The Expanse é renovada para sua 3ª temporada
O canal pago americano Syfy anunciou a renovação da série “The Expanse” para sua 3ª temporada. Considerada a série sci-fi mais cara já produzida, a atração é baseada na franquia de livros “Leviathan Wakes”, escrita por James S.A. Corey, e se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A situação é agravada pelo ataque a uma nave espacial terrestre, falsamente creditado à Marte, e um teste com arma biológica num asteroide habitado, resultado de uma conspiração interplanetária que ameaça conduzir a uma guerra entre mundos. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série é estrelada por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Jared Harris (série “Mad Men”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Pelos custos elevados, “The Expanse” foi concebida como uma série limitada de 10 episódios. Mas o sucesso obtido, especialmente entre a crítica, animou o Syfy a investir na sua continuação. A série está na metade de sua 2ª temporada e, assim como a atual, a próxima também terá 13 episódios, com estreia prevista para 2018 nos Estados Unidos. No Brasil, “The Expanse” é disponibilizada pela plataforma de streaming Netflix.
Novo vídeo da série distópica The Handmaid’s Tale destaca o tema da opressão sexual
O serviço de streaming Hulu divulgou um vídeo de bastidores da série sci-fi “The Handmaid’s Tale”, em que o elenco e os produtores abordam a história da produção, acompanhados por diversas cenas inéditas de visual estilizado. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss vive Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”). A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e a estreia está marcada para 26 de abril nos EUA.
Logan é o filme de super-heróis que os fãs sempre pediram
Comprometido com o papel de vilão em “Missão: Impossível 2”, Dougray Scott não teve agenda para fazer “X-Men”. Como plano B, a Fox e o diretor Bryan Singer optaram pelo, até então, desconhecido australiano Hugh Jackman para ser Wolverine na adaptação que fez Hollywood e o público respeitarem filmes baseados em histórias em quadrinhos. O primeiro “X-Men” (2000) até que foi legal, mas Jackman roubou a cena e valeu muito mais que o filme inteiro. Não demorou e veio “X-Men 2” (2003), esse sim um grande filme, e outras sete participações do ator como Wolverine. Só que, 17 anos depois, ainda faltava aquela pitada de coragem para entregarem um filme que representasse o furioso mutante do jeito que os fãs queriam – de forma brutal, descarregando sua raiva nos inimigos e com muito sangue espirrando na plateia. E prestígio na indústria é isso aí: perto de completar 50 anos, Jackman disse que faria o personagem apenas mais uma vez, porém exigindo que o filme saísse como queria. Conseguiu carta branca e entregou o projeto a um diretor de sua confiança, James Mangold. O resultado é “Logan”, o filme do Wolverine que os fãs sempre pediram. Um dos maiores elogios que se pode fazer é que não parece uma adaptação de histórias em quadrinhos – e é muito importante incluir isso – do modo como Hollywood acostumou o púlico. Trata-se de um filme completo, dramático quando exigido e raivoso quando a história pede. Sem acrobacias, cenas de ação à la 007, como a sequência do trem em “Wolverine: Imortal” (2013), curiosamente dirigido pelo mesmo James Mangold (que diferença faz a liberdade para tocar um filme), mas com muita porrada, membros decepados, palavrões (a primeira fala do filme é “FUCK”), sangue jorrando de maneira intensa, violentíssima, porém compreensível, aceitável quando entendemos Wolverine após quase duas décadas. Ainda mais porque, desta vez, ele está velho, cansado e com seu poder de regeneração bastante debilitado. Mas não é o caso de se apegar tanto à violência, tensão, adrenalina ou mesmo os efeitos visuais, porque o segredo do sucesso de “Logan” está no título. Apesar de tudo, não é um filme sobre um super-herói, mas sobre um homem em busca de sua humanidade perdida em um passado doloroso e que não volta mais. É o filme mais humano e centrado em personagens já feito sobre quadrinhos da Marvel, com diálogos reflexivos, pausas silenciosas e atuações definitivas de Hugh Jackman e Sir Patrick Stewart, que não precisam de muita coisa para cortar o coração do espectador nas simples conversas que Logan e Xavier travam sobre amor, a aceitação da morte, família, culpa, esperança, liderança e a relação pai e filho ou pai e filha. É onde entra a grande surpresa do filme, a pequena Dafne Keen, que rouba a cena como Laura (pode chamar de X-23) não somente nas sequências impressionantes de ação, mas também pelo seu potencial como atriz, apontando a franquia para um futuro promissor que o sucesso deste filme pode ajudar Hollywood a compreender. Em termos de adaptações de quadrinhos, “Logan” só é comparável a “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), embora seja completamente diferente do filme de Christopher Nolan. Em diversos momentos, parece mais uma produção da Nova Hollywood dos anos 1970, devido à ousadia de querer sair fora dos padrões. Mas seu espírito verdadeiro pertence aos westerns e road movies, o bom e velho filme de jornada, em que anti-heróis enfrentam percalços em fuga ou em busca de seu caminho. Como em “Os Imperdoáveis” (1992), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007) e até “A Qualquer Custo” (2016), os protagonistas são corroídos por arrependimentos, cercados por violência e carregam hábitos e memórias de uma época que passou. Entretanto, nada é tão grandioso quanto o amor de James Mangold pelo clássico “Os Brutos Também Amam” (1953). Para os fãs de Wolverine, esse é o filme dos sonhos. Outros atores poderão interpretar Wolverine, claro, mas nenhum será o Logan de Hugh Jackman, como nenhum outro 007 foi o James Bond de Sean Connery. Isso é sair por cima.
Produzida por Matt Damon e Ben Affleck, série sci-fi Incorporated é cancelada
O canal pago americano SyFy decidiu não renovar a série “Incorporated”, produzida pelos atores Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Ben Affleck (“Batman vs Superman”). A série não decolou, registrando uma média de 500 mil telespectadores por episódio. Para completar, sua trama foi considerada clichê pela crítica, ainda que bem interpretada e com ótima cenografia. “Incorporated” foi criada pelos irmãos espanhóis David e Alex Pastor (“Vírus”) e se passa num futuro em que as corporações têm poder aparentemente ilimitado. A trama girava em torno dos esforços de um homem (Sean Teale, da série “Reign”) para burlar o sistema e salvar a mulher que ama. O elenco também contava com Eddie Ramos (série “Teen Wolf”), Dennis Haysbert (série “24 Horas”), Allison Miller (série “Terra Nova”) e Julia Ormond (série “As Bruxas de East End”). A série estreou em 30 de novembro e seu último episódio foi exibido em 25 de janeiro nos EUA.
Cena inédita do revival de Samurai Jack mostra violência adulta da nova versão da série animada
O Adult Swim divulgou um novo vídeo da volta de “Samurai Jack”, que traz o herói enfrentando monstros-robôs. As cenas são violentas e bastante estilizadas, mostrando a nova direção da animação. Embora o produtor seja o mesmo, o criador da série Genndy Tartakovsky (“Hotel Transilvânia”), a continuação da aventura será voltada para o público adulto. O revival vai mostrar o herói no futuro, 50 anos depois de sua última aparição, e com um visual totalmente diferente – cabeludo e barbudo. A trama vai continuar a história interrompida em 2004, quando a série, então em sua 4ª temporada, saiu da programação do Cartoon Network. A ideia é mostrar o herói finalmente cumprindo sua missão. A estreia está marcada para 11 de março nos EUA.
Jennifer Connelly será vilã na adaptação do mangá Alita: Battle Angel
A atriz Jennifer Connelly (“Um Conto do Destino”) entrou no elenco de “Alita: Battle Angel”, a próxima adaptação de mangá/anime com atores americanos, que será dirigida por Robert Rodriguez (“Sin City”). Segundo o site da Variety, ela viverá uma das vilãs do longa. Mas é difícil dizer qual, já que vários nomes foram americanizados. O filme será estrelado por Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título, e Christoph Waltz (“Django Livre”), um dos personagens com nome americanizado. Outros atores contratados incluem Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título do mangá) vai chegar aos cinemas com produção do cineasta James Cameron (“Avatar”). Ele próprio escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. E tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. As filmagens tem financiamento do estúdio 20th Century Fox com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões). Ironicamente, “Alita: Battle Angel” deve chegar aos cinemas antes de “Avatar 2”, com um lançamento marcado para o dia 20 de julho de 2018.
Samurai Jack volta à TV irreconhecível em trailer de série animada para adultos
Os fãs de “Samurai Jack” podem não reconhecer o personagem no primeiro trailer de seu revival animado. É preciso o logotipo aparecer no fim para garantir que se trata do mesmo herói de quatro temporadas de animação do Cartoon Network. Embora o desenhista seja o mesmo, seu criador Genndy Tartakovsky (“Hotel Transilvânia”), Jack está totalmente mudado. Cabeludo, barbudo, ferido e munido de metralhadora, em vez de sua katana, ele enfrenta um exército de mulheres ninja na prévia, que se passa 50 anos desde sua última aventura conhecida, embora, no mundo real, apenas uma década tenha se passado desde o final da 4ª temporada. Graças ao efeito colateral de sua viagem ao futuro, Jack não envelheceu desde então, mas ainda não foi capaz de cumprir sua missão e derrotar o demônio Aku. De fato, ele parece cada vez mais longe de conquistar sua vitória, praticamente tendo desistido da luta. Entretanto, a produção foi resgatada justamente para contar um arco completo e final desta história. A série também terá mais violência, como alude a cena em que uma lâmina penetra o herói, por isso será exibida na faixa noturna, sob o selo Adult Swim, voltado ao público adulto. A estreia está marcada para 11 de março nos EUA.
Novo trailer da série distópica The Handmaid’s Tale destaca opressão sexual e visual estilizado
O serviço de streaming Hulu divulgou novas fotos e trailer da série sci-fi “The Handmaid’s Tale”, que destaca o visual estilizado e a opressão que sofre a protagonista. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss vive Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”). A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e a estreia foi marcada para 26 de abril nos EUA.
Diretor de Deadpool fará novo Exterminador do Futuro, com produção de James Cameron
Conforme esperado, o cineasta James Cameron prepara o resgate da franquia “O Exterminador do Futuro”. Os direitos dos personagens serão revertidos para seu criador em 2019 – 20 anos após a venda original – , de acordo com o contrato de cessão. E a produtora Skydance aceitou o inevitável, antecipando uma parceria com Cameron para relançar a franquia. Segundo o site Deadline, Cameron topou e já abriu negociações com o diretor Tim Miller (“Deadpool”) para comandar o próximo longa da franquia, que ele vai produzir. Cameron não teve envolvimento com os últimos três “Exterminador do Futuro”. Ele perdeu os direitos do filme numa disputa de seu divórcio com a atriz Linda Hamilton, intérprete de Sarah Connor nos dois primeiros longas, que os revendeu para o estúdio Carolco, já falido, e desde então os direitos tem ido de um lugar para outro. Recentemente, ele relançou nos cinemas “O Exterminador do Futuro 2” (1991) em versão 3D e IMAX, preparando terreno para a retomada das produções. A produção está agora em fase de definir o roteirista. A busca é por um grande autor de ficção científica capaz de dar um novo rumo para trama. O último lançamento, “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, foi um grande fracasso e implodiu os planos da Skydance de lançar uma trilogia, prontamente cancelada após o resultado das bilheterias. Nos EUA, o desempenho foi considerado pífio, com faturamento de US$ 89 milhões. Graças ao sucesso na China, o filme chegou a US$ 440 milhões em todo o mundo. Mas isso não foi o suficiente para justificar os gastos – US$ 155 milhões apenas em produção. Para completar, a critica odiou o filme, novamente estrelado por Arnold Schwarzenegger, que teve apenas 26% de aprovação na média apurada pelo site Rotten Tomatoes.
Mistura de sci-fi e documentário, série Mars é renovada para a 2ª temporada
O canal pago National Geographic anunciou a renovação de sua série mais ambiciosa, “Mars”, para a 2ª temporada. A atração dramatiza a chegada do homem – e da mulher – à Marte, combinando ficção e estrutura de documentário – com depoimentos de cientistas e astronautas – para mostrar as dificuldades que a humanidade enfrentará no planeta quando tentar estabelecer a primeira colônia da Terra em outro mundo. “Mars” tem produção do cineasta Ron Howard (“Inferno”) e seu parceiro na produtora Imagine, Brian Grazer. A dupla já foi ao espaço na reconstituição do maior milagre do programa espacial americano, no filme “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo” (1995). A 1ª temporada foi exibida em 172 países e traduzida para 43 idiomas – e está disponível no aplicativo Nat Geo Play. São seis episódios com direção do mexicano Everardo Gout (série “Banshee”) e um elenco multinacional, que inclui a cantora sul-coreana Jihae (“2B”), a romena Anamaria Marinca (“A Viagem de Meu Pai”), o americano Ben Cotton (série “The Killing”), o francês Olivier Martinez (série “Revenge”), a húngara Kata Sarbó (também de “Inferno”), o argentino Alberto Ammann (série “Narcos”), a francesa Clémentine Poidatz (“Maria Antonieta”), o nigeriano Sammi Rotibi (“Django Livre”) e a alemã Cosima Shaw (“V de Vingança”).
Sci-fi misteriosa “sem título” ganha trailer climático
O estúdio indie A24 divulgou o trailer de “Untitled”, projeto misterioso, que não inclui maiores informações além de se passar “num futuro próximo”. Não se sabe quem escreveu, dirigiu, o nome dos atores, nem se é mesmo o trailer de um filme. Afinal, o A24 lançou “A Bruxa”, “O Lagosta” e “O Quarto de Jack”, entre outros filmes aclamados, mas também está se aventurando na TV e recentemente fechou parceria com o BitTorrent para produzir conteúdos alternativos. O fato de ser chamado de “Untitled” (sem título) só aumenta o enigma. A prévia é melancólica e encena situações mundanas (uma criança correndo pela grama ou movendo os pés na piscina) e perturbadoras (personagens olhando para telas, inexpressivos ou chorosos), enquanto legendas avisam ao espectador para “perceber o sentimento”, “sentir-se nu”, “testemunhar mudança”, entre outras instruções breves. A legenda final convida: “viva além.” Assim como não se sabe o que é “Untitled”, também não há pistas de quando vai estrear – se é que vai estrear.
Veja o primeiro trailer da nova série sci-fi distópica The Handmaid’s Tale
O serviço de streaming Hulu divulgou o primeiro trailer da nova série sci-fi “The Handmaid’s Tale”, que revela a data de estreia da atração. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A prévia destaca Elizabeth Moss como a protagonista feminina, Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulação do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. O elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”). A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e a estreia foi marcada para 26 de abril nos EUA.
Alexander Skarsgard e Paul Rudd aparecem nas primeiras fotos da nova sci-fi do diretor de Warcraft
A Netflix divulgou as primeiras imagens de “Mute”, nova sci-fi do diretor Duncan Jones (“Warcraft”), filho de David Bowie. As imagens em tom neon evocam produções dos anos 1980, enquanto destacam os integrantes do elenco: Alexander Skarsgård (“A Lenda de Tarzan”), Paul Rudd (“Homem-Formiga”) e Justin Theroux (série “The Leftovers”), quase irreconhecível de peruca. “Mute” se passa no futuro próximo, daqui a 40 anos em Berlim, onde o personagem de Skarsgård, um bartender mudo, procura sua namorada que desapareceu, e nessa jornada acaba se envolvendo com uma dupla de cirurgiões americanos bastante excêntricos. “É sobre um cara que sofreu um acidente quando criança. Ele é ex-Amish, então ele vive uma vida muito monástica: ele não tem um celular ou nada disso. Ele deixou a comunidade [Amish], mas ainda meio que segue as regras”, revelou o ator numa entrevista recente. Um dos boatos da produção é que ela teria ligação com a trama de “Lunar” (2009), primeiro filme de Jones, inclusive com uma possível participação de Sam Rokwell repetindo seu papel. Ainda não há previsão para a estreia de “Mute”. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.











