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    Bilheteria: O Lar das Crianças Peculiares fatura pouco, mas estreia em 1º lugar nos EUA

    2 de outubro de 2016 /

    Na disputa entre os dois lançamentos mais comentados do fim de semana nos cinemas norte-americanos, a fantasia sobrepujou a história real. “O Lar das Crianças Peculiares”, dirigido por Tim Burton, estreou em 1º lugar nas bilheterias, mas não pode se considerar um blockbuster, com faturamento de US$ 28,5 milhões. Mesmo assim, o valor foi suficiente para superar a outra grande estreia, “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo”, de Peter Berg, que ficou em 2º com US$ 20,6 milhões. Os dois filmes custaram uma fábula, US$ 110 milhões cada, somente com gastos de produção, e essa disputa pelo topo é ilusória em relação aos valores que precisariam atingir. Por este começo morno, fica claro que apenas o mercado doméstico será insuficiente para cobrir suas despesas. A fantasia das crianças mutantes superpoderosas – ou melhor, peculiares – teve um começo melhor no exterior, faturando mais US$ 36,5 milhões para atingir um total de US$ 65 milhões em sua largada. Já o desastre estrelado por Mark Wahlberg fez US$ 12,4 milhões para arredondar seu total em US$ 33 milhões. É pouco, mas o lançamento internacional se deu em mercados menores, à exceção do Reino Unido. A estreia no Brasil acontece na quinta (6/10). Entre a crítica americana, os desempenhos foram inversos. Houve um pouco de enfado em relação ao novo filme colorido de Tim Burton, com 64% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas muito entusiasmo para o incêndio na plataforma de petróleo, com 82% de salivação. Logo abaixo das duas novidades, o ranking destaca o remake de “Sete Homens e um Destino”, que liderou a arrecadação em sua estreia na semana passada. O filme de Antoine Fuqua faturou mais de US$ 15 milhões, um desempenho ainda impressionante para o gênero western, que chega a US$ 61,6 milhões em dez dias no mercado doméstico. Em todo o mundo, o filme superou a marca de US$ 100 milhões. A animação “Cegonhas” é que não voou como o estúdio gostaria, caindo para o 4º lugar, com US$ 13,8 milhões e um total de US$ 77,6 milhões em todo o mundo – fraquinho numa temporada em que as animações quebraram recordes de faturamento. Por outro lado, o drama “Sully – O Herói do Rio Hudson” somou mais US$ 8,4 milhões, ao fechar o top 5, para atingir US$ 105 milhões nos EUA em quatro semanas. É um valor expressivo para um drama, ainda mais para um drama estrelado por um ator veterano e dirigido por diretor que poderia ser pai do ator veterano. De fato, trata-se de um dos maiores sucessos recentes da carreira de ambos, Tom Hanks e Clint Eastwood. No passado não muito distante, Hollywood virava as costas para seus grandes cineastas após uma certa idade. Eastwood está com 76 anos e vem do maior sucesso de sua carreira, “Sniper Americano”, com outro filme que impressiona, tanto pela popularidade quanto pelas críticas positivas (82%). O público brasileiro, porém, ainda vai precisar esperar muito para saber porque “Sully” fez tanto sucesso, já que a estreia nacional está marcada apenas para 1 de dezembro. Para completar, resta ressaltar o fracasso de “Gênios do Crime”, também lançada no Brasil neste fim de semana – em circuito superestimado. Em sua estreia nos EUA, a comédia besteirol fez US$ 6,6 milhões em mais de 3 mil salas. O fiasco também foi significativo entre a crítica, com meros 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 28,5 milhões Total EUA: US$ 28,5 milhões Total Mundo: US$ 65 milhões 2. Horizonte Profundo – Desastre no Golfo Fim de semana: US$ 20,6 milhões Total EUA: US$ 20,6 milhões Total Mundo: US$ 33 milhões 3. Sete Homens e Um Destino Fim de semana: US$ 15,7 milhões Total EUA: US$ 61,6 milhões Total Mundo: US$ 108,1 milhões 4. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 13,8 milhões Total EUA: US$ 38,8 milhões Total Mundo: US$ 77,6 milhões 5. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 105,3 milhões Total Mundo: US$ 151,6 milhões 6. Gênios do Crime Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 6,6 milhões Total Mundo: US$ 6,6 milhões 7. Rainha de Katwe Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 3 milhões Total Mundo: US$ 3 milhões 8. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 2,37 milhões Total EUA: US$ 84,7 milhões Total Mundo: US$ 129,2 milhões 9. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 2,33 milhões Total EUA: US$ 20,9 milhões Total Mundo: US$ 120,8 milhões 10. Snowden Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 18,7 milhões Total Mundo: US$ 18,7 milhões

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    Fracasso de Ben-Hur dará prejuízo de pelo menos US$ 100 milhões

    23 de agosto de 2016 /

    O péssimo desempenho de “Ben-Hur”, que abriu em 5º lugar nos EUA no fim de semana, pode dar um prejuízo de no mínimo US$ 100 milhões para os estúdios MGM e Paramount. A conta foi feita pela revista Variety, que acredita que o longa-metragem não vá passar dos US$ 30 milhões de arrecadação total no mercado doméstico, um fracasso de proporções épicas. A presença de Rodrigo Santoro como Jesus Cristo e o monopólio do lançamento nos cinemas fez com que a atração tivesse resultado um pouco melhor no Brasil, onde estreou em 2º lugar, mas a arrecadação mundial tem sido, no geral, até pior que o fracasso americano. Ao todo, “Ben-Hur” faturou apenas US$ 22 milhões em todo o mundo, desde seu lançamento na quinta (18/8). Nos EUA, a conta está em vexatórios US$ 12 milhões. Detalhe: o filme custou US$ 100 milhões só para ser produzido – e as despesas de marketing e divulgação adicionam mais pânico na equação. Claro que o fracasso de um remake não é nenhuma novidade para Hollywood. Nem tampouco causa estranheza os estúdios continuarem insistindo em fracassar com a mesma fórmula sem parar para refletir. Há poucos anos, Steven Spielberg fez uma previsão sombria, apontando que o atual modelo de negócios – poucos lançamentos e todos caríssimos – arrastaria os grandes estúdios de cinema para falência, e os resultados do último verão americano pareceram um grande ensaio para essa visão apocalíptica.

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    Mulher Maravilha: Diretora defende filme contra “besteiras inventadas”

    13 de agosto de 2016 /

    A polêmica carta aberta de uma suposta ex-funcionária da Warner Bros., que denuncia a incompetência do estúdio e adianta que a produção de “Mulher-Maravilha” é um novo “desastre”, fez com que a diretora do longa, Patty Jenkins, fosse ao Twitter defender seu filme. Na primeira de suas publicações, ela disse “Wow! Acabei de ver notícias sobre MM ter problemas. Estão falando sério? Isso é pura besteira inventada. Inventada! Alguém apresente uma fonte”. E continuou: “Vocês não podem, porque isso é totalmente falso! Não acreditem no barulho vazio. Alguém está tentando divulgar uma desinformação grave!”. Em mais três tuítes, a diretora foi ainda mais firme, dizendo que, depois da estreia, todos verão que tudo não passou de uma mentira maldosa. “Só quando se está intimamente envolvido se sabe o quanto esses rumores são totalmente falsos. Mas deixem-me tranquilizar vocês… Zero sobre o filme que estamos fazendo tem sido chamado de desastre por qualquer pessoa do meio”, esbravejou. “O verdadeiro laço da verdade, o tempo, em breve revelará a falsidade desta carta. Mas é lamentável que algo com uma agenda tão transparente ganhe repercussão”, concluiu. Como a própria diretor diz, a confirmação só virá em junho de 2017, quando “Mulher-Maravilha” chegar aos cinemas.

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    Suposta ex-funcionária da Warner afirma que filme da Mulher Maravilha é outro desastre

    12 de agosto de 2016 /

    O fracasso consecutivo dos filmes da Warner inspiraram uma carta aberta, supostamente assinada por uma ex-funcionária usando um pseudônimo, que desanca o estúdio e seu CEO, Kevin Tsujihara, por insistir nos mesmos erros e ter os mesmos resultados ruins, filme após filme, revelando, ao final, que “Mulher-Maravilha” é outra bomba esperando estourar. Publicada no site Pajiba, a carta de Gracie Law (nome da personagem de Kim Cattrall em “Os Aventureiros do Bairro Proibido”) ataca a falta de rumo do estúdio, que vem causando demissões em série pelas péssimas decisões tomadas nos últimos anos. “Um monte de fãs podem estar com raiva (e com razão), porque estão destruindo personagens que a gente ama, mas isso é um pouco mais pessoal para mim. Veja, eu sou uma ex-funcionária da Warner Bros”, ela afirma, lembrando que, apesar de o fracasso de “O Homem de Aço” ter causado várias demissões em 2014, o estúdio recompensou o diretor Zack Snyder com filmes de orçamentos ainda mais caros. E “Batman vs. Superman” tampouco deu o retorno esperado. “Zack Snyder não está dando resultados. Ele está sendo punido? Ele está sendo recompensado com mais oportunidades de fazer mais pessoas serem demitidas”, ela desabafa, dizendo que isso era uma verdadeira lição de vida: “Quem está por cima estraga tudo e quem está embaixo é que sofre”. Para ela, o problema não se resume aos filmes da DC. E ela lista uma relação considerável de fracassos: “O Destino de Jupiter”, “O Durão”, “Max”, “Férias Frustradas”, “Pan”, “Caçadores de Emoção: Além do Limite”… “As pessoas perdem seus empregos e você decide que ‘Pan’ era uma boa ideia. Você acha que realizar outro ‘Mogli’ (depois da Disney) é uma boa ideia”, escreve a ex-funcionária na carta para Tsujihara. Revelando que acabara de sair de uma sessão de “Esquadrão Suicida”, ela assume que foi motivada a escrever pela raiva de ver como o estúdio conseguiu estragar o filme que poderia resgatá-lo da mediocridade. “O que vocês estão fazendo?”, lamentou, culpando a Warner por “arruinar completamente personagens que os fãs estão desesperados para amar.” A pá de cal vem na revelação sobre o próximo lançamento da DC Comics. “Quem sabe ‘Mulher Maravilha’ não seja um desastre tão grande. Mas não se enganem com o bom trailer, as pessoas dentro da produção já estão dizendo que as coisas estão horríveis”. Atualmente em pós-produção, “Mulher-Maravilha” tem estreia prevista para junho de 2017.

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    Reboot feminino de Caça-Fantasmas dará prejuízo milionário

    10 de agosto de 2016 /

    Bye bye franquia. O reboot feminino de “Caça-Fantasmas” virou um grande fracasso e vai assombrar as contas do estúdio Sony por um bom tempo. Segundo reportagem da revista The Hollywood Reporter, a produção deve fechar sua passagem pelos cinemas com um prejuízo de mais de US$ 75 milhões, criando um buraco financeiro considerável. O longa teve um orçamento de US$ 144 milhões de produção e um custo não revelado de marketing, que deve ter elevado os gastos para cima dos US$ 200 milhões. Mas, até o momento, “Caça-Fantasmas” arrecadou apenas US$ 180 milhões mundialmente, dos quais US$ 117 milhões foram faturados dentro dos EUA. O filme ainda não estreou em alguns territórios estratégicos, como a França, o Japão e o México, mas foi vetado pelo governo chinês e não poderá ser lançado no segundo maior mercado cinematográfico do mundo. Por conta disso, o longa não deve ultrapassar os US$ 230 milhões nas bilheterias mundiais. O fiasco financeiro joga por terra os planos de continuar a franquia. As atrizes Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Leslie Jones e Kate McKinnon tinham contrato assinado para mais duas sequências, que agora não devem mais ocorrer. O público rejeitou a ideia do reboot feminino da franquia desde o primeiro trailer, forçando um trabalho intenso de relações públicas do estúdio (outra despesa) para virar o jogo. Houve uma clara tentativa de colar no caça-níqueis a ideia de que se tratava de uma obra de afirmação de gênero. Por esta lógica, quem não gostasse, deveria ser machista. Não colou.

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    Star Trek: Sem Fronteiras estreia em 1º lugar nos EUA

    24 de julho de 2016 /

    “Star Trek: Sem Fronteiras” teve um pouso tranquilo no topo das bilheterias americanas, faturando US$ 59,6 milhões em seu fim de semana de estreia. Mesmo assim, este foi o voo inaugural mais raso da nave espacial Enterprise desde o reboot de 2008 – os dois filmes anteriores abriram acima dos US$ 70 milhões nos EUA. A seu favor, o filme contou com críticas bastante positivas (84% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes) e encantou o público (nota A- no CinemaScore), o que pode mantê-lo entre os filmes mais vistos nas próximas semanas. Mas o orçamento de US$ 180 milhões torna a produção bastante dependente de seu desempenho internacional. A estreia no Brasil – assim como na China – só vai acontecer em setembro. O lançamento também comemorou os 50 anos de existência da franquia “Star Trek”, uma marca que poucos títulos conseguem atingir na indústria cultural. “Você pode contar nos dedos de uma única mão as marcas que têm esse tipo de longevidade e viabilidade ao longo do tempo”, disse o analista sênior de mídia da comScore, Paul Dergarabedian. O resultado da semana empurrou “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” e “Caça Fantasmas” para 2º e 3º lugares, respectivamente. O que deixou as demais estreias fora do Top 3. “Quando as Luzes se Apagam” abriu em 4º lugar com US$ 21,6 milhões. Mas o valor foi comemorado como uma rara vitória da Warner em 2016. Orçado em US$ 4,9 milhões, o filme já sai no lucro e sustenta a fama do cineasta James Wan (“Invocação do Mal”), que produziu o longa, como o novo rei do terror americano. Os filmes de Wan, lançados pela New Line, representam os maiores sucessos do conglomerado Warner neste ano. Já o 5º lugar de “A Era do Gelo: O Big Bang” ressoou de forma retumbante para a Fox, praticamente decretando o fim da franquia animada. O lançamento derreteu nos cinemas americanos, rendendo apenas US$ 21 milhões, a pior arrecadação de uma continuação animada em cerca de uma década. Seu fracasso também cria grande contraste em relação à performance de outras animações de bichos falantes, que respondem por algumas das maiores bilheterias de 2016. O Top 10 também revela o repúdio sofrido pela novo artefato sensacionalista de Dinesh D’Souza, “Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party”, que teve seu circuito expandido sem render mais que US$ 3,7 milhões. A ficção política de extrema direita tem o objetivo de atacar Hilary Clinton ao contar a história “secreta” do Partido Democrata, que seria um partido formado por racistas. A abordagem, que recria com atores a era da escravatura e da luta pelos direitos civis, prefere ignorar que o adversário de Hilary na próxima corrida presidencial americana, Donald Trump, não precisa de Hollywood para se mostrar, em discursos dos últimos meses, mais racista e menos interessado em direitos civis que qualquer ficção histérica que seus adversários possam montar. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Star Trek: Sem Fronteiras Fim de semana: US$ 59,6 milhões Total EUA: US$ 59,6 milhões Total Mundo: US$ 89,6 milhões 2. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 29,3 milhões Total EUA: US$ 260,7 milhões Total Mundo: US$ 323,7 milhões 3. Caça-Fantasmas Fim de semana: US$ 21,6 milhões Total EUA: US$ 86,8 milhões Total Mundo: US$ 122,8 milhões 4. Quando as Luzes se Apagam Fim de semana: US$ 21,6 milhões Total EUA: US$ 21,6 milhões Total Mundo: US$ 29,9 milhões 5. A Era do Gelo: O Big Bang Fim de semana: US$ 21 milhões Total EUA: US$ 21 milhões Total Mundo: US$ 199,9 milhões 6. Procurando Dory Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 460,1 milhões Total Mundo: US$ 781,6 milhões 7. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 115,8 milhões Total Mundo: US$ 261,5 milhões 8. Os Caça-Noivas Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 49,4 milhões 9. Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 3,7 milhões Total Mundo: US$ 3,7 milhões 10. Conexão Escobar Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 12,2 milhões Total Mundo: US$ 12,2 milhões

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    Divergente: Shailene Woodley se diz surpresa com os planos para o final da franquia

    22 de julho de 2016 /

    Não foi só o público que ficou surpreso pela divulgação dos planos do estúdio Lionsgate para o final da saga “Divergente”, que pode ser lançado direto para a TV ou um serviço de streaming. Enquanto divulgava o vindouro filme “Snowden” na San Diego Comic-Con, a protagonista Shailene Woodley revelou ter descoberto a novidade pela imprensa e ainda não sabe como reagir. “Sinceramente, estava no avião quando tudo aconteceu, desembarquei e fiquei meio ‘Wow, o que está acontecendo?'”, disse a atriz. Quando questionada se estaria disposta a reprisar o seu papel como a mocinha Tris nesses novos termos, a artista deixou a resposta no ar: “Preciso conversar e descobrir os detalhes”. A decisão, que ainda não é oficial, seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. O fracasso, inclusive, também já rendeu um corte de orçamento da sequência. Segundo o site Variety, a ideia é que “A Série Divergente: Ascendente” finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que se tornarão estrelas de uma série televisiva. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, tem direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”) e ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017.

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    Final da saga Divergente pode ser lançado direto na televisão

    21 de julho de 2016 /

    O último capítulo da franquia juvenil “Divergente” pode ter sua estreia suspensa nos cinemas. Segundo apurou o site da revista Variety, o estúdio Lionsgate está planejando lançar “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, diretamente na televisão ou num serviço de streaming. A mudança de estratégia seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. Diante de um calendário lotado de blockbusters no verão de 2017, o estúdio passou a considerar uma mudança de estratégia. Segundo a Variety, além de levar “Ascendente” para a televisão, o estúdio ainda está pensando em transformar o universo criado pela escritora Veronica Roth em uma série televisiva, mas ainda não fechou parceria com nenhum canal de TV ou streaming. A ideia é que o filme finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que serão as estrelas da vindoura série. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. Com direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”), “A Série Divergente: Ascendente” ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017.

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    China “confirma” continuação de Warcraft

    9 de julho de 2016 /

    O perfil oficial do Twitter do filme “Warcraft” na China afirmou que o filme ganhará sequência. “A exibição de Warcraft nos cinemas está chegando ao fim. Mas o capítulo de uma nova década está apenas começando. Este filme foi o ponto de partida, e não um final. Não iremos dizer adeus, pois iremos nos encontrar novamente”, diz o post, em chinês. Apesar de fracassar nas bilheterias norte-americanas, aonde fez apenas US$ 46 milhões, uma das piores bilheterias de superprodução do ano, o filme fez grande sucesso na China, onde rendeu US$ 220 milhões, recorde de maior bilheteria do país. Mas mesmo com o sucesso chinês, o longa dirigido por Duncan Jones (“Contra o Tempo”) não se pagou. Mundialmente, o filme soma US$ 422 milhões para um orçamento de produção de US$ 160 milhões e sabe-se lá quanto de marketing. O valor também é recorde entre as adaptações de games, superando o antigo campeão da categoria, “Príncipe Da Pérsia: As Areias Do Tempo”, que faturou US$ 336 milhões em 2010, quando foi considerado um fracasso e teve seus planos de continuação cancelados. Estimativas do mercado apontavam que “Warcraft” precisaria fazer US$ 600 milhões mundiais para começar a empatar suas despesas.

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    Invocação do Mal 2 estreia em 1º lugar nos EUA com maior bilheteria de terror em três anos

    12 de junho de 2016 /

    O terror “Invocação do Mal 2” confirmou o status do diretor James Wan como campeão de bilheterias. Sua volta ao terror, após dirigir o bem-sucedido “Velozes & Furiosos 7” (2015), estreou no topo da bilheteria dos EUA em seu primeiro fim de semana em cartaz, com US$ 40 milhões de arrecadação, quase o dobro obtido pelo distante 2º lugar. A soma representa a maior abertura de um filme de terror desde o primeiro “Invocação do Mal” (2013), também dirigido por Wan, que faturou apenas US$ 1 milhão a mais há três anos. “Invocação do Mal 2” agradou a crítica (75% de aprovação no Rotten Tomatoes) e também fez sucesso no exterior, onde rendeu mais US$ 50 milhões, elevando o resultado a US$ 90 milhões mundiais. Rodado por US$ 40 milhões, quantia exorbitante para o gênero, mas diminuta em comparação ao perfil dos blockbusters que enfrentou na estreia, deve se pagar inteiramente até a semana que vem. Para dar maior peso à sua realização, o filme liderou um ranking mais competitivo que o usual, que qualificou três estreias como as principais bilheterias do fim de semana norte-americano. Em 2º lugar, ficou a adaptação do game “Warcraft”, de Duncan Jones. Destruído pela crítica (27% de aprovação), rendeu apenas US$ 24,3 milhões como projetavam as avaliações mais pessimistas. O resultado é um dos piores do ano entre as produções de orçamento milionário. Filmado por US$ 160 milhões, o longa da Legendary/Universal Pictures só não virou um fiasco histórico graças ao mercado internacional, especialmente o chinês. O total mundial de US$ 286,1 milhões indica que mais de 90% da arrecadação veio de fora dos EUA. É a primeira vez que esse paradoxo acontece. Completa o Top 3 o lançamento de “Truque de Mestre: O 2º Ato”, que não escapou da maldição evitada por “Invocação do Mal 2”: o fracasso das continuações inexpressivas em 2016. Com US$ 23 milhões de bilheteria e apenas 36% de aprovação da crítica norte-americana, a sequência de “Truque de Mestre” (2013) se juntou a “As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras”, “Alice Através do Espelho” e “O Caçador e a Rainha do Gelo” na lista de sequências que o público não fez fila para ver. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Invocação do Mal 2 Fim de semana: US$ 40,3 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 90,3 milhões 2. Warcraft Fim de semana: US$ 24,3 milhões Total EUA: US$ 24,3 milhões Total Mundo: US$ 286,1 milhões 3. Truque de Mestre: O 2º Ato Fim de semana: US$ 23 milhões Total EUA: US$ 23 milhões Total Mundo: US$ 45,8 milhões 4. As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras Fim de semana: US$ 14,8 milhões Total EUA: US$ 61 milhões Total Mundo: US$ 116,3 milhões 5. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 136,3 milhões Total Mundo: US$ 478,4 milhões 6. Como Eu Era Antes de Você Fim de semana: US$ 9,2 milhões Total EUA: US$ 36,8 milhões Total Mundo: US$ 55,2 milhões 7.Angry Birds – O Filme Fim de semana: US$ 6,7 milhões Total EUA: US$ 98,1 milhões Total Mundo: US$ 312 milhões 8. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 62,4 milhões Total Mundo: US$ 213,4 milhões 9.Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 396,8 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 10. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 352,6 milhões Total Mundo: US$ 909,8 milhões

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    Quarteto Fantástico: Intérprete do Doutor Destino diz que o filme era bom antes da Fox mudar tudo

    9 de junho de 2016 /

    Fracasso de público e crítica, os bastidores da produção de “Quarteto Fantástico” continuam rendendo polêmica. A nova volta deste morto-vivo aconteceu numa entrevista do ator Toby Kebbell, intérprete de Victor Von Doom, o Doutor Destino. “A verdade é que [Josh] Trank fez um ótimo filme que ninguém verá. É uma pena”, Kebbell lamentou em entrevista ao site The Daily Beast, garantindo que a versão do diretor era realmente boa e pouco restou dela na tela. “Uma versão muito mais sombria, que nunca será exibida”, contou. “Passei um tempão procurando um sotaque do Oriente Médio, genérico o suficiente para combinar com um cara que há muitos anos se mudou para a América. Tive todo esse trabalho. Infelizmente interpretei o Dr. Destino em apenas três sequências: andando no corredor, matando o cientista e entrando na máquina, e deitando num banco. Foram as únicas vezes que dei vida ao personagem. Todo o resto foi outro ator em algum outro momento… Fiquei furioso por ele ter sido autorizado a mancar daquele jeito! Perdi a divulgação de ‘Planeta dos Macacos’ porque estava debaixo de escombros, lentamente ascendendo das cinzas para ser o Doutor Destino. E nada entrou no filme! Sempre existe frustração com esse tipo de produto, mas geralmente vem de mudanças no roteiro. De qualquer forma, tenho orgulho do meu trabalho. Apenas me sinto desolado como os fãs.” As pistas de que o estúdio 20th Century Fox realizou uma intervenção no filme foram dadas pelo próprio cineasta, que chegou a desabafar no Twitter, logo após a estreia. “Um ano atrás eu tinha uma versão fantástica do filme. E as críticas teriam sido ótimas. Provavelmente, você nunca a verá. Mas essa é a realidade”, Trank escreveu, apagando o comentário logo em seguida. As suspeitas foram confirmadas por uma reportagem da revista Entertainment Weekly, que ouviu de fontes ligadas à produção que o diretor não tinha culpa pelo filme exibido. Ao contrário, ele teria sido surpreendido por diversas iniciativas do estúdio. Os problemas começaram com o atraso na definição do elenco, na aprovação do roteiro, em corte no orçamento e exigências de mudanças durante as filmagens. Isto teria criado um clima de confronto entre o diretor, que tentava proteger sua visão, e os executivos da Fox, que decidiram afastá-lo no meio da produção. A intervenção teria sido brutal, a ponto de outro diretor ser chamado para dirigir cenas adicionais. Segundo esse relato, todo o terceiro ato – a parte que mais gerou repúdio da crítica – foi refilmado sem participação de Trank. Ninguém confirma nada. E a declaração de Kebbell de que não participou dessas cenas só aumenta o mistério em torno da verdadeira identidade do responsável pelo desastre lançado nos cinemas. Na época, rumores afirmaram que não foi um diretor experiente, mas o próprio produtor e roteirista Simon Kinberg quem dirigiu as refilmagens. A situação se tornou tão insustentável que desgraçou a carreira do jovem cineasta, lançado ao estrelado por “Poder Sem Limites” (2012), a ponto de seu comportamento ter sido denunciado por pessoas não identificadas para a Disney. Ele iria dirigir um filme da franquia “Star Wars” e foi demitido sem maiores explicações. “Quarteto Fantástico” custou US$ 120 milhões para ser produzido e arrecadou pouco mais de US$ 160 milhões nas bilheterias mundiais. E desde o fiasco, Josh Trank não foi contratado para nenhum outro projeto.

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    As Tartarugas Ninja assume 1º lugar ilusório com bilheteria fraca nos EUA

    6 de junho de 2016 /

    A estreia de “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras” obteve o 1º lugar nas bilheterias dos EUA, mas ficou muito abaixo das expectativas, com US$ 35,3 milhões em seus primeiros três dias de exibição. O segundo longa dos répteis comedores de pizza mal passou da metade da arrecadação de “X-Men: Apocalipse” na semana passada (estreou com US$ 65,6 milhões), mostrando que nem todas as continuações são um sucesso. De fato, “As Tartarugas Ninja” não é a primeira continuação a fracassar neste ano. “Alice Através do Espelho” e “O Caçador e a Rainha do Gelo” também renderão prejuízos de milhões de dólares. Com um custo de produção de US$ 135 milhões, o desempenho do filme dos quelônios da Paramount serve para demonstrar como um 1º lugar pode ser ilusório. Por outro lado, os filmes de super-heróis continuam campeões imbatíveis de bilheterias. Todos os lançamentos do gênero em 2016 emplacaram grandes arrecadações, liderados por “Capitão América: Guerra Civil”, que superou US$ 1,1 bilhão globalmente. “X-Men: Apocalipse”, por exemplo, que caiu para o 2º lugar nos EUA no fim de semana, ultrapassou os US$ 100 milhões de arrecadação doméstica e superou, em seus primeiros dez dias de exibição, a soma de US$ 400 milhões de faturamento mundial. O Top 3 norte-americano se completa com outro lançamento, o romance de doença “Como Eu Era Antes de Você”, estrelado por Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), com US$ 18 milhões de bilheteria. Ainda que não tenha empolgado, a produção é barata (US$ 20 milhões) e deve terminar com saldo mais positivo que o das Tartarugas Ninja. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras Fim de semana: US$ 35,2 milhões Total EUA: US$ 35,2 milhões Total Mundo: US$ 69,2 milhões 2. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 22,3 milhões Total EUA: US$ 116,4 milhões Total Mundo: US$ 402,5 milhões 3. Como Eu Era Antes de Você Fim de semana: US$ 18,2 milhões Total EUA: US$ 18,2 milhões Total Mundo: US$ 25,9 milhões 4. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 10,6 milhões Total EUA: US$ 50,7 milhões Total Mundo: US$ 176,2 milhões 5. Angry Birds – O Filme Fim de semana: US$ 9,7 milhões Total EUA: US$ 86,6 milhões Total Mundo: US$ 283,4 milhões 6. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 388,9 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 7.Os Vizinhos 2 Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 48,5 milhões Total Mundo: US$ 89,3 milhões 8. Popstar: Never Stop Never Stopping Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 4,6 milhões Total Mundo: US$ 4,6 milhões 9.Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 347,4 milhões Total Mundo: US$ 895 milhões 10. Dois Caras Legais Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 29,1 milhões Total Mundo: US$ 29,1 milhões

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    Louis C.K. contrai dívida milionária ao lançar série na internet

    12 de abril de 2016 /

    O comediante americano Louis C.K., protagonista da premiada série “Louie”, revelou que está devendo milhões de dólares por conta do fracasso da websérie “Horace and Pete”, que ele lançou na internet em janeiro. A confissão foi feita durante uma entrevista ao programa de rádio de Howard Stern na Sirius XM. Ele explicou que a estratégia comercial montada para a série não deu certo, o que o deixou mergulhado em dívidas. Lançada no site oficial do comediante, “Horace and Pete” traz Louis e Steve Buscemi (série “Boardwalk Empire”) como os personagens do título, proprietários de um bar nova-iorquino onde a trama acontece ao longo de uma única noite – com direito a um flashback. Foram produzidos, ao todo, 10 episódios. O último foi disponibilizado em 2 de abril. Os primeiros capítulos custaram US$ 2 milhões, dinheiro que ele tirou do próprio bolso. Para se ter noção, a trilha foi composta simplesmente por Paul Simon. Mas o comediante acreditava que valor seria recuperado após a estreia. Louis pretendia que os espectadores comprassem cada episódio individualmente (os valores variam entre US$ 2 e US$ 5), mas não foi muito convincente. A série estreou sem publicidade e as coisas não aconteceram conforme o planejado. Após o fracasso de “venda” dos primeiros capítulos, Louis decidiu colocar no ar o desfecho de “Horace and Pete” fazendo um empréstimo, o que só piorou as coisas. Ele afirmou que pretende sair em turnê com um espetáculo de stand-up para tentar recuperar o valor perdido.

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