também marcou o retorno de Leary para o FX, dois anos após o final da premiada série “Rescue Me”, sobre bombeiros de Nova York traumatizados pelo 11 de setembro de 2001. Em sua 2ª temporada, o progrma registrou a média de 419 mil telespectadores ao vivo. “Sex&Drugs&Rock&Roll” foi a segunda série cancelada pelo FX nos últimos dias, logo após “Tyrant”, que registrava o dobro da audiência.
Tyrant é cancelada ao final da 3ª temporada
O canal FX anunciou o cancelamento da série “Tyrant” após três temporadas. Assim, o final da 3ª temporada, exibida na quarta-feira (7/9) nos EUA, representou o fim da produção. “Os criadores de Tyrant fizeram seu melhor ao longo de três temporadas para contar ao público americano uma fração das histórias emocionantes e humanas que ocorrem no Oriente Médio atualmente”, comunicou o CEO da FX Networks, John Landgraf, no comunicado que anunciou o cancelamento. Os produtores, porém, ainda tentarão continuar a série em outro canal. E deixaram claro no próprio comunicado da FX. “Nós acreditamos que o programa é uma joia rara e adoraríamos encontrar uma maneira de mantê-lo em produção. Dito isto, queremos ser realistas sobre suas perspectivas. Para os fiéis telespectadores, o final desta 3ª temporada servirá como um fim satisfatório para a série, caso ela não encontre outra casa, mas também oferece possibilidades interessantes caso a gente consiga continuar a história em alguma outra plataforma”, assumiu Bert Salke, presidente da Fox 21 Television Studios, que produz “Tyrant”. Apesar da premissa instigante e equipe premiada, a série nunca obteve muito público, e já sofria com expectativa de cancelamento na temporada passada. “Tyrant” foi criada pelo israelense Gideon Raff (que concebeu “Prisioner of War”, a série que virou “Homeland” nos EUA) e produzida por Howard Gordon (um dos responsáveis por “Homeland”) e Craig Wright (roteirista de “A Sete Palmos”). Sua trama girava em torno do filho mais novo do ditador de um país árabe devastado pela guerra, que decide encerrar 20 anos de auto-exílio para retornar à sua terra natal, acompanhado por sua esposa e filhos americanos, para participar do casamento de seu sobrinho, mas logo se vê em meio a um confronto dramático de culturas, jogado de volta para os meandros da política explosiva do Oriente Médio. Com Adam Rayner (minissérie “Hunted”) no papel principal, o elenco ainda incluía Jennifer Finnigan (série “Better with You”), Moran Atias (“72 Horas”), Noah Silver (série “Os Bórgias”), Alexander Karim (“Vingança ao Anoitecer”), Ashraf Barhom (“O Reino”), Alice Krige (“Thor: O Mundo Sombrio”) e Chris Noth (“Sex and the City”).
American Horror Story: Veja 10 novos teasers da 6ª temporada
O canal pago americano FX divulgou 10 novos teasers da 6ª temporada de “American Horror Story”, com referências a clássicos do cinema de terror, de “Colheita Maldita” (1984) a “Annabelle” (2014). Durante evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), John Landgraf, presidente do FX, disse que a maioria dos teasers divulgados “servem apenas para desorientar”. “Pensamos que seria verdadeiramente divertido manter o mistério. E é isso que estamos fazendo”, ele explicou, sobre o fato de, pela primeira vez, a série iniciar sua divulgação sem revelar o subtítulo e o contexto da temporada. Tanto que seu marketing é definido apenas pelo número 6, seguido por uma interrogação. A única certeza é que a série retorna no dia 14 de setembro nos EUA.
Campanha nacional da série The Exorcist provoca com referências a Stranger Things
O canal pago brasileiro FX lançou uma campanha inusitada para divulgar a nova série “The Exorcist” no Brasil, pegando carona num sucesso da Netflix. Numa peça que usurpa a identidade visual de “Stranger Things”, o FX provocou: “Quer ver coisas estranhas de verdade?”. A arte foi postada no Facebook sob um texto que ainda afirma que “as forças de outro mundo sabem qual a série mais assustadora do momento”. A ideia, por sinal, pode ter se originado num esforço de marketing da própria Netflix, que durante a promoção de “Stranger Things” criou um “gerador de títulos”, para que os fãs criassem suas próprias mensagens com a tipografia da série. O recurso fez sucesso com o público, e parece que também com outros canais. Na comparação, porém, o público tomou o partido da atração, digamos, original. “Sinto cheiro de treta” e “Netflix manda um abraço” são algumas das mensagens deixadas por usuários. Mas nada supera esta: “Boa tentativa… Mas o que eu quero mesmo é a segunda temporada de ‘Stranger Things'”. Inspirada no clássico de terror dos anos 1970 “O Exorcista”, a nova série estreia no Brasil no dia 23 de setembro, à 0h. via GIPHY
Legion: Bryan Singer confirma que a série terá ligação com o universo dos X-Men
O diretor Bryan Singer confirmou ao site The Hollywood Reporter que a vindoura série “Legion” compartilha o mesmo universo dos longas da franquia “X-Men”. Singer, que é creditado como produtor da atração, afirmou que a série “é parte do universo ‘X-Men’, mas quando você a assistir, não vai precisar rotulá-la assim, porque ela consegue existir por conta própria”. Segundo o cineasta, “Legion” conta uma “história bem ambiciosa, divertida e muito original”. Criada pelo roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”), a série mantém a premissa dos quadrinhos homônimos, acompanhando David Haller, interpretado por Dan Stevens (série “Downton Abbey”), num hospício. O personagem é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, Haller é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Além de Stevens, a atração contará com Aubrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Jean Smart (série “Fargo”), Rachel Keller (também de “Fargo”) e Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”). Aubrey viverá Lenny, uma amiga de David que abusa do álcool e das drogas, mas tem total confiança de que, mais cedo ou mais tarde, sua vida irá mudar. A veterana Jean Smart interpretará Melanie, uma terapeuta ao mesmo tempo carinhosa e exigente, além de muito sagaz e original. Linklater será um interrogador. E Keller viverá uma mutante chamada Syd, descrita como uma mistura de Vampire e Spyke (ou “Porco-Espinho”). “Legion” estreia no canal pago americano FX no começo de 2017, e terá exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
American Horror Story: Ryan Murphy afirma que todas as temporadas estão conectadas
O produtor Ryan Murphy confirmou, em entrevista ao site The Hollywood Reporter, que as temporadas de “American Horror Story” estão todas conectadas e que o público começará a perceber melhor essa interligação a partir da vindoura 6ª temporada. “Você vai ver melhor nesta temporada, e depois verá ainda mais claramente após esta temporada. Nós colocamos um monte de ligações, e você vai ver isso explodir nas próximas temporadas. Ainda não fomos oficialmente renovados por John Landgraf (diretor do canal FX), mas sempre falamos que esta é uma série com potencial para ser como ‘Além da Imaginação’, durar múltiplas temporadas e ter sua própria mitologia interna. Então, é assim que estamos abordando a série. Eu vou continuar fazendo isso durante o tempo que tivermos as idéias e o ímpeto. Eu realmente amo fazer esta série”. A declaração estimula uma teoria dos fãs, que acreditam que a nova temporada vai acompanhar Michael, o bebê do mal que a personagem Vivian (Connie Britton) pariu na 1ª temporada, e que acabou sendo roubado por Constance (Jessica Lange). Mas não há muitas pistas a respeito da história. Nem sequer o elenco está confirmado. Isto porque, pela primeira vez, os produtores iniciaram a divulgação sem revelar o subtítulo e o contexto da temporada, preferindo investir no mistério. Os novos episódios começam a ser exibidos no dia 14 de setembro nos EUA.
American Horror Story: Novo teaser faz referência a todas as temporadas da série
O canal pago americano FX divulgou um novo teasers da 6ª temporada de “American Horror Story”, que faz referências à todas as temporadas anteriores, mas não há garantia que isso seja uma pista para o tema da nova temporada. Durante evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), John Landgraf, presidente do FX, disse que a maioria dos teasers divulgados “servem apenas para desorientar”. “Pensamos que seria verdadeiramente divertido manter o mistério. E é isso que estamos fazendo”, ele explicou, sobre o fato de, pela primeira vez, a série iniciar sua divulgação sem revelar o subtítulo e o contexto da temporada. Tanto que seu marketing é definido apenas pelo número 6, seguido por uma interrogação. A única certeza é que a série retorna no dia 14 de setembro nos EUA.
American Horror Story: Novos teasers trazem ameaças alienígenas
O canal pago americano FX divulgou três novos teasers da 6ª temporada de “American Horror Story”, dois deles com referências a ameaças alienígenas. A série já abordou teorias de abdução em seu segundo ano, mas não há garantia que isso seja uma pista para o tema da nova temporada. Durante evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), John Landgraf, presidente do FX, disse que a maioria dos teasers divulgados “servem apenas para desorientar”. “Pensamos que seria verdadeiramente divertido manter o mistério. E é isso que estamos fazendo”, ele explicou, sobre o fato de, pela primeira vez, a série iniciar sua divulgação sem revelar o subtítulo e o contexto da temporada. Tanto que seu marketing é definido apenas pelo número 6, seguido por uma interrogação. A única certeza é que a série retorna no dia 14 de setembro nos EUA.
Atlanta: Série de Donald Glover sobre rapper em ascensão ganha primeiro trailer
O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer de sua nova série “Atlanta”. A produção segue a atual tendência de séries sobre o universo da música urbana americana, que tem rendido atrações tão diferentes quanto “Empire” e “The Get Down”. A prévia mostra como o protagonista, um jovem que abandonou os estudos tentando fazer carreira musical, encontra uma chance de fazer dinheiro ao gerenciar a carreira de seu primo, um rapper em ascensão. A série foi criada e é estrelada por Donald Glover (série “Community”), que além de bem conhecido como ator tem uma carreira de sucesso como rapper, sob o pseudônimo Childish Gambino. A atração pretende abordar os diferentes aspectos da forte cena do hip-hop de Atlanta, de onde saíram artistas como Outkast, T.I., Ciara, Ludacris, Usher e Cee Lo Green. Para isso, vai explorar os diferentes pontos de vista de seus personagens centrais, o empresário das ruas Earn, vivido por Glover, e seu primo Alfred, também conhecido como Paperboy, interpretado por Brian Tyree Henry (série “Boardwalk Empire”), que têm visões opostas sobre arte, comércio, sucesso e raça. O elenco ainda destaca LaKeith Stanfield (o Snoop Dogg de “Straight Outta Compton”) e Zazie Beetz (“Wolves”). “Atlanta estreia” no dia 6 de setembro nos Estados Unidos.











