Diretora confirma Kristen Wiig como vilã de Mulher-Maravilha 2
A cineasta Patty Jenkins confirmou nesta sexta-feira (9/3) que a atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) será a vilã Mulher-Leopardo (Cheetah) em “Mulher-Maravilha 2”. “Super empolgada em confirmar uma ótima notícia. Sim, é verdade! Muita sorte de poder receber a sensacional e talentosa Kristen Wiig em nossa família da Mulher-Maravilha. Mal posso esperar para trabalhar com uma das minhas favoritas. E bastante animada pelo que temos planejado”, escreveu a diretora no Twitter, acrescentando a hashtag #cheetah, em referência à personagem. A atriz Gal Gadot, intérprete da heroína no cinema, também se manifestou na rede social. “Estou animada por dar as boas-vindas a Kristen Wiig. Isto vai ser Maravilhoso”, ela escreveu, linkando o tuíte da diretora. Mulher-Leopardo vinha sendo apontada como favorita para enfrentar a heroína na sequência. Uma das mais antigas inimigas da Mulher-Maravilha, ela já passou por vários reboots. Em sua primeira aparição de 1943, Priscilla Rich era uma socialite, que sofre um surto psicótico e desenvolve uma segunda personalidade, só que ela não tinha qualquer tipo de superpoder, apenas uma roupa de leopardo – influência das pin-ups que William Moulton Marston adorava – , e nunca foi páreo para a heroína. A personagem ganhou um reboot em 1987, após “Crise nas Terras Infinitas”, quando a arqueóloga britânica Barbara Ann Minerva se transformou numa mistura de mulher e felina, com agilidade, força e crueldade animais. Tornou-se tão popular que chegou a integrar a Sociedade Secreta dos Supervilões, o supergrupo comandado por Lex Luthor. Será a primeira vez que Kristen Wiig trabalhará num filme de super-herói. Ainda sem título oficial, a continuação de “Mulher-Maravilha” tem estreia prevista para 13 de dezembro de 2019 nos Estados Unidos. So excited to confirm the most thrilling news. Yes! It’s true! So incredibly lucky to welcome the sensationally talented Kristen Wiig to our Wonder Woman family. Can't wait to finally work with one of my favorites. And SO excited by what we have planned. #Cheetah!!! @GalGadot pic.twitter.com/Gn0jICiIAH — Patty Jenkins (@PattyJenks) March 9, 2018 I’m SO excited welcome on board Kristen! This is going to be WONDERful! https://t.co/FqQ191m1s0 — Gal Gadot (@GalGadot) March 9, 2018
Replicante de Blade Runner 2049 vai estrelar o novo Exterminador do Futuro
A atriz Mackenzie Davis, que viveu uma replicante sexy em “Blade Runner 2049”, vai participar de outra franquia sci-fi clássica. Ela foi confirmada no sexto “Exterminador do Futuro”, ainda sem título oficial. Há conflitos sobre quem ela irá interpretar. Embora alguns sites afirmem que se trata de uma nova Sarah Connor – protagonista dos dois primeiros filmes dirigidos por James Cameron e do recente reboot – as revistas Variety e The Hollywood Reporter apuraram versões contraditórias de seu papel. As fontes da Variety indicam que ela será uma das novas exterminadoras, enquanto a THR sugere uma militar humana. Nenhuma informação oficial foi divulgada. A nova continuação será a primeira produzida por Cameron desde “O Exterminador do Futuro 2” (1991) e chegará após uma tentativa frustrada de reboot da franquia – “O Exterminador do Futuro: Gênesis” (2015) – , que fracassou nas bilheterias. A participação de Cameron, que criou os personagens e a trama em 1984, representa uma reviravolta há muito aguardada pelos fãs e pelo próprio cineasta. Ele foi obrigado a ceder os direitos da franquia no acordo de seu divórcio com a atriz Linda Hamilton, estrela dos dois primeiros filmes, por isso não teve nada a ver com as sequências produzidas desde então. Mas um cláusula previa que os direitos reverteriam para o diretor após 20 anos. A data vai coincidir com o lançamento do próximo “Exterminador do Futuro”, previsto para 2019. O filme terá direção de Tim Miller, que estourou à frente de “Deadpool”, e roteiro final de Billy Ray (“Jogos Vorazes”), baseado em ideias do diretor e do produtor. Segundo a Variety, Mackenzie Davis sempre foi a atriz favorita de Miller para viver a personagem misteriosa, o que facilitou sua aprovação. Mas o THR afirma que ela não terá o papel principal. Isto caberá a outra atriz, ainda não escolhida. A equipe estaria realizando diversos testes em busca de uma latina, sem se contentar com nenhuma escolha até o momento. Esta atriz assinaria para estrelar uma nova trilogia. Também são esperados os retornos de Arnold Schwarzenneger, o Exterminador original, e Linda Hamilton, a Sarah Connor original. James Cameron chegou a afirmar anteriormente que o filme será uma continuação direta de “O Exterminador do Futuro 2” (1990). Além de participar de “Blade Runner 2049”, Davis também estrelou a série “Halt and Catch Fire” e o episódio de “Black Mirror” que venceu o Emmy 2017, além de integrar o elenco do filme “Perdido em Marte” (2015). Ela será vista a seguir na comédia “Tully”, de Jason Reitman (“Jovens Adultos”), que chega aos cinemas brasileiros em 25 de maio. O novo “Exterminador do Futuro” tem estreia marcada para julho de 2019.
Jessica Alba pode voltar à TV na série derivada do filme Bad Boys
Jessica Alba (“Sin City”, “Machete”) está encaminhando sua volta para a TV. A atriz, que não participa de uma série desde que estourou como protagonista de “Dark Angel” (2000–2002), foi escalada no piloto baseado no filme “Bad Boys”. Ela interpretará a detetive Nancy McKenna, uma ex-militar que lutou no Iraque e no Afeganistão e que agora trabalha ao lado da protagonista Syd Burnett (Gabrielle Union). A série será centrada em Syd, que foi apresentada no segundo filme da franquia, em 2003. Ela é irmã de Marcus (Martin Lawrence) e teve um romance com Mike (Will Smith). Na série, Syd será parceira de Nancy McKenna, que, além do trabalho, ainda é mãe e leva um estilo de vida totalmente diferente da colega. Apesar das diferenças, tanto pessoais quanto na abordagem profissional, as duas são as melhores no que fazem. O primeiro “Bad Boys” saiu em 1995 e marcou a estreia de Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema e Will Smith como astro de ação, arrecadando US$ 141 milhões mundialmente. A sequência de 2003 fez quase o dobro, com arrecadação mundial de US$ 272 milhões. O piloto está sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e tem produção de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes.
Artista francês acusa Disney de plagiar seu trabalho nos pôsteres de Han Solo
O artista francês Hachim Bahous acusou a Disney, em um post no Facebook, de ter plagiado seu trabalho para fazer os pôsteres de “Han Solo: Uma História Star Wars”. Segundo Bahous, o estúdio copiou o visual de artes criadas por ele para o lançamento de uma coleção de discos Sony Music, de 2015. Compare abaixo. “À esquerda estão os pôsters oficiais do próximo ‘Star Wars’ (Disney), e à direita as imagens que eu fiz em 2015 para Sony Music France/Legacy Recordings France… Eu fico lisonjeado que a qualidade do meu trabalho tenha sido reconhecida, mas isto é simplesmente a mais pura e simples cópia, não foi pedida minha permissão e eu quero créditos e pagamento por este trabalho que eu fiz para a Sony!”, ele escreveu no post. Procurada pelo site The Hollywood Reporter, a Disney respondeu que está verificando a acusação. “Os cartazes foram criados por um fornecedor externo e é algo que estamos investigando”, disse um porta-voz do estúdio. A acusação se soma aos problemas de bastidores da produção, com a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. Chamado de última hora, Ron Howard assina a versão final do longa. “Han Solo: Uma História Star Wars”, que traz Alden Ehrenreich como o personagem icônico, tem estreia marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Emily Blunt desce dos céus no primeiro teaser do Retorno de Mary Poppins
A Disney divulgou um pôster e o primeiro teaser da volta de Mary Poppins ao cinema. A prévia registra Emily Blunt (“A Garota no Trem”) descendo dos céus, em meio a uma tarde especialmente ventosa, espantando Lin-Manuel Miranda e uma criança, que lutam para empinar uma pipa. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chegará aos cinemas no Natal de 2018.
Pantera Negra atinge US$ 500 milhões nas bilheterias da América do Norte
O fenômeno “Pantera Negra” segue na liderança das bilheterias da América do Norte pelo terceiro fim de semana consecutivo. Com o faturamento de US$ 65,7M (milhões) nos últimos três dias, o filme ultrapassou a marca espetacular de US$ 500M no mercado doméstico. E foi apenas o 10º filme da história a fazer isto. Dentre todos os filmes da Marvel, “Pantera Negra” só faturou menos que “Os Vingadores” nos Estados Unidos e no Canadá. Já no resto do mundo, a soma da bilheteria global “ainda” está em US$ 897,7M – ou seja, atrás de quatro outros filmes da própria Marvel. Isto se deve a seu sucesso local ser muito maior que o internacional. Mas ainda falta contabilizar o lançamento na China, que acontece apenas na sexta (9/3). Dependendo da repercussão chinesa, a próxima semana pode incluir a ultrapassagem de outro marco significativo, com as boas-vindas ao clube dos bilionários de Hollywood. As outras duas estreias da semana ficaram muito abaixo do desempenho do blockbuster. “Operação Red Sparrow”, que traz Jennifer Lawrence como uma espiã russa sedutora, ficou em 2º lugar ao arrecadar US$ 17M. Com orçamento de US$ 69M, é o terceiro filme consecutivo estrelado pela atriz que pode dar prejuízo, após “Mãe!” (2017) e “Passageiros” (2016). O lado positivo é que, em três dias, já fez praticamente o mesmo que “Mãe!” em toda a sua trajetória nos cinemas norte-americanos. Mas não contará com o apoio da crítica para perseverar no ranking. Divisivo, o lançamento conquistou 51% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes – medíocre. Já “Desejo de Matar” fez muito ao atingir o 3º lugar. Com Bruce Willis no papel que marcou a carreira de Charles Bronson, o remake do clássico de vingança dos anos 1970 foi destruído pelos críticos com apenas 15% de aprovação. O faturamento de US$ 13M representa um mau recomeço para a MGM, que fez deste título seu primeiro lançamento após superar sua falência. A estreia no Brasil só vai acontecer em maio. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 65,7M Total EUA: US$ 501M Total Mundo: US$ 897,7M 2. Operação Red Sparrow Fim de semana: US$ 17M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 43,5M 3. Desejo de Matar Fim de semana: US$ 13M Total EUA: US$ 13M Total Mundo: US$ 13M 4. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 10,7M Total EUA: US$ 33,5M Total Mundo: US$ 49,5M 5. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 84M Total Mundo: US$ 101,8M 6. Aniquilação Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 20,6M Total Mundo: US$ 20,6M 7. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 393,2M Total Mundo: US$ 928,9M 8. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA: US$ 95,5M Total Mundo: US$ 346,1M 9. O Rei do Show Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 164,6M Total Mundo: US$ 366,8M 10. Todo Dia Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 5,2M Total Mundo: US$ 5,2M
Cobra Kai: Série que continua a história de Karatê Kid ganha novo trailer
O YouTube Red divulgou um novo trailer de “Cobra Kai”, série que continua a história da franquia “Karatê Kid”. A prévia mostra o treinamento nervoso ministrado por Johnny Lawrence (vivido por William Zabka), o inimigo de Daniel San (Ralph Macchio) no clássico de 1984, e ainda faz uma piada com os ensinamentos do Sr Miyagi (o falecido Pat Morita), quando um aluno pede instruções para limpar uma janela – uma referência a como Daniel aprendeu seus movimentos. A série vai mostrar que os dois antigos rivais “fizeram as pazes”, mas Johnny ainda busca redenção. Para isso, resolve reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele pretende reabrir como sensei. Entretanto, isto trará de volta sua rivalidade com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio, agora sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, que morreu em 2005. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinarão a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A estreia vai acontecer “em breve” no serviço de streaming do YouTube.
Kristen Wiig será a vilã Mulher-Leopardo em Mulher-Maravilha 2
A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) está em negociações com a Warner para integrar o elenco da continuação de “Mulher-Maravilha” (2017). Segundo o site Deadline, o papel é da supervilã Mulher-Leopardo (Cheetah). Mulher-Leopardo vinha sendo apontada como favorita para enfrentar a heroína na sequência. Uma das mais antigas inimigas da Mulher-Maravilha, ela já passou por vários reboots. A primeira aparição data de 1943. Priscilla Rich era uma socialite, que sofreu um surto psicótico e desenvolveu uma segunda personalidade, só que ela não tinha qualquer tipo de superpoder, apenas uma roupa de leopardo – influência das pin-ups que William Moulton Marston adorava – , e nunca foi páreo para a heroína. A personagem ganhou um reboot em 1987, após “Crise nas Terras Infinitas”, quando a arqueóloga britânica Barbara Ann Minerva se transformou na nova Mulher-Leopardo, desta vez com superpoderes e uma crueldade animal. Tornou-se tão popular que chegou a integrar a Sociedade Secreta dos Supervilões, o supergrupo comandado por Lex Luthor. Será a primeira vez que Kristen Wiig trabalhará num filme de super-herói. A continuação de “Mulher-Maravilha” voltará a ser dirigida por Patty Jenkins e estrelada por Gal Gadot, e tem estreia prevista para 13 de dezembro de 2019 nos Estados Unidos.
Pôster da continuação de Detona Ralph revela quem quebrou a internet
A Disney divulgou um pôster da continuação de “Detona Ralph” (2012), que no Brasil vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet” – assim mesmo, repetindo duas vezes o nome Ralph para tornar o título maior do que o necessário. A arte brinca com a premissa, colocando num campo de pesquisa a pergunta “Quem quebrou a internet?”, trazendo logo abaixo uma seta de mouse apontando o envergonhado Ralph. A trama ainda não foi totalmente explicada, além do fato de que, se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem chamada Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.
Pantera Negra mantém liderança nas bilheterias e já soma US$ 700 milhões em dez dias
Líder incontestável das bilheterias da América do Norte, “Pantera Negra” atingiu nova marca expressiva ao somar US$ 108M (milhões) nos últimos três dias, valor que representa a segunda maior arrecadação de uma segunda semana em cartaz em todos os tempos – perde apenas para “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 149,2M em dezembro de 2015). A queda de rendimento desde a estreia foi de apenas 47%, uma das menores já registradas entre os blockbusters americanos. O ímpeto é tanto que, em apenas dez dias, o filme já atingiu US$ 400M no mercado doméstico e US$ 704M em todo o mundo. E ainda não estreou na China. Apenas um lançamento faturou mais que isso pelo mesmo período: “Star Wars: O Despertar da Força”. Um detalhe curioso na amostragem das bilheterias da América do Norte é que o público da segunda semana de “Pantera Negra” foi formado em sua maioria por espectadores brancos, após negros liderarem a compra de ingressos da estreia. Latinos e asiáticos também representam fatias expressivas, o que torna o público da produção o mais diversificado entre todos os filmes de super-heróis. Das três estreias da semana na América do Norte, a comédia “A Noite do Jogo” foi a que se deu melhor, abrindo em 2º lugar, ainda que com apenas 16% do faturamento do líder. O dado mais interessante da produção é que ela se tornou uma das comédias rasgadas mais bem-avaliadas dos últimos anos. Conquistou 83% de aprovação da crítica na média apurada pelo Rotten Tomatoes, interrompendo um longo período de comédias “podres” na avaliação do site. A estreia no Brasil está prevista apenas para 10 de maio. Com aprovação ainda maior, a sci-fi “Aniquilação” não se saiu tão bem entre o público. Recebida por elogios rasgados da crítica, o novo filme de Alex Garland, diretor de “Ex Machina”, atingiu 87% no Rotten Tomatoes, mas abriu em 4º lugar, com apenas US$ 11M. E a avaliação do CinemaScore (pesquisa entre os espectadores) foi medíocre, rendendo nota C – o que dificulta a expectativa de um boca-a-boca consistente. Isto ajuda a explicar o temor da Paramount, que decidiu realizar um lançamento em menos salas e com uma janela menor, negociando-o com a Netflix para o mercado internacional. O lançamento em streaming já acontece em 12 de março. A terceira estreia foi “Todo Dia”, que tombou em 9º lugar, com faturamento de US$ 3,1M. O fiasco de bilheteria veio acompanhado por 50% de aprovação da crítica – literalmente medíocre. Trata-se do segundo romance impossível do diretor Michael Sucsy, após “Para Sempre” (2012). Desta vez, com o detalhe de acompanhar uma menor de idade que se apaixona por uma “alma”, que muda de corpo todos os dias. A ideia doentia vem de um best-seller adolescente, que segue a linha apelativa aberta por “Crepúsculo” de colocar garotas em relações abusivas com justificativas fantasiosas. Chega no Brasil em 25 de maio. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 108M Total EUA: US$ 400M Total Mundo: US$ 704M 2. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 16,6M Total EUA: US$ 16,6M Total Mundo: US$ 21,8M 3. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA: US$ 71,2M Total Mundo: US$ 71,9M 4. Aniquilação Fim de semana: US$ 11M Total EUA: US$ 11M Total Mundo: US$ 11M 5. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 6,9M Total EUA: US$ 89,5M Total Mundo: US$ 320,3M 6. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 387,2M Total Mundo: US$ 915,9M 7. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA: US$ 32,2M Total Mundo: US$ 45,1M 8. O Rei do Show Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 160,7M Total Mundo: US$ 348,7M 9. Todo Dia Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. O Homem das Cavernas Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA: US$ 6,7M Total Mundo: US$ 6,7M
Chichezão sci-fi, The Cloverfield Paradox faz a Terra e a lógica desaparecerem
Lançado de surpresa (na noite do Super Bowl), numa estratégia até então inédita da Netflix, “The Cloverfield Paradox” é o terceiro capítulo da saga “Cloverfield”. Enquanto o primeiro era um típico filme de monstros, que se utilizou da estética “found footage” como forma de inovar a sua narrativa, o segundo, “Rua Cloverfield, 10”, foi um thriller claustrofóbico passado quase que inteiramente em um abrigo subterrâneo. Este terceiro se assemelha ao anterior na sua ambientação, trocando o abrigo por uma estação espacial, mas apresenta um tom não só diferente como bem mais convencional que os demais. Escrito por Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”) e dirigido por Julius Onah (“The Girl Is in Trobule”), acompanha Hamilton (Gugu Mbatha-Raw) – única personagem que ganha algum tipo de desenvolvimento dramático e história prévia –, uma cientista que precisa lidar com o trauma da perda recente dos filhos, ao mesmo tempo em que a Terra sofre com o fim iminente das suas fontes de energia – o que inicia conflitos internacionais e a possibilidade de uma guerra. Convencida pelo marido Michael (Roger Davies), ela decide fazer parte da equipe de cientistas e astronautas que, a bordo de uma estação espacial, realizará um experimento com o intuito de gerar energia suficiente para alimentar todo o planeta. O experimento, porém, dá errado e a equipe passa a presenciar estranhos acontecimentos, ao passo que a população da Terra sofre as consequências dessa falha. As referências do texto de Uziel são claras e nem um pouco originais. De “Alien – O 8º Passageiro” (1979) ele tirou a cena em que o peito de John Hurt explode com o nascimento do alien. De “2010 – O Ano Em Que Faremos Contato” e “Projeto Filadélfia” (ambos de 1984) vieram, respectivamente, o conceito de tratar os astronautas como um microcosmo da nossa sociedade, refletindo lá em cima os conflitos que acontecem aqui embaixo, e a ideia da mulher fundida à fiação da estação. JJ Abrams, produtor do longa, construiu a sua carreira em cima da nostalgia, mas é inegável que o novo “Cloverfield” exagera e tropeça em alguns aspectos básicos da narrativa. Afinal, é bastante conveniente que alguém explique o problema do paradoxo do título poucos segundos antes de o tal paradoxo acontecer, o que se mostra uma estratégia preguiçosa para avançar a trama. Além disso, existem diversas incongruências grosseiras. Numa cena, é dito que são necessárias três pessoas para desacoplar uma parte da estação espacial – o velho truque do desacoplamento manual de toda sci-fi – , mas, quando chegam lá, duas ficam observando a terceira fazer todo o trabalho sozinha. Isso sem falar como é incrível a capacidade da estação em continuar funcionando após tantas explosões, perdas de energia e peças faltando. As incongruências são muitas e atrapalham, sim, mas, ao mesmo tempo em que chuta a lógica, o filme também diverte com suas situações absurdas, como a que envolve um braço com vida própria, personagens que surgem dentro das paredes, além do desaparecimento da própria Terra. É tudo tão bizarro que se torna impossível levar a trama a sério. O diretor Julius Onah parece ter ciência disso, ao imbuir as cenas de tensão com toques de humor (além de um pouco de humor involuntário). E ainda que avance em cima de clichês, consegue manter o ritmo da narrativa em meio às viradas na história, fazendo que só ao final o espectador perceba o quanto a subtrama do marido da protagonista foi perda de tempo, por exemplo. “The Cloverfield Paradox” não é tão bom quanto os anteriores, mas, ao menos, a ideia de construir uma franquia com personagens e tons completamente diferentes a cada lançamento mantém um aspecto criativo na obra. O fato de ser o clichezão de sci-fi espacial do trio, porém, não a torna nem mais nem menos memorável. Visto isoladamente, é mais do mesmo, descartável e esquecível como uma produção feita diretamente para DVD – que, neste século 21, sai direto em streaming.
A Bruxa de Blair vai virar série
A Lionsgate está desenvolvendo uma série de TV de “A Bruxa de Blair”. A produção será realizada pela recém-lançada divisão digital da produtora, denominada Studio L. O primeiro filme, feito com uma estética “amadora” por Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens desfocadas. A franquia teve mais dois longas. Um terror realizado de forma convencional em 2000, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, e outro mais recente, novamente na estética “found footage”, intitulado apenas “Bruxa de Blair”, em que uma nova equipe de documentaristas tenta recriar os passos dos jovens que sumiram em 1999. Dirigido por Adam Wingard (“Você É o Próximo”), o filme fracassou nas bilheterias e basicamente acabou com os planos cinematográficos para a franquia. A ideia agora é transformar a busca pela bruxa numa aventura seriada, mas, por enquanto, não há maiores informações sobre a produção.
Terceiro Jurassic World é anunciado
Ainda faltam quatro meses para a estreia de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, mas a Universal Pictures já confirmou a produção da continuação. Ainda sem título definido, o terceiro filme da saga “Jurassic World” entrou no cronograma do estúdio com data de lançamento marcada para 11 de junho de 2021. A data segue o aparente cronograma de produção de um filme novo a cada três anos. A aposta no sucesso de “Jurassic World: Reino Ameaçado” não é descabida. Afinal, o primeiro “Jurassic World” faturou US$ 1,6 bilhão em todo o mundo, retomando a franquia abandonada após três “Jurassic Parks” entre 1993 e 2001. Diretor de “Jurassic World”, Colin Trevorrow permanece a bordo da franquia como produtor e roteirista. Ele também escreveu “Reino Ameaçado” com Derek Connoly. Mas, para o terceiro filme, terá uma nova parceira, Emily Carmichael, roteirista do vindouro “Círculo de Fogo: A Revolta”. “É importante para esta franquia que recebemos novas vozes criativas para manter nossa narrativa fresca e vibrante”, disse Trevorrow, em comunicado. “Estou emocionado com a tensão e a beleza que o diretor JA Bayona trouxe para ‘Reino Ameaçado’, e eu sei que Emily adicionará outra camada de emoção ao capítulo final de nossa trilogia”. Quem também continua na franquia é Steven Spielberg, diretor do filme original de 1993 que deu origem à saga e produtor de todos os filmes. O anúncio só não apresentou o nome do diretor do próximo – e pelo visto último – capítulo. Bem mais tangível, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, com direção do mencionado cineasta espanhol JA Bayona (de “Impossível”), materializa seus dinossauros em 21 de junho no Brasil.











