Arnold Schwarzenneger está de volta nas fotos do novo Exterminador do Futuro
A Paramount divulgou fotos do elenco do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”, que vai se chamar “Terminator: Dark Fate” em inglês (algo como “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”). As imagens registram as voltas de Arnold Schwarzenneger e Linda Hamilton à franquia. Enquanto ele participou de quase todos os filmes, ela não vivia Sarah Connor desde o segundo, “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” (1991). Além dos dois, ainda aparecem Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), que volta a exibir os cabelos curtos de sua personagem na 1ª temporada de “Halt and Catch Fire” como uma militar de elite, a colombiana Natalia Reyes (série “2091”), intérprete da protagonista da trama, uma jovem da Cidade do México que se vê envolvida na guerra entre humanos e máquinas, Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”) como um novo Exterminador e Diego Boneta (“Rock of Ages”). O elenco ainda inclui o jovem estreante Jude Collie no papel do adolescente John Connor. O filme também será o primeiro com envolvimento do cineasta James Cameron desde que ele dirigiu “O Exterminador do Futuro 2”. Criador da franquia em 1984, Cameron perdeu os direitos sobre os personagens no seu divórcio com a intérprete de Sarah Connor. Ela vendeu os direitos, que foram revendidos outras vezes, até voltarem para as mãos de Cameron, após três filmes sem o mesmo brilho dos originais. Cameron retorna como produtor. Já a direção ficou a cargo de Tim Miller (“Deadpool”). A estreia está marcada para 31 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Novo Exterminador do Futuro ganha título oficial e data de estreia
A Paramount oficializou o título e a data de estreia do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”. A produção vai se chamar “Terminator: Dark Fate” em inglês (algo como “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) e chegará aos cinemas americanos em 1º de novembro (ainda sem confirmação no Brasil). O filme será o primeiro com envolvimento do cineasta James Cameron desde que ele dirigiu “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” (1991). Criador da franquia em 1984, Cameron perdeu os direitos sobre os personagens no seu divórcio com a atriz Linda Hamilton, a intérprete de Sarah Connor. Ela vendeu os direitos, que foram revendidos outras vezes, até voltarem para as mãos de Cameron, após três filmes sem o mesmo brilho dos originais. Cameron retorna como roteirista e produtor, e traz de volta os dois astros do filme original, sua ex Linda Hamilton e o velho amigo Arnold Schwarzenegger. O elenco principal se completa com Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), Natalia Reyes (série “2091”), Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”) e Diego Boneta (“Rock of Ages”). Já a direção ficou a cargo de Tim Miller (“Deadpool”).
Altered Carbon: Vídeo revela que Anthony Mackie e Simone Missick vão estrelar 2ª temporada
A Netflix anunciou o elenco principal da 2ª temporada de “Altered Carbon”, por meio de um vídeo da produção. E além de confirmar o novo protagonista, antecipado em julho passado, o vídeo revela a participação de Simone Missick, a Misty Knight da série “Luke Cage”. Veja abaixo. Graças à premissa da sci-fi, os novos episódios não terão dificuldades em explicar a troca de intérprete do personagem principal. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (que entrou em “Hannah”) na 1ª temporada, Takeshi Kovacks será interpretado por Anthony Mackie, que vive o Falcão nos filmes dos Vingadores da Marvel. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “Falling Water”) em flashbacks da temporada inaugural, que explicam como a mesma pessoa pode aparecer com aparências tão diferentes. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. Apesar da troca do protagonista, os atores Renée Elise Goldsberry e Chris Conner vão voltar a seus personagens, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Além de Simone Missick, as novidades incluem Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). Ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada.
Alita – Anjo de Combate tem ambição demais para seu próprio bem
Após duas décadas existindo como filme apenas na cabeça de James Cameron, o mangá cyberpunk “Alita: Anjo de Combate”, de Yukito Kishiro, finalmente ganhou a adaptação hollywoodiana que o cineasta visionário tanto sonhou. Mas dirigido por Robert Rodriguez, porque Cameron anda mais preocupado com as sequências de “Avatar”. Mesmo assim, o resultado (ainda bem) tem muito mais a cara do cineasta de produções monumentais como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro 2” que a do diretor de filmes baratos como “El Mariachi”, “Machete”, “Planeta Terror” e “Sin City”. Rodriguez nunca escondeu que estava fazendo um filme de (escrito e produzido por) James Cameron, o que se pode vislumbrar na megalomania impressa da primeira à última cena, um espetáculo em escala gigantesca que mantém o espectador imerso na ação. A premissa é básica, a trama soa familiar, mas o mérito de Cameron e Rodriguez como contadores de histórias é nunca deixar de envolver o espectador. Não fazem isso por meio do roteiro, que jamais foi o forte de Cameron, que adora diálogos ralos e bregas (I’d give you my heart?), nem somente com os efeitos digitais da turma de Peter Jackson, que são realmente impressionantes (a parte do Motorball é um espanto), nem apenas com as cenas de ação. Mas com uma somatória de elementos. Inclusive, quando abraça uma brutalidade típica do começo da carreira de Cameron (e de Paul Verhoeven, vai), trazendo mais violência para a tela que se espera de um tradicional blockbuster para toda a família. A trama imersiva, os efeitos e a ação também ganham credibilidade devido ao carisma de Rosa Salazar (da franquia “Maze Runner”) como intérprete da personagem principal. Mesmo emprestando seus dotes físicos e artísticos para a captura de movimento dar vida à adorável ciborgue, é sua humanidade como atriz que faz com que o público se importe com Alita; que ria e se emocione com suas descobertas, ora alegres, ora dolorosas, de um mundo que ela esqueceu e no qual possui um papel definitivo que jamais imaginou. Isso desde o momento em que têm seus pedaços encontrados num ferro-velho e reconstruídos por um cientista (Christoph Waltz). Mesmo destruída e com olhos de dimensões irreais – uma homenagem ao mangá original – , ela consegue funcionar, porque Rosa Salazar faz acreditar que ela é real – a ponto de sua interpretação deixar as participações de Jennifer Connelly e Mahershala Ali em segundo plano. Infelizmente, porém, por mais que o esforço seja legítimo, o filme acaba não correspondendo. Resulta em apenas mais uma sci-fi/fantasia genérica feita para virar franquia, ao sucumbir ao impulso atual da indústria para gerar sequels e prequels, numa combinação letal com a megalomania de James Cameron. “Avatar” terá várias sequências, como sabemos, mas o diretor fez do original de 2009 um filme certinho, fechado, completo. É gigantesco tanto na ambição quanto na execução, mas vai direto ao ponto. Como arrebentou nas bilheterias, Cameron teve o sinal verde que queria para continuar a saga. Mas se tivesse naufragado, goste-se ou não, continuaria sendo um filme único. Já “Alita” foi pensada, desde o começo, para ter continuação. Entretanto, seria um filme melhor se Cameron e Rodriguez se concentrassem em desenvolver uma história fechada, focada num arco menor. Em vez disso, a trama, digamos assim, parece ainda estar na metade quando rolam os créditos finais. Com isso, o filme resulta equivocadamente incompleto e preocupado acima de tudo em preparar o público para as continuações. E isso é de uma irresponsabilidade absurda, já que a decisão criativa de explorar a franquia depende do sucesso financeiro, o que as bilheterias da estreia já colocaram em risco.
Globo vai exibir primeiro episódio de The Handmaid’s Tale na TV aberta
A Globo vai repetir a estratégia de exibir na TV aberta o primeiro episódio de uma série exclusiva de seu serviço de streaming, o Globoplay, visando atrair novos assinantes para a plataforma. Nesta terça-feira (12/2), o canal transmite a estreia de “The Handmaid’s Tale”, que ganhou subtítulo nacional – “O Conto da Aia”. O mais curioso é que o episódio inaugural será exibido sem intervalos comerciais, como num canal pago premium. Ele vai ao ar após o “Jornal da Globo”. A 1º temporada, que venceu o Emmy de Melhor Série de Drama, já está disponível no Globoplay para assinantes – e também já foi exibida na TV paga pelo canal Paramount. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil justamente como “O Conto da Aia”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar à adoção de medidas drásticas, mergulhando a sociedade americana numa nova ordem conservadora, comandada apenas por homens. Com a fertilidade em queda, as mulheres que ainda conseguem ter filhos são transformadas em escravas sexuais, com o único propósito de gerar filhos. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de June, rebatizada de Offred por seus captores. Como uma das últimas mulheres férteis, ela é forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta, sendo obrigada a se submeter a um poderoso político, sua esposa cruel e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de June com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Atualmente, a série se prepara para entrar em sua 3ª temporada na plataforma americana Hulu, com estreia marcada para 5 de junho. Veja abaixo o trailer nacional da tensa temporada inaugural.
Comercial de The Handmaid’s Tale introduz vingança de June
A plataforma Hulu divulgou o comercial da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, o vídeo começa como uma propaganda fascista do regime de Gilead, até June/Offred (Elizabeth Moss) decidir que é hora dessa narrativa mudar. Sua determinação é acompanhada por cenas de explosão, incêndio e desespero dos poderosos. É interessante reparar que a narração do comercial utiliza um texto famoso da campanha para a reeleição de Ronald Reagan em 1984. Compare abaixo. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay.
Alita: Anjo de Combate pede para não ser subestimada em novo comercial
A Fox divulgou o comercial de “Alita: Anjo de Combate” exibido no intervalo do Super Bowl na TV americana. O vídeo traz a protagonista dizendo que não é para subestimá-la, o que é um marketing metalinguístico, considerando as críticas negativas da imprensa. Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”) no papel-título, o filme traz Christoph Waltz (“Django Livre”), Jennifer Connelly (“Noé”), Keean Johnson (série “Nashville”), Mahershala Ali (“Moonlight”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) em dois papéis diferentes. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Handmaid’s Tale: Teaser da 3ª temporada revela destino de Offred
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Visando criar expectativa para o trailer completo, que será lançado no domingo na TV americana, durante o intervalo do Super Bowl, o vídeo revela uma grande reviravolta da trama, mostrando o destino de June/Offred (Elizabeth Moss). A prévia registra a personagem sem os trajes vermelhos de aia, assumindo novo vestuário, de cor cinza, como uma Martha – nome dado às criadas responsáveis por afazeres domésticos no mundo opressivo de Gilead. No final da temporada passada, June ficou com o destino em aberto, após entregar sua filha recém-nascida nas mãos de Emily (Alexis Bledel). Mas, em vez de se juntar à amiga em fuga de Gilead, ela toma a decisão de ficar naquele lugar opressivo para resgatar sua outra filha, a pequena Hannah (Jordana Blake). O trailer deve explicar se o novo vestuário de June é um disfarce para realizar seu objetivo ou uma nova punição, por ter “raptado” sua filha da casa do comandante Waterford (Joseph Fiennes). Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay. #SBLIII pic.twitter.com/1hDBz2Giyn — The Handmaid's Tale (@HandmaidsOnHulu) February 1, 2019
Críticas oficiais chamam Alita: Anjo de Combate de “lixo”
A diferença entre os críticos geeks e os críticos de cinema radicalizou-se com o lançamento de “Alita: Anjo de Combate”. Após ser incensada pelos groupies dos sites geeks, que babaram em tuítes elogiosos após as primeiras sessões para jornalistas, a sci-fi está sendo destruída pela imprensa “séria”, que não escreve sobre bonecos de filmes. De “marco da sci-fi” e “uma maravilha da computação gráfica”, como exageraram os críticos de Twitter, o filme virou “lixo” nas publicações oficiais com mais de 280 caracteres dos críticos de cinema. Embora elogiando as sequências de ação e a expressividade de Alita – interpretada pela atriz Rosa Salazar com efeitos CGI – , o consenso é que “Alita: Anjo de Combate” não passa de um clichezão de sci-fi com personagens superficiais. O site The Wrap o classificou como “uma confusão”… “apressada, sem foco e de tom errático”. O jornal britânico The Guardian taxou a obra de “romance distópico convencional” e, acrescentou a revista Time Out, “já visto antes”. “O Big Mac do cinema”, resumiu a Variety, num alusão a junk (lixo) food. Já a revista Entertainment Weekly considerou que “chamar esse filme de lixo é um desserviço para a autenticidade dos filmes trash legítimos”. Com a publicação das primeiras críticas, o filme ganhou cotação no site Rotten Tomatoes. E é podre, com apenas 44% de aprovação. O detalhe é que, quando se aplica o filtro dos chamados “top critics” (aqueles que não publicam em sites de groupies geeks), a avaliação desaba para 29%. Lixão. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”), recriada digitalmente no papel-título, o elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Hugh Jackman e Rebecca Ferguson vão estrelar sci-fi da criadora de Westworld
Os atores Hugh Jackman (“Logan”) e Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) vão protagonizar a sci-fi “Reminiscence”, primeiro longa escrito e dirigido por Lisa Joy, co-criadora da série “Westworld”. O roteiro chegou a entrar na Black List (a lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood) de 2013. Após a repercussão de “Westworld”, chamou atenção de uma agência de talentos que buscou o comprometimento dos dois astros para levar o projeto para o mercado. “Reminiscence” será apresentado para investidores durante o Festival de Berlim, que começa no próximo dia 7 de fevereiro, e a expectativa é que atraia ofertas de grandes estúdios – e provavelmente da Netflix. A produção representará um reencontro entre Jackman e Ferguson, que trabalharam juntos em “O Rei do Show”, em 2017. A trama se passa no futuro, numa Miami parcialmente submersa pelos efeitos do aquecimento global. Jackman vive um detetive especializado em “recapturar” as memórias de seus clientes, que se sentirá incomodado ao aceitar o contrato da personagem de Ferguson, envolvendo-se mais do que deveria. Não há mais detalhes sobre a história, que o site Deadline descreve como complexa e cheia de camadas. Além de escrever e dirigir, Lisa Joy também vai assinar a produção, ao lado do marido Jonathan Nolan (co-criador de “Westworld”), Michael De Luca (produtor de “Cinquenta Tons de Cinza”) e Aaron Ryder (produtor de “A Chegada”). O longa deve ser filmado durante o período de outono nos Estados Unidos, entre setembro e novembro, e não tem previsão de estreia.
Personagens de Alita: Anjo de Combate ganham 10 pôsteres individuais
A Fox divulgou mais 10 novos pôsteres de “Alita: Anjo de Combate”, que destacam individualmente os personagens do filme, muitos deles criados com auxílio de computação digital. Entretanto, em meio a todos os papéis cibernéticos, apenas Alita tem os olhos grandes do mangá original e que caracterizam os desenhos japoneses. Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”) no papel-título, os pôsteres mostram Christoph Waltz (“Django Livre”), Jennifer Connelly (“Noé”), Keean Johnson (série “Nashville”), Mahershala Ali (“Moonlight”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) em dois papéis diferentes. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Após as primeiras exibições para a imprensa, o filme está sendo elogiadíssimo por seus efeitos visuais, considerados “uma maravilha da computação gráfica” e um “marco da sci-fi”. A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Alita: Anjo de Combate ganha 13 novos pôsteres internacionais
A Fox divulgou 13 novos pôsteres internacionais de “Alita: Anjo de Combate”, que destacam a protagonista de espada em punho e os diversos coadjuvantes da produção, muitos deles criados digitalmente. Após as primeiras exibições para a imprensa, o filme está sendo elogiadíssimo por seus efeitos visuais, considerados “uma maravilha da computação gráfica” e um “marco da sci-fi”. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”), recriada digitalmente no papel-título, o elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Primeiras impressões de Alita: Anjo de Combate chamam filme de “maravilha” e “marco da sci-fi”
“Alita: Anjo de Combate” teve suas primeiras sessões para a imprensa, gerando repercussão extremamente positiva nas redes sociais, pouco mais de um mês antes de sua estreia. Os elogios são rasgadíssimos. De “marco da sci-fi” à “uma maravilha da computação gráfica”, que tem só um problema, como disse o editor do site JoBlo, Paul Shirley: “a vontade de ver mais, o que é um bom problema para ter”. Shirley ainda descreveu a produção como “uma jornada selvagem e visceral que oferece ação incrível, um mundo virtual imersivo e uma quantidade surpreendente de peso emocional” e ainda destacou que a protagonista, criada com ajuda de muita computação gráfica, “é totalmente desenvolvida, forte, falha, cativante e rebelde”. Hector Navarro, um freelance de Los Angeles, juntou-se ao coro, ao conclamar: “Mal posso esperar para que todos vejam! Mais adaptações de anime/mangá como essa, por favor”. Chris Sylvia, da Regal Movies, ainda destacou que o filme deve ser visto em 3D, pela forma imersiva como usa a tecnologia. “Alita chuta bundas a sério”, ele elogiou. “Deve ser experimentado em 3D.” Max Evry, editor do ComingSoon, foi quem chamou “Alita” de “um marco no gênero sci-fi, com mergulhos imersivos no mundo do futuro”. Ele também elogiou “a performance fotorrealista” de Rosa Salazar, “surpreendentemente cheia de nuances”, e repetiu o “problema” do filme. “A única queixa é que me deixou querendo mais”. Yen Yamato, do Los Angeles Times, replicou quase com as mesmas palavras, ao descrever o filme de “uma maravilha fotorrealista de computação gráfica, que ganha vida explosiva na performance incrivelmente sutil de Rosa Salazar”. A jornalista ainda acrescenta que a atriz “é carismática, hilária e uma estrela”. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”), recriada digitalmente no papel-título, o elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.









