James Cromwell entra no elenco de Jurassic World 2
O veterano ator James Cromwell (“Babe – O Porquinho Atrapalhado” e “O Artista”) foi escalado para o elenco de “Jurassic World 2”. Mas seu papel é um mistério, como praticamente tudo o que envolve a produção. As únicas coisas confirmadas a respeito do filme são os retornos dos atores Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, que repetirão seus papéis do blockbuster de 2015. Entre as novidades do elenco, incluem-se ainda Daniella Pineda (da série “The Originals”), Toby Jones (“Alice Através dos Espelhos”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Justice Smith (“Cidades de Papel”) e Ted Levine (“A Ilha do Medo”). “Jurassic World 2” será dirigido pelo espanhol J.A Bayona (“Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), que assumirá o posto de Colin Trevorrow. O responsável pelo sucesso do longa anterior, porém, contribuiu com o roteiro da continuação, antes de iniciar eu trabalho à frente do nono filme da franquia “Star Wars”, previsto para 2019. A estreia de “Jurassic World 2”, por sua vez, está marcada para junho de 2018.
John Wick revigora o cinema de ação com um espetáculo de violência e adrenalina
No primeiro filme da franquia, “De Volta ao Jogo” (2014), um filhinho de papai da máfia russa roubou o mustang de John Wick e matou seu cachorro. Não sabia que Wick era um pistoleiro lendário, chamado de Baba Yaga (Bicho Papão) pelos chefões. Mesmo assim, o rapaz mimado ficou com o carro. De troco, o rancoroso Wick (vivido por Keanu Reeves) espalhou uma centena de corpos pela tela. A contagem de cadáveres nesta sequência, intitulada “John Wick – Um Novo Dia para Morrer”, extrapola o primeiro filme umas três vezes. O raivoso John Wick é o fodão da bala chita mesmo. É um bad guy duro de matar. Enfronha-se na multidão, enfrenta os bandidos em tiroteios precisos (nunca acerta um inocente). E atira pra no mínimo aleijar. A direção de Chad Stahelski tem um brilho inflamado e aquele ódio de quem parece estar insatisfeito consigo mesmo. Mas é tudo maravilhosamente feito de forma cinemática. Stahelski deve admirar o cinema de John Woo. Os duelos são coreografados com movimentos vertiginosos, uma torrente de imagens que nos fazem ter uma recepção propriamente física do ritmo do filme, uma composição e uma estruturação propriamente dinâmica do espaço cinematográfico. Seu cinema é cinético, e vai rápido. Mais rápido, às vezes, até do que nossa percepção da história. E cada confronto segue um estilo e se passa num ambiente diferente. Claro, há algo de videogame em cena também. Só que nada é virtual. Stahelski, que antes de diretor era dublê, coloca um exército de stunts a serviço de arremessos, vôos e quedas hiperrealistas. Ainda que Keanu esteja em cena e também Laurence Fishburne, esqueça “Matrix” (1999). Todo mundo sangra, o suor escorre a todo instante e invariavelmente alguém grita de dor. Inclusive o personagem de Keanu que termina com um braço quebrado, uma perna menor que a outra e o rosto coalhado de cortes. Mesmo mancando, John Wick continua atrás do mustang que a máfia russa roubou no filme anterior. Ele recupera o carro, mas não antes de mandar duas dezenas de desafetos para o inferno. Volta para a casa para descansar, e mal sobra tempo para um cochilo. Um representante da Camorra, a máfia italiana, bate na porta e vem cobrar uma dívida antiga. E o protagonista que se achava aposentado, terá que voltar ao crime e cometer mais um assassinato mirabolante em Roma. O senso de humor é sempre ferino. Há um hotel luxuoso e exclusivo para pistoleiros em Roma e a primeira pergunta que o dono do local faz quando vê John Wick é se por acaso ele veio matar o papa. Há um suspense de dois segundos antes de Wick negar, mas é o suficiente para os criminosos, respirarem aliviados. Outra cena muito divertida é a que opõe Keanu Reeves e Laurence Fishburne. Os dois se entreolham e, numa piada particular, o Morfeu de “Matrix” dispara: Há quanto tempo, hein? John Wick procura ser sempre habilidoso nas negociações com as organizações criminosas, mas quando oferecem US$ 7 milhões por sua cabeça, torna-se caçado até pelos próprios amigos. Mas não adianta muito descrever a história. Esse capítulo dois da saga Wick é como um espetáculo de ritmo, movimento, montagem, alterações no plano. Pouco importa o que é contado, o essencial ainda fica na imagem, intransferível. Importa, sim, declarar que, em todas as cenas de ação diante da tela, tamanha é a quantidade de informações que aparecem, tão preciso é o estabelecimento dos espaços, tão meticulosos são os enquadramentos e a duração de cada plano, que os músculos se retesam imperceptivelmente e o coração pulsa com a adrenalina. Se o espectador estava ávido por um filme de ação de categoria, suas preces são atendidas com esse “John Wick”.
Mel Gibson negocia dirigir Esquadrão Suicida 2
A Warner Bros. Pictures convidou Mel Gibson para dirigir “Esquadrão Suicida 2”. Segundo o site Deadline, o estúdio e Gibson estão em negociações iniciais para que ele assuma o projeto. Ao buscar conferir com suas fontes, o site The Hollywood Reporter descobriu que o cineasta estaria buscando se familiarizar com os personagens e o projeto antes de decidir. O maior entrave é que Gibson nunca dirigiu um trabalho sob encomenda. Todos os seus projetos foram autorais. Por isso, caso Gibson não deseje assinar, o estúdio tem como Plano B o diretor Daniel Espinosa (“Protegendo o Inimigo”) Gibson venceu o Oscar 1996 de Melhor Diretor por “Coração Valente” e está de volta à disputa, concorrendo ao Oscar 2017 por “Até o Último Homem”. David Ayer não vai retornar na continuação, mas foi contratado para assumir “Sereias de Gotham”, um spin-off centrado na Arlequina, personagem de Margot Robbie. “Esquadrão Suicida” não agradou a crítica, mas arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.
Novo intérprete de R2-D2 é oficializado pela Disney
A LucasFilm e a Disney anunciaram o substituto de Kenny Baker no icônico papel do robô R2-D2 nos próximos filmes de “Star Wars”. O papel vai ficar definitivamente com o escocês Jimmy Vee, que já havia vestido a couraça do pequeno personagem em “Star Wars: O Despertar da Força” (2016), embora não-creditado. Baker faleceu em agosto de 2016, aos 81 anos, e foi o homem responsável por dar vida ao simpático dróide desde “Guerra nas Estrelas” (1977). Pela idade avançada e problemas de saúde, ele não atuou diretamente em “O Despertar da Força”, mas seu nome permaneceu nos créditos como uma homenagem. Vee será creditado como R2-D2 oficialmente em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. O ator de 57 anos e 1,12 metro de altura tem no currículo participações na série “Doctor Who” e em filmes como “Peter Pan” (2015) e “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), como o personagem Goblin. Novo R2-D2
Cinquenta Tons Mais Escuros recicla suspenses sexuais dos anos 1990
Não dá para esperar algo sofisticado da literatura trash. Tudo bem que Alfred Hitchcock costumava dizer que era mais fácil fazer ótimos filmes de literatura menor do que de grandes obras literárias, mas o que acontece é que o público de best-sellers quer ver na tela algo parecido com o que leu, e isso prejudica o trabalho de invenção do diretor contratado para o serviço. James Foley é um diretor irregular, mas possui em seu currículo algumas obras interessantes como “Jovens sem Rumo” (1984), “Caminhos Violentos” (1986) e “O Sucesso a Qualquer Preço” (1992), além de videoclipes marcantes de Madonna, como “Papa Don’t Preach” e “Live to Tell”. Entretanto, nos últimos anos só conseguia trabalho em episódios televisivos. E não é com a sequência de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) que conseguirá se reerguer. Quem leu o livro de E.L. James garante que o filme até consegue melhorar muita coisa do romance, que, por sua vez, é considerado o melhor da trilogia. Não deve ter sido uma adaptação fácil, principalmente por o texto original ser uma história de contos de fadas, assumidamente brega, de enfiar o pé na jaca. O único atrativo dessas adaptações dos romances de E.L. James é trazer de volta a moda dos filmes eróticos, que foram ficando de lado com o tempo. Mas “Cinquenta Tons Mais Escuros” só dá saudades dos thrillers eróticos que experimentaram popularidade na década de 1990, depois do estouro de “Instinto Selvagem” (1992), de Paul Verhoeven. Ainda assim, atrai um público feminino entusiasmado ao gênero, coisa que não se via desde “9 ½ Semanas de Amor” (1986), de Adrian Lyne. Aliás, os dois filmes até têm um elemento em comum: Kim Basinger, que aqui meio que passa o bastão para Dakota Johnson. Anastasia Steele, a personagem de Dakota, não fica muito tempo longe de Christian Grey (Jamie Dornan), o bilionário sedutor e adepto de jogos de sadomasoquismo, apesar de achar que ele se excedeu nos seus jogos e na violência ao final do primeiro filme. Não demora para ela aceitar um jantar e voltar fácil para seus braços. Aliás, esse tipo de facilidade na relação dos dois impede que se crie um mínimo de tensão sexual. Mas o roteiro, escrito pelo marido da autora, pouco se importa com qualquer tipo de tensão, seja erótica ou mesmo de suspense. Não tanto pelos diálogos, que são de deixar o espectador corado, mas as melhores cenas não passam da sugestão e já foram vistas em outros filmes. A cena da calcinha no restaurante, por exemplo, exaltada no marketing da produção, é igualzinha à de “Invasão de Privacidade” (1993), com a mesma Sharon Stone de “Instinto Selvagem”, filme que também não é tão bom assim, mas consegue ter mais voltagem sexual. A culpa não é do ar inocente de Dakota Johnson, que consegue conferir ao seu papel um certo ar de garota comum, diferente de Jamie Dornan, que parece um modelo de cuecas em cena. E ele foi mesmo modelo da Calvin Klein, da Dior e da Armani. Já Dakota, filha da “Dublê de Corpo” Melanie Griffith, tem um rosto comum, ainda que um belo corpo, que é pouco explorado. Sinal dos tempos, talvez, em que se discute tanto a exploração do corpo feminino. O fato é que a nudez de Dakota é ainda mais discreta que no primeiro filme. Infelizmente, “Cinquenta Tons Mais Escuros” é um suposto filme erótico com cenas menos provocantes que os videoclipes de Rihanna. Com um título que prometia um filme mais sombrio que o anterior, a sequência é na verdade o oposto. Ao tentar trazer, sem sucesso, elementos de suspense para a trama, deixa apenas tudo ainda mais tedioso.
Thandie Newton entra no filme de Han Solo
A atriz Thandie Newton, principal destaque da série “Westworld”, vai integrar o elenco do spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo, informou o site da revista Variety. Assim como “Rogue One”, o novo spin-off vai mostrar eventos na vida de Han Solo que se passam antes do clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). O elenco do filme conta com Alden Ehrenreich (“Ave César”) como o protagonista, além de Woody Harrelson (franquia “Jogos Vorazes”), Donald Glover (série “Atlanta”) e Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). Com direção de Phil Lord e Chris Miller (“Uma Aventura Lego”), o filme tem previsão de estreia para maio de 2018. Indicada ao Globo de Ouro e ao SAG por “Westworld”, Thandie Newton também participará do próximo filme de Xavier Dolan, “The Death and Life of John F. Donovan”, que também chegará aos cinemas em 2018.
Resident Evil ganha animação do diretor do terror O Grito. Veja o trailer
A Sony divulgou o trailer de “Resident Evil: Vendetta”, terceira animação da franquia “Resident Evil”. A produção é japonesa, a cargo do famoso cineasta Takashi Shimizu, criador da franquia de terror “O Grito” (Ju-On), e busca um equilíbrio entre a estética dos games e o estilo dos animes. Para os fãs dos jogos, a trama traz personagens conhecidos, como o capitão Chris Redfield e o agente do governo norte-americano Leon Scott Kennedy (dublado por Matthew Mercier, como nos games e animações anteriores), vistos até nos filmes estrelados por Milla Jovovich. Além deles, a animação marcará a estreia de Rebecca Chambers, personagem favorita dos games, que nunca havia sido adaptada antes. O roteiro é de Makoto Fukami (da série anime “Psycho Pass”), a direção de Takanori Tsujimoto (da minissérie “Ultraman X”) e a estreia está marcada para 27 de maio no Japão. Não há previsão para o lançamento no Brasil, onde as animações anteriores saíram direto em DVD.
xXx: Reativado bate recorde de bilheteria em sua estreia na China
“xXx: Reativado” foi literalmente reativado neste fim de semana, com sua estreia na China. O filme de ação estrelado por Vin Diesel abriu com US$ 61,9 milhões no país asiático. Ou seja, em três dias na China, o filme rendeu mais que nas quatro semanas em que está em cartaz nos EUA, onde soma um total de US$ 42 milhões. A arrecadação é uma abertura recorde para um filme americano na China. Para se ter noção, é praticamente o dobro do que fez “Rogue One: Uma História Star Wars”, que abriu com US$ 31 milhões em seu lançamento chinês. Vin Diesel tem status de superstar na China, graças à “Velozes & Furiosos 7”, que detém a maior bilheteria de Hollywood no país, com US$ 370 milhões. O sucesso chinês é uma grande vitória para a Paramount, que adquiriu direitos à franquia “xXx” em fevereiro do ano passado. A Sony lançou os dois primeiros filmes da franquia, mas nenhum deles conseguiu um grande lançamento na China. Na fase final de sua campanha de divulgação, o estúdio trouxe o elenco em peso para um tapete vermelho estrelado, digno da importância do mercado chinês. Deu resultado. Com o impulso chinês, a bilheteria mundial de “xXx: Reativado” chegou a US$ 229,5 milhões. E a franquia reviveu.
Diretor de comédias vai filmar o novo Halloween
O veterano diretor John Carpenter anunciou na sua página no Facebook quem vai dirigir o remake de seu clássico de terror “Halloween” (1978). E para surpresa dos fãs de terror, trata-se de um diretor de comédias: David Gordon Green, responsável pelo péssimo “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Não bastasse sua falta de experiência no gênero, Green também é um cineasta bastante irregular, capaz de surpreender tanto positivamente (como no drama “Joe”) quanto negativamente (o já citado “O Babá(ca)”). E, para completar, ele também vai escrever a adaptação ao lado de um comediante, Danny McBride, com quem trabalhou em “Segurando as Pontas” (2008), “Sua Alteza?” (2011) e na série “Eastbound & Down” (2009-2013). Mas Carpenter diz ter ficado impressionado com a visão do cineasta e seu parceiro cômico para a franquia, após uma reunião de produção. Ele divulgou um comunicado em que Danny McBride garante que o novo filme não será uma comédia. “David e eu estamos animados para sair das nossas colaborações cômicas e mergulhar em um horror sombrio e pavoroso. Ninguém vai rir”, afirmou ele. Green, por sua vez, se assumiu fã do filme original. “O Halloween de John Carpenter foi uma experiência monumental de filme de terror para mim e para milhões de fãs de cinema. É uma honra trabalhar com esta equipe criativa para criar um novo capítulo na história de Michael Myers”, o diretor afirmou. Ao contrário do remake de Rob Zombie, o novo “Halloween” terá produção de Carpenter, em parceria com Jason Blum (“Atividade Paranormal”). O projeto visa um lançamento em 19 de outubro de 2018, para coincidir não apenas com a comemoração do Halloween, mas com os 40 anos do começo da franquia.
John Wick ganha mais seis pôsteres com artes deslumbrantes
A Lionsgate divulgou seis novos pôsteres da continuação de “De Volta ao Jogo” (2014), que no Brasil vai se chamar “John Wick: Um Novo Dia para Matar”. As artes registram a volta de Keanu Reeves ao papel do assassino profissional John Wick e são deslumbrantes. Pena que o estúdio não tenha divulgado seus autores, que devem ser artistas conhecidos. Fãs descobriram que Jock, desenhista dos quadrinhos do Arqueiro Verde, assinou um cartaz anterior do filme. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” vai marcar o reencontro de Reeves com Laurence Fishburne, 13 anos após o fim da trilogia “Matrix”, onde interpretaram os famosos papéis de Neo e Morpheus. Além deles, o elenco inclui Ruby Rose (“xXx: Reativado”), Peter Stormare (“Anjos da Lei 2”), Common (“Selma”), John Leguizamo (“Conexão Escobar”) e até o veterano Franco Nero (“Django”) como novas ameaças, além de retomar as participações de Ian McShane, Bridget Moynahan, Lance Reddick e Thomas Sadoski, que sobreviveram ao longa original. O roteiro é novamente escrito por Derek Kolstad e a direção está outra vez a cargo do ex-dublê Chad Stahleski, que dirigiu o primeiro em parceria com David Leitch – a dupla acabou se dividindo diante das inúmeras ofertas recebidas após sua impressionante estreia. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” estreia na quinta (16/2) no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA. Clique nas artes para ampliá-las.
Guardiões da Galáxia Vol. 2 tira nota máxima em sessões de teste, superando aprovação dos Vingadores
A continuação de “Guardiões da Galáxia” foi aprovada com nota máxima em suas primeiras sessões de testes. O resultado dessas exibições “secretas” para grupos seletos é geralmente mantido em segredo pelos estúdios e usado para aferir se há necessidade de algum ajuste na edição de um filme, mas desta vez a Marvel fez questão de “vazar” a nota dada pela audiência: 100, a mais alta possível. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, é a primeira vez que o teste de um filme da Marvel atinge essa pontuação, nos nove anos da existência do estúdio. A publicação apurou que, anteriormente, “Homem de Ferro” (2008) e “Os Vingadores” (2012) foram os mais bem-avaliados nos testes de audiência, com 90 pontos. A prática de avaliar os filmes antes do lançamento oficial é recorrente em Hollywood. Nesses testes, o público é convidado a assistir e avaliar a produção em uma escala de 1 a 100, com o resultado vindo de uma média geral. Em alguns casos, dependendo do resultado, o filme pode ser alterado antes de chegar às telas. Em casos radicais, inclusive com refilmagens. Geralmente, os estúdios selecionam pessoas aleatórias e de fora de Los Angeles para participar. Na Marvel, no entanto, o processo é diferente, com a participação de pessoas consideradas de confiança pelo estúdio, para assim evitar eventuais vazamentos e spoilers. Mas exatamente por isso, alerta o THR, tal procedimento pode colocar em xeque a validade do teste, já que a audiência já estaria propensa a gostar de uma produção do estúdio, fazendo com que o resultado não garanta necessariamente o sucesso do filme. Lançado em 2014, o primeiro episódio da saga foi considerado um grande êxito de crítica e bilheteria, faturando US$ 773,3 milhões no mundo. Muito mais do que se esperava para um filme centrado em alguns dos personagens mais obscuros da Marvel. Novamente dirigida por James Gunn, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” vai estrear em 27 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Continuação de Mary Poppins ganha sinopse oficial da Disney
Com o começo das filmagens da continuação do clássico infantil “Mary Poppins” (1963) na Inglaterra, a Disney divulgou a sinopse oficial. “O Retorno de Mary Poppins” acontece em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem ela foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a mágica Mary Poppins retornar para família Banks. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins. O elenco conta ainda com Colin Firth. Além disso, Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, fará uma aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega aos cinemas em 25 de dezembro de 2018.
M. Night Shyamalan planeja continuação de Fragmentado
O sucesso de “Fragmentado” assinala uma festejada volta por cima do cineasta M. Night Shyamalan, que ficou tão empolgado por ter conquistado aprovação do público e da crítica com seu novo filme, após quase uma década de desprezo, que já traça planos para sua continuação. Ex-prodígio de Hollywood, o cineasta que foi catapultado ao sucesso no final dos anos 1990, com o fenômeno “O Sexto Sentido” (1999), passou o inferno entre “A Dama da Água” (2006) e “Depois da Terra” (2013), quando cada lançamento parecia pior que o anterior. A reviravolta começou com a série “Wayward Pines” e o terror barato “A Visita”, ambos lançados em 2015. Mas “Fragmentado” sacramenta que Shyamalan está de volta. O filme foi concebido como extensão do universo de “Corpo Fechado” (2000), seu segundo filme mais apreciado. E a recepção levou o diretor de volta aos teclados, para escrever mais um capítulo da saga. “Tenho 11 páginas do meu próximo filme na minha bagagem. Não posso falar o que é, mas se você assistiu #Fragmentado”, escreveu Shyamalan em seu Twitter. A mensagem deixa no ar se a trama será continuação direta de “Fragmentado” ou retomará os personagens de “Corpo Fechado”, o que também está implícito no comentário para quem assistiu “Fragmentado” – o que, infelizmente, não é o caso do público brasileiro. “Fragmentado” gira em torno de Kevin (James McAvoy), um sujeito que possui 23 personalidades distintas, e uma delas decide sequestrar três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin, enquanto planejam um meio de escapar. Há três semanas em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme só vai estrear no Brasil no dia 23 de março.












